Minha esposa Alejandra e eu tínhamos nos afastado um pouco da loucura do ménage e dessas coisas. Ale é uma ruiva muito gostosa, atraente, com uns olhos lindos, uma bunda redonda daquelas que dá vontade de apertar o tempo todo, uns peitos bem empinados, 1,65m, umas pernas fantásticas — tudo isso mantido com muitas horas de academia e, apesar dos 41 anos, ela continua muito, muito desejável. Ela é o centro das atenções de todos os homens onde quer que a gente vá.
Estávamos de férias num lugar lindo chamado Mar do Sul. O dia estava esplêndido, na praia tinha pouca gente, só uns turistas, um grupo de 3 ou 4 caras entre 20 e 25 anos, e mais longe uns casais. Os caras estavam jogando bola na areia e, num momento, a bola caiu a poucos metros de onde a gente estava. Ale estava de bruços com o sutiã do biquíni desamarrado, pra não ficar marca nas costas. O cara que veio pegar a bola, antes disso, entrou no mar e depois veio na nossa direção. O gostoso estava quase do lado da canga onde a Alejandra estava. Quando o moleque chegou a centímetros das costas da minha esposa, pronto pra pegar a bola, umas gotas do cabelo dele molharam as costas da Ale. Ela rapidamente se virou, pensando que era eu, mas a surpresa foi enorme quando viu esse cara de corpo muito bom olhando besta pros peitos nus da minha mulher — e ela parecia ter se excitado com o que estava vendo.
Ele pediu desculpas e se apresentou. Como era de se esperar, primeiro cumprimentou minha esposa e deu um beijo nela.
— Oi, sou o Julián — ele disse. Ela cobriu os mamilos com um braço e a mão e se ergueu levemente pra encontrar a bochecha dele. Logo deu pra notar um volume na calça dele, então ele estendeu a mão pra mim e saiu correndo pra onde estavam os amigos. Ale aproveitou a nudez pra fazer um pouco de topless e decidiu entrar na água só com a parte de baixo. do biquini dela, uma vez na água me aproximei dela, que me abraçou e já metidos no fundo do mar ela parecia precisar que eu a penetrasse pelo jeito que se mexia, então fiz uma pergunta que era bem óbvia.
— O cara te deixou com tesão? — e ela não negou.
— Uhhh um pouquinho mas... — essas aventuras são do passado — disse ela.
Enquanto com os peitos de fora me abraçava e com as pernas envolvia minha cintura, num claro sinal de busca por sexo, eu também tava afim de ver minha esposa virar uma putinha de novo, então insisti, falando:
— Aposto que você não daria pra esse cara? — ela botou o orgulho pra jogo e disse:
— Não só pra ele não, pros quatro juntos eu dou se quiser.
— Duvido? — atirei eu, querendo provocar ela ainda mais.
— Chama eles pra tomar um mate ou algo gelado e você vai ver como uma coroa de quarenta seduz e come os quatro — disse ela, mas tudo tem um preço e se eu der pra todos os quatro você vai ter que pagar um jantar e mais um agrado.
A ideia me deixava com muito tesão, então saímos da água, a Ale saiu pra colocar o sutiã dela e eu fui direto pros caras fazer o convite, que não hesitaram em aceitar, eles trouxeram a própria carga de bebidas porque iam ficar até altas horas na praia, quando cheguei onde a Ale tava, o Julián se apresentou e apresentou os amigos, começamos a falar um pouco de tudo, de onde eram, quantos dias iam ficar e outras coisas enquanto tomávamos uns mates, com muito disfarce mas sem parar eles olhavam pra minha mulher, ela se sentia uma deusa e fazia questão de mostrar, falava da pele dela, da boca, das pernas e eles olhavam cada coisa ou "defeito" que ela dizia ter, obviamente pra eles falarem:
— Não Ale, você é linda, ou isso fica muito bem em você.
A noite começava a cair e de repente o Juan Cruz. O mais novo do grupo, um moleque de uns 20 anos, fortão, cheio de músculo, tirou uma cerveja do isopor portátil dele, os outros fizeram o mesmo. O mesmo aconteceu e nos convidaram eu e minha esposa. Aceitei de bom grado, mas Alejandra disse:
— Não, prefiro ir dar um último mergulho. Quem vem comigo? — Era evidente que a festa estava começando para ela e, como era de se esperar, Julián disse: "Vou com você". Passaram um tempo brincando, conversando no mar e, já com as primeiras luzes da escuridão, saíram da água. Ela tremia de frio, porque o vento estava esfriando a praia. Ao chegar onde estávamos com os outros, a Ale estava com os bicos dos peitos bem duros e empinados. Rapidamente se enrolou numa toalha, mas não parava de tremer. Ricky, outro dos caras, disse então que ela deveria tirar a roupa molhada para passar o frio. Ela obedeceu e, enrolada na toalha para não mostrar nada por enquanto, tirou lentamente as duas peças do biquíni e sentou-se na fogueira que tínhamos improvisado com a galera. Era muito estranho: minha esposa estava pelada, só coberta por uma toalha na praia com quatro caras que mal conhecíamos, e não parava de tremer.
Ezequiel, outro dos caras, me disse para abraçá-la para aquecê-la. Então me aproximei dela e, no meu ouvido, ela sussurrou que estava nervosa e que queria fazer logo, ali mesmo, com os cinco. Eu disse que só queria olhar, mas ela pediu que eu desse o primeiro passo e a entregasse pros caras. Achei a ideia boa, então comecei a beijá-la e abraçá-la de forma provocante. Minhas mãos se perdiam por baixo da toalha, procurando suas partes íntimas e deixando suas nádegas aparecerem. Alguém nos alcançou uma cerveja, que veio bem para desinibir ela. A noite já tinha caído e os caras estavam um pouco alegres pelo álcool e com a temperatura elevada por causa da minha esposa. Cantávamos, ríamos e contávamos piadas e aventuras de sexo, que iam esquentando o clima. Pedi então ao Julián se ele queria abraçar a Alejandra, com a desculpa de que eu queria ir mijar. Ele respondeu que faria com todo prazer. Julián Pego pelos ombros timidamente a Ale e ela, em sinal de submissão e entrega, apoia a cabeça no peito dele. Ao me afastar do lado dela, abri um pouco a toalha para que pudessem ver um pouco as partes íntimas da minha mulher. Eu estava entregando minha esposa a um grupo de 4 caras que claramente estavam morrendo de vontade de comer ela. Me afastei alguns metros até uns morros de areia próximos, de onde podia ver cada movimento. Alejandra começou então a seduzir seus 4 garanhões. Primeiro, aproximou o nariz do pescoço do Julián, e ele apoiou a mão na nuca dela, enquanto os outros caras continuavam bebendo. Ale foi se deitando devagar na areia, o rapaz se deitou também com ela. A parte da toalha que devia cobrir a buceta depilada e lisinha dela já tinha se afastado daquela área e deixava ver quase até o umbigo. Ricky, um pouco mais ousado, disfarçadamente derramou um pouco de areia nas pernas nuas da Ale e imediatamente disse:
— Perdão!! Vou limpar — ela se deixava fazer e ele passava suave e timidamente as mãos, que cada vez chegavam mais na entreperna da minha mulher. Eu preferia ficar longe para não atrapalhar. Ela então disse para o Ricky:
— A areia que você limpou agora ficou na minha bunda, você vai ter que limpar e, se for preciso, com a língua.
E imediatamente se virou, ficou de quatro e deixou a bunda no ar sob um céu estrelado para o magrelo limpar. Ele não hesitou em fazer. Na tarefa, se juntaram Juan Cruz e Eduardo, segurando um de cada lado os glúteos da minha mulher, enquanto Ricky soprava e passava os dedos sobre o buraquinho dela. Julián, com a desculpa de querer cobri-la, começou então a roçar e tocar os peitos da Ale, que já tinha começado seus movimentos pélvicos, dando um sinal claro de que queria ser comida pelos quatro. Ricky colocou a língua no esfíncter dela e Alejandra arqueava as costas pedindo pica. Ele molhou bem a área e enfiou um dedo no cu dela enquanto tirou o pau enorme pra enfiar na minha esposa gostosa, os outros caras fizeram o mesmo e a festa da minha mulher decolou. Julião tirou o pau comprido a centímetros da boca dela, mas não tinha coragem de encostar nos lábios dela, então cheguei perto deles e incentivei a comerem ela, dizendo:
— Vamos lá, rapaziada, é uma puta muito boa que quer ser comida a noite inteira. Se possível e se os paus de vocês aguentarem.
Peguei uma cerveja da geladeira e, com o pau na mão, fiquei observando aqueles paus comerem minha mulher gostosa e puta. Ricky enfiou o pau na buceta bem molhada da Alejandra, enquanto Julião chupava os peitos dela e ela fazia o mesmo, alternando boquetes nos paus do Juan Cruz e do Eduardo. Daí alguém derramou cerveja gelada nas costas da minha mulher, e ela jogou a bunda pra trás com tudo. Ricky saiu dela, Eduardo então se posicionou no cu dela e começou a meter o pau grosso no ânus, enquanto deixava cair pequenos jatos de cerveja pela racha do cu dela, que eram bebidos por baixo pelo Juan Cruz, que saboreava a buceta dela.
Os caras foram se alternando e comendo a Alejandra, até derramar um por um o esperma nas entranhas dela. A bunda e a buceta soltavam porra branca e grossa, e quando um acabava, o outro, que já tinha se recuperado, continuava. Fizeram isso até ficarem exaustos e caídos na areia. Era quase meia-noite. Alejandra me pediu pra limpar com a língua as partes íntimas dela. O cu dela estava aberto e bem vermelho de tanta penetração, então passei bem a língua na área enquanto ela me fazia um boquete gostoso até eu gozar na boca dela. Decidimos então pegar nossas coisas e ir embora. Todos beijaram e agradeceram minha esposa por ser uma puta tão boa. Nos despedimos e fomos pro nosso apê…
CONTINUA…
Estávamos de férias num lugar lindo chamado Mar do Sul. O dia estava esplêndido, na praia tinha pouca gente, só uns turistas, um grupo de 3 ou 4 caras entre 20 e 25 anos, e mais longe uns casais. Os caras estavam jogando bola na areia e, num momento, a bola caiu a poucos metros de onde a gente estava. Ale estava de bruços com o sutiã do biquíni desamarrado, pra não ficar marca nas costas. O cara que veio pegar a bola, antes disso, entrou no mar e depois veio na nossa direção. O gostoso estava quase do lado da canga onde a Alejandra estava. Quando o moleque chegou a centímetros das costas da minha esposa, pronto pra pegar a bola, umas gotas do cabelo dele molharam as costas da Ale. Ela rapidamente se virou, pensando que era eu, mas a surpresa foi enorme quando viu esse cara de corpo muito bom olhando besta pros peitos nus da minha mulher — e ela parecia ter se excitado com o que estava vendo.
Ele pediu desculpas e se apresentou. Como era de se esperar, primeiro cumprimentou minha esposa e deu um beijo nela.
— Oi, sou o Julián — ele disse. Ela cobriu os mamilos com um braço e a mão e se ergueu levemente pra encontrar a bochecha dele. Logo deu pra notar um volume na calça dele, então ele estendeu a mão pra mim e saiu correndo pra onde estavam os amigos. Ale aproveitou a nudez pra fazer um pouco de topless e decidiu entrar na água só com a parte de baixo. do biquini dela, uma vez na água me aproximei dela, que me abraçou e já metidos no fundo do mar ela parecia precisar que eu a penetrasse pelo jeito que se mexia, então fiz uma pergunta que era bem óbvia.
— O cara te deixou com tesão? — e ela não negou.
— Uhhh um pouquinho mas... — essas aventuras são do passado — disse ela.
Enquanto com os peitos de fora me abraçava e com as pernas envolvia minha cintura, num claro sinal de busca por sexo, eu também tava afim de ver minha esposa virar uma putinha de novo, então insisti, falando:
— Aposto que você não daria pra esse cara? — ela botou o orgulho pra jogo e disse:
— Não só pra ele não, pros quatro juntos eu dou se quiser.
— Duvido? — atirei eu, querendo provocar ela ainda mais.
— Chama eles pra tomar um mate ou algo gelado e você vai ver como uma coroa de quarenta seduz e come os quatro — disse ela, mas tudo tem um preço e se eu der pra todos os quatro você vai ter que pagar um jantar e mais um agrado.
A ideia me deixava com muito tesão, então saímos da água, a Ale saiu pra colocar o sutiã dela e eu fui direto pros caras fazer o convite, que não hesitaram em aceitar, eles trouxeram a própria carga de bebidas porque iam ficar até altas horas na praia, quando cheguei onde a Ale tava, o Julián se apresentou e apresentou os amigos, começamos a falar um pouco de tudo, de onde eram, quantos dias iam ficar e outras coisas enquanto tomávamos uns mates, com muito disfarce mas sem parar eles olhavam pra minha mulher, ela se sentia uma deusa e fazia questão de mostrar, falava da pele dela, da boca, das pernas e eles olhavam cada coisa ou "defeito" que ela dizia ter, obviamente pra eles falarem:
— Não Ale, você é linda, ou isso fica muito bem em você.
A noite começava a cair e de repente o Juan Cruz. O mais novo do grupo, um moleque de uns 20 anos, fortão, cheio de músculo, tirou uma cerveja do isopor portátil dele, os outros fizeram o mesmo. O mesmo aconteceu e nos convidaram eu e minha esposa. Aceitei de bom grado, mas Alejandra disse:
— Não, prefiro ir dar um último mergulho. Quem vem comigo? — Era evidente que a festa estava começando para ela e, como era de se esperar, Julián disse: "Vou com você". Passaram um tempo brincando, conversando no mar e, já com as primeiras luzes da escuridão, saíram da água. Ela tremia de frio, porque o vento estava esfriando a praia. Ao chegar onde estávamos com os outros, a Ale estava com os bicos dos peitos bem duros e empinados. Rapidamente se enrolou numa toalha, mas não parava de tremer. Ricky, outro dos caras, disse então que ela deveria tirar a roupa molhada para passar o frio. Ela obedeceu e, enrolada na toalha para não mostrar nada por enquanto, tirou lentamente as duas peças do biquíni e sentou-se na fogueira que tínhamos improvisado com a galera. Era muito estranho: minha esposa estava pelada, só coberta por uma toalha na praia com quatro caras que mal conhecíamos, e não parava de tremer.
Ezequiel, outro dos caras, me disse para abraçá-la para aquecê-la. Então me aproximei dela e, no meu ouvido, ela sussurrou que estava nervosa e que queria fazer logo, ali mesmo, com os cinco. Eu disse que só queria olhar, mas ela pediu que eu desse o primeiro passo e a entregasse pros caras. Achei a ideia boa, então comecei a beijá-la e abraçá-la de forma provocante. Minhas mãos se perdiam por baixo da toalha, procurando suas partes íntimas e deixando suas nádegas aparecerem. Alguém nos alcançou uma cerveja, que veio bem para desinibir ela. A noite já tinha caído e os caras estavam um pouco alegres pelo álcool e com a temperatura elevada por causa da minha esposa. Cantávamos, ríamos e contávamos piadas e aventuras de sexo, que iam esquentando o clima. Pedi então ao Julián se ele queria abraçar a Alejandra, com a desculpa de que eu queria ir mijar. Ele respondeu que faria com todo prazer. Julián Pego pelos ombros timidamente a Ale e ela, em sinal de submissão e entrega, apoia a cabeça no peito dele. Ao me afastar do lado dela, abri um pouco a toalha para que pudessem ver um pouco as partes íntimas da minha mulher. Eu estava entregando minha esposa a um grupo de 4 caras que claramente estavam morrendo de vontade de comer ela. Me afastei alguns metros até uns morros de areia próximos, de onde podia ver cada movimento. Alejandra começou então a seduzir seus 4 garanhões. Primeiro, aproximou o nariz do pescoço do Julián, e ele apoiou a mão na nuca dela, enquanto os outros caras continuavam bebendo. Ale foi se deitando devagar na areia, o rapaz se deitou também com ela. A parte da toalha que devia cobrir a buceta depilada e lisinha dela já tinha se afastado daquela área e deixava ver quase até o umbigo. Ricky, um pouco mais ousado, disfarçadamente derramou um pouco de areia nas pernas nuas da Ale e imediatamente disse:
— Perdão!! Vou limpar — ela se deixava fazer e ele passava suave e timidamente as mãos, que cada vez chegavam mais na entreperna da minha mulher. Eu preferia ficar longe para não atrapalhar. Ela então disse para o Ricky:
— A areia que você limpou agora ficou na minha bunda, você vai ter que limpar e, se for preciso, com a língua.
E imediatamente se virou, ficou de quatro e deixou a bunda no ar sob um céu estrelado para o magrelo limpar. Ele não hesitou em fazer. Na tarefa, se juntaram Juan Cruz e Eduardo, segurando um de cada lado os glúteos da minha mulher, enquanto Ricky soprava e passava os dedos sobre o buraquinho dela. Julián, com a desculpa de querer cobri-la, começou então a roçar e tocar os peitos da Ale, que já tinha começado seus movimentos pélvicos, dando um sinal claro de que queria ser comida pelos quatro. Ricky colocou a língua no esfíncter dela e Alejandra arqueava as costas pedindo pica. Ele molhou bem a área e enfiou um dedo no cu dela enquanto tirou o pau enorme pra enfiar na minha esposa gostosa, os outros caras fizeram o mesmo e a festa da minha mulher decolou. Julião tirou o pau comprido a centímetros da boca dela, mas não tinha coragem de encostar nos lábios dela, então cheguei perto deles e incentivei a comerem ela, dizendo:
— Vamos lá, rapaziada, é uma puta muito boa que quer ser comida a noite inteira. Se possível e se os paus de vocês aguentarem.
Peguei uma cerveja da geladeira e, com o pau na mão, fiquei observando aqueles paus comerem minha mulher gostosa e puta. Ricky enfiou o pau na buceta bem molhada da Alejandra, enquanto Julião chupava os peitos dela e ela fazia o mesmo, alternando boquetes nos paus do Juan Cruz e do Eduardo. Daí alguém derramou cerveja gelada nas costas da minha mulher, e ela jogou a bunda pra trás com tudo. Ricky saiu dela, Eduardo então se posicionou no cu dela e começou a meter o pau grosso no ânus, enquanto deixava cair pequenos jatos de cerveja pela racha do cu dela, que eram bebidos por baixo pelo Juan Cruz, que saboreava a buceta dela.
Os caras foram se alternando e comendo a Alejandra, até derramar um por um o esperma nas entranhas dela. A bunda e a buceta soltavam porra branca e grossa, e quando um acabava, o outro, que já tinha se recuperado, continuava. Fizeram isso até ficarem exaustos e caídos na areia. Era quase meia-noite. Alejandra me pediu pra limpar com a língua as partes íntimas dela. O cu dela estava aberto e bem vermelho de tanta penetração, então passei bem a língua na área enquanto ela me fazia um boquete gostoso até eu gozar na boca dela. Decidimos então pegar nossas coisas e ir embora. Todos beijaram e agradeceram minha esposa por ser uma puta tão boa. Nos despedimos e fomos pro nosso apê…
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