Sexta-feira 12/11, resenha suave com os parceiros tomando umas e jogando truco. 1h da manhã os caras decidiram sair, então mesmo cansado fui junto pra uma balada conhecida. A música tava muito boa, mas eu tava num esquema mais de boa, só dançando e zoando com meus amigos. De repente sinto alguém pegar na minha mão, quando viro, a mina me agarra pelo rosto e me beija de boca aberta sem falar nada, respondo ao beijo no instinto; quando a gente se solta, vejo ela: morena, 1,80 de altura, olhos verdes, boca grossa, uns 45 a 48 anos, cintura fina e uma raba de sonho que eu ainda não tinha visto mas pelo contorno do quadril já dava pra perceber. - Oi, sou Andre, tô há um tempão esperando você me olhar e me chamar pra dançar, mas você se faz de difícil, então não tive escolha senão vir assim! Fiquei tentando processar o que ela disse, meio em choque, não tava me fazendo de difícil, só tava cansado e viajando. - Quer dançar agora? Respondi. - Agora só quero dançar no seu pau, vem comigo. Ela me pegou pela mão de novo e me levou pra fora. - Sabe dirigir? Perguntou. - Sei, meu carro tá aqui na esquina, no estacionamento. Falei. - Nada de seu carro, neguinho, você vem e dirige o meu, me leva onde eu mandar e faz o que eu pedir, ok? Tava numa situação completamente fora do normal e desconhecida pra mim, mas minha entreperna tava respondendo, então deixei rolar. Chegamos no carro e entramos... eu no volante e ela no banco do carona... liguei o carro e na hora ela se jogou no meu pau... soltou meu cinto e calça... enfiou meu pau ainda meio duro inteiro na boca dela. Arranquei sem saber pra onde ir, na esquina ela tirou o pau da boca e me deu o endereço, uns 2km. Fui devagar enquanto ela me chupava com muita força... sugava e só tirava o pau da boca pra lamber o tronco inteiro com a língua... não cheguei nos 2km... faltando duas quadras pra chegar, eu tava enchendo a boca dela de porra. boca de porra. Engoli uma boa parte e ela se sentou rápido, me beijou de novo e senti ela passando um pouco do meu próprio gozo pra mim... foi uma sensação nova e estranha... mas me deixou de pau duro. Ela percebeu e falou: — ah, olha que putinho tarado que você é, estaciona aí que já chegamos. Descemos do carro e entramos num prédio bem novo. Subimos no elevador nos beijando igual uns loucos. Entramos no apartamento e na hora ficamos pelados um pro outro... ela me levou até um sofá na sala... se jogou lá e abriu as pernas. — vem cá, guri, quero ver se você já aprendeu a comer sozinho. Tentei beijar o pescoço dela ou chupar os peitos, mas ela não deixou... me agarrou pela cabeça e me levou direto pra buceta dela... tava molhada e exalava um cheiro delicioso de mulher. Comecei a lamber os lábios externos e internos devagar... passava minha língua perto do clitóris já durinho dela, mas não encostava... isso deixou ela louca, mas também violenta. — eu não sou namoradinha pra você me fazer esperar, vem e chupa onde tem que chupar. Levou minha boca até o clitóris dela e me apertou forte contra ele, comecei a chupar, sugar com força... ela ficava mais molhada cada vez, então dei umas mordidinhas de leve, o que deixou ela doida... me agarrou de novo pela cabeça e enfiou minha cara na buceta dela... eu sugava como dava... tava difícil respirar... até que num grito que ecoou pelo prédio inteiro, ela gozou, me banhando e me afogando com o squirt dela. Cuspi um pouco de líquido por causa do afogamento, mas não parei de sugar... engoli tudo que consegui. — isso, filho da puta, toma tudo, agora vem comigo de boca fechada. Ela me levou pra cama... deitamos de lado e começamos a nos beijar de novo... meu pau tava duro... ela me virou de barriga pra cima e montou em mim... enfiou ele inteiro de uma sentada só... soltou um gemido intenso. — ahhhhh, guri, chetinho submisso e pauzudo... vou te ordenhar até não sobrar nada. E foi isso que ela fez... simplesmente cavalgou em mim de um jeito insano, gozou um par de vezes (cê não esguichou, mas senti seus sucos banhando minha pica)... foram uns 20 minutos sem parar de montar, o álcool no sangue fazia minha porra demorar e ela tava adorando... até que começou a sentir minha pica ficar muito mais dura, anunciando meu orgasmo, o que deixou ela mais tesuda... - aaaaaa simmm fica igual um ferro quente, seu filho da puta, me dá essa porra, quero tudo dentro... ahhh. Sem jeito, gozei dentro dela, coisa que nunca faço num primeiro encontro, mas eu tava num estado de submissão total pra essa mulher que fazia de mim o que queria. Quando terminei de gozar, ela desmontou e rapidamente pegou a porra que escorria com os dedos pra levar na boca.... 30 segundos depois disso, apaguei. Ainda faltava o melhor. Continua...
3 comentários - A Madura Me Pegou Desprevenido e Me Deixou Seco