Mi ahijada es una Gamer Girl

E eu me perguntava de onde essa menina tirava tanta roupa e coisa nova, sem saber que a danada ganhava mais do que eu. E é que alguns vão ficar putos ao saber que uma garota no computador dela ganha em uma hora o que eles com seus diplomas e doutorados em seis meses, mas, qual é!, o mundo tá mudando e sempre vai ter espaço pra médicos e engenheiros.

Aylin era minha afilhada, José Luis, meu compadre e amigo desde os seis anos, teve ela quando a gente tinha 17, a mãe foi pra gringa "em busca de um futuro melhor", mas esse futuro melhor tinha olhos azuis e sobrenome americano. Desde os 27, era ele e a filha, e como padrinho, fiz parte da educação e crescimento dela até aquele momento, quando ela tinha 18 primaveras.

Uma das coisas que José Luis sempre manteve foi uma relação aberta e sem segredos entre nós três, isso incluía a liberdade de andar pelados pela casa quando a gente passava fins de semana juntos ou quando eu simplesmente ia passar um tempo com eles.

José Luis conseguiu se dar bem no ramo imobiliário e eu tinha minha oficina de carros, mas quem fazia o serviço eram meus funcionários, eu restaurava carros clássicos quase o dia todo e, ao chegar em casa, fosse a minha ou a deles, tinha uma cama arrumada me esperando, roupa limpa e algo pra comer, esse "algo pra comer" costumava ser a Aylin. Mas nos últimos seis meses comecei a notar que ela parou de me pedir dinheiro, também não pedia ao pai, mas saía pra fazer compras com as amigas, voltava tarde, recebia pacote atrás de pacote de vários remetentes diferentes e parecia concentrada em algo, como se tivesse decidida a alcançar uma meta, nunca imaginei que o que ela fazia eratransmitindoe que contava com centenas de milhares de seguidores.
—Olha só, padrinho, a galera paga pra me ver jogando, é simples assim —ela me explicava. —As plataformas é que definem a margem de lucro, mas quem paga são os assinantes. Eles gostam do meu jeito de jogar, simples assim.
—Puta merda, mas... ¡Tanto dinheiro por isso?! No meu tempo quem ganhava mais era o dono da lojinha da esquina onde ficavam os fliperamas de Mortal Kombat —Fiquei estupefato, mas com o tempo fui assimilando e, por pura curiosidade, entrei pelo meu celular no canal dela pra ver ao vivo. Ela estava no outro quarto trancada, jogando. Aí eu entendi.
Aylin era uma gatinha linda, muito gostosa de se ver, imagina quando andava pela casa. Era uma mina de cinturinha fina e quadril de 90, mas tinha uns peitos suculentos e deliciosos com um mamilo grosso e castanho como o cabelo dela. Os olhos ela herdou do meu compadre, cor de mel com cílios curvados como de elefante, e uns lábios empinados como a bunda dela, bem carnudos também. Mas notransmitindoEla usava uma maquiagem que destacava os olhos como os de uma boneca de porcelana, e os lábios dela pareciam tão gostosos e apetitosos. Mas isso não era o mais interessante: Aylin tava no limite entre o vulgar e o permitido, com um top tão apertado que os peitos espalhavam por cima e por baixo, parecendo que iam estourar, e um short de lycra da mesma cor bege marcava a bucetinha carnuda dela, com os lábios vaginais tão clarinhos que parecia que ela não tava usando nada. Do jeito que tava, ajoelhada com as pernas entreabertas, dava vontade de comer ela, e tenho certeza que ninguém prestava atenção no jogo — pelo menos eu não tava.Tenho certeza que esses "assinantes" não vão se importar se eu brincar com minha afilhada por um tempo.pensei com a pica já mole pela imagem erótica da minha sobrinha, se exibindo pra milhares de estranhos, dando pulinhos de empolgação e fazendo pequenas conversas que deixavam tudo mais interessante e sensual, embora não dissesse nada erótico, só mencionava os próximos movimentos dela, alguma piada sobre a partida ou um xingamento por ter sido ferida ou estar prestes a perder. Um chat pequeno do lado corria mostrando a interação dosespectadores,Ela, de vez em quando, dava atenção a eles, respondendo às provocações com uma risada, um comentário ou fazendo o que pediam: pular, balançar os peitos ou passar os dedos na bucetinha. Vários comentários sugeriam o quanto seria gostoso vê-la empalada por um pau duro enquanto brincava.Sim, eu posso satisfazer vocês.Fui na toca dela, sem bater, abri a porta devagar. Ela tava de fone, vidrada no jogo, sentada num puff redondo de veludo vermelho atrás do computador. Na tela do jogo dava pra ver só o puff, a parede cheia de livros, outros videogames, uma escrivaninha e um pedaço da cama. Eu via ela de lado, o corpo formando um "S" delicioso que já deixou minha pica dura por baixo da cueca. Deslizei por trás dela, coloquei as mãos nos ombros dela, e ela nem se assustou nem tirou o olho do jogo. Dava pra ver minha própria imagem numa tela alternativa que mostrava otransmitindoSó dava pra ver meu torso bronzeado pelado, minhas coxas grossas e definidas e meu pescoço. Quatrocentos mil idiotas viam aquilo, e quando eu apareci, os números aumentaram.
—Esse aqui é meu padrinho, galera, deem oi — ela disse depois de dar uma olhada no chat. O que aquela cambada de doentes tava falando era exatamente o que eu tava pensando, pediam pra eu tocar nela, amassar os peitos dela e fazer ela mamar meu pau enquanto jogava ao vivo—. Safados — ela riu com malícia, mas eu não ri, deslizei minhas mãos dos ombros dela até os peitos dela e comecei a amassar, enchendo a mão com eles, mas mesmo assim não conseguia segurar tudo e eles se espalhavam pelas minhas mãos como um creme branco macio.

Apoiei meu pau nas costas dela e comecei a me esfregar, vendo os números aumentarem a cada segundo. Aylin era uma coisinha apertada e gostosa, não me segurei muito até deslizar minha mão por cima do short dela pra passar meus dedos naquela bucetinha apertada, sentindo os lábios bem marcados contra a palma da minha mão e um começo de umidade, mas um calor latente saindo dela, dava pra perceber que os pelinhos tavam começando a crescer porque arranhava um pouco minha pele, mas ela tava depilada como da última vez que toquei nela.
—Acho que tenho umatirador— Chega —disse ela, continuando com o jogo enquanto eu brincava com a buceta dela—. Preciso da mira, pra ver se acho ele. —Ela levou as mãos de volta aos peitos, e dessa vez eu puxei o top pra baixo, fazendo eles pularem livres pro público. Peguei a ponta dos mamilos castanhos dela e puxei com força, fazendo minha afilhada gemer. Não aguentei mais, precisava sentir a pele dela na minha, então tirei a cueca e meu pau duro e comprido saltou e beijou as costas dela. Segurei ele e bati de leve na curva das costas dela, nos ombros definidos e na clavícula que marcava como uma bailarina estilizada, também no pescoço e, tentando não atrapalhar a visão dela, na bochecha e no canto dos lábios carnudos.

Quando olhei pro contador de novo, já tínhamos mais de meio milhão de pessoas nos assistindo, e o chat tava pegando fogo, assim como eu. Precisava dar mais um passo, então levantei ela devagar sem tirar a concentração do jogo e deslizei o short pelas pernas longas dela, deixando ela pelada na frente da câmera. Bom, o top ainda tava enrolado na cintura, mas todo mundo podia ver o "V" da barriga lisa, os peitos gostosos e cheios pendurados e a xota depilada escorrendo de tesão. Ajeitei ela de novo no divã redondo, de pernas abertas dessa vez, comecei molhando os dedos e levando eles pra bucetinha dela, fazendo círculos no clitóris inchado e duro. No chat, pediam pra eu enfiar um dedo, que minhas mãos pareciam grandes e gostosas pra masturbar ela, o que não sabiam é que a Aylin já conhecia bem meus dedos e não teve problema em receber o primeiro enquanto eu apalpava um peito dela e me punhetava entre as bundinhas empinadas.

Era uma loucura, e a cada segundo mais visitas apareciam e mais dinheiro minha afilhada ganhava. Aylin gemia e se esforçava pra continuar no jogo, mas já tava aguentando dois dedos meus e minhas mordidas no pescoço dela. Queria comer ela, queria arrebentar a buceta dela ali, então coloquei ela de pé, segurei na cintura, entreabri as pernas e inclinei ela pra frente enquanto ela avançava pra outra parte do jogo. Peguei a ponta da minha pica e encaixei na entrada dela, empurrei de leve até a bucetinha apertar minha pica e chupar ela até o fundo, recebendo ela inteira ali de pé, se exibindo enquanto era comida pra seiscentas mil pessoas. Inacreditável.

Comecei a comer ela devagarzinho pra ela não perder o foco, ela já tava acostumada a ser comida e ficar sentada na minha pica enquanto fazia tarefas ou comia a janta, então só se distraiu por um tempinho, gemeu e se deixou levar. Cruzei uma mão no torso dela, outra na cintura e comecei a meter com mais força, com o som dos nossos sexos se chocando como música de fundo no jogo e meus gemidos enquanto curtia o calor interno da minha afilhada.

No chat começaram a pedir gozo pra Aylin, agamerfavorita, e eu atendi o pedido deles, tirei ela e coloquei de novo no sofá vermelho, me deitei do lado dela e comecei a bater uma olhando pra ela com a boca entreaberta e os olhos de boneca abertos, gozei enchendo a carinha dela de porra enquanto ela transmitia ao vivo, os jatos caíram nas bochechas dela, no nariz, nos peitos e no pescoço, o que caiu perto dos lábios dela ela pegou com a língua e chupou com gosto, sorrindo.
A última vez que olhei o contador, tinha quase um milhão de pessoas assistindo.
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