Decidi chegar de surpresa em casa e passar o fim de semana com a minha mãe e, de quebra, sair com os amigos que eu estudava no colégio há já vários anos. Na sexta, depois do almoço, peguei um ônibus e fui pra casa. Quando cheguei, lá pelas 6 da tarde, abri o portão da rua e entrei no pátio, depois tinha uma segunda porta que dava entrada pra casa propriamente dita. Quando ia abrir a segunda porta, ouvi uns soluços. Fiquei meio paralisado e prestei atenção antes de entrar. Rapidamente percebi que não eram soluços, eram gemidos de prazer. Num instante minha mente explodiu e imaginei que minha mãe estava em casa com alguém. Decidi ficar na moita e subir pra lavanderia. O quarto dos meus pais tinha uma janela enorme pra lá. Subi na maciota. E pra minha sorte, mesmo com a janela fechada, eles não tinham corrido as cortinas e dava pra ver o quarto inteiro. Dei sorte, porque apesar de ainda ter um pouco de luz do dia, o quarto tava com a luz acesa. Consegui ver minha mãe de quatro com um homem atrás dela. Quando parei o mais perto que achei seguro, ouvi ela falar "gozei". O homem se separou dela. Os dois se deitaram. Ele acendeu um cigarro (algo proibido em casa pelo meu pai) e percebi que tinha um cinzeiro no criado-mudo do lado dele. Minha mãe se deitou no peito dele e os dois ficaram um tempão, uns 15 minutos sem falar nada. Durante esse tempo, o amante dela fumou dois cigarros. Pensei que tinha acabado e quando tava quase saindo na mesma maciota, ouvi ele falar "chupa essa puta". Minha mãe respondeu submissa "sim, meu amor". Só nesse momento, quando ele meteu a pica, mandando minha mãe começar, que eu percebi o tamanho da rola. Já tava dura, sem ela usar os lábios e a língua. Uma rola enorme, diria, até hoje, tantos anos depois do ocorrido, posso afirmar. Minha mãe ficou de quatro e começou a chupar. A bunda em direção à janela e, embora não visse os detalhes da chupada, dava pra ver a bunda dela se mexendo ritmicamente enquanto fazia. Enquanto ela mamava aquela pica poderosa, ele dizia que ela era uma puta, que era uma puta. Que era uma safada infiel e ela só mamava sem responder. Depois ele disse que ia comer ela no cu e perguntou:
- Puta, de quem é esse seu cu?
- Seu, meu amor, só seu.
- Quem te arrombou, puta?
- Você, meu amor, aqui na minha cama.
- O corno usa ele.
- Não, meu amor, é só seu.
Minha mãe parou de mamar e se deitou de bruços. O amante dela, que, aliás, era um feio pica grossa, com bigode de charro mexicano, ajoelhou ao lado dela, separou as nádegas dela e cuspiu várias vezes entre elas. Quando ele cuspia, minha mãe começou a gemer, mesmo sem ter nada dentro.
O amante se acomodou bem rápido sobre ela e, sem nenhum preâmbulo, meteu. Suponho que todos os 20 ou mais centímetros de uma vez, porque minha mãe gemeu de dor e começou a falar "tá doendo, meu amor, tá doendo". Ele respondeu "é culpa sua, puta, por não me procurar. Se o corno não vai embora, você não me chama, puta do caralho". Minha mãe gemia e ele também começou a gemer, e era óbvio que a dor inicial tinha se transformado em prazer anal.
Depois de uns dois minutos ou menos, ele colocou ela de quatro. Tudo isso acontecia na perpendicular a mim, os dois em cima da cama. Felizmente já tinha anoitecido e eu estava na penumbra. Depois ele acomodou ela na beira da cama, bem de frente pra onde eu estava. Ele saiu da cama, ficou de pé e continuou comendo ela no cu, com minha mãe com a cabeça enterrada na cama. De vez em quando ele levantava ela e dava pra ver a cara dela perdida de puta rabuda. Ela começou a gemer e falar "tô gozando, meu amor, tô gozando" e teve um orgasmo com o rosto levantado que nunca vou esquecer. Começou a falar "sou sua puta, sua puta, você é meu macho, você é meu cachorro". E ele continuou comendo ela.
Ele mudou ela de posição de novo na beira da cama. Ela de barriga pra cima, com as pernas no ombro do amante. Posição em que ele ia comer ela. até o último centímetro daquela pica enorme e disse pra ele: "meu amor, vai entrar inteira". O amante respondeu "isso, putinha" e, num movimento só, enfiou até o fundo. Minha mãe gemeu de novo com um pouco de dor, mas foi só um instante. Logo teve um segundo orgasmo e depois um terceiro. O amante continuava usando ela como uma puta, e pela cara de prazer desvairado dela, eu sabia que ele ia gozar. Naquele instante, ele tirou. Se acomodou na beira da cama e enfiou a pica, que tinha acabado de sair do cu, na boca da minha mãe, que recebeu todo o esperma na boca, imagino com o gosto do próprio cu dela. O esperma começou a escorrer pelos lábios dela, e o amante disse: "toma tudo, putinha do caralho". Minha mãe obedeceu.
- Puta, de quem é esse seu cu?
- Seu, meu amor, só seu.
- Quem te arrombou, puta?
- Você, meu amor, aqui na minha cama.
- O corno usa ele.
- Não, meu amor, é só seu.
Minha mãe parou de mamar e se deitou de bruços. O amante dela, que, aliás, era um feio pica grossa, com bigode de charro mexicano, ajoelhou ao lado dela, separou as nádegas dela e cuspiu várias vezes entre elas. Quando ele cuspia, minha mãe começou a gemer, mesmo sem ter nada dentro.
O amante se acomodou bem rápido sobre ela e, sem nenhum preâmbulo, meteu. Suponho que todos os 20 ou mais centímetros de uma vez, porque minha mãe gemeu de dor e começou a falar "tá doendo, meu amor, tá doendo". Ele respondeu "é culpa sua, puta, por não me procurar. Se o corno não vai embora, você não me chama, puta do caralho". Minha mãe gemia e ele também começou a gemer, e era óbvio que a dor inicial tinha se transformado em prazer anal.
Depois de uns dois minutos ou menos, ele colocou ela de quatro. Tudo isso acontecia na perpendicular a mim, os dois em cima da cama. Felizmente já tinha anoitecido e eu estava na penumbra. Depois ele acomodou ela na beira da cama, bem de frente pra onde eu estava. Ele saiu da cama, ficou de pé e continuou comendo ela no cu, com minha mãe com a cabeça enterrada na cama. De vez em quando ele levantava ela e dava pra ver a cara dela perdida de puta rabuda. Ela começou a gemer e falar "tô gozando, meu amor, tô gozando" e teve um orgasmo com o rosto levantado que nunca vou esquecer. Começou a falar "sou sua puta, sua puta, você é meu macho, você é meu cachorro". E ele continuou comendo ela.
Ele mudou ela de posição de novo na beira da cama. Ela de barriga pra cima, com as pernas no ombro do amante. Posição em que ele ia comer ela. até o último centímetro daquela pica enorme e disse pra ele: "meu amor, vai entrar inteira". O amante respondeu "isso, putinha" e, num movimento só, enfiou até o fundo. Minha mãe gemeu de novo com um pouco de dor, mas foi só um instante. Logo teve um segundo orgasmo e depois um terceiro. O amante continuava usando ela como uma puta, e pela cara de prazer desvairado dela, eu sabia que ele ia gozar. Naquele instante, ele tirou. Se acomodou na beira da cama e enfiou a pica, que tinha acabado de sair do cu, na boca da minha mãe, que recebeu todo o esperma na boca, imagino com o gosto do próprio cu dela. O esperma começou a escorrer pelos lábios dela, e o amante disse: "toma tudo, putinha do caralho". Minha mãe obedeceu.
6 comentários - Soy una putita y lo aprendí de mi mamá