Com os pedreiros em casa e meu marido viajando

E aí, galera! Meu nome é Guadalupe, sou de Chalco, EDOMX, e sou viciada em exibicionismo. Como já devem ter percebido, esse é meu primeiro relato.

Vou me descrever: tenho 25 anos agora, sou casada, baixinha, pele branca, cabelo preto longo, um rosto angelical com umas sardinhazinhas nas bochechas. Não tenho muito peito, sou 38b, mas minhas pernas são bem torneadas e tenho uma bunda linda, adoro ela! É grande e redondinha, sou aquela típica gostosa que recebe cantada na rua.

Adoro quando assobiam e cantam pra mim na rua, também me dá muito tesão e me excita quando, no ônibus, na rua, no tianguis etc., tentam de tudo pra pegar na minha bundinha. Amo usar minissaia soltinha ou justa, lycra e top sem sutiã, calcinha fio dental preta (minha cor favorita). Me fascina qualquer situação em que posso mostrar um pouquinho, adoro essas ocasiões e, por causa disso, tenho que compartilhar com vocês.

Em casa, meu marido e eu começamos a ampliar a casa, mais quartos. Isso significou um gasto grande pra gente, porque ia chegar quase no fim do ano. Uma vizinha me recomendou uns pedreiros que trabalham bem e cobram barato, e além disso, sabe, sou muito tarada. Liguei pra eles, meu marido e eu marcamos na casa, dei o endereço, meu marido mostrou a casa e explicou o que a gente queria. O que vou contar é uma experiência que me deixou muito louca, uma das que mais gostei com os pedreiros aqui em casa.

Bom, eles já estavam trabalhando há 8 dias, e meu marido me avisou que teria que viajar por 2 meses (isso foi em setembro). Ele comentou que eu podia pedir pra minha tia e o marido dela virem ficar comigo, pra eu não ficar sozinha em casa com eles, mas eu falei que ia chamar sim. Na minha cabeça, pensei: "Você tá louco?". Ele foi embora no dia 11 de setembro, me deixou dinheiro pros gastos e pra pagar tudo enquanto ele voltava. Naquele dia, acordei sabendo que ficaria sozinha em casa com aqueles 5 pedreiros, todos senhores maduros de mais de 40 anos. Tomei banho, coloquei um top justo sem Mano, com uma minissaia justinha no meu bundão e um fio dental preto, cheguei como de costume e eles me viram surpresos, porque dias antes eu não me vestia assim quando meu marido estava. Comentei que iria ao mercado para comprar comida e deixei as chaves do portão, já que eles trariam material.
Os pedreiros estavam trabalhando na parte de fundos da casa.
Aquele dia estava muito quente, então falei para o encarregado que voltaria em uma hora com a comida e fui ao mercado. Quando voltei, eles me ajudaram com as sacolas das compras. Quando entramos na cozinha, me agachei para pegar o pano de chão para não sujar a cozinha, e meu fio dental marcou. De relance, vi como eles seguravam suas partes. Deixaram as sacolas na mesa e saíram para retomar o trabalho. Eu organizei a despensa, depois fui pegar a roupa do meu quarto para lavar. Tirei toda minha roupa, calcinhas fio dental e sutiãs, e no caminho deixei cair uma das minhas calcinhas sujas. Fingindo não ver que tinha caído, percebi que um dos pedreiros a pegou. Não fiz nada, só virei e subi para lavar minha roupa onde estava a máquina de lavar. Lavei e estendi minha roupa normal como se eles não estivessem lá, estendi todas as minhas calcinhas fio dental e minhas roupas. Quando desci devagar, vi que entre todos eles estavam passando meu fio dental, cheirando e rindo. Eu disse: "Contem a piada logo!" Eles guardaram meu fio dental e me contaram uma piada sem graça nenhuma. Desci, fiz a comida, tudo transcorria normal até chegar o material. Saí para receber e notei como tanto os que traziam o material quanto os pedreiros não paravam de me olhar.
Quando estavam descarregando a areia, me coloquei de propósito perto de onde jogavam a areia e, sem querer, uma pá de areia caiu em cima de mim. Rapidamente pararam e dois dos pedreiros correram, me abraçaram por trás porque eu fiz de conta que ia cair. Eles disseram: "Tá tudo bem!" E como eu tinha os olhos fechados, falei: "Não estou vendo!" E no movimento, um agarrou minha bunda e o outro ficou atrás de mim. Senti a coisa dele bem dura. Quando me recuperei, só disse: "Não tem problema. problema, continuem trabalhando, foi culpa minha, me desculpem.
Eu ia tomar banho, disse a eles que acabaram de receber o material e deixei com o encarregado o dinheiro para pagar o material. Entrei tropeçando, com areia nos olhos – claro que eu enxergava, mas era o pretexto. E sem querer, ao tropeçar de novo, minha mão tocou no volume de outro dos pedreiros. Eles viram que na verdade eu não estava enxergando, e dois dos que estavam lá dentro me ajudaram a chegar até a pia para enxaguar o rosto e poder entrar no chuveiro. No caminho, notei como eles foram tocando minha bundinha, mas, por causa da areia nos olhos e supostamente sem enxergar, não disse nada. Entrei no meu quarto, fechei a porta e me despi para tomar banho. A janela do banheiro estava aberta, e vi de relance que havia quatro pedreiros vendo tudo o que eu fazia. Me viram pelada.
E eu fiz de conta que não tinha visto, quando de repente, enquanto enxaguava o xampu, vi que estavam todos os pedreiros me observando, vendo como eu tomava banho – inclusive os que trouxeram o material. Eu pensava em continuar deliciando eles, mas quando ouvi uns gritos, era minha vizinha. Ela entrou desesperada perguntando como eu estava, já que tinha visto que haviam jogado areia em mim. Rapidamente, todos saíram de onde estavam me observando e fingiram que estavam trabalhando. O senhor Fernando, encarregado de tudo, estava pagando os homens do caminhão, e eles disseram que eu tinha entrado no meu quarto para tomar banho rápido. Fechei a janela e ele bateu na porta, perguntando: “Tudo bem, miga?”. Eu respondi: “Sim, um momento”. Naquele dia, não consegui fazer mais nada.
Passaram três dias. Era terça-feira, 14 de setembro. Tudo acontecia normalmente. Saí para o mercado, dessa vez com um shorts branco bem transparente, minha calcinha fio dental preta e um top vermelho com decote. Saí por causa das coisas do dia 15 de setembro. Quando voltei, me ajudaram de novo, e o senhor Fernando comentou: “Por que tantas coisas?”. Eu expliquei que, como era 15 de setembro, viriam visitas para casa e que eu queria dar o grito na minha casa, mas ninguém viria. Me preparei para fazer a comida para o outro dia, só ajustando alguns detalhes.
No decorrer da tarde, antes que fossem embora, saí com cara de tristeza. O senhor Fernando, o senhor Juan, Carlos, David e os outros se aproximaram e me perguntaram: "Por que tão triste, moreninha?" Eu expliquei que tinha feito a comida para a festa do Grito e que tinham cancelado tudo. E disse: "Se quiserem, podem levar comida para não sobrar e eu ter que jogar fora". Eles responderam: "Se você nos convidar, a gente pode ficar para comemorar e à noite a gente vai embora, já que nossas esposas não fazem nada, não comemoram". Eu comentei: "Se suas esposas não se importarem, podem ficar à vontade". Aí o senhor Carlos apareceu e disse: "E a gente podia convidar mais 3 amigos, moreninha. Parece que você cozinha muito gostoso". Eu falei: "Sim, por que não? Assim a comida acaba e não jogo nada fora". Nessa hora chegaram os dois senhores trazendo o material que faltava.

Eles pediram desculpas pelo dia da areia e eu disse: "Não foi nada, a culpa foi minha". Eles ouviram sobre o jantar e disseram: "Que cheiro gostoso, já está pronto para o Grito?" Eu respondi: "Sim". E o senhor Juan disse: "Por que não convida a gente também, moreninha?" E eu convidei. Comentei que iria buscar refrigerantes para a noite e umas cervejinhas para eles. Falei: "Deixem que vou pegar dinheiro". Entrei sem que me vissem, me aproximei para ouvir o que estavam conversando. Eles diziam: "Como não vai cozinhar bem com esse rabão branquinho e gostoso que ela tem?" E o Juan comentava: "E esses peitões estão deliciosos, e esses mamilos de centenário que ela carrega..." Ouvi eles dizendo: "Se ela der bobeira, a gente come ela e ela ainda dá o Grito, mas com todos nós". Todos riam, hahaha. O senhor Fernando disse: "Liga para o Burro e para o Cabeção, que tragam duas garrafas de tequila para comemorar. A novinha vai dar a comida". Ele ria, e o Carlos completou: "E ela é a sobremesa, o que mais a gente quer?" Todos riam. Saí e perguntei se alguém me acompanhava para buscar os refrigerantes e as cervejas. Oscar e Carlos me acompanharam para pegar as cervejas. Carlos disse: "Um engradado de cerveja grande, moreninha, para não precisar sair de noite. Já viu que fecham cedo". Eu falei: "Ok, eu pago com o dinheiro que meu marido deixou para as despesas". Voltamos para casa, colocaram as cervejas no freezer e eu disse: "Deixo vocês trabalhando, vou comprar algo para vestir no Grito, algo mexicano". Eu ri, e eles disseram: "Ok". Eu fui. comprar algo pra mim, deixei eles passarem as horas e voltei com uma sacola na mão com o que tinha comprado e disse: vou tomar um banho, daqui a pouco tá bom? e nisso o celular tocou.
E era meu marido, ele perguntou se eu ia com a mãe dele pra dar o grito e eu disse sim, meu amor. Todos ouviram isso e ele disse: lembra que hoje quase ninguém fica no lote, todo mundo vai embora e não quero que você fique sozinha. Eu respondi: sim, meu amor, e desliguei. Fui tomar banho e dessa vez só deixei a janela entreaberta. Todos me viam. Saí do banho, fui vê-los e, quando menos percebi, chegaram 3 caras de aparência feia, horrenda, mal encarados, pareciam uns ladrões. Eram os que chamavam de Cabeção, Burro e Mãozona.
Eram 8 da noite quando comecei a servir a comida e chamei eles. Sentaram pra comer e eu fui rápido na vendinha buscar uns copos descartáveis. Quando voltei, não me viram entrar e ouvi o que iam fazer pro grito. Eles riam e o Cabeção e o Burro diziam: ela vai dar o grito trancadinha, disso a gente cuida. Vamos embebedar essa putinha fresca por ficar convidando tanto cabraço pra casa dela sozinha, e no lote dela ninguém tá. Todos riam entre si, ficaram mudos e eu disse: o que foi? Comam, me esperaram pra comer? E o seu Fernando disse: sim, senhora, a gente já comeu. Botaram música e eu falei: já volto, vou me trocar pra dançar e botar o que comprei. Eles disseram: tá bom.
Entrei no quarto e deixei a porta entreaberta, e 2 me seguiram. Fiquei pelada, passei creminha em todo o corpo e coloquei um fio dental vermelho e uma mini solta que chegava embaixo das minhas bundinhas, e um top aberto na frente que deixava meus peitinhos quase metade pra fora, e umas sandálias abertas nos dedos. Tenho 1,64m com as sandálias e descalça tenho 1,49m, peso 43,300 kg. Entrei no banheiro, na cama deixei um gel anal pra eles verem, uma injeção e vários preservativos com sabor. Um deles entrou e viu tudo, e quando ouvi, puxei a descarga do banheiro, ele saiu correndo. Me injetei a ampola, já que é pra não sair com presente se não usassem camisinha, e saí do quarto, mas desci devagarinho e Escutem, eu tava falando: não brinca, essa putinha novinha vai dar pra geral? Ela trouxe um gel anal e um monte de camisinha. E o Cabeção disse: "De qualquer forma, a gente embebeda ela". Aí ele tirou um frasco com alguma coisa, nem sei o que era, e falou: "O segredo é tirar ela pra dançar e ela nem perceber, a gente joga esses pózinho e vocês vão ver como essa pirralha fica bem puta, no calor".

Desci e todo mundo me assobiou. Disseram: "Volta!" e quando virei, minha saia subiu um pouco e viram minha bundinha. Aí começamos a beber e dançar. Lá pelas 11, quando demos o grito, já tava começando a ficar tonta. Eles me levavam pra dançar, e um pediu as chaves de casa pra "ir ver o carro", segundo ele. Trancou e voltou. Aí o Cabeção jogou aquele pó e eu fiquei que nem doida. Eles me levavam pra dançar, me apalpavam, levantavam minha saia e eu ria de tudo, ficava rodando. E o seu Fer me tirou pra dançar no cartãozinho, e todo mundo fez igual. Depois o Cabeção me pegou, me carregou, me abraçou e me deu um beijão de língua. Já bêbada, nem liguei que ele era horroroso, beijei de volta. Ele tirou minha saia e o Burro tirou meu top, fiquei só de calcinha fio-dental e sutiã. E me fizeram dançar assim.

E o seu Fer deitou no sofá e disse: "Vamos ver, tragam a pirralha". O Mãozuda me carregou e me ajoelhou, todo mundo se aproximou. O seu Fer disse: "Primeiro eu, já que consegui o serviço com essa putinha tão gostosa". E eu só ria. Ele me fez chupar ele, e o Carlos e o João tiraram meu sutiã e a calcinha. Os outros ficaram pelados e me botaram em cima do seu Fer, me fizeram chupar todo mundo. O seu João me comeu delicioso, me botaram de quatro na mesa, passaram um por um. E o Cabeção disse: "Minha vez de estrear essa buceta. Eu trouxe o remédio pra soltar". Tentou me comer, mas não entrava.

Tava doendo, eu tentava fugir. Ele disse: "Pega as camisinhas e o gel". O Mãozuda abriu minhas nádegas, o Cabeção passou o gel e meteu de uma vez. Me fez gritar e chorar. Ele disse: "Tava novinha, a cobrancinha". E perguntou: "Quanto tempo vão trabalhar aqui, Fer?" Ele respondeu: "Dois meses". E ele: "E o marido?" O seu Carlos disse: "Tá viajando, volta em dois meses". e ele disse "agora a festa vai começar com essa gatinha" e me pegou devagar, depois mais forte. Depois saí, entrou o Mãozuda e me comeu um bom tempo, aí veio o Burro. E aí eu soube porque chamavam ele de Burro Cabeção e Mãozuda - eram tremendamente feios, mas deliciosos esses desgraçados. E depois os outros... assim passamos um tempo delicioso. Quando vi, eram 4:30, quase todos no sofá ou no chão, só o Cabeção, o Mãozuda e o Burro ainda acordados. Eles me viram acordar e disseram: "Que bom que acordou, mamãezinha, sua terceira rodada chegou. Mas como todo mundo já tá bêbado, nós vamos cuidar de você, mamãezinha". Me carregaram pro quarto, não tiraram a música e lá os três me pegaram, me deram dupla penetração. E eles só pararam de me foder às 8 da manhã, me deixaram lá toda dolorida e bêbada, mas com meu cuzinho e buceta cheios. E o Mãozuda e o Cabeção disseram: "Voltamos no sábado pra festa que você prometeu, e vão vir outros parceiros também, então não faça planos, putinha". Aí o Cabeção chegou perto e disse: "Você falou", e eu disse "eu?", e ele "ah, não lembra?" e me mostrou no celular dele um vídeo. E lá estava eu dizendo que aceitava. Eles tinham tirado fotos e vídeos de mim, de como eu estava gozando. E ele disse: "Se não aceitar, seu marido vai ver a festona que fizemos". Fiquei muda. E ele completou: "Ah, e temos outras festas em outros lugares. Se não fizer o que mandamos, seu marido vai pedir divórcio". Não me restou outra opção além de dizer "sim, ok". E eles foram embora.

3 comentários - Com os pedreiros em casa e meu marido viajando

Tremenda fiesta, por lo menos la remodelación saldrá barata 💰💵mientras tú esposo está de viaje con la otra o cuando uno se va de viaje llevamos a la otra 😆😁
Buen relato ... Estaría bien hacerlo contigo..un trío.
Lupita