Esclarecimento 1: essa história não é de minha autoria, foi escrita pelo adrianreload que já não está mais aqui no P!, estou repostando porque também gostei muito na época.
Esclarecimento 2: todos os personagens são maiores de idade
Destroçada pelo desconforto da posição e desfalecendo de esforço, pela tortura anal que eu a submeti, Mili estava jogada contra a pia. Com o vestido reduzido ao mínimo, a saia sobre as nádegas, o decote abaixo dos peitos, o sutiã torto e a calcinha fio dental no meio do caminho entre o púbis e os joelhos…
Ah, e obviamente Mili com o cu entupido pela minha pica e alguns fios de porra escorrendo pelas suas intimidades, e bom… eu aqui atrás dela, empalando ela pelo rabo e segurando pela cintura pra ela não se desmanchar.
Essa era a imagem que o Javier ia encontrar se entrasse no banheiro feminino… o cara que ele considerava amigo, com a pica enfiada até o talo no cu até então virgem da ex-namorada dele, da maior conquista dele…
- No banheiro masculino ou feminino?... perguntou uma voz feminina, eu intuía que era a peituda.
Merda… será que nos viram entrar?... são só eles ou o Guille e a Vane também?... que diferença faz?... se entrarem, estamos ferrados…
- Acho que no masculino, parece que o feminino tá ocupado… era a voz do Javier, o que me deu um certo alívio de que não iam entrar pra nos descobrir.
Por precaução, tirei silenciosamente minha pica do cu da Mili, que tinha ficado pálida de novo, só relaxou, quase como se esvaziando quando eu tirei meu pau. Fui até a porta, que, pra variar, na pressa eu não tinha trancado.
Pra evitar barulho, só fiz pressão com o corpo e impedi que alguém entrasse. Aliviado, ouvi o barulho da porta ao lado, o banheiro masculino, e pela parede dava pra escutar as risadas deles… pensei que a peituda queria fazer as necessidades dela, mas…
- Tá esperando o quê?... chupa minha pica… ordenou o Javier bruscamente, bêbado.
Ao ouvir isso, fiz uma expressão tipo: Vamos, Mili, como você pôde ficar com um cara desses?, que romântico esse babaca… a expressão da Mili, que já estava Respondi, também mudei como que surpreso, dizendo pra mim: "comigo nunca foi assim..." tipo, cada um age de acordo com o que o outro permite...
- Ei... tudo bem que sua puta (Mili) não te deu bola e você veio me procurar de novo, como sempre... mas se acalma... senão eu te mordo... retrucou a peituda, como se ouvisse o que a gente pensava.
Quis soltar uma gargalhada, mas percebi que a Mili não gostou nada de ser chamada de puta... a expressão dela mudou por um instante, viajei, bom, também não curtiu muito descobrir que o ex Javier tava traindo ela com a peituda, acho que no fundo ela já desconfiava.
- Ok, ok... que sensível... mas ninguém chupa igual você e você sabe disso... me faz o favor... respondeu Javier mais calmo, vendo que a peituda irritada podia deixar ele na mão.
A cada frase, Javier revelava mais suas traições, Mili obviamente tava distraída pensando nisso, continuava apoiada no móvel... eu não sabia se ficava com ciúmes ou dava espaço pra ela... optei por fazer um sinal pra gente sair do banheiro.
Ela percebeu e balançou a cabeça negando... pensei que talvez, como muitas mulheres que gostam de se torturar, queria ouvir como terminava aquela conversa entre Javier e a peituda... e ver se descobria mais coisas sobre eles.
Felizmente acho que ela tinha outra coisa em mente... notei que o olhar perdido dela acabou pousando no meu pau meio duro e ainda molhado de líquidos. Mili sorriu, se recompôs devagar, deixou a calcinha cair entre as pernas no chão e chutou pra longe, também se livrou do sutiã todo puxado.
Assim, com o vestido desarrumado, a ppk de fora, os peitos no ar, o cabelo bagunçado, a maquiagem borrada, as bochechas coradas, os lábios vermelhos e os olhos com um brilho especial... com tudo isso ela tava linda...
Ela se aproximou com olhos sorridentes, quase apaixonados, como me dizendo que não ligava pro que tava rolando do lado… ela me pegou pelo pescoço e me beijou com uma mistura de paixão e ternura. Eu a abracei, retribuí o carinho com afagos nas costas, na cintura, e claro, minhas mãos não pararam por aí… acariciei aquela bunda carnuda dela…
Não sei por quê, mas minha mente voou pra lembrança da Vane e aquele short apertado que deixava pouco pra imaginação, era a primeira vez que eu a via tão dominadora, obviamente dei um jeito de olhar pra rabeta dela, que era bem torneada, mas agora tocando a Mili percebi as diferenças entre as duas…
A bunda da Vane era chamativa, dava pra ver que era fruto de horas de academia, uma bunda firme e dura, resultado da musculatura desenvolvida pelo exercício… eu tinha praticado atletismo na juventude e vi muitas minas de lycra ou shortinho cuja musculatura marcada nas coxas era parecida com a que eu via na Vane…
Já a bunda da Mili era natural, de herança, digamos do próprio biotipo dela e daqueles traços de sangue moreno que ela tinha… a rabeta dela era macia, com a consistência daquelas bolinhas antiestresse, dava pra passar horas amassando as coxas dela…
Enquanto eu fazia essas comparações mentais, os carinhos que eu dava no traseiro da Mili fizeram com que os beijos dela ficassem mais profundos, e ela foi abafando suspiros entre nossas línguas que se entrelaçavam em beijos cada vez mais ofegantes…
Ao mesmo tempo, do lado não se ouvia muito barulho, só umas respirações e gemidos fortes, às vezes parecia o Javier, às vezes a peituda, que com certeza tava chupando a pica dele como ele tanto queria e como a Mili nunca fez.
Esse pensamento parece que também passou pela cabeça da Mili, que largou meus lábios e foi se abaixando aos poucos, passando as mãos pelo meu pescoço, descendo pelo meu torso, até que finalmente ficou de joelhos na frente da minha pica, e começou a limpar ela devagar e com carinho…
Os movimentos dela começaram a me excitar de novo, enquanto minha pica ia crescendo devagar na boca dela, o que Parecia que ela gostava e cada vez me chupava com mais paixão… quase como possuída, segurava meu pau como se fosse um brinquedo, um pirulito doce, e se desdobrava em carícias, lambidas, chupões… cheguei a pensar que a Mili, mentalmente, estava competindo com a peituda chupadora de paus… ego feminino, no fim das contas…
A Mili, por mais que se vestisse de forma provocante, com roupas apertadas, e que todo mundo na faculdade fantasiava com ela… pra ser sincero, nunca a vi paquerar, se oferecer ou dar em cima de caras, ela sempre manteve todo mundo na linha com a atitude dela, não cumprimentava todo mundo com beijo no rosto, só quem ela considerava amigo, o resto era de longe mesmo…
Uma coisa era a Mili se sentir confortável com roupas coladas no corpo, talvez até gostar de mostrar seus atributos ou se orgulhar deles… mas outra coisa era a Mili dar seus encantos pra qualquer um… o Javier conseguiu depois de muito tempo seguindo ela e disfarçando a essência de babaca pra enganar ela…
Mas essa coisa de ser provocante e oferecida combinava mais com os costumes da peituda, que claramente era uma oferecida e nada sutil, pra vocês terem ideia, estando com o Javier, ela chegou a me olhar de um jeito mais que insinuante e provocador… quem sou eu pra julgar, cada um vive a vida como quer e tá visto que não sou nenhum santo…
- Para com isso já… ufff… ufff… fica de quatro como sempre, você sabe que eu gosto… pedia o Javier ansioso do lado.
- Mas não enfia no meu cu rápido não, que minha buceta tá molhada… eh… avisou a peituda, que queria ser saciada também.
Eu continuava no paraíso com a chupada que a Mili me dava, mas voltei ao normal depois de ouvir os do lado. A gente tinha que aproveitar a distração deles e sair dali pra não ser descoberto… minhas mãos acariciavam os cabelos da Mili ajoelhada, mas resolvi afastá-la, praticamente puxando ela pelos cabelos porque a Mili tinha se agarrado no meu pau como sanguessuga…
Com sinais, fiz ela entender que já era o suficiente… que a gente tinha que vazar… mas a Mili recusou, com Uma cara de paixão descontrolada, ela tava extremamente tesuda e não ia sair daquele banheiro sem que eu satisfizesse ela de novo... surpreso com aquela atitude, tentei fazê-la reagir com gestos mais severos... mas ela pouco ligou...
Só me restou... de joelhos, ela se afastar um pouco e devagar se inclinar, ficando de quatro, enquanto lentamente ia abrindo as pernas e arqueando as costas... pra me deixar à vista uma paisagem magnífica: aquelas bundas gordas e macias, morenas, abertas de par em par, com a buceta molhada e o cu pulsando... submissa como uma puta, totalmente entregue, esperando ser dominada...
Foda-se... também não sou de aço, minhas bolas tavam inchadas pra caralho... ao sentir que ela não reagia, Mili virou o rosto de forma provocativa pra me olhar, passando a língua pelos lábios carnudos e melados, ainda com meu gozo impregnado...
Fodeu tudo, pensei, e pouco depois eu teria razão... a pouca sanidade que eu tinha foi pro caralho, o medo de sermos pegos era a última coisa que passava pela minha cabeça... essa mulher era o diabo, eu tinha transformado ela nisso, numa viciada em cu, e agora também não conseguia me afastar dela...
Só me restou, respirar fundo, me livrar da calça e ir devagar atrás dela... deslizei meu pau lentamente pelos lábios da buceta dela, passando de leve, pra provocar mais cócegas nas intimidades dela... isso a fez tremer dos pés à cabeça, ela vibrou de prazer...
Mas ela sabia que eu não queria só aquilo... ela passou o braço por baixo da barriga e com a mão tampou a entrada da boceta molhada... com a cabeça fez um gesto negativo de menina mimada... por ali não, me deu a entender... eu sabia o que a safada queria...
Quando apoiei meu pau na entrada do cu enrugado dela, um brilho apareceu nos olhos dela, ansiedade nos lábios semiabertos esperando a penetração... que foi feita devagar pra não fazer barulho, enquanto meu pau ia abrindo a carne dela, ela semicerrava os olhos, como se estivesse aproveitando cada centímetro que se abria caminho no cu dela... Esfínter apertado...
Ao mesmo tempo, no banheiro ao lado, parecia que a peituda estava sendo empalada contra a porta, porque dava pra ouvir os gemidos brutos dela, quase doloridos, e o barulho estrondoso da porta... pelo visto, o Javier estava descontando naquele rabo molenga tudo o que não pôde fazer no cu magnífico da Mili...
Eu comecei a enfiar e tirar devagar minha pica na Mili, que, com o treinamento anal das últimas semanas, oferecia menos resistência do que antes. O rostinho satisfeito da Mili, que na foda anterior tinha se apoiado no espelho, agora ela encostava a cara no chão sem se importar se tava sujo, os cabelos bagunçados servindo de travesseiro...
Longe de estar ajoelhado atrás dela, como de costume na posição de quatro, por causa da posição que ela assumiu, não me restou outra opção senão ficar agachado, como fazendo agachamento, castigando o cu dela com minha pica, empurrando ela pra baixo, enquanto ela resistia com os joelhos no chão e as panturrilhas levantadas, a bunda empinada, o tronco e os peitos no chão, assim como a cara sofrida, mas cheia de prazer...
Eu via ela se contorcer de tesão, bufar, morder os lábios pra não gemer alto, só soltando uns gemidinhos chorosos de prazer... às vezes ela não aguentava e mordia o próprio dedo ou tapava a boca quase até se sufocar...
Ao mesmo tempo, a outra mão dela procurava meu tornozelo pra segurar, ora acariciando, ora apertando com força, nos momentos de maior êxtase, ela apertava quase cravando as unhas, como se tivesse me passando todo o prazer e a dor dela...
Eu tava no paraíso vendo a bunda dela se abrir toda... foi a melhor foda que eu já tive com ela, a posição submissa, o pedido praticamente implorando pra eu sodomizar ela, a situação excitante quase como uma competição com os do lado...Porra… com tudo isso, sinceramente eu tava cãibra de ficar naquela posição e depois do jogo que moeu minhas pernas… mas tô disposto a aguentar pra levar a Mili naquele orgasmo que ela tanto queria, que era a vingança dela, a revanche por descobrir os chifres que aguentou…
De vez em quando sentia ela bamba, quase explodindo num orgasmo, mas se segurando, tentando prolongar a agonia pra aproveitar ao máximo… via ela toda vermelha, com gotas de suor que pareciam se misturar com lágrimas de prazer… até que meu corpo e o dela não aguentaram mais…
Meu pau explodiu de novo dentro do cu apertado dela, parecia uma mangueira de bombeiro descontrolada, ela se contraiu de repente, depois mais umas duas vezes… o barulhão do lado disfarçou nossas leves exclamações de prazer, porque parecia que eles também tavam terminando a foda…
Apesar das minhas pernas quase dormentes, tive que me virar pra segurar o quadril da Mili, que tinha perdido as forças de novo e queria cair de lado com as pernas tremendo, mas meu pau evitou, porque tava enfiado até o fundo dela…
Só notei um sorriso satisfeito nos lábios da Mili, igual quando você tem um sonho bom e não quer acordar, só continuar curtindo por um tempão… igual nesses casos, a Mili parecia ter babado no travesseiro, só que no caso, no chão…- Ahhh... que buceta gostosa você tem, puta... gritou Javier, satisfeito.
- Uhmmm... Ufff... exclamou por sua vez a peituda.
Obviamente, o elogio brusco de Javier tinha tudo a ver com o prazer do momento que ele estava sentindo, porque buceta gostosa era a da Mili, a outra parecia mais um pastel mal embalado... o negócio da peituda eram os peitões enormes e a cara de provocadora safada.
Parecia que Mili estava tão bobona, noutro mundo, que nem prestou atenção na exclamação de Javier... continuava curtindo cada resto do orgasmo, aquela sensação e respiração gostosa que fica depois de gozar.
Enquanto meus pulmões buscavam ar, eu tava meio tonto, quase tendo um treco, de tanto esforço, satisfação, tentando não fazer barulho, segurando os gemidos... ufff... ufff... tentava voltar ao ritmo normal da respiração... depois de uns segundos consegui... mas não ia durar muito.
Mili já parecia ter reagido, acordado de um sonho que ia virar pesadelo... me olhava de baixo com carinho, com um sorriso de orelha a orelha, eu retribuía o mesmo gesto enquanto acariciava as bundas gostosas e bronzeadas dela...
Aí ouvi o rangido da porta... sim, daquela porta que a gente nunca trancou... Porra... a porta foi se abrindo em câmera lenta enquanto eu virava o rosto com expressão de surpresa, já que a gente tava meio de lado, com a porta do lado, quem entrasse ia ver a gente quase de perfil...
O rosto de Mili foi mudando de satisfação para horror... os olhos e a cabeça dela, que estavam olhando, viraram pra ver a porta, enquanto os braços tentavam levantar o corpo sem sucesso, não tinha forças e os braços caíram de novo no chão... minhas pernas doloridas e cãibradas não conseguiam reagir...
Meu pau ainda duro continuava enfiado na bunda generosa da Mili, que tava destruída debaixo de mim com a bunda gostosa pra cima, arreganhada, com meu gozo lutando pra sair... sair… o vestido vermelho arregaçado na cintura, os peitos esmagados contra o chão, igual ao rosto dela agora frio como o piso…
E claro… grotescamente, meu rabo magro e meio peludo exposto, com minhas bolas encolhidas ao máximo, isso acaba com qualquer tesão… do mesmo jeito, meu pau murchando depois de ter esvaziado toda a carga de porra no cu guloso da Mili…
A luz de fora começou a entrar fracamente pela porta enquanto, aos poucos, o jardim ia aparecendo… por sorte vazio até aquele momento. Dentro do banheiro, uma sombra foi se desenhando e crescendo, e eu não consegui distinguir direito…
O fato é que não deu tempo de reagir, de se vestir, não tinha onde se esconder, não tinha para onde fugir… foi o começo do fim…
— Mas o que é isso…? — foi a exclamação que ouvimos vindo da porta…
E foi assim que tudo se fodeu.Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Continua…
Esclarecimento 2: todos os personagens são maiores de idade
Destroçada pelo desconforto da posição e desfalecendo de esforço, pela tortura anal que eu a submeti, Mili estava jogada contra a pia. Com o vestido reduzido ao mínimo, a saia sobre as nádegas, o decote abaixo dos peitos, o sutiã torto e a calcinha fio dental no meio do caminho entre o púbis e os joelhos…
Ah, e obviamente Mili com o cu entupido pela minha pica e alguns fios de porra escorrendo pelas suas intimidades, e bom… eu aqui atrás dela, empalando ela pelo rabo e segurando pela cintura pra ela não se desmanchar.
Essa era a imagem que o Javier ia encontrar se entrasse no banheiro feminino… o cara que ele considerava amigo, com a pica enfiada até o talo no cu até então virgem da ex-namorada dele, da maior conquista dele…
- No banheiro masculino ou feminino?... perguntou uma voz feminina, eu intuía que era a peituda.
Merda… será que nos viram entrar?... são só eles ou o Guille e a Vane também?... que diferença faz?... se entrarem, estamos ferrados…
- Acho que no masculino, parece que o feminino tá ocupado… era a voz do Javier, o que me deu um certo alívio de que não iam entrar pra nos descobrir.
Por precaução, tirei silenciosamente minha pica do cu da Mili, que tinha ficado pálida de novo, só relaxou, quase como se esvaziando quando eu tirei meu pau. Fui até a porta, que, pra variar, na pressa eu não tinha trancado.
Pra evitar barulho, só fiz pressão com o corpo e impedi que alguém entrasse. Aliviado, ouvi o barulho da porta ao lado, o banheiro masculino, e pela parede dava pra escutar as risadas deles… pensei que a peituda queria fazer as necessidades dela, mas…
- Tá esperando o quê?... chupa minha pica… ordenou o Javier bruscamente, bêbado.
Ao ouvir isso, fiz uma expressão tipo: Vamos, Mili, como você pôde ficar com um cara desses?, que romântico esse babaca… a expressão da Mili, que já estava Respondi, também mudei como que surpreso, dizendo pra mim: "comigo nunca foi assim..." tipo, cada um age de acordo com o que o outro permite...
- Ei... tudo bem que sua puta (Mili) não te deu bola e você veio me procurar de novo, como sempre... mas se acalma... senão eu te mordo... retrucou a peituda, como se ouvisse o que a gente pensava.
Quis soltar uma gargalhada, mas percebi que a Mili não gostou nada de ser chamada de puta... a expressão dela mudou por um instante, viajei, bom, também não curtiu muito descobrir que o ex Javier tava traindo ela com a peituda, acho que no fundo ela já desconfiava.
- Ok, ok... que sensível... mas ninguém chupa igual você e você sabe disso... me faz o favor... respondeu Javier mais calmo, vendo que a peituda irritada podia deixar ele na mão.
A cada frase, Javier revelava mais suas traições, Mili obviamente tava distraída pensando nisso, continuava apoiada no móvel... eu não sabia se ficava com ciúmes ou dava espaço pra ela... optei por fazer um sinal pra gente sair do banheiro.
Ela percebeu e balançou a cabeça negando... pensei que talvez, como muitas mulheres que gostam de se torturar, queria ouvir como terminava aquela conversa entre Javier e a peituda... e ver se descobria mais coisas sobre eles.
Felizmente acho que ela tinha outra coisa em mente... notei que o olhar perdido dela acabou pousando no meu pau meio duro e ainda molhado de líquidos. Mili sorriu, se recompôs devagar, deixou a calcinha cair entre as pernas no chão e chutou pra longe, também se livrou do sutiã todo puxado.
Assim, com o vestido desarrumado, a ppk de fora, os peitos no ar, o cabelo bagunçado, a maquiagem borrada, as bochechas coradas, os lábios vermelhos e os olhos com um brilho especial... com tudo isso ela tava linda...
Ela se aproximou com olhos sorridentes, quase apaixonados, como me dizendo que não ligava pro que tava rolando do lado… ela me pegou pelo pescoço e me beijou com uma mistura de paixão e ternura. Eu a abracei, retribuí o carinho com afagos nas costas, na cintura, e claro, minhas mãos não pararam por aí… acariciei aquela bunda carnuda dela…
Não sei por quê, mas minha mente voou pra lembrança da Vane e aquele short apertado que deixava pouco pra imaginação, era a primeira vez que eu a via tão dominadora, obviamente dei um jeito de olhar pra rabeta dela, que era bem torneada, mas agora tocando a Mili percebi as diferenças entre as duas…
A bunda da Vane era chamativa, dava pra ver que era fruto de horas de academia, uma bunda firme e dura, resultado da musculatura desenvolvida pelo exercício… eu tinha praticado atletismo na juventude e vi muitas minas de lycra ou shortinho cuja musculatura marcada nas coxas era parecida com a que eu via na Vane…
Já a bunda da Mili era natural, de herança, digamos do próprio biotipo dela e daqueles traços de sangue moreno que ela tinha… a rabeta dela era macia, com a consistência daquelas bolinhas antiestresse, dava pra passar horas amassando as coxas dela…
Enquanto eu fazia essas comparações mentais, os carinhos que eu dava no traseiro da Mili fizeram com que os beijos dela ficassem mais profundos, e ela foi abafando suspiros entre nossas línguas que se entrelaçavam em beijos cada vez mais ofegantes…
Ao mesmo tempo, do lado não se ouvia muito barulho, só umas respirações e gemidos fortes, às vezes parecia o Javier, às vezes a peituda, que com certeza tava chupando a pica dele como ele tanto queria e como a Mili nunca fez.
Esse pensamento parece que também passou pela cabeça da Mili, que largou meus lábios e foi se abaixando aos poucos, passando as mãos pelo meu pescoço, descendo pelo meu torso, até que finalmente ficou de joelhos na frente da minha pica, e começou a limpar ela devagar e com carinho…
Os movimentos dela começaram a me excitar de novo, enquanto minha pica ia crescendo devagar na boca dela, o que Parecia que ela gostava e cada vez me chupava com mais paixão… quase como possuída, segurava meu pau como se fosse um brinquedo, um pirulito doce, e se desdobrava em carícias, lambidas, chupões… cheguei a pensar que a Mili, mentalmente, estava competindo com a peituda chupadora de paus… ego feminino, no fim das contas…
A Mili, por mais que se vestisse de forma provocante, com roupas apertadas, e que todo mundo na faculdade fantasiava com ela… pra ser sincero, nunca a vi paquerar, se oferecer ou dar em cima de caras, ela sempre manteve todo mundo na linha com a atitude dela, não cumprimentava todo mundo com beijo no rosto, só quem ela considerava amigo, o resto era de longe mesmo…
Uma coisa era a Mili se sentir confortável com roupas coladas no corpo, talvez até gostar de mostrar seus atributos ou se orgulhar deles… mas outra coisa era a Mili dar seus encantos pra qualquer um… o Javier conseguiu depois de muito tempo seguindo ela e disfarçando a essência de babaca pra enganar ela…
Mas essa coisa de ser provocante e oferecida combinava mais com os costumes da peituda, que claramente era uma oferecida e nada sutil, pra vocês terem ideia, estando com o Javier, ela chegou a me olhar de um jeito mais que insinuante e provocador… quem sou eu pra julgar, cada um vive a vida como quer e tá visto que não sou nenhum santo…
- Para com isso já… ufff… ufff… fica de quatro como sempre, você sabe que eu gosto… pedia o Javier ansioso do lado.
- Mas não enfia no meu cu rápido não, que minha buceta tá molhada… eh… avisou a peituda, que queria ser saciada também.
Eu continuava no paraíso com a chupada que a Mili me dava, mas voltei ao normal depois de ouvir os do lado. A gente tinha que aproveitar a distração deles e sair dali pra não ser descoberto… minhas mãos acariciavam os cabelos da Mili ajoelhada, mas resolvi afastá-la, praticamente puxando ela pelos cabelos porque a Mili tinha se agarrado no meu pau como sanguessuga…
Com sinais, fiz ela entender que já era o suficiente… que a gente tinha que vazar… mas a Mili recusou, com Uma cara de paixão descontrolada, ela tava extremamente tesuda e não ia sair daquele banheiro sem que eu satisfizesse ela de novo... surpreso com aquela atitude, tentei fazê-la reagir com gestos mais severos... mas ela pouco ligou...
Só me restou... de joelhos, ela se afastar um pouco e devagar se inclinar, ficando de quatro, enquanto lentamente ia abrindo as pernas e arqueando as costas... pra me deixar à vista uma paisagem magnífica: aquelas bundas gordas e macias, morenas, abertas de par em par, com a buceta molhada e o cu pulsando... submissa como uma puta, totalmente entregue, esperando ser dominada...
Foda-se... também não sou de aço, minhas bolas tavam inchadas pra caralho... ao sentir que ela não reagia, Mili virou o rosto de forma provocativa pra me olhar, passando a língua pelos lábios carnudos e melados, ainda com meu gozo impregnado...
Fodeu tudo, pensei, e pouco depois eu teria razão... a pouca sanidade que eu tinha foi pro caralho, o medo de sermos pegos era a última coisa que passava pela minha cabeça... essa mulher era o diabo, eu tinha transformado ela nisso, numa viciada em cu, e agora também não conseguia me afastar dela...
Só me restou, respirar fundo, me livrar da calça e ir devagar atrás dela... deslizei meu pau lentamente pelos lábios da buceta dela, passando de leve, pra provocar mais cócegas nas intimidades dela... isso a fez tremer dos pés à cabeça, ela vibrou de prazer...
Mas ela sabia que eu não queria só aquilo... ela passou o braço por baixo da barriga e com a mão tampou a entrada da boceta molhada... com a cabeça fez um gesto negativo de menina mimada... por ali não, me deu a entender... eu sabia o que a safada queria...
Quando apoiei meu pau na entrada do cu enrugado dela, um brilho apareceu nos olhos dela, ansiedade nos lábios semiabertos esperando a penetração... que foi feita devagar pra não fazer barulho, enquanto meu pau ia abrindo a carne dela, ela semicerrava os olhos, como se estivesse aproveitando cada centímetro que se abria caminho no cu dela... Esfínter apertado...
Ao mesmo tempo, no banheiro ao lado, parecia que a peituda estava sendo empalada contra a porta, porque dava pra ouvir os gemidos brutos dela, quase doloridos, e o barulho estrondoso da porta... pelo visto, o Javier estava descontando naquele rabo molenga tudo o que não pôde fazer no cu magnífico da Mili...
Eu comecei a enfiar e tirar devagar minha pica na Mili, que, com o treinamento anal das últimas semanas, oferecia menos resistência do que antes. O rostinho satisfeito da Mili, que na foda anterior tinha se apoiado no espelho, agora ela encostava a cara no chão sem se importar se tava sujo, os cabelos bagunçados servindo de travesseiro...
Longe de estar ajoelhado atrás dela, como de costume na posição de quatro, por causa da posição que ela assumiu, não me restou outra opção senão ficar agachado, como fazendo agachamento, castigando o cu dela com minha pica, empurrando ela pra baixo, enquanto ela resistia com os joelhos no chão e as panturrilhas levantadas, a bunda empinada, o tronco e os peitos no chão, assim como a cara sofrida, mas cheia de prazer...
Eu via ela se contorcer de tesão, bufar, morder os lábios pra não gemer alto, só soltando uns gemidinhos chorosos de prazer... às vezes ela não aguentava e mordia o próprio dedo ou tapava a boca quase até se sufocar...
Ao mesmo tempo, a outra mão dela procurava meu tornozelo pra segurar, ora acariciando, ora apertando com força, nos momentos de maior êxtase, ela apertava quase cravando as unhas, como se tivesse me passando todo o prazer e a dor dela...
Eu tava no paraíso vendo a bunda dela se abrir toda... foi a melhor foda que eu já tive com ela, a posição submissa, o pedido praticamente implorando pra eu sodomizar ela, a situação excitante quase como uma competição com os do lado...Porra… com tudo isso, sinceramente eu tava cãibra de ficar naquela posição e depois do jogo que moeu minhas pernas… mas tô disposto a aguentar pra levar a Mili naquele orgasmo que ela tanto queria, que era a vingança dela, a revanche por descobrir os chifres que aguentou…
De vez em quando sentia ela bamba, quase explodindo num orgasmo, mas se segurando, tentando prolongar a agonia pra aproveitar ao máximo… via ela toda vermelha, com gotas de suor que pareciam se misturar com lágrimas de prazer… até que meu corpo e o dela não aguentaram mais…
Meu pau explodiu de novo dentro do cu apertado dela, parecia uma mangueira de bombeiro descontrolada, ela se contraiu de repente, depois mais umas duas vezes… o barulhão do lado disfarçou nossas leves exclamações de prazer, porque parecia que eles também tavam terminando a foda…
Apesar das minhas pernas quase dormentes, tive que me virar pra segurar o quadril da Mili, que tinha perdido as forças de novo e queria cair de lado com as pernas tremendo, mas meu pau evitou, porque tava enfiado até o fundo dela…
Só notei um sorriso satisfeito nos lábios da Mili, igual quando você tem um sonho bom e não quer acordar, só continuar curtindo por um tempão… igual nesses casos, a Mili parecia ter babado no travesseiro, só que no caso, no chão…- Ahhh... que buceta gostosa você tem, puta... gritou Javier, satisfeito.
- Uhmmm... Ufff... exclamou por sua vez a peituda.
Obviamente, o elogio brusco de Javier tinha tudo a ver com o prazer do momento que ele estava sentindo, porque buceta gostosa era a da Mili, a outra parecia mais um pastel mal embalado... o negócio da peituda eram os peitões enormes e a cara de provocadora safada.
Parecia que Mili estava tão bobona, noutro mundo, que nem prestou atenção na exclamação de Javier... continuava curtindo cada resto do orgasmo, aquela sensação e respiração gostosa que fica depois de gozar.
Enquanto meus pulmões buscavam ar, eu tava meio tonto, quase tendo um treco, de tanto esforço, satisfação, tentando não fazer barulho, segurando os gemidos... ufff... ufff... tentava voltar ao ritmo normal da respiração... depois de uns segundos consegui... mas não ia durar muito.
Mili já parecia ter reagido, acordado de um sonho que ia virar pesadelo... me olhava de baixo com carinho, com um sorriso de orelha a orelha, eu retribuía o mesmo gesto enquanto acariciava as bundas gostosas e bronzeadas dela...
Aí ouvi o rangido da porta... sim, daquela porta que a gente nunca trancou... Porra... a porta foi se abrindo em câmera lenta enquanto eu virava o rosto com expressão de surpresa, já que a gente tava meio de lado, com a porta do lado, quem entrasse ia ver a gente quase de perfil...
O rosto de Mili foi mudando de satisfação para horror... os olhos e a cabeça dela, que estavam olhando, viraram pra ver a porta, enquanto os braços tentavam levantar o corpo sem sucesso, não tinha forças e os braços caíram de novo no chão... minhas pernas doloridas e cãibradas não conseguiam reagir...
Meu pau ainda duro continuava enfiado na bunda generosa da Mili, que tava destruída debaixo de mim com a bunda gostosa pra cima, arreganhada, com meu gozo lutando pra sair... sair… o vestido vermelho arregaçado na cintura, os peitos esmagados contra o chão, igual ao rosto dela agora frio como o piso…
E claro… grotescamente, meu rabo magro e meio peludo exposto, com minhas bolas encolhidas ao máximo, isso acaba com qualquer tesão… do mesmo jeito, meu pau murchando depois de ter esvaziado toda a carga de porra no cu guloso da Mili…
A luz de fora começou a entrar fracamente pela porta enquanto, aos poucos, o jardim ia aparecendo… por sorte vazio até aquele momento. Dentro do banheiro, uma sombra foi se desenhando e crescendo, e eu não consegui distinguir direito…
O fato é que não deu tempo de reagir, de se vestir, não tinha onde se esconder, não tinha para onde fugir… foi o começo do fim…
— Mas o que é isso…? — foi a exclamação que ouvimos vindo da porta…
E foi assim que tudo se fodeu.Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Continua…
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