Passaram-se algumas semanas depois da minha primeira traição, mas, em vez de me sentir mal, acontecia exatamente o contrário.
Eu precisava de outra dose de homem, minha mente e meu corpo não paravam de pedir, era como uma droga.
E pra saciar essa fissura, foquei no treinador de futebol do meu filho mais novo.
Alberto, 24 anos, não muito alto, cabelo castanho e corpo atlético, sem exageros.
Toda vez que eu via ele, meu corpo pedia pra dar pra ele, mas eu não sabia como chegar, porque, como contei, sempre fui muito travada na vida.
Um dia, meu filho me disse que o treinador queria falar um por um com todos os pais sobre o desempenho da temporada de cada criança individualmente. Aproveitei ali pra tentar levar ele pra minha fantasia.
Ele me ligou uma tarde pra ver se a gente podia se encontrar no campo de futebol. Falei que não dava porque tinha coisas pra fazer e propus que ele viesse na minha casa no dia seguinte, umas 10h, e aí eu oferecia um café. Ele topou, e eu tive que ir correndo me masturbar no chuveiro só de pensar que ia ter ele só pra mim na minha própria casa. Aquela situação me dominava, nunca tinha sentido um tesão igual.
No dia seguinte, depois de levar meus filhos pra escola, voltei pra casa rápido, tomei um banho e vesti uma camiseta esportiva e um short de academia sem calcinha por baixo — algo que eu deveria ter feito, porque sentia que já estava lubrificando sem saber ainda o que ia rolar, talvez eu não conseguisse levar a situação pro meu lado e ficasse na mão.
Às 10h, Alberto chegou. Convidei ele pra entrar, servi umas xícaras de café e começamos a falar sobre o desenvolvimento do meu filho no time. Por mais que eu tentasse mudar de assunto, ele continuava com o relatório completo. Mas no final consegui desviar um pouco. Perguntei se ele tinha namorada, ele respondeu que não, e aí comecei a falar que ele era gostoso e tal, todas essas besteiras que a gente diz. Aos poucos, percebi que ele ficava vermelho e tentava mudar de assunto, mas eu continuei. enchendo ele de perguntas e não deixava ele em paz.
Chegou um ponto em que perguntei na cara se ele já tinha comido a mãe de algum jogador, ele riu e respondeu com um "quem me dera", aí eu me interessei mais e perguntei qual ele gostaria de comer, ele rindo e já sabendo onde a conversa ia dar, disse que tinha várias, mas que eu era uma delas.
Não aguentei mais, me aproximei dele e meti a mão no pau dele, que já tava durasso por baixo do moletom. Começamos a nos beijar loucamente e, sem perceber, puxei a calça do moletom dele pra baixo. Ele tinha um pau enorme, grandão e principalmente grosso, nunca imaginei que estaria naquela situação, mas fiquei puta de tesão e não perdi tempo pra enfiar aquela piroca na boca. Me senti eufórica com a boca cheia daquele pênis, comecei a chupar tentando salivar o máximo possível, já que mal conseguia me mexer com aquilo na boca.
Fiquei assim um tempo até que ele segurou minha cabeça, me levantou e me despiu num segundo, me sentou no sofá e abriu minhas pernas, colocou uma em cada ombro, aproximou o pau e, de uma estocada, me penetrou. Doeu um pouco, mas me excitou a brutalidade com que ele tava me fodendo, com aquela cara de menino bonzinho, não dava pra imaginar o jeito que ele transava.
Ele me comeu naquela posição até eu gozar, aí desceu pra chupar todo o meu mel da gozada com a boca dele.
Ele sentou no sofá, me virei e sentei no pau dele, comecei a cavalgar, sentindo ele chegar no fundo de mim. Sentia a cabeça do pau batendo no meu útero, aquilo só me deixava com mais tesão e não demorei pra gozar de novo.
Não acreditava na foda que ele tava me dando, era incrível, Alberto não se cansava.
Ele me colocou de quatro e começou a me comer com força, aquelas estocadas me causavam dor e tesão ao mesmo tempo, sentia os ovos dele batendo na minha bunda, todo aquele pau dentro de mim. Algo que, ao ver, parecia impossível. Sentia como se minha Minhas pernas tremiam, gozei pela terceira vez, meu corpo pedia pra parar, não aguentava mais prazer.
Pedi pra ele parar e ele respondeu que estava quase. Me deitou no chão, eu já não conseguia nem me mexer e, na posição missionária, continuou me fodendo. Via na cara dele o prazer, que faltava pouco pra ele gozar, percebi que ele não estava de camisinha, me assustei, mas não conseguia nem falar, estava morta de tanto prazer imenso.
De repente ele tirou o pau, subiu um pouco em cima de mim e eu pude ver o pau dele começando a jorrar porra nos meus peitos e um pouco no meu rosto.
Era a primeira vez que gozavam em cima de mim.
Quando terminou, me senti arrebentada de prazer, suja e com tesão por sentir a porra dele em cima de mim, me senti muito puta, me senti viva.
Eu precisava de outra dose de homem, minha mente e meu corpo não paravam de pedir, era como uma droga.
E pra saciar essa fissura, foquei no treinador de futebol do meu filho mais novo.
Alberto, 24 anos, não muito alto, cabelo castanho e corpo atlético, sem exageros.
Toda vez que eu via ele, meu corpo pedia pra dar pra ele, mas eu não sabia como chegar, porque, como contei, sempre fui muito travada na vida.
Um dia, meu filho me disse que o treinador queria falar um por um com todos os pais sobre o desempenho da temporada de cada criança individualmente. Aproveitei ali pra tentar levar ele pra minha fantasia.
Ele me ligou uma tarde pra ver se a gente podia se encontrar no campo de futebol. Falei que não dava porque tinha coisas pra fazer e propus que ele viesse na minha casa no dia seguinte, umas 10h, e aí eu oferecia um café. Ele topou, e eu tive que ir correndo me masturbar no chuveiro só de pensar que ia ter ele só pra mim na minha própria casa. Aquela situação me dominava, nunca tinha sentido um tesão igual.
No dia seguinte, depois de levar meus filhos pra escola, voltei pra casa rápido, tomei um banho e vesti uma camiseta esportiva e um short de academia sem calcinha por baixo — algo que eu deveria ter feito, porque sentia que já estava lubrificando sem saber ainda o que ia rolar, talvez eu não conseguisse levar a situação pro meu lado e ficasse na mão.
Às 10h, Alberto chegou. Convidei ele pra entrar, servi umas xícaras de café e começamos a falar sobre o desenvolvimento do meu filho no time. Por mais que eu tentasse mudar de assunto, ele continuava com o relatório completo. Mas no final consegui desviar um pouco. Perguntei se ele tinha namorada, ele respondeu que não, e aí comecei a falar que ele era gostoso e tal, todas essas besteiras que a gente diz. Aos poucos, percebi que ele ficava vermelho e tentava mudar de assunto, mas eu continuei. enchendo ele de perguntas e não deixava ele em paz.
Chegou um ponto em que perguntei na cara se ele já tinha comido a mãe de algum jogador, ele riu e respondeu com um "quem me dera", aí eu me interessei mais e perguntei qual ele gostaria de comer, ele rindo e já sabendo onde a conversa ia dar, disse que tinha várias, mas que eu era uma delas.
Não aguentei mais, me aproximei dele e meti a mão no pau dele, que já tava durasso por baixo do moletom. Começamos a nos beijar loucamente e, sem perceber, puxei a calça do moletom dele pra baixo. Ele tinha um pau enorme, grandão e principalmente grosso, nunca imaginei que estaria naquela situação, mas fiquei puta de tesão e não perdi tempo pra enfiar aquela piroca na boca. Me senti eufórica com a boca cheia daquele pênis, comecei a chupar tentando salivar o máximo possível, já que mal conseguia me mexer com aquilo na boca.
Fiquei assim um tempo até que ele segurou minha cabeça, me levantou e me despiu num segundo, me sentou no sofá e abriu minhas pernas, colocou uma em cada ombro, aproximou o pau e, de uma estocada, me penetrou. Doeu um pouco, mas me excitou a brutalidade com que ele tava me fodendo, com aquela cara de menino bonzinho, não dava pra imaginar o jeito que ele transava.
Ele me comeu naquela posição até eu gozar, aí desceu pra chupar todo o meu mel da gozada com a boca dele.
Ele sentou no sofá, me virei e sentei no pau dele, comecei a cavalgar, sentindo ele chegar no fundo de mim. Sentia a cabeça do pau batendo no meu útero, aquilo só me deixava com mais tesão e não demorei pra gozar de novo.
Não acreditava na foda que ele tava me dando, era incrível, Alberto não se cansava.
Ele me colocou de quatro e começou a me comer com força, aquelas estocadas me causavam dor e tesão ao mesmo tempo, sentia os ovos dele batendo na minha bunda, todo aquele pau dentro de mim. Algo que, ao ver, parecia impossível. Sentia como se minha Minhas pernas tremiam, gozei pela terceira vez, meu corpo pedia pra parar, não aguentava mais prazer.
Pedi pra ele parar e ele respondeu que estava quase. Me deitou no chão, eu já não conseguia nem me mexer e, na posição missionária, continuou me fodendo. Via na cara dele o prazer, que faltava pouco pra ele gozar, percebi que ele não estava de camisinha, me assustei, mas não conseguia nem falar, estava morta de tanto prazer imenso.
De repente ele tirou o pau, subiu um pouco em cima de mim e eu pude ver o pau dele começando a jorrar porra nos meus peitos e um pouco no meu rosto.
Era a primeira vez que gozavam em cima de mim.
Quando terminou, me senti arrebentada de prazer, suja e com tesão por sentir a porra dele em cima de mim, me senti muito puta, me senti viva.
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