Eram 10 da noite do dia 31 de dezembro, a gente tava se preparando pra receber o ano novo, a família toda do meu marido tava em casa, eu ia e vinha da cozinha pro quintal, a noite tava muito quente, então resolvi tomar um banho antes de sentar pra ceiar. Meu marido (Mariano) adora me ver bem gostosa, então pra essa noite tão especial ele tinha me comprado um vestido lindo com um decote bem cavado e bem curtinho, que deixava aparecer meus peitões empinados que tinham custado uma grana e minhas pernas bem torneadas, que mesmo eu não sendo muito alta, quando calço uns saltos altos ficam ainda mais esculturais, em perfeita harmonia com minha bunda bem empinada. Já tava debaixo do chuveiro quando uma queda de energia resolveu ferrar com a nossa noite, logo ouvi a voz do Mariano dizendo:
—Andrea, amor, cadê as velas.
—acho que não temos velas.
Falei pra ele enquanto, no escuro, tentava achar uma toalha pra me enrolar. Quando saí do chuveiro, fui pro quarto porque tinha deixado lá o vestido que ia usar naquela noite. O único problema é que não dava pra enxergar quase nada, e eu tentava achar uma calcinha que combinasse com o vestido, porque tava confiante que a luz voltaria logo e não queria aparecer com um sutiã vermelho por baixo de uma roupa preta. Tava nessa quando o Mariano entrou e me pediu pra me apressar, já que eram quase 11 da noite e a gente ainda não tinha começado a jantar, que toda a família tava me esperando. Contei meu problema pra ele, e ele resolveu rapidinho: sugeriu que eu não usasse nada por baixo do vestido. Então, obedeci, mesmo nunca tendo feito isso antes. Quando saí pro jardim, uma excitação tomou conta de mim, porque me sentia pelada, o que era bobeira, já que ninguém conseguia ver além do próprio nariz. A noite seguiu sem energia elétrica. Chegou a hora do brinde, e o Mariano me pediu pra buscar mais champanhe. O irmão mais novo do meu marido se ofereceu pra me acompanhar e ajudar com a bebida. Claro que aceitei. Entramos na casa na penumbra, e ele segurou minha mão, com a desculpa de que não sabia direito pra onde a gente tava indo. Preciso dizer que o irmão do Mariano é um gato de 22 anos, muito esportista, e naquela noite tava lindo pra caralho, e eu tava um pouquinho tarada, então a situação me excitou ainda mais. No caminho pra cozinha, ele passou a mão na minha bunda várias vezes. Quando cheguei no freezer, me abaixei pra pegar as bebidas que estavam no fundo. Ele aproveitou pra encostar o volume dele bem no meio da minha bunda empinada, e isso me deixou com muito tesão. Ramiro, que é o nome dele, falou então:
—Desculpa, cunhada, mas esse vestido te caiu muito mal.
—Valeu, Rami.
—E assim, sem calcinha, muito mais ainda.
Quase morri de vergonha, queria enfiar minha cabeça ainda mais dentro do freezer, mas a única coisa que consegui foi me insinuar mais e levantar minha raba. Então o Ramiro me segurou pela cintura com as duas mãos e encostou todo o pacote dele em mim. Não sei se por causa do álcool que tinha bebido ou por estar tão excitada, me deixei levar, e ele levou uma das mãos até minha buceta. Eu só consegui dizer:
—Tá maluco? O que cê tá fazendo?
Mas a verdade é que era uma delícia, uma mulher de quase 36 anos sendo apalpada por um garoto de 22. Ele enfiou um dos dedos na minha buceta que já tava escorrendo, e eu deixei a falange dele entrar em mim. Queria mais, e no meu fingimento de raiva, não aguentei e até soltei um gemido que veio lá do fundo do meu ser. Mas no melhor momento, a voz do meu marido me apressando me trouxe de volta à realidade, então falei pro Ramiro:
—Isso nunca aconteceu, tá claro?
—Tá claro, mas… cê gosta? Não, piranha.
—Não fala comigo assim, por favor.
—Meu irmão é casado com uma puta e se eu não puder te comer, vou contar pra ele.
—Não, por favor... Me deixa levar, foi só isso.
—foda-se você por uma semana. Se depois desse tempo a gente não transar, eu conto tudo.
—Ok, não me pressiona.
Saímos de casa, pegamos as bebidas e todo mundo brindou. Eu tava muito nervosa por causa do que rolou com o Ramiro, porque, mesmo que a situação me excitava, nunca tinha passado pela minha cabeça trair meu marido. A noite seguiu sem energia elétrica, então, um por um, os parentes foram indo embora, até que ficamos só eu e o Mariano. Meus nervos foram se acalmando com muito champanhe, o calor tava quase insuportável e eu tava muito quente em todos os sentidos, então me aproximei do Mariano buscando sexo e comecei a beijar ele freneticamente. Ele logo percebeu meu tesão e começou a meter a mão onde, um tempo antes, o irmão dele tinha estado. O morbo me deixava a mil, mas não aguentei a situação e resolvi contar o que tinha rolado. No começo, ele ficou muito puto, mas eu continuei rebolando em cima do Mariano, em busca do pau que tava bem duro e que eu queria que me penetrasse. Então ele olhou nos meus olhos e disse:
—Te excita que meu irmão te tocasse, né?
—Não fica brava
—Não fico bravo, te deixo excitada, sim ou não?
E enquanto dizia isso, me puxou pra perto dele e começou a me beijar feito um louco, aí perguntou de novo.
—Me conta, putinha, gostou de sentir as mãos do Ramiro dentro de você, né?
—É… sim, um pouquinho.
—Que puta que tu é!!!, gosto disso.
—Não acredito que você tá me falando isso.
—Quer dar uma trepadinha nele?
—NÃOOO, você é louco!!!
Ele me abraçou e me beijou com muito mais vontade do que antes, dava pra ver que a situação também tava excitando ele, comecei a descer as alças do meu vestido enquanto ele beijava meus mamilos, repetia
—Quer que eu deixe você dar pra meu irmão, puta.
—Por favor, nnnãããooo cooo-ntinue
—Olha como você fica molhada… puta.
—Hmm, não me fala, assim
Já o pau dele estava entrando dentro de mim, eu gemia de tesão...
—Vou deixar você dar pra ele, pra você ser minha putinha e do meu irmão, combinado?
Eu não respondia, só me deixava levar e imaginava sendo montada por aquele cara, a gente tava se pegando fogo, quando o celular do Mariano tocou, era o "irmãozinho" dele que tinha voltado e agora com um amigo, então fiquei ainda mais excitada do que antes. Quando o Mariano foi até a porta abrir pra eles, eu aproveitei pra ajeitar o vestido, tava morrendo de medo de como meu marido podia reagir contra o irmão dele por causa do que tinha rolado. Logo eles entraram no parque, mas bem diferente do que eu imaginava, o Mariano vinha abraçado com o Ramiro, numa atitude bem paternal. Quando os caras chegaram, eu ia levantar umas coisas que tinham ficado na mesa, meu marido então me pediu pra trazer algo mais pra brindar com os caras. Eu fui rápido pro freezer enquanto sentia o olhar penetrante do Ramiro nas minhas nádegas, quando ouvi o Mariano pedindo pro irmão dele me dar uma mão porque tava muito escuro. Eu adivinhei as intenções dele e falei que dava conta sozinha, mas ele insistiu, então logo tive o Ramiro colado atrás de mim, que me disse:
—De novo sozinhos, vadia.
—Rami, seu irmão já sabe de tudo, não vou continuar com isso.
—E se sabe de tudo, por que me mandou?
—Não sei, ele é doido.
—Nada, cunhada, meu irmão prefere que eu te coma do que você sair de puta por aí com outros.
E quando ele disse isso, se jogou em cima de mim e começou a me beijar e apertar meus peitos com muita força. Mais uma vez, Mariano me salvou, mas infelizmente o que o cara dizia era verdade: meu marido estava me entregando. O pior é que eu tava adorando a situação. Já no parque, depois de ter bebido umas 3 ou 4 garrafas a mais de champanhe, o calor tava cada vez mais insuportável, então Mariano teve a brilhante ideia de a gente entrar na piscina. Os caras disseram que não tinham sunga, e ele falou: "Somos todos adultos, entrem de cueca". Sem hesitar, eles entraram e logo começaram a me espirrar água. Eu não queria participar, mas meu marido mandou os caras me jogarem na água. Tentei correr, mas quando saí da piscina, o Ramiro acabou perdendo a cueca que tava usando e eu pude ver aquela cock maravilhosa de 22 cm em todo o seu esplendor. A excitação misturada com a risada, por causa do álcool, era tanta que logo me agarraram pra me jogar na água. Eu implorava pra eles não fazerem aquilo porque iam estragar meu vestido novo. Então Mariano pediu pros caras me abaixarem, e naquele instante eu soube que naquela noite meu marido estava me transformando numa slut, na slut dele, porque ele mandou eu tirar o vestido e entrar com eles. Eu disse que não, que ele tava louco. Ele falou pro Ramiro:
—Vai, tira o vestido dela.
—Mas... Ela não quer…
—Tira a roupa dela, você sabe que não tem nada por baixo... Ela vai gostar.
Eu, por causa da bebedeira, da risada, ou sei lá que coisas estranhas estavam acontecendo comigo, não conseguia correr, minhas pernas tremiam, fruto da excitação. O jogo estava me agradando e, pra ser sincera, eu também não queria muito correr. Caí na grama várias vezes. Os caras, na tentativa de me alcançar, já tinham me apalpado bastante, e meu marido parecia estar adorando aquilo. Ramiro me alcançou, me segurou pelos ombros, olhou pro Mariano como quem buscava autorização. Ele fez um gesto dando sinal verde, e o Rami, de um puxão só, baixou meu vestido até os pés. Fiquei completamente nua, com as tetas de fora e mostrando minha bunda pros três. Não podia acreditar que meu marido queria aquilo, mas eu estava muito molhada. Então Mariano disse pro irmão dele:
—Traz minha putinha aqui pra piscina, vê se ela esfria um pouco.
—Mariano!!! Chega... — eu disse com uma mistura de excitação, meu coração batia muito forte, então mais uma vez meu marido falou de novo:
—Ramiro, você pegaria sua cunhada?
—E... Essa é muito gostosa, maninho, desculpa, sei que é sua esposa...
—Beleza, traz ela aqui
Ramiro me levou na frente do meu marido, enquanto segurava minhas mãos com uma das dele e com o braço envolvia minha cintura, a pele dele tocava a minha, eu sentia o pau pelado do Rami batendo na minha bunda, Mariano então me olhou e disse
—Que noite linda pra comemorar e começar um ano novo, né minha gostosa?
—Sim... — eu falei num tom de cumplicidade.
—Meu irmão e o amiguinho dele vão te fazer feliz. Você tá disposta a ajudar eles?
—Se é o que você quer... Eu me entrego só aos seus prazeres.
—MUITO BEM!!! Você vai ser nossa putinha?
—O que você me pedir, amor. O que quiser, sou sua.
—Bom, agora te peço pra deixar o Rami e o amigo dele tirarem essa sua quentura. Esse ano você vai ser nossa putinha?
—Não me chama assim...
—Por que não?
—Porque eu gosto muitooo, meu amor...
—Então esse ano todo você vai ser minha putinha e do meu irmãozinho, e ele vai trazer os amigos que quiser, estamos combinados?
—Siim, amor, o que você quiser.
Só de pensar em virar uma puta, já tava adorando e, talvez pela excitação, acabei caindo dos braços do Ramiro. Me virei e minha cara ficou bem na frente da pica enorme dele, que já tava dura e apontando pro céu. A escuridão da noite parecia dar um vale-tudo, então peguei a rola do Rami e dei um beijinho nela. Ele me olhou, e eu, feito uma puta de respeito, fui enfiando aquilo na minha boca. O outro cara se posicionou atrás de mim, eu tava de quatro, saboreando aquela pica linda, quando ouvi meu marido dizer pra ele:
—Vai lá, garoto, do que tá esperando? Faz minha mulher gozar, ela é toda sua.
No começo, achei que aquelas palavras eram pro Ramiro, mas me enganei. O amigo do Ramiro, de repente, enfiou a língua até o fundo da minha goela e eu adorei!!! Logo o Mariano saiu da piscina, foi em casa e trouxe uma manta onde me jogaram, e os dois caras começaram a me meter a pica. Enquanto isso, o Mariano, sentado numa cadeira de praia, ficava olhando e se masturbando. Eu tava traindo meu marido a pedido dele mesmo, me sentia no paraíso. O Ramiro pediu permissão pro irmão dele pra me comer, e ele respondeu:
—Andreita, meu amor, quer começar o ano novo bem fudida?
—Siim, amor, eu faço o que você pedir.
—Então pede pro meu irmãozinho, sua putinha gostosa, te comer, é isso que você quer?
—Siiim, quero.
—Não, não, o que se diz é puta.
—Por favor, Ramiro, cunhado, você me come?
—Muito bem, assim que eu gosto, porque ninguém vai fazer nada com você que você não peça.
Então eu, que já não aguentava mais, gritei.
—Me dá uma rola, por favor...
Foi aí que senti a pica do Ramiro abrindo caminho na minha buceta e começando a bombar.
Eu me sentia no céu, tinha três paus pra mim. Pedi pro amigo do Rami que arrombasse minha bunda, já que o cara não tinha um tão grosso, mas era mais comprido. Eles babaram bem meu cu e, enquanto o amigo dele tentava enfiar em mim, o Ramiro metia o pau molhado dos meus sucos vaginais na minha boca. Era fantástico, eu nunca tinha estado numa situação daquelas. Finalmente, o pau do cara abriu caminho na minha bunda, o prazer era imenso. O Mariano pediu pro irmão dar o lugar e enfiou o troço dele na minha boca, enquanto me dizia:
—você gosta de puta?
—Hmmm, siiiiiim—
—A partir de hoje, vou deixar meu irmãozinho e os amigos dele virem em casa te comer, tá?
—Siim, amor—eu dizia a cada momento que conseguia respirar e tirar a pica da boca.
—Quero que todo mundo saiba como minha mulher é boa na cama.
E enquanto dizia isso, uns jatos grossos e cheios de porra entravam na minha boca, eu nunca tinha engolido aquilo antes, mas naquela noite eu tava louca de tesão e engoli com tudo. Logo o pauzão do Ramiro entrou de novo na minha boca, o amigo do Rami começou a bombar mais forte e despejou o leite quente dele no meu cuzinho, os jatos inundavam minhas entranhas e era uma delícia. Foi aí que o Ramiro falou:
—Eu não vou gozar, vou te levar pra dançar comigo e quando voltarmos, vou te comer na cama que você divide com meu irmãozinho. Você topa, Mariano?
—Por mim não tem problema, se a puta quiser, eu vou dormir no quarto de hóspedes.
—Tá bom — falei.
—Só me dá um tempinho pra tomar um banho rápido e a gente vaza, brother in law.
—Beleza, mas veste o mesmo vestido e sem nada por baixo.
—Tá maluco? Mariano... olha só o que seu irmãozinho tá me pedindo.
—Você é minha putinha, amor, obedece ele, é só um joguinho gostoso.
—Tá bom, mas na volta quero que você me coma...
—Você vai ser minha... Fica tranquila.
Eu não podia acreditar como minha vida tinha mudado naquela noite. Tomei um banho e saímos pra dançar.
—Andrea, amor, cadê as velas.
—acho que não temos velas.
Falei pra ele enquanto, no escuro, tentava achar uma toalha pra me enrolar. Quando saí do chuveiro, fui pro quarto porque tinha deixado lá o vestido que ia usar naquela noite. O único problema é que não dava pra enxergar quase nada, e eu tentava achar uma calcinha que combinasse com o vestido, porque tava confiante que a luz voltaria logo e não queria aparecer com um sutiã vermelho por baixo de uma roupa preta. Tava nessa quando o Mariano entrou e me pediu pra me apressar, já que eram quase 11 da noite e a gente ainda não tinha começado a jantar, que toda a família tava me esperando. Contei meu problema pra ele, e ele resolveu rapidinho: sugeriu que eu não usasse nada por baixo do vestido. Então, obedeci, mesmo nunca tendo feito isso antes. Quando saí pro jardim, uma excitação tomou conta de mim, porque me sentia pelada, o que era bobeira, já que ninguém conseguia ver além do próprio nariz. A noite seguiu sem energia elétrica. Chegou a hora do brinde, e o Mariano me pediu pra buscar mais champanhe. O irmão mais novo do meu marido se ofereceu pra me acompanhar e ajudar com a bebida. Claro que aceitei. Entramos na casa na penumbra, e ele segurou minha mão, com a desculpa de que não sabia direito pra onde a gente tava indo. Preciso dizer que o irmão do Mariano é um gato de 22 anos, muito esportista, e naquela noite tava lindo pra caralho, e eu tava um pouquinho tarada, então a situação me excitou ainda mais. No caminho pra cozinha, ele passou a mão na minha bunda várias vezes. Quando cheguei no freezer, me abaixei pra pegar as bebidas que estavam no fundo. Ele aproveitou pra encostar o volume dele bem no meio da minha bunda empinada, e isso me deixou com muito tesão. Ramiro, que é o nome dele, falou então:
—Desculpa, cunhada, mas esse vestido te caiu muito mal.
—Valeu, Rami.
—E assim, sem calcinha, muito mais ainda.
Quase morri de vergonha, queria enfiar minha cabeça ainda mais dentro do freezer, mas a única coisa que consegui foi me insinuar mais e levantar minha raba. Então o Ramiro me segurou pela cintura com as duas mãos e encostou todo o pacote dele em mim. Não sei se por causa do álcool que tinha bebido ou por estar tão excitada, me deixei levar, e ele levou uma das mãos até minha buceta. Eu só consegui dizer:
—Tá maluco? O que cê tá fazendo?
Mas a verdade é que era uma delícia, uma mulher de quase 36 anos sendo apalpada por um garoto de 22. Ele enfiou um dos dedos na minha buceta que já tava escorrendo, e eu deixei a falange dele entrar em mim. Queria mais, e no meu fingimento de raiva, não aguentei e até soltei um gemido que veio lá do fundo do meu ser. Mas no melhor momento, a voz do meu marido me apressando me trouxe de volta à realidade, então falei pro Ramiro:
—Isso nunca aconteceu, tá claro?
—Tá claro, mas… cê gosta? Não, piranha.
—Não fala comigo assim, por favor.
—Meu irmão é casado com uma puta e se eu não puder te comer, vou contar pra ele.
—Não, por favor... Me deixa levar, foi só isso.
—foda-se você por uma semana. Se depois desse tempo a gente não transar, eu conto tudo.
—Ok, não me pressiona.
Saímos de casa, pegamos as bebidas e todo mundo brindou. Eu tava muito nervosa por causa do que rolou com o Ramiro, porque, mesmo que a situação me excitava, nunca tinha passado pela minha cabeça trair meu marido. A noite seguiu sem energia elétrica, então, um por um, os parentes foram indo embora, até que ficamos só eu e o Mariano. Meus nervos foram se acalmando com muito champanhe, o calor tava quase insuportável e eu tava muito quente em todos os sentidos, então me aproximei do Mariano buscando sexo e comecei a beijar ele freneticamente. Ele logo percebeu meu tesão e começou a meter a mão onde, um tempo antes, o irmão dele tinha estado. O morbo me deixava a mil, mas não aguentei a situação e resolvi contar o que tinha rolado. No começo, ele ficou muito puto, mas eu continuei rebolando em cima do Mariano, em busca do pau que tava bem duro e que eu queria que me penetrasse. Então ele olhou nos meus olhos e disse:
—Te excita que meu irmão te tocasse, né?
—Não fica brava
—Não fico bravo, te deixo excitada, sim ou não?
E enquanto dizia isso, me puxou pra perto dele e começou a me beijar feito um louco, aí perguntou de novo.
—Me conta, putinha, gostou de sentir as mãos do Ramiro dentro de você, né?
—É… sim, um pouquinho.
—Que puta que tu é!!!, gosto disso.
—Não acredito que você tá me falando isso.
—Quer dar uma trepadinha nele?
—NÃOOO, você é louco!!!
Ele me abraçou e me beijou com muito mais vontade do que antes, dava pra ver que a situação também tava excitando ele, comecei a descer as alças do meu vestido enquanto ele beijava meus mamilos, repetia
—Quer que eu deixe você dar pra meu irmão, puta.
—Por favor, nnnãããooo cooo-ntinue
—Olha como você fica molhada… puta.
—Hmm, não me fala, assim
Já o pau dele estava entrando dentro de mim, eu gemia de tesão...
—Vou deixar você dar pra ele, pra você ser minha putinha e do meu irmão, combinado?
Eu não respondia, só me deixava levar e imaginava sendo montada por aquele cara, a gente tava se pegando fogo, quando o celular do Mariano tocou, era o "irmãozinho" dele que tinha voltado e agora com um amigo, então fiquei ainda mais excitada do que antes. Quando o Mariano foi até a porta abrir pra eles, eu aproveitei pra ajeitar o vestido, tava morrendo de medo de como meu marido podia reagir contra o irmão dele por causa do que tinha rolado. Logo eles entraram no parque, mas bem diferente do que eu imaginava, o Mariano vinha abraçado com o Ramiro, numa atitude bem paternal. Quando os caras chegaram, eu ia levantar umas coisas que tinham ficado na mesa, meu marido então me pediu pra trazer algo mais pra brindar com os caras. Eu fui rápido pro freezer enquanto sentia o olhar penetrante do Ramiro nas minhas nádegas, quando ouvi o Mariano pedindo pro irmão dele me dar uma mão porque tava muito escuro. Eu adivinhei as intenções dele e falei que dava conta sozinha, mas ele insistiu, então logo tive o Ramiro colado atrás de mim, que me disse:
—De novo sozinhos, vadia.
—Rami, seu irmão já sabe de tudo, não vou continuar com isso.
—E se sabe de tudo, por que me mandou?
—Não sei, ele é doido.
—Nada, cunhada, meu irmão prefere que eu te coma do que você sair de puta por aí com outros.
E quando ele disse isso, se jogou em cima de mim e começou a me beijar e apertar meus peitos com muita força. Mais uma vez, Mariano me salvou, mas infelizmente o que o cara dizia era verdade: meu marido estava me entregando. O pior é que eu tava adorando a situação. Já no parque, depois de ter bebido umas 3 ou 4 garrafas a mais de champanhe, o calor tava cada vez mais insuportável, então Mariano teve a brilhante ideia de a gente entrar na piscina. Os caras disseram que não tinham sunga, e ele falou: "Somos todos adultos, entrem de cueca". Sem hesitar, eles entraram e logo começaram a me espirrar água. Eu não queria participar, mas meu marido mandou os caras me jogarem na água. Tentei correr, mas quando saí da piscina, o Ramiro acabou perdendo a cueca que tava usando e eu pude ver aquela cock maravilhosa de 22 cm em todo o seu esplendor. A excitação misturada com a risada, por causa do álcool, era tanta que logo me agarraram pra me jogar na água. Eu implorava pra eles não fazerem aquilo porque iam estragar meu vestido novo. Então Mariano pediu pros caras me abaixarem, e naquele instante eu soube que naquela noite meu marido estava me transformando numa slut, na slut dele, porque ele mandou eu tirar o vestido e entrar com eles. Eu disse que não, que ele tava louco. Ele falou pro Ramiro:
—Vai, tira o vestido dela.
—Mas... Ela não quer…
—Tira a roupa dela, você sabe que não tem nada por baixo... Ela vai gostar.
Eu, por causa da bebedeira, da risada, ou sei lá que coisas estranhas estavam acontecendo comigo, não conseguia correr, minhas pernas tremiam, fruto da excitação. O jogo estava me agradando e, pra ser sincera, eu também não queria muito correr. Caí na grama várias vezes. Os caras, na tentativa de me alcançar, já tinham me apalpado bastante, e meu marido parecia estar adorando aquilo. Ramiro me alcançou, me segurou pelos ombros, olhou pro Mariano como quem buscava autorização. Ele fez um gesto dando sinal verde, e o Rami, de um puxão só, baixou meu vestido até os pés. Fiquei completamente nua, com as tetas de fora e mostrando minha bunda pros três. Não podia acreditar que meu marido queria aquilo, mas eu estava muito molhada. Então Mariano disse pro irmão dele:
—Traz minha putinha aqui pra piscina, vê se ela esfria um pouco.
—Mariano!!! Chega... — eu disse com uma mistura de excitação, meu coração batia muito forte, então mais uma vez meu marido falou de novo:
—Ramiro, você pegaria sua cunhada?
—E... Essa é muito gostosa, maninho, desculpa, sei que é sua esposa...
—Beleza, traz ela aqui
Ramiro me levou na frente do meu marido, enquanto segurava minhas mãos com uma das dele e com o braço envolvia minha cintura, a pele dele tocava a minha, eu sentia o pau pelado do Rami batendo na minha bunda, Mariano então me olhou e disse
—Que noite linda pra comemorar e começar um ano novo, né minha gostosa?
—Sim... — eu falei num tom de cumplicidade.
—Meu irmão e o amiguinho dele vão te fazer feliz. Você tá disposta a ajudar eles?
—Se é o que você quer... Eu me entrego só aos seus prazeres.
—MUITO BEM!!! Você vai ser nossa putinha?
—O que você me pedir, amor. O que quiser, sou sua.
—Bom, agora te peço pra deixar o Rami e o amigo dele tirarem essa sua quentura. Esse ano você vai ser nossa putinha?
—Não me chama assim...
—Por que não?
—Porque eu gosto muitooo, meu amor...
—Então esse ano todo você vai ser minha putinha e do meu irmãozinho, e ele vai trazer os amigos que quiser, estamos combinados?
—Siim, amor, o que você quiser.
Só de pensar em virar uma puta, já tava adorando e, talvez pela excitação, acabei caindo dos braços do Ramiro. Me virei e minha cara ficou bem na frente da pica enorme dele, que já tava dura e apontando pro céu. A escuridão da noite parecia dar um vale-tudo, então peguei a rola do Rami e dei um beijinho nela. Ele me olhou, e eu, feito uma puta de respeito, fui enfiando aquilo na minha boca. O outro cara se posicionou atrás de mim, eu tava de quatro, saboreando aquela pica linda, quando ouvi meu marido dizer pra ele:
—Vai lá, garoto, do que tá esperando? Faz minha mulher gozar, ela é toda sua.
No começo, achei que aquelas palavras eram pro Ramiro, mas me enganei. O amigo do Ramiro, de repente, enfiou a língua até o fundo da minha goela e eu adorei!!! Logo o Mariano saiu da piscina, foi em casa e trouxe uma manta onde me jogaram, e os dois caras começaram a me meter a pica. Enquanto isso, o Mariano, sentado numa cadeira de praia, ficava olhando e se masturbando. Eu tava traindo meu marido a pedido dele mesmo, me sentia no paraíso. O Ramiro pediu permissão pro irmão dele pra me comer, e ele respondeu:
—Andreita, meu amor, quer começar o ano novo bem fudida?
—Siim, amor, eu faço o que você pedir.
—Então pede pro meu irmãozinho, sua putinha gostosa, te comer, é isso que você quer?
—Siiim, quero.
—Não, não, o que se diz é puta.
—Por favor, Ramiro, cunhado, você me come?
—Muito bem, assim que eu gosto, porque ninguém vai fazer nada com você que você não peça.
Então eu, que já não aguentava mais, gritei.
—Me dá uma rola, por favor...
Foi aí que senti a pica do Ramiro abrindo caminho na minha buceta e começando a bombar.
Eu me sentia no céu, tinha três paus pra mim. Pedi pro amigo do Rami que arrombasse minha bunda, já que o cara não tinha um tão grosso, mas era mais comprido. Eles babaram bem meu cu e, enquanto o amigo dele tentava enfiar em mim, o Ramiro metia o pau molhado dos meus sucos vaginais na minha boca. Era fantástico, eu nunca tinha estado numa situação daquelas. Finalmente, o pau do cara abriu caminho na minha bunda, o prazer era imenso. O Mariano pediu pro irmão dar o lugar e enfiou o troço dele na minha boca, enquanto me dizia:
—você gosta de puta?
—Hmmm, siiiiiim—
—A partir de hoje, vou deixar meu irmãozinho e os amigos dele virem em casa te comer, tá?
—Siim, amor—eu dizia a cada momento que conseguia respirar e tirar a pica da boca.
—Quero que todo mundo saiba como minha mulher é boa na cama.
E enquanto dizia isso, uns jatos grossos e cheios de porra entravam na minha boca, eu nunca tinha engolido aquilo antes, mas naquela noite eu tava louca de tesão e engoli com tudo. Logo o pauzão do Ramiro entrou de novo na minha boca, o amigo do Rami começou a bombar mais forte e despejou o leite quente dele no meu cuzinho, os jatos inundavam minhas entranhas e era uma delícia. Foi aí que o Ramiro falou:
—Eu não vou gozar, vou te levar pra dançar comigo e quando voltarmos, vou te comer na cama que você divide com meu irmãozinho. Você topa, Mariano?
—Por mim não tem problema, se a puta quiser, eu vou dormir no quarto de hóspedes.
—Tá bom — falei.
—Só me dá um tempinho pra tomar um banho rápido e a gente vaza, brother in law.
—Beleza, mas veste o mesmo vestido e sem nada por baixo.
—Tá maluco? Mariano... olha só o que seu irmãozinho tá me pedindo.
—Você é minha putinha, amor, obedece ele, é só um joguinho gostoso.
—Tá bom, mas na volta quero que você me coma...
—Você vai ser minha... Fica tranquila.
Eu não podia acreditar como minha vida tinha mudado naquela noite. Tomei um banho e saímos pra dançar.
1 comentários - Mi marido saco la putita que vivía en mi