Dei minha mulher pra outro 2

Primeiro, um preâmbulo dos fatos.
Como contei há alguns meses no meu primeiro relato, minha esposa e eu tivemos nossa primeira experiência de trio com um amigo em comum. Já se passaram mais de dois meses desde aquele dia, e essa semana a experiência se repetiu. A seguir, vou contar como as coisas aconteceram e como acabou sendo uma experiência extremamente prazerosa.

No meu relato anterior, descrevi como é minha esposa, mas me pediram para ser mais explícito nos detalhes, então vou me esforçar para aprofundá-los.
Minha mulher tem uma figura muito sensual e atraente: 1,60m, pernas bem desenhadas, latina, pele levemente cor de canela, uns peitos deliciosos que não são enormes, mas mal dá para cobrir metade de um com a mão, uma bunda de campeonato. Ela é magra, mas não é "girly", então as saias e shorts sempre ficam bem justos nela. Em geral, uma silhueta deliciosa, e não só porque é minha esposa, mas ela sempre chama alguns olhares.

Depois da nossa primeira experiência em um trio, nossa vida sexual ficou bem mais animada. Devo confessar que, antes de acontecer, eu temia que as coisas fossem piorar, mas posso dizer com satisfação que até agora estamos em um bom momento. Apesar de a experiência não ter se repetido novamente, acho que ambos secretamente curtíamos relembrá-la. Em várias ocasiões, me masturbei lembrando daqueles momentos, e em outras, só de recordar já me dava uma excitação imensa, que acabávamos fazendo amor com bastante vontade.

Em algumas ocasiões, mencionamos o que havíamos vivido e concordamos que foi realmente excitante. Tanto que, uma vez, minha esposa chegou do trabalho, eu estava deitado no nosso quarto, e assim que me viu, começou a me beijar desenfreadamente, pegou minha mão e levou até sua buceta — estava encharcada. Ela me disse que, no caminho de volta, reviveu como as coisas aconteceram na mente dela e me pediu para, por favor, usar minhas mãos o tempo todo, que ela queria... sentir como aqueles dedos percorriam todo o corpo dela enquanto a penetrava, ao mesmo tempo em que fantasiava com o que já tinha vivido.
Isso me deixou maluco, eu sabia que minha esposa queria de novo estar com dois homens, e minha mente começou a viajar com mil e um planos para que isso acontecesse de novo. Eu também queria. Minha mente fantasiava com as imagens dela brincando com dois paus, vendo ela chupar um pau enquanto eu a penetrava, ou ver como ela me chupava enquanto meu amigo a comia.
Decidido que a experiência tinha que se repetir.
Como se fosse obra do destino, meu compadre me ligou nesses dias, mais ou menos na segunda semana de dezembro. A gente tinha mantido contato, mas sem mencionar o que tinha acontecido, eram mais conversas curtas, algum comentário em algum status que um ou outro publicava no WhatsApp. Ele me perguntou se eu estava evitando ele, por que a gente não tinha saído pra tomar uma ou conversar de novo desde aquele dia. Respondi que entre uma coisa e outra eu tinha estado ocupado, mas que não tinha nenhum problema. Aí ele disse que se era assim, que tal a gente tomar umas cervejas no fim de semana, pra conversar e botar o papo em dia, e combinamos que seria assim mesmo.
Depois dessa ligação não tive mais dúvida. A gente tinha que compartilhar minha mulher de novo. Era hora de começar a colocar as peças no lugar.
Contei pra minha esposa que ele tinha me ligado, justamente uns dias antes ela tinha me perguntado se a gente ainda se falava, então contei que a gente ia sair pra beber. Não falamos mais sobre isso, nem mencionamos nada do que tinha acontecido antes. Chegou o dia e ela só me disse pra tomar cuidado que agora ele ia me compartilhar alguém, e que esse era o motivo da saída. Só ri, achei bem engraçado, falei pra ela não pensar nada disso, que eu não tava querendo igualar as coisas.
Conversando com meu compadre, entre várias coisas, contei que eu e minha esposa tínhamos ido passear num lugar no mato, que tem pequenas lagoas e cachoeiras. Ele pediu se eu tinha fotos do lugar, que ele... Gostaria de ver, e eu mostrei as que tinha no telefone. Estava tão concentrado explicando sobre o lugar, que esqueci que havíamos tirado algumas fotos na água. Não estávamos nus, mas como originalmente nunca havíamos pensado em tomar banho, naquele dia entramos na água de roupa íntima. Passei algumas fotos e entre elas apareceram umas que estávamos justamente assim, outra que eu fazia um close nela, outra foto de corpo inteiro, e assim mais algumas, minha esposa gosta às vezes de brincar com a câmera. Ele ficou corado, achei engraçado, nessa ocasião ele estava novamente olhando para minha esposa, embora agora semi nua, e me disse sorrindo e com um sorriso malicioso:
- Não dá pra negar que ela tem um corpo bonito. Eu apenas ri, e respondi:
- Acho que isso é algo que você já conhece muito bem. Ele me olhou fixamente, como se estivesse entendendo imediatamente minhas intenções. E depois disso, sem mais rodeios, propus.
Perguntei o que ele pensava em fazer para o ano novo, no meu país colocaram restrições de circulação, então para a virada tinha toque de queda das 22h até as 4h do dia seguinte. Ele me disse que não tinha nada especial em mente, que visitaria a família mais cedo, e depois pensava em tomar um drink em algum lugar com alguém. Imediatamente fiz a proposta:
- Que tal você vir passar a virada com a gente, e a gente receber o ano com uns drinks?
Ele respondeu: - Claro, como vou recusar, compadre, agradeço.
Estava feito, o plano tinha tomado seu rumo.
Naquela noite ao voltar pra casa contei pra minha esposa alguns detalhes da nossa conversa, e contei que tinha convidado ele pra passar a virada com a gente, que se não teria nenhum problema. Ela só sorriu e me disse que não tinha nenhum problema se pra mim tudo estava bem.
Em segredo pensei e afirmei que isso era o que ela e eu desejávamos. Aquela noite fizemos amor, muito gostoso, e acabamos dormindo.
Chegou o dia 31 de dezembro, cedo fomos a visitar nossos familiares, e pedimos aos meus sogros que ficassem com minha filha, já que íamos ter uma pequena reunião em casa com amigos, e não haveria outras crianças para ela brincar, eles aceitaram sem complicações, tornando-se assim cúmplices do que estava por vir.

O dia do encontro.
31 de dezembro, 21h30
Voltamos para casa para nos arrumar, tomar um banho e vestir para a chegada do meu amigo. Desta vez não dei nenhuma instrução à minha esposa sobre o que esperava que ela vestisse, simplesmente deixamos tudo fluir conforme cada um quisesse. Minha esposa vestiu um macacão cor rosa-pálido, bem justo, nada vulgar, com apenas um zíper nas costas, e um decote amplo com botões na altura dos seios.

31 de dezembro, 22h40 (aproximadamente)
Meu amigo chega, pede desculpas pelo atraso, e nos cumprimentamos. Nada extraordinário, mas também nada que deixasse a situação desconfortável. Disse a ele para me acompanhar e preparar uns coquetéis para animar a noite.

Já entrando pela madrugada, depois de conversarmos sobre tudo por um bom tempo, decidimos jogar alguns jogos, para tornar a noite mais divertida.
Jogos de desafios, prendas, perguntas picantes, tudo para ir esquentando o clima.

Em um momento começamos a dançar, dancei com minha esposa, e depois ela dançou com ele, não exageramos nisso, acho porque era meio estranho dois dançarem e um só ficar olhando. No entanto, no meio disso, enquanto dançávamos um reggaeton, minha esposa se agachou completamente, dando as costas para mim, mostrando os seios no decote, e esfregando a bunda no meu pau, que já estava ficando ereto. Continuamos com os jogos.

31 de dezembro, 23h15 talvez (não prestei mais atenção no horário)
Continuamos com as prendas, ela pegou uma em que tinha que dar uma dança sensual para ele, enquanto ele estava sentado no sofá. Observei com tesão toda a situação, ela demonstrou estar gostando, subia e descia pelas pernas dele, deu várias reboladas enquanto ela se posicionava na frente dele, pediu que ele ficasse de pé e continuou dançando de cima para baixo, até que, descendo enquanto dançava, na altura do seu pau, parou por alguns segundos e, de maneira bem lenta, quase parando o tempo, passou a língua por cima do zíper da sua calça. Meu amigo imediatamente me olhou e, assentindo com a cabeça, dei a entender que ele prosseguisse como desejasse.

Ele a pegou pelos ombros e a aproximou da sua calça, ela brincou com a boca, e suponho que ele já estava ereto, já que ela deu o que parecia ser uma mordida no seu membro, mas por cima da roupa. Tive vontade de, naquele mesmo instante, me aproximar, tirar meu pau da calça e colocá-lo também na boca dela, porém decidi esperar.

Ambos brincaram com as mãos, minha esposa me olhou brevemente e entendeu que eu também não iria protestar contra o que estava acontecendo. Ele a percorreu por completo com as mãos, se beijavam na minha frente ardentemente, lembro como sentia que meu pau não tinha para onde mais crescer, estava muito apertado dentro da cueca e da calça. Meu parceiro a pegou de costas e, naquele momento, começou a abaixar o zíper do macacão que ela usava. Que surpresa nós dois tivemos naquela hora.

Ao abaixar o zíper, ambos descobrimos o que minha esposa trazia por baixo da roupa: um pijama novo, extremamente sensual, tipo malha, preto, semitransparente, sem nada além de um fio na parte de baixo. Realmente me pegou de surpresa, nunca imaginei o que ela estava usando, sabia que não estava nua, pois obviamente se notavam as copas do pijama, mas pensei que fosse um sutiã comum. Quando ele a despiu, senti que só precisava dar algumas pegadas no meu pau e certamente teria gozado. Mas tirei força de vontade de onde ainda tinha e aguentei observando um pouco mais.

Chegou o momento do ato em si.

Me aproximei, não aguentava mais. A beijei fervorosamente, pouco ou nada me importava que houvesse tinha a boca no pau do meu amigo, mesmo que por cima da roupa. Sentamos ela no móvel, pernas bem abertas, eu morrendo de vontade de experimentar aquela buceta e, como era de esperar, tinha uma lagoa entre as pernas dela. Chupei como se não houvesse amanhã, brincava com os lábios dela, passava minha língua por todo o caminho, quase do cu até bem em cima do clitóris, queria enfiar tudo, mas só cabia meu nariz e minha língua, caralho, só de lembrar não consigo evitar ficar de pau duro, queria chegar o mais fundo possível com minha língua; enquanto isso, ao mesmo tempo, meu parceiro já tinha tirado o pau pra fora e estava de pé ao lado da minha esposa pra ela chupar. Ficamos nessa por uns dez minutos antes que algum dos três quisesse se mexer. Tirei minha língua, abaixei minha calça e estava pronto pra meter nela, ela me observou enquanto continuava chupando ele, mal enfiei e já sabia que não ia durar nem dois minutos, estava quente demais, molhada demais, era uma buceta pulsante, e meu pau já não aguentava mais. Tive que me forçar a sair, já que ela prendeu minhas pernas na altura da cintura, com uma expressão no rosto como se fosse desmaiar. Mas eu não queria gozar tão cedo, não podia fazer isso, levantei dela, Disse a eles que voltava na hora, que ia pegar algo na cozinha, minha esposa me viu, me disse pra não demorar, e na mesma hora virou, ficou de quatro enquanto chupava meu amigo, que estava de pé ao lado dela no móvel. Foi minha fuga, me mentalizei que precisava me acalmar um pouco, ou não ia aproveitar totalmente o que estava acontecendo. Fui pegar umas cervejas, tomei uma inteira de uma vez, respirei fundo algumas vezes e voltei pra eles, pra minha surpresa meu parceiro tinha ela em cima dele, ele tinha sentado e ela estava de costas pra ele, pulando no pau dele, que excitante foi ver ela pulando, putz, senti que meu momento de calma não tinha servido pra nada. Derramei cerveja por cima. do corpo dela, e o que fiz em seguida, até agora não acredito.
Me ajoelhei e comecei a lamber sua buceta exposta, banhada de cerveja, com o pau do meu amigo entrando e saindo dela. Ela ficou surpresa, vi imediatamente em seu rosto. Deve ter me considerado bissexual, e talvez eu definitivamente tenha sido naquele momento. Não posso negar que em algum momento minha língua roçou também o pau dele, por mais que tentasse evitar, simplesmente entre a penetração dele e minha lambida, em algum momento nos encontrávamos. No entanto, não era minha intenção provar o pau dele, embora a essa altura já tivéssemos ambos indiretamente provado, e isso não era traição (risos).
Minha esposa não aguentou mais, deu um gemido forte e se rendeu sobre ele. Recostou-se em seu peito, de costas, enquanto ele ainda a penetrava, muito mais devagar, e eu continuava lambendo sua buceta, que havia tido uma explosão de fluidos há poucos momentos.
Minha esposa se levantou e nos disse que era melhor ficarmos mais confortáveis. Ela nos levou pela mão ao nosso quarto, meu parceiro e eu nos olhamos com uma cara de viciados em sexo, enquanto no caminho terminávamos nossas cervejas.
Chegamos na cama, minha esposa se deitou e disse, de maneira muito segura e confiante, que queria ser bem cuidada, com carinho, que fôssemos educados. Começamos os dois a beijá-la por todo o corpo, ele de um lado, eu começando pelos pés, percorrendo com minha língua e lábios todas as suas pernas, até chegar em sua bunda. Dei uma boa lambida, não posso negar que tinha um gosto estranho, já que os fluidos vaginais e o pré-gozo haviam se misturado, mas era um detalhe que não me importava nem um pouco.
Ele beijava o lado dos seios dela, consegui ver como às vezes eles se beijavam, e às vezes ele chupava o que alcançava dos mamilos dela. Levantei minha esposa lentamente, coloquei-a de joelhos, penetrei-a por trás, e ele aproveitou para acessar seus seios, enquanto eu a penetrava, depois ele se pôs completamente de pé e novamente... ela colocou na boca para que chupasse, dessa vez enquanto eu a fodia por trás. Depois disso começamos a variar um pouco as posições.
Quisemos fazer dupla penetração nela, mas com minha esposa não praticamos sexo anal com frequência, então seu cu estava muito apertado, e o que eu menos queria era causar dor nela e cortar a excitação do momento. No entanto, em certo ponto, meu parceiro deitou na cama e, com ela por cima dele, eu roçava seu ânus com meu pau, enquanto fazia uma tentativa superficial de penetrar, mas pelo menos ficava roçando e roçando sua bunda, esfregando meu pênis entre as nádegas dela.
Ficamos nessa por um bom tempo, tantas mudanças de posição, e me mentalizar tinha feito durar o que eu esperava. Nós três estávamos com vontade de gozar, já havíamos mencionado várias vezes, então chegou o momento. Disse à minha esposa que ficasse de joelhos na nossa frente, que iríamos gozar na boca dela. Ela soltou uma risada e disse que nem louca engoliria tanta porra. No entanto, ela começou a chupar nós dois, revezando ou tentando ter os dois na boca ao mesmo tempo, com as mãos masturbando um enquanto chupava o outro.
Eu estava decidido a dar minha porra assim que saísse, então me dediquei a aproveitar tudo que estava sentindo, e finalmente aconteceu. Meu parceiro gozou com um gemido forte, bem na frente da boca dela, enchendo todo o rosto, o cabelo e um pouco do peito. Eu não aguentei mais, fiz justiça com as próprias mãos, enquanto ela nos deliciava com uma expressão de êxtase total. Ela estava adorando sentir a porra escorrendo pelo corpo. Me masturbei e gozei da mesma forma em todo o rosto dela, mas terminei derramando minha porra nos seios. Nossa, que cara ela fez! Parecia que com a pele ela conseguia aproveitar a porra que havíamos dado. Que gozada boa por parte dos dois. Ela ficou bem banhada de porra, exatamente como diz o título desse relato.
Depois disso nos levantamos, e minha esposa, sendo bem sem-vergonha e mostrando dominando naquele momento, ela se aproximou de nós dois e nos deu um beijo de língua bem gostoso. Ri por dentro, capaz que ela queria nos fazer provar um pouco do nosso próprio sêmen.

O encerramento da noite

Bom, diferente da vez anterior, dessa ocasião fui eu mesmo quem disse pro meu amigo que ele ficasse. Na verdade, de qualquer jeito ele não poderia ir embora, já que havia restrições de circulação como mencionei antes. Deixamos ela tomar um banho, enquanto eu disse pro meu compadre a gente ir buscar umas cervejas. Perguntei rindo se ele gostava de curtir minha esposa. Ele respondeu que eu não tinha ideia do quanto, que adorou ter participado, mas me disse que se eu quisesse que ele fosse embora, era só pedir, que ele daria um jeito. Que não queria nos incomodar nem estragar as coisas entre nossa amizade. Disse pra ele não se preocupar, que eu tinha algo em mente e que com certeza a gente ia curtir.

Todos nos vestimos, muito mais confortáveis. Nós só de cueca e camiseta, ela vestiu um pijama novo. Continuamos bebendo até umas 4 da manhã, conversando e rindo das loucuras que fizemos. Quando já estávamos falando em ir dormir, foi aí que eu dei a surpresa pra eles dois. Disse que se não tivessem problema, os três dormiríamos na mesma cama. Minha esposa riu e só disse: "Haha, você realmente tem cada ideia".

Pulando um pouco os detalhes, vou dizer que fomos pra cama, nos deitamos, nos beijamos mais um pouco, brincamos com as mãos, percorrendo os corpos, e numa tentativa forçada, tentamos dormir. Não era possível.

Continuamos nos beijando mais, eu já estava ereto de novo, meu amigo também. E naquele momento eu decidi. Disse a eles que tinha em mente uma última fantasia. E que nela, minha única participação seria deixá-los sozinhos. Que eu entregaria essa noite pra que os dois curtissem o que mais quisessem. E que a única coisa que eu queria era que não se segurassem em nenhum ruído, que fizessem tudo o que desejassem, já que eu estaria no quarto ao lado escutando, minha... O compadre fez uma cara de espanto, e minha esposa, para meu espanto, só respondeu: "Love, te espero com o café da manhã amanhã". Fim.

Despedida

Vou deixar esse relato por aqui, amigos, já ficou muito extenso, e o que minha esposa me contou depois é bom material para outro relato que, com prazer, compartilharei com vocês se quiserem. Sei que não só compartilhei minha mulher num trio, como também me tornei um belo de um corno. No entanto, posso dizer que desde aquele dia até hoje tudo tem estado muito bem, e temos estado de ótimo humor, fazendo sexo gostoso. Até a próxima!

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