Fantasía en el vecindario (parte 1)

Meu nome é Jonathan e hoje vou contar como consegui virar o macho da maioria das minhas vizinhas. Tomar café, arrumar meu material, me vestir, escovar os dentes, etc., é minha rotina diária pra ir pra faculdade. Quase toda manhã eu encontrava a Gabriela pegando o mesmo caminho que eu até o ponto de ônibus. A Gabriela é uma pessoa calada, morava no mesmo bairro que eu há quase o mesmo tempo, mas nunca soube muito sobre ela e a família dela. Apesar de sempre nos encontrarmos, nunca trocávamos uma palavra. Vale mencionar que ela é 2 anos mais velha que eu, talvez tenha tirado um ano sabático, já que estamos no mesmo ano na faculdade. Eu não sou de ter muitos amigos, mas ela parecia não ter nenhum. Sempre usava calça jeans e um moletom preto, era quase da minha altura e magra no geral, ou pelo menos essa impressão passava.

Uma manhã, resolvi puxar conversa com ela. Quase toda manhã eu dizia "oi, bom dia", e ela só respondia com um sorriso. Um dia, esperei ela na frente da minha casa e, quando ela passou por mim, pedi pra irmos juntos até a faculdade, e ela concordou com a cabeça.

— Seu nome é Gabriela, né?
— Sim, o seu é Jonathan?
— Sim, prazer, Gabriela. A gente mora no mesmo bairro há tanto tempo, não acredito que nunca tínhamos conversado.
— É, você tem razão.
— Te vejo meio tímida, só quero que saiba que pode confiar em mim. Aqui você tem um amigo e, se quiser, algo mais que um amigo.
— Humm, obrigada, isso é legal.
— Quero te conhecer melhor. Que tal a gente ir comer depois das aulas? Eu pago.
— Tá bom, só que não posso pedir permissão em cima da hora.
— Não se preocupa com isso. A gente pode falar que tinha um projeto pra fazer e que tivemos que ficar mais tempo na faculdade.
— Não tenho certeza.
— Vamos, Gabriela. Uma garota gostosa sempre tem direito de se divertir.
— Tem razão, acho que sim.
— Te vejo meio-dia, em frente à estátua do instituto.
— Valeu.

Depois disso, pegamos o O ônibus e tudo foi um silêncio, meio estranho pra ser sincero, mas dava pra aguentar. Depois da aula, fui até a estátua e lá estava a Gabriela.
— Oi, Gabi, tá pronta?
— Acho que sim.
— O que você gostaria de comer?
— Algo não tão caro.
— Haha, vem comigo, ok? E quando você vem comigo, eu pago.
— Acho que é melhor eu ir pra casa.
— Vamos, Gabriela, sério, quero que você venha comigo. Depois a gente vê um jeito de você me pagar.
— Tá bom.
— Sugiro ir no sushi, o que você acha?
— Nunca comi sushi.
— Beleza, sempre tem uma primeira vez.

A gente foi pro sushi, e no caminho eu refleti um pouco sobre a situação financeira da Gabriela. Parecia que ela não tinha muita grana, ou pelo menos acho que quem é pobre nunca provou sushi. Enfim, julguei ela sem nem conhecer direito.

— Pronto, chegamos.
— É...
— Deixa eu arrumar sua cadeira.
— Sim...
— Beleza, o que você gostaria de pedir?
— Não sei...
— Desculpa, esqueci que você nunca comeu sushi, hehe. Que tal se eu pedir pra você?
— Ok.

Pedi o que eu já conhecia, e também aproveitei pra ela experimentar umas sobremesas e um pouco de saquê. Acho que foi uma boa ideia, queria relaxar a tensão da Gabriela.

— Então, o que achou do sushi?
— Tá muito gostoso, sério, obrigada por isso.
— Já tomamos metade do saquê, como você tá se sentindo?
— Tô me sentindo ótima, haha.
— Pelo menos isso, uma mina gostosa como você merece.
— Nossa, nunca ninguém falou assim comigo, você é muito fofo, Jonathan.
— Quero saber mais de você, Gabriela. Conheço sua mãe, mas e seu pai?
— Ele foi embora quando eu tinha 5 anos, minha irmã mais nova tinha 3 e a mais velha 8.
— Pera, você tem irmãs?
— Sim, elas ajudam minha mãe com o negócio da família. Como nenhuma delas quis estudar, eu aproveitei. Minha mãe me ajuda a pagar as mensalidades da faculdade, e eu pago o resto.
— Que legal, linda e muito disciplinada. Saúde por isso.
— Saúde.
— Gabriela, não sei se é o saquê, mas uau. Agora que tô te conhecendo, você é alguém incrível e muito gata. — Aaah, chega, você só quer zoar comigo.
— Jamais! Vamo, vamos terminar o saquê.
Pois é, a gente terminou o saquê, depois disso paguei a conta e pegamos o ônibus pra casa. Durante a viagem, o ônibus tava meio vazio e a gente foi sentar lá no fundo pra passar despercebido na nossa bebedeira.
— Sabe, eu me diverti muito hoje, Jonathan.
— Fico muito feliz, eu também me diverti pra caramba.
— Tô muito bêbada, haja, nunca tinha ficado bêbada. Oi, como é que vou te pagar o de hoje?
— Não se preocupa com isso, já penso em algo.
— Tá, tô com muito calor.

Então Gabriela, sem hesitar, tirou o moletom e uau, ela tava usando por baixo uma regata de alcinha. O mais surpreendente é que debaixo daquele moletom tinha um par de peitos grandes e firmes, fazendo um cálculo rápido, eram uns peitos tamanho 36C. Por baixo daquela regata ela não tava de sutiã, e eu só conseguia olhar pra aquele par de peitos.

— Oi, Jonathan, tô com muito sono.
— Dorme um pouco, a gente já chega.

Em menos de 2 minutos Gabriela já tava num sono profundo. Aproveitando que não tinha mais que 5 pessoas, peguei o moletom dela e estendi na frente do peito dela, passei meu braço por cima do ombro dela e, com cuidado, apertei um peito dela. Eram tão macios. Fiquei apertando por alguns minutos. Me certifiquei de novo que ninguém vinha e meti minha mão na regata dela, acariciei o mamilo dela, que por sinal tava bem duro. Só fiquei esfregando por um momento. Quase chegando, tive que acordar ela.

— Ei, gatinha, já chegamos.
— Continua me acariciando as tetas.
— Que?! Você tava acordada?
— Sim, dava pra sentir suas mãos, por sinal tavam bem quentes.
— Gabriela, me desculpa, eu me empolguei e não sabia o que tava fazen...
— Shhh, a gente já devia descer do ônibus.

Pegamos nossas coisas e descemos. Eu tava muito envergonhado. Gabriela só pegou o moletom dela e vestiu de novo. A gente tava na frente da casa dela.
— Sabe, me desculpa, eu não sei o que deu em mim.
— Muito obrigada por tudo, espero que tenha gostado das minhas tetas. Me diverti muito hoje.

Ela me puxou pela camisa e me deu um beijo. um beijo de língua, ela não era a melhor beijando, mas pelo menos senti a língua dela
—Descansa, Gabriela, te vejo amanhã de manhã

Cheguei em casa e não podia acreditar, consegui corromper a menina tímida do bairro e do país, acho eu. Enfim, não conseguia parar de pensar no quanto os peitos dela eram suculentos, queria ver ela sem roupa, então fiquei bolando algo a noite toda.

No dia seguinte, tava pronto pra sair e esperava a Gabriela na frente de casa
—Oi, gatinha
—Ah, oi
—Como cê dormiu? Quer dizer, como você dormiu?
—Bem, dormimos bem, hehe
—Aconteceu alguma coisa?
—É, minha mãe não tem dinheiro pra pagar a mensalidade do mês que vem e já tô atrasada com alguns pagamentos, acho que minha carreira vai ter que esperar
—Sério? Deve ter um jeito, não desanima
—Acho que não, o negócio da família tá vendendo cada vez menos, vou ter que arrumar um trampo extra. Aliás, preciso falar com você sobre ontem, sabe, você me faz sentir muito bem, foi muito gentil, mas não tô procurando namorado nem nada, já tenho problemas demais, um namorado seria mais um peso
—Ei, não se preocupa que isso seja um peso pra você, tô disposto a ajudar com a carga, mas respeito muito sua decisão de não querer namorar
—Valeu, e desculpa
—Sabe... Espero não soar sem noção, mas não consegui parar de pensar nos seus peitos, são muito macios e firmes, cê acha que posso pegar num?
—Claro, mas faz rápido, a gente tá na rua
—Ontem você não disse a mesma coisa no ônibus, hahaha
—Paraaaa, haha, aquela não era eu

Peguei os seios dela e apertei os dois ao mesmo tempo, eram incrivelmente macios
—Queria ver eles
—Acho que isso vai te custar um cinema
—Quê? Hahaha, acho que alguém quer me chantagear
—Bom, esquece, vamos pra escola

Pegamos o ônibus e fomos pra universidade
—Qual é o negócio da família que você tanto fala?
—Minha mãe vende cosméticos naturais, tem um ponto e ainda fornece pra duas farmácias naturais, e minhas irmãs ajudam ela a vender produtos em alguns lugares da cidade, o problema é que o dono do local aumentou muito o aluguel e uma das farmácias que ela abastece vai fechar, a renda caiu demais, mal vai dar pra pagar a internet.
—Poxa, não fazia ideia, sabe, posso dar um jeito de ajudar sua família
—Seria legal, mas também é pedir demais
—Para nada, vou falar com meu pai e ver o que posso fazer, me passa o número da sua mãe

Naquele dia, voltando da escola, contei pro meu pai a situação que a Gabriela e a família dela estavam passando. Meu pai é empresário do setor elétrico, mas conhece muita gente. Ele passou o contato da mãe da Gabriela pra várias farmácias naturistas da cidade, era só esperar.

No dia seguinte era sábado, mas alguém começou a bater na minha porta cedo.
—Quem é?
—Sou eu, Gabriela, abre
—Oi, gostosa, o que foi?
—Minha mãe acabou de receber 5 ligações de farmácias naturistas diferentes, falaram que passaram o contato dela ontem à noite e agora ela tem vários pedidos pra essas farmácias. Me diz que você não teve nada a ver com isso?
—Se eu disser que sim, você vai ficar brava?
—Nãoo
—Bom, contei pro meu pai o que aconteceu e ele só passou o contato da sua mãe
—Você é incrível, é meu anjo, muito obrigada, Jonathan, sério, não sei como te pagar. Bom, até sei, mas agora não é a hora. Vem me buscar em casa quando puder

Sem perder tempo, tomei um banho, me vesti e fui pra casa da Gabriela.
—Gabi, sou o Jonathan
—Oi, entra
—Pega esse dinheiro aqui, não é muito, mas é um agradecimento
—Não, não precisa, linda, sua presença já é o pagamento, ter você já é um privilégio

Vai parecer que me aproveitei da situação, mas foi assim.
Peguei o rosto dela e comecei a beijá-la, devagar, nossas línguas quase tocavam a garganta um do outro e, enquanto a beijava, comecei a acariciar os peitos dela.
—Aaii, espera
—Tudo bem, princesa?
—É tão gostoso
—Deixa eu tirar sua blusa
—Nãoo, espera, não posso
—Você é Muito gostosa, Gabriela, deixa eu tirar sua roupa, que esse seja meu pagamento.
—Tá bom, mas vai devagar.

Comecei a beijar seu pescoço e, dos ombros, fui descendo por todo o tronco, acariciando seus peitos, sua barriga, passei pela bunda e depois pelas coxas.
—Relaxa.
—Tá gostoso.

Cheguei na parte de trás da blusa dela e fui levantando devagar, deixando a barriga à mostra. Aos poucos, subi a blusa até a cabeça dela e os peitos caíram de uma vez, tão lindos que pareciam se mover em câmera lenta.
—Mamacita, que peitos deliciosos.
—Você acha?

Comecei a apertá-los bem de leve e, sem pedir permissão, comecei a chupá-los. Os bicos estavam durinhos demais e tão gostosos.
—Aaahhh, que gostoso.
—Relaxa, meu amor.
—Mmhhh, não para de chupar.

Era muito satisfatório ter toda aquela carne só pra mim. Nesse ponto, meu pau já tava durasso.
—Ei, agora prova meu pau.
—Nunca provei um.
—Você vai gostar, mamãe.

Virei ela de costas, puxei meu pau rapidinho e comecei a esfregar na bunda dela enquanto com uma mão acariciava os peitos.
—Ai, mamãe, você é linda.
—Tô me sentindo muito quente.
—Deixa eu te ajudar com o resto da roupa.

Virei ela de frente pra mim e, os dois no auge, comecei a tirar a roupa dela e, sem perder tempo, comecei a acariciar a buceta dela, macia e quente, toda molhada.
—Meu amor, quero te comer.
—Não posso, sou virgem.
—Queria tirar sua virgindade, que esse seja meu pagamento.
—Sei não… ahh, tô ardendo.
—Vou colocar devagar.
—Não sei, dói?
—Vou fazer com cuidado.

Coloquei ela de quatro e comecei a esfregar meu pau entre o cu e a buceta dela. Quando tava pronto, comecei a penetrar a buceta molhada e quente.
—Ahh, Aaaah, que gostoso.
—Relaxa, mamãe, sua buceta é uma delícia.

Aos poucos, fui penetrando ela. Comi ela de quatro por uns 5 minutos.
—Ai, linda, já vou gozar.

Tirei o pau, virei ela e, apertando os peitos dela, gozei na barriga dela.
—Ahh, que gostoso, Gabi.
—Nossa, foi incrível.
—Linda, agora você é minha, essa bunda é minha.
—Sim, sou. Sua. Foder com ela foi incrível, o simples fato de poder corromper a moral dela, ela me deixar fazer tudo o que fiz me dava muito prazer, mas isso foi só o começo, naquela casa outras 3 mulheres precisavam de um homem. ****Se quiser a continuação, me segue e comenta, vou postar as outras partes semanalmente, vou tentar soltar uma parte a cada 3 dias. ****

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