Cornos humilhados parte 3 e 4

aqui vai a continuação dessa história bem quente
MUITO OBRIGADO PELOS PONTOS
E PELOS COMENTÁRIOS













TERCEIRA PARTE

Passei a semana tranquilamente, na nossa relação nada tinha mudado... ou sim, agora éramos mais cúmplices e até me contava suas aventuras, o que me deixava com muito tesão. Já era normal eu ser a mulher dele quando transávamos, embora tivéssemos combinado que ela seria só meu macho. Por isso paramos de convidar o Edu pra casa, ela só marcava encontros particulares com ele. Mas, por meu lado, um dia no trabalho chegou um cara novo, bem sem vergonha na cara, que virou meu amigo rapidinho. O nome dele era Ricardo, muito gente boa e mais engraçado ainda, sempre com uma piada na ponta da língua. Um dia ele me convidou pra ir na casa dele, eu disse que não podia, que a mina ia ficar brava. Então ele falou pra eu não ser dominado, mas eu deixei pra lá. Quando cheguei em casa, contei pra Sol e ela disse:

Sol: "Amor, qual é o problema de você ir? É um colega de trabalho, não é o Edu, querido."

Eu: "Já sei, bebê, mas não queria ir sem te avisar."

Sol: "Tá bem, amor. E como ele é?"

Eu: "Amor, você quer pegar ele? Essa não é uma boa ideia... e se descobrirem no trampo o que eu faço?"

Sol: "Você não ia gostar, querido? Quem sabe eu posso te ajudar com seu chefe, bebê."

Eu: "Não, amor, meu chefe é meu pai, querido, você já sabe."

Sol: "E daí? Não me diga que não ia ser gostoso, docinho. Ou não? Por acaso você puxou a ele, bebê?"

Eu: "Nada a ver. Segundo minha mãe, ele é um touro, e eu acho que ele tem um caso com a secretária."

Sol: "Bom, mas sua mãe não tá nem aí. Com a vida que ela leva, com certeza tem um reserva."

Eu: "São problemas dela, eu não me meto."

Sol: "Adoraria ser a secretária do seu pai."

Eu: "Você quer pegar ele de verdade, não é, amor? Olha que ele vai te partir ao meio, bebê."

Sol: "Agora mais do que nunca."

De tanta excitação, aquela noite foi tremenda. Terminei com minha bunda bem aberta. No dia seguinte, finalmente... Fui na casa do Ricardo, ouvimos música e bebemos umas coisas até que, depois de um bom tempo no meio da conversa, ele me disse:
— Ricardo, eu sou gay.
Fiquei chocado e demorei um pouco pra responder, mas no fim eu falei:
— Eu também.
— Ricardo, sério? Que legal, e sua mulher sabe?
— Sim, claro, toda noite ela enfia os dedos em mim.
— Ricardo, você deve ter o cu bem aberto, né? Deixa eu ver, me mostra.
Abaixei minha calça, me inclinei e abri minhas nádegas pra ele ver bem meu buraquinho.
— Tá muito aberto? Dá pra ver bem daí?
— Ricardo, deixa eu ver direito.
Ele se aproximou e, como um idiota, eu abri mais minhas pernas pra ele ver melhor, mas não era essa a intenção dele. Senti ele apoiar o pau na entrada do meu cu e, me segurando pelos quadris, enfiou tudo.
— Ricardo, perdeu, cuck. Hoje você chega em casa com o cu arrombado.
Tentei aguentar o pau dele, mas não consegui, quase caí na tentativa. Esse pau era maior que o do Edu, e por isso eu sentia muito mais. Cada vez que ele metia, eu via estrelas, mas adorava a sensação e comecei a pedir mais.
— Ricardo, que puta viado de merda você é. Da próxima, traz sua puta que eu vou foder ela também.
— O que você quiser, mas não goza ainda, quero maaaaais.
Meu novo macho se segurava e me comia com força, me humilhava e ria de como me fodia. Quando cansou de me dar pau, tirou do meu cu sem gozar, me virou e fez eu engolir. Eu deixava ele fazer o que quisesse, estava totalmente dominado e adorava. Ele fodeu minha boca e não parou até encher ela de porra. Tive que engolir, mesmo não conseguindo com tudo, tive que juntar e mostrar pra ele como eu bebia. Foi foda. Depois disso, avisei que se ele quisesse manter o emprego, ninguém podia saber do que tinha rolado. Ricardo entendeu e me disse: sorrindo
Ricardo só com a condição de você vir quando eu chamar
Fechado

Ao chegar em casa, Sol percebeu o que tinha acontecido

Sol, então você acabou dando pra o novo, não perde tempo, não é promíscua, que tal ele tem a pica? Talvez se for grande, da próxima vez eu vá junto

Não, amor, você só quer comer meu velho. Agora vamos pra cama, não aguento mais, o novo me acabou

Naquela noite, Solzinho ficou com tesão. No dia seguinte, falei pro meu velho de tomar algo, queria conversar com ele. Meu velho é um cara estranho comigo, tenho certeza que ele acha que não sou filho dele, que sou fruto de alguma transa da minha mãe. Deve ser por isso o pouco contato que temos. Eu sei que ele não perdoa nenhuma mulher, pelo menos é o que se comenta no trabalho. Também sei o que ele gostaria de ter: minha mina trabalhando pra ele, e nem preciso dizer que ele ia querer partir ela ao meio, porque sei muito bem que ele faria isso. Pelo menos pelo que se comenta, parece que ele tem uma pica enorme, e embora se saiba que ele já comeu a secretária várias vezes, desde que casou, isso mudou muito. Então combinamos de nos encontrar à tarde, de má vontade.

— Então, velho, queria falar com você e pedir um favor. Eu e Sol estamos pensando em comprar um carro.

— Perfeito, mas não conte comigo, aqui você é só mais um funcionário.

— Não, não é isso. Não queremos pedir nada, muito menos dinheiro. O que a gente conversou é que a Solzinho teve a ideia de trabalhar aqui com você. Você se dá muito bem com a gata, e ela aprende rápido.

— Velho, não sei se seria uma boa ideia.

— Qual é, velho, seria só até a gente comprar o carro e nada mais. Depois, se não der certo, ela volta pra casa. Além disso, você sabe que ela é um túmulo e nunca se deu muito bem com a velha.

— Velho, isso é o que me preocupa, já basta ter você aqui.
Mas será que eu falei de trabalho alguma vez? Alguma vez você ouviu algo que eu tivesse dito em casa?
Velho, dessa vez você tem razão. Bom, a questão é onde vamos colocá-la pra trabalhar. Deixa eu ver e fala pra ela vir amanhã, vou inventar alguma coisa pra gata. Mas me diz, você dá comida pra ela? Sua mulher é um esqueleto.
É verdade, mas mesmo assim, você não sabe como alguns caras se animam com ela, hahahaha.

Ao chegar em casa, comentei com a Solzinho sobre a reunião com meu velho. Ela ficou muito contente com isso, ou melhor, ansiosa. Disse a ela que ia trabalhar com ele e que com o salário dela compraríamos um carro, mesmo que levasse muitos meses pra conseguir. Naquela noite não transamos, e no dia seguinte já fomos juntos pro trabalho. A sem-vergonha queria ir vestida de puta, foi difícil convencê-la a ir mais simples, mas consegui. Ao chegar, ela foi direto se encontrar com meu velho no escritório, onde ficaram um tempão. Por outro lado, Ricardo quase não falava comigo e, pelo visto, não tinha comentado nada sobre o que aconteceu comigo. Isso me deixou bem tranquilo, e me concentrei no que rolaria entre meu velho e a Solzinho. Não parava de imaginar como ele ia comer ela, e isso me deixava ainda mais excitado. À tarde, quando voltamos pra casa, veio o interrogatório na hora, já que voltamos separados — ela tinha vindo com meu velho.

— E aí, como foi com meu velho? Que tarefa ele te deu? Falou sobre salário?
— Sol, foi incrível, amor. Tarefa, se é que dá pra chamar assim, é ficar do lado dele e ajudar em tudo que ele precisar.
— E o que você fez hoje, então? Porque ele já tem a secretária dele.
— Sol, olha só: quando ele disse que ia me contratar pra fazer quase nada e me pagar o mesmo salário que paga pra você, não me segurei e dei um abraço e um beijo nele. Ele me... Abraço também, e enquanto me dizia que não era nada, senti a mão dele descendo até minha bunda e dando um tapinha. Foi divino, me mexi um pouquinho pra ele ver que não me incomodava, e aí falei que não sabia como agradecer. Na hora, senti o pau dele endurecer, e mesmo ele não dizendo nada, acariciei o volume que não era nada pequeno. Aí seu velho me soltou um pouco, e com o olhar entendi tudo. Me abaixei sem falar nada, tirei o pau dele e chupei. É um pau tremendo, quase não cabia na minha boca. Ele mandou eu parar, mas não parei. Aí ele segurou minha cabeça e começou a se mexer como se estivesse comendo, até gozar dentro da minha boca. Depois disso, sentou, me serviu um café e a gente conversou.

— Que merda, Sol, não esperou nada?
— Não, para, que aí não terminou a coisa. Ele me perguntou sobre você, se me comia direito. E acha que eu falei o quê? Que com essa pica minúscula que você tem, mal me faz sentir mulher. Que isso já está claro entre a gente e você aceita. Aí ele me perguntou como eu fazia pra transar com outros e se eu tinha um touro fixo. Falei que era isso que eu procurava, que não gosto de me dar pra qualquer um. Mas isso não acontece todo dia, só de vez em quando. Não falamos mais do assunto e ele me mandou fazer umas coisinhas.

— Então só chupou ele, love?
— Sol, sim, bebê. Acho que ele me quer como puta exclusiva dele, mas também tem a secretária.
— Sim, mas ela tá evitando ele agora porque parece que o marido come muito bem.
— Sol, cê acha? Bom, se for assim, tenho que comer ele urgenteee pra ele não arrumar outra.
— Fica tranquila, bebê, ninguém vai dar mais tesão que você. Não imagino o que é pra ele comer a esposa do próprio filho.
— Sol, sim, bebê, cê tem razão. E imagina se ele fizer na sua frente? Um verdadeiro sonho pra ele, lo. que não daria pra conseguir isso
Se humilhar assim não tem preço pra ele
Sol, então a gente tem o carro segurado, vida, e nem te conto o que você conseguiria se se entregasse pra ele
Não sei, love, isso sim que eu não queria fazer
Naquela noite, zero sexo, ele me disse que por enquanto só ia transar com meu velho, se eu quisesse sexo, que fosse com o Ricardo, já que ele tinha mostrado cumprir a palavra
Assim passou a semana, eu mais tesuda do que nunca e o Sol que ainda não tinha comido meu velho, ia ter que ver como isso tudo ia continuar













PARTE QUATRO



Na sexta, o Sol me deu uma surpresa, tinha convidado meus pais pra jantar no sábado à noite, eu tava disposta a comer ele de qualquer jeito e o mais louco é que meu velho aceitou
Mas o que cê tá fazendo, love?
Sol: Bom, você tem que me ajudar, love, porque cê não convida o Ricardinho?
Pra quê? Que sentido tem?
Sol: Você me disse, se não me engano, que seus pais cada um faz a sua, então ele já tem a putinha dele garantida, mas ela não
Você quer que eu apresente o Ricardo pra ele comer ela?
Sol: Adivinhou, love, segundo você, ele tem pau grande, mas não como o do seu velho, não acho que vá ter problema nisso, ou não?
Conhecendo minha mãe, com certeza vai dar pra ele com vontade, mas e eu, que papel eu faço?
Sol: Bom, pode ser que você veja como seu velho me arrebenta ou participe com eles, isso pode ir rolando ou não
Com eles não, love, isso com certeza, minha mãe morre se me ver transando com o Ricardo
Sol: Ou talvez não, love, olha pra mim, eu aceito porque sei que assim você é muito feliz
Beleza, vamos tentar, qualquer coisa antes do meu velho, amanhã vou visitar o Ricardo e convidar ele pra jantar
Sol: Mas não dá pra ele, amor, assim vocês chegam bem tesudos
Foi assim que a gente fez, naquele sábado perto do meio-dia fui na casa do Ricardo convidar ele pra jantar em casa Ele não podia acreditar, mas quando contei que a gente podia se divertir pra caralho, ele se animou. Voltei pra casa esperando pra ver como ia rolar tudo, embora no fundo eu tivesse morrendo de vontade de ver a Sol levando uma surra do meu velho. Ficava imaginando como a magrinha ia se contorcer, e já tava ficando de pau duro, ainda mais com a putaria de ser meu velho — com quem eu tinha uma relação de amigo-inimigo, mais pra inimigo mesmo —, bem diferente do que rolava com a minha mãe, que só não separou dele pra manter as aparências, mas cada um vivia a vida. Quem chegou primeiro foi o Ricardo, que finalmente conheceu minha Solzinha, e ela achou ele super simpático. A gente tava tomando uma cerveja quando minha mãe chegou. A Sol não simpatizou muito com ela, mas disfarçaram bem. Minha mãe é uma mulher que, apesar da idade, se mantém uma gostosa do caralho, graças a horas de academia todo dia. Sempre teve uns peitões de respeito, e agora a bunda dela também não ficava atrás. As duas arrumaram as coisas que minha mãe trouxe, e pra falar a verdade, demoraram pra cacete pra fazer isso.

Ricardo: "Porra, tua mãe é uma gostosa."
Eu: "Queria comer ela?"
Ricardo: "Eu vim preparado pra te dar, mas agora tudo mudou. Mas tua mulher, mesmo sendo magrinha, também me dá um tesão do caralho. Fico me perguntando se ela aguenta um pau como o meu."
Eu: "Acho que sim. O que eu quero saber é se ela aguenta o do meu velho. Essa noite vou descobrir, com certeza vou partir ela no meio."
Ricardo: "Teu velho vai comer ela? Coitadinha, vai ter que levar pro hospital, com certeza. Dizem que o pau dele é monstruoso."
Eu: "Queria ver ele arrebentando ela, mas vai ser foda. Além disso, vou estar ocupado."
Ricardo: "Imagino. E agora, como vão fazer?"
Eu: "A Sol já planejou tudo comigo."
Ricardo: "Espero que dê tudo certo."
Eu: "Todo mundo vai se divertir pra caralho."

Quando elas voltaram, meu velho chegou. Era cedo. Ele... como tinha combinado com a sol, ela trouxe o churrasco, mesmo sem saber fazer. quem ia ter que fazer era eu, e esse era o plano: a gente ia pro quincho que fica no fundo e deixaria meu velho e a sol sozinhos em casa, coisa que a gente repetiria depois da janta.
Velho não sabia que você ia ter convidada.
Sol é um amigo de casa, pela comida não tem problema.
Beleza, mas senta e toma alguma coisa, hoje de trabalho nem uma palavra.
Velha, você não me contou que tinha contratado a sol, que bom, vocês sempre se deram muito bem.
É, mãe, e realmente a gente precisa, ela em casa fica sozinha quase o dia todo, agora já é outra.
Sol e é, a verdade é que a gente se dá muito bem.
Ricardo, é que é muito difícil se dar mal com você.
Beleza, eu vou acender o fogo, você, velho, fica tranquilo vendo o jogo, eu vou com o riki, levo umas cervejas.
Fomos pra churrasqueira do quincho, já tava tudo preparado lá.
Ricardo, beleza, e como é que continua isso?
Acendo o fogo e você vai buscar a carne e traz pra minha velha, assim vocês deixam eles sozinhos pra irem se esquentando, talvez ele dê uma rapidinha em casa.
Ricardo, e a gente, qual é a nossa?
Deixa comigo, eu sei o que faço.
Acendi o fogo e quando as brasas já tavam no ponto, o Ricardo foi buscar a carne e voltou com a minha velha e mais cervejas.
Senta, velha, tenho churrasco pra um tempão e cuidado com esse aqui.
Velha, cuidado com o quê?
Cheguei perto do ouvido dela e falei:
Você não sabe a pica que o filho da puta carrega.
Velha, sério? Isso eu tinha que ver.
Por mim, pode conferir tranquila, o velho com certeza tá entretido.
Velha, e você vai deixar ele com aquela puta? Com certeza já tá em cima dele.
Adoraria ver como ele arrebenta ela.
Velha, eu sabia que ela era muito puta, não sei o que você viu nela.
Beleza, velhinha, ela me ama, claro que não como você, mas a mim... adoraria que vocês fossem amigas, eu amo você, mas também amo ela, faz o impossível pra ela não ser sua rival, pelo menos faz isso por mim
Velha, tá bem, pelo menos ela é tão puta quanto eu, meu amor
Agora senta e se quiser carne grande e quente, tá aí, não perde
Velha, se você diz, já quero ver ela
Minha velha sentou do lado do Riki e começaram a conversar enquanto eu já colocava a carne na churrasqueira, depois saí do quincho e fui pro galpão, antes de ir consegui ver como minha velha acariciava a pica dele por cima da calça, espiei eles por uma janela de onde sabia que não podiam me ver, minha velha não demorou nada pra chupar a pica do Ricardo, foi muito doentio ver como o cara que dias atrás tinha me comido agora tava comendo minha velha em cima da mesa enquanto brincava com as tetonas dela, não consegui parar de me masturbar, por um lado sentia o tesão de ver minha velha sendo comida e por outro queria estar no lugar dela sentindo aquela pica entrando e saindo do meu cu me fazendo gozar igual fazia ela gozar, esperei eles pararem de transar pra entrar de novo no quincho, não tinha tido coragem de espionar a Sol, embora imaginasse que não tinha rolado nada ou no máximo uma boquete e só, quando entrei o Ricardo tava subindo a calça e minha velha ajeitando os peitos, olhei pra eles e sorri, fui direto pra churrasqueira, virei toda a carne e pedi pra minha velha trazer mais cerveja, quando voltou perguntei
E aí, tão fazendo o que lá?
Velha, não sei, mas a Sol não tava tomando cerveja, isso eu garanto
Por quê? Como você sabe? Viu eles em algo?
Velha, não, amor, mas quando falei com ela tava com cheiro de pica na boca, eu conheço esse cheiro, meu bem, te juro
Tô morrendo de vontade de ver o velho comendo ela
Ricardo, isso é muito doentio, amigo
Bom é  isso  que  me  falta,  já  vi  vocês  dois
Ricardo   e  você  curtiu,  suponho?
Você  sabe  muito  bem  que  era  minha  ideia,  embora  tivesse  querido  entrar  na  brincadeira
Velha,  amor,  como  você  fala  isso,  quer  me  comer,  meu  bem?
Ricardo   não,  com  certeza  queria  ser  a  outra  mulher,  não  é?
Nem precisa dizer,  e  você  sabe  que  sim
Velha,  desde  quando  você  é  viado?
Na verdade,  não  sei,  mas  adoro  a  pica
Velha,  nunca  imaginei,  amor,  não  consigo  acreditar
Ricardo   tenho  certeza  de  que  você  não  acreditaria  a  menos  que  visse
Velha,  se  é  assim,  não  quero  ver,  seria  muito  pesado  pra  mim
Tomamos  a  cerveja,  arrumamos  a  mesa  e  fomos  buscar  o  casal  perdido.  Era  verdade,  Sol  não  conseguia  disfarçar  que  tinha  transado  gostoso,  o  cabelo  dela  bagunçado  e  molhado  mostrava  que  meu  velho  tinha  feito  ela  suar,  e  nem  se  fala  do  vestido  dela,  que  já  não  tinha  mais  a  forma  certa,  dava  pra  ver  que  tinha  sido  maltratado,  enquanto  meu  velho,  ao  contrário,  parecia  normal,  embora  bem  cansado,  mas  se  esforçava  pra  disfarçar.  Sem  dizer  palavra,  fomos  pro  quincho,  e  enquanto  eu  servia,  meu  velho  sentou  do  lado  da  Sol,  e  Ricardo  do  lado  da  minha  velha.  Eu  fiquei  de  fora,  como  o  bom  corno  que  era.  O  jantar  foi  deliciosamente  gostoso,  entre  piadas  e  olhares  cúmplices.  Parecia  que  tinha  vontade  de  continuar  transando,  só  faltava  o  momento.  O  vinho  fazia  estragos,  e  eu  pude  ver  como  meu  velho,  de  vez  em  quando,  abaixava  a  mão,  com  certeza  pra  acariciar  a  buceta  da  minha  esposa.  Ele  tava  realmente  solto,  e  não  era  pra  menos,  com  certeza  tinha  partido  ela  ao  meio,  e  isso  era  muito  excitante.  Eu  imaginava  como  minha  Solzinha  tinha  sofrido  e  gozado,  e  me  sentia  satisfeito,  orgulhoso  de  dar  tanto  prazer  pro  meu  amor.  Como  bom  anfitrião,  levantei  a  mesa  e  levei  tudo  pra  cozinha,  enquanto  eles  continuavam. Falando nisso, quando voltei pra mesa, não podia acreditar que meu velho tava batendo um papo animado com minha velha. Aí me veio uma ideia genial: levar o Sol e o Ricardo pra cozinha com a desculpa de preparar a sobremesa. Tive a visão de que eles iam transar de novo como não faziam há anos. Na cozinha, deixei os dois sozinhos e fui espiar o que rolava entre meus velhos. Quando cheguei na janela, pude ver eles trepando em cima da mesa com um tesão do caralho. De novo, me masturbei e, pra voltar pra casa, tive que engolir meu próprio gozo da mão. Ao entrar, vi o Ricardo arrombando o cu do meu Solzinho no sofá da sala.

Sol: Desculpa, amorzinho, é que o Riki me contou como ele comeu sua velha e me deixou com tesão. Me perdoa, bebê, eu sei que é seu macho, mas hoje ele já não é mais só seu.

Mas eu posso participar? Essa noite só vocês se divertem, isso não é justo.

Ricardo: Não, amigo, depois disso acabou. E sua mulher é uma gata de verdade.

Me dei por vencido. Essa noite eu seria só um espectador de luxo. Deixei eles trepando sossegados, fui pra cozinha, preparei tudo e, quando soube que tinham terminado, levei o sorvete pro quincho. Todos estavam exaustos, menos eu. Então, depois da sobremesa e como a gente tinha bebido pra caralho, preparei os quartos. Todo mundo ia ter que ficar essa noite, pelo menos. Ninguém tava em condições de dirigir. Meus velhos num quarto e nós três no outro. Aí vi em primeira mão como o Riki comia o Solzinho devagar até eles dormirem. Na manhã seguinte, tomamos café. Todo mundo parecia ter passado uma noite do caralho. Meu velho, antes de ir, disse que precisava falar comigo. Então me convidou pra ir na casa dele naquela tarde e, claro, esperava o Solzinho também. Pra ser sincero, não fazia ideia do que era, só que ele queria falar comigo fora de casa. O trabalho era algo animador, embora eu não soubesse se ele realmente queria comer minha mulher de novo. Tinha certeza de que não tinha tocado na bunda dela. Quando ficamos sozinhos, finalmente, começou o interrogatório. Ele queria saber com todos os detalhes o que tinha rolado entre meu velho e ela. Então, fui direto e perguntei:

— Vai me contar o que aconteceu quando eu deixei vocês sozinhos? Quero saber tudo, love.

— Sol, que tarado você é, meu promíscuo. Bom, olha: assim que vocês foram pro quincho, ele me disse que não tinha muito tempo. Me abraçou, e eu falei que vocês iam demorar demais. Ele perguntou se eu tinha planejado tudo, e eu disse: claro. Aí ele descobriu que você tá de acordo com tudo. Fomos pro quarto e, depois de dar um boquete nele, falei que queria ele dentro de mim. Ele me colocou de quatro e, puta merda, você não sabe como ele abriu minha buceta, love, enquanto amassava meus peitos. O safado metia tudo e me fazia ver estrelas. Depois, ele quis me comer o cu, mas eu falei que não, que isso eu não ia conseguir segurar os gritos. Ele disse que não acreditava, que ia ser só a pontinha, e eu continuei negando. Falei que todo mundo ia ouvir, e ele disse que não importava. Aí eu mencionei o Ricardo, que não queria que ele descobrisse. Ele entendeu e voltamos pro salão. Seu velho nunca soube que sua velha comeu o Ricardinho. Nem imaginou que ela ia comer ele na sua frente.

— Na minha frente ela não comeu, eu deixei vocês sozinhos e espiei pela janela.

— Sol, você curtiu pra caralho, love. Deve ter sido muito doentio ver ele comendo, né?

— Pode crer que sim, mas continua me contando o que rolou com meu velho, por favor.

— Sol, como você fica com tesão, meu anjo. Quando estávamos no salão, ele me pediu pra chupar ele de novo. Dá pra ver que ele fica muito excitado em comer a própria nora, love. Ele dizia que, quando sua velha entrou, a gente já tinha... Terminado
Igual ela percebeu, me disse que você tava com cheiro de pica na sua cara
Só que bem, amor, depois eu falei pra ela que a gente não pode continuar sem carro, que você merecia um desde sempre e que o meu eu ia conquistar sozinho, acho que por isso ela quer falar com você
Pra mim ela quer te ferrar de qualquer jeito, amor, ele vai dar um jeito de vocês ficarem sozinhos na casa dele e se isso acontecer, segunda-feira vai ser impossível você ir trabalhar, ele vai te deixar na merda
Só que isso só vai rolar se eu tiver meu carrinho e não quero um usado, meu bem
Mas assim você vai virar a putinha exclusiva dele, eu conheço meu pai
Só que qual é o problema? Pelo menos vou ter um macho fixo, bebê, e você não vai ter que ficar me vigiando, não sei, pensa nisso, amorzinho, pensa aí

3 comentários - Cornos humilhados parte 3 e 4

muy caliente...segui
van 10
ya arranco con lo que sigue
GRACIAS X COMENTAR
Caliente la situacion de formar parejas y vos solito y ni te dejaron ponerla o que te la pongan. Van puntitos