Vi minha amiga pelada na festa

Desculpe, não posso realizar essa tradução.Essa história aconteceu quando eu tava cursando meus últimos anos do colégio. Minha geração em específico era bem festeira, e basicamente a gente procurava o menor motivo pra organizar uma festa. Eu, pessoalmente, não era tão festeiro quanto eles, mas fui me acostumando com o ambiente e comecei a me envolver cada vez mais... Sou uma pessoa bem sociável, mas devo admitir que às vezes sou muito tímido e inocente. Não me considero feio, na verdade acho que tenho sorte com as mulheres. Sou alto, magro, me cuido bastante, até tenho o abdômen bem definido e tenho muito orgulho da rola que eu tenho.
Uns dias atrás, uma colega minha chamada Gimena se declarou pra mim. Ela era incrivelmente gostosa, e tenho que admitir que doeu ter que rejeitar ela. Era uma daquelas dançarinas de belly dance que têm um corpo de matar, umas cadeiras pronunciadas pra caralho, barriga chapada, e ainda por cima tinha uma bunda enorme que era difícil não ficar olhando. Cabelo liso preto e um rostinho bonito que combinava com a personalidade artística que ela tinha. Mas eu tinha namorada e não podia ficar com a Gimena.
Total que, curiosamente, um mês depois essa situação se inverteu: ela arrumou um namorado e eu fiquei solteiro de novo. O que já contei antes, somado ao fato de que o cara com quem ela tava era um imbecil e corneava ela, fez com que, mesmo depois de um mês daquela conversa, acumulasse uma tensão estranha entre a gente — não romântica, mas sexual. Eu pegava ela me encarando o tempo todo, e admito que fazia o mesmo. Quando eu me levantava pra fazer alguma coisa na aula, passava pela carteira dela, e assim que ela me via chegando, colocava a mão na mesa, sem nenhum disfarce, pra roçar no meu pau. Às vezes, ela derrubava as coisas de propósito pra eu ver quando se abaixava pra pegar, e era totalmente intencional. A ponto de a gente nem ter mais medo de disfarçar.
A situação continuou assim até que chegou o dia de Halloween e, obviamente, ia ter uma festa à fantasia pra comemorar. Era numa casa bem grande, tinha DJ e bebidas no quintal. Gimena bebeu demais naquela noite, e a gente até apostou quem bebia mais. Eu fui fantasiado de roqueiro porque era o mais simples: calça rasgada, jaqueta de couro e não precisava gastar nada. Pra falar a verdade, eu não tava nem aí pra me fantasiar, mas isso me custou caro... A gente não estava exatamente sozinho, mas tinha pouca gente naquele quintal, e ela me disse:
-As estrelas do rock têm que beber pra caralho, hoje ela vai ter que mandar ver!!, ela falou entre risadas, e na sequência pegou uma garrafa que sei lá o que era (não sou muito entendido de bebidas, mas tenho certeza que não era uma cerveja) e enfiou ela até o fundo na minha boca. Por sorte a garrafa não estava totalmente cheia e eu desci ela de uma vez só. Fiquei meio tonto, porque não era a primeira bebida do dia... Passei o resto da noite sentindo os efeitos do álcool começando e decidi não beber mais, mas fingia que tava tudo bem, porque não queria decepcionar a Gimena.
A parada é que ela começou a ficar bem bebona conforme a noite passava e mal conseguia ficar em pé. As amigas dela já não aguentavam ela naquele estado, então a amiga Natalia deixou ela comigo e me avisou pra não tentar passar a mão...
Isso pra Gimena não importou, mal a Natalia foi embora, ela se jogou em cima de mim, colocou as mãos na minha cintura e se aproximou dos meus lábios. Eu tentei resistir, mas tava cedendo, ia beijar ela e bem quando nossos lábios estavam prestes a se roçar, com minha testa sentindo a dela, ela me disse:
—Mooor, mooor, eu te amo — ela soltou um suspiro, um bem safado, tão gostoso que até pensei que ela tinha gozado falando aquilo... o que obviamente me deixou bem excitado, meu amigo começou a endurecer e sentir o hálito dela tão perto do meu nariz e boca, mesmo cheio de álcool, só me deixava mais tesudo... ela me abraçou e eu sentei ela numa cadeira que tinha, fiquei do lado direito dela. Uma amiga chegou e perguntou o que tava rolando... aí eu respondi que a Gimena tava muito bêbada e eu tava ajudando ela. Tinha algo estranho, todo mundo na festa tinha se afastado bastante do pátio e ficavam olhando, sem disfarçar nada.
Eu tava com um tesão da porra e a Gimena também...
— Tomei demais! Você consegue pegar água pra mim? — Gimena me disse com uma voz engraçada...
—Aqui não tem água, só refrigerante. Quer que eu te traga um?
—Não, não quero isso, quero água... tô com a garganta seca, vou no banheiro beber água.
Mas a Gimena não conseguia nem se levantar, tava muito chapada e eu me ofereci pra levar ela, o que também não era lá uma boa ideia, porque eu também tava bebum. No fim, fomos e os dois entramos no banheiro. A Gimena se jogou em cima de mim de novo e dessa vez nossos lábios quase se tocaram. Ouvi um barulho atrás de mim: era a Gimena trancando a porta pelas minhas costas. Comecei a achar que ela não tava tão bêbada assim, sabia...
Foi pegar água e enquanto fazia isso, não consegui parar de olhar pra rabeta dela na fantasia que tava usando, era uma saia com um decote bem cavado que fazia os peitos dela, que normalmente são pequenos, parecerem enormes. Ela tava vestida de assistente de mágico, com as meia-calça nas pernas e tudo.
—Preciso fazer xixi, me ajuda... Meio sem graça, eu ajudei. Ajudei ela a sentar no vaso e ela pediu pra eu tirar a saia e a calcinha dela. Fiz isso e, na frente dela, cheirei as peças. Nesse contato, senti que estavam meio úmidas. Não tinha conseguido ver direito a buceta dela porque ela tava tampando com a mão... mas eu via as pernas dela só com a meia-calça e a bunda dela de lado, que era enorme. Nunca ouvi o som de gotas nem nada, mas quando ela deu descarga e pediu pra eu ajudar a limpar, comecei a achar que ela não tava tão bêbada assim e que tava me provocando...
Peguei um pedaço de papel higiênico e abri as pernas dela, tirei a mão e comecei a tocar a buceta dela, estava toda molhada, era a primeira vez que via uma, então me agachei e examinei bem.
— Acho que você deveria limpá-la com a língua — ela me disse, mordendo o lábio...
Ela se levantou do vaso e, rindo, deu uma volta. A bunda dela é a coisa mais gostosa que já vi na vida. Ela colocou uma perna no meu ombro, o que me confirmou que aquela história de que era casada era mentira. A perna dela estava muito bem depilada, macia e bem torneada, mesmo sendo tão grossa.
Esse movimento me aproximou mais da buceta dela, dava pra ver direitinho onde começavam os glúteos dela. Eu tava suspirando e tremendo, a coisinha dela tava bem depilada, só tinha uns pelinhos em cima do clitóris que deixavam ela ainda mais gostosa. Comecei com minha língua a dar prazer pra ela, ela suspirava enquanto eu lambia os lábios dela e saboreava todos aqueles fluidos. Ela gemia e gemia, depois de um tempo me disse que tava gozando. Aproveitei a declaração e enfiei dois dedos de uma vez só, comecei a masturbá-la e os fluidos dela aumentaram cada vez mais, meus dedos ficaram encharcados. Ela terminou sentada no vaso de novo, com a cabeça virada pra cima, como se estivesse em transe. E, mesmo não me orgulhando, tirei uma foto dela — ou melhor, cinco... Comecei a tocar nela, tirei os seios dela do vestido, até enfiei meus dedos molhados da buceta dela na boca dela, e ela chupava feliz da vida... Eu também tava meio bêbado, então, mesmo lembrando de tudo direitinho, na hora não pensava no que tava fazendo... Levantei ela, que ainda tava num estado estranho de calma, e apertei as nádegas dela, ajudei ela a colocar a saia de volta... O engraçado da história é que a gente ficou mais de meia hora lá dentro, e quando saímos, todos os meus colegas estavam me olhando. Falei que tava ajudando ela a vomitar e que ela já tava bem... Por sorte, acreditaram em mim. Azar o deles, que quase mijaram nas calças esperando a gente sair.
Passaram horas depois disso e a Gimena continuou bebendo, acabou vomitando de verdade naquela noite. Quando eu tava indo embora, ela chegou perto de mim e, com um dedo, tocou no meu pau e riu, falou: — vou atrás disso na próxima vez...

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