MINHA MÃE E O VENDEDOR DA FEIRAOlá, essa história que vou contar aconteceu há 6 anos atrás. Embora eu tenha sido um participante intelectual no que minha mãe viveu, também posso dizer que curti ao vivo, como ela, depois de um tempo separada, voltou a sentir o prazer do sexo.
Vou me chamar Miguel e naquela época eu morava só com minha mãe, a quem vou chamar de Estela. Nessa época que mencionei, ela se separou do meu pai porque ele era muito infiel com qualquer mulher que aparecia na frente, e além disso, ela sempre foi uma mulher que nunca gostou, como se diz no meu país, de aturar merda de ninguém. Se existia no mundo uma mulher mais séria que minha mãe, era impossível de confirmar.
O paradoxo do jeito da minha mãe era a condição física dela. Quando ela se separou do meu pai, tinha 34 anos. Se a isso eu somar a altura de 1,68, pele branca, rosto bonito, olhos castanhos claros e boca média, peitos grandes, cintura não tão fina, e umas pernas que, embora não fossem torneadas, eram muito fortes e sem esquecer dos quadris perfeitos, em poucas palavras, ela era o exemplo típico de uma mulher daquela idade.
Como eu estava contando, quando minha mãe se divorciou, não demorou para aparecerem muitos pretendentes, entre policiais, vizinhos solteiros da rua, um ex-colega do ensino médio, e até mesmo as amigas dela também arrumaram um namorado, mas como descrevi alguns parágrafos atrás, ela era muito resistente e não aceitou sair com o galã contratado, então o coitado foi embora de mãos abanando.
E é que minha mãe era uma mulher que não era fácil de convencer assim, e para vocês terem outra referência,Antes de partir pra história tarada.) vou contar pra vocês que um tempo depois da separação dela (Acho que umas seis bucetas.), ela foi convidada pra um casamento e, claro, me levou junto. Pois bem, nessa festa, uma amiga apresentou ela pra um cara e, depois dos cumprimentos, fez ela sentar na mesma mesa que a gente tava. Não satisfeita com isso, a amiga da minha mãe me pegou pela mão e me chamou pra ir onde estavam as outras crianças. Quando perguntei por que ela tava fazendo aquilo, ela respondeu que minha mãe tinha uma conversa de adulto e eu não podia ouvir o que eles estavam falando. Eu, na minha inocência, acreditando que era verdade, me afastei, mas de repente minha mãe viu isso, se levantou, me pegou pela mão e me trouxe de volta pra mesa. Depois, a amiga dela cochichou algo no ouvido dela, e minha mãe respondeu:Você me trouxe pra me divertir ou pra arrumar um marido pra mim?Claro que desde aquele dia, aquela amiga nunca mais voltou pra visitar minha mãe, e nunca mais soubemos dela.
Puta merda, minha mãe ficava muito arisca e desconfiada com qualquer homem que cruzasse o caminho dela!!!
Mas como diz o ditado, nenhum crime é perfeito e, mais cedo ou mais tarde, a gente cai nas próprias tentações.
E como foi que mamãe caiu na própria tentação?
Tudo começou quando já fazia dois anos que meu pai tinha nos largado. Naquela época, eu estudava à tarde e, de manhã, ficava em casa fazendo minhas tarefas, ajudando na casa e fazendo tudo que um homem da casa faz. Então, quando minha mãe ia ao mercado, geralmente demorava uns 30 a 40 minutos fazendo as compras.e olha que o mercado ficava a três quarteirões de casa) o que eu considerava um tempo muito rápido e qualquer um pensaria que ela tinha fobia de ficar fora de casa por muito tempo. Mas de repente percebi que ela começava a demorar mais do que o normal, primeiro começou a chegar depois de uma hora, depois mais de uma hora e por último duas horas.Eu pensava comigo mesmo: será que o mercado ficava a 3 km de casa pra eu ter demorado tanto?). Uma vez perguntei por que ela demorava tanto e ela me enchia de desculpas: Que o verdureiro dela não tinha vindo, que o do mercadinho tinha esquecido de trazer os produtos, que tinha fila na seção de verduras, enfim, um monte de besteira sem sentido.
Mas como a curiosidade matou a puta, um dia que ela tava de novo enrolando, resolvi ir conferir o que ela tanto fazia por lá. Cheguei e comecei a procurar ela, até que cheguei na seção de mercearia.Onde vende arroz, óleo, açúcar, macarrão e todos os outros comestíveis e produtos de limpeza.) e foi exatamente aí que encontrei ela conversando com um dos vendedores, e percebi que estavam bem ligados, tanto que o cara até tinha fechado a barraca pela metade pra não atender os clientes, e ela tava lá dentro sentada numa cadeira, como eu disse, batendo papo com ele.
Cheguei por trás e falei: MÃE! Ela levou um susto e o cara deu um pulo pra trás, soltando a mão dela. Olhei bem pra ele: era um senhor de uns 40 anos, moreno, mais alto que minha mãe (1,72 ou algo assim), com um corpo bem trabalhado.Deve ser pelos anos de levantar e carregar sacos de produto.) e, acima de tudo, um olhar muito sério daqueles que te petrifica na hora. Recuperada do susto, só ela conseguiu dizer:Filho, o que você está fazendo aqui?
_Vim ver por que você tava demorando tanto, vieram te visitar do fórum por causa do divórcio. (óbvio que era mentira).
_ Ah, mas você devia ter me esperado em casa, filho. Que pena que você veio até aqui.
_ E aí, quem é esse cara, mãe? Não vai me apresentar?
_ Ah, desculpa, Miguel, ele é o Ignácio, meu caseiro da mercearia. Ignácio, ele é meu filho Miguel.
_ Um prazer te conhecer, Miguel.
Bom dia, senhor.
— Bom, já vou indo, Ignácio. Qualquer coisa, daqui pra frente mando meu filho, agora que ele já conhece seu ponto.
_ Tá bom, quando vocês quiserem. Até mais, Estela. Até mais, Miguel.
_ Tchau.
_ Tchau.Voltamos pra casa e no caminho inteiro não troquei uma palavra com ela.Fiz o jogo do filho ciumento com ela.) e isso deixou ela meio envergonhada. Quando a gente chegou, ela quis me explicar a situação, mas eu me adiantei e falei pra elaDesculpa, mãe, já tenho que ir pra escola. Cê vai fazer almoço ou eu compro marmita?Mamãe quando ouviu isso, ficou mais vermelha que um tomate. E não era pra tanto, já que ela tinha saído desde as 9h30 da manhã e já era meio-dia. Na hora ela me preparou uma comida rápida e eu, depois de almoçar correndo, fui pra escola.
Claro que, na escola, não parava de pensar na situação em que encontrei a mamãe e o vendedor,principalmente quando ele soltou a mão dela). Eu me fazia mil e uma perguntas, mas não conseguia resposta. Então contei o caso pra psicóloga da escola, aproveitando a meia hora de recreio que a gente tinha, e entre as coisas que ela me explicou, estava a famosa resposta:TALVEZ ELES ESTÃO SE CONHECENDOMesmo assim, eu não estava tranquilo.
Os dias passaram e a mamãe mudou drasticamente o horário das visitas ao mercado, voltando a demorar entre 30 a 40 minutos. Porém, depois de mais alguns dias, ela agora me mandava para o mercado por qualquer motivo, e de preferência na barraca do seu Ignácio. Pra mim era um saco ter que ir ver aquele velho, mas eu tinha que obedecer minha mãe.
Mas mais cedo ou mais tarde as mentiras são descobertas, e numa ocasião em que fiquei até de madrugada fazendo trabalhos da escola e, de quebra, conversando com meus amigos, deu vontade de beber um pouco d'água. Então fui até a cozinha.Meu quarto ficava no segundo andar.), mas estando lá, vi que a mamãe tinha se levantado de camisola e estava atendendo uma ligação telefônica,quem podia ligar naquela hora?, então me escondi e ouvi ele dizer:_ Tem certeza, mas tenho medo de sermos vistos.
_Não vão nos ver, mulher. Além disso, o moleque que me ajuda a limpar minha barraca, eu mando embora cedo e você entra.
_Não, tenho medo.
_ E como é que tu não tem medo, quando enfia ela inteira, sua puta?
_Não, vamos pra qualquer lugar, mas não no seu trampo.
_ Te repito, mulher, tu entra, eu falo pro moleque vazar e pronto. Além disso, amanhã o último a sair vou ser eu, porque foi assim que ficou no sorteio da semana, de quem é que fecha o mercado.
_ E a que horas você iria?
_ Às 5 e depois você fica até as 7.
_E se meu filho não me encontrar, ele vai me interrogar?
Manda ele pra puta que pariu e pronto, no final das contas ele não pode tirar seu direito de sair com alguém e também de matar suas necessidades. A gente já conversou sobre isso.
_ Beleza, a gente se vê de tarde, se cuida, tô com sono._Até mais tarde, gostosa.Ouvir essa conversa, em vez de ficar com raiva, me excitou tanto que não aguentei a vontade e bati uma, imaginando como aquele vendedor fazia minha mãe gozar igual uma puta. Por isso, tracei um plano, mesmo sendo arriscado, resolvi jogar tudo ou nada.
No dia seguinte, estava tudo normal, até que chegou a hora de ir pra escola. Comecei a calcular o horário do encontro e, então, fingi que estava doente. Lá pelas 4 horas, me deixaram ir pra casa. Conseguindo meu objetivo, cheguei em 20 minutos ao mercado e, exatamente como eles disseram, todas as barracas estavam fechadas, menos a do Ignácio. Com toda a cara de pau, me aproximei da barraca dele e o cumprimentei:Boa tarde, seu Inácio, como vai o senhor?
_ Oi, o que você tá fazendo por aqui?
_ Vim esperar minha mãe (vi a cara de terror dela)
_ Ela te mandou vir?
Pois é, e já sei o que vai rolar às 5 quando ela chegar.
_ O que você sabe, ela te contou alguma coisa?
Ouvi tudo e vai ser uma surpresa quando ele descobrir que o filho dele e a amante estão no mesmo cargo.Ignacio não sabia o que fazer naquele momento, nem celular tinha à mão pra avisar minha mãe pra não vir. Foi quando eu respondi._ Olha, não vou falar nada, mas com uma condição.
_ Qual?
_Sempre tive um fetiche, e ele é: ver minha mãe sendo comida.
Ah, já entendi, seu idiota. Então você quer ver como vão comer ela?
_ Sim, e se eu vir uma vez, não vou encher mais o saco de vocês.
_ Ok, passa.A barraca do seu Inácio era espaçosa. Além dos produtos, tinha uma portinha que dava pra outra barraca igualmente grande, e lá dentro tinha uma cama, uma cadeira, umas revistas pornô e camisinhas. Aí a gente bolou um plano.
— Olha, Miguel, vamos fazer o seguinte: você vai pro banheiro e volta depois. Eu vou deixar a porta aberta, você entra e fica aqui nesse espaço. Depois, eu deixo essa porta aqui pra você poder ver a gente trepando. Quando a gente terminar, eu te dou um sinal pra você sair rápido e voltar pra casa, enquanto eu seguro ela mais um pouco pra ela tomar banho no chuveiro do mercado. E você não fala nada, e eu também não.
— Ok.
E na hora certa, o ajudante do Inácio falou que tinha uma mulher esperando ele lá fora. Ele mandou o cara dizer pra ela esperar e depois ir embora, enquanto eu saí pra me esconder no banheiro do mercado.
Pouco depois, entrei na barraca bem devagar e pude ver pela porta que minha mãe e ele estavam se beijando, uns beijos tão intensos que pareciam possuídos. Aí o Inácio enfiava a língua no pescoço dela, descendo até os peitos lindos dela,Lambia ela toda, até por cima da blusa.Enquanto a mamãe gemia que nem uma louca.
Depois de um tempinho naqueles beijos e chupadas de peito, ele disse pra ela:Quer chupar minha buceta?E ela na mesma hora respondeu que sim. Ignacio abaixou a cabeça dela com as mãos, até aproximá-la do pau dele.
Na sequência, minha mãe baixou a calça dele e tirou a pica pra fora, e começou a dar uns boquetes daqueles que faziam Ignacio tremer de prazer. Depois de um tempo, ele tirou a roupa da minha mãe, e não teve muito trabalho pra começar a lamber a buceta dela.pude ver de lado que ela tava depiladinha). Minha mãe se contorcia de prazer e eu percebi que ela teve o primeiro orgasmo dela. Aí ela pediu pro Ignacio meter a pica logo, que tava ansiosa pra sentir ela dentro. Isso deixou o Ignacio doido, que na hora colocou ela de quatro e começou a chupar o cu dela, enquanto minha mãe colocava dois dedos na boca pra simular a dor e, principalmente, os gemidos tão fortes que eram ouvidos, tão extremos, que ainda bem que não tinha ninguém no mercado pra ouvir. Ignacio tava chupando e chupando aquele cu e, de quebra, se masturbava, pra depois se posicionar perto dela e começar a esfregar o rosto dela mais fundo na racha dele.
Minha mãe urrava de prazer e pedia pra ele não parar, que tava pronta pra receber aquele pedaço de carne. Ignacio começou a fazer pressão e aí eu vi aquela pica entrando no cu da minha pobre mãe, que não parava de gritar, pior do que se tivesse parindo. Depois começou o vai e vem, enquanto se ouvia o contato da bunda dela com a pele dele. No delírio, ela dizia que era a grande puta dele e que ele podia comer ela quantas vezes quisesse, enquanto Ignacio perguntava se ela queria até o fundo e ela respondeu não só que sim, como também implorou pra ele ser bem bruto com a buceta dela, e ainda disse que já tava precisando de uma boa dose de pica, porque desde o divórcio não tinha mais sido comida e já tava muito tarada por causa desse tempo de abstinência. Então ele metia e tirava a pica da bunda linda dela, aí mudaram de posição e agora minha mãe queria montar…
Eu vi como aquela pica enorme foi sumindo devagar no cu da minha mãe até ficar toda dentro, aí ela começou a sentar num ritmo frenético e eu percebi outro orgasmo forte dela enquanto continuava e continuava montada naquela pica enorme, até que Ignacio disse que ia gozar e minha mãe pediu pra ele gozar dentro, que adoraria sentir todo aquele esperma no cu dela e que ele a engravidasse por ali. Depois de mais alguns segundos de penetração, os dois começaram a tremer e, após seus gemidos guturais e safados, ambos ficaram exaustos.
Mas o tesão da mamãe ainda era muito grande e, depois de alguns minutos, ela começou a chupar a pica do Ignacio de novo até deixá-la bem dura, e agora ele se virou e começou a lamber a buceta dela, fazendo com que ela tivesse outro orgasmo também. Depois ele disse que ela estava pronta pra ser penetrada vaginalmente, e ela disse que sim, e começou tudo de novo.
Na sequência, ele se deitou por cima dela, colocou um pouco de saliva na entrada da buceta e começou a meter o pau dele aos poucos, ela gritava de dor e prazer ao mesmo tempo, e pedia pra ele não parar de meter, pra não parar, pra fazer o que o marido dela nunca teve coragem de fazer, pra fazer ela se sentir como uma puta campeã que lembrava da primeira vez que ele comeu ela naquele hotel e que, desde então, ela sentia falta de ser fodida daquele jeito tão hedonista.
Eu via as lágrimas escorrendo no rosto da minha mãe, mas também vi uma cara de satisfação e prazer, até que ele enfiou a pica enorme toda até o fundo, aí começou o vai e vem, no início foi devagar e minha mãe se encolhia de dor, mas depois ele aumentou o ritmo, ela pedia pra ele não parar, que aquilo matava ela, que era maravilhoso ter uma pica enorme enfiada na buceta dela, faminta por carne dura, até que minha mãe teve outro orgasmo, aí mudaram de posição de novo…
O Ignacio se deitou de lado e minha mãe também, oferecendo uma perna pra ele levantar, agora a cena era totalmente excitante, safada, eles estavam fodendo na minha frente, eu via como aquela pica babada de sucos e saliva desaparecia e, de quebra, olhava o corpo nu lindo da minha progenitora, que só tinha os olhos semi-cerrados, aproveitando ser penetrada de ladinho, e ainda por cima, os sons do choque dos dois sexos bem lubrificados, confesso que gozei gostoso dentro da calça.
Eles continuaram transando que nem bicho no cio até que o grito "VOU GOZAR, VOU GOZAR!!" e depois soltaram um urro juntos. Aí ele começou a beijar ela como um possesso, ela retribuiu o beijo e ficaram deitados um tempão abraçados.
Depois de um tempo, ele levantou e levou minha mãe toda pelada até o banheiro do mercado, deu sabonete e xampu pra ela e mandou tomar banho. Ela pediu pra tomar junto, mas ele disse que ia buscar a toalha. Nisso, ele chegou perto de mim e falou:_Sai rápidoE eu fui atrás dela até a porta do mercado e, depois de ver que não tinha ninguém, ela me fez sair sem problemas. Antes de eu ir embora, ela me disse:E aí, satisfeito como eu como a sua mãe?
_ Sim
_Bom, quando você quiser, vem e dá um pulo pra gente se ver de novo._ _Ok, a gente se vê.Saí do mercado e fui pra casa rapidinho, pra bater uma também. Minha mãe chegou meia hora depois e perguntei onde ela tinha ido. Ela disse que deu uma saída com uma amiga e que já ia preparar o jantar. Não quis falar mais nada e fui pro meu quarto, e ela também foi.
A partir daquele dia, parei de questionar minha mãe sobre por que ela demorava tanto pra ir ao mercado. Mais pra frente vou contar como ajudei o Ignacio a fazer com que minha mãe passasse uma noite inteira com ele e, claro, também pude ver os dois em ação. Isso vai ser na segunda história.
Vou me chamar Miguel e naquela época eu morava só com minha mãe, a quem vou chamar de Estela. Nessa época que mencionei, ela se separou do meu pai porque ele era muito infiel com qualquer mulher que aparecia na frente, e além disso, ela sempre foi uma mulher que nunca gostou, como se diz no meu país, de aturar merda de ninguém. Se existia no mundo uma mulher mais séria que minha mãe, era impossível de confirmar.
O paradoxo do jeito da minha mãe era a condição física dela. Quando ela se separou do meu pai, tinha 34 anos. Se a isso eu somar a altura de 1,68, pele branca, rosto bonito, olhos castanhos claros e boca média, peitos grandes, cintura não tão fina, e umas pernas que, embora não fossem torneadas, eram muito fortes e sem esquecer dos quadris perfeitos, em poucas palavras, ela era o exemplo típico de uma mulher daquela idade.
Como eu estava contando, quando minha mãe se divorciou, não demorou para aparecerem muitos pretendentes, entre policiais, vizinhos solteiros da rua, um ex-colega do ensino médio, e até mesmo as amigas dela também arrumaram um namorado, mas como descrevi alguns parágrafos atrás, ela era muito resistente e não aceitou sair com o galã contratado, então o coitado foi embora de mãos abanando.
E é que minha mãe era uma mulher que não era fácil de convencer assim, e para vocês terem outra referência,Antes de partir pra história tarada.) vou contar pra vocês que um tempo depois da separação dela (Acho que umas seis bucetas.), ela foi convidada pra um casamento e, claro, me levou junto. Pois bem, nessa festa, uma amiga apresentou ela pra um cara e, depois dos cumprimentos, fez ela sentar na mesma mesa que a gente tava. Não satisfeita com isso, a amiga da minha mãe me pegou pela mão e me chamou pra ir onde estavam as outras crianças. Quando perguntei por que ela tava fazendo aquilo, ela respondeu que minha mãe tinha uma conversa de adulto e eu não podia ouvir o que eles estavam falando. Eu, na minha inocência, acreditando que era verdade, me afastei, mas de repente minha mãe viu isso, se levantou, me pegou pela mão e me trouxe de volta pra mesa. Depois, a amiga dela cochichou algo no ouvido dela, e minha mãe respondeu:Você me trouxe pra me divertir ou pra arrumar um marido pra mim?Claro que desde aquele dia, aquela amiga nunca mais voltou pra visitar minha mãe, e nunca mais soubemos dela.
Puta merda, minha mãe ficava muito arisca e desconfiada com qualquer homem que cruzasse o caminho dela!!!
Mas como diz o ditado, nenhum crime é perfeito e, mais cedo ou mais tarde, a gente cai nas próprias tentações.
E como foi que mamãe caiu na própria tentação?
Tudo começou quando já fazia dois anos que meu pai tinha nos largado. Naquela época, eu estudava à tarde e, de manhã, ficava em casa fazendo minhas tarefas, ajudando na casa e fazendo tudo que um homem da casa faz. Então, quando minha mãe ia ao mercado, geralmente demorava uns 30 a 40 minutos fazendo as compras.e olha que o mercado ficava a três quarteirões de casa) o que eu considerava um tempo muito rápido e qualquer um pensaria que ela tinha fobia de ficar fora de casa por muito tempo. Mas de repente percebi que ela começava a demorar mais do que o normal, primeiro começou a chegar depois de uma hora, depois mais de uma hora e por último duas horas.Eu pensava comigo mesmo: será que o mercado ficava a 3 km de casa pra eu ter demorado tanto?). Uma vez perguntei por que ela demorava tanto e ela me enchia de desculpas: Que o verdureiro dela não tinha vindo, que o do mercadinho tinha esquecido de trazer os produtos, que tinha fila na seção de verduras, enfim, um monte de besteira sem sentido.
Mas como a curiosidade matou a puta, um dia que ela tava de novo enrolando, resolvi ir conferir o que ela tanto fazia por lá. Cheguei e comecei a procurar ela, até que cheguei na seção de mercearia.Onde vende arroz, óleo, açúcar, macarrão e todos os outros comestíveis e produtos de limpeza.) e foi exatamente aí que encontrei ela conversando com um dos vendedores, e percebi que estavam bem ligados, tanto que o cara até tinha fechado a barraca pela metade pra não atender os clientes, e ela tava lá dentro sentada numa cadeira, como eu disse, batendo papo com ele.
Cheguei por trás e falei: MÃE! Ela levou um susto e o cara deu um pulo pra trás, soltando a mão dela. Olhei bem pra ele: era um senhor de uns 40 anos, moreno, mais alto que minha mãe (1,72 ou algo assim), com um corpo bem trabalhado.Deve ser pelos anos de levantar e carregar sacos de produto.) e, acima de tudo, um olhar muito sério daqueles que te petrifica na hora. Recuperada do susto, só ela conseguiu dizer:Filho, o que você está fazendo aqui?
_Vim ver por que você tava demorando tanto, vieram te visitar do fórum por causa do divórcio. (óbvio que era mentira).
_ Ah, mas você devia ter me esperado em casa, filho. Que pena que você veio até aqui.
_ E aí, quem é esse cara, mãe? Não vai me apresentar?
_ Ah, desculpa, Miguel, ele é o Ignácio, meu caseiro da mercearia. Ignácio, ele é meu filho Miguel.
_ Um prazer te conhecer, Miguel.
Bom dia, senhor.
— Bom, já vou indo, Ignácio. Qualquer coisa, daqui pra frente mando meu filho, agora que ele já conhece seu ponto.
_ Tá bom, quando vocês quiserem. Até mais, Estela. Até mais, Miguel.
_ Tchau.
_ Tchau.Voltamos pra casa e no caminho inteiro não troquei uma palavra com ela.Fiz o jogo do filho ciumento com ela.) e isso deixou ela meio envergonhada. Quando a gente chegou, ela quis me explicar a situação, mas eu me adiantei e falei pra elaDesculpa, mãe, já tenho que ir pra escola. Cê vai fazer almoço ou eu compro marmita?Mamãe quando ouviu isso, ficou mais vermelha que um tomate. E não era pra tanto, já que ela tinha saído desde as 9h30 da manhã e já era meio-dia. Na hora ela me preparou uma comida rápida e eu, depois de almoçar correndo, fui pra escola.
Claro que, na escola, não parava de pensar na situação em que encontrei a mamãe e o vendedor,principalmente quando ele soltou a mão dela). Eu me fazia mil e uma perguntas, mas não conseguia resposta. Então contei o caso pra psicóloga da escola, aproveitando a meia hora de recreio que a gente tinha, e entre as coisas que ela me explicou, estava a famosa resposta:TALVEZ ELES ESTÃO SE CONHECENDOMesmo assim, eu não estava tranquilo.
Os dias passaram e a mamãe mudou drasticamente o horário das visitas ao mercado, voltando a demorar entre 30 a 40 minutos. Porém, depois de mais alguns dias, ela agora me mandava para o mercado por qualquer motivo, e de preferência na barraca do seu Ignácio. Pra mim era um saco ter que ir ver aquele velho, mas eu tinha que obedecer minha mãe.
Mas mais cedo ou mais tarde as mentiras são descobertas, e numa ocasião em que fiquei até de madrugada fazendo trabalhos da escola e, de quebra, conversando com meus amigos, deu vontade de beber um pouco d'água. Então fui até a cozinha.Meu quarto ficava no segundo andar.), mas estando lá, vi que a mamãe tinha se levantado de camisola e estava atendendo uma ligação telefônica,quem podia ligar naquela hora?, então me escondi e ouvi ele dizer:_ Tem certeza, mas tenho medo de sermos vistos.
_Não vão nos ver, mulher. Além disso, o moleque que me ajuda a limpar minha barraca, eu mando embora cedo e você entra.
_Não, tenho medo.
_ E como é que tu não tem medo, quando enfia ela inteira, sua puta?
_Não, vamos pra qualquer lugar, mas não no seu trampo.
_ Te repito, mulher, tu entra, eu falo pro moleque vazar e pronto. Além disso, amanhã o último a sair vou ser eu, porque foi assim que ficou no sorteio da semana, de quem é que fecha o mercado.
_ E a que horas você iria?
_ Às 5 e depois você fica até as 7.
_E se meu filho não me encontrar, ele vai me interrogar?
Manda ele pra puta que pariu e pronto, no final das contas ele não pode tirar seu direito de sair com alguém e também de matar suas necessidades. A gente já conversou sobre isso.
_ Beleza, a gente se vê de tarde, se cuida, tô com sono._Até mais tarde, gostosa.Ouvir essa conversa, em vez de ficar com raiva, me excitou tanto que não aguentei a vontade e bati uma, imaginando como aquele vendedor fazia minha mãe gozar igual uma puta. Por isso, tracei um plano, mesmo sendo arriscado, resolvi jogar tudo ou nada.
No dia seguinte, estava tudo normal, até que chegou a hora de ir pra escola. Comecei a calcular o horário do encontro e, então, fingi que estava doente. Lá pelas 4 horas, me deixaram ir pra casa. Conseguindo meu objetivo, cheguei em 20 minutos ao mercado e, exatamente como eles disseram, todas as barracas estavam fechadas, menos a do Ignácio. Com toda a cara de pau, me aproximei da barraca dele e o cumprimentei:Boa tarde, seu Inácio, como vai o senhor?
_ Oi, o que você tá fazendo por aqui?
_ Vim esperar minha mãe (vi a cara de terror dela)
_ Ela te mandou vir?
Pois é, e já sei o que vai rolar às 5 quando ela chegar.
_ O que você sabe, ela te contou alguma coisa?
Ouvi tudo e vai ser uma surpresa quando ele descobrir que o filho dele e a amante estão no mesmo cargo.Ignacio não sabia o que fazer naquele momento, nem celular tinha à mão pra avisar minha mãe pra não vir. Foi quando eu respondi._ Olha, não vou falar nada, mas com uma condição.
_ Qual?
_Sempre tive um fetiche, e ele é: ver minha mãe sendo comida.
Ah, já entendi, seu idiota. Então você quer ver como vão comer ela?
_ Sim, e se eu vir uma vez, não vou encher mais o saco de vocês.
_ Ok, passa.A barraca do seu Inácio era espaçosa. Além dos produtos, tinha uma portinha que dava pra outra barraca igualmente grande, e lá dentro tinha uma cama, uma cadeira, umas revistas pornô e camisinhas. Aí a gente bolou um plano.
— Olha, Miguel, vamos fazer o seguinte: você vai pro banheiro e volta depois. Eu vou deixar a porta aberta, você entra e fica aqui nesse espaço. Depois, eu deixo essa porta aqui pra você poder ver a gente trepando. Quando a gente terminar, eu te dou um sinal pra você sair rápido e voltar pra casa, enquanto eu seguro ela mais um pouco pra ela tomar banho no chuveiro do mercado. E você não fala nada, e eu também não.
— Ok.
E na hora certa, o ajudante do Inácio falou que tinha uma mulher esperando ele lá fora. Ele mandou o cara dizer pra ela esperar e depois ir embora, enquanto eu saí pra me esconder no banheiro do mercado.
Pouco depois, entrei na barraca bem devagar e pude ver pela porta que minha mãe e ele estavam se beijando, uns beijos tão intensos que pareciam possuídos. Aí o Inácio enfiava a língua no pescoço dela, descendo até os peitos lindos dela,Lambia ela toda, até por cima da blusa.Enquanto a mamãe gemia que nem uma louca.
Depois de um tempinho naqueles beijos e chupadas de peito, ele disse pra ela:Quer chupar minha buceta?E ela na mesma hora respondeu que sim. Ignacio abaixou a cabeça dela com as mãos, até aproximá-la do pau dele.
Na sequência, minha mãe baixou a calça dele e tirou a pica pra fora, e começou a dar uns boquetes daqueles que faziam Ignacio tremer de prazer. Depois de um tempo, ele tirou a roupa da minha mãe, e não teve muito trabalho pra começar a lamber a buceta dela.pude ver de lado que ela tava depiladinha). Minha mãe se contorcia de prazer e eu percebi que ela teve o primeiro orgasmo dela. Aí ela pediu pro Ignacio meter a pica logo, que tava ansiosa pra sentir ela dentro. Isso deixou o Ignacio doido, que na hora colocou ela de quatro e começou a chupar o cu dela, enquanto minha mãe colocava dois dedos na boca pra simular a dor e, principalmente, os gemidos tão fortes que eram ouvidos, tão extremos, que ainda bem que não tinha ninguém no mercado pra ouvir. Ignacio tava chupando e chupando aquele cu e, de quebra, se masturbava, pra depois se posicionar perto dela e começar a esfregar o rosto dela mais fundo na racha dele.
Minha mãe urrava de prazer e pedia pra ele não parar, que tava pronta pra receber aquele pedaço de carne. Ignacio começou a fazer pressão e aí eu vi aquela pica entrando no cu da minha pobre mãe, que não parava de gritar, pior do que se tivesse parindo. Depois começou o vai e vem, enquanto se ouvia o contato da bunda dela com a pele dele. No delírio, ela dizia que era a grande puta dele e que ele podia comer ela quantas vezes quisesse, enquanto Ignacio perguntava se ela queria até o fundo e ela respondeu não só que sim, como também implorou pra ele ser bem bruto com a buceta dela, e ainda disse que já tava precisando de uma boa dose de pica, porque desde o divórcio não tinha mais sido comida e já tava muito tarada por causa desse tempo de abstinência. Então ele metia e tirava a pica da bunda linda dela, aí mudaram de posição e agora minha mãe queria montar…
Eu vi como aquela pica enorme foi sumindo devagar no cu da minha mãe até ficar toda dentro, aí ela começou a sentar num ritmo frenético e eu percebi outro orgasmo forte dela enquanto continuava e continuava montada naquela pica enorme, até que Ignacio disse que ia gozar e minha mãe pediu pra ele gozar dentro, que adoraria sentir todo aquele esperma no cu dela e que ele a engravidasse por ali. Depois de mais alguns segundos de penetração, os dois começaram a tremer e, após seus gemidos guturais e safados, ambos ficaram exaustos.
Mas o tesão da mamãe ainda era muito grande e, depois de alguns minutos, ela começou a chupar a pica do Ignacio de novo até deixá-la bem dura, e agora ele se virou e começou a lamber a buceta dela, fazendo com que ela tivesse outro orgasmo também. Depois ele disse que ela estava pronta pra ser penetrada vaginalmente, e ela disse que sim, e começou tudo de novo.
Na sequência, ele se deitou por cima dela, colocou um pouco de saliva na entrada da buceta e começou a meter o pau dele aos poucos, ela gritava de dor e prazer ao mesmo tempo, e pedia pra ele não parar de meter, pra não parar, pra fazer o que o marido dela nunca teve coragem de fazer, pra fazer ela se sentir como uma puta campeã que lembrava da primeira vez que ele comeu ela naquele hotel e que, desde então, ela sentia falta de ser fodida daquele jeito tão hedonista.
Eu via as lágrimas escorrendo no rosto da minha mãe, mas também vi uma cara de satisfação e prazer, até que ele enfiou a pica enorme toda até o fundo, aí começou o vai e vem, no início foi devagar e minha mãe se encolhia de dor, mas depois ele aumentou o ritmo, ela pedia pra ele não parar, que aquilo matava ela, que era maravilhoso ter uma pica enorme enfiada na buceta dela, faminta por carne dura, até que minha mãe teve outro orgasmo, aí mudaram de posição de novo…
O Ignacio se deitou de lado e minha mãe também, oferecendo uma perna pra ele levantar, agora a cena era totalmente excitante, safada, eles estavam fodendo na minha frente, eu via como aquela pica babada de sucos e saliva desaparecia e, de quebra, olhava o corpo nu lindo da minha progenitora, que só tinha os olhos semi-cerrados, aproveitando ser penetrada de ladinho, e ainda por cima, os sons do choque dos dois sexos bem lubrificados, confesso que gozei gostoso dentro da calça.
Eles continuaram transando que nem bicho no cio até que o grito "VOU GOZAR, VOU GOZAR!!" e depois soltaram um urro juntos. Aí ele começou a beijar ela como um possesso, ela retribuiu o beijo e ficaram deitados um tempão abraçados.
Depois de um tempo, ele levantou e levou minha mãe toda pelada até o banheiro do mercado, deu sabonete e xampu pra ela e mandou tomar banho. Ela pediu pra tomar junto, mas ele disse que ia buscar a toalha. Nisso, ele chegou perto de mim e falou:_Sai rápidoE eu fui atrás dela até a porta do mercado e, depois de ver que não tinha ninguém, ela me fez sair sem problemas. Antes de eu ir embora, ela me disse:E aí, satisfeito como eu como a sua mãe?
_ Sim
_Bom, quando você quiser, vem e dá um pulo pra gente se ver de novo._ _Ok, a gente se vê.Saí do mercado e fui pra casa rapidinho, pra bater uma também. Minha mãe chegou meia hora depois e perguntei onde ela tinha ido. Ela disse que deu uma saída com uma amiga e que já ia preparar o jantar. Não quis falar mais nada e fui pro meu quarto, e ela também foi.
A partir daquele dia, parei de questionar minha mãe sobre por que ela demorava tanto pra ir ao mercado. Mais pra frente vou contar como ajudei o Ignacio a fazer com que minha mãe passasse uma noite inteira com ele e, claro, também pude ver os dois em ação. Isso vai ser na segunda história.
0 comentários - Minha mãe e o vendedor da feira