Primeiro, a apresentação: me chamo Rosa, hoje tenho 47 anos, sou loira, 1,69m de altura, 56kg e minhas medidas são 80-65-90. Assim espero que pelo menos vocês tenham uma ideia de como sou.
Sempre fui mulher de um homem só, minha primeira vez foi com meu marido, quando ainda namorávamos, e as relações sexuais foram, digamos, um pouco monótonas.
Mas não sei o que aconteceu comigo, depois que completei 40 anos o sexo começou a me chamar mais atenção, sempre fui um pouco recatada, por isso achava estranho que, ao chegar na quarentena, o tesão interno só aumentasse.
Comecei a ver pornografia na internet, a me masturbar, eu que nunca tinha me tocado na vida, cada dia dava mais vontade e meu marido é do tipo que transa uma vez por semana, de forma clássica e se não estiver muito cansado.
Embora estivesse cada vez mais safada e com muito tesão, nunca passou pela minha cabeça trair meu marido.
Um sábado à noite, saí com umas amigas pra comemorar o aniversário de uma delas, jantarzinho e uns drinks num bar e depois pra casa. Mas a coisa não foi como eu esperava. Depois do jantar, uma delas sugeriu ir a uma balada ao ar livre que estava na moda. Todas topamos ir.
Estava sendo uma noite muito agradável, temperatura ótima, risadas e brincadeiras com elas, os drinks estavam entrando muito bem. De repente, uns caras se aproximaram de nós e começaram a falar com algumas das minhas amigas, não deviam ter nem 20 anos. Aos poucos ganharam confiança, minhas amigas zoavam eles e eles continuavam tentando pegar elas. Um deles grudou em mim, se apresentou, se chamava Sergio e tinha 19 anos, estudante, mas não lembro o que ele me disse.
Não sei se foi por causa dos drinks ou do tesão que expliquei antes, a verdade é que me dava um puta tesão aquele garoto tentar me pegar. Não me atrevia a dar em cima dele de jeito nenhum, já que estava rodeada das minhas amigas, mas percebi que uma delas sumiu com um daqueles caras.
Embora estivéssemos ao ar livre, naquela balada era proibido fumar, então o Sergio Ele me chamou pra ir no estacionamento fumar um cigarro. Aceitei o convite.
Saímos e fomos até onde ele tinha estacionado o carro, bem afastado da entrada principal. Quando chegamos, ele me ofereceu um cigarro, aceitei — só fumo de vez em quando e naquela noite tava com vontade.
Enquanto fumávamos, ele começou a dizer que gostava de mim, que me achava muito gostosa e que eu era uma MILF completa, termo que eu tinha conhecido fazia pouco tempo. Aquilo, em vez de me envergonhar, só me dava mais tesão. Um jovem me achar ainda desejável na minha idade me deixava muito excitada.
Terminamos o cigarro e quando eu ia voltar pra entrada, ele me segurou pelo braço, me puxou pra perto e começou a me beijar. Eu me deixei levar, recebi a língua dele e comecei a brincar também. Ele me apoiou contra o carro e continuou me beijando, enquanto a mão dele descia por baixo do meu vestido, afastava a calcinha e começava a brincar com a minha buceta, que já tava bem molhada.
Todos os pensamentos que diziam que aquilo não era certo sumiram da minha cabeça, e eu só pensava em apagar o fogo que corria dentro de mim.
Enquanto ele continuava me beijando e me masturbando com a mão, aproveitei pra abrir a calça dele e puxar o pau dele pra fora. Adorei sentir na minha mão aquele pau duríssimo — não era uma piroca descomunal, mas era o segundo que eu tocava na vida, então não tinha muita comparação, mas amei a dureza dele.
Sergio parou e disse pra entrarmos no carro pra ninguém ver a gente. Aceitei e entramos. Eu me deitei no banco de trás e ele se jogou pra me chupar toda, algo que eu amava e que meu marido só fazia raramente, quando eu pedia insistentemente. Ele ficou brincando com a língua até eu gozar de um jeito bestial. Fazia anos que eu não tinha um orgasmo tão violento quanto aquele.
Ele sentou, pegou uma camisinha e colocou. Eu automaticamente montei em cima dele e guiei o pau dele pra dentro de mim. Comecei uma cavalgada gloriosa, sentia a dureza do pau dele dentro de mim fez o segundo orgasmo vir quase na sequência. Logo ele começou a gemer mais forte e eu senti a porra dele saindo, enchendo a camisinha. Ficamos um tempão exaustos de tanto prazer e por causa do calorão que tava dentro do carro.
Saímos e, quando fomos pra balada, minhas amigas ainda tavam de graça com os amigos do Sergio e nenhuma percebeu o que tinha rolado — e se percebeu, não falou nada.
Depois de um tempo, elas falaram pra gente ir embora e a gente se despediu com um selinho na bochecha. Nunca mais vi o Sergio.
Sempre fui mulher de um homem só, minha primeira vez foi com meu marido, quando ainda namorávamos, e as relações sexuais foram, digamos, um pouco monótonas.
Mas não sei o que aconteceu comigo, depois que completei 40 anos o sexo começou a me chamar mais atenção, sempre fui um pouco recatada, por isso achava estranho que, ao chegar na quarentena, o tesão interno só aumentasse.
Comecei a ver pornografia na internet, a me masturbar, eu que nunca tinha me tocado na vida, cada dia dava mais vontade e meu marido é do tipo que transa uma vez por semana, de forma clássica e se não estiver muito cansado.
Embora estivesse cada vez mais safada e com muito tesão, nunca passou pela minha cabeça trair meu marido.
Um sábado à noite, saí com umas amigas pra comemorar o aniversário de uma delas, jantarzinho e uns drinks num bar e depois pra casa. Mas a coisa não foi como eu esperava. Depois do jantar, uma delas sugeriu ir a uma balada ao ar livre que estava na moda. Todas topamos ir.
Estava sendo uma noite muito agradável, temperatura ótima, risadas e brincadeiras com elas, os drinks estavam entrando muito bem. De repente, uns caras se aproximaram de nós e começaram a falar com algumas das minhas amigas, não deviam ter nem 20 anos. Aos poucos ganharam confiança, minhas amigas zoavam eles e eles continuavam tentando pegar elas. Um deles grudou em mim, se apresentou, se chamava Sergio e tinha 19 anos, estudante, mas não lembro o que ele me disse.
Não sei se foi por causa dos drinks ou do tesão que expliquei antes, a verdade é que me dava um puta tesão aquele garoto tentar me pegar. Não me atrevia a dar em cima dele de jeito nenhum, já que estava rodeada das minhas amigas, mas percebi que uma delas sumiu com um daqueles caras.
Embora estivéssemos ao ar livre, naquela balada era proibido fumar, então o Sergio Ele me chamou pra ir no estacionamento fumar um cigarro. Aceitei o convite.
Saímos e fomos até onde ele tinha estacionado o carro, bem afastado da entrada principal. Quando chegamos, ele me ofereceu um cigarro, aceitei — só fumo de vez em quando e naquela noite tava com vontade.
Enquanto fumávamos, ele começou a dizer que gostava de mim, que me achava muito gostosa e que eu era uma MILF completa, termo que eu tinha conhecido fazia pouco tempo. Aquilo, em vez de me envergonhar, só me dava mais tesão. Um jovem me achar ainda desejável na minha idade me deixava muito excitada.
Terminamos o cigarro e quando eu ia voltar pra entrada, ele me segurou pelo braço, me puxou pra perto e começou a me beijar. Eu me deixei levar, recebi a língua dele e comecei a brincar também. Ele me apoiou contra o carro e continuou me beijando, enquanto a mão dele descia por baixo do meu vestido, afastava a calcinha e começava a brincar com a minha buceta, que já tava bem molhada.
Todos os pensamentos que diziam que aquilo não era certo sumiram da minha cabeça, e eu só pensava em apagar o fogo que corria dentro de mim.
Enquanto ele continuava me beijando e me masturbando com a mão, aproveitei pra abrir a calça dele e puxar o pau dele pra fora. Adorei sentir na minha mão aquele pau duríssimo — não era uma piroca descomunal, mas era o segundo que eu tocava na vida, então não tinha muita comparação, mas amei a dureza dele.
Sergio parou e disse pra entrarmos no carro pra ninguém ver a gente. Aceitei e entramos. Eu me deitei no banco de trás e ele se jogou pra me chupar toda, algo que eu amava e que meu marido só fazia raramente, quando eu pedia insistentemente. Ele ficou brincando com a língua até eu gozar de um jeito bestial. Fazia anos que eu não tinha um orgasmo tão violento quanto aquele.
Ele sentou, pegou uma camisinha e colocou. Eu automaticamente montei em cima dele e guiei o pau dele pra dentro de mim. Comecei uma cavalgada gloriosa, sentia a dureza do pau dele dentro de mim fez o segundo orgasmo vir quase na sequência. Logo ele começou a gemer mais forte e eu senti a porra dele saindo, enchendo a camisinha. Ficamos um tempão exaustos de tanto prazer e por causa do calorão que tava dentro do carro.
Saímos e, quando fomos pra balada, minhas amigas ainda tavam de graça com os amigos do Sergio e nenhuma percebeu o que tinha rolado — e se percebeu, não falou nada.
Depois de um tempo, elas falaram pra gente ir embora e a gente se despediu com um selinho na bochecha. Nunca mais vi o Sergio.
0 comentários - Quando o tesão aperta (01)