Qual de vocês nunca teve uma fantasia erótica?
Acho que todo homem já imaginou mais de uma vez uma situação gostosa com a esposa, a namorada ou alguma mulher da família.
Aos meus 37 anos, estou casado há 7 anos com uma mulher linda, da minha idade, que está vivendo os melhores anos dela, tanto fisicamente quanto sexualmente. Há alguns anos, ela deixou de ser a garota linda com quem me casei para se tornar uma mulher em plenitude, mais bonita e com o corpo melhor do que nunca, e, pra completar, uma verdadeira fera na cama. Possuir ela é um verdadeiro deleite.
Por vir de uma família muito conservadora e educada no que hoje chamam de "à moda antiga", minha esposa vive comigo na cama muitas fantasias que ela curte até o paroxismo, embora nós dois saibamos que ela nunca vai conseguir realizá-las.
Com o passar dos anos, ensinei ela a se masturbar, o que hoje em dia ela curte pra caralho, ensinei todas as posições possíveis e até um ano atrás, mais ou menos, ela deixou eu ter sexo anal com ela, o que, mesmo ela negando, sei que também curte pra burro.
Mês passado, enquanto ela se dedava na minha frente, como prelúdio pra eu possuir ela e gozar dentro, entre gemidos e respiração ofegante, me disse que quando tava sozinha, se masturbava gostoso, imaginando como era comida ao mesmo tempo por mim e por outra pessoa.
Embora seja verdade que imaginar essa situação na hora só aumentou minha já alta tesão, não consegui evitar a picada do ciúme, que me obrigou a perguntar quem era o outro.
A resposta dela, mesmo eu já sabendo como ela se transformava na intimidade, não deixou de me surpreender: --Ninguém em especial...............ahhhhhhh......tanto faz...........só preciso ser possuída por dois ao mesmo tempo..............ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh.....—
O orgasmo dela foi foda. Eu via como, mesmo gozando por tanto tempo, os dedos dela não paravam de esfregar o clitóris ereto e vermelho. A respiração dela era um gemido constante, interrompido só por uns urros de puro tesão, enquanto ela arqueava o quadril e aquelas pernas e pés lindos ficavam tão tensos que pareciam que iam quebrar a qualquer momento.
Ela me implorou pra meter nela na hora, e eu fiz sem nenhum pudor. Vocês já podem imaginar o tamanho da ereção que eu tava.
De forma desesperada, ela abriu suas lindas pernas e praticamente se enfiou naquela pica enorme que roçava na sua buceta molhada.
Totalmente pirada, ela apertou as duas pernas em volta da minha cintura e me forçou a manter um ritmo frenético de estocadas pra frente e pra trás, enquanto continuava gozando sem parar.
Entre os gemidos de mulher recebendo um prazer indescritível, ouvi a voz dela trêmula implorando pra ser metida no cu ao mesmo tempo.
Claro que não consegui me segurar mais, e só fiz um esforço danado pra sincronizar minha gozada com um novo orgasmo dela.
Já calma, tive coragem de perguntar uma coisa que tava me queimando por dentro:
---Em quem mais você pensa?, quem é o outro que você deseja ter na cama?---
A pergunta primeiro a irritou. Mas diante da minha insistência e da minha falsa promessa de que eu não ficaria bravo, pelo contrário, era uma situação que também me excitava, ela respondeu:
— Já te falei que ninguém em especial... só é uma situação que eu gostaria de viver... Eu gostaria que enquanto você me come pela buceta, outro me penetrasse pelo cu... e depois trocassem... enfim... é só uma fantasia —
Levantou rápido da cama, como quem queria fugir de um assunto que a educação conservadora dele não deixava tocar sem estar excitado, e não voltou a falar no tema nos dias seguintes.
Nossas sessões de sexo voltaram ao normal de sempre, embora em mim tivesse ficado aquele gostinho de satisfazer minha mulher.
Concluí então que esperaria o momento e a ocasião certa pra realizar a fantasia principal dela. Claro, eu teria que planejar tudo direitinho. Não podia ser alguém conhecido, aliás, nem podia ser na nossa cidade, não só pra evitar qualquer risco de ser reconhecido depois, mas também pra evitar novos encontros entre minha mulher e o amante ocasional, caso, como eu esperava, ela curtisse pra caralho.
Foi só três meses depois que essa oportunidade apareceu. Um velho amigo e colega de trabalho nosso ia casar no fim de semana numa cidadezinha a uns 300 km de estrada da nossa.
Sem comentar minhas intenções, animados, batemos papo e planejamos a viagenzinha, aceitando ela que a gente passasse uma noite naquela cidade, mesmo a festa sendo ao meio-dia.
E foi assim que fizemos. A viagem e a festa passaram sem grandes novidades, a não ser que passei a mão à vontade na minha mulher gostosa a tarde inteira, situação que, junto com o álcool que ambos bebemos, deixou nós dois realmente no fogo.
Numa pausa pra dançar, percebi que um dos garçons da festa, assim como muitos dos presentes, tava devorando minha mulher com os olhos. Ela tava usando um vestido preto justinho que destacava a cobiçada silhueta dela e aquela bunda gostosa, que só cobria metade das coxas torneadas e bronzeadas. Era nítido, ela era objeto de muito desejo pra mais de um dos que tavam na reunião.
A pior parte da minha tarefa começava naquele momento. Escolher quem ia curtir junto comigo aquela delícia gostosa pra caralho. Escolher quem eu ia convidar pra provar o que era mais precioso pra mim nessa vida: minha mulher linda pra cacete.
Acreditem, não foi nada fácil. Um por um, os candidatos iam sendo eliminados porque achavam algum defeito em todos. Muito velho, muito gordo, muito magro, aparência ruim, muito sujo, muito vulgar, enfim, ninguém era o escolhido.
Quando eu já tava pensando que ninguém ali presente preenchia as qualidades que eu procurava — situação que, devo admitir, me deixou bem aliviado —, minha esposa chegou a boca no meu ouvido pra sussurrar que um dos garçons não tirava os olhos dela e tava incomodando ela com aqueles olhares.
Ao me virar para procurar o cara que estava incomodando minha esposa daquele jeito, descobri que era o mesmo moleque que eu já tinha pego olhando descaradamente para as pernas da minha mulher.
Rapidamente dei uma olhada naquele cara. Uns 25 anos, moreno, alto, ombros largos, todo arrumadinho, uniforme impecável e até bonitinho. De repente, uma coisa me chamou muito a atenção. Aquele moleque não só não escondia a vontade que sentia pela minha mulher, como ainda deixava claro esse desejo sem nenhum pudor, ficando na frente dela direto, só pra mostrar um baita volume no meio das pernas, que era o que deixava minha esposa toda nervosa.
Na mesma hora, parti pra cima dele, mas antes ouvi minha mulher implorando pra eu não arrumar nenhuma confusão.
A surpresa do moleque foi enorme, quando, em vez de reclamar do que ele fez, pedi pra trocar umas palavras com ele lá fora do salão de festas.
Me seguiu com medo, pensando talvez na minha reclamação de homem ofendido, mas relaxou bastante ao perceber que não era essa minha intenção.
—Eu vi como você olha pra minha esposa e como isso te excita — comentei calmamente enquanto apontava pra virilha dele.
---Eu não...—conseguiu balbuciar nervosamente antes que eu o interrompesse.
—Não é reclamação, calma — comentei pra ele ficar realmente de boa pra pensar na minha oferta.
---Como eu tava dizendo--, continuei---vi que a minha mulher te excita pra caralho e acho que você é a pessoa certa pra uma parada que eu quero fazer, contanto que aceite minhas condições---
— E como é que é essa parada? — perguntou ele, mais calmo, mas ainda tenso por causa da situação inesperada que tava vivendo.
—Quero fechar um acordo contigo, pra gente comer minha esposa juntos hoje à noite — soltei sem mais rodeios, com medo de me arrepender se continuássemos enrolando.
Nunca vou esquecer a cara de surpresa genuína e incredulidade dela.
— Cê tá me pedindo pra eu comer a sua mulher gostosa? — perguntou, todo atordoado.
—Não, não confunda — respondi rapidamente. — Tô te convidando pra que, quando eu disser e nas condições que eu mandar, você possa ter uma mulher que você deseja tanto.
Vendo que ele não tava me entendendo, expliquei que ser penetrada por dois caras ao mesmo tempo era a maior fantasia da minha esposa e que, pelo amorzão que eu tinha por ela, tava disposto a realizar esse desejo naquela noite. Que isso não significava que minha esposa tivesse qualquer outro tipo de interesse nele.
--Aproveita a chance de ter na cama uma mulher que te garanto não se parece em nada com as que você já teve até agora. É uma oportunidade que nunca mais vai aparecer pra você---.
Enfim, ainda meio sem graça, ele aceitou minha proposta com suas condições, a primeira delas sendo que naquele exato momento ele sumisse do salão. Depois de eu dar o nome e o quarto do hotel onde passaríamos a noite, ele fez isso rapidinho. Claro que também passei todas as instruções pra ele seguir durante a noite.
Quando voltei pra mesa, minha esposa, realmente preocupada com minha demora, me perguntou o que tinha acontecido, e eu dei umas explicações que achei lógicas.
Ela se acalmou, embora eu percebesse que de vez em quando procurava aquele cara sem sucesso.
Ao anoitecer, ficando só os familiares dos noivos na sala, e bem animados por causa da quantidade de bebidas que tinham tomado, decidimos ir pro hotel.
Ao chegar no nosso quarto, minha esposa rapidamente se livrou do vestido apertado, ficando totalmente nua na minha frente, já que, como pude perceber naquele momento, ela não estava usando nada de roupa íntima por baixo.
Ver ela parada no centro do quarto, só com o par de scarpin de pulseira, já me deixou num tesão da porra na hora. Meu pau começou a lutar pra se soltar da roupa apertada, e eu tive que tirar, porque ela, abrindo as duas pernas, sentou na beirada da cama se masturbando igual uma louca.
Estando eu também sem roupas, me aproximei dela, mas antes destravei a porta, deixando meu pau totalmente duro e grosso na altura da boca dela, que se abriu gulosamente pra receber o membro inflamado.
A gostosura do boquete dela, os gemidos e o tesão que me tomou não me deixaram ouvir a porta do nosso quarto.
De repente, senti um volume do meu lado. O garoto, desobedecendo minhas instruções, não aguentou o espetáculo e colocou o pau duro e moreno dele junto ao meu.
Os olhos da minha mulher se arregalaram, mostrando surpresa genuína. Ele, rápido pra evitar qualquer explicação, enfiou o pau na boca da minha mulher, que chupava gostoso, sem tirar os olhos de mim e segurando meu pau como se tentasse se convencer de que finalmente tinha dois cacos à disposição ao mesmo tempo.
Ao concordar com a cabeça, ela começou a alternar as duas rolas na boca, enquanto retomava a punheta com tanta intensidade que teve o melhor orgasmo que já vi desde que nos casamos.
Tirei a boca da vara do garoto e, deitando ela na cama, convidei meu parceiro a atacar os pezões gostosos que, durinhos, pediam aos berros pra serem mordidos e chupados.
Eu não conseguia me concentrar totalmente na minha mulher. Era óbvio que, embora ela estivesse curtindo a ideia de ter dois caras ao mesmo tempo, o interesse dela estava
focado no novo, na boca e no pau desconhecido que percorriam todo o corpo dela
embora a boca e o pau conhecido que faziam o mesmo também lhe causassem muito prazer.
Totalmente louca, ela colocou a boca na do amante desconhecido, enroscando as línguas enquanto acomodava cada uma das suas belas pernas de cada lado do quadril estreito do convidado, que, sem perder tempo, colocou o pau, que parecia que ia explodir a qualquer momento, na buceta escorrendo da minha esposa, enfiando de uma só vez, o que causou na mulher um prazer que não sei como descrever pra vocês, o corpo dela mostrava isso.
Ela apertou as pernas em volta do corpo do comedor, cravou as unhas nas costas largas e, sem soltar a boca da dele, se mexeu freneticamente debaixo do cara até gozar de novo. Eu, que fiquei só como observador, entendi que era tarde demais pra me arrepender e comecei a me masturbar enquanto um prazer desconhecido por ver minha esposa sendo comida e totalmente entregue a outro homem me dominava por completo.
De repente, quando achei que o objetivo daquela noite louca tinha se perdido completamente, minha mulher, depois de gozar várias vezes, tirou de cima dela aquele cara que, enquanto chupava os bicos dos peitos e o pescoço dela, continuava metendo sem parar, como se quisesse aproveitar aquele tesão que com certeza não teria de novo.
Minha surpresa e excitação foram enormes quando minha mulher deitou o garoto na cama, sentou-se sobre ele de costas e guiou o pau molhado dos sucos femininos dela até o cu dele. A cabeça vermelha encostou no esfíncter pequeno e, bem lubrificada pelos próprios fluidos da minha esposa, foi sumindo devagar lá dentro do canal apertado.
Ela revirava os olhos enquanto a tranca grossa ia penetrando, abrindo a boca num desespero pra puxar ar. Juro pra vocês que vi claramente o esfínter anal da minha esposa se alargando cada vez mais, até enfiar por completo um membro que, embora não fosse exageradamente grande, pelas condições de ereção que tinha, mostrava um crescimento considerável.
O meu não era diferente, e eu sentia que ia gozar na hora como resposta à minha punheta, quando minha mulher abriu os olhos e estendeu a mão me convidando a enfiar meu instrumento na buceta dela, vermelha e escorrendo.
Eu me coloquei sobre eles, deixando meu quadril entre as pernas dos dois, e meti nela com força, o que fez minha mulher ter um novo orgasmo.
Enquanto meu pau entrava e saía da buceta inchada, eu podia sentir como tocava, através da minha esposa, o pau duro que também já entrava e saía do cu dela.
Gemidos, gritinhos, urros e os estalos das pirocas entrando e saindo da minha esposa foi tudo o que se ouviu no quarto nos minutos seguintes, só interrompidos pelos sons incompreensíveis que brotavam da garganta dela, cada vez que ela atingia um novo orgasmo.
Quando já não aguentava mais, quase soluçando, implorou pra gente gozar, coisa que acho que nós dois estávamos esperando, porque gozamos juntos na mesma hora.
Acreditem, eu senti quando o jorro forte de porra inundou o cu da minha esposa, respingando na minha virilha, ao mesmo tempo que ele deve ter sentido o escorrer da minha porra, já que não ficou tudo dentro da minha mulher, dada a força e a quantidade que jorrou do meu pau pela excitação que me tomava.
No clímax da situação descrita, minha esposa, no meio do seu último e desesperado orgasmo, beijou meus lábios freneticamente enquanto balbuciava...
—Valeu, valeu, meu amor..............te amo pra caralho.---
Ficamos os três deitados, tendo, claro, a minha mulher como ponto de atenção de ambos, e dormimos.
Mais tarde, fui acordado pelos beijos da minha esposa, que descobri sendo empalada de novo por aquele garoto fogoso, começando mais uma sessão gostosa de sexo, comendo a minha esposa pelo resto da noite de todas as maneiras possíveis.
Ao amanhecer, aquele cara saiu do nosso quarto e, quando tentei pagar o combinado, ele recusou o dinheiro e me disse que agradecia por ter dado a chance dele aproveitar uma mulher que nem nos sonhos ele poderia ter. E, depois de me garantir que ela realmente me amava, já que não tinha aceitado transar só com ele, ou seja, sem eu estar presente, ele me deu um aperto forte de mão e, após dar um beijo na bochecha dela — porque ela não deixou ele beijar na boca —, saiu para sempre das nossas vidas.
A partir daí, eu e minha esposa ficamos mais unidos do que nunca, e também realizamos outras fantasias. Claro que os menage a três, a gente praticou mais duas vezes em viagens, sendo que da última vez fui eu, minha esposa e outra mulher.
FIM
Acho que todo homem já imaginou mais de uma vez uma situação gostosa com a esposa, a namorada ou alguma mulher da família.
Aos meus 37 anos, estou casado há 7 anos com uma mulher linda, da minha idade, que está vivendo os melhores anos dela, tanto fisicamente quanto sexualmente. Há alguns anos, ela deixou de ser a garota linda com quem me casei para se tornar uma mulher em plenitude, mais bonita e com o corpo melhor do que nunca, e, pra completar, uma verdadeira fera na cama. Possuir ela é um verdadeiro deleite.
Por vir de uma família muito conservadora e educada no que hoje chamam de "à moda antiga", minha esposa vive comigo na cama muitas fantasias que ela curte até o paroxismo, embora nós dois saibamos que ela nunca vai conseguir realizá-las.
Com o passar dos anos, ensinei ela a se masturbar, o que hoje em dia ela curte pra caralho, ensinei todas as posições possíveis e até um ano atrás, mais ou menos, ela deixou eu ter sexo anal com ela, o que, mesmo ela negando, sei que também curte pra burro.
Mês passado, enquanto ela se dedava na minha frente, como prelúdio pra eu possuir ela e gozar dentro, entre gemidos e respiração ofegante, me disse que quando tava sozinha, se masturbava gostoso, imaginando como era comida ao mesmo tempo por mim e por outra pessoa.
Embora seja verdade que imaginar essa situação na hora só aumentou minha já alta tesão, não consegui evitar a picada do ciúme, que me obrigou a perguntar quem era o outro.
A resposta dela, mesmo eu já sabendo como ela se transformava na intimidade, não deixou de me surpreender: --Ninguém em especial...............ahhhhhhh......tanto faz...........só preciso ser possuída por dois ao mesmo tempo..............ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh.....—
O orgasmo dela foi foda. Eu via como, mesmo gozando por tanto tempo, os dedos dela não paravam de esfregar o clitóris ereto e vermelho. A respiração dela era um gemido constante, interrompido só por uns urros de puro tesão, enquanto ela arqueava o quadril e aquelas pernas e pés lindos ficavam tão tensos que pareciam que iam quebrar a qualquer momento.
Ela me implorou pra meter nela na hora, e eu fiz sem nenhum pudor. Vocês já podem imaginar o tamanho da ereção que eu tava.
De forma desesperada, ela abriu suas lindas pernas e praticamente se enfiou naquela pica enorme que roçava na sua buceta molhada.
Totalmente pirada, ela apertou as duas pernas em volta da minha cintura e me forçou a manter um ritmo frenético de estocadas pra frente e pra trás, enquanto continuava gozando sem parar.
Entre os gemidos de mulher recebendo um prazer indescritível, ouvi a voz dela trêmula implorando pra ser metida no cu ao mesmo tempo.
Claro que não consegui me segurar mais, e só fiz um esforço danado pra sincronizar minha gozada com um novo orgasmo dela.
Já calma, tive coragem de perguntar uma coisa que tava me queimando por dentro:
---Em quem mais você pensa?, quem é o outro que você deseja ter na cama?---
A pergunta primeiro a irritou. Mas diante da minha insistência e da minha falsa promessa de que eu não ficaria bravo, pelo contrário, era uma situação que também me excitava, ela respondeu:
— Já te falei que ninguém em especial... só é uma situação que eu gostaria de viver... Eu gostaria que enquanto você me come pela buceta, outro me penetrasse pelo cu... e depois trocassem... enfim... é só uma fantasia —
Levantou rápido da cama, como quem queria fugir de um assunto que a educação conservadora dele não deixava tocar sem estar excitado, e não voltou a falar no tema nos dias seguintes.
Nossas sessões de sexo voltaram ao normal de sempre, embora em mim tivesse ficado aquele gostinho de satisfazer minha mulher.
Concluí então que esperaria o momento e a ocasião certa pra realizar a fantasia principal dela. Claro, eu teria que planejar tudo direitinho. Não podia ser alguém conhecido, aliás, nem podia ser na nossa cidade, não só pra evitar qualquer risco de ser reconhecido depois, mas também pra evitar novos encontros entre minha mulher e o amante ocasional, caso, como eu esperava, ela curtisse pra caralho.
Foi só três meses depois que essa oportunidade apareceu. Um velho amigo e colega de trabalho nosso ia casar no fim de semana numa cidadezinha a uns 300 km de estrada da nossa.
Sem comentar minhas intenções, animados, batemos papo e planejamos a viagenzinha, aceitando ela que a gente passasse uma noite naquela cidade, mesmo a festa sendo ao meio-dia.
E foi assim que fizemos. A viagem e a festa passaram sem grandes novidades, a não ser que passei a mão à vontade na minha mulher gostosa a tarde inteira, situação que, junto com o álcool que ambos bebemos, deixou nós dois realmente no fogo.
Numa pausa pra dançar, percebi que um dos garçons da festa, assim como muitos dos presentes, tava devorando minha mulher com os olhos. Ela tava usando um vestido preto justinho que destacava a cobiçada silhueta dela e aquela bunda gostosa, que só cobria metade das coxas torneadas e bronzeadas. Era nítido, ela era objeto de muito desejo pra mais de um dos que tavam na reunião.
A pior parte da minha tarefa começava naquele momento. Escolher quem ia curtir junto comigo aquela delícia gostosa pra caralho. Escolher quem eu ia convidar pra provar o que era mais precioso pra mim nessa vida: minha mulher linda pra cacete.
Acreditem, não foi nada fácil. Um por um, os candidatos iam sendo eliminados porque achavam algum defeito em todos. Muito velho, muito gordo, muito magro, aparência ruim, muito sujo, muito vulgar, enfim, ninguém era o escolhido.
Quando eu já tava pensando que ninguém ali presente preenchia as qualidades que eu procurava — situação que, devo admitir, me deixou bem aliviado —, minha esposa chegou a boca no meu ouvido pra sussurrar que um dos garçons não tirava os olhos dela e tava incomodando ela com aqueles olhares.
Ao me virar para procurar o cara que estava incomodando minha esposa daquele jeito, descobri que era o mesmo moleque que eu já tinha pego olhando descaradamente para as pernas da minha mulher.
Rapidamente dei uma olhada naquele cara. Uns 25 anos, moreno, alto, ombros largos, todo arrumadinho, uniforme impecável e até bonitinho. De repente, uma coisa me chamou muito a atenção. Aquele moleque não só não escondia a vontade que sentia pela minha mulher, como ainda deixava claro esse desejo sem nenhum pudor, ficando na frente dela direto, só pra mostrar um baita volume no meio das pernas, que era o que deixava minha esposa toda nervosa.
Na mesma hora, parti pra cima dele, mas antes ouvi minha mulher implorando pra eu não arrumar nenhuma confusão.
A surpresa do moleque foi enorme, quando, em vez de reclamar do que ele fez, pedi pra trocar umas palavras com ele lá fora do salão de festas.
Me seguiu com medo, pensando talvez na minha reclamação de homem ofendido, mas relaxou bastante ao perceber que não era essa minha intenção.
—Eu vi como você olha pra minha esposa e como isso te excita — comentei calmamente enquanto apontava pra virilha dele.
---Eu não...—conseguiu balbuciar nervosamente antes que eu o interrompesse.
—Não é reclamação, calma — comentei pra ele ficar realmente de boa pra pensar na minha oferta.
---Como eu tava dizendo--, continuei---vi que a minha mulher te excita pra caralho e acho que você é a pessoa certa pra uma parada que eu quero fazer, contanto que aceite minhas condições---
— E como é que é essa parada? — perguntou ele, mais calmo, mas ainda tenso por causa da situação inesperada que tava vivendo.
—Quero fechar um acordo contigo, pra gente comer minha esposa juntos hoje à noite — soltei sem mais rodeios, com medo de me arrepender se continuássemos enrolando.
Nunca vou esquecer a cara de surpresa genuína e incredulidade dela.
— Cê tá me pedindo pra eu comer a sua mulher gostosa? — perguntou, todo atordoado.
—Não, não confunda — respondi rapidamente. — Tô te convidando pra que, quando eu disser e nas condições que eu mandar, você possa ter uma mulher que você deseja tanto.
Vendo que ele não tava me entendendo, expliquei que ser penetrada por dois caras ao mesmo tempo era a maior fantasia da minha esposa e que, pelo amorzão que eu tinha por ela, tava disposto a realizar esse desejo naquela noite. Que isso não significava que minha esposa tivesse qualquer outro tipo de interesse nele.
--Aproveita a chance de ter na cama uma mulher que te garanto não se parece em nada com as que você já teve até agora. É uma oportunidade que nunca mais vai aparecer pra você---.
Enfim, ainda meio sem graça, ele aceitou minha proposta com suas condições, a primeira delas sendo que naquele exato momento ele sumisse do salão. Depois de eu dar o nome e o quarto do hotel onde passaríamos a noite, ele fez isso rapidinho. Claro que também passei todas as instruções pra ele seguir durante a noite.
Quando voltei pra mesa, minha esposa, realmente preocupada com minha demora, me perguntou o que tinha acontecido, e eu dei umas explicações que achei lógicas.
Ela se acalmou, embora eu percebesse que de vez em quando procurava aquele cara sem sucesso.
Ao anoitecer, ficando só os familiares dos noivos na sala, e bem animados por causa da quantidade de bebidas que tinham tomado, decidimos ir pro hotel.
Ao chegar no nosso quarto, minha esposa rapidamente se livrou do vestido apertado, ficando totalmente nua na minha frente, já que, como pude perceber naquele momento, ela não estava usando nada de roupa íntima por baixo.
Ver ela parada no centro do quarto, só com o par de scarpin de pulseira, já me deixou num tesão da porra na hora. Meu pau começou a lutar pra se soltar da roupa apertada, e eu tive que tirar, porque ela, abrindo as duas pernas, sentou na beirada da cama se masturbando igual uma louca.
Estando eu também sem roupas, me aproximei dela, mas antes destravei a porta, deixando meu pau totalmente duro e grosso na altura da boca dela, que se abriu gulosamente pra receber o membro inflamado.
A gostosura do boquete dela, os gemidos e o tesão que me tomou não me deixaram ouvir a porta do nosso quarto.
De repente, senti um volume do meu lado. O garoto, desobedecendo minhas instruções, não aguentou o espetáculo e colocou o pau duro e moreno dele junto ao meu.
Os olhos da minha mulher se arregalaram, mostrando surpresa genuína. Ele, rápido pra evitar qualquer explicação, enfiou o pau na boca da minha mulher, que chupava gostoso, sem tirar os olhos de mim e segurando meu pau como se tentasse se convencer de que finalmente tinha dois cacos à disposição ao mesmo tempo.
Ao concordar com a cabeça, ela começou a alternar as duas rolas na boca, enquanto retomava a punheta com tanta intensidade que teve o melhor orgasmo que já vi desde que nos casamos.
Tirei a boca da vara do garoto e, deitando ela na cama, convidei meu parceiro a atacar os pezões gostosos que, durinhos, pediam aos berros pra serem mordidos e chupados.
Eu não conseguia me concentrar totalmente na minha mulher. Era óbvio que, embora ela estivesse curtindo a ideia de ter dois caras ao mesmo tempo, o interesse dela estava
focado no novo, na boca e no pau desconhecido que percorriam todo o corpo dela
embora a boca e o pau conhecido que faziam o mesmo também lhe causassem muito prazer.
Totalmente louca, ela colocou a boca na do amante desconhecido, enroscando as línguas enquanto acomodava cada uma das suas belas pernas de cada lado do quadril estreito do convidado, que, sem perder tempo, colocou o pau, que parecia que ia explodir a qualquer momento, na buceta escorrendo da minha esposa, enfiando de uma só vez, o que causou na mulher um prazer que não sei como descrever pra vocês, o corpo dela mostrava isso.
Ela apertou as pernas em volta do corpo do comedor, cravou as unhas nas costas largas e, sem soltar a boca da dele, se mexeu freneticamente debaixo do cara até gozar de novo. Eu, que fiquei só como observador, entendi que era tarde demais pra me arrepender e comecei a me masturbar enquanto um prazer desconhecido por ver minha esposa sendo comida e totalmente entregue a outro homem me dominava por completo.
De repente, quando achei que o objetivo daquela noite louca tinha se perdido completamente, minha mulher, depois de gozar várias vezes, tirou de cima dela aquele cara que, enquanto chupava os bicos dos peitos e o pescoço dela, continuava metendo sem parar, como se quisesse aproveitar aquele tesão que com certeza não teria de novo.
Minha surpresa e excitação foram enormes quando minha mulher deitou o garoto na cama, sentou-se sobre ele de costas e guiou o pau molhado dos sucos femininos dela até o cu dele. A cabeça vermelha encostou no esfíncter pequeno e, bem lubrificada pelos próprios fluidos da minha esposa, foi sumindo devagar lá dentro do canal apertado.
Ela revirava os olhos enquanto a tranca grossa ia penetrando, abrindo a boca num desespero pra puxar ar. Juro pra vocês que vi claramente o esfínter anal da minha esposa se alargando cada vez mais, até enfiar por completo um membro que, embora não fosse exageradamente grande, pelas condições de ereção que tinha, mostrava um crescimento considerável.
O meu não era diferente, e eu sentia que ia gozar na hora como resposta à minha punheta, quando minha mulher abriu os olhos e estendeu a mão me convidando a enfiar meu instrumento na buceta dela, vermelha e escorrendo.
Eu me coloquei sobre eles, deixando meu quadril entre as pernas dos dois, e meti nela com força, o que fez minha mulher ter um novo orgasmo.
Enquanto meu pau entrava e saía da buceta inchada, eu podia sentir como tocava, através da minha esposa, o pau duro que também já entrava e saía do cu dela.
Gemidos, gritinhos, urros e os estalos das pirocas entrando e saindo da minha esposa foi tudo o que se ouviu no quarto nos minutos seguintes, só interrompidos pelos sons incompreensíveis que brotavam da garganta dela, cada vez que ela atingia um novo orgasmo.
Quando já não aguentava mais, quase soluçando, implorou pra gente gozar, coisa que acho que nós dois estávamos esperando, porque gozamos juntos na mesma hora.
Acreditem, eu senti quando o jorro forte de porra inundou o cu da minha esposa, respingando na minha virilha, ao mesmo tempo que ele deve ter sentido o escorrer da minha porra, já que não ficou tudo dentro da minha mulher, dada a força e a quantidade que jorrou do meu pau pela excitação que me tomava.
No clímax da situação descrita, minha esposa, no meio do seu último e desesperado orgasmo, beijou meus lábios freneticamente enquanto balbuciava...
—Valeu, valeu, meu amor..............te amo pra caralho.---
Ficamos os três deitados, tendo, claro, a minha mulher como ponto de atenção de ambos, e dormimos.
Mais tarde, fui acordado pelos beijos da minha esposa, que descobri sendo empalada de novo por aquele garoto fogoso, começando mais uma sessão gostosa de sexo, comendo a minha esposa pelo resto da noite de todas as maneiras possíveis.
Ao amanhecer, aquele cara saiu do nosso quarto e, quando tentei pagar o combinado, ele recusou o dinheiro e me disse que agradecia por ter dado a chance dele aproveitar uma mulher que nem nos sonhos ele poderia ter. E, depois de me garantir que ela realmente me amava, já que não tinha aceitado transar só com ele, ou seja, sem eu estar presente, ele me deu um aperto forte de mão e, após dar um beijo na bochecha dela — porque ela não deixou ele beijar na boca —, saiu para sempre das nossas vidas.
A partir daí, eu e minha esposa ficamos mais unidos do que nunca, e também realizamos outras fantasias. Claro que os menage a três, a gente praticou mais duas vezes em viagens, sendo que da última vez fui eu, minha esposa e outra mulher.
FIM
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