Minha relação com Nancy depois da infidelidade dela tinha melhorado. No apartamento dela, a prima Yesy veio morar, procurando emprego. Ela era jovem, muito tímida, tinha vivido a vida toda num povoado pequeno, e a cidade era algo novo. Fisicamente, ela era cheinha, morena, olhos grandes, cara de inocente, não tinha curvas marcadas, mas, apesar de estar sempre bem coberta, dava pra ver uns peitos grandes e redondos — dava pra dizer que era o maior atrativo dela.
Uma tarde, Nancy e eu estávamos transando. Durante o ato, ela me propôs que eu imaginasse que ela era a prima Yesy, e eu topei por diversão. A verdade é que não tava afim, mas achei engraçado. Nancy entrou bem no personagem, me disse que era virgem, gemia e se molhava de um jeito diferente. Me excitou pra caralho e adorei como a gente fez.
Quando terminamos, Nancy me confessou que tinha conversado com a prima e que eu era afim dela, além de que ela tava disposta a me dar a virgindade dela com consentimento. Nancy me fez a proposta de eu transar com a prima, desde que ela observasse tudo. Fiquei bem surpreso. A verdade é que a prima não era gostosa, mas o fato de minha namorada me ver com outra me excitava pra caralho, então aceitei.
Três dias depois, já estava tudo pronto. Não sei como se acertaram, mas aconteceu. Entrei no quarto, Nancy ficou na porta e só disse: "Faz com cuidado, não seja muito bruto." Me aproximei da cama, e lá estava Yesy, coberta com um lençol, toda nervosa. Quando tirei o lençol, percebi que ela estava nua me esperando. Na hora, tirei minha roupa e deitei com ela. Acariciei a perna dela e falei:
Celso: Tem certeza?
Yesy: Sim, já conversei com minha prima e não tem problema. Além disso, me sinto segura com ela aqui. Só faz com cuidado, confio em você.
Virei pra ver minha namorada, e ela balançava a cabeça como quem diz "faz logo". E foi assim. Na hora, fui pros peitos grandes e suculentos dela, estavam uma delícia. Nunca beijei os lábios dela, não sei por quê, mas aquilo me pareceu certo. Incômodo, coloquei meu pau entre os peitos dela pra fazer um espanhol, peguei no cabelo dela e mandei chupar, ela fazia bem, a língua dela era macia, mas só chupava a cabeça.
Nancy: eu falei pra ir devagar, agora pega ela.
Obedecendo minha namorada, abri as pernas dela e enfiei devagarinho até entrar tudo, a Yesy deu um gemido forte, parecia de dor.
Celso: tá doendo?
Yesy: sim
Celso: vou tirar
Yesy: não, o senhor continua, por favor.
Continuei me movendo, tentando não ir com tanta força, uns dois minutos depois senti um calorzão na buceta dela, ela me abraçou forte e cravou as unhas nas minhas costas, levantou as pernas e rodeou minha cintura, como se por instinto tivesse despertado o lado sexual dela.
Yesy: então isso é um orgasmo, é a melhor coisa que já senti, obrigada, senhor.
O fato dela me tratar por senhor, a cara de inocente dela, e minha namorada me olhando, era excitante pra caralho. Já mais à vontade, coloquei ela por cima de mim, os movimentos dela eram lentos e meio desengonçados, eu adorava ver os peitões dela quicando, e ela tava amando, ela era muito séria, então até aquele dia eu pude ver ela sorrir. Depois coloquei ela de quatro e aí sim meti forte e rápido, os gemidos dela eram quase idênticos aos da prima, mas com um toque de inocência, as duas muito escandalosas. Comecei a esquentar e dei umas palmadas nela, minhas mãos ficaram marcadas nela.
Yesy: assim, senhor, eu gosto, continua assim.
Nancy: eu falei pra ter cuidado (com a respiração acelerada de tesão)
Celso: mas ela gosta
Nancy: sim, mas ela ainda não tá pronta pra tanto, Yesy, avisa quando você gozar de novo pra gente parar.
Yesy: sim, prima.
3 minutos depois
Yesy: aaa já, prima, outro orgasmo, obrigada, e obrigada ao senhor também.
Nancy: já, Celso, tira dela.
Tive que obedecer, tava quase gozando, mas não queria arrumar briga com minha namorada. Quando virei, a Nancy já tava pelada e mandou a Yesy ir embora, sem dizer nada a Yesy saiu na hora e a Nancy montou em cima de mim, se mexendo que nem liquidificador, esses sim eram movimentos gostosos, ela tirou meu leite. Imediato, e nós dois tivemos um orgasmo rápido e gostoso.
Uma semana depois, Yesy voltou pra cidade dela como se só tivesse vindo pra isso, e nunca mais a vi. E, olha, ela era inocente, mas tenho minhas dúvidas se era virgem.
Uns dias depois, Nancy falou: "Agora é minha vez de fazer enquanto você me olha." Vou contar isso no próximo relato.
Uma tarde, Nancy e eu estávamos transando. Durante o ato, ela me propôs que eu imaginasse que ela era a prima Yesy, e eu topei por diversão. A verdade é que não tava afim, mas achei engraçado. Nancy entrou bem no personagem, me disse que era virgem, gemia e se molhava de um jeito diferente. Me excitou pra caralho e adorei como a gente fez.
Quando terminamos, Nancy me confessou que tinha conversado com a prima e que eu era afim dela, além de que ela tava disposta a me dar a virgindade dela com consentimento. Nancy me fez a proposta de eu transar com a prima, desde que ela observasse tudo. Fiquei bem surpreso. A verdade é que a prima não era gostosa, mas o fato de minha namorada me ver com outra me excitava pra caralho, então aceitei.
Três dias depois, já estava tudo pronto. Não sei como se acertaram, mas aconteceu. Entrei no quarto, Nancy ficou na porta e só disse: "Faz com cuidado, não seja muito bruto." Me aproximei da cama, e lá estava Yesy, coberta com um lençol, toda nervosa. Quando tirei o lençol, percebi que ela estava nua me esperando. Na hora, tirei minha roupa e deitei com ela. Acariciei a perna dela e falei:
Celso: Tem certeza?
Yesy: Sim, já conversei com minha prima e não tem problema. Além disso, me sinto segura com ela aqui. Só faz com cuidado, confio em você.
Virei pra ver minha namorada, e ela balançava a cabeça como quem diz "faz logo". E foi assim. Na hora, fui pros peitos grandes e suculentos dela, estavam uma delícia. Nunca beijei os lábios dela, não sei por quê, mas aquilo me pareceu certo. Incômodo, coloquei meu pau entre os peitos dela pra fazer um espanhol, peguei no cabelo dela e mandei chupar, ela fazia bem, a língua dela era macia, mas só chupava a cabeça.
Nancy: eu falei pra ir devagar, agora pega ela.
Obedecendo minha namorada, abri as pernas dela e enfiei devagarinho até entrar tudo, a Yesy deu um gemido forte, parecia de dor.
Celso: tá doendo?
Yesy: sim
Celso: vou tirar
Yesy: não, o senhor continua, por favor.
Continuei me movendo, tentando não ir com tanta força, uns dois minutos depois senti um calorzão na buceta dela, ela me abraçou forte e cravou as unhas nas minhas costas, levantou as pernas e rodeou minha cintura, como se por instinto tivesse despertado o lado sexual dela.
Yesy: então isso é um orgasmo, é a melhor coisa que já senti, obrigada, senhor.
O fato dela me tratar por senhor, a cara de inocente dela, e minha namorada me olhando, era excitante pra caralho. Já mais à vontade, coloquei ela por cima de mim, os movimentos dela eram lentos e meio desengonçados, eu adorava ver os peitões dela quicando, e ela tava amando, ela era muito séria, então até aquele dia eu pude ver ela sorrir. Depois coloquei ela de quatro e aí sim meti forte e rápido, os gemidos dela eram quase idênticos aos da prima, mas com um toque de inocência, as duas muito escandalosas. Comecei a esquentar e dei umas palmadas nela, minhas mãos ficaram marcadas nela.
Yesy: assim, senhor, eu gosto, continua assim.
Nancy: eu falei pra ter cuidado (com a respiração acelerada de tesão)
Celso: mas ela gosta
Nancy: sim, mas ela ainda não tá pronta pra tanto, Yesy, avisa quando você gozar de novo pra gente parar.
Yesy: sim, prima.
3 minutos depois
Yesy: aaa já, prima, outro orgasmo, obrigada, e obrigada ao senhor também.
Nancy: já, Celso, tira dela.
Tive que obedecer, tava quase gozando, mas não queria arrumar briga com minha namorada. Quando virei, a Nancy já tava pelada e mandou a Yesy ir embora, sem dizer nada a Yesy saiu na hora e a Nancy montou em cima de mim, se mexendo que nem liquidificador, esses sim eram movimentos gostosos, ela tirou meu leite. Imediato, e nós dois tivemos um orgasmo rápido e gostoso.
Uma semana depois, Yesy voltou pra cidade dela como se só tivesse vindo pra isso, e nunca mais a vi. E, olha, ela era inocente, mas tenho minhas dúvidas se era virgem.
Uns dias depois, Nancy falou: "Agora é minha vez de fazer enquanto você me olha." Vou contar isso no próximo relato.
1 comentários - Fui corno e ainda não sei o que rolou