(Os dias passam, Andrea já entrou no oitavo mês de gravidez, a barriga dela tá enorme e fica ainda mais evidente porque o corpo dela praticamente não engordou. Lembro de tudo que aconteceu nos últimos tempos e não consigo acreditar. Como minha vida mudou desde aquele dia em que Fabrizio e Andrés cruzaram meu caminho. Mas logo vou descobrir que aquela não foi a última vez.)
Faz três dias que o Facundo viajou pra Mar del Plata a trabalho e só volta daqui a dois dias. A Andrea aproveitou e foi pra Córdoba visitar a irmã dela. Essa semana eu tenho que cuidar do negócio do Facundo. A verdade é que é bem chato, porque praticamente não tem movimento. Tô lendo as notícias no celular quando, de repente, a porta abre e dois homens entram. Fico paralisada ao ver que os dois caras são ninguém menos que Fabrizio e Andrés.
Fabrizio:
"Oi, moça, bom dia. Ficamos sabendo que você tava cuidando do negócio e resolvemos passar pra dar um oi."
Andrés:
"Bom dia. Achamos que talvez você precisasse de alguma coisa."
Os dois usam um tom bem sarcástico. Definitivamente, a intenção deles é tirar uma onda com a minha cara. Mas o que eles não sabem é que eu já não sou mais aquela mulher tímida e inexperiente.
Eu:
"Oi, senhores, bom dia. Chegaram na hora certa… Preciso mexer umas coisas no depósito e tô precisando da ajuda de dois homens fortes."
Vou até a porta, coloco a chave, viro a placa que diz "aberto" e coloco na posição "volto já". Volto pra onde os dois estão parados, com caras de surpresa. (Eles nunca esperavam minha reação.) Fico na frente deles, abaixo os zíperes e, usando as duas mãos, procuro e puxo os paus deles. Viro e, segurando os paus, caminho até o depósito. Eles continuam atônitos, sem fazer barulho nem reagir, só andam junto comigo com os paus nas minhas mãos. Quando chego, solto eles e falo:
"Da outra vez, vocês me comeram. Agora sou eu quem vai comer vocês."
Imediatamente, eu ajoelho e, claro, começo a chupar a pica do Fabrizio.
(Pra ser sincera, desde aquela vez que fiquei com vontade de chupar ela direito, sem a pressão e a agonia que me dava ter o Facundo na frente)
Me delicio com a pica dele, que nessa hora já tá dura. Vou com calma, saboreio o pau inteiro, lambo as bolas dele. Ele me pega pela nuca e me segura, me empurra pra perto, querendo me afogar, mas o que ele não sabe é que eu já tenho prática de sobra. Movo minha língua pra frente e, num movimento só, enfio a pica toda dele, fazendo um garganta profunda, e com a língua roço as bolas dele.
Ele só joga a cabeça pra trás e solta um gemido.
O Andrés já tinha tirado a roupa e tá parado do meu lado com a pica gigante dele toda dura.
O Fabrizio pega minha cabeça com as duas mãos e, mexendo a pélvis, fode minha garganta. As bolas dele batem no meu queixo, e da minha garganta saem sons guturais, de afogamento e do atrito da pica dele na minha garganta.
Quando ele tira a pica, junto todo o fluido e engulo. Limpo minha boca, a pica dele, e começo a me despir. O Fabrizio faz o mesmo.
O Andrés se deita no chão, eu fico de quatro e me agarro na pica do Andrés, chupo ela, mas mesmo tentando enfiar tudo, é inútil — a pica dele é grande demais.
O Fabrizio se posiciona atrás de mim e fode minha buceta, bate a pélvis nas minhas nádegas e me come com força.
Enquanto me tapa a bunda, ele diz:
"Lembrava ela mais apertada."
Eu não falo nada e continuo chupando a pica do Andrés.
Depois de um tempo, falo pro Fabrizio:
"Preciso da sua pica no meu cu."
Ele, sem perder tempo, cuspi na mão, passa na pica e enfia no meu ânus. Eu continuo chupando a pica do Andrés — adoro lamber as bolas dele e bater uma punheta pra ele. A pica dele fica mais dura e pulsa.
O Fabrizio me fura o cu e exclama de novo:
"Seu cu também lembrava mais apertado."
Eu me levanto e, olhando pro Andrés, falo:
"Bom, agora é sua vez. Vou te dar o que não te dei da outra vez."
Fico de costas pra ele, de cócoras, e lentamente vou descendo meus quadris, pego o pau enorme dele com minha mão e coloco na entrada do meu cu. Conforme vou descendo, sinto o pau dele abrindo caminho no meu ânus já dilatado.
Assim que tenho o pau inteiro dentro de mim, começo a cavalgar, me seguro nas pernas dele e solto uns gemidos bem fortes.
"Aaah sim, meu deus, que pau gostoso"
André me fode pelo cu, eu me deito nas costas dele, estico minhas pernas para trás e falo para o Fabrício:
"Enche o buraquinho que tá faltando"
Ele não hesita, mete na minha buceta.
(Desde que descobri a dupla penetração, não consigo evitar. É uma sensação maravilhosa, me sinto completamente preenchida)
Os dois me comem e eu adoro.
Entre gritos e gemidos, peço:
"Quero que vocês dois gozem ao mesmo tempo. Preciso que me encham de porra por todos os lados"
Fabrício responde:
"Eu já tô pronto"
André:
"Ok, vamos"
Os dois aceleram o ritmo, provocando um orgasmo lindo em mim.
A respiração deles aumenta e, gemendo bem alto, os dois soltam toda a carga dentro de mim. Sinto claramente a porra quente deles enchendo meus buracos. Continuam me comendo por um tempo e depois os dois se levantam.
Eu me levanto, mas André me diz:
"Fica de joelhos que ainda tenho mais porra"
Eu obedeço e lembro que da outra vez também gozei de um jeito foda.
Ele fica na minha frente, se masturba, eu cuspo no pau dele pra lubrificar e abro a boca. Depois de alguns minutos, ele começa a gemer de novo e do pau dele sai um único jato, mas muito forte, bate na minha garganta. Recolho todo o sêmen que consigo e, enfiando o pau dele na boca, engulo toda a porra. Chupo o pau dele por mais um instante e me visto.
Eles fazem o mesmo, surpresos com minha reação, não dizem nada. Abro a porta e me despeço.
Quando eles estão indo embora, falo para o André:
"André, me passa teu número de telefone??? Só por via das dúvidas"
Ele, todo apressado, me dá e vão embora.
(Faz tempo que uma ideia me ronda a mente, adoro ser comida por dois e queria tentar com os dois maiores paus que já provado até agora, o do Andrés e o do Bruno.
E agora que o Facundo não tá e a Andrea também não, vou poder chamar os dois aqui em casa.
Naquela noite, quando chego em casa, chamo os dois e combino pro dia seguinte ao meio-dia.
Tô em casa e a campainha toca, atendo e é o Bruno. Mando ele entrar, ofereço algo pra beber, mas ele recusa e se joga em cima de mim.
A gente se beija e se apalpa.
Eu abaixo a calça dele e começo a chupar.
A gente vai tirando a roupa, ele me sobe na mesa, abre minhas pernas e chupa minha buceta, lambe, brinca com meu clitóris. Suga forte e mordisca meus lábios vaginais, depois cospe e volta a chupar. Enquanto a gente tá entretido, a campainha toca. Ele se assusta e, me olhando assustado, fala:
"Quem é??? Você disse que não tinha ninguém!!!"
Eu, tranquila, respondo:
"Fica calmo, é uma surpresa.
Fica aqui e não se veste."
Atendo a porta e é o Andrés.
Mando ele entrar e apresento os dois:
"Andrés, Bruno.
Bruno, Andrés."
O Andrés me olha e fala:
"Vejo que você não perde tempo."
Eu não respondo com palavras, só abaixo o zíper dele e tiro o pau dele pra fora, me ajoelho e agora chupo o pau do Andrés. O pau dele tá meio mole, mas com meu tratamento começa a endurecer e rapidamente fica no auge. O Bruno fica do lado dele, e ali estão os dois maiores paus que já provei. O pau do Bruno é um pouco maior e bem mais branco que o do Andrés.
Chupo os dois paus, alterno entre um e outro, tiro meu tempo pra lamber, faço devagar e saboreando ambas as pirocas, também chupo os ovos deles. Os do Bruno também são maiores, e os dois têm o mesmo tamanho e altura. Já os ovos do Andrés são um pouco menores, e um é maior que o outro e fica levemente mais baixo.
Olho pro Bruno e falo:
"Antes do Andrés chegar, você tava fazendo algo, né?!"
Ele se deita no chão, coloca a cabeça debaixo da minha pélvis, eu fico de cócoras, abaixo meus quadris e coloco minha buceta na boca dele.
Ele me chupa a palavra: buceta enquanto eu chupo a cock do Andrés.
Ficamos assim um bom tempo.
Depois me levanto, eles também. Seguro nas cocks deles e levo direto pro sofá da sala.
Peço pro Bruno sentar, eu fico de costas com as pernas abertas e, descendo a pélvis, enfio a cock dele na minha buceta. Adoro como a cock dele preenche minha buceta por completo, meus fluidos já lubrificam tudo na hora.
Andrés se coloca do meu lado e enfia a cock dele na minha boca.
Eu chupo e curto a fodida que o Bruno tá me dando, de vez em quando baixo o olhar pra me deliciar vendo aquela cock gigante sumir na minha buceta, entra e sai, a glande se comprime pra entrar em mim e depois o tronco grosso e duro força minha buceta a abrir e ser penetrada.
Tento engolir o máximo possível a cock do Andrés, mas os engasgos me fazem recuar e da minha boca escorre baba e os fluidos que saem da cock dele, caem nos meus peitos e eu com as mãos espalho tudo pelos meus seios.
Levanto a pélvis e tiro a cock do Bruno da minha buceta, coloco no meu cu e dou caminho livre pra ele penetrar.
Com um pouco de esforço ele consegue entrar. Primeiro a glande e depois a cock toda.
Eu respiro fundo e tô ofegante.
Continuo chupando a cock do Andrés, também uso a cock dele pra abafar meus gemidos.
Adoro como o Bruno arrebenta meu cu, me toco no clitóris e começo a sentir aquele formigamento antes de gozar.
Falo pra ele:
"Me fode forte!!! Não para que eu já vou gozar!!!"
E enquanto chupo a cock do Andrés e me esfrego o clitóris, tenho um orgasmo lindo, sinto que tô gozando e da minha buceta sai o líquido que escorre até cair nos ovos do Bruno que batem na minha buceta a cada estocada da cock dele no meu cu.
Dá pra ouvir os barulhos que as bolas dele molhadas com meu fluxo fazem ao me bater.
Eu só grito e peço pra ele não parar.
Minhas pernas amolecem e me deixo cair no peito dele.
Ele me levanta pela cintura e continua furando meu cu.
Eu só relaxo e aproveito. Assim que recupero minhas forças, me sento de novo, olho pro Andrés e falo:
"Beleza, agora vem aqui e completa o que falta"
Me deito, abro minhas pernas e espero a penetração dele.
(Era isso que eu queria, queria sentir essas duas picas gigantes me penetrando ao mesmo tempo)
Ele coloca a glande na minha vulva e começa a empurrar.
A pica do Bruno tá dentro do meu cu, e sinto o Andrés entrando em mim aos poucos.
A pica dele entra devagar na minha buceta, as duas picas se encontram dentro de mim e eu amo.
(Embora já tenha feito dupla penetração várias vezes, fazer isso com essas duas picas gigantes me deixa louca)
Tô em silêncio, os dois tão me penetrando, mas bem devagar.
Aí o Andrés aumenta o ritmo e a intensidade, eu me levanto um pouco pra dar caminho livre pro Bruno, que tá embaixo, ele também acelera.
Fico doida com o jeito que as picas deles se revezam pra entrar e sair de mim, eu gemo e grito de prazer, adoro.
De vez em quando, as duas picas entram ao mesmo tempo em mim, isso me deixa a mil e eu grito ainda mais:
"Aaaa sim, me comam sim, que gostoso!
Adoro essas pirocas de vocês, sim!
Não parem, por favor, não parem!
Quero que me arrebentem de pica!
Siiim!"
De novo tenho um orgasmo molhado, agora é a pica do Andrés que recebe meu jorro de fluido, dá pra ouvir o líquido lubrificando tudo, meu cu, minha buceta, as picas deles.
De repente, algo nos interrompe.
Uma bolsa cai no chão, olho e é a Andrea nos observando de olhos arregalados e boca aberta.
Dou um empurrão no Andrés pra tirar ele de cima de mim, me levanto e, pegando a Andrea pela mão, levo ela pro tanque:
"O que cê tá fazendo aqui?!
Você não ia voltar amanhã?"
Andrea:
"Sim, mas adiantei a viagem pra estar aqui quando o Facu chegar.
Mas o importante agora é saber o que esses dois tão fazendo te comendo aqui em casa!?"
Eu:
"Isso não é da sua conta"
Nisso, o Andrés entra e pergunta:
"Tudo bem?
A gente vai embora."
Eu:
"Sim, tudo bem.
E não! Vocês ficam, que eu já volto"
Andrea não tirava os olhos da pica do Andrés, que ainda tava ereta e dura. Eu:
"Me escuta, Andrea, você não viu nada, vai pro quarto, larga sua bolsa e desce quando eu te chamar."
Andrea:
"Não! Eu também quero diversão."
Eu:
"Para... para...
Me escuta uma coisa, gata... você não vai transar com eles!!!"
Andrea:
"Agora você me fez querer, eu também quero provar essa pica."
Eu:
"Não, querida, essas picas são minhas."
Andrea:
"Não!!! Já te falei, agora você me fez ficar com vontade.
Além disso, o Facundo pode ficar sabendo de tudo isso."
Eu:
"Olha, você não vai me chantagear!!
E se meu casamento for pro caralho, você vai junto!!!! Volta pra Córdoba e se vira como puder."
Andrea:
"Olha, eu não falo nada, mas me deixa matar essa vontade, não seja assim!!!
Eu me contento com uma rapidinha."
Eu:
"Olha, faz o que quiser!"
Virei as costas e voltei pra sala.
Bruno e Andrés estavam sentados no sofá, pelados, com as picas meio duras.
Me ajoelhei na frente deles e com minha boca cuidei de levantar elas de novo.
Pedi pra eles se colocarem na mesma posição de antes, sentei de novo na pica do Bruno e Andrés enfiou a dele na minha buceta.
A gente tava transando gostoso de novo quando, de um lado, surge a voz da Andrea:
"Eu também quero...
Ou vão me deixar na vontade???"
(A safada tava totalmente pelada. O corpo magro e branco dela era interrompido pela barriga de oito meses de gravidez.
Os peitos já se preparavam pra amamentar o futuro bebê e estavam bem maiores do que antes.)
Quando viu ela, Andrés tirou a pica de dentro de mim e foi até ela, pegou na mão dela e sentou ela no sofá do lado do Bruno. Esfregou a pica e colocou na boca da Andrea, ela chupou bem devagar, dá pra ver que ela tava adorando.
Eu me levantei, fiquei de quatro na frente dela, abri bem as pernas dela e comecei a chupar a buceta dela, fiz isso mais pra lubrificar e preparar pra pica do Andrés, já que a buceta da Andrea é bem pequena e vai dar trabalho pro Andrés penetrar.
Bruno aproveitou a chance pra me comer pelo cu de quatro. Ele me segura pelas cadeiras de forma brusca e me penetra com força. Dá tapas na minha bunda que, junto com o pau dele entrando em mim, arrancam gritos de prazer que eu abafo na buceta da Andrea.
Andrea me olha e diz:
"É a primeira vez que vejo um pau desse tamanho."
(Isso aparentemente a deixa com tesão, porque a buceta dela começa a escorrer líquido, já está bem lubrificada.)
Então eu respondo:
"E o que você está esperando para enfiar ele na sua buceta?"
(Meu comentário tinha uma certa malícia. Toda vez que a gente trepa, Facundo, a Andrea e eu, ele não perde a chance de elogiar a buceta da Andrea, que é pequenininha, bem apertadinha, que os lábios dela são perfeitos, que o buraquinho dela é super estreito. E isso me dá uma raiva e um ciúme danado, então agora, depois que o pau do Andrés e do Bruno comerem essa buceta, vamos ver o quanto estreita ela vai ficar.)
Andrés sentou no sofá com o pau duro feito um mastro, e a Andrea montou nele, descendo bem devagar, posicionou o pau do Andrés na buceta dela e começou a tentar enfiar ele pra dentro.
Eu, de quatro, de frente pra eles, observava a situação.
Bruno goza no meu cu, enche ele de porra enquanto me segura pelas cadeiras e me come uma vez atrás da outra.
A cabeça do pau do Andrés abre caminho, mas não consegue entrar.
Andrea não desiste e, gritando e gemendo, continua fazendo força para cravar aquele pau na buceta dela.
Bruno, depois que terminou em mim, se levantou e ficou olhando. Eu continuei no meu lugar, sentindo a porra do Bruno escorrendo pelas minhas pernas, mas não queria perder o espetáculo que o pau do Andrés e a buceta da Andrea estavam dando.
(Contra a minha vontade, o Facundo tem razão: a buceta da Andrea é linda, é bem pequenininha, os lábios rosadinhos e um buraquinho que parece super estreito.)
Andrea não aguenta e tira o pouco do pau do Andrés que tinha dentro. Eu me estico e lambo a buceta dela; ela está encharcada. Ela me segura pela cabeça e me empurra contra ela, dá pra ver que está super excitada. Eu me afasto, seguro o pau do Andrés e chupo ele só. pra lubrificar, cuspo nela e coloco de novo na buceta da Andrea. Ela continua tentando, dessa vez consegue enfiar um pouco mais da pica do Andrés.
Já quase consegue penetrar ela, ela só grita, eu chego perto e lambo a buceta dela, cuspo, Andrés pega ela pela barriga e acaricia, adoro ver a buceta da Andrea se render pra pica do Andrés.
Numa distração dela, Andrés segura ela pelos quadris e, firmando ela, enfia a pica inteira.
Ela dá um grito bem agudo e tenta tirar, mas Andrés não deixa e continua comendo a buceta dela. Eu consigo ver como aquela buceta se estica, cedendo terreno pra pica do Andrés.
Ele começa a se mexer rápido, as bolas dele sobem e descem batendo nos lábios da buceta da Andrea.
Os gritos da Andrea viram gemidos bem altos. Andrés já não aguenta e grita:
"Aaaa sim, vou gozar!!! Que buceta apertada, por Deus! É linda, vou encher de porra"
Na hora, vejo um fio branco escorrendo pela pica do Andrés, eu chupo os ovos dele pra aumentar o prazer, e ele segurando minha cabeça termina de gozar dentro da Andrea. Quando tira a pica, a porra jorra da buceta da Andrea. Os lábios da buceta dela já não estão mais rosadinhos, agora estão vermelhos e inchados.
Andrés sai de baixo dela, mas nessa hora Bruno já tava com a pica dura de novo e não ia perder a chance de comer a Andrea, então sem perder tempo se colocou na frente dela e começou a penetrar ela, a buceta da Andrea tava muito sensível mas também muito lubrificada. Bruno foi com calma e bem devagar penetrou a Andrea, ela não durou nem dois minutos e gozou de novo, eu me distraio com os peitos dela, chupo e esfrego, ela me diz:
"Tá doendo, a pica dele é ainda maior que a anterior"
Eu:
"E pô, você queria dar pra eles, agora aguenta"
Bruno segura ela pelos quadris e penetra ela com força, a cara dela mostra o prazer que aquela buceta tá dando pra ele.
"Já vou gozar de novo!!!
Essa buceta é demais, apertada pra caralho Deus!"
Os movimentos dele aceleram, eu continuo chupando os peitos da Andrea. Aí o Bruno tira o pau dela e, batendo uma, aponta pra barriga dela. Eu me aproximo e encosto meu rosto na barriga da Andrea com a boca aberta, esperando a gozada do Bruno. Na hora ele goza com três jatos que caem na barriga dela, esfrega o pauzão gigante na barriga dela, eu pego e chupo pra limpar.
Nós quatro ficamos sentados.
A Andrea levanta e, com a buceta dolorida, sai. Eu fico com eles um pouco e a gente transa mais uma vez.
De noite, o Facundo chega. Jantamos nós três e vamos dormir.
Ele quer transar, mas a gente tá morta. Ele insiste, a gente transa os três e dorme.
No outro dia, enquanto a gente toma café, a Andrea ainda dorme, e o Facundo me fala:
"Eli, temos que ficar alerta porque a qualquer momento o bebê pode nascer."
Eu:
"Mas falta um mês."
Facundo:
"Sei, mas ontem à noite, quando a gente transou, notei a buceta dela mais dilatada. Acho que ela tá se preparando."
Eu fiquei em silêncio e, por dentro, ri e pensei:
"Não é por causa do que vai sair, é por causa do que entrou!!!"
CONTINUA
Faz três dias que o Facundo viajou pra Mar del Plata a trabalho e só volta daqui a dois dias. A Andrea aproveitou e foi pra Córdoba visitar a irmã dela. Essa semana eu tenho que cuidar do negócio do Facundo. A verdade é que é bem chato, porque praticamente não tem movimento. Tô lendo as notícias no celular quando, de repente, a porta abre e dois homens entram. Fico paralisada ao ver que os dois caras são ninguém menos que Fabrizio e Andrés.
Fabrizio:
"Oi, moça, bom dia. Ficamos sabendo que você tava cuidando do negócio e resolvemos passar pra dar um oi."
Andrés:
"Bom dia. Achamos que talvez você precisasse de alguma coisa."
Os dois usam um tom bem sarcástico. Definitivamente, a intenção deles é tirar uma onda com a minha cara. Mas o que eles não sabem é que eu já não sou mais aquela mulher tímida e inexperiente.
Eu:
"Oi, senhores, bom dia. Chegaram na hora certa… Preciso mexer umas coisas no depósito e tô precisando da ajuda de dois homens fortes."
Vou até a porta, coloco a chave, viro a placa que diz "aberto" e coloco na posição "volto já". Volto pra onde os dois estão parados, com caras de surpresa. (Eles nunca esperavam minha reação.) Fico na frente deles, abaixo os zíperes e, usando as duas mãos, procuro e puxo os paus deles. Viro e, segurando os paus, caminho até o depósito. Eles continuam atônitos, sem fazer barulho nem reagir, só andam junto comigo com os paus nas minhas mãos. Quando chego, solto eles e falo:
"Da outra vez, vocês me comeram. Agora sou eu quem vai comer vocês."
Imediatamente, eu ajoelho e, claro, começo a chupar a pica do Fabrizio.
(Pra ser sincera, desde aquela vez que fiquei com vontade de chupar ela direito, sem a pressão e a agonia que me dava ter o Facundo na frente)
Me delicio com a pica dele, que nessa hora já tá dura. Vou com calma, saboreio o pau inteiro, lambo as bolas dele. Ele me pega pela nuca e me segura, me empurra pra perto, querendo me afogar, mas o que ele não sabe é que eu já tenho prática de sobra. Movo minha língua pra frente e, num movimento só, enfio a pica toda dele, fazendo um garganta profunda, e com a língua roço as bolas dele.
Ele só joga a cabeça pra trás e solta um gemido.
O Andrés já tinha tirado a roupa e tá parado do meu lado com a pica gigante dele toda dura.
O Fabrizio pega minha cabeça com as duas mãos e, mexendo a pélvis, fode minha garganta. As bolas dele batem no meu queixo, e da minha garganta saem sons guturais, de afogamento e do atrito da pica dele na minha garganta.
Quando ele tira a pica, junto todo o fluido e engulo. Limpo minha boca, a pica dele, e começo a me despir. O Fabrizio faz o mesmo.
O Andrés se deita no chão, eu fico de quatro e me agarro na pica do Andrés, chupo ela, mas mesmo tentando enfiar tudo, é inútil — a pica dele é grande demais.
O Fabrizio se posiciona atrás de mim e fode minha buceta, bate a pélvis nas minhas nádegas e me come com força.
Enquanto me tapa a bunda, ele diz:
"Lembrava ela mais apertada."
Eu não falo nada e continuo chupando a pica do Andrés.
Depois de um tempo, falo pro Fabrizio:
"Preciso da sua pica no meu cu."
Ele, sem perder tempo, cuspi na mão, passa na pica e enfia no meu ânus. Eu continuo chupando a pica do Andrés — adoro lamber as bolas dele e bater uma punheta pra ele. A pica dele fica mais dura e pulsa.
O Fabrizio me fura o cu e exclama de novo:
"Seu cu também lembrava mais apertado."
Eu me levanto e, olhando pro Andrés, falo:
"Bom, agora é sua vez. Vou te dar o que não te dei da outra vez."
Fico de costas pra ele, de cócoras, e lentamente vou descendo meus quadris, pego o pau enorme dele com minha mão e coloco na entrada do meu cu. Conforme vou descendo, sinto o pau dele abrindo caminho no meu ânus já dilatado.
Assim que tenho o pau inteiro dentro de mim, começo a cavalgar, me seguro nas pernas dele e solto uns gemidos bem fortes.
"Aaah sim, meu deus, que pau gostoso"
André me fode pelo cu, eu me deito nas costas dele, estico minhas pernas para trás e falo para o Fabrício:
"Enche o buraquinho que tá faltando"
Ele não hesita, mete na minha buceta.
(Desde que descobri a dupla penetração, não consigo evitar. É uma sensação maravilhosa, me sinto completamente preenchida)
Os dois me comem e eu adoro.
Entre gritos e gemidos, peço:
"Quero que vocês dois gozem ao mesmo tempo. Preciso que me encham de porra por todos os lados"
Fabrício responde:
"Eu já tô pronto"
André:
"Ok, vamos"
Os dois aceleram o ritmo, provocando um orgasmo lindo em mim.
A respiração deles aumenta e, gemendo bem alto, os dois soltam toda a carga dentro de mim. Sinto claramente a porra quente deles enchendo meus buracos. Continuam me comendo por um tempo e depois os dois se levantam.
Eu me levanto, mas André me diz:
"Fica de joelhos que ainda tenho mais porra"
Eu obedeço e lembro que da outra vez também gozei de um jeito foda.
Ele fica na minha frente, se masturba, eu cuspo no pau dele pra lubrificar e abro a boca. Depois de alguns minutos, ele começa a gemer de novo e do pau dele sai um único jato, mas muito forte, bate na minha garganta. Recolho todo o sêmen que consigo e, enfiando o pau dele na boca, engulo toda a porra. Chupo o pau dele por mais um instante e me visto.
Eles fazem o mesmo, surpresos com minha reação, não dizem nada. Abro a porta e me despeço.
Quando eles estão indo embora, falo para o André:
"André, me passa teu número de telefone??? Só por via das dúvidas"
Ele, todo apressado, me dá e vão embora.
(Faz tempo que uma ideia me ronda a mente, adoro ser comida por dois e queria tentar com os dois maiores paus que já provado até agora, o do Andrés e o do Bruno.
E agora que o Facundo não tá e a Andrea também não, vou poder chamar os dois aqui em casa.
Naquela noite, quando chego em casa, chamo os dois e combino pro dia seguinte ao meio-dia.
Tô em casa e a campainha toca, atendo e é o Bruno. Mando ele entrar, ofereço algo pra beber, mas ele recusa e se joga em cima de mim.
A gente se beija e se apalpa.
Eu abaixo a calça dele e começo a chupar.
A gente vai tirando a roupa, ele me sobe na mesa, abre minhas pernas e chupa minha buceta, lambe, brinca com meu clitóris. Suga forte e mordisca meus lábios vaginais, depois cospe e volta a chupar. Enquanto a gente tá entretido, a campainha toca. Ele se assusta e, me olhando assustado, fala:
"Quem é??? Você disse que não tinha ninguém!!!"
Eu, tranquila, respondo:
"Fica calmo, é uma surpresa.
Fica aqui e não se veste."
Atendo a porta e é o Andrés.
Mando ele entrar e apresento os dois:
"Andrés, Bruno.
Bruno, Andrés."
O Andrés me olha e fala:
"Vejo que você não perde tempo."
Eu não respondo com palavras, só abaixo o zíper dele e tiro o pau dele pra fora, me ajoelho e agora chupo o pau do Andrés. O pau dele tá meio mole, mas com meu tratamento começa a endurecer e rapidamente fica no auge. O Bruno fica do lado dele, e ali estão os dois maiores paus que já provei. O pau do Bruno é um pouco maior e bem mais branco que o do Andrés.
Chupo os dois paus, alterno entre um e outro, tiro meu tempo pra lamber, faço devagar e saboreando ambas as pirocas, também chupo os ovos deles. Os do Bruno também são maiores, e os dois têm o mesmo tamanho e altura. Já os ovos do Andrés são um pouco menores, e um é maior que o outro e fica levemente mais baixo.
Olho pro Bruno e falo:
"Antes do Andrés chegar, você tava fazendo algo, né?!"
Ele se deita no chão, coloca a cabeça debaixo da minha pélvis, eu fico de cócoras, abaixo meus quadris e coloco minha buceta na boca dele.
Ele me chupa a palavra: buceta enquanto eu chupo a cock do Andrés.
Ficamos assim um bom tempo.
Depois me levanto, eles também. Seguro nas cocks deles e levo direto pro sofá da sala.
Peço pro Bruno sentar, eu fico de costas com as pernas abertas e, descendo a pélvis, enfio a cock dele na minha buceta. Adoro como a cock dele preenche minha buceta por completo, meus fluidos já lubrificam tudo na hora.
Andrés se coloca do meu lado e enfia a cock dele na minha boca.
Eu chupo e curto a fodida que o Bruno tá me dando, de vez em quando baixo o olhar pra me deliciar vendo aquela cock gigante sumir na minha buceta, entra e sai, a glande se comprime pra entrar em mim e depois o tronco grosso e duro força minha buceta a abrir e ser penetrada.
Tento engolir o máximo possível a cock do Andrés, mas os engasgos me fazem recuar e da minha boca escorre baba e os fluidos que saem da cock dele, caem nos meus peitos e eu com as mãos espalho tudo pelos meus seios.
Levanto a pélvis e tiro a cock do Bruno da minha buceta, coloco no meu cu e dou caminho livre pra ele penetrar.
Com um pouco de esforço ele consegue entrar. Primeiro a glande e depois a cock toda.
Eu respiro fundo e tô ofegante.
Continuo chupando a cock do Andrés, também uso a cock dele pra abafar meus gemidos.
Adoro como o Bruno arrebenta meu cu, me toco no clitóris e começo a sentir aquele formigamento antes de gozar.
Falo pra ele:
"Me fode forte!!! Não para que eu já vou gozar!!!"
E enquanto chupo a cock do Andrés e me esfrego o clitóris, tenho um orgasmo lindo, sinto que tô gozando e da minha buceta sai o líquido que escorre até cair nos ovos do Bruno que batem na minha buceta a cada estocada da cock dele no meu cu.
Dá pra ouvir os barulhos que as bolas dele molhadas com meu fluxo fazem ao me bater.
Eu só grito e peço pra ele não parar.
Minhas pernas amolecem e me deixo cair no peito dele.
Ele me levanta pela cintura e continua furando meu cu.
Eu só relaxo e aproveito. Assim que recupero minhas forças, me sento de novo, olho pro Andrés e falo:
"Beleza, agora vem aqui e completa o que falta"
Me deito, abro minhas pernas e espero a penetração dele.
(Era isso que eu queria, queria sentir essas duas picas gigantes me penetrando ao mesmo tempo)
Ele coloca a glande na minha vulva e começa a empurrar.
A pica do Bruno tá dentro do meu cu, e sinto o Andrés entrando em mim aos poucos.
A pica dele entra devagar na minha buceta, as duas picas se encontram dentro de mim e eu amo.
(Embora já tenha feito dupla penetração várias vezes, fazer isso com essas duas picas gigantes me deixa louca)
Tô em silêncio, os dois tão me penetrando, mas bem devagar.
Aí o Andrés aumenta o ritmo e a intensidade, eu me levanto um pouco pra dar caminho livre pro Bruno, que tá embaixo, ele também acelera.
Fico doida com o jeito que as picas deles se revezam pra entrar e sair de mim, eu gemo e grito de prazer, adoro.
De vez em quando, as duas picas entram ao mesmo tempo em mim, isso me deixa a mil e eu grito ainda mais:
"Aaaa sim, me comam sim, que gostoso!
Adoro essas pirocas de vocês, sim!
Não parem, por favor, não parem!
Quero que me arrebentem de pica!
Siiim!"
De novo tenho um orgasmo molhado, agora é a pica do Andrés que recebe meu jorro de fluido, dá pra ouvir o líquido lubrificando tudo, meu cu, minha buceta, as picas deles.
De repente, algo nos interrompe.
Uma bolsa cai no chão, olho e é a Andrea nos observando de olhos arregalados e boca aberta.
Dou um empurrão no Andrés pra tirar ele de cima de mim, me levanto e, pegando a Andrea pela mão, levo ela pro tanque:
"O que cê tá fazendo aqui?!
Você não ia voltar amanhã?"
Andrea:
"Sim, mas adiantei a viagem pra estar aqui quando o Facu chegar.
Mas o importante agora é saber o que esses dois tão fazendo te comendo aqui em casa!?"
Eu:
"Isso não é da sua conta"
Nisso, o Andrés entra e pergunta:
"Tudo bem?
A gente vai embora."
Eu:
"Sim, tudo bem.
E não! Vocês ficam, que eu já volto"
Andrea não tirava os olhos da pica do Andrés, que ainda tava ereta e dura. Eu:
"Me escuta, Andrea, você não viu nada, vai pro quarto, larga sua bolsa e desce quando eu te chamar."
Andrea:
"Não! Eu também quero diversão."
Eu:
"Para... para...
Me escuta uma coisa, gata... você não vai transar com eles!!!"
Andrea:
"Agora você me fez querer, eu também quero provar essa pica."
Eu:
"Não, querida, essas picas são minhas."
Andrea:
"Não!!! Já te falei, agora você me fez ficar com vontade.
Além disso, o Facundo pode ficar sabendo de tudo isso."
Eu:
"Olha, você não vai me chantagear!!
E se meu casamento for pro caralho, você vai junto!!!! Volta pra Córdoba e se vira como puder."
Andrea:
"Olha, eu não falo nada, mas me deixa matar essa vontade, não seja assim!!!
Eu me contento com uma rapidinha."
Eu:
"Olha, faz o que quiser!"
Virei as costas e voltei pra sala.
Bruno e Andrés estavam sentados no sofá, pelados, com as picas meio duras.
Me ajoelhei na frente deles e com minha boca cuidei de levantar elas de novo.
Pedi pra eles se colocarem na mesma posição de antes, sentei de novo na pica do Bruno e Andrés enfiou a dele na minha buceta.
A gente tava transando gostoso de novo quando, de um lado, surge a voz da Andrea:
"Eu também quero...
Ou vão me deixar na vontade???"
(A safada tava totalmente pelada. O corpo magro e branco dela era interrompido pela barriga de oito meses de gravidez.
Os peitos já se preparavam pra amamentar o futuro bebê e estavam bem maiores do que antes.)
Quando viu ela, Andrés tirou a pica de dentro de mim e foi até ela, pegou na mão dela e sentou ela no sofá do lado do Bruno. Esfregou a pica e colocou na boca da Andrea, ela chupou bem devagar, dá pra ver que ela tava adorando.
Eu me levantei, fiquei de quatro na frente dela, abri bem as pernas dela e comecei a chupar a buceta dela, fiz isso mais pra lubrificar e preparar pra pica do Andrés, já que a buceta da Andrea é bem pequena e vai dar trabalho pro Andrés penetrar.
Bruno aproveitou a chance pra me comer pelo cu de quatro. Ele me segura pelas cadeiras de forma brusca e me penetra com força. Dá tapas na minha bunda que, junto com o pau dele entrando em mim, arrancam gritos de prazer que eu abafo na buceta da Andrea.
Andrea me olha e diz:
"É a primeira vez que vejo um pau desse tamanho."
(Isso aparentemente a deixa com tesão, porque a buceta dela começa a escorrer líquido, já está bem lubrificada.)
Então eu respondo:
"E o que você está esperando para enfiar ele na sua buceta?"
(Meu comentário tinha uma certa malícia. Toda vez que a gente trepa, Facundo, a Andrea e eu, ele não perde a chance de elogiar a buceta da Andrea, que é pequenininha, bem apertadinha, que os lábios dela são perfeitos, que o buraquinho dela é super estreito. E isso me dá uma raiva e um ciúme danado, então agora, depois que o pau do Andrés e do Bruno comerem essa buceta, vamos ver o quanto estreita ela vai ficar.)
Andrés sentou no sofá com o pau duro feito um mastro, e a Andrea montou nele, descendo bem devagar, posicionou o pau do Andrés na buceta dela e começou a tentar enfiar ele pra dentro.
Eu, de quatro, de frente pra eles, observava a situação.
Bruno goza no meu cu, enche ele de porra enquanto me segura pelas cadeiras e me come uma vez atrás da outra.
A cabeça do pau do Andrés abre caminho, mas não consegue entrar.
Andrea não desiste e, gritando e gemendo, continua fazendo força para cravar aquele pau na buceta dela.
Bruno, depois que terminou em mim, se levantou e ficou olhando. Eu continuei no meu lugar, sentindo a porra do Bruno escorrendo pelas minhas pernas, mas não queria perder o espetáculo que o pau do Andrés e a buceta da Andrea estavam dando.
(Contra a minha vontade, o Facundo tem razão: a buceta da Andrea é linda, é bem pequenininha, os lábios rosadinhos e um buraquinho que parece super estreito.)
Andrea não aguenta e tira o pouco do pau do Andrés que tinha dentro. Eu me estico e lambo a buceta dela; ela está encharcada. Ela me segura pela cabeça e me empurra contra ela, dá pra ver que está super excitada. Eu me afasto, seguro o pau do Andrés e chupo ele só. pra lubrificar, cuspo nela e coloco de novo na buceta da Andrea. Ela continua tentando, dessa vez consegue enfiar um pouco mais da pica do Andrés.
Já quase consegue penetrar ela, ela só grita, eu chego perto e lambo a buceta dela, cuspo, Andrés pega ela pela barriga e acaricia, adoro ver a buceta da Andrea se render pra pica do Andrés.
Numa distração dela, Andrés segura ela pelos quadris e, firmando ela, enfia a pica inteira.
Ela dá um grito bem agudo e tenta tirar, mas Andrés não deixa e continua comendo a buceta dela. Eu consigo ver como aquela buceta se estica, cedendo terreno pra pica do Andrés.
Ele começa a se mexer rápido, as bolas dele sobem e descem batendo nos lábios da buceta da Andrea.
Os gritos da Andrea viram gemidos bem altos. Andrés já não aguenta e grita:
"Aaaa sim, vou gozar!!! Que buceta apertada, por Deus! É linda, vou encher de porra"
Na hora, vejo um fio branco escorrendo pela pica do Andrés, eu chupo os ovos dele pra aumentar o prazer, e ele segurando minha cabeça termina de gozar dentro da Andrea. Quando tira a pica, a porra jorra da buceta da Andrea. Os lábios da buceta dela já não estão mais rosadinhos, agora estão vermelhos e inchados.
Andrés sai de baixo dela, mas nessa hora Bruno já tava com a pica dura de novo e não ia perder a chance de comer a Andrea, então sem perder tempo se colocou na frente dela e começou a penetrar ela, a buceta da Andrea tava muito sensível mas também muito lubrificada. Bruno foi com calma e bem devagar penetrou a Andrea, ela não durou nem dois minutos e gozou de novo, eu me distraio com os peitos dela, chupo e esfrego, ela me diz:
"Tá doendo, a pica dele é ainda maior que a anterior"
Eu:
"E pô, você queria dar pra eles, agora aguenta"
Bruno segura ela pelos quadris e penetra ela com força, a cara dela mostra o prazer que aquela buceta tá dando pra ele.
"Já vou gozar de novo!!!
Essa buceta é demais, apertada pra caralho Deus!"
Os movimentos dele aceleram, eu continuo chupando os peitos da Andrea. Aí o Bruno tira o pau dela e, batendo uma, aponta pra barriga dela. Eu me aproximo e encosto meu rosto na barriga da Andrea com a boca aberta, esperando a gozada do Bruno. Na hora ele goza com três jatos que caem na barriga dela, esfrega o pauzão gigante na barriga dela, eu pego e chupo pra limpar.
Nós quatro ficamos sentados.
A Andrea levanta e, com a buceta dolorida, sai. Eu fico com eles um pouco e a gente transa mais uma vez.
De noite, o Facundo chega. Jantamos nós três e vamos dormir.
Ele quer transar, mas a gente tá morta. Ele insiste, a gente transa os três e dorme.
No outro dia, enquanto a gente toma café, a Andrea ainda dorme, e o Facundo me fala:
"Eli, temos que ficar alerta porque a qualquer momento o bebê pode nascer."
Eu:
"Mas falta um mês."
Facundo:
"Sei, mas ontem à noite, quando a gente transou, notei a buceta dela mais dilatada. Acho que ela tá se preparando."
Eu fiquei em silêncio e, por dentro, ri e pensei:
"Não é por causa do que vai sair, é por causa do que entrou!!!"
CONTINUA
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