Cornudo emputecido parte 1 e 2

Aqui vai mais uma história pra vocês.
Espero que vocês curtam.
VALEU PELOS PONTOS
E OS COMENTÁRIOS











Com a Sol, minha mulher, depois de uns anos de convivência onde tudo era simplesmente ideal, começaram a acontecer umas coisas comigo. A Sol é uma garota miúda, não tem peitões nem uma bunda chamativa, e talvez por isso ande sempre bem vestida, com leggings justas ou uma minissaia aqui e ali, e nem se fala do olhar safado dela, sempre se fazendo de santinha inocente, sendo que não tem nada disso. Deve ser por isso que meus amigos a admiram e vivem me dizendo a sorte que tenho de estar com ela, coisa que eu adorava ouvir. Tenho a sorte de ter regalias no trabalho, e aproveito pra ficar mais tempo em casa, sou um homem sem horários. Nós dois, simples, depois de muitos anos juntos, continuamos nos dando maravilhosamente bem, principalmente na cama, onde parece que eu rasgo ela no meio, mas é ela quem me deixa exausto. Embora já não seja igual ao começo, a monotonia foi tomando conta até nisso, mas ainda assim não posso dizer que fico insatisfeito. Não sou de olhar pra outras mulheres, e acho que ela também não olha pra outros caras. Foi talvez por isso que, uma noite, propus coisas diferentes, como deixar que finalmente fizesse aquele fiozinho nela. "Isso deixa pra puta, meu amor", foi a resposta dela. Nunca tinha proposto isso antes, e a recusa me estranhou pra caralho. Desde aquele momento, minha obsessão foi fazer aquele fiozinho na minha mulherzinha. Não podia ser tão doloroso, ainda mais com meu pau bem normalzinho. Talvez por isso ela negasse tanto, e eu achava estranho que ela nunca tivesse dado o cu na vida. Não transávamos toda noite, longe disso, umas duas vezes por semana me parecia normal, e às vezes nem isso. Comecei a ficar muito afim da bunda dela, embora, como disse antes, não fosse grande coisa. Ela sempre dizia que eu Ela tinha uma bunda melhor que a dela, por isso comecei a comer ela com mais frequência, e ela percebeu e me falou uma manhã no café da manhã:

Sol, o que tá rolando com você ultimamente? Tá tão tarado assim?

O fogo acendeu de novo, meu bem, e pelo visto você não tá nem aí.

Sol, claro que não tô nem aí, amor, só tô estranhando. Será que tem outra te esquentando?

O que me esquenta é a sua bunda minúscula, meu anjo. Como pode nunca ter dado pra ninguém, bebê?

Sol, a buceta só se dá pra puta, docinho. Você quer que eu seja uma vadia?

Pra mim não teria problema, desde que você desse pra mim, meu bem.

Sol, e se eu der pra outro primeiro?

Seria o preço que eu teria que pagar? Pago sem problema, docinho.

Sol, então vamos ver.

Pra quem você daria? Quero saber quem é o sortudo.

Sol, e você não vai ficar com ciúme? Eu já sei pra quem eu quero dar, bebê.

Ciúme? Por quê? Nem fodendo, aliás, adoraria ver.

Sol, você gostaria de ver como me comem, amor?

Adoraria ver te arrombarem a bunda, meu anjo.

Sol, e eu adoraria ver arrombarem a sua, amor. Sua bundinha minúscula é mais gostosa que a minha.

Nem louco, bebê, não tenho coragem pra tanto, amor.

Sol, que pena, meu bem, essa é a minha condição. Senão você vai ficar na vontade de ver e de comer a minha bundinha.

Você quer me fazer de viado, vida?

Sol, isso eu adoraria de verdade, amor. Eu ser sua puta e você meu promíscuo.

Você não me disse pra quem entregaria a bundinha, bebê.

Sol, pro seu amigo Eduardo, que vive me cantando e isso me deixa muito molhada.

Mas olha que ele tem um pau bem maior que o meu, vai te partir no meio, meu anjo.

Sol, bom, vamos ver. Já te falei pra quem. Agora você seria o primeiro a dar a bundinha, bebê, depois que ele me arrebentar toda, como você tanto quer.

Fiquei pensando, imaginando como ela se contorceria. ela, quando tivesse tudo dentro, Eduardo tem um pau maior que o meu e eu sabia que ia acabar com a pobrezinha, e era isso que eu queria ver. Naquela noite a gente transou de novo e, mesmo depois de eu ter gozado, ainda tava muito quente. Sol me virou de bruços e começou a acariciar minhas costas com as mãos e a boca até chegar na minha bundinha. O que ela fazia me fazia tremer de tesão. Assim, ela abriu minhas nádegas e chupou meu cu, foi do caralho. Na hora, meu pau reagiu até que senti dois dedos dela entrando no meu cu babado e começou a me bater uma punheta com força, dizendo:

"Sol, você gosta, amor? Gosta, meu anjo, de como eu te fodo o cu? É assim que quero que o Edu te coma, viu que é gostoso, bebê?"

De tanto tesão que eu tava, não consegui dizer nada, só uns gemidos tímidos de prazer e, sem querer, comecei a rebolar no ritmo da penetração dos dedos dela.

"Sol, você gosta, seu promíscuo, não dá pra negar, meu amor, você adora isso, meu céu."

"Me dá mais, amor, não aguento mais, meu anjo."

Naquele momento já eram quatro dedos rompendo meu buraquinho, e eu tava adorando aquilo sem pensar nas consequências. Antes de eu gozar, Sol tirou os dedos e me virou pra sentar em cima de mim e me cavalgar com muita força. Gozei como nunca, vendo a cara de tesão dela enquanto as tetinhas dela balançavam. Ela saiu de cima do meu pau e colocou a buceta aberta na minha cara.

"Sol, agora chupa você, amor."

Eu tava tão tarado que chupei com muita vontade, comi os sucos dela e os meus, era uma delícia, mesmo ouvindo ela gemer de prazer.

"Sol, isso, seu promíscuo, come a porra, bebê, me limpa toda, me limpa bem que é assim que você vai me limpar quando o Edu me comer, meu anjo. Me faz gozar de novo, amor, quero um pau de verdade, meu céu."

Daí a pouco ela desceu, me abraçou e começou a me acariciar. a cabeça e dormiu no meu peito, me deixou pensando no que tinha acontecido e eu pensei que ela realmente já tinha me arrombado o cu e o pior é que eu tinha gostado, de manhã a Sol era outra, muito mais mimosa, mais do que nunca eu diria, embora nem conversamos sobre o que rolou na noite, fui trabalhar pensando nisso e fiquei assim o dia inteiro, quando cheguei em casa depois do jantar ela me levou até o computador, me disse que tinha que ver uma coisa, dava pra ver que ela tinha preparado tudo porque abriu direto um vídeo onde o cuck entregava a mulher dele pra um negro de big cock que arrebentava a buceta dela em dois
Sol, você gosta do que vê, love? Essa sim que é uma boa cock, céu, o que você acha?
Na verdade era uma cock enorme e entrava e saía daquela buceta fazendo a esposa do cuck sofrer, enquanto ele não parava de olhar
Sim, é uma cock enorme mesmo, love, o que eu não sei é se você aguentaria ela, céu
Sol, bom, mas quero experimentar ter uma assim dentro de mim, bebê, e depois você fazer o que ele faz, olha
Na cena seguinte ela tá em cima do cuck e ele tá chupando a buceta dela enquanto o negro fura o cu dela e de vez em quando enfia na boca do cuck
Sol, viu, assim que eu quero que você fique, viu como entra uma cock tremenda no meu cu, amorzinho, e de quebra você prova a cock que arrebenta o meu cu
Fiquei calado, mas com a cock dura pra caralho, já não aguentava mais de tesão enquanto sentia uma coisa estranha no meu cu, no final o negro encheu o cu dela de cum e o cuck começou a tomar, depois os dois limparam a cock dele terminando de engolir todo o cum, fomos dormir enlouquecidos de tesão, ela me pediu pra ficar de quatro e eu obedeci como nunca, aí senti ela me arrombando de novo Booty e, mesmo doendo, não falava nada, só batia uma como um louco enquanto ela admirava a puta em que eu tinha me transformado. Assim a gente dormiu. De manhã, a Sol mandou eu acertar com o Eduardo, convidar ele pra jantar no sábado, e não precisei de muito pra me convencer. Já queria uma pica de verdade montando na minha bunda, mas minha dúvida era se depois a Sol ia deixar eu comer ele.

Sol, depois disso, minha bunda minúscula vai ser toda sua e você vai comer quando quiser, amorzinho.

Só com uma condição: em casa, não.

Sol, como você quiser, meu bem.

Foi assim que, naquele sábado, depois de ter falado com o Edu, saímos pra comer. A Sol tava com um vestidinho justo no corpo e bem curtinho, como ela sempre usa. A gente se encontrou e foi pra um restaurante chinês. Os olhares entre eles não deixavam dúvidas sobre os desejos. Quando a Sol foi pegar umas saladas, o Edu aproveitou o momento e me disse:

Eduardo: Viu como aquele cara tá olhando pra gata?

Sim, e também vi ela devolvendo os olhares.

Eduardo: Olha, olha, o cara foi pro lado dela, quer pegar ela.

Se ela tá dando mole, faz bem.

Eduardo: Parece que se você deixar ela sozinha, ele come ela.

E se é o que ela quer, por mim tá de boa.

Eduardo: Pra isso, eu como ela, se você não tiver problema.

Eu não tenho nenhum. Acho que você comeria ela melhor que aquele otário.

Eduardo: Disso não tenha dúvida.

Já sei o tesão que você tá pela gata, e ela também, não sou otário.

Eduardo: Tem razão. Eu partiria ela ao meio, você vê bem como ela me provoca.

Com a pica que você tem, não tenho dúvida. Quando quiser, vai com tudo. Adoraria ver ela toda arrombada, a puta.

Eduardo: Então vamos tomar umas na minha casa, se quiser, e vê no que dá.

Seria bom. Hoje dá pra ver que ela tá muito no fogo. Eduardo, só uma coisa: você come ela direto ou o quê? Parece que meu pau não dá conta pra ela.

Quando voltei, só, pra mesa, a gente falou de ir na casa do Edu tomar umas, porque no centro é muito caro. A mina ficou com os olhinhos brilhando e, assim que terminou a salada, a gente saiu pra casa do Edu. No caminho, ela me perguntou o que tava rolando.

— Nada, amor. O Edu se excitou vendo aquele otário te paquerar, e eu falei que era melhor ele te paquerar. Não era isso que você queria?

— Sim, meu amor, já sabe o que vai rolar. Olha, não tem volta, bebê.

— Pra isso a gente convidou ele pra jantar. Quando chegarmos na minha casa, você não escapa.

— É o mínimo que posso fazer, bebê.

— Você já tava de olho nele há um tempão. Bom, hoje você vai realizar esse desejo, amor.

Chegamos na casa do Edu, sentamos na mesa, e ele perguntou o que a gente queria beber. Pedi um uísque, e a Sol, uma cerveja. Ele trouxe, serviu e sentou do lado dela. Isso já me deixou de pau duro. A Sol me pediu pra colocar uma música, e quando voltei, os dois já estavam colados um no outro. Nem percebi que o Edu já tinha a mão na buceta da Sol e que ela tava acariciando o pau dele por cima da calça. Entrei no jogo, fingindo que não tava vendo nada. Só curtia meu uísque com o pau duro, esperando pra ver o que ia rolar. Num momento, a Sol chamou ele pra dançar, e os dois saíram da mesa. Se abraçaram e começaram a dançar na minha frente, mas era como se eu não existisse. Nem preciso dizer como o Edu tava apalpando a bunda da Solzinha e mostrando pra mim. Numa volta, ela me olhou, como se pedindo permissão. Eu só concordei com a cabeça. Minha excitação já tava me dominando. Aos poucos, ele foi levando ela pro quarto e, ao entrar, deu um beijão na boca da minha mina, que respondeu quase com desespero. Em segundos, ele... O vestido tinha desaparecido, assim como a calça e a camiseta. Sentei ele na cama e foi foda ver como o Sol ficou impressionado com o pau dele. Ninguém disse nada. Eu estava parado na porta do quarto vendo tudo, já com minha pijinha pra fora, batendo uma, olhando como o Sol se concentrava em engolir aquele pau enquanto meu amigo Edu só curtia. E quando ele tava quase gozando, tirou.

— Eduardo, sobe na cama, vadia. Hoje você não sai sã.
— Sol, é isso que eu quero.

Num pulo, ela já tava deitada com as pernas abertas, esperando ser penetrada por aquele pauzão. Edu encostou o pau dele na pussy da minha mina com paciência. Naquele momento, a única coisa que eu pensava era como minha solzinha ia se contorcer com um pau daquele dentro. Devagar, ele foi enfiando, enquanto o Sol não parava de gemer.

— Sol, assim, siiiim, me dá tudoooo. Sinto que você tá desvirgando minha pussy. Me cógeme forte, mete tudo de uma vez!

Ela tava tipo desesperada, e no final o Edu meteu tudo de uma vez. O Sol deu um grito mais de prazer do que de dor, e o Edu começou a cavalgar. Eu não aguentei e gozei pra caralho na minha mão, mas não parei de bater uma vendo como eles estavam comendo minha solzinha. Foi daí que ela me olhou e disse:

— Sol: Bate uma, cuck, que a sua eu não sinto mais. Olha bem como se fode uma cutie como eu, assim você aprende, promíscuo. Tá me arrombando toda e eu tô adorando.

O Edu finalmente encheu a pussy dela de porra e depois, olhando na minha cara, disse:

— Eduardo: Deixei ela prenha, era isso que você queria, não?
— Siiiiim, deixa ela de barrigão!
— Sol: Vem, amor, chupa minha pussy e se prepara pra ver como eu entrego a tiny ass.

Como eu já tava pelado, não pensei duas vezes em subir na cama, não pra chupar a pussy dela, mas pra ver de perto como aquele lindo e... chiquito bum se comia essa pica enorme, mal comecei a chupar a pussy dela e tudo desandou completamente
Sol assim love asssssim, engole todo o leite do meu novo macho, assim meu promíscuo, assim, continua chupando que depois é sua vez
Eduardo não sabia que era viado
Sol olha a bunda dela como tá bem aberta
Senti as mãos do edu abrindo minhas nádegas e cuspindo no meu buraquinho, isso me deu um pouco de medo mas meu tesão era tanto que até queria ser comido igual a sol me comia
Sol arrebenta ele, mete até o fundo, isso dá muito prazer pro meu promíscuo
Edu apoiou a pica no meu buraquinho, empurrou e senti ele se abrindo pra deixar essa pica entrar rasgando tudo, tava sofrendo mas não era impossível de aguentar, sentir que finalmente entrava toda enquanto a sol só me humilhava, só me deixava com mais tesão e quando começou a cavalgar já não importava o que diziam, quase nem ouvia, só curtia o trabalho que aquela pica fazia no meu cu, quando começou a afrouxar fiquei desesperado, queria gozar e se parasse não ia conseguir
Mais, me dá mais, não para, me arrebenta tudo, por favor não para de me comer
Eduardo como não sua putinha, tomaaa
Edu continuou me comendo por mais um tempo mas depois tirou, a sol deitou em cima de mim com a pussy dela quase colada na minha cara
Sol agora é minha vez, você promíscuo deixa ele bem duro, me entendeu
Edu meteu a pica na minha boca e me comeu, eu tava mais tesudo do que nunca e ainda não tinha gozado direito desde que me masturbei, quando a pica dele já tava dura de novo ele tirou e apoiou no cu da sole
Edu vai minha nenenzinha
Sol devagar que tá bem fechadinho love
Edu foi empurrando devagar e eu pude ver a pica dele entrando no cu da minha mulher
Edu que putinha linda que cê é, então você tava dizendo que era virgem da bucetinha apertada pra puta? Essa raba já comeu muita pica, não me engana não, Sol

Isso me fez explodir, a putinha da Sol sempre tinha negado pra mim, dizendo que não dava pra ninguém, e na verdade tava dando pra qualquer um, será que deu pra algum machinho do bairro? Como ela me enganou assim, e por quê, só pra me fazer de otário feito? E conseguiu, já queria que ele terminasse de comer ela pra eu poder voltar a mim, finalmente o Edu encheu ela, levantou e foi embora enquanto eu chupava o leite que saía do cu da Sol, o Edu voltou com umas cervejas, a Sol abraçou ele e deixou a minha em cima da mesa de cabeceira, quando fui pegar, os dois já tavam deitados na cama se abraçando como se eu não tivesse ali

Edu: Adoro como cê é puta, não sabe a vontade que eu tava de te partir no meio

Sol: Sol já sabia e era o que mais me excitava, mas mais me excita você destruir tudo no cuck, isso ainda falta, quero ver como você faz, acho que mereço, ou não?

Edu: Só se outro dia você vier sozinha, quero te dar uma surpresinha

Sol: Vou vir quando você quiser e vou trazer o corno quando pedir, agora parte ele no meio, por favor

Edu: Vem puta, fica de quatro aqui, sua mulher quer ver como eu te destruo todo

Minha tesão já não era a mesma, mas fui com a ilusão de gozar mais uma vez, fiquei de quatro abrindo bem as pernas obedecendo meu novo macho

Sol: Viu que obediente que é meu amorzinho, destrói a raba dele de uma vez, meu macho

Dessa vez foi muito mais violento, meteu de uma vez e não parou até chegar no fundo, o cu tava ardendo e eu já não tava curtindo tanto, logo começou a cavalgar me fazendo gemer de dor que em pouco tempo virou prazer e eu troquei o "mais devagar" por arrebenta tudo, me dá mais até que finalmente acabe, embora não tanto quanto eu realmente gostaria. Me jogo na cama como quem joga um saco de batatas, e os dois foram tomar banho. Eu sentia o cum escorrendo de novo do meu cu dolorido, nem pensar em fazer mais nada. Peguei minha roupa e fui pro banheiro, eles já tinham saído. Tomei banho e, quando limpei meu cu, me esquentei de novo. Não podia acreditar, será que eu queria mais? Saí do banheiro trocado e fui pra sala de jantar. Eles estavam conversando. Já era tarde pra todo mundo, embora o Edu tenha nos convidado pra ficar, a gente não ficou. Pegamos um táxi e fomos pra casa com ele. No caminho, quase não falamos; a conversa ficaria pra depois.

SEGUNDA PARTE

Depois daquela tarde, as coisas com a Sol tinham mudado completamente. Aquele domingo foi cheio de cobranças. De um lado, eu reclamava que ela nunca tinha me dado o cu, enquanto dava pros outros sem problema nenhum. E ela só dizia que aquela era a fantasia dela e que, mesmo me amando, minha pijinha não satisfazia ela — coisa que não me surpreendeu nada. Pra fazer as pazes, a gente trepou a tarde inteira e a noite, e claro que também não consegui comer o cu dela, porque ela dizia que tava doendo muito, que o Edu tinha sido muito bruto com ela. Eu falei a mesma coisa. Foi então que, mais uma vez, fiquei na vontade de fazer aquilo. Também combinamos que o que aconteceu não ia se repetir, a fantasia dela já tinha sido realizada. Na semana, a gente trepou mais umas duas vezes, mas pra minha surpresa, a Sol, sem dizer nada, depois de trepar, enfiava os dedos no meu cu e me pegava assim até a gente dormir. Sem querer, eu tinha virado a putinha dela — coisa que, apesar de me dar vergonha, eu tava gostando cada vez mais. No segundo ou terceiro sábado à noite, a Sol me pediu pra repetir. Sol, amor, você tá brincando comigo, mas eu continuo na mesma. Podemos chamar o Edu? Preciso da pica dele, meu bem.
Você gosta tanto dessa pica assim? Eu não quero saber de nada com ela.
Sol, eu já sei, céu, deixei isso bem claro. É só pra ele me dar prazer, amor. Quando a gente transa, não consigo parar de pensar que é ele quem usa meu corpo, e quando uso meus dedinhos, imagino que sou eu te comendo e te dando prazer. Eu sei que você não quer que ele te coma de novo, você é minha promíscua e só minha, mas também quero gozar, bebê, assim como você goza.
Tá bom, tudo bem, mas eu não ligo pra ele. Chama você e impõe os limites. No máximo, só vou olhar.
Sol, claro que sim, meu bem, mas me excita muito você estar presente vendo a gente transar, meu céu.
Ok, tá bom.
Aquela noite não consegui parar de pensar no que ia acontecer. Não era só ela que pensava que era o Edu quem me comia quando usava os dedos dela. Eu também pensava, e não conseguia evitar ficar excitado com isso, embora não fosse a mesma coisa. Sentir aquela pica entrando e saindo do meu cuzinho, batendo as bolas dele nas minhas nádegas, tinha me causado uma sensação impossível de substituir, e de verdade, sentia muita falta de sentir aquilo de novo. Não sabia se ia conseguir resistir tendo o Edu por perto. Era muito provável que eu me deixasse levar e sentisse que estava perdendo de novo, mas esse era meu destino por ser um viadinho. E embora eu gozasse com a Sol, com o Edu era o prazer total que, no fundo, mesmo negando, era o que eu mais desejava. Não conseguia parar de pensar em como ele ia me comer de novo. Estava convencido de que ia rolar, mesmo tentando evitar, porque só de pensar, meu cu pulsava. Se o Edu quisesse, com certeza eu não ia conseguir evitar ser a mulher dele de novo. Depois do almoço daquele sábado, a Solzinha e eu limpamos tudo. Já estava tudo pronto para o novo encontro. e o estranho é que eu não sentia ela muito tesuda, na verdade quem tava pegando fogo era eu, mas disfarçava. finalmente a noite chegou e a campainha tocou, era o edu. ele me cumprimentou já que fui eu quem abriu a porta. sol tava vestida como uma puta de rua, apesar de não ter um corpão por ser tão magrinha, ela parava o pau de qualquer um. edu cumprimentou ela com um abraço daqueles que logo virou um apalpamento, até chegar a puxar a tanga dela e meter os dedos na buceta encharcada. ele bateu uma pra ela por um tempinho e, sem dizer nada, ela levou ele pro quarto.

Sol, que tesuda que você tá, já quer me comer, bebê?

Edu, quero te partir ao meio, puta, e se o corno quiser, ele também.

Sol, já te falei que ele só vai olhar como você rasga a mulher dele, nada mais.

Edu, então o viadinho não quer? Mas você morre de vontade de ser comida por mim de novo.

Sol não disse nada, se abaixou e procurou o pau dele quase desesperada pra lamber e chupar como uma puta no cio.

Edu, olha, corno, olha o desespero dessa puta da sua mulher por esse pau, começa a bater uma logo.

Nem pensei duas vezes, já tava duro com meus 10 centímetros que pra ele era motivo de risada, e não liguei. só de ver como sol curtia aquele pau já me dava tesão, entrava e saía da buceta dela enquanto ela, pelo tesão, se arrepiava a cada investida. eu sabia bem como era sentir aquele pau entrando e saindo de um corpo e só queria ver ele partir minha garota adorada ao meio.

Edu, me dá o cu, puta, senão vou te deixar prenha.

Essas palavras me deram um arrepio tão forte que gozei igual um animal.

Sol, siiiim, me engravida que o corno não serve pra isso, ele é muito viado, o maricona.

Edu enfiou até o fundo, ela só gritou. Muito forte e ele também, era evidente que estavam gozando juntos. Quando finalmente ele tirou de dentro de mim, a Sol gritou:
— Sol, o que cê tá fazendo, seu promíscuo? Vem aqui, tira essa porra de leite que meu macho deixou, senão vou ficar grávida, seu idiota!
Aí eu fui desesperado, enfiei a cara na buceta dela que já tava escorrendo porra e comecei a chupar tudo, qualquer coisa pra evitar uma gravidez.
— Sol, dá logo no cu desse puto! Olha como ele adora sua porra, arrebenta ele que depois eu te dou o meu.
Edu, sem dizer nada, abriu minhas nádegas. Eu já sabia o que ia rolar, mesmo não sendo minha intenção, não tinha escapatória. Senti ele cuspir no meu cu e, já resignado, fiquei de quatro. Não dava pra fazer nada além de aproveitar minha derrota. Dessa vez doeu mais quando ele enfiou de uma só vez até o talo.
— Viu como o viciado entregou o cu de mão beijada? Arrebenta ele, vai, bem forte, mostra quem é o macho da noite.
— Hoje você engole minha porra por todos os lados, seu putoooo!
Cada vez ele batia com mais violência, tava rasgando meu cu. Eu sofria e eles se divertiam, até que se repetiu o que aconteceu com a Sol. Ele enterrou tão fundo que as bolas quase entraram no meu rabo. Senti na hora a porra quente escorrendo pelo pau dele e castigando o fundo do meu cuzinho. Isso me deu um alívio e muito prazer.
— Como você arrebentou o cu do puto do meu marido! Tá cansado, meu amor? Vamos tomar algo, deixa esse viado e vem comigo. Essa noite sou toda sua, esse puto já teve demais.
Eles saíram do quarto e foram tomar banho. Depois foram pra sala, me deixaram largado na cama como se eu fosse uma bonequinha que usam e jogam fora. Meu cu doía pra caralho, devia ter ficado todo vermelho. Não sei por que, mas eu me mexia como se ainda tivesse um pau enfiado lá dentro. Consegui me levantar um pouco mais e passei a mão no meu cu, de onde ainda escorria a porra que o Edu tinha deixado. Não sei por quê, mas isso me excitou ainda mais. Na minha boca, guardava o gosto ácido da porra que tinha tirado da Sol. Levei meus dedos à boca e saboreei a porra que estava neles. Foi estranho, mas eu gostei daquele gosto — gosto de ser um perdedor, o que me tornava um autêntico viadinho, e eu não reprimia isso. Só queria continuar sentindo meu cu invadido por uma boa pica, mesmo que doesse. Era uma forma estranha de sentir prazer, mas eu adorava, só que me dava muita vergonha. Lá longe, eu ouvia eles rindo e conversando. Comecei a me masturbar, já que não tinha gozado quando o Edu me comeu, e fiquei com muita vontade de fazer isso, falando pra mim mesmo: QUE PUTA QUE EU SOU. Finalmente enchi minha barriga e minha mão de porra, e ainda quente, engoli o máximo que consegui juntar e me virei de bruços, imaginando que quando eles voltassem, o Edu fosse arrebentar meu cu de novo na frente da minha esposa, que já não era mais minha. De agora em diante, ela seria só minha companheira, enquanto eu me sentia cada vez mais puta que ela. Assim, acabei dormindo. Com certeza a Sol tinha continuado aproveitando a companhia do Eduardo no outro quarto. Minha vida tinha mudado completamente. Agora eu era só um corno enrabado e adorava ser assim.

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