resumo:
ela abre os lábios buscando ar diante da cena no vídeo daquela garota sendo enfiada pelo traseiro gritando de paixão, não rejeita meus beijos, mas me diz: "ei, não sou minha filha...". Arregaçando seus vestidos acima da cintura e libertando meu pau, introduzo entre suas pernas, ela só me belisca dizendo: "sou casada, me solta". Ao entrar e deslizar pelo seu canal vaginal, meu pau... cheguei onde o marido dela nunca chegou, ela se incomoda, mas não me empurra, em vez disso começa uma rebolação sensacional, carnal, arrebatadora e ousada.
RELATO:
Acabei de fazer 18 anos, moro numa ilha paradisíaca com meu pai, que há alguns dias foi visitar minha mãe no meu país de origem, então fiquei sozinho em casa. Tenho uma namorada moreninha muito especial, é magrinha, mas com dois peitos lindos e uma bunda saliente que me deixa louco pra possuir, mas segundo as regras da família dela e da ilha, ela só pode se entregar quando a data do casamento for marcada, o que acontece uns três meses antes do casamento... Estava na melhor, assistindo a um filme pornô na TV, imaginem como meu corpo estava selvagem e excitado, quando toca o sino da porta. Surpreso, vou olhar e era a mãe da minha namorada. Ela veio num mar de lágrimas, tinha brigado com o marido e não queria voltar pra casa essa noite, e me pede se eu podia ajudá-la. Excitado como estava, tento acalmar suas lágrimas, ela deixa eu abraçá-la. Vou contar que ela é uma mulher jovem de 35 anos, casou cedo, o físico parecido com o da minha namorada, o que me ativava e com o que vi no filme, já sabem como estava de tesão, desejando uma mulher... Toca meu celular e é minha namorada, ela pergunta se a mãe dela chegou, pois tinha aconselhado que fosse pra minha casa pra se recuperar da raiva com o marido... Me pede pra cuidar bem dela, claro que eu cuidaria bem. Ela, enquanto falava no telefone, via o filme, quando cheguei perto ela me diz: "Isso que você tá vendo na TV me provoca", e o pior é que não posso ir pro meu marido porque briguei com ele. "Desliga isso, porque se continuarmos assistindo, nós dois vamos ficar extremamente excitados e meu marido merece castigo, então ele não me terá na cama com ele..." "Seu marido", digo insolentemente, "mas eu estou excitado e não sou seu marido", segurando-a pelos ombros e aproveitando que ela abre os lábios buscando ar diante da cena no vídeo daquela garota sendo enfiada pela bunda e gritando de paixão. Ela não rejeita meus beijos, mas me diz: "Ei, não sou sua filha..." "Eu sei", digo, e continuo acariciando e beijando ela. Em três minutos, ela... Ela responde às minhas carícias ardentes de paixão e, antes que se arrependa, a coloco no tapete da sala de entrada, arregaçando seus vestidos acima da cintura. Liberando meu pau, introduzo entre suas pernas. Ela apenas me belisca, dizendo "sou casada, me solta", mas sua buceta estava tão molhada que só solta um "ah… não… ai… ah!" ao sentir meu pau penetrar e deslizar por seu canal vaginal. Cheguei onde o marido dela nunca chegou, ela se incomoda, mas não me empurra; em vez disso, começa uma rebolada sensacional, carnal, arrebatadora e ousada, ainda mais atrevida, que permite que eu a despedace carnalmente. Entre grandes gritos e clamores de ansiedade e prazer, ela me acompanha para satisfazê-la em um adorável acasalamento ardente de gozo. Ambos não paramos nossos movimentos até que ela entrega seus orgasmos, contorcendo o corpo, e eu libero minha porra no mais profundo de sua matriz, entre gemidos e suspiros de satisfação e prazer da mãe da minha namorada. Nos abraçamos como dois bons amantes e nos beijamos como recém-casados, com gosto.
Então ela me olha e diz: "Você me fez sua mulher mesmo eu sendo casada, não vamos contar pra ninguém... Agora vamos pra cama, o chão é muito duro", ela diz. Eu a pego nos braços, levo até a cama, a despindo e deixando apenas a blusa para se cobrir, e de quatro novamente a faço minha mulher entre gemidos roucos e suspiros exagerados. Ela me acompanha feliz na entrega aos meus braços e, entre ofegantes cansados, me entrega seus novos orgasmos, enchendo sua matriz novamente com meu sêmen. Dormimos exaustos, mas à meia-noite acordamos famintos por prazer e novamente fazemos a cama ranger com as duras estocadas do meu pau na sua barriga. Agora o sêmen e seus fluidos escorriam pelas coxas da mãe da minha namorada, bem lubrificada... Ao acordar no outro dia, ela foi novamente empurrada contra a cama e, entre soluços, recebeu minha porra na barriga, dizendo: "Tá bom, quase me desmontou com tantas paixões que me entregou. Vou pra casa, meu marido foi bem castigado..." Ao se levantar, ela mal conseguia andar de tão doloridas que estavam suas pernas, de tantas posições de entrega durante os coitos. Ela se retira para casa com a matriz bem encharcada.
Ele me evita quando vou na casa dele, mas no fim do mês me procura desesperada, me tranca no quarto e me diz... garanhão fogoso, você me engravidou. Fui no controle com meu médico e ele me disse que estou grávida, que parabenize meu marido, quando esse nem me tocou nos meus dias férteis, só você numa noite louca de prazeres... aí ele pergunta: seu pai voltou? Eu não digo, ele chega no sábado e hoje é segunda.
Aquela noite ela chegou na minha casa, quase nua, só coberta por um lençol e sua calcinha… vamos para a cama, será a despedida dos meus orgasmos com você, serei sua duas vezes e depois esqueça de mim…, nunca mais.
Já se passaram seis meses e eu estou em umas lanchas grandes de turistas consertando elas, quando ela chega, me abraça e diz: estou ardendo de desejo por ter você como meu macho apaixonado. Entramos onde ficam os motores e em um banco eu a penetro repetidas vezes até que ela geme dolorida de tanta felicidade e me diz: você me gozou, cuidado para não contar para minha filha, quando eu for mãe desse bebê volto para te buscar... e sai.
3 comentários - Comi a mãe da minha namorada