Pesadelo com minha mãe e amizades 2

3 anos se passaram desde aquela vez que minha mãe saiu do banho pelada na frente dos meus amigos da escola. Infelizmente pra mim, essa não seria a única vez que eu passaria por um momento de extremo constrangimento por causa da minha mãe e do corpo dela.
Há pouco mais de um mês, teve feriado na semana santa, então eu e meus amigos planejamos uma viagem pra uma praia que fica perto da cidade (umas duas horas de distância). A gente tinha planejado essa viagem porque a nova namorada de um dos meus amigos tem uma casa lá, ela ia fazer aniversário e convidar as amigas dela, que são todas nota 10/10, e ele ia chamar a gente, os caras, pra passar o fim de semana com elas. Então todo mundo já sabia qual era o objetivo e já tava imaginando o que ia rolar naquele fim de semana.
A gente já tava indo pra academia há um mês, preparando o corpo pra esses dias. Eu, particularmente, tava meio nervoso porque uma das amigas da namorada do meu amigo me atrai há um tempo. Conheci ela uma vez por acaso numa bebedeira, e rolou uma química, mas não aconteceu nada. A gente conversava de vez em quando pelas redes sociais, mas não passou disso.
Enfim, eu comentei com minha mãe que ia pra praia naquele fim de semana e contei com quem ia ficar, etc. Ela deu o ok e falou que também ia passar o fim de semana lá com a amiga Iveth, porque iam aproveitar o tempo livre das férias pra relaxar e pegar um bronzeado, já que por causa da pandemia tava mais de um ano sem ir à praia ou tirar umas férias planejadas assim.
Eu não tive problema, porque achei razoável. Além disso, é sempre um prazer ver a Iveth, que é uma amiga da faculdade da minha mãe. Elas são muito próximas, vão juntas pra academia e é com ela que minha mãe mais convive entre as amigas. Iveth é uma mulher do jeito mais gostosa que já vi, morena clara, bronzeada, com cabelo liso e preto. Acho que tem a mesma idade da minha mãe e é um pouco mais alta que ela. Ela, além disso, o corpo dela é uma escultura, embora ela tenha umas gordurinhas quando senta (diferente da minha mãe, que mesmo sentada tem o corpo melhor que a maioria das minas da minha idade), a bunda bem formada e redonda e os peitos um pouco maiores que os da minha mãe. É uma mulher muito gostosa de se olhar, é bem diferente da minha mãe, é muito barulhenta e pouco se lixa pra opinião alheia, é uma mulher empoderada igual minha mãe, mais liberal e festeira. Sinceramente, já fantasiei várias vezes com ela.

Enfim, chegou sexta-feira e meus amigos vieram na minha casa pra gente sair daqui com a minha mãe, já que nenhum de nós tinha carro emprestado pra pegar estrada.

Primeiro chegou o Gael, depois o Mario (que foi quem planejou tudo e é o namorado da menina da casa), e meus melhores amigos Dani e Luis (que estavam presentes quando minha mãe saiu pelada do banheiro naquela ocasião).

Todo mundo já tava com a roupa de praia e prontos pra curtir, planejando nossos esquemas com as amigas da namorada do Mario.

Minha mãe tava lá em cima tomando banho enquanto a gente esperava ela pra ir embora, quando tocam a campainha e eu abro a porta. Era a Iveth, que chegou toda poderosa como sempre, de óculos escuros, um short jeans colado e uma blusa amarela de alcinha.

I- Oi Huguinho, quanto tempo, e oi pra vocês também, galera, já tão prontos pra praia?

A gente respondeu que sim e continuou numa conversa casual. Todo mundo tava secando ela disfarçadamente, porque a Iveth não ligava muito de mostrar o decote e a gente, claro, adorava aproveitar a vista. Até que minha mãe desceu e o sentimento de ciúme e tesão me invadiu. Ela tava com uma blusa soltinha, branca, de barriga de fora, que deixava ver o abdômen, por baixo dava pra ver um biquíni branco e uma saia longa branca semitransparente que era aberta dos lados, então mostrava as pernas quando ela andava, sentava e praticamente Quando ela fazia qualquer movimento, dava pra ver o nó do lado do biquíni. Comecei a olhar pra ela com cara de bravo, porque sabia que, assim como a gente tava olhando pra Iveth, eles iam olhar pra minha mãe. Ela viu meus amigos enquanto eu ficava encarando ela, e ela percebeu que eu tava puto e fez uma cara de arrependida e pedindo desculpa, como se admitisse que tinha exagerado na roupa. Ela cumprimentou a Iveth com um abraço e meus amigos com um "oi" geral pra todo mundo, e depois de uma conversa casual, disse:

S — E aí, crianças, vocês vão todos com a gente? Pensei que seriam menos.

M — Isso mesmo, Sandra, não sabíamos que seríamos tantos. Além disso, o Hugo não falou que a amiga dele também ia com a gente, desculpa aí.

S — Então fazer o quê, né, vão ter que ir tudo amassado.

A gente não tinha problema com isso, porque somos jovens e a praia era relativamente perto, então começamos a subir as malas e fomos um em cima do outro. Eu fiquei em cima do Luis e o Dani em cima do Mario. A estrada pareceu uma eternidade, porque é muito desconfortável ficar numa posição só por duas horas. A única parte boa foi que da minha posição dava pra ficar olhando o decote da Iveth, que não tava nem aí pra se cobrir, embora eu tenha certeza que da perspectiva dela, o Dani também podia ver os peitos da minha mãe e até as pernas dela. Passaram duas horas até que finalmente chegamos no condomínio que a Iveth e minha mãe tinham alugado. Descarregamos as coisas e colocamos tudo no condomínio, e começamos a planejar o que íamos fazer.

O plano ficou de irmos comprar cerveja pra levar na casa da namorada do Mario, e mais tarde passaríamos lá pra pegar ela enquanto pré-esquentávamos num bar, pra depois ir pra balada que fica na praia.

S — Beleza, galera, peço pra vocês trazerem uma garrafa de tequila pra nós — disse minha mãe (que já tinha comprado várias garrafas de vinho na cidade pra ela e pra Iveth).

G — Claro, senhora, essa garrafa vai por nossa conta, por terem nos trazido. Muito obrigado. disse Gael (que já tinha notado que ele estava dando umas olhadas bem safadas na minha mãe, mas não julgo).
Fomos ao supermercado comprar o álcool e na hora de pagar vejo que o Mario trouxe outra coisa.
H — Que que você tá trazendo aí? — perguntei
M — É um presente de aniversário pra Lúcia e pra mim, mais pra mim do que pra ela hahaha — ele se soltou em gargalhadas enquanto mostrava o artigo
Era um biquíni tipo fio dental preto bem fininho, assim como a parte de cima, que era bem aberta e simples. Todos zoamos ele na brincadeira e fomos pagar a cerveja, duas garrafas de tequila, uma de vodka e o biquíni, que também pagamos entre todos por ele ser nosso amigo e ser aniversário da Lúcia (a namorada dele).
Chegamos no condomínio de novo pra deixar o álcool rápido e avisei minha mãe que a gente ia pro bar de uma vez. Elas já tinham aberto um vinho e estavam numa conversa fechada na cozinha do condomínio.
S — Ok, meu amor, a gente também vai sair mais tarde pra balada, então quando vocês voltarem pra pegar a cerveja, me avisa pra eu estar aqui e poder abrir pra vocês.
H — Combinado, a gente se vê mais tarde.
Nós fomos pra um bar tomar umas cervejas e encher a cara, passamos umas 2 horas lá e fomos pra balada na praia, que tava praticamente lotada, mas mesmo assim conseguimos uma mesa num lugar decente quase do lado da pista de dança. Pedimos um uísque pra nós cinco e continuamos bebendo e dançando com umas minas que estavam do nosso lado. Conheci uma loira gostosa que não quis largar e dancei com ela a noite toda. Tentei roubar um beijo várias vezes, mas ela não deixou até que as amigas puxaram ela e ela disse que tinha que ir. Trocamos números de telefone e ela se despediu de mim com um selinho.
No calor da noite, todos os meus amigos se separaram, uns estavam com umas minas e outros com outras. Enfim, quando cheguei perto do Luis e do Dani, que estavam com umas garotas, o Mario chegou com o Gael e disse: Todo bêbado:
M— Vão me odiar, mas tenho uma má notícia. — O que foi? — perguntou Luis.
M— Acabei de falar com a Lucia pra saber que horas ela chegaria ou onde tava, e ela me disse que não ia dar pra virem porque os pais dela alugaram a casa sem ela saber e a festa vai ser lá na cidade, kkkkkkk — ele soltou uma risada nervosa.

Todo mundo fez cara de raiva e decepção, principalmente eu, que queria ver a Renata (a amiga da Lucia). Começamos a encher o saco dele por ter feito a gente vir até aqui e agora não ter nem mulher nem lugar pra dormir.

G— E sua mãe não podia fazer aquele favor de deixar a gente ficar lá com elas essa noite? Afinal, nossas coisas já tão no condomínio dela e a gente não liga de dormir no chão. — Acho que não — respondi (embora no fundo quisesse evitar ter que aguentar olhares tarados e fofocas sobre ela pelas minhas costas).

G— Ué, por que não pergunta? Acabei de ver ela chegar com a Iveth faz meia hora, tão numa mesa naquela ponta. Vamos todo mundo lá ver o que ela diz. — Eu já tava bêbado, então não tava pensando direito, me deixei levar e fui com eles até a mesa da minha mãe e da amiga dela.

Quando vi ela, quase tive um infarto. Minha mãe tava com a mesma saia aberta transparente e só o top do biquíni, dava pra ver a redondeza e a firmeza dos peitos dela de longe, um corpo escultural. A Iveth também tinha tirado a camiseta que tava usando e tava só de top do biquíni. As duas estavam descalças na areia, perto da mesa, com uns caras que pareciam querer pegar elas. Mas dava pra ver que elas não tavam dando mole, embora claramente estivessem sob efeito do álcool. Principalmente a Iveth, que tava conversando mais abertamente com um desses caras.

Meus amigos ficaram paralisados, vi o Luis e o Dani se olharem, e eu fui direto na minha mãe pra espantar os caras que estavam lá com ela. Amigos atrás de mim. Assim que cruzamos olhares, ela sorriu e me abraçou pelo ombro.
S— Ei, que bom que chegaram, já tô de saco cheio desse cara. — falou no meu ouvido, sorriu e virou as costas pro homem, que me encarou e levantou o polegar num sinal de aprovação (como se eu tivesse pegando minha mãe) e depois foi embora com os amigos.

Minha mãe parecia um anjo da putaria do jeito que tava vestida. Falei que a gente queria perguntar uma coisa e ela puxou a Iveth de onde tava, afastando ela daquele cara, que fez cara de reprovação e vazou quando viu todo mundo.

S— Que que houve, crianças?
H— Então, é que as amigas que iam com a gente cancelaram e meus amigos querem saber se vocês podem dar uma força pra gente ficar no condomínio de vocês hoje e amanhã a gente arruma outro lugar.

S— Pff, claro que sim, meu amor, sem problema. O foda é que o condomínio só tem duas camas, então alguns vão ter que dormir no sofá.
I— Claro que sim, Hugo, não se preocupem. Além disso, a gente aproveita pra um de vocês dirigir, porque sua mãe não tá em condições de pegar no volante, ainda mais depois das rodadas de shot que você e seus amigos vão pagar!

Meus amigos ficaram felizes pra caralho com a notícia e começaram a pedir uma rodada atrás da outra de shots. Eu já tava fora de mim, mas tava me divertindo tanto quanto meus amigos. A gente tava dançando e o Mario foi o primeiro a fazer um movimento com a Iveth, tentando dançar com ela, e ela respondeu se aproximando. O resto de nós tava dançando em círculo, e minha mãe junto, fazendo movimentos cada vez mais soltos. Ela parecia um anjo caído do céu, e até eu não consegui evitar de admirar os peitos lindos dela, que pareciam que iam pular pra fora do biquíni. Caí na real do que tava pensando e fui no banheiro mijar e lavar o rosto. Quando tava mijando, foi que percebi o nível de bebedeira que eu tava.

Saí do banheiro e tentei voltar. Cambaleando até a mesa onde estávamos todos, a primeira coisa que vejo é o Gael dançando de frente com a minha mãe. Senti uma descarga elétrica de ciúme e tesão. Fiquei parado olhando das sombras enquanto o filho da puta se aproveitava e dava um shot pra minha mãe, e ela dava um pra ele. Depois, ele pegou ela pelo braço, girou ela pra continuar dançando colado, agora de costas, e encostou a pica dele na bunda dela, enquanto meus outros amigos e a Iveth incentivavam eles a continuar.

Minha mãe, entre risadas, até tentou se soltar do Gael, mas ele segurou ela pela cintura com uma mão e pela barriga com a outra. Vi minha mãe jogar a cabeça pra trás, de olhos fechados, e começar a rebolar de verdade pra ele. Eu fiquei paralisado vendo aquela cena, só conseguia enxergar a cara de tesão do Gael ao ter aquela deusa semi-nua colada nele, separados só pelo short de banho dele e pelo vestido solto da minha mãe, que já não cobria nada das pernas dela e deixava ver a parte de baixo do biquíni e o nó na lateral.

Decidi que já tinha visto o suficiente e fui resolvido a parar aquilo, quando acenderam as luzes e começaram a tirar o povo da balada. Cheguei meio desorientado perto deles e perguntei do que eu tinha perdido.

— Nada demais — falou o Dani. — Vamo que temos que pagar a conta. Sua mãe falou pra eu dirigir o carro dela porque sou o mais sóbrio. Você vai com eles pagar, e eu vou buscar o carro com a Iveth. Passamos pra pegar vocês na entrada.

Obedeci ele. Pagamos, e fomos eu, Gael, Luis e Mario pra entrada esperar eles passarem, enquanto minha mãe voltava do banheiro. Quando chegaram, a Iveth tava no banco do carona e o Dani dirigindo.

— Entra rápido! — falou a Iveth.

Nós todos subimos no banco de trás, mas parecia que a gente tinha crescido. Tava mais apertado que da outra vez. O Luis subiu no meio, entre eu e o Mario, e esperamos minha mãe. saiu. Eu só pensava que, do jeito que estávamos acomodados, o filho da puta do Gael ia achar fácil subir a minha mãe no colo dele, então tentei falar pra gente trocar de lugar quando, de repente, a porta abre e minha mãe pergunta:

M — E eu vou no porta-malas, parece.

G — Kkkkk, vou subir em cima de você se quiser, Sandra.

M — Nada, imagina, você vai me esmagar, além disso eu peso menos que qualquer um de vocês e o caminho até o condomínio não é longo.

G — Ok, se você não tem problema...

Não podia acreditar no que via. Minha mãe subiu primeiro a perna nua no meio das pernas do Gael pra depois sentar no colo dele. Eu tava fervendo de ciúmes, mas a bebedeira me deixava tonto demais pra agir ou pensar direito, então resolvi deixar rolar e confiar que minha mãe não é uma puta e que essa seria toda a sorte que o Gael teria.

Já no caminho, eu via como o filho da puta do Gael colocava as mãos em cima das pernas da minha mãe, que estavam completamente de fora porque o vestido estava no meio das pernas dela. Via o Gael acariciando as pernas dela disfarçadamente e minha mãe só ia recostada pra frente, no encosto do banco da frente onde a Iveth tava, conversando com ela.

Chegamos no condomínio e, pra piorar, o Mario teve a brilhante ideia de entrar na piscina, e eu recusei, falando que não tava a fim de me molhar, e o Luis concordou comigo. A Iveth falou pra minha mãe que, já que tava tudo bem, elas já estavam de biquíni, então era só dar o uso certo, e minha mãe, na bebedeira, achou fácil.

Primeiro a Iveth tirou o short que tava usando pra entrar mais à vontade, enquanto o Dani, o Mario e o Gael tiraram as camisas e pularam de cabeça na piscina. Minha mãe, por outro lado, tirou a saia transparente que tava usando, mostrando a bunda e a parte de baixo do biquíni, que, embora não fosse nada demais, naquela bunda parecia uma imagem super erótica.

M — Mergulhem de uma vez! Senão não vale!" — disse Mario.
Minha mãe então pegou na mão da puta da Iveth e as duas pularam juntas. Entre risadas, pediram pra mim e pro Luis trazerem o isopor com as cervejas pra gente ficar bebendo. Eu e Luis fomos pegar as bebidas e ele me disse:
L — A Iveth é muito gostosa, sério, irmão.
H — Eu sei, nem me fala. Faz anos que eu fantasio com aquela mulher e agora parece que ela tá putando com o Mario.
L — Como assim? Aquela mulher não acho que daria bola pra uns moleques como a gente, menos ainda pra aquele cara.
H — E a minha mãe, como você a vê?
L — O que você quer dizer?
H — Sei lá, você me diz.
L — Bom, o que você quer que eu fale? Você sabe que sua mãe é uma mulher muito atraente, óbvio, e ela tá se divertindo, embora pareça um pouco alterada pela bebida.
H — Você não acha que o Gael tá passando dos limites?
L — Como eu disse, ele não fez nada fora do lugar, só dançaram e tão se divertindo. Além disso, igual a Iveth, não acho que ela daria bola pra um babaca como o Gael. Ela só tá brincando e curtindo, não se preocupa.
As palavras do Luis me acalmaram um pouco e relaxei. Voltamos com as bebidas e o resto do pessoal ainda estava na piscina, conversando em roda, mais tranquilos, embora Iveth e Mario estivessem numa conversa mais fechada. Minha mãe sentou na borda da piscina pra tomar a cerveja e vi o Gael tentar se aproximar pra se apoiar nas pernas dela, mas minha mãe o afastou, o que me deu um baita alívio e até ri por dentro.
Sentei do lado dela e ficamos conversando besteiras de bêbados, rindo. Ficamos assim por um tempo até que olhei pro Mario e ele tava beijando a Iveth. O filho da puta tinha conseguido. A gente começou a zoar eles enquanto os dois só riam. Iveth pegou o braço do Mario depois de um tempo e os dois saíram da piscina.
S — Aonde vocês vão? — perguntou minha mãe.
I — Já tamos cansados e com sono — disse Iveth. — Hora de ir dormir.
Mario só olhava com um sorriso de orelha a orelha enquanto era puxado por ela. mulher que quase tinha o dobro da idade dele.
D- Tão certos, já é hora de ir pra cama, disse Dani, amanhã também quero encher a cara e a gente precisa recarregar as pilhas.
G- Que viadinhos vocês são, vamos tomar uma cerveja e mais uns shots e aí a gente encerra a noite, que tal?
H- Fechou, pra mim tá bom.
S- Ok, última e já era.

Quando entramos no condomínio, um dos quartos estava fechado e dava pra ouvir barulhos de movimento. Era óbvio o que tava rolando lá dentro entre o Mario e a Iveth. Acendi a luz da cozinha e fomos todos sentar na mesa, quando vejo que o Dani, o Gael e o Luis ficam olhando fixo pras tetas da minha mãe enquanto ela tá de costas, conversando comigo. Aí viro pra olhar ela e percebo que os peitos dela estavam quase pra fora, com os bicos duros, e pra completar o biquíni tinha afrouxado, provavelmente na piscina, e dava pra ver uma das aréolas rosas perfeitas dela. Não quis fazer um escândalo por causa disso, melhor fingir que não tinha notado, mesmo que tava me queimando por dentro, mas senti um tesão do caralho em saber que meus amigos, na disfarçada, tavam olhando os peitos da minha mãe, que já tava semi-nua na frente deles.

Num dado momento, minha mãe pareceu perceber que o Gael tava olhando muito pros peitos dela e ajeitou o biquíni, mas mudou pouca coisa, porque o tamanho do biquíni mal cobria aquelas tetonas enormes. Continuamos falando sobre a situação que tava rolando ali, com o sortudo do Mario, até que o Gael, por causa da bebedeira, disse que não aguentava mais e foi pro outro quarto, e o Luis e o Dani foram logo atrás, também pro quarto.

Eu fiquei conversando com minha mãe, que já tava super bêbada, igual a mim, embora eu ainda tivesse um pouco de consciência. Papo com ela por mais um tempo, e aí ela disse que tava com sono e que ia trocar de roupa pra dormir, porque com aquele biquíni molhado ia pegar um resfriado. Entramos no quarto e, puta surpresa:
O filho da puta do Gael e o Luis tinham se deitado na cama, os dois arrombados. O Gael Tava deitado numa boa e a Dani, sei lá por quê, tinha dormido com os pés virados pra cabeceira da cama. Além disso, a Dani já tava dormindo no sofá. Minha mãe deu uma breve irritada e falou:
S — OLHA SÓ ESSES FILHOS DA PUTA! Ainda que a gente dá abrigo pra eles, eles se aproveitam. EU NÃO VOU DORMIR NO CHÃO — disse minha mãe.
Ouvi a Dani rir e falar:
D — Chegaram tarde hahaha, que pena, Gael e Luís já tão quase roncando. Posso te dar o sofá se quiser, Sandra.
S — Não, obrigada, Daniel, muito gentil. Vai dormir logo, pensei que já tivesse dormindo.
Eu nem liguei muito, porque já tava deitado no chão me ajeitando pra dormir. Quando vejo minha mãe fuçando na mala e tirando alguma coisa. Não dava pra ver direito, porque só tinha a luz de fora entrando pela janela, então praticamente via só uma silhueta, mas vi claramente minha mãe tirando o biquíni completamente, ficando pelada na luz da lua.
H — QUE PORRA CÊ TÁ FAZENDO? — gritei pra ela.
S — Tô colocando uma roupa pra dormir, o biquíni tá molhado, não vou me arriscar a ficar doente ou molhar a cama.
H — A DANI TÁ TE VENDO, MÃE, QUE PORRA É ESSA?
S — Nessa escuridão não dá pra ver nada, não seja ridículo. Além disso, já tem intimidade, e ele tá vendo menos do que já viu antes.
H — COMO CÊ FODE TUDO — gritei furioso enquanto ela vestia a peça que tinha tirado da mala. Primeiro colocou o que parecia ser uma calcinha, e depois vestiu um robe de dormir que batia no meio das coxas. Fiquei calado, puto, e a Dani não fazia barulho nenhum, era óbvio que tava curtindo o show, mesmo que desse pra ver pouco.
Minha mãe já não tava mais no juízo perfeito, e eu via a silhueta dela cambaleando antes de subir na cama e cair de bêbada no meio do Gael e do Luís. Aquilo foi a gota d'água pra mim, me senti traído pela minha mãe e pela bebedeira dela, e desejei nunca ter ido naquela viagem ou ter convidado meus amigos. Fechei os olhos e comecei a desejar acordar daquilo. Pesadelo que estava acontecendo comigo.
O sono foi embora e só pensamentos vagos passavam pela minha mente enquanto eu ouvia que ainda tinha ação no quarto ao lado. Maldito Mario, tá com a mulher que eu desejava há anos, e ouvir aquilo começou a me excitar. Quando de repente começo a ouvir movimento de lençol na cama. Abri os olhos mas não conseguia ver nada e não queria me levantar e o Dani ver que eu tava vendo eles fazendo algo com a minha mãe como um completo perdedor (caso estivesse acontecendo). Ouvia movimento cada vez mais seguido e tentava imaginar o que diabos tava rolando.
De repente, outro movimento mais descarado, tipo quando alguém tá deitado e fica mudando de posição sem parar.
Tentava escutar pra saber o que tava rolando e de repente ouço minha mãe sussurrar com voz de sono e bêbada:
S — Não...
O que tá acontecendo? Pensei, parei mais o ódio e ouvi de novo minha mãe sussurrar:
S — Vai, tira a mão.
E um pouco depois:
S — Tira, já deixa eu dormir.
Aí os movimentos pararam e não se ouviu mais nada por um bom tempo. Acabei dormindo...

Na manhã seguinte acordei e a luz do sol tava entrando pela janela, a dor de cabeça era foda, Dani ainda tava dormindo, eu era o único que tinha acordado. Aí me levantei pra ver uma das imagens mais dolorosas da minha vida.
Lá estava minha mãe no meio de dois dos meus amigos, dormindo igual a eles. Vi o Gael do lado esquerdo dela, deitado de barriga pra cima só de cueca, com minha mãe ao lado deitada de costas pra ele, mas com a perna direita dela por cima das pernas do Gael. TAVA COM AS PERNAS ABERTAS E OS PEITOS COM TUDO E OS BICOS APARECENDO PRA FORA DE UM LADO DO ROUPÃO SOLTO QUE ELA VESTIU PRA DORMIR.
Além disso, o roupão tinha subido mais pra cima da cintura e tava mostrando a calcinha tipo fio dental que ela tinha colocado pra não molhar a cama. PRATICAMENTE ERA LINGERIE. E o maldito do Gael com uma ereção apontando pro teto. Além disso, do outro lado, deitado com o pé esquerdo da minha mãe quase na cara dele, estava o Luis. Embora não parecesse muito colado nela, se estivesse acordado, teria visto os peitos dela de novo, agora mais de perto e com mais detalhes. Me aproximei da minha mãe e, como pude, cobri ela com um lençol pra não deixar toda a sexualidade dela exposta.

Sentei com uma dor de cabeça inimaginável, ainda sem acreditar no que tinha acabado de ver e me perguntando o que tinha rolado na noite anterior. Ele tinha comido minha mãe? Na minha frente? Alguém da minha idade, um puto qualquer? Minha mãe deixou ser fodida? Milhares de coisas passavam pela minha cabeça, ainda tava bêbado e o Dani tava acordando no sofá, também só de cueca.

H — Que que houve, Dani? Qual é a boa? — falei.

D — NEM FODE, MINHA CABEÇA VAI EXPLODIR — disse o Dani.

H — Por que você tá só de cueca? — perguntei.

D — Sua mãe e a Iveth falaram pra não molharmos as camas, que era uma multa por fazer isso aqui no condomínio.

Aí tudo fez sentido, pelo menos a parte da cueca, mas porra, minha mãe tinha acordado igual uma puta no meio dos meus amigos. Pelo menos já tinha garantido que, se acordassem, não veriam as partes íntimas dela. Além disso, levantei a perna dela e tirei de cima das pernas do cara e de quase estar roçando no pau duro do Gael.

Me sentia destruído física, mental e emocionalmente. Saí e abri uma cerveja pra aliviar a dor e pensar mais claramente no que tava rolando, e fiquei esperando os outros acordarem...

ESPERO NÃO TER ENCHIDO O SACO DE VOCÊS COM ESSA EXPERIÊNCIA. QUERIA SABER SE VOCÊS TAMBÉM JÁ PASSARAM POR ALGO PARECIDO E COMO LIDARAM COM ISSO.

Ainda falta o resto do fim de semana pra contar. Enfim, acho que por hoje é só o meu desabafo.

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