Bunda da Mili 16

Aviso 1: essa história não é de minha autoria, foi escrita por adrianreload que não está mais aqui no P!, estou repostando porque também gostei muito dela na época
Aviso 2: todos os personagens são maiores de idade

Destruída pelo desconforto da posição e desfalecendo com o esforço da tortura anal que eu estava submetendo-a, Mili estava jogada contra a pia. Com seu vestido reduzido ao mínimo, a minissaia nas nádegas, o decote abaixo dos seios, o sutiã torto e sua calcinha fio dental a meio caminho entre a sua buceta e os joelhos...

Ah, e obviamente, a Mili com o cu entupido pela minha pica e alguns fios de porra escorrendo pelas suas partes íntimas, e bem... quem está escrevendo atrás dela, enfiando no cu e segurando pela cintura para que ela não desabe.

Essa era a imagem que o Javier ia encontrar se entrasse no banheiro feminino... o cara que ele considerava seu amigo, com a pica enfiada até não poder mais no até pouco tempo virgem cu da sua ex-paixonite, da sua maior conquista...

- No banheiro masculino ou feminino?... perguntou uma voz feminina, eu intuía que era a peituda.

Merda... será que nos viram entrar?... serão só eles ou o Guille e a Vane também... que importa?... se entrarem, estamos fodidos...

- Acho que no masculino, parece que o feminino está ocupado... era a voz do Javier, o que me deu um certo alívio de que não entrariam e nos descobririam.

Por precaução, tirei silenciosamente minha pica do cu da Mili, que novamente tinha ficado pálida, só relaxou, quase como murchando quando tirei meu pau. Me dirigi até a porta, que para variar, na pressa, eu não tinha trancado.

Para evitar fazer barulho, me limitei a fazer pressão com meu corpo e evitar que alguém entrasse. Aliviado, ouvi o barulho da porta ao lado, o banheiro masculino, através da parede ouvia as risadas deles... pensei que a peituda queria fazer suas necessidades, mas...

- O que está esperando?... chupa minha pica... ordenou o Javier bruscamente na sua bebedeira.

Ao ouvir isso, fiz uma expressão tipo: "Nossa, Mili, como você pôde ficar com um cara desses?", que romântico esse pateta... a expressão da Mili, que já estava resposta, também mudou de expressão, como de surpresa, me dizendo: comigo ele nunca tratou assim... como quem diz, cada um age de acordo com o que o outro permite... - Ei... tudo bem que sua putinha (a Mili) não te deu bola e você voltou a me procurar, como sempre... mas se acalma... senão eu te mordo... replicou a peituda, como se estivesse ouvindo o que pensávamos. Quis soltar uma gargalhada, mas notei que a Mili não achou muita graça que se referissem a ela como putinha... mudou a expressão por um momento, divagou, bom, também não gostou muito de confirmar que seu ex, Javier, estava traindo ela com a peituda, suponho que no fundo já imaginava. - Ok, ok... que sensível... mas ninguém mama como você e você sabe... faz o favor... replicou Javier mais calmo, vendo que irritar a peituda poderia deixá-lo na mão. A cada frase, Javier revelava mais suas infidelidades, Mili obviamente estava distraída em pensamentos sobre isso, continuava encostada no móvel... eu não sabia se ficar com ciúmes a respeito ou dar espaço a ela... optei por fazer sinais para sairmos do banheiro. Ela, ao notar, fez um não com a cabeça... pensei que talvez, como muitas mulheres que gostam de se torturar, ela quisesse ouvir no que terminava toda aquela conversa entre Javier e a peituda... e ver se descobria mais coisas sobre eles. Felizmente, acho que ela tinha outra coisa em mente... notei que seu olhar perdido acabou se fixando no meu pau semi ereto e ainda encharcado de fluidos. Mili sorriu, se recompôs lentamente, deixou a calcinha cair de entre suas pernas no chão e a jogou para o lado, também se livrou do sutiã puxado. Assim, com o vestido desarrumado, com o pubis nu, os seios ao ar, o cabelo desgrenhado, a maquiagem borrada, as bochechas coradas, os lábios vermelhos e os olhos com um brilho particular... com tudo isso ela estava linda... Se aproximou com olhos risonhos, até apaixonados, como dando a entender que não se importava com o que acontecia ali lado… me agarro pelo pescoço e me beijo com uma mistura de paixão e ternura. A abracei, retribuí seu afeto com carícias nas costas, cintura, e obviamente minhas mãos não pararam por aí… acariciei suas nádegas carnudas… Não sei por que, mas mentalmente minha mente voou para a lembrança da Vane e seu short apertado que deixava pouco para a imaginação, era a primeira vez que a via tão conquistadora, obviamente me virei para ver sua bunda, que era bem formada, mas agora tocando a Mili percebi as diferenças entre as duas… A bunda da Vane, muito chamativa, dava pra ver que era produto de horas de academia, uma bunda firme e dura resultado da musculatura desenvolvida pelo exercício… eu tinha praticado atletismo na juventude e vi muitas garotas de maiô ou calcinha cuja musculatura chamativa nas coxas era similar à que apreciava na Vane… Por outro lado, as nádegas da Mili eram naturais, herdadas, digamos do seu próprio biotipo e desses traços de sangue brunette que ela tinha… sua bunda era macia e com a consistência daquelas bolinhas antiestresse, eu poderia passar horas amassando suas coxas… Enquanto fazia essas comparações mentais, as carícias que eu dava nas nádegas da Mili fizeram com que seus beijos fossem mais profundos, e ela ia afogando suspiros entre nossas línguas que se entrelaçavam em beijos cada vez mais ofegantes… Ao mesmo tempo, ao lado não se ouvia muito barulho, apenas algumas respirações e gemidos fortes, às vezes me parecia o Javier, às vezes a big brest, que certamente estaria chupando o pau dele como ele tanto queria e como a Mili nunca fez. Esse pensamento aparentemente também foi compartilhado pela Mili, que abandonou meus lábios e pouco a pouco foi se abaixando, passando as mãos pelo meu pescoço, descendo pelo meu torso, até que finalmente terminou ajoelhada na frente do meu pau, que ela começou a limpar lenta e carinhosamente… Seus movimentos começaram a me incitar novamente, enquanto meu pau ia crescendo lentamente em sua boca, o que ela parecia gostar e cada vez chupava meu pau com mais paixão... quase como se estivesse possuída, agarrava meu pênis como seu brinquedo, sua pirulito e se dedicava totalmente a carícias, lambidas, sucções... cheguei a pensar que a Mili mentalmente estava competindo com a big brest succiona cocks... ego de mulher no fim das contas...

A Mili, por mais que se vestisse de forma provocante, com roupas apertadas, e que todos na faculdade fantasiassem com ela... pra dizer a verdade, nunca a vi dando mole, se entregando ou se insinuando pros caras, sempre manteve todo mundo à distância com sua atitude, não cumprimentava todo mundo com beijo na bochecha, só os que considerava amigos, o resto era de longe mesmo...

Uma coisa era a Mili se sentir confortável com roupa colada no corpo, até talvez gostasse de exibir seus atributos ou se sentir orgulhosa deles... mas outra coisa era a Mili dar seus encantos pra qualquer um... O Javier conseguiu depois de muito tempo seguindo ela e disfarçando sua essência de cara pra enganá-la...

Mas essa coisa de ser provocante e dar mole combinava mais com os costumes da big brest, que era claramente uma putinha e nada sutil, basta dizer que estando com o Javier ela chegou a me dar olhares mais do que insinuantes e provocadores... pra que julgá-la, cada um vive sua vida como quer e tá visto que não sou um santo...

- Para com isso já... ufff... ufff... fica de quatro como sempre, você sabe que eu gosto... pedia ansioso o Javier ao lado.

- Mas não mete no meu cu rápido, que minha buceta tá molhada... eh... avisou a big brest que queria ser saciada também.

Eu continuava no paraíso com a chupada que a Mili tava me dando, mas voltei à realidade ao ouvir os do lado. A gente devia aproveitar a distração deles e sair de lá pra não ser descoberto... minhas mãos acariciavam os cabelos da Mili ajoelhada, mas optei por afastá-la, praticamente puxando pelos cabelos porque a Mili tinha se agarrado no meu pau como uma sanguessuga...

Por sinais fiz ela entender que era suficiente... que a gente tinha que ir embora... mas a Mili se recusou, com uma cara de paixão transbordante, ela estava extremamente excitada e não sairia daquele banheiro sem ser satisfeita de novo... surpreso com essa atitude, tentei fazê-la reagir com gestos mais severos... mas ela não deu muita bola...

Ela simplesmente optou por... ajoelhar-se, afastar-se um pouco e lentamente se inclinar, ficando de quatro, enquanto lentamente abria as pernas e arqueava as costas... para me deixar ver uma paisagem magnífica: aquelas nádegas morenas, gordas e macias, bem abertas, com sua boceta molhada e seu ânus pulsante... submissa como uma puta, totalmente entregue, esperando ser dominada...

Para o caralho... eu também não sou de aço, minhas bolas estavam cheias até não poder mais... ao sentir que eu não reagia, Mili virou o rosto de maneira provocante para me olhar, passando a língua pelos lábios carnudos e melados ainda com minha porra impregnada...

Fodeu tudo, pensei, e logo depois eu estaria certo... a pouca sanidade que eu tinha foi pro inferno, o medo de sermos pegos foi a última coisa que passou pela minha mente... essa mulher era o diabo, eu a tinha transformado nisso, numa viciada em anal e agora eu também não conseguia me afastar dela...

Só me restou respirar fundo, tirar minha calça e me dirigir lentamente para trás dela... deslizei meu pau lentamente pelos lábios vaginais dela, passando direto, para provocar mais cócegas na sua intimidade... isso a estremeceu dos pés à cabeça, ela tremeu de prazer...

Mas ela sabia que eu não queria só isso... ela passou o braço por baixo da barriga e com a mão tapou a entrada da sua boceta molhada... com a cabeça, fez um gesto negativo de menina mimada... por ali não, ela deu a entender... eu sabia o que a safada queria...

Quando posicionei meu pau na entrada do seu anel enrugado, um brilho apareceu nos olhos dela, ansiedade nos lábios entreabertos esperando a penetração... que foi feita lentamente para não fazer barulho, à medida que meu pau ia abrindo sua carne, ela cerrava os olhos, como se estivesse saboreando cada centímetro que se abria caminho na sua... esfínter apertado...
Ao mesmo tempo, no banheiro ao lado, parecia que a big brest estava sendo empalada contra a porta, já que se ouviam seus gemidos roucos e quase doloridos, e o barulho estrondoso da porta batendo... aparentemente, Javier estava descontando naquela bunda aguada tudo o que não pôde fazer no magnífico cu da Mili...

Eu comecei a tirar e enfiar lentamente minha cock na Mili, que, com o treinamento anal das últimas semanas, oferecia menos resistência do que antes. O rosto satisfeito da Mili, que na transa anterior havia se apoiado no espelho, agora estava encostado no chão, sem se importar com a sujeira. Seus cabelos desalinhados eram seu travesseiro...

Longe de estar ajoelhado atrás dela, como de costume na posição de cachorrinha, pela postura que ela adotou, não me restou nada além de me agachar, como se fazendo agachamentos, castigando seu ânus com minha cock e empurrando-a para baixo, enquanto ela resistia com os joelhos no chão e as panturrilhas levantadas, a bunda empinada, o torso e os peitos no chão, assim como seu rosto sofrido, mas cheio de prazer...

Eu a via se contorcer de prazer, bufando, mordendo os lábios para não gemer alto, apenas murmurando arrulhos lastimáveis de prazer... às vezes, ela não aguentava e mordia o próprio dedo ou tapava a boca quase até sufocar...

Ao mesmo tempo, sua outra mão buscava meu tornozelo para segurá-lo. Em alguns momentos, ela o acariciava; em outros, o agarrava com força. Nos momentos de maior êxtase, ela o apertava quase cravando as unhas, como se estivesse transmitindo todo o seu prazer e dor...

Eu estava no paraíso vendo suas nádegas se abrirem completamente... era a melhor foda que já tive com ela. A posição submissa, o quase pedido para que eu a sodomizasse, a situação excitante, quase uma competição com os do lado...
Mas caralho... com tudo isso, honestamente eu estava ficando com câimbra pela posição e depois da partida que moeu minhas pernas... mas ele estava disposto a aguentar para levar a Mili àquele orgasmo que tanto desejava, que era sua desforra, sua revanche por descobrir as galhas que eu aguentei...

Em alguns momentos eu a sentia vacilante, como prestes a explodir num orgasmo, mas se segurando, procurando prolongar sua agonia para aproveitar ao máximo... eu a via vermelha com gotas de suor que pareciam se fundir com lágrimas de prazer... até que meu corpo e seu corpo não aguentaram mais...

Minha pica explodiu novamente dentro de seu ânus apertado, parecia uma mangueira de bombeiro descontrolada, ela se contraiu bruscamente, depois mais algumas vezes... o barulho alto ao lado disfarçou nossas leves exclamações de prazer, já que aparentemente eles também estavam terminando seu serviço...

Apesar de minhas pernas quase dormentes, tive que me virar para segurar os quadris da Mili, que novamente tinham perdido as forças e queriam cair para o lado com suas pernas trêmulas, mas foi impedido pela minha pica que a tinha enganchada até as entranhas...

Só notei um sorriso gratificante nos lábios da Mili, como quando você tem um bom sonho do qual não quer acordar, mas continuar aproveitando por um bom tempo... igual nesses casos, Mili parecia ter babado no travesseiro, neste caso o chão...
- Ahhh... que rabo gostoso você tem, putinha... gritou Javier, satisfeito.
- Uhmmm... Ufff... exclamou por sua vez a big brest.

Obviamente, o elogio brusco de Javier tinha muito a ver com o prazer do momento que ele estava experimentando, porque bom rabo mesmo era o da Mili — o resto parecia mais um tamal mal embalado... O "big brest" eram seus peitões e o rosto de provocadora safada...

Parecia que a Mili estava tão embasbacada, em outro mundo, que nem prestou atenção na exclamação do Javier... Ela continuava aproveitando cada resquício do orgasmo, aquela sensação e respiração prazerosa que ficam nos instantes depois de chegar ao clímax.

Enquanto meus pulmões buscavam ar, eu estava meio tonto, à beira de uma parada cardíaca, pelo esforço, pela satisfação, por tentar não fazer barulho, abafar os gemidos... ufff... ufff... eu tentava recuperar o ritmo normal da minha respiração... alguns instantes depois, já tinha conseguido... mas não duraria muito...

A Mili já parecia ter reagido, acordado de um sonho que viraria pesadelo... Ela me olhava de baixo, amorosamente, com um sorriso de orelha a orelha, e eu retribuía o gesto enquanto acariciava suas nádegas apetitosas e bronzeadas...

Então ouvi o rangido da porta... sim, aquela porta que nunca trancamos... Puta merd... a porta foi se abrindo como em câmera lenta, enquanto eu virava o rosto com expressão de surpresa, já que estávamos meio de lado, com a porta ao lado — quem entrasse nos veria quase de perfil...

O rosto da Mili foi mudando de expressão, de satisfeita para horrorizada... Seus olhos e cabeça, que estavam me olhando, viraram para ver a porta, enquanto seus braços tentavam reposicionar seu corpo sem sucesso — ela não tinha forças, e os braços caíram de novo no chão... Minhas pernas doloridas e com cãibras não conseguiam reagir...

Minha pica ainda dura continuava ancorada na bunda generosa da Mili, que estava devastada debaixo de mim, com seu rabo gostoso exposto, empinado, aberto de pernas, com minha porra lutando para... sair… o vestido vermelho arregaçado na cintura, os seios inchados contra o chão assim como seu rosto agora frio como o piso…
E claro… grotescamente minha bunda magra e um pouco peluda ao ar, com minhas bolas encolhendo ao máximo — isso mata qualquer tesão… da mesma forma, meu pau murchando depois de ter esvaziado toda sua carga de porra no guloso cu da Mili…
A luz externa começou a entrar tênue pela porta enquanto aos poucos se avistava o jardim… felizmente vazio até então, no interior do banheiro se desenhava e crescia uma sombra que não consegui distinguir direito…
O certo é que não havia tempo de reagir, de se vestir, não havia onde se esconder, não havia para onde fugir… foi o começo do fim…
- Mas o que é isso?… foi a exclamação que ouvimos vir da porta…
E foi assim que tudo foi pro saco…
Continua...

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