Os clientes do meu marido
O que vou contar, por mais incrível que pareça, aconteceu quando precisei fazer um jantar para uns clientes do meu marido em casa, e eu tive que atendê-los porque ele estava viajando na época. Casei faz só um ano e meu marido quase não para em casa, já que vive viajando e passo a maior parte do tempo sozinha aqui.
Ele tinha saído há dois dias numa viagem e, mesmo me ligando toda noite, não era a mesma coisa que tê-lo por perto. Ele me prometeu que, quando fizesse dinheiro, essa situação ia mudar e que depois saberia como me recompensar. Naquela noite, antes de dormir, ele me ligou e disse que não conseguiria voltar até depois do fim de semana, mas que tinha marcado um encontro com o representante de uma empresa do Quênia e que ele chegaria no fim de semana para se reunir com ele. Disse que pensou em levá-lo para jantar para causar uma boa impressão e depois propor algum negócio vantajoso.
Por isso, me pediu para ligar para ele no hotel no fim de semana e convidá-lo para jantar em casa. Ele já tinha mandado um e-mail antes, se desculpando e dizendo que eu ligaria. Comentei que não saberia o que falar, e ele respondeu que era só tratá-lo bem para ele ir embora satisfeito. Desligou o telefone, e fiquei pensando no que conversaria com ele, já que acho que naquele país falam inglês ou algum idioma africano. No dia seguinte, quando cheguei no escritório, contei pras minhas amigas sobre o jantar que teria que dar, e elas começaram a zoar, dizendo que os negros têm fama de ter paus enormes e coisas assim. Naquela sexta, do escritório, liguei pro hotel pra saber se ele já tinha chegado e, quando confirmaram que sim, pedi pra me transferirem pro quarto dele.
Ele atendeu num espanhol perfeito e disse que estava esperando minha ligação, então tive que explicar a situação de novo e falar que ele não poderia atendê-lo, mas que tinha me pedido pra convidá-lo pra jantar na nossa casa. Ele me Ele disse que não tinha vindo sozinho, mas sim com um parceiro, e me perguntou se não tinha problema. Falei que não, mas por dentro eu pensava: "O que vou fazer sozinha com dois caras na minha casa?" Passei o endereço, e ele respondeu que viriam num táxi do hotel lá pelas 8 da noite. No caminho, comprei comida pronta, só pra esquentar quando chegassem. Tomei um banho pra me refrescar e fui pro quarto escolher que roupa vestir naquela noite, já que precisava causar uma boa impressão e tratá-los com educação, como meu marido tinha pedido. Coloquei calcinha e sutiã pretos, além de uma meia-calça de nylon da mesma cor. Escolhi um vestido que tinha comprado pra sair alguma noite com meu marido, mas como ele nunca ficava em casa, não tive chance de estrear. Era azul-aço, modelo Jane, que é mais curto de um lado da perna e comprido do outro. O único problema é que, pelo lado curto, dava pra ver um pouco a renda da meia, então eu tinha que sentar com cuidado pra não levantar muito aquele lado do vestido. Calcei uns sapatos pretos e me olhei no espelho pra ver como tava. Me virei de costas e, como o vestido é de um tecido fino, do lado da bunda ficava bem colado, mas já não tinha muito tempo pra escolher outra coisa, porque eles podiam chegar a qualquer momento. Enquanto me maquiava e penteava, pensava que, aos meus 25 anos, não tava aproveitando a vida direito, já que quase nunca saía pra lugar nenhum além do trabalho, e nem preciso falar da parte sexual. Assim que terminei de me arrumar, bateram na porta e fui atender, meio nervosa. Esperava que eles tivessem uma boa impressão da recepção que eu ia dar. Quando abri a porta, levei um susto, porque eram dois caras negros, mas a pele deles era de um preto azeitona, e os dois tinham uns 1,90 de altura. Estavam vestidos de forma casual, com camisetas da Lacoste. Cumprimentei eles e Convidei eles pra entrar. Um deles me entregou duas garrafas de champanhe que coloquei pra gelar, e nós três sentamos pra conversar um pouco na sala. Os dois prestavam muita atenção em mim quando eu falava, e eu percebia que eles, disfarçadamente, aproveitavam pra olhar minhas pernas. Pedi desculpas por deixá-los sozinhos, porque ia servir o jantar. Da cozinha, dava pra ouvir eles conversando em inglês, e como eu não entendo muito bem essa língua, não sacava nada. O jantar foi rolando, e na conversa dava pra ver que eles tinham viajado pra caramba, e mencionaram que era uma pena meu marido não estar presente, mas que já teria oportunidade de se encontrar com ele. Enquanto a gente jantava, senti a perna de um deles roçar na minha, mas achei que tinha sido sem querer. Terminamos uma das garrafas que eles trouxeram na mesa e depois convidei eles pra voltar pra sala, enquanto eu tirava os pratos da mesa. Perguntei se queriam que eu abrisse a segunda garrafa e os dois disseram que sim. Sentei pra acompanhar eles e, enquanto eu bebia meu copo, eles conversavam entre si. Olhei pra eles com calma e os dois tinham mãos grandes, e os pés também eram enormes. Naquela hora, lembrei das brincadeiras das minhas amigas do trabalho, quando falavam que os negros tinham paus enormes. Um deles estava sentado na minha frente, com as pernas abertas do jeito que os homens sentam, e eu comecei a viajar imaginando que sentava em cima dele. Rapidamente afastei esses pensamentos da minha cabeça, que com certeza eram fruto da falta de sexo contínuo. Meus pensamentos fizeram meu rosto ficar vermelho, e como minha pele é branca, quando fico corada aparece mais, e um deles me perguntou se o champanhe tinha me afetado. Rindo, falei que não e mudei de assunto rapidinho, perguntando se eles tinham gostado da cidade. O que estava sentado do meu lado me disse que toda vez que chegavam num país, não ficavam satisfeitos se não provassem a comida. Típica, a bebida típica e a mulher típica. O amigo dele riu da piada e eu também sorri e engoli em seco, porque parecia que esses negões queriam comer mais do que o jantar. O negão que estava na minha frente disse que meu marido era muito sortudo por ter uma mulher tão gostosa como eu, e o outro colocou a mão na minha perna direita, concordando. A mão desse negão emanava um calor que me fez tremer, e eu não a tirei, deixando-a na minha perna por um bom tempo. Um deles mencionou que meu marido tinha contado que eu seria muito hospitaleira com eles, para fechar negócios logo. Não sabia o que fazer naquele momento, porque não queria jogar fora os sonhos do meu marido, mas por outro lado, o que faria se os negões começassem a passar dos limites? Deixei rolar o que tinha que rolar.
Eles, vendo que eu não mostrava rejeição, começaram a se insinuar ainda mais. O que estava do meu lado se grudou em mim e enchia meu copo uma e outra vez, fazendo o licor me desinibir, e num instante estávamos conversando como se fôssemos amigos de infância. Tanto que, em dado momento, o negão tirou a mão da minha perna e passou o braço pelas minhas costas, e senti a mão dele roçar uma das minhas tetas por causa do tamanho do braço. O outro negão nos observava, e notei que ele estava inquieto com os amassos que o amigo estava me dando. O que me abraçava disse que eu tinha umas pernas lindas, e quando virei para olhar ele me beijou na boca, envolvendo meus lábios com os dele, que eram enormes. Não sei por quê, mas não fiz nada para afastá-lo, e enquanto ele me beijava e enfiava a língua na minha boca, o outro não aguentou mais e também se aproximou. Ele se abaixou e, com as mãos, abriu minhas pernas para ver minha calcinha. Eu pensava como tinha chegado naquele ponto, e me perguntava também se era essa a hospitalidade que meu marido esperava que eu desse a eles. Enquanto pensava nisso, eles me colocaram de pé e começaram a me apalpar, passando a mão na minha bunda e na minha buceta. Um deles começou a tirar o vestido, enquanto o outro abaixava as calças. Quando ficou sem elas, pude ver que ele tinha um pau enorme. Era comprido e grosso, e me dava a impressão de estar vendo um cassetete, igualzinho ao que os policiais usam. O outro também tirou a roupa e ficou pelado na minha frente. Os dois juntos tiraram meu sutiã e minha calcinha, deixando só meus sapatos e as meias pretas. Dava pra notar forte o contraste entre a pele preta deles e a minha. Eu tava excitada e ao mesmo tempo assustada com o tamanho dos paus deles, mas seria a primeira vez que eu ia sentir como era ter o pau de um preto dentro de mim. Os dois ficaram me lambendo o corpo inteiro, e enquanto um separava minhas nádegas pra lamber meu cu, o outro tava na frente me lambendo a buceta. Nós três fomos pro meu quarto e eu sentei na beirada da cama, eles ficaram na minha frente com os paus apontando pra minha cara. Comecei a chupar os dois, sem conseguir enfiar tudo na minha boca. Deitei na cama e um dos pretos começou a me bombar. O pau dele era tão grosso que meus lábios da buceta mal conseguiam envolver, e me fez sentir no paraíso de tanto que ele metia e tirava. O outro se ajoelhou na altura da minha cabeça e colocou o pau dele dentro da minha boca pra eu chupar. Assim eles me seguraram por um bom tempo, até que os dois gozaram, banhando o interior da minha buceta e minha boca. Eu só queria que me dessem mais e pedi pra eles me comerem os dois ao mesmo tempo. Eles se deitaram na cama, cada um de um lado meu, e eu fiquei de joelhos na cama, chupando os dois alternadamente, deixando eles verem minha bunda enquanto fazia isso. Não demorou muito pra eles ficarem duros que nem dois troncos, e eu montei em cima de um deles, olhando de frente. A gente se beijava na boca, enquanto ele enfiava o pau dele na minha xota, e eu falei pro outro me montar por trás. Ele ficou de pé na cama e dobrou um pouco as pernas, até colocar a cabeça do pau dele no meu cu. Aos poucos, ele começou a empurrar até enfiar tudo no meu reto, e assim Ambos me pegavam por trás e pela frente. Eu me perguntava como tinha virado uma puta tão gostosa, mas aqueles dois negrões estavam me fazendo gozar igual a uma porca no cio. Enquanto me comiam, o telefone tocou, estava no criado-mudo e estiquei o braço pra pegar. Atendi e era meu marido. Ele perguntou se os clientes dele tinham ido na casa, e eu disse que sim. Ele perguntou se eu estava atendendo eles como ele tinha mandado, e eu respondi que estava atendendo eles naquele momento, e que por isso precisava desligar. Ele falou de novo que ia recompensar o sacrifício que eu tava fazendo, e eu respondi que não precisava, enquanto sentia a porra dos dois negrões escorrendo nos meus dois buracos.
Depois que terminamos, limpei os paus deles com a minha boca, chupando toda a porra que ainda tinha sobrado. Aí a gente se vestiu e eles voltaram pro hotel. No dia seguinte me ligaram pra eu visitar eles, mas isso já é outra história.
Vou contar, mesmo parecendo mentira, aconteceu quando tive que fazer um jantar pra uns clientes do meu marido na minha casa, e eu tive que atender eles porque ele tava viajando. Casei faz só um ano e meu marido quase não fica em casa, já que vive viajando e passo a maior parte do tempo sozinha. Ele tinha saído há dois dias de viagem e, embora me ligasse toda noite, não era a mesma coisa que ter ele por perto. Ele tinha me prometido que quando fizesse dinheiro essa situação ia mudar e que depois ia saber como me recompensar.
Naquela noite, antes de dormir, ele me ligou e disse que não ia conseguir voltar até depois do fim de semana, mas que tinha marcado um encontro com o representante de uma empresa do Quênia e que ele ia chegar no fim de semana pra se encontrar com ele. Ele disse que tinha pensado em levar ele pra jantar pra causar uma boa impressão e depois propor algum negócio que fosse vantajoso. Por isso, me pediu pra ligar pro hotel dele no fim de semana e convidar ele pra jantar em casa.
Ele tinha mandado antes um e-mail, pedindo desculpas e dizendo que eu ligaria pra ele. Eu comentei que não sabia o que falar, e ele respondeu que era só atendê-lo bem pra ele ir embora satisfeito. Desligou o telefone e fiquei pensando no que ia conversar com ele, já que acho que naquele país falam inglês ou algum idioma africano. No dia seguinte, quando cheguei no escritório, comentei com minhas amigas sobre o jantar que teria que dar, e elas começaram a zoar, dizendo que os negros têm fama de ter paus enormes e essas coisas. Naquela sexta, do escritório, liguei pro hotel pra saber se ele tinha chegado e, quando me disseram que sim, pedi pra me transferirem pro quarto dele. Ele atendeu num espanhol perfeito e disse que tava esperando minha ligação, então tive que explicar a situação de novo e falar que ele não poderia atendê-lo, mas que tinha me pedido pra convidá-lo pra jantar na nossa casa. Ele disse que não tinha vindo sozinho, mas com um sócio, e perguntou se não tinha problema. Falei que não, mas por dentro eu pensava: "O que vou fazer sozinha com dois caras na minha casa?" Passei o endereço, e ele respondeu que iriam de táxi do hotel lá pras 8 da noite. No caminho, comprei comida pronta, de um jeito que era só esquentar quando chegassem. Tomei um banho pra me refrescar e fui pro meu quarto escolher que roupa vestir naquela noite, já que tinha que causar uma boa impressão e atendê-los educadamente, como meu marido tinha pedido. Coloquei calcinha e sutiã preto, além de meia-calça de nylon da mesma cor. Escolhi um vestido que tinha comprado pra sair alguma noite com meu marido, mas como ele nunca parava em casa, não tinha tido chance de estrear. Era azul aço e modelo Jane, que é mais curto de um lado da perna e comprido do outro. O único problema é que, pelo lado curto, dava pra ver um pouco a renda da meia, então eu tinha que sentar com cuidado pra não levantar muito aquele lado. dress. I put on some black shoes and looked in the mirror to see how I looked.
I checked myself from behind, and since the dress is made of a thin material, it clung tightly to the sides of my buttocks, but I didn't have much time to pick something else, as they could arrive any moment. While I was putting on my makeup and doing my hair, I thought about how at 25 years old, I wasn't fully enjoying life, since I almost never went anywhere besides work, not to mention the sexual side. As soon as I finished getting ready, there was a knock at the door, and I went to answer it, a bit nervous.
I hoped they'd get a good impression of the service I was about to provide. When I opened the door, I was taken aback, as they were two black men, but their skin was an olive-black tone, and both stood about 6'3" tall. They were dressed casually in Lacoste t-shirts. I greeted them and invited them in. One of them handed me two bottles of champagne, which I put on ice, and the three of us sat down to chat in the living room for a moment. They both paid close attention when I spoke, and I noticed they subtly took the chance to look at my legs. I asked them to excuse me for leaving them alone, as I was going to serve dinner.
From the kitchen, I could hear them talking in English, and since I don't know much of that language, I didn't understand a thing. Dinner went on, and in their conversation, it was clear they had traveled a lot, and they mentioned it was a shame my husband wasn't there, but that there would be an opportunity to meet him later.
While we were eating, I felt one of their legs brush against mine, but I assumed it was accidental. We finished one of the bottles they brought at the table, and then I invited them back to the living room as I cleared the dishes. I asked if they wanted me to open the second bottle, and they both said yes. I sat down to join them, and as I sipped my glass, they chatted among themselves. Olhei pra eles com atenção e os dois tinham mãos grandes, e os pés também eram enormes. Naquela hora, lembrei das brincadeiras das minhas amigas do trabalho, quando diziam que os negros tinham paus enormes. Um deles estava sentado na minha frente, com as pernas abertas do jeito que homem senta, e eu comecei a viajar imaginando que sentava em cima dele. Rapidamente afastei esses pensamentos da minha cabeça, que com certeza eram fruto da falta de sexo contínuo. Meus pensamentos fizeram meu rosto ficar vermelho, e como minha pele é branca, quando fico corada aparece mais, e um deles me perguntou se o champanhe tinha me afetado. Rindo, falei que não e mudei de assunto rápido, perguntando se eles tinham gostado da cidade. O que estava sentado do meu lado me disse que toda vez que chegavam num país, não iam embora satisfeitos se não provassem a comida típica, a bebida típica e a mulher típica. O amigo dele riu da piada e eu também sorri e engoli seco, porque parecia que esses negros queriam comer algo mais do que o jantar. O negro que estava na minha frente disse que meu marido era muito sortudo por ter uma mulher tão gostosa como eu, e o outro colocou a mão na minha perna direita, completando que concordava. A mão desse negro emanava um calor que me fez tremer, e eu não afastei, deixando ela na minha perna por um bom tempo. Um deles mencionou que meu marido tinha contado que eu seria muito hospitaleira com eles, pra fechar negócios logo. Não sabia o que fazer naquela hora, porque não queria jogar fora os sonhos do meu marido, mas por outro lado, o que eu faria se os negros começassem a passar dos limites? Deixei rolar o que tinha que rolar. Eles, vendo que eu não mostrava rejeição, começaram a se insinuar ainda mais. O que estava do lado se aproximou de mim e enchia minha taça uma e outra vez, fazendo o licor me desinibir, e num instante estávamos conversando como se fôssemos amigos de infância. Tanto que... that at one point the black man took his hand off my leg and put his arm around my back, and I felt his hand brush against one of my breasts along the length of his arm. The other black man was watching us, and I noticed he was getting restless from the groping his friend was giving me. The one who was holding me told me I had beautiful legs, and when I turned to look at him, he kissed me on the mouth, wrapping his huge lips around mine. I don't know why, but I didn't do anything to pull away, and while he was kissing me and slipping his tongue into my mouth, the other one couldn't take it anymore and came closer to me. He leaned down and used his hands to spread my legs apart to see my panties. I was thinking about how I had ended up at this point, and I also wondered if this was the hospitality my husband expected me to offer them. While I was thinking this, they made me stand up and started groping me, squeezing my ass and my pussy. One of them was pulling off my dress, while the other was lowering his pants. When he was free of them, I could see he had a huge cock. It was long and thick, and it felt like I was looking at a baton, like the ones cops use. The other one also took off his clothes and stood naked in front of me. Between the two of them, they took off my bra and panties, leaving me only in my shoes and black stockings. The contrast between their black skin and mine was stark. I was excited and at the same time scared by the size of their members, but it would be the first time I experienced what it felt like to have a black man's cock inside me. They both licked my entire body, and while one spread my ass cheeks to lick my anus, the other was in front licking my pussy. The three of us went to my bedroom, and I sat on the edge of my bed, with them standing in front of me, their cocks pointing at my face. I started sucking them, but I couldn't get them fully into my mouth. I lay back on the bed, and one of the black men started pumping me. His cock was so thick that my vaginal lips wrapped around it Com muito custo, me fez sentir no paraíso de tanto que metia e tirava.
O outro se ajoelhou na altura da minha cabeça e colocou o pau dele dentro da minha boca pra eu chupar. Assim me deixaram por um bom tempo, até que os dois gozaram, banhando o interior da minha buceta e minha boca. Eu só queria que me dessem mais e pedi pra me comerem os dois juntos. Eles se deitaram na cama, cada um de um lado meu, e eu fiquei de joelhos na cama, chupando um de cada vez, deixando eles verem minha bunda enquanto fazia isso.
Não demorou muito pra ficarem duros que nem dois troncos, e eu montei em cima de um deles, olhando de frente. A gente se beijava na boca enquanto ele enfiava o pau dele na minha xota, e eu mandei o outro me montar por trás. Ele ficou de pé na cama e dobrou um pouco as pernas, até encostar a cabeça do pinto no meu cu. Aos poucos começou a empurrar até meter no meu reto, e assim os dois me comiam pela frente e por trás. Eu me perguntava como tinha virado uma puta tão gostosa, mas aqueles dois negões estavam me fazendo gozar que nem uma porca.
Enquanto me comiam, o telefone tocou, que tava no criado-mudo, e estiquei o braço pra pegar. Atendi e era meu marido. Ele perguntou se os clientes dele tinham ido até a casa, e eu disse que sim. Ele perguntou se eu tava atendendo eles como ele tinha mandado, e eu respondi que tava atendendo naquele momento, e que por isso precisava desligar. Ele disse de novo que ia me recompensar pelo sacrifício que eu tava fazendo, e eu respondi que não precisava, enquanto sentia a porra dos dois negões escorrendo nos meus dois buracos.
Quando terminamos, limpei os paus deles com a boca, chupando toda a porra que ainda tinha sobrado. Depois a gente se vestiu e eles voltaram pro hotel. No dia seguinte me ligaram pra eu visitar eles, mas isso já é outra história.
O que vou contar, por mais incrível que pareça, aconteceu quando precisei fazer um jantar para uns clientes do meu marido em casa, e eu tive que atendê-los porque ele estava viajando na época. Casei faz só um ano e meu marido quase não para em casa, já que vive viajando e passo a maior parte do tempo sozinha aqui.
Ele tinha saído há dois dias numa viagem e, mesmo me ligando toda noite, não era a mesma coisa que tê-lo por perto. Ele me prometeu que, quando fizesse dinheiro, essa situação ia mudar e que depois saberia como me recompensar. Naquela noite, antes de dormir, ele me ligou e disse que não conseguiria voltar até depois do fim de semana, mas que tinha marcado um encontro com o representante de uma empresa do Quênia e que ele chegaria no fim de semana para se reunir com ele. Disse que pensou em levá-lo para jantar para causar uma boa impressão e depois propor algum negócio vantajoso.
Por isso, me pediu para ligar para ele no hotel no fim de semana e convidá-lo para jantar em casa. Ele já tinha mandado um e-mail antes, se desculpando e dizendo que eu ligaria. Comentei que não saberia o que falar, e ele respondeu que era só tratá-lo bem para ele ir embora satisfeito. Desligou o telefone, e fiquei pensando no que conversaria com ele, já que acho que naquele país falam inglês ou algum idioma africano. No dia seguinte, quando cheguei no escritório, contei pras minhas amigas sobre o jantar que teria que dar, e elas começaram a zoar, dizendo que os negros têm fama de ter paus enormes e coisas assim. Naquela sexta, do escritório, liguei pro hotel pra saber se ele já tinha chegado e, quando confirmaram que sim, pedi pra me transferirem pro quarto dele.
Ele atendeu num espanhol perfeito e disse que estava esperando minha ligação, então tive que explicar a situação de novo e falar que ele não poderia atendê-lo, mas que tinha me pedido pra convidá-lo pra jantar na nossa casa. Ele me Ele disse que não tinha vindo sozinho, mas sim com um parceiro, e me perguntou se não tinha problema. Falei que não, mas por dentro eu pensava: "O que vou fazer sozinha com dois caras na minha casa?" Passei o endereço, e ele respondeu que viriam num táxi do hotel lá pelas 8 da noite. No caminho, comprei comida pronta, só pra esquentar quando chegassem. Tomei um banho pra me refrescar e fui pro quarto escolher que roupa vestir naquela noite, já que precisava causar uma boa impressão e tratá-los com educação, como meu marido tinha pedido. Coloquei calcinha e sutiã pretos, além de uma meia-calça de nylon da mesma cor. Escolhi um vestido que tinha comprado pra sair alguma noite com meu marido, mas como ele nunca ficava em casa, não tive chance de estrear. Era azul-aço, modelo Jane, que é mais curto de um lado da perna e comprido do outro. O único problema é que, pelo lado curto, dava pra ver um pouco a renda da meia, então eu tinha que sentar com cuidado pra não levantar muito aquele lado do vestido. Calcei uns sapatos pretos e me olhei no espelho pra ver como tava. Me virei de costas e, como o vestido é de um tecido fino, do lado da bunda ficava bem colado, mas já não tinha muito tempo pra escolher outra coisa, porque eles podiam chegar a qualquer momento. Enquanto me maquiava e penteava, pensava que, aos meus 25 anos, não tava aproveitando a vida direito, já que quase nunca saía pra lugar nenhum além do trabalho, e nem preciso falar da parte sexual. Assim que terminei de me arrumar, bateram na porta e fui atender, meio nervosa. Esperava que eles tivessem uma boa impressão da recepção que eu ia dar. Quando abri a porta, levei um susto, porque eram dois caras negros, mas a pele deles era de um preto azeitona, e os dois tinham uns 1,90 de altura. Estavam vestidos de forma casual, com camisetas da Lacoste. Cumprimentei eles e Convidei eles pra entrar. Um deles me entregou duas garrafas de champanhe que coloquei pra gelar, e nós três sentamos pra conversar um pouco na sala. Os dois prestavam muita atenção em mim quando eu falava, e eu percebia que eles, disfarçadamente, aproveitavam pra olhar minhas pernas. Pedi desculpas por deixá-los sozinhos, porque ia servir o jantar. Da cozinha, dava pra ouvir eles conversando em inglês, e como eu não entendo muito bem essa língua, não sacava nada. O jantar foi rolando, e na conversa dava pra ver que eles tinham viajado pra caramba, e mencionaram que era uma pena meu marido não estar presente, mas que já teria oportunidade de se encontrar com ele. Enquanto a gente jantava, senti a perna de um deles roçar na minha, mas achei que tinha sido sem querer. Terminamos uma das garrafas que eles trouxeram na mesa e depois convidei eles pra voltar pra sala, enquanto eu tirava os pratos da mesa. Perguntei se queriam que eu abrisse a segunda garrafa e os dois disseram que sim. Sentei pra acompanhar eles e, enquanto eu bebia meu copo, eles conversavam entre si. Olhei pra eles com calma e os dois tinham mãos grandes, e os pés também eram enormes. Naquela hora, lembrei das brincadeiras das minhas amigas do trabalho, quando falavam que os negros tinham paus enormes. Um deles estava sentado na minha frente, com as pernas abertas do jeito que os homens sentam, e eu comecei a viajar imaginando que sentava em cima dele. Rapidamente afastei esses pensamentos da minha cabeça, que com certeza eram fruto da falta de sexo contínuo. Meus pensamentos fizeram meu rosto ficar vermelho, e como minha pele é branca, quando fico corada aparece mais, e um deles me perguntou se o champanhe tinha me afetado. Rindo, falei que não e mudei de assunto rapidinho, perguntando se eles tinham gostado da cidade. O que estava sentado do meu lado me disse que toda vez que chegavam num país, não ficavam satisfeitos se não provassem a comida. Típica, a bebida típica e a mulher típica. O amigo dele riu da piada e eu também sorri e engoli em seco, porque parecia que esses negões queriam comer mais do que o jantar. O negão que estava na minha frente disse que meu marido era muito sortudo por ter uma mulher tão gostosa como eu, e o outro colocou a mão na minha perna direita, concordando. A mão desse negão emanava um calor que me fez tremer, e eu não a tirei, deixando-a na minha perna por um bom tempo. Um deles mencionou que meu marido tinha contado que eu seria muito hospitaleira com eles, para fechar negócios logo. Não sabia o que fazer naquele momento, porque não queria jogar fora os sonhos do meu marido, mas por outro lado, o que faria se os negões começassem a passar dos limites? Deixei rolar o que tinha que rolar.
Eles, vendo que eu não mostrava rejeição, começaram a se insinuar ainda mais. O que estava do meu lado se grudou em mim e enchia meu copo uma e outra vez, fazendo o licor me desinibir, e num instante estávamos conversando como se fôssemos amigos de infância. Tanto que, em dado momento, o negão tirou a mão da minha perna e passou o braço pelas minhas costas, e senti a mão dele roçar uma das minhas tetas por causa do tamanho do braço. O outro negão nos observava, e notei que ele estava inquieto com os amassos que o amigo estava me dando. O que me abraçava disse que eu tinha umas pernas lindas, e quando virei para olhar ele me beijou na boca, envolvendo meus lábios com os dele, que eram enormes. Não sei por quê, mas não fiz nada para afastá-lo, e enquanto ele me beijava e enfiava a língua na minha boca, o outro não aguentou mais e também se aproximou. Ele se abaixou e, com as mãos, abriu minhas pernas para ver minha calcinha. Eu pensava como tinha chegado naquele ponto, e me perguntava também se era essa a hospitalidade que meu marido esperava que eu desse a eles. Enquanto pensava nisso, eles me colocaram de pé e começaram a me apalpar, passando a mão na minha bunda e na minha buceta. Um deles começou a tirar o vestido, enquanto o outro abaixava as calças. Quando ficou sem elas, pude ver que ele tinha um pau enorme. Era comprido e grosso, e me dava a impressão de estar vendo um cassetete, igualzinho ao que os policiais usam. O outro também tirou a roupa e ficou pelado na minha frente. Os dois juntos tiraram meu sutiã e minha calcinha, deixando só meus sapatos e as meias pretas. Dava pra notar forte o contraste entre a pele preta deles e a minha. Eu tava excitada e ao mesmo tempo assustada com o tamanho dos paus deles, mas seria a primeira vez que eu ia sentir como era ter o pau de um preto dentro de mim. Os dois ficaram me lambendo o corpo inteiro, e enquanto um separava minhas nádegas pra lamber meu cu, o outro tava na frente me lambendo a buceta. Nós três fomos pro meu quarto e eu sentei na beirada da cama, eles ficaram na minha frente com os paus apontando pra minha cara. Comecei a chupar os dois, sem conseguir enfiar tudo na minha boca. Deitei na cama e um dos pretos começou a me bombar. O pau dele era tão grosso que meus lábios da buceta mal conseguiam envolver, e me fez sentir no paraíso de tanto que ele metia e tirava. O outro se ajoelhou na altura da minha cabeça e colocou o pau dele dentro da minha boca pra eu chupar. Assim eles me seguraram por um bom tempo, até que os dois gozaram, banhando o interior da minha buceta e minha boca. Eu só queria que me dessem mais e pedi pra eles me comerem os dois ao mesmo tempo. Eles se deitaram na cama, cada um de um lado meu, e eu fiquei de joelhos na cama, chupando os dois alternadamente, deixando eles verem minha bunda enquanto fazia isso. Não demorou muito pra eles ficarem duros que nem dois troncos, e eu montei em cima de um deles, olhando de frente. A gente se beijava na boca, enquanto ele enfiava o pau dele na minha xota, e eu falei pro outro me montar por trás. Ele ficou de pé na cama e dobrou um pouco as pernas, até colocar a cabeça do pau dele no meu cu. Aos poucos, ele começou a empurrar até enfiar tudo no meu reto, e assim Ambos me pegavam por trás e pela frente. Eu me perguntava como tinha virado uma puta tão gostosa, mas aqueles dois negrões estavam me fazendo gozar igual a uma porca no cio. Enquanto me comiam, o telefone tocou, estava no criado-mudo e estiquei o braço pra pegar. Atendi e era meu marido. Ele perguntou se os clientes dele tinham ido na casa, e eu disse que sim. Ele perguntou se eu estava atendendo eles como ele tinha mandado, e eu respondi que estava atendendo eles naquele momento, e que por isso precisava desligar. Ele falou de novo que ia recompensar o sacrifício que eu tava fazendo, e eu respondi que não precisava, enquanto sentia a porra dos dois negrões escorrendo nos meus dois buracos.
Depois que terminamos, limpei os paus deles com a minha boca, chupando toda a porra que ainda tinha sobrado. Aí a gente se vestiu e eles voltaram pro hotel. No dia seguinte me ligaram pra eu visitar eles, mas isso já é outra história.
Vou contar, mesmo parecendo mentira, aconteceu quando tive que fazer um jantar pra uns clientes do meu marido na minha casa, e eu tive que atender eles porque ele tava viajando. Casei faz só um ano e meu marido quase não fica em casa, já que vive viajando e passo a maior parte do tempo sozinha. Ele tinha saído há dois dias de viagem e, embora me ligasse toda noite, não era a mesma coisa que ter ele por perto. Ele tinha me prometido que quando fizesse dinheiro essa situação ia mudar e que depois ia saber como me recompensar.
Naquela noite, antes de dormir, ele me ligou e disse que não ia conseguir voltar até depois do fim de semana, mas que tinha marcado um encontro com o representante de uma empresa do Quênia e que ele ia chegar no fim de semana pra se encontrar com ele. Ele disse que tinha pensado em levar ele pra jantar pra causar uma boa impressão e depois propor algum negócio que fosse vantajoso. Por isso, me pediu pra ligar pro hotel dele no fim de semana e convidar ele pra jantar em casa.
Ele tinha mandado antes um e-mail, pedindo desculpas e dizendo que eu ligaria pra ele. Eu comentei que não sabia o que falar, e ele respondeu que era só atendê-lo bem pra ele ir embora satisfeito. Desligou o telefone e fiquei pensando no que ia conversar com ele, já que acho que naquele país falam inglês ou algum idioma africano. No dia seguinte, quando cheguei no escritório, comentei com minhas amigas sobre o jantar que teria que dar, e elas começaram a zoar, dizendo que os negros têm fama de ter paus enormes e essas coisas. Naquela sexta, do escritório, liguei pro hotel pra saber se ele tinha chegado e, quando me disseram que sim, pedi pra me transferirem pro quarto dele. Ele atendeu num espanhol perfeito e disse que tava esperando minha ligação, então tive que explicar a situação de novo e falar que ele não poderia atendê-lo, mas que tinha me pedido pra convidá-lo pra jantar na nossa casa. Ele disse que não tinha vindo sozinho, mas com um sócio, e perguntou se não tinha problema. Falei que não, mas por dentro eu pensava: "O que vou fazer sozinha com dois caras na minha casa?" Passei o endereço, e ele respondeu que iriam de táxi do hotel lá pras 8 da noite. No caminho, comprei comida pronta, de um jeito que era só esquentar quando chegassem. Tomei um banho pra me refrescar e fui pro meu quarto escolher que roupa vestir naquela noite, já que tinha que causar uma boa impressão e atendê-los educadamente, como meu marido tinha pedido. Coloquei calcinha e sutiã preto, além de meia-calça de nylon da mesma cor. Escolhi um vestido que tinha comprado pra sair alguma noite com meu marido, mas como ele nunca parava em casa, não tinha tido chance de estrear. Era azul aço e modelo Jane, que é mais curto de um lado da perna e comprido do outro. O único problema é que, pelo lado curto, dava pra ver um pouco a renda da meia, então eu tinha que sentar com cuidado pra não levantar muito aquele lado. dress. I put on some black shoes and looked in the mirror to see how I looked.
I checked myself from behind, and since the dress is made of a thin material, it clung tightly to the sides of my buttocks, but I didn't have much time to pick something else, as they could arrive any moment. While I was putting on my makeup and doing my hair, I thought about how at 25 years old, I wasn't fully enjoying life, since I almost never went anywhere besides work, not to mention the sexual side. As soon as I finished getting ready, there was a knock at the door, and I went to answer it, a bit nervous.
I hoped they'd get a good impression of the service I was about to provide. When I opened the door, I was taken aback, as they were two black men, but their skin was an olive-black tone, and both stood about 6'3" tall. They were dressed casually in Lacoste t-shirts. I greeted them and invited them in. One of them handed me two bottles of champagne, which I put on ice, and the three of us sat down to chat in the living room for a moment. They both paid close attention when I spoke, and I noticed they subtly took the chance to look at my legs. I asked them to excuse me for leaving them alone, as I was going to serve dinner.
From the kitchen, I could hear them talking in English, and since I don't know much of that language, I didn't understand a thing. Dinner went on, and in their conversation, it was clear they had traveled a lot, and they mentioned it was a shame my husband wasn't there, but that there would be an opportunity to meet him later.
While we were eating, I felt one of their legs brush against mine, but I assumed it was accidental. We finished one of the bottles they brought at the table, and then I invited them back to the living room as I cleared the dishes. I asked if they wanted me to open the second bottle, and they both said yes. I sat down to join them, and as I sipped my glass, they chatted among themselves. Olhei pra eles com atenção e os dois tinham mãos grandes, e os pés também eram enormes. Naquela hora, lembrei das brincadeiras das minhas amigas do trabalho, quando diziam que os negros tinham paus enormes. Um deles estava sentado na minha frente, com as pernas abertas do jeito que homem senta, e eu comecei a viajar imaginando que sentava em cima dele. Rapidamente afastei esses pensamentos da minha cabeça, que com certeza eram fruto da falta de sexo contínuo. Meus pensamentos fizeram meu rosto ficar vermelho, e como minha pele é branca, quando fico corada aparece mais, e um deles me perguntou se o champanhe tinha me afetado. Rindo, falei que não e mudei de assunto rápido, perguntando se eles tinham gostado da cidade. O que estava sentado do meu lado me disse que toda vez que chegavam num país, não iam embora satisfeitos se não provassem a comida típica, a bebida típica e a mulher típica. O amigo dele riu da piada e eu também sorri e engoli seco, porque parecia que esses negros queriam comer algo mais do que o jantar. O negro que estava na minha frente disse que meu marido era muito sortudo por ter uma mulher tão gostosa como eu, e o outro colocou a mão na minha perna direita, completando que concordava. A mão desse negro emanava um calor que me fez tremer, e eu não afastei, deixando ela na minha perna por um bom tempo. Um deles mencionou que meu marido tinha contado que eu seria muito hospitaleira com eles, pra fechar negócios logo. Não sabia o que fazer naquela hora, porque não queria jogar fora os sonhos do meu marido, mas por outro lado, o que eu faria se os negros começassem a passar dos limites? Deixei rolar o que tinha que rolar. Eles, vendo que eu não mostrava rejeição, começaram a se insinuar ainda mais. O que estava do lado se aproximou de mim e enchia minha taça uma e outra vez, fazendo o licor me desinibir, e num instante estávamos conversando como se fôssemos amigos de infância. Tanto que... that at one point the black man took his hand off my leg and put his arm around my back, and I felt his hand brush against one of my breasts along the length of his arm. The other black man was watching us, and I noticed he was getting restless from the groping his friend was giving me. The one who was holding me told me I had beautiful legs, and when I turned to look at him, he kissed me on the mouth, wrapping his huge lips around mine. I don't know why, but I didn't do anything to pull away, and while he was kissing me and slipping his tongue into my mouth, the other one couldn't take it anymore and came closer to me. He leaned down and used his hands to spread my legs apart to see my panties. I was thinking about how I had ended up at this point, and I also wondered if this was the hospitality my husband expected me to offer them. While I was thinking this, they made me stand up and started groping me, squeezing my ass and my pussy. One of them was pulling off my dress, while the other was lowering his pants. When he was free of them, I could see he had a huge cock. It was long and thick, and it felt like I was looking at a baton, like the ones cops use. The other one also took off his clothes and stood naked in front of me. Between the two of them, they took off my bra and panties, leaving me only in my shoes and black stockings. The contrast between their black skin and mine was stark. I was excited and at the same time scared by the size of their members, but it would be the first time I experienced what it felt like to have a black man's cock inside me. They both licked my entire body, and while one spread my ass cheeks to lick my anus, the other was in front licking my pussy. The three of us went to my bedroom, and I sat on the edge of my bed, with them standing in front of me, their cocks pointing at my face. I started sucking them, but I couldn't get them fully into my mouth. I lay back on the bed, and one of the black men started pumping me. His cock was so thick that my vaginal lips wrapped around it Com muito custo, me fez sentir no paraíso de tanto que metia e tirava.
O outro se ajoelhou na altura da minha cabeça e colocou o pau dele dentro da minha boca pra eu chupar. Assim me deixaram por um bom tempo, até que os dois gozaram, banhando o interior da minha buceta e minha boca. Eu só queria que me dessem mais e pedi pra me comerem os dois juntos. Eles se deitaram na cama, cada um de um lado meu, e eu fiquei de joelhos na cama, chupando um de cada vez, deixando eles verem minha bunda enquanto fazia isso.
Não demorou muito pra ficarem duros que nem dois troncos, e eu montei em cima de um deles, olhando de frente. A gente se beijava na boca enquanto ele enfiava o pau dele na minha xota, e eu mandei o outro me montar por trás. Ele ficou de pé na cama e dobrou um pouco as pernas, até encostar a cabeça do pinto no meu cu. Aos poucos começou a empurrar até meter no meu reto, e assim os dois me comiam pela frente e por trás. Eu me perguntava como tinha virado uma puta tão gostosa, mas aqueles dois negões estavam me fazendo gozar que nem uma porca.
Enquanto me comiam, o telefone tocou, que tava no criado-mudo, e estiquei o braço pra pegar. Atendi e era meu marido. Ele perguntou se os clientes dele tinham ido até a casa, e eu disse que sim. Ele perguntou se eu tava atendendo eles como ele tinha mandado, e eu respondi que tava atendendo naquele momento, e que por isso precisava desligar. Ele disse de novo que ia me recompensar pelo sacrifício que eu tava fazendo, e eu respondi que não precisava, enquanto sentia a porra dos dois negões escorrendo nos meus dois buracos.
Quando terminamos, limpei os paus deles com a boca, chupando toda a porra que ainda tinha sobrado. Depois a gente se vestiu e eles voltaram pro hotel. No dia seguinte me ligaram pra eu visitar eles, mas isso já é outra história.
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