Erika y el burro

Vocês já sabem ou podem imaginar que os encontros sexuais da minha puta, quanto mais pesados, melhor pra mim. Dias depois do burro ter fodido a Erika em todos os buracos, ela ficou bem dolorida dessa vez. E não me deixou transar com ela por pelo menos uma semana, nem com mais ninguém, segundo ela... Combinamos um novo encontro com Ramón, Ángel e, claro, o novo amigo. Os primos não perderam tempo e já foram tirando a roupa dela pra meter a pica. Eu e o burro estávamos conversando sobre a passagem dele pela prisão e as várias experiências que viveu lá dentro, até que nossos ouvidos alcançavam os gemidos da minha mulher gostosa sendo empalada ao mesmo tempo pelo cu — isso a gente descobriu depois, porque eles tinham se trancado num quarto. O burro, que só nesse dia me disse o nome dele, Alan, propôs levar as experiências da minha esposa ainda mais longe. Ele me explicou que vários presos não tinham visita íntima por falta de mulher pra visitá-los e, embora o sexo homossexual seja bem comum, muitos preferiam se matar na punheta do que comer outro cara. Então ele tinha os contatos certos pra Erika visitar alguns, tudo por causa do comportamento tão liberal dela. Não pensei muito e fiquei de avisar a resposta da minha esposa. Duas horas depois, a gente saía daquela casa (com a buceta e o cu bem dilatados pela pica longa e grossa do Alan, claro). Já em casa, depois de um banho relaxante, apresentei a ideia do novo amigo pra ela. Erika pensou por um bom tempo e disse que talvez não fosse uma ideia tão ruim, que com certeza encontraria caras muito necessitados, capazes de dar um bom sexo pra ela. Depois de dar a notícia, Alan fez umas ligações na hora e até visitou o local pra acertar a primeira visita. Dois dias depois, Erika teria sua primeira visita, e Alan, que também é um pervertido de primeira, aumentou ainda mais o tesão. Como conhecia e lidava com os guardas, sabia muito bem quem toparia a putaria. pequena compensação em espécie pelos favores (essa compensação se traduz em uns apalpões descarados, sexo oral da Erika nos guardas e talvez algum enfiasse a pica na minha esposa). Chegamos no estacionamento, a Erika, acompanhada pelo Alan, entrou na penitenciária e, depois de meia hora, o Alan voltou pro carro com um sorrisão no rosto, porque a Erika não sabia que os guardas iam passar dos limites com a esposa abnegada. Graças à tecnologia, a gente testemunhou por videochamada o guarda entrando numa salinha onde ele tinha deixado o próprio celular gravando o encontro. Antes disso, já tinham revistado os pertences da Erika. Nessa sala, faziam a revista física do visitante. O guarda argumentou que, por falta de funcionária feminina, ele teria que fazer esse serviço. Pediu pra ela tirar o suéter e colocar as duas mãos em cima de uma mesa. Ela obedeceu, imaginando o que viria, e a buceta dela ficou toda melada. O celular filmava ela de frente, e o vigilante, todo "profissional", ficou atrás dela, fazendo gestos obscenos pra câmera, imitando com as mãos o tamanho dos peitos e fechando o punho, movendo ele perto do rosto pra indicar um boquete. No carro, eu e o Alan estávamos morrendo de rir das palhaçadas. Aí, num tom mais sério, o cara falou pra minha esposa que aquela revista era de rotina, porque muita gente tenta entrar com celular, droga e arma. Ele falava isso enquanto colocava as duas mãos na cintura da Erika. Ali, a gente parou de rir e ficou vidrado na tela. O cara começou a subir pelas laterais, parou na barra da saia, enfiou os polegares por baixo do tecido e passou dos lados pra frente e de volta pra trás. Continuou subindo pelas laterais, passou por baixo das axilas e percorreu os braços. O normal seria ele tirar as mãos e começar de novo de onde tinha parado, mas, em vez disso, ele fez... O movimento inverso, passando por onde já tinha tocado, chegou ao quadril e foi descendo pelas coxas, mesmo com a saia indo até os joelhos e ela sem meia, o cara desceu pelas panturrilhas até os pés, pediu pra ela tirar os sapatos, depois disso, subiu as mãos pela parte interna das coxas (esses detalhes a Erika contou depois, a câmera só pegava da cintura pra cima), a saia subiu junto com as mãos do guarda, ele passou essas mãos meio ásperas pelas bundas dela e até abriu elas, enxergando a rosquinha escura do cu e os lábios maiores da buceta, quando a gente viu a cara do cara, ele tava vermelho que nem tomate, imaginando que a cock devia tá bem dura, com a saia enrolada na cintura pediu pra ela tirar a blusa, deixou as mãos no quadril fazendo a Erika apoiar a bunda na cock dele ao ficar sem apoio das próprias mãos, ela tirou a blusa pelos ombros, o cara esticou a cabeça pro lado dela e apreciou os peitos apertados no sutiã, sem falar nada, subiu as mãos depois de grudar mais o pau no cu feminino e agarrou os dois peitos, a Erika também tava vermelha, dizia que se naquele momento o cara possuísse ela, gozava na primeira estocada, o guarda já excitado, meteu as mãos por baixo do sutiã e apertou os dois bicos, que tavam durinhos pra caralho, a Erika tinha uma cara de puta impossível, porque a gente tava tão tesudo quanto ela, até o Alán tinha tirado a cock e tava se acariciando devagar, mas com muito prazer, não demorei pra imitar ele, na tela, a Erika continuava recebendo apertões nos peitos e empurrava a bunda pra sentir a cock dura, por fim ele deixou os peitos dela em paz e desceu a mão sumindo da nossa vista, a Erika abriu a boca, tava claro que agora o cara tava checando se ela não tinha algum objeto estranho e proibido nas cavidades dela, com a mão livre amassava um peito e a linha de não retorno tinha sido ultrapassada, a gente viu como ela lutava O fecho da calça dele liberou um membro normal, mas duro e quente pra caralho. Ele agarrou o cabelo dela e, bruscamente, a fez ajoelhar. "Chupa, puta. Você me deixou muito excitado, e se eu não te estuprar aqui é porque pagaram bem pelos seus serviços." Erika já estava com a boca aberta e pronta quando ele puxou o cabelo dela sem delicadeza. O membro entrou até a base (coisa fácil pra puta). "Ahhh, ahhhh, siiiim, engole, cadela, siiiim!" Nem uma gota escapou dos lábios gulosos. Com a pica mole e as pernas tremendo, o guarda disse pra ela arrumar a roupa e que o que aconteceu ali deveria ficar absolutamente entre eles. Não esperou resposta. Saíram pelo outro lado da sala, e minutos depois o guarda voltou sozinho. "Puf, que puta tremenda você trouxe, Alán. Não é modelo, mas os peitos e a bunda dela são sem defeito, hahaha. E que jeito de engolir porra. Soltei o de dois turnos. O filho da puta do meu substituto não apareceu pra trabalhar..." Pouco mais de uma hora depois, Erika subiu no carro. Dois preservativos cheios de porra foram o troféu dela, sem contar a gorjeta generosa que recebeu de Alán. "Nunca vi alguém tão desesperado. Assim que entrei na sala de visitas, o cara enfiou a pica na minha boca, praticamente me comeu por ela. Quase me fez vomitar a gozada do guarda. E se aquele tava carregado, esse cara me fez engolir pelo menos o dobro de porra. Depois, me jogou na cama e comeu minha pussy enquanto recuperava a ereção. Tirou meus peitos pra fora e chupou eles por um bom tempo. Colocou a camisinha pra foder minha buceta como um animal até gozar de novo. Aí, com mais calma, chupei ele um pouco, me fez colocar a camisinha e me colocou de quatro na cama pra foder meu cu. Quando terminou, se vestiu, me agradeceu e disse que vai me recomendar. Ah, e Alán, ele mandou lembranças..." No caminho de volta, Alán recebeu uma mensagem do vigia: "Quanto custa foder essa puta?" dizia o texto. Já vou contar o que acontece depois.

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