Meu patrão me chamou e disse que eu tinha que me mudar pro apartamento dele, que lá eu estaria melhor, já que é um dos lugares mais luxuosos de Samborondón. Preparei tudo, o motorista veio me buscar e cheguei no tal lugar. Quem abriu a porta foi meu patrão, e aí, surpresa: veio ela, a empregada, nos receber e me mostrar meu quarto pra eu me instalar. Não conseguia parar de olhar pra ela, ela era tão gostosa que dava vontade de devorar, tinha uns peitos lindos e uma bunda escultural. A partir daquele momento, eu jurei que não ia parar até comer ela. Nosso querido chimarrão me ajudou a conseguir meu objetivo, porque naquele mesmo dia fui na cozinha preparar e logo chamei ela pra tomar um comigo pra gente começar a conversar. Os dias foram passando, e todo meio-dia ela tomava chimarrão comigo. Ela me contou que tava se separando e, aos poucos, fui tentando dar umas investidas pra buscar o momento tão desejado. Não tinha jeito, ela não afrouxava. Num momento, desisti de tudo, e acho que a safada, percebendo que eu já não tava mais atrás, ela mesma tomou as rédeas da situação. Entreguei um chimarrão pra ela e, quando terminou, ao me devolver, apertou minha mão mais do que devia. Deixei passar e disfarcei falando qualquer besteira. Quando foi a vez dela de novo e ela terminou o mesmo chimarrão, fez a mesma manobra de novo, e aí eu não deixei passar. Olhei nos olhos dela, e ela sorriu como quem diz: "Tá esperando o quê?" O bicho saiu de dentro de mim. Peguei o rosto dela e dei um beijão na boca dela. A língua dela e a minha brincavam como duas crianças no jardim de infância. Imediatamente, a safada desceu a mão pro meu short, puxou meu pau pra fora e começou a me fazer uma punheta deliciosa. Eu tava com um tesão do caralho e não parava de beijar ela e falar tudo o que me deixava com mais tesão. Ela se ajoelhou e começou a me chupar. Era uma arte como ela fazia, lambia meu pau inteiro, da cabeça até as bolas, pra depois subir de volta na cabeça e brincar com a língua ali. Depois voltava a fazer a mesma coisa e enfiava o máximo que podia na boca, se engasgando e até deixando cair umas lágrimas de os olhos dela. Pedi pra ela parar porque ia encher a boca dela de porra, e ela respondeu que queria provar. Mesmo isso tendo virado minha cabeça, eu afastei ela, tirei a jaqueta dela já que ela usa uniforme, e comecei a lamber os peitos dela. Eram perfeitos. Mordia os bicos dela de leve e com minha língua percorria as aréolas. Devagar, fui descendo minhas mãos e levantei a saia dela, tocando as coxas até chegar na buceta dela. Brinquei com a mão por cima da calcinha dela, que tava literalmente encharcada. Ela não parava de gemer e até teve o primeiro orgasmo enquanto eu tocava a buceta dela por cima da roupa. Não queria perder aquela xota linda que naquele momento era só um mar de fluidos. Coloquei ela em cima da mesa, afastei a calcinha e comecei a lamber a buceta dela, brincando com os dedos enquanto lambia o clitóris e masturbava ela de leve. Nisso, ela se arqueou, me agarrou pelos cabelos e deu um grito que acho que ouviu o prédio inteiro. Me banhei de fluido, ela não parava de gozar. Era como se tivesse aberto uma torneira ou estourado uma pinhata. Foram uns 3 ou 4 orgasmos seguidos, ela me pediu pra por favor comer ela, e eu não hesitei nem um segundo. Me despi completamente e encostei meu pau naquela buceta que era um vulcão. Ela não parava de gemer e de falar pra eu enfiar tudo. Brinquei um pouco na entrada da buceta dela, e ela respondeu com outro squirt enorme. Não aguentei mais e enfiei tudo. Me mexi devagar porque minha tesão era absurda e eu não queria gozar. Enquanto me mexia, brincava com o clitóris dela, acariciando de leve, e mais e mais orgasmos, gemidos e squirts à vontade. A mesa tava toda molhada, e nessa altura o chão também tava recebendo o dele. Parei um pouco, ela me sentou e veio sentar no meu pau. Se mexia devagar, esfregando o clitóris, e depois me cavalgava terminando aos gritos. Minha cadeira tava toda cheia dos fluidos dela que escorriam pelo meu pau e ficavam no meu assento. Num momento, ela parou, me olhou, sorriu e falou... quero que você prove meu booty. Eu não aguentava mais. Tirei ele da buceta dela e começou a querer enfiar no cuzinho dela. Fazia bem devagar, passava pelos fluidos dela e, como um pincel, ia lubrificando aquele cuzinho e dilatando aquele buraquinho lindo. Eu brincava com os peitos dela, lambia, mordia, tudo que vinha na cabeça. Consegui colocar a cabeça da minha pica e ela dizia que doía muito, eu comia a cabeça dela falando tudo que eu gostava e como adorava comer ela. Ela começou a se mexer e num instante minha pica desapareceu dentro da bunda dela. Deu um grito misturado de dor e prazer, se apoiou nas minhas costas e conseguiu dizer: "vou gozar". Mais e mais fluido em cima de mim. Ela me montou por um bom tempo e, como eu já não aguentava segurar minha porra, falei que ia terminar. Ela saiu de cima de mim e pediu pra eu gozar dentro dela, mas na buceta dela. Se jogou no chão e me convidou pra penetrar ela. Era uma coisa linda e eu curtia cada estocada, ela gemia e mordia meus lábios, não aguentei mais e na hora falei que ia gozar. Meus jatos de porra se misturaram com o fluido dela. Era uma cachoeira saindo da buceta dela. Ela não parava de gozar e eu de soltar porra. Quando soltei até a última gota dentro dela, me levantei e na hora ela começou a lamber minha pica e limpar todo o excesso. Levantou, foi pro banheiro de serviço, se lavou e na hora começou a limpar mesa, cadeira e chão. Eu olhava ela extasiado. Fui tomar banho, preparei meu almoço, recuperei energia e voltamos a trepar até as 17h, que é o horário dela sair. Fiquei um mês e meio comendo minha empregada em toda oportunidade que tinha. Voltei na quarta-feira de Guayaquil e no beijo de despedida ela sussurrou no meu ouvido: "te vejo em 2022, argentino." Sorri, abracei ela e respondi que estaria lá.
Meu patrão me chamou e disse que eu tinha que me mudar pro apartamento dele, que lá eu estaria melhor, já que é um dos lugares mais luxuosos de Samborondón. Preparei tudo, o motorista veio me buscar e cheguei no tal lugar. Quem abriu a porta foi meu patrão, e aí, surpresa: veio ela, a empregada, nos receber e me mostrar meu quarto pra eu me instalar. Não conseguia parar de olhar pra ela, ela era tão gostosa que dava vontade de devorar, tinha uns peitos lindos e uma bunda escultural. A partir daquele momento, eu jurei que não ia parar até comer ela. Nosso querido chimarrão me ajudou a conseguir meu objetivo, porque naquele mesmo dia fui na cozinha preparar e logo chamei ela pra tomar um comigo pra gente começar a conversar. Os dias foram passando, e todo meio-dia ela tomava chimarrão comigo. Ela me contou que tava se separando e, aos poucos, fui tentando dar umas investidas pra buscar o momento tão desejado. Não tinha jeito, ela não afrouxava. Num momento, desisti de tudo, e acho que a safada, percebendo que eu já não tava mais atrás, ela mesma tomou as rédeas da situação. Entreguei um chimarrão pra ela e, quando terminou, ao me devolver, apertou minha mão mais do que devia. Deixei passar e disfarcei falando qualquer besteira. Quando foi a vez dela de novo e ela terminou o mesmo chimarrão, fez a mesma manobra de novo, e aí eu não deixei passar. Olhei nos olhos dela, e ela sorriu como quem diz: "Tá esperando o quê?" O bicho saiu de dentro de mim. Peguei o rosto dela e dei um beijão na boca dela. A língua dela e a minha brincavam como duas crianças no jardim de infância. Imediatamente, a safada desceu a mão pro meu short, puxou meu pau pra fora e começou a me fazer uma punheta deliciosa. Eu tava com um tesão do caralho e não parava de beijar ela e falar tudo o que me deixava com mais tesão. Ela se ajoelhou e começou a me chupar. Era uma arte como ela fazia, lambia meu pau inteiro, da cabeça até as bolas, pra depois subir de volta na cabeça e brincar com a língua ali. Depois voltava a fazer a mesma coisa e enfiava o máximo que podia na boca, se engasgando e até deixando cair umas lágrimas de os olhos dela. Pedi pra ela parar porque ia encher a boca dela de porra, e ela respondeu que queria provar. Mesmo isso tendo virado minha cabeça, eu afastei ela, tirei a jaqueta dela já que ela usa uniforme, e comecei a lamber os peitos dela. Eram perfeitos. Mordia os bicos dela de leve e com minha língua percorria as aréolas. Devagar, fui descendo minhas mãos e levantei a saia dela, tocando as coxas até chegar na buceta dela. Brinquei com a mão por cima da calcinha dela, que tava literalmente encharcada. Ela não parava de gemer e até teve o primeiro orgasmo enquanto eu tocava a buceta dela por cima da roupa. Não queria perder aquela xota linda que naquele momento era só um mar de fluidos. Coloquei ela em cima da mesa, afastei a calcinha e comecei a lamber a buceta dela, brincando com os dedos enquanto lambia o clitóris e masturbava ela de leve. Nisso, ela se arqueou, me agarrou pelos cabelos e deu um grito que acho que ouviu o prédio inteiro. Me banhei de fluido, ela não parava de gozar. Era como se tivesse aberto uma torneira ou estourado uma pinhata. Foram uns 3 ou 4 orgasmos seguidos, ela me pediu pra por favor comer ela, e eu não hesitei nem um segundo. Me despi completamente e encostei meu pau naquela buceta que era um vulcão. Ela não parava de gemer e de falar pra eu enfiar tudo. Brinquei um pouco na entrada da buceta dela, e ela respondeu com outro squirt enorme. Não aguentei mais e enfiei tudo. Me mexi devagar porque minha tesão era absurda e eu não queria gozar. Enquanto me mexia, brincava com o clitóris dela, acariciando de leve, e mais e mais orgasmos, gemidos e squirts à vontade. A mesa tava toda molhada, e nessa altura o chão também tava recebendo o dele. Parei um pouco, ela me sentou e veio sentar no meu pau. Se mexia devagar, esfregando o clitóris, e depois me cavalgava terminando aos gritos. Minha cadeira tava toda cheia dos fluidos dela que escorriam pelo meu pau e ficavam no meu assento. Num momento, ela parou, me olhou, sorriu e falou... quero que você prove meu booty. Eu não aguentava mais. Tirei ele da buceta dela e começou a querer enfiar no cuzinho dela. Fazia bem devagar, passava pelos fluidos dela e, como um pincel, ia lubrificando aquele cuzinho e dilatando aquele buraquinho lindo. Eu brincava com os peitos dela, lambia, mordia, tudo que vinha na cabeça. Consegui colocar a cabeça da minha pica e ela dizia que doía muito, eu comia a cabeça dela falando tudo que eu gostava e como adorava comer ela. Ela começou a se mexer e num instante minha pica desapareceu dentro da bunda dela. Deu um grito misturado de dor e prazer, se apoiou nas minhas costas e conseguiu dizer: "vou gozar". Mais e mais fluido em cima de mim. Ela me montou por um bom tempo e, como eu já não aguentava segurar minha porra, falei que ia terminar. Ela saiu de cima de mim e pediu pra eu gozar dentro dela, mas na buceta dela. Se jogou no chão e me convidou pra penetrar ela. Era uma coisa linda e eu curtia cada estocada, ela gemia e mordia meus lábios, não aguentei mais e na hora falei que ia gozar. Meus jatos de porra se misturaram com o fluido dela. Era uma cachoeira saindo da buceta dela. Ela não parava de gozar e eu de soltar porra. Quando soltei até a última gota dentro dela, me levantei e na hora ela começou a lamber minha pica e limpar todo o excesso. Levantou, foi pro banheiro de serviço, se lavou e na hora começou a limpar mesa, cadeira e chão. Eu olhava ela extasiado. Fui tomar banho, preparei meu almoço, recuperei energia e voltamos a trepar até as 17h, que é o horário dela sair. Fiquei um mês e meio comendo minha empregada em toda oportunidade que tinha. Voltei na quarta-feira de Guayaquil e no beijo de despedida ela sussurrou no meu ouvido: "te vejo em 2022, argentino." Sorri, abracei ela e respondi que estaria lá.
1 comentários - Mucama