Compartiendo a sofía (primera parte)

Nunca fui um homem ciumento, desde criança gostava de compartilhar tudo, desde o lanche na escola até a lição de casa no colégio. Era o mais inteligente da turma, mas também sabia que as influências eram tão importantes quanto o conhecimento. Isso me levou a criar minha própria empresa e fazê-la crescer até ter as comodidades que tenho hoje: dinheiro, luxo, tranquilidade. Sofia entrou na minha vida quando eu tinha trinta e dois anos. Um advogado disse que o teste de DNA me confirmava como pai e que a última vontade de Macarena era que ela ficasse comigo. Porra! Que porra eu sabia sobre crianças?!

Com trinta e dois anos, assumi minha filha e a criei o melhor que pude, ou melhor, crescemos juntos. No começo era estranho, e ficamos como dois estranhos morando na mesma casa por meses, mas aos poucos comecei a ver muito da Maca nela, e de mim também. Com o tempo, viramos bons amigos, e aquela temida adolescência cheia de rebeldia não abalou tanto nossa relação, talvez porque éramos mais amigos do que família. Acho que nunca a vi como minha filha, nunca senti isso, e ela nunca me viu como pai.

Como tudo começou? Bem, Sofia era tímida no começo, calada e solitária, mas comigo começou a se soltar. Comecei a levá-la para meus eventos na esperança de que ela saísse mais de casa e se comportasse como uma adolescente normal. Não saía com amigas, não me pedia dinheiro para besteiras, não tinha festas, nem álcool, nem drogas, nada. Era estranho, então era eu quem a levava para conferências, reuniões, exposições e blá, blá, blá... No salão de beleza e na boutique, a preparavam e ensinavam o que a mãe não pôde e eu certamente não conseguiria, porque, embora saiba apreciar uma mulher bem arrumada e tenha ideia de como fazem.

"O que você vai fazer depois de se formar?" perguntei do outro lado do provador, sentado no sofá enquanto ela terminava de vestir o vestido. Olhei o relógio, ainda estávamos com dez minutos de vantagem, estava tudo bem.
"Não sei" respondeu do outro lado, não me surpreendeu nem um pouco.
"E já decidiu o que vai querer pros seus 18?" continuei, me levantando pra andar de um lado pro outro do quarto íntimo. Tinha um cabideiro com todas as opções que as assistentes tinham separado pra ela, ela escolheu um vestido escarlate que parecia minúsculo à primeira vista. No espelho, me vi refletido com meu terno de gala, o cabelo ainda no lugar, ajustei o lenço do paletó e apreciei de novo a boa forma que eu mantinha: ombros largos e abdômen liso, as pernas — sempre tive problema com calças porque ficavam apertadas demais, mas o alfaiate tinha deixado a calça sob medida. Era o vigésimo aniversário da empresa que comecei quando era só um moleque, e ali estava eu, nadando em dinheiro.
"Sofia? Tudo bem?" perguntei diante do silêncio dela.
"Sim, o zíper não subia" respondeu com um gemido. "Não sei, papai".
"Já faz mais de uma semana, Sofia, você tem que decidir. Uma viagem, um carro, roupas, sapatos, joias, um bicho de estimação? Talvez uma festa com seus amigos, o que acha? Assim, de uma vez, antes de você terminar a escola, eu posso conhecer o pessoal com quem você anda".
"Eu não ando com ninguém" respondeu, sem emoção, do outro lado. Suspirei, sem vontade de continuar insistindo. "Tô pronta" disse ela, puxando a cortina do cubículo. Quando apareceu, senti o coração disparar: o vestido escarlate ficava tão justo que parecia uma segunda pele. Em cima, não tinha mangas, era estilo tubo, mas em vez de tecido nas costas, tinha tirinhas finas de fita que deixavam as costas dela de fora. A bunda ficava tão exposta que, se ela se abaixasse ou se mexesse, podia mostrar a bucetinha e a cinta-liga por baixo. Os peitos, sem sutiã, ficavam apertados e os bicos apareciam marcados como duas cerejas durinhas. Aquilo mal tinha pano e ia sair mais caro do que tudo que eu estava vestindo! "Como é que eu tô?"
"Deliciosa" respondi, estendendo a mão pra ela. Ela pegou e eu a fiz girar. Quando a Tive ela na minha frente e dei um tapa forte na bunda dela, que fez a carne balançar. Ela reclamou e depois riu. A assistente entrou pra supervisionar tudo e elogiou ela, tava espetacular com a maquiagem completa: os lábios vermelhos vibrantes e o resto do rosto mais discreto e simples, um par de argolas simples e uma correntinha de ouro, fina e delicada no pescoço. O corpo dela era tudo que precisava pra se destacar. Saímos da boutique depois de pagar a conta. "Viu como aqueles homens te olhavam com as esposas deles? Você tá divina."
"Ah, pai! Não exagera, eles não tavam me olhando."
"Não, claro, tavam me olhando, sou irresistível!" brinquei, fazendo ela rir. O celular dela vibrou dentro da bolsinha Gucci e ela atendeu rápido, o trânsito ficou lento. Olhei o relógio, faltavam cinco minutos de vantagem, o resto era o tempo certo pra chegar na exposição de arte que me convidaram. Olhei pra ela com o celular, era a única coisa que ela fazia igual qualquer adolescente: o bendito celular, as fotos, as redes sociais... Me perguntei de novo por que ela não se comportava como qualquer outra garota saindo com os amigos em vez de ir pra uma exposição de arte clássica chata rodeada de um monte de velhos entediantes. "Tudo bem com seus amigos?" perguntei depois de vê-la fazer bico.
"Sim, só que tô entediada, já quero chegar na exposição" sugeriu, ajeitando os peitos dentro do vestido de novo. "Tá apertando meus peitos", reclamou.
"Tão divinos" falei por reflexo, ela estufou o peito e balançou os peitos debaixo do vestido com uma risada, mas em mim causou uma onda de sangue que subiu direto pras minhas virilhas. Ela pegou eles com as mãos quando o trânsito começou a andar de novo. "Divinos, como eu disse. Seu namorado deve se divertir muito, bebê."
"Ah, pai! Você sabe que não tenho namorado, se tivesse já teria apresentado."
"Então, com quem você fica tanto no chat?" perguntei. Ela coçou atrás da orelha direita, como fazia sempre que ficava nervosa.
"Com Ninguém importante. Não tem como chegar mais rápido? Já quero chegar.

O assunto morreu ali. Se ela não queria falar, não falava e pronto, mas eu não parei de pensar naquela história de tantas mensagens, tantas ligações e tanto mistério nessa garota que dizia ser minha filha e, mesmo sendo, era tão estranha pra mim. Todo mundo a adorava, todos esperavam por ela e a elogiavam cada vez que aparecia nas nossas reuniões: sócios, equipe administrativa, amigos, fornecedores... Sofia era a estrela, e naquela noite todo mundo dizia como ela tava gostosa com aquele vestidinho vermelho, como a bunda dela tava uma delícia e como o vermelho caía bem nela.

"Olha esses peitinhos", disse Roberto, o vice-presidente, levando a mão até o peitinho direito dela e, entre o polegar e o indicador, apertou o mamilo ereto. Sofia arrebitou o peito quando viu ele se aproximar e riu com safadeza ao sentir o puxão no tecido. "Você é uma mulherzinha, Sofia", ele continuava, fazendo círculos no mamilo com o polegar.

"Minha filha, você deve deixar os rapazes loucos, né? Os meninos enchem muito o saco em casa, não é, Ezekial?", perguntou a esposa dele, Martha. Ela passou o braço na cintura da minha filha e deu um beijo na bochecha dela quando o marido finalmente parou de tocar nela. Sofia se deixava fazer.

"Nada disso, minha princesa tá muito focada nos estudos", respondi orgulhoso. Uma acompanhante se aproximou pra oferecer taças de champanhe. Nós quatro aceitamos uma e levantamos as taças. "Por Sofia."

"Por Sofia", repetiram os outros.

"Sofia!", chamaram de trás da gente. Gabriela, a diretora de marketing, chegou junto com a gente. Nem aquela mulher, com seus vinte e cinco anos, uns peitões de matar e um vestido quase tão pequeno quanto o da minha filha, podia competir. Sofia atraía todos os olhares naquela noite. "Vem, quero te apresentar alguém. Espero que não se importem se eu roubar ela por um segundo."

"Claro que não, se diverte, filha", falei, dando um beijo na bochecha oposta à que Martha estava segurando e, com um tapinha na bunda, a esposa do meu colega deixou ela ir. vi se reunir com outros velhos e adultos, Gabriela era a mais nova entre eles, todos os outros tinham entre trinta e cinco e até sessenta e dois anos, mas Sofia se virava bem, eles a paparicavam, davam tapas na bunda, acariciavam sua cintura e ela fluía sem que nada a incomodasse, nem mesmo as ereções notórias que encostavam na sua lombar ou entre aquele par de nadegas.
"Essa sua filha é uma gostosa" me disse Roberto, a esposa dele concordou. "Ela sabe o que vai fazer quando se formar?"
"Não, não me disse nada, não faço ideia do que ela gosta e quando pergunto parece não estar interessada."
"Bom, traz ela pra empresa, que sirva como assistente ou em qualquer departamento enquanto vai descobrindo o que quer, faria bem pra todo mundo ter ela por perto sempre, não basta vê-la nas reuniões ou quando vamos visitar você em casa. Essa menina é demais!"
"Um copo de água fresca" secundou Martha, pegando no braço do marido. "Olha quem vem lá."
Enquanto eu matutava nessa opção de ter minha filha comigo na empresa além de em casa, Daniel e Duncan apareceram, os investidores do mercado europeu. Ambos eram irmãos, Daniel beirava os quarenta e cinco e Duncan os cinquenta e dois, eram divorciados mas sempre traziam algum jovenzinho acompanhando eles, "estagiários", diziam. Forte era Duncan com um porte firme, músculos rígidos de academia, barba cheia de fios brancos, olhos azuis atrás dos óculos. Daniel não usava óculos, nem barba, era mais magro e sério. Trocamos palavras vagas, que o mercado aqui, que a bolsa ali, que os lucros, blá, blá, blá... Fomos pra sala depois de dar uma volta e ver as pinturas, Martha nos ajudava com os conceitos e as explicações, Catrina se juntou a nós, uma possível sócia do Brasil, pele morena, olhos castanhos e uma juba cacheada castanha que caía nas costas, todos os traços que se poderia esperar de uma deliciosa brasileira de trinta e oito anos, mas o sotaque Britânico no inglês dele, por todo o tempo que morou em Londres antes de voltar. A gente se sentou nos sofás.
"É bom ter você aqui, Catrina, e é bom que vocês puderam vir", falei depois pros irmãos Daring. Dei uma olhada pra Sofia do outro lado da sala, ela também me olhou e sorriu, o velho Garred tava acariciando um peito dela também, ela escutava ele com atenção enquanto ele aparentemente explicava alguma coisa sobre eles, levantava os peitos dela, passava um dedo na borda do decote do vestido, enfiando ele pra dentro. Ela sentia e sorria.
"Pelo amor de Deus, aquela é a Sofia?!" perguntou Daniel quando percebeu que eu tava me perdendo na conversa. O olhar dele seguiu o meu e viu o que eu via, logo a atenção de todo mundo se voltou pra Sofia. "Mas a mina tá uma gostosa, hein. Chama ela pra vir dar um oi".
"Claro. Sofia!" chamei e ela se virou pra gente, o velho Garred tirou os dedos enrugados dela e levantou a taça como saudação, eu respondi com o mesmo gesto. Ela se despediu dele com outro beijo na bochecha e ele deixou ela ir depois de dar um tapa naquele rabão. Ela chegou rebolando o quadril mas não conseguiu chegar até mim porque Daniel esticou a mão e pegou ela pelo pulso, fez ela sentar no colo dele.
"Vem cá, Gatinha! Faz tempo que não te vejo, chego e você tá assim: linda, uma delícia... quando foi que cresceu tanto?" Ele falou dando um beijo no pescoço dela e deslizando uma mão pelas costas e outra na cintura, as mãos dele eram tão grandes e a cintura da Sofia tão fina que ele quase abraçava ela toda. Sofia ria e se mexia com os carinhos do Daniel, me deixou muito feliz ver ela tão sorridente e satisfeita com a atenção. "Sentiu minha falta?"
"Sim, muita. Trouxe alguma coisa de Paris pra mim?" perguntou ela, mantendo as pernas bem juntas ainda, mas as pernas longas e firmes dela estavam fenomenais.
"Claro que sim, mas não trouxe aqui porque não tinha certeza se ia te ver. Vou visitar você na sua casa e te dar lá, ok?"
"Ok" respondeu ela, dando um beijo nele. de piquito nos lábios, Daniel apertou ela ainda mais e Sofia perdeu um pouco o equilíbrio, abriu as pernas pra não cair de vez, e ao fazer isso apareceu por baixo a calcinha fio dental preta que combinava com a cinta-liga. Eu e a Catrina, que estávamos na frente dela, vimos a bucetinha dela aberta, brilhando de tesão de tanto roçar e apalpar nos peitos dela. Ela ficou encostada no peito do Daniel por uns minutos enquanto ele sussurrava sei lá o que no ouvido dela, e ela sorria safada.

"Já, já, deixa ela pra mim um pouco", o irmão dela interveio. "Vem cá, princesinha, faz tempo que não te vejo também, deixa eu ver como você cresceu", ele disse depois que ela se levantou e foi até ele. O Duncan, igual a todo mundo, a primeira coisa que fez foi levar as mãos pros peitinhos dela e brincar com os biquinhos, depois passou as mãos na cintura dela enquanto Sofia ficava de pé na frente dele, deslizou os dedos longos e finos até as pernas cobertas pela cinta-liga. O Duncan enfiou um joelho entre as pernas de Sofia, fazendo ela abrir mais. Passou a mão na bunda dela, dura e empinada, e deu um tapa que, da nossa visão, fez sacudir aqueles globos que ela tem de bunda, minha filha. "Caramba, como você cresceu", ele disse depois da inspeção. "Senta", mandou, ajudando ela a se acomodar no colo dele também. Sofia tirou a porra do celular e continuou nas coisas de adolescente dela enquanto a gente conversava.

"Sua filha é uma gostosa. Parece que todo mundo quer ela", a Catrina me disse, visivelmente atordoada com o show que a Sofia tava dando.

"Sofia é a queridinha de todo mundo", expliquei, pedindo outra taça de champanhe.

"E a mãe dela?", ela perguntou.

"Morreu quando ela tinha doze anos, foi quando ela veio morar comigo. Te apresento oficialmente. Sofia", chamei, fiz um gesto com os dedos e ela veio na hora, pegou minha mão direita com a dela, deixando a bolsinha dela do meu lado. "Te apresento uma amiga: Catrina. Catrina, ela é minha filha, Sofia".

"Oi Sofia."
"Oi, dona Catrina."
"Não me chama de 'dona' não, que cada vez que falam isso me aparece uma ruga" Sofia sorriu, as bochechas formando duas covinhas, "me chama de Cat, ou Catrina, como preferir. Você está linda, Sofia."
"Obrigada, Catrina. A senhora também é muito gostosa? Vai ser sócia do meu papai?"
Catrina me olhou com um sorriso.
"Valeu pelo elogio, mas claro que não chego aos seus pés. Você é uma delícia. E sobre a sociedade, vou pensar bem sério só se você fizer parte da empresa, princesa. O que me diz?"
"Sério?" perguntei, sentindo que finalmente estávamos prestes a fechar o negócio.
"Claro! Adoraria trabalhar aqui se for pra te ver mais vezes. Ninguém pensou em fazer essa belezinha ser o rosto da nova marca?" sugeriu ela, acendendo em todos uma ideia brilhante e única. "Vem cá, deixa eu te ver." Sofia, dócil e mansa, sentou no colo da brasileira como tinha feito com os Daring, mas dessa vez as pernas abertas ficaram viradas pra mim. A bucetinha já destilava um cheiro delicioso de umidade e tesão. Catrina levou uma das mãos até os peitinhos e, por cima do vestido, os acariciou com suavidade; Sofia arreganhou o peito e se deixou fazer enquanto Catrina beijava seu pescoço. Enquanto isso, nós começamos a considerar a opção, chamamos a Gabriela e programamos uma sessão de fotos piloto pra Sofia, além de um concurso nos times de design pra ver opções pra nova imagem voltada pro público brasileiro. Quando voltamos a atenção pra Sofia, ela e Catrina riam e conversavam como duas grandes amigas. Estendi minha mão até as pernas da minha menina e deslizei meus dedos sobre a renda da calcinha fio dental.
"Sofi, você tá encharcada."
"Sério?" perguntou Catrina. Eu tirei minha mão, e ela enfiou a dela por baixo do vestido escarlate; Sofia se remexeu um pouquinho. A morena tirou os dedos e levou até a boca. "É verdade, você tá toda molhadinha."
"Vai se limpar, Sofia, você vai molhar a Catrina" falei, e ela corou. como se eu tivesse dito que ela tinha mijado na calcinha.
"Não se preocupa, gostosa, não precisa ter vergonha. Vem comigo, eu te ajudo".
Sofia se deixou levar com calma, me deixou o celular dela que não parava de receber uma mensagem ou outra durante todo o tempo que as duas mulheres foram embora...

No banheiro, Sofia se deixou levar pela mão da brasileira. Catrina a levou até o último cubículo e entrou atrás dela, trancou a porta e se aproximou para beijar os lábios dela com apenas um roçar dos seus. Tinha espaço de sobra para as duas, mas Catrina ficou com o peito colado no dela, cheirando o pescoço enquanto a menina se deixava fazer com total tranquilidade.

"Deixa eu ver seus peitos, gostosa?" perguntou a coroa. Sofia concordou e Catrina levou os dedos longos e com unhas feitas até o top do vestido, usava um anel de prata em cada dedo, puxou ele devagar até os peitinhos pularem para fora, durinhos e macios. Sofia viu a mulher aproximar os lábios do mamilo direito e chupar ele, depois deslizou a língua comprida por cima e apertou ele de leve com os dentes, fazendo ela gemer.

"São bonitos", disse ela se afastando e se ajoelhando. "Vamos ver essa bucetinha molhada". Dessa vez levantou o vestido dela, a cinta-liga e a calcinha fio dental de renda apareceram, a calcinha estava encharcada e os sucos escorriam por toda a virilha. "Vamos tirar essa calcinha. Ah, mas se está molhadíssima, meu anjo!" disse a mulher, deslizando ela para baixo e revelando os lábios vaginais externos, grossos, cobrindo os internos, tudo bem depiladinho e brilhando com os suquinhos de Sofia. Catrina aproximou o nariz da bucetinha de Sofia e cheirou. "Que cheiro gostoso, hmm... Você é uma delícia, sabia, Sofia?" Ela concordou. "Abre as pernas pra mim" ordenou enquanto ajudava ela a se apoiar de costas no cubículo e obedecer, os lábios se abriram como uma flor ao amanhecer, uma gotinha de umidade se esticou e caiu no chão. "Ah, que desperdício! Vamos te limpar".

Catrina esticou a língua e deslizou ela ao longo dos lábios da Sofia, juntando todo o suquinho possível e engolindo. A Sofia estava tão sensível que se arrepiou, como um molusco a língua da coroa brincou com os lábios dela de cima pra baixo, esfregando em círculos ao redor do clitóris delicado que já estava duro igual aos biquinhos. Ela abriu a boca o máximo que pôde e abocanhou a bucetinha da Sofia, chupando com força.
"Catrina..." gemeu a Sofia, colocando a mão na cabeça dela e se contorcendo, mas sem fechar as pernas em nenhum momento. "Catrina..."
Ela soltou quando sentiu que a guria ia gozar com a sucção, impedindo. Os peitinhos da Sofia subiam e desciam com a respiração ofegante, mas a Catrina não parou, deslizou um dos dedos dentro da caverninha virgem até roçar no anel grosso que usava, o frio do metal deu calafrios de prazer. A bucetinha da Sofia não parava de soltar suquinhos e a Catrina fazia de tudo pra beber todos, se concentrou no clitóris e com a língua no ritmo das dedadas começou a esfregar, a Sofia perdeu o controle e se agitou contra a parede do cubículo, contraiu as paredes da buceta em volta do dedo da coroa e soltou um jatinho de umidade que caiu no queixo da Catrina. Aos poucos a novinha relaxou e a Catrina continuou passando a língua até deixar ela limpinha, lambeu o próprio queixo e pegou uma das toalhas disponíveis lá fora perto das pias, voltou pra guria e secou as duas, ela ficou com a calcinha molhada, enxugou o queixo, arrumou a roupa da Sofia e pegou na mão dela. Colocou a novinha na frente do espelho da pia e por trás, apoiando os peitos nas costas dela, ajudou a lavar as mãos. A Sofia se deixava levar, o pai dela tinha ensinado a dividir.

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