As coisas não acontecem por acaso. Mas se você aproveitar as coincidências, pode fazer com que coisas aconteçam.
Meu nome é Nesto, tenho 30 anos e uma irmã gêmea chamada Vicki. Dizem que os gêmeos conseguem sentir o que os irmãos sentem, mesmo à distância. Se isso for verdade, minha irmã e eu não somos tão ligados assim. Mas é verdade que só de nos olharmos já sabemos como nos sentimos: tristes, alegres, preocupados, melancólicos e até mesmo com um tesão danado.
Sempre fomos muito unidos e acho que posso dizer que somos os melhores amigos um do outro. Entre nós nunca houve segredos e sempre nos apoiamos sem reservas.
Falta apresentar meus pais: foram um casal muito jovem. Mal tinham passado dos vinte anos quando foram morar juntos e pouco depois se casaram ao saber que iam ser pais. Acho que lembro que minha mãe Mamen (de Maricarmen) tinha 23 e meu pai Alf (de Alfredo) 24. São duas pessoas alegres e abertas. Quando chegou a hora das "perguntinhas" dos filhos, não encheram com a besteira de que o papai dá uma sementinha pra mamãe e nasce um filho. Lembro que conseguiram não sei onde uma fita de vídeo que, com desenhos animados, contava todo o processo da reprodução.
Imagino que Vicki e eu devíamos estar de olhos arregalados ao ver aquilo. Mas pelo menos nunca tiveram vergonha de tirar nossas dúvidas sobre sexo. E quando nossos amigos da escola contavam as besteiras que tinham ouvido de outros moleques, a gente já era doutor no assunto. É claro, faltavam as aulas práticas. Mas tudo chegaria na hora certa.
Feitas as apresentações, vamos ao que aconteceu há quase dez anos.
Com vinte anos, a gente tem os hormônios à flor da pele, e eu não era diferente. Passada a acne juvenil, posso dizer sem falsa modéstia que estava, e ainda estou, muito bem dotado. Era alto, tinha o cabelo curto e bem preto e os olhos cor de mel, herança da minha mãe.
Vicki era quase tão alta Como eu, e tinha um corpo de escândalo. A juba até quase a metade das costas, igual preta, e os olhos da mesma cor de mel.
Tudo começou num dia de verão. Vicki entrou no meu quarto, como quase sempre, sem bater, enquanto eu tirava uma soneca. Por causa do calor, eu estava largado na cama só de calça de moletom. Ela e eu já tínhamos nos visto pelados milhares de vezes, então não me preocupei nem um pouco, embora tenha me irritado um pouco ela entrar de surpresa. Ela estava usando uma das suas minissaias RC (Rasgando o Cú) e um top.—Bater na porta antes de entrar a gente não leva jeito, né?—Protestei.—Anda. Não reclama. Não ia ver nada que já não tivesse visto antes.—Ela se defendeu, sentando na cama.—E aí, beleza?—Vi pela sua expressão que alguma coisa tava preocupando ela.—Você reparou no papai e na mamãe ultimamente? Não acha eles estranhos?—Tô vendo eles como sempre. Não notei nada. Aconteceu alguma coisa com eles?—Não com a gente. Entre eles. Tenho a sensação de que algo já não funciona como antes entre eles. Percebo eles distantes. Tô com medo de que acabem se separando.—confessou enquanto torcia as mãos.—Você já comentou isso com a mamãe?—Sim. Perguntei o que tava rolando com ela. Mas ela me respondeu com evasivas. Como se não quisesse falar sobre o assunto.—Quer que eu tente?—Ofereci pra ela. Eu também tava começando a ficar preocupado.—Ela vai te responder a mesma coisa—disse, dando de ombros desanimada.—Posso tentar com o papai.—Com ele eu já falei.—disse com o tom de quem dá uma notícia ruim.—E aí, o que ela te disse?—Foi uns meses atrás. Quando você tava no hospital por aquele acidente de trânsito.—Lembrava perfeitamente. Um motorista distraído tinha subido na calçada e atropelado eu e mais três pessoas. Quase passei um mês internado no hospital.—Mamãe passava muito tempo com você e uma noite, enquanto jantávamos, a gente exagerou no vinho.—Não sei como a gente veio parar nesse assunto.—continuou—Mas papai era quem tava mais prejudicado e o vinho soltou a língua dele. Ele me confessou que tava há um tempão sem transar. Pelo visto ele não consegue… já sabe.—E aí, mais alguma coisa?—perguntei morto de curiosidade.—Disse que a única coisa que realmente deixava ele no clima era imaginar todo tipo de perversão. Desde fazer um ménage, ver a mãe dando pra outro, ou até mesmo incesto.—Ela queria te levar pra cama?—perguntei incrédulo.—Eu falei pra ele conversar com a mãe. Eles têm confiança suficiente pra falar sobre tudo. Talvez ela topasse entrar na brincadeira dele. Perguntar não custava nada. Mas ele disse que não tinha coragem. Tava com medo da mãe pedir o divórcio.—E a outra coisa…?—a curiosidade tava me matando.—Bom, a outra coisa, como você diz… entre o álcool, que nós dois estávamos carentes de sexo ultimamente e as carícias dela que eu achava inocentes mas no fim não eram tanto…—E vocês transaram—concluí.—Sim.—Ela reconheceu, baixando o olhar envergonhada.
Algo mudou dentro de mim naquele momento. Ao imaginar a Vicki de pernas abertas enquanto nosso pai a penetrava, parei de vê-la como minha irmã. Foi como se minha alma saísse do meu corpo e eu a visse do ponto de vista de um estranho à família.
Conseguia imaginá-la gemendo em pleno êxtase sexual. Já sabia como ela gemia quando se masturbava. Quando éramos mais novos e começamos a descobrir que a parte de baixo servia para mais do que mijar, tínhamos experimentado juntos por causa da nossa proximidade. Nós nos masturbamos as primeiras vezes juntos, um de frente para o outro; movidos pela curiosidade que nossos corpos recém-descobertos despertavam. Mas aquele tempo já tinha passado há anos e nunca mais tocamos no assunto.
De repente, minha irmã era uma mulher gostosa pra caralho e meu pai um filho da puta sortudo que transava com ela.—Agora vai dizer que sou uma puta—Gemeu baixando a cabeça, envergonhada.—Claro que não.—respondi abraçando ela—Confesso que não esperava por isso. Suponho que são coisas que podem rolar. Mas acho que não seria uma boa ideia.—Eu sei.—Mas como…? Quando…?—não conseguia fazer a pergunta certa.—Se você quiser, eu te faço um rabisco.—respondeu irritada.—Bom, quase preciso disso pra ter uma ideia.—Por que eu não mando você pra puta que pariu? Já sabia que era melhor não falar nada.—agora ela parecia ofendida pela minha falta de empatia.—Não seja bobinha.—eu consolei ela abraçando elaDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.É que você me pegou no contrapé. Não esperava por essa bomba. Você não tem que me contar nada. Mas entende que eu fiquei chocada.—Naquela noite, a gente dormiu junto.—continuou contando. Parecia que precisava confessar pra aliviar o peso que carregava na alma.—.E repetimos. E no dia seguinte, fizemos de novo. E dessa vez estávamos tranquilos. Sabíamos que era errado. Mas era que nem droga. Era o primeiro homem com quem eu transava que sabia como satisfazer uma mulher. Não fica ofendido, mas os mais velhos dão de mil a zero nos novinhos.—E imagino que pra ele comer uma mina da sua idade seria tipo voltar à juventude. Sua mãe é muito gostosa. Mas a idade pesa. Mesmo ela lidando muito bem com isso e ainda sendo de dar água na boca.—Seu porco do caralho!—Ela protestou.—. Como é que você tem coragem de falar assim da mamãe?—Buceta! Porque é verdade. Ela é muito gostosa. Ou não? Além disso… Com que cara você pode me recriminar alguma coisa?—Enfiei nele, mesmo me arrependendo enquanto fazia.
A Vicki me olhou bem nos olhos. Vi uma lágrima brotando neles. O lábio inferior dela começou a tremer. Eu tinha machucado ela sem querer, e aquilo doía fundo na minha alma.—Desculpa, Vicki. Não queria falar isso.—falei tentando abraçar ela de novo, mas ela se soltou dos meus braços.—Tem razão. Sou uma puta. Mas tô nem aí. Não espero que você entenda. O que você quer pra não falar nada?—perguntou, me olhando orgulhosa.—Parece mentira que você me diga isso. Sabe que não quero nada. Você é minha irmã e eu te amo. Não quis te ofender e não vou contar nada pra ninguém. Me desculpa muito.—falei, baixando a cabeça e descendo da cama pelo lado oposto pra calçar os tênis. Me senti ofendido.
Vicki ficou me encarando. Uma lágrima escorria livre pela bochecha dela, mas a boca já tinha parado de tremer. Virei as costas enquanto me calçava. De repente, senti os braços dela em volta do meu peito. As tetas dela se cravaram nas minhas costas, fazendo meu pau começar a acordar de novo, mesmo contra minha vontade. O rosto dela escondido na curva do meu pescoço fez arrepiar os pelos da minha nuca. Dava pra sentir a respiração dela na minha pele.
Dava pra sentir as tetas dela apertadas contra o meu peito. Por baixo do top, senti os bicos dela e algo começou a ferver dentro de mim. Meu pau começou a despertar debaixo do tecido da calça, mesmo eu tentando evitar.—Me perdoa, Nesto. Não queria ficar puta contigo. Cê tem todo direito de pensar o que quiser de mim. Eu mereço.—Não serei eu quem vai te julgar, Vicki. Você é minha irmã e eu te amo.—respondi da forma mais suave possível. Joguei um braço pra trás e acariciei o cabelo dela. Ela deixou um beijinho no meu pescoço que arrepiou minha pele toda.—Seu segredo está seguro comigo. Não se preocupa.—Valeu, Nesto. Tu é o irmão mais maravilhoso do mundo.—respondeu ela, agradecida. A voz dela soava mais animada e isso me alegrou. Fui me virar pra abraçar ela e consolar, mas ela não deixou. De repente, a mão direita dela desceu pelo meu peito, me acariciando até tocar na minha pica. Ela acariciou por cima da calça enquanto se apertava contra mim.—Mas tu continua sendo um tarado por ficar de pau duro com a sua irmãzinha—disse rindo enquanto soltava meu pau.—Vai ser safada…—respondi rindo também—Agora eu devia te obrigar a me fazer uma punheta. Se tá assim é por sua culpa.—E aí, não prefere que eu chupe sua buceta?—perguntou com uma voz melosa.
Desfiz o abraço e me virei de repente. Sem dar tempo pra ela reagir, peguei a cabeça dela e fiz o gesto de empurrá-la pra baixo. Ela se assustou e me olhou com os olhos arregalados, apavorada com minha reação. Não deixei passar mais de um segundo, que pra ela pareceu uma eternidade. Depois soltei a cabeça dela e a encarei.—Agora sim que você se cagou de medo. Hein?—disse sorrindo pra acalmar ela.—Filho da puta—respondeu ela, recuperando o bom humor enquanto me dava um soco no peito.—É parte do meu charme—Me exibi enquanto a abraçava pra fazer ela sentir que tava tudo bem.—Porra. Você tem um outro encanto aí embaixo que não é nada mal.—disse ao sentir minha pica contra o corpo dela—Você tá mais bem servido que o pai.—A raça, que melhora de geração em geração—Garanti eu, estufando o peito de brincadeira.—Nesto…—Vicki baixou a voz enquanto ficava toda corada.—. Me deixa ver ela?—Hã?—respondi surpreso—Ver ela? Meu pau?—Claro, idiota. Não vai ser o fígado.—Mas, Vicki. É que… eu fico com vergonha.—Reconheci.—Já vi essa buceta antes.—Sim, buceta. Mas a gente era quase umas crianças.—Pra tu não ficar com vergonha, eu também vou ficar pelada. Beleza?—Mas de onde vem esse interesse?—perguntei, intrigado.—Quero ver como é. Pra comparar com a do papai.
Pensei por uns segundos. Era verdade que a gente já tinha se visto pelados quando éramos pouco mais que uns pivetes. Mas naquela época ela mal tinha uns brotinhos no lugar dos peitos, e agora era uma mulher gostosa pra caralho. A sacanagem de vê-la nua me fez aceitar.—De acordo.—disse enquanto puxava minha calça pra baixo. Ela tirou o top, liberando os peitos firmes dela. Os mamilos começaram a endurecer, excitada com a perspectiva de ver uma rola a centímetros dela ou talvez pelo tesão de se mostrar nua pra um cara. Com decisão, ela abaixou o zíper da minissaia e tirou ela junto com a calcinha fio dental, mostrando uma buceta completamente depilada. Ver aquilo me deixou paralisado, olhando babando pra aquela xota que parecia o manjar mais doce. Vicki deixou os braços caírem ao longo do corpo, se mostrando totalmente nua. A cara dela ficou vermelha que nem uma papoula. Minha rola reagiu na hora e ficou dura que nem pedra. Deixei a calça cair e fiquei na mesma posição que ela. Os olhos dela não desgrudavam da minha rola, que apontava desafiadora pro teto. Vi ela morder o lábio de baixo. Parecia louca pra cair de boca na minha pica.—É maior que a do papai. Posso tocar?—perguntou com timidez.—Acho que sim…—acertei responder enquanto meus olhos iam dos peitos dela pra buceta—E eu?—Parece justo pra mim.—aceitou depois de hesitar.
Se aproximou até que nossos corpos quase se tocassem. Os biquinhos dos peitos dela roçaram no meu peito e eu vi que estavam mais durinhos. Aí ela esticou a mão e os dedos macios dela agarraram com carinho meu pau, fazendo uma corrente elétrica percorrer meu corpo de cima a baixo. Vicki fechou os olhos por um instante e logo olhou pra baixo. Uns segundos depois, eu estiquei minha mão e toquei um dos peitos dela. Acariciei o biquinho e ele ficou ainda mais duro. Vicki fechou os olhos por um instante, curtindo o carinho. Depois, apertei ele de leve e ouvi ela soltar um suspiro de prazer.
Levei minha outra mão pra baixo. Ela estava com as pernas juntas e, ao sentir o toque dos meus dedos, abriu um pouco pra facilitar o acesso à buceta depilada dela. Meus dedos percorreram a rachadura de uma ponta a outra, provocando aquele gesto tão sensual de morder o lábio inferior.
Ela já tava acariciando meu pau inteiro. Fazia isso com suavidade. Mas passou a ponta dos dedos de leve pela cabeça antes de segurar o tronco com mais firmeza e começar uma punheta de verdade.
Eu enfiei meus dedos entre os lábios dela e senti a umidade da buceta. Olhando nos olhos dela, levei os dedos à boca e chupei. O gosto era delicioso. Os olhos dela brilhavam de desejo, acesos como brasa. Levei a mão de volta pra boceta dela e continuei acariciando, enquanto começava a empurrar os dedos devagar pra dentro da cavidade. Os dedos deslizaram sem dificuldade por causa de todo o mel que escorria da xereca dela.
Levei um dedo ao clitóris dela e comecei a acariciar. Senti as pernas dela tremerem um pouco de susto e com a descarga de prazer que o toque causou. Ela se aproximou mais, colou o corpo no meu e, sem parar de me masturbar, procurou minha boca.
Nossos lábios se encontraram e a língua dela entrou na minha boca, ávida de desejo. A gente se beijou por uns dois minutos sem parar de nos masturbar mutuamente. Quando ela separou a boca da minha, procurou meu olhar.—Nesto. Preciso de mais.—pediu quase gemendo—Você topa fazer um 69?—Estou morrendo de vontade.—Admiti, empurrando ela de leve em direção à cama.
A Vicki se deitou de lado, me esperando. Ela estava espetacular. O peito dela subia e descia no ritmo da respiração acelerada. Deitei do lado dela, no sentido contrário, e puxei o corpo dela na minha direção. Ela abriu as pernas pra passar uma por cima da minha cabeça, e a buceta dela ficou na altura da minha boca.
Avancei na buceta dela enquanto agarrava a bunda firme e acariciava. Na hora, senti a língua dela acariciando minha cabeça e os lábios roçando a ponta, como num beijo. Levei minha língua no botãozinho dela e chupei com gosto. Um arrepio da parte dela me disse que tinha acertado em cheio. Enquanto metia dois dedos nela, continuei brincando com a língua por toda a buceta.
A boca dela agora abraçava meu pau. O calor da boca dela era incrível, e achei que meu pau ia derreter como manteiga naquela boca de mel. Aos poucos, a cada investida, ela engolia um pouco mais. Senti que um engasgo impedia ela de engolir tudo, mas ela deu o melhor de si pra me proporcionar o melhor boquete da minha vida.
Eu abracei a cintura dela pra puxar mais pra perto, como se quisesse afundar minha cabeça naquela buceta maravilhosa. A outra mão foi pro rabo dela e acariciei, sem fazer menção de entrar. Ela apertou a bunda por um segundo. Mas, ao sentir que eu não ia tentar entrar, relaxou de novo enquanto continuava chupando meu pau e minhas bolas.
Não sei quanto tempo ficamos assim. Depois de um tempo, senti que ia explodir como nunca, e avisei ela.—Tô quase gozando, Vicki.—Eu também—Respondeu para meu alívio. Queria que fizéssemos juntos.
Uns segundos depois, gozou.—Tô gozandooooo—disse bem antes do primeiro jato sair disparado.
A Vicki não tirou a pica da boca. Fechou os lábios em volta do tronco pra não escapar nem uma gota enquanto continuava espremendo minhas bolas. Os gemidos dela me indicavam que tava prestes a gozar. Ataquei com fúria o clitóris dela enquanto enfiava um dedo no cu dela.
O efeito foi imediato. O cu dela pareceu querer engolir meu dedo enquanto ela gozava com um gemido abafado por ter minha pica na boca. Esfregou com frenesi a buceta no meu rosto tentando prolongar o orgasmo. Chupei e mordi o botãozinho dela pra tentar fazer aquele ser o melhor orgasmo dela enquanto os fluidos escorriam pelo meu rosto e peito.
Por fim, os dois exaustos. Ela deslizou pro meu lado e virou pra me abraçar.—Porra, Nesto. Já sei que isso tá errado. Mas não me arrependo.—Eu repetiria todo dia—Respondi sorrindo pra ela. Ela chegou perto do meu rosto e me deu um selinho. Os olhos dela brilhavam de novo. Parecia que tinha esquecido as preocupações e agora também tava sorrindo.—Vou vazar enquanto ainda consigo pensar.—disse com um muxoxo safado que soou como promessa de novos encontros.—Aqui vou estar sempre que precisar de mim—insinuei piscando um olho pra ela—. Não precisa chamar.
Levantou da cama e, de costas pra mim, se inclinou pra pegar a roupa no chão. Na verdade, fez isso pra me mostrar a bunda e a buceta molhada em todo o esplendor. Nessa posição, virou a cabeça pra me olhar com um sorriso.—Quem sabe? Talvez precise falar outra hora.—Será…—protestei quase morto de rir.—O que você ia dizer? Gostosa? Piranha? Como se isso te incomodasse…—Ela estava se divertindo pra caralho me excitando.—E o teu pau não parece se importar tanto assim—Rio apontando pra ela.—Aposto que não vai embora sem uma boa fodida.—Ameacei, fazendo menção de me levantar.
A Vicki se vestiu correndo e saiu voando, rindo. Eu me deixei cair de costas e fiquei olhando pro teto por um instante, lembrando a sensação da boca dela chupando meu pau e o gostinho delicioso da buceta dela. Tava duro de novo igual um burro. Então levantei e entrei no chuveiro. Enquanto a água escorria no meu corpo, bati uma punheta em homenagem à Vicki e ao corpo espetacular dela.
Meu nome é Nesto, tenho 30 anos e uma irmã gêmea chamada Vicki. Dizem que os gêmeos conseguem sentir o que os irmãos sentem, mesmo à distância. Se isso for verdade, minha irmã e eu não somos tão ligados assim. Mas é verdade que só de nos olharmos já sabemos como nos sentimos: tristes, alegres, preocupados, melancólicos e até mesmo com um tesão danado.
Sempre fomos muito unidos e acho que posso dizer que somos os melhores amigos um do outro. Entre nós nunca houve segredos e sempre nos apoiamos sem reservas.
Falta apresentar meus pais: foram um casal muito jovem. Mal tinham passado dos vinte anos quando foram morar juntos e pouco depois se casaram ao saber que iam ser pais. Acho que lembro que minha mãe Mamen (de Maricarmen) tinha 23 e meu pai Alf (de Alfredo) 24. São duas pessoas alegres e abertas. Quando chegou a hora das "perguntinhas" dos filhos, não encheram com a besteira de que o papai dá uma sementinha pra mamãe e nasce um filho. Lembro que conseguiram não sei onde uma fita de vídeo que, com desenhos animados, contava todo o processo da reprodução.
Imagino que Vicki e eu devíamos estar de olhos arregalados ao ver aquilo. Mas pelo menos nunca tiveram vergonha de tirar nossas dúvidas sobre sexo. E quando nossos amigos da escola contavam as besteiras que tinham ouvido de outros moleques, a gente já era doutor no assunto. É claro, faltavam as aulas práticas. Mas tudo chegaria na hora certa.
Feitas as apresentações, vamos ao que aconteceu há quase dez anos.
Com vinte anos, a gente tem os hormônios à flor da pele, e eu não era diferente. Passada a acne juvenil, posso dizer sem falsa modéstia que estava, e ainda estou, muito bem dotado. Era alto, tinha o cabelo curto e bem preto e os olhos cor de mel, herança da minha mãe.
Vicki era quase tão alta Como eu, e tinha um corpo de escândalo. A juba até quase a metade das costas, igual preta, e os olhos da mesma cor de mel.
Tudo começou num dia de verão. Vicki entrou no meu quarto, como quase sempre, sem bater, enquanto eu tirava uma soneca. Por causa do calor, eu estava largado na cama só de calça de moletom. Ela e eu já tínhamos nos visto pelados milhares de vezes, então não me preocupei nem um pouco, embora tenha me irritado um pouco ela entrar de surpresa. Ela estava usando uma das suas minissaias RC (Rasgando o Cú) e um top.—Bater na porta antes de entrar a gente não leva jeito, né?—Protestei.—Anda. Não reclama. Não ia ver nada que já não tivesse visto antes.—Ela se defendeu, sentando na cama.—E aí, beleza?—Vi pela sua expressão que alguma coisa tava preocupando ela.—Você reparou no papai e na mamãe ultimamente? Não acha eles estranhos?—Tô vendo eles como sempre. Não notei nada. Aconteceu alguma coisa com eles?—Não com a gente. Entre eles. Tenho a sensação de que algo já não funciona como antes entre eles. Percebo eles distantes. Tô com medo de que acabem se separando.—confessou enquanto torcia as mãos.—Você já comentou isso com a mamãe?—Sim. Perguntei o que tava rolando com ela. Mas ela me respondeu com evasivas. Como se não quisesse falar sobre o assunto.—Quer que eu tente?—Ofereci pra ela. Eu também tava começando a ficar preocupado.—Ela vai te responder a mesma coisa—disse, dando de ombros desanimada.—Posso tentar com o papai.—Com ele eu já falei.—disse com o tom de quem dá uma notícia ruim.—E aí, o que ela te disse?—Foi uns meses atrás. Quando você tava no hospital por aquele acidente de trânsito.—Lembrava perfeitamente. Um motorista distraído tinha subido na calçada e atropelado eu e mais três pessoas. Quase passei um mês internado no hospital.—Mamãe passava muito tempo com você e uma noite, enquanto jantávamos, a gente exagerou no vinho.—Não sei como a gente veio parar nesse assunto.—continuou—Mas papai era quem tava mais prejudicado e o vinho soltou a língua dele. Ele me confessou que tava há um tempão sem transar. Pelo visto ele não consegue… já sabe.—E aí, mais alguma coisa?—perguntei morto de curiosidade.—Disse que a única coisa que realmente deixava ele no clima era imaginar todo tipo de perversão. Desde fazer um ménage, ver a mãe dando pra outro, ou até mesmo incesto.—Ela queria te levar pra cama?—perguntei incrédulo.—Eu falei pra ele conversar com a mãe. Eles têm confiança suficiente pra falar sobre tudo. Talvez ela topasse entrar na brincadeira dele. Perguntar não custava nada. Mas ele disse que não tinha coragem. Tava com medo da mãe pedir o divórcio.—E a outra coisa…?—a curiosidade tava me matando.—Bom, a outra coisa, como você diz… entre o álcool, que nós dois estávamos carentes de sexo ultimamente e as carícias dela que eu achava inocentes mas no fim não eram tanto…—E vocês transaram—concluí.—Sim.—Ela reconheceu, baixando o olhar envergonhada.
Algo mudou dentro de mim naquele momento. Ao imaginar a Vicki de pernas abertas enquanto nosso pai a penetrava, parei de vê-la como minha irmã. Foi como se minha alma saísse do meu corpo e eu a visse do ponto de vista de um estranho à família.
Conseguia imaginá-la gemendo em pleno êxtase sexual. Já sabia como ela gemia quando se masturbava. Quando éramos mais novos e começamos a descobrir que a parte de baixo servia para mais do que mijar, tínhamos experimentado juntos por causa da nossa proximidade. Nós nos masturbamos as primeiras vezes juntos, um de frente para o outro; movidos pela curiosidade que nossos corpos recém-descobertos despertavam. Mas aquele tempo já tinha passado há anos e nunca mais tocamos no assunto.
De repente, minha irmã era uma mulher gostosa pra caralho e meu pai um filho da puta sortudo que transava com ela.—Agora vai dizer que sou uma puta—Gemeu baixando a cabeça, envergonhada.—Claro que não.—respondi abraçando ela—Confesso que não esperava por isso. Suponho que são coisas que podem rolar. Mas acho que não seria uma boa ideia.—Eu sei.—Mas como…? Quando…?—não conseguia fazer a pergunta certa.—Se você quiser, eu te faço um rabisco.—respondeu irritada.—Bom, quase preciso disso pra ter uma ideia.—Por que eu não mando você pra puta que pariu? Já sabia que era melhor não falar nada.—agora ela parecia ofendida pela minha falta de empatia.—Não seja bobinha.—eu consolei ela abraçando elaDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.É que você me pegou no contrapé. Não esperava por essa bomba. Você não tem que me contar nada. Mas entende que eu fiquei chocada.—Naquela noite, a gente dormiu junto.—continuou contando. Parecia que precisava confessar pra aliviar o peso que carregava na alma.—.E repetimos. E no dia seguinte, fizemos de novo. E dessa vez estávamos tranquilos. Sabíamos que era errado. Mas era que nem droga. Era o primeiro homem com quem eu transava que sabia como satisfazer uma mulher. Não fica ofendido, mas os mais velhos dão de mil a zero nos novinhos.—E imagino que pra ele comer uma mina da sua idade seria tipo voltar à juventude. Sua mãe é muito gostosa. Mas a idade pesa. Mesmo ela lidando muito bem com isso e ainda sendo de dar água na boca.—Seu porco do caralho!—Ela protestou.—. Como é que você tem coragem de falar assim da mamãe?—Buceta! Porque é verdade. Ela é muito gostosa. Ou não? Além disso… Com que cara você pode me recriminar alguma coisa?—Enfiei nele, mesmo me arrependendo enquanto fazia.
A Vicki me olhou bem nos olhos. Vi uma lágrima brotando neles. O lábio inferior dela começou a tremer. Eu tinha machucado ela sem querer, e aquilo doía fundo na minha alma.—Desculpa, Vicki. Não queria falar isso.—falei tentando abraçar ela de novo, mas ela se soltou dos meus braços.—Tem razão. Sou uma puta. Mas tô nem aí. Não espero que você entenda. O que você quer pra não falar nada?—perguntou, me olhando orgulhosa.—Parece mentira que você me diga isso. Sabe que não quero nada. Você é minha irmã e eu te amo. Não quis te ofender e não vou contar nada pra ninguém. Me desculpa muito.—falei, baixando a cabeça e descendo da cama pelo lado oposto pra calçar os tênis. Me senti ofendido.
Vicki ficou me encarando. Uma lágrima escorria livre pela bochecha dela, mas a boca já tinha parado de tremer. Virei as costas enquanto me calçava. De repente, senti os braços dela em volta do meu peito. As tetas dela se cravaram nas minhas costas, fazendo meu pau começar a acordar de novo, mesmo contra minha vontade. O rosto dela escondido na curva do meu pescoço fez arrepiar os pelos da minha nuca. Dava pra sentir a respiração dela na minha pele.
Dava pra sentir as tetas dela apertadas contra o meu peito. Por baixo do top, senti os bicos dela e algo começou a ferver dentro de mim. Meu pau começou a despertar debaixo do tecido da calça, mesmo eu tentando evitar.—Me perdoa, Nesto. Não queria ficar puta contigo. Cê tem todo direito de pensar o que quiser de mim. Eu mereço.—Não serei eu quem vai te julgar, Vicki. Você é minha irmã e eu te amo.—respondi da forma mais suave possível. Joguei um braço pra trás e acariciei o cabelo dela. Ela deixou um beijinho no meu pescoço que arrepiou minha pele toda.—Seu segredo está seguro comigo. Não se preocupa.—Valeu, Nesto. Tu é o irmão mais maravilhoso do mundo.—respondeu ela, agradecida. A voz dela soava mais animada e isso me alegrou. Fui me virar pra abraçar ela e consolar, mas ela não deixou. De repente, a mão direita dela desceu pelo meu peito, me acariciando até tocar na minha pica. Ela acariciou por cima da calça enquanto se apertava contra mim.—Mas tu continua sendo um tarado por ficar de pau duro com a sua irmãzinha—disse rindo enquanto soltava meu pau.—Vai ser safada…—respondi rindo também—Agora eu devia te obrigar a me fazer uma punheta. Se tá assim é por sua culpa.—E aí, não prefere que eu chupe sua buceta?—perguntou com uma voz melosa.
Desfiz o abraço e me virei de repente. Sem dar tempo pra ela reagir, peguei a cabeça dela e fiz o gesto de empurrá-la pra baixo. Ela se assustou e me olhou com os olhos arregalados, apavorada com minha reação. Não deixei passar mais de um segundo, que pra ela pareceu uma eternidade. Depois soltei a cabeça dela e a encarei.—Agora sim que você se cagou de medo. Hein?—disse sorrindo pra acalmar ela.—Filho da puta—respondeu ela, recuperando o bom humor enquanto me dava um soco no peito.—É parte do meu charme—Me exibi enquanto a abraçava pra fazer ela sentir que tava tudo bem.—Porra. Você tem um outro encanto aí embaixo que não é nada mal.—disse ao sentir minha pica contra o corpo dela—Você tá mais bem servido que o pai.—A raça, que melhora de geração em geração—Garanti eu, estufando o peito de brincadeira.—Nesto…—Vicki baixou a voz enquanto ficava toda corada.—. Me deixa ver ela?—Hã?—respondi surpreso—Ver ela? Meu pau?—Claro, idiota. Não vai ser o fígado.—Mas, Vicki. É que… eu fico com vergonha.—Reconheci.—Já vi essa buceta antes.—Sim, buceta. Mas a gente era quase umas crianças.—Pra tu não ficar com vergonha, eu também vou ficar pelada. Beleza?—Mas de onde vem esse interesse?—perguntei, intrigado.—Quero ver como é. Pra comparar com a do papai.
Pensei por uns segundos. Era verdade que a gente já tinha se visto pelados quando éramos pouco mais que uns pivetes. Mas naquela época ela mal tinha uns brotinhos no lugar dos peitos, e agora era uma mulher gostosa pra caralho. A sacanagem de vê-la nua me fez aceitar.—De acordo.—disse enquanto puxava minha calça pra baixo. Ela tirou o top, liberando os peitos firmes dela. Os mamilos começaram a endurecer, excitada com a perspectiva de ver uma rola a centímetros dela ou talvez pelo tesão de se mostrar nua pra um cara. Com decisão, ela abaixou o zíper da minissaia e tirou ela junto com a calcinha fio dental, mostrando uma buceta completamente depilada. Ver aquilo me deixou paralisado, olhando babando pra aquela xota que parecia o manjar mais doce. Vicki deixou os braços caírem ao longo do corpo, se mostrando totalmente nua. A cara dela ficou vermelha que nem uma papoula. Minha rola reagiu na hora e ficou dura que nem pedra. Deixei a calça cair e fiquei na mesma posição que ela. Os olhos dela não desgrudavam da minha rola, que apontava desafiadora pro teto. Vi ela morder o lábio de baixo. Parecia louca pra cair de boca na minha pica.—É maior que a do papai. Posso tocar?—perguntou com timidez.—Acho que sim…—acertei responder enquanto meus olhos iam dos peitos dela pra buceta—E eu?—Parece justo pra mim.—aceitou depois de hesitar.
Se aproximou até que nossos corpos quase se tocassem. Os biquinhos dos peitos dela roçaram no meu peito e eu vi que estavam mais durinhos. Aí ela esticou a mão e os dedos macios dela agarraram com carinho meu pau, fazendo uma corrente elétrica percorrer meu corpo de cima a baixo. Vicki fechou os olhos por um instante e logo olhou pra baixo. Uns segundos depois, eu estiquei minha mão e toquei um dos peitos dela. Acariciei o biquinho e ele ficou ainda mais duro. Vicki fechou os olhos por um instante, curtindo o carinho. Depois, apertei ele de leve e ouvi ela soltar um suspiro de prazer.
Levei minha outra mão pra baixo. Ela estava com as pernas juntas e, ao sentir o toque dos meus dedos, abriu um pouco pra facilitar o acesso à buceta depilada dela. Meus dedos percorreram a rachadura de uma ponta a outra, provocando aquele gesto tão sensual de morder o lábio inferior.
Ela já tava acariciando meu pau inteiro. Fazia isso com suavidade. Mas passou a ponta dos dedos de leve pela cabeça antes de segurar o tronco com mais firmeza e começar uma punheta de verdade.
Eu enfiei meus dedos entre os lábios dela e senti a umidade da buceta. Olhando nos olhos dela, levei os dedos à boca e chupei. O gosto era delicioso. Os olhos dela brilhavam de desejo, acesos como brasa. Levei a mão de volta pra boceta dela e continuei acariciando, enquanto começava a empurrar os dedos devagar pra dentro da cavidade. Os dedos deslizaram sem dificuldade por causa de todo o mel que escorria da xereca dela.
Levei um dedo ao clitóris dela e comecei a acariciar. Senti as pernas dela tremerem um pouco de susto e com a descarga de prazer que o toque causou. Ela se aproximou mais, colou o corpo no meu e, sem parar de me masturbar, procurou minha boca.
Nossos lábios se encontraram e a língua dela entrou na minha boca, ávida de desejo. A gente se beijou por uns dois minutos sem parar de nos masturbar mutuamente. Quando ela separou a boca da minha, procurou meu olhar.—Nesto. Preciso de mais.—pediu quase gemendo—Você topa fazer um 69?—Estou morrendo de vontade.—Admiti, empurrando ela de leve em direção à cama.
A Vicki se deitou de lado, me esperando. Ela estava espetacular. O peito dela subia e descia no ritmo da respiração acelerada. Deitei do lado dela, no sentido contrário, e puxei o corpo dela na minha direção. Ela abriu as pernas pra passar uma por cima da minha cabeça, e a buceta dela ficou na altura da minha boca.
Avancei na buceta dela enquanto agarrava a bunda firme e acariciava. Na hora, senti a língua dela acariciando minha cabeça e os lábios roçando a ponta, como num beijo. Levei minha língua no botãozinho dela e chupei com gosto. Um arrepio da parte dela me disse que tinha acertado em cheio. Enquanto metia dois dedos nela, continuei brincando com a língua por toda a buceta.
A boca dela agora abraçava meu pau. O calor da boca dela era incrível, e achei que meu pau ia derreter como manteiga naquela boca de mel. Aos poucos, a cada investida, ela engolia um pouco mais. Senti que um engasgo impedia ela de engolir tudo, mas ela deu o melhor de si pra me proporcionar o melhor boquete da minha vida.
Eu abracei a cintura dela pra puxar mais pra perto, como se quisesse afundar minha cabeça naquela buceta maravilhosa. A outra mão foi pro rabo dela e acariciei, sem fazer menção de entrar. Ela apertou a bunda por um segundo. Mas, ao sentir que eu não ia tentar entrar, relaxou de novo enquanto continuava chupando meu pau e minhas bolas.
Não sei quanto tempo ficamos assim. Depois de um tempo, senti que ia explodir como nunca, e avisei ela.—Tô quase gozando, Vicki.—Eu também—Respondeu para meu alívio. Queria que fizéssemos juntos.
Uns segundos depois, gozou.—Tô gozandooooo—disse bem antes do primeiro jato sair disparado.
A Vicki não tirou a pica da boca. Fechou os lábios em volta do tronco pra não escapar nem uma gota enquanto continuava espremendo minhas bolas. Os gemidos dela me indicavam que tava prestes a gozar. Ataquei com fúria o clitóris dela enquanto enfiava um dedo no cu dela.
O efeito foi imediato. O cu dela pareceu querer engolir meu dedo enquanto ela gozava com um gemido abafado por ter minha pica na boca. Esfregou com frenesi a buceta no meu rosto tentando prolongar o orgasmo. Chupei e mordi o botãozinho dela pra tentar fazer aquele ser o melhor orgasmo dela enquanto os fluidos escorriam pelo meu rosto e peito.
Por fim, os dois exaustos. Ela deslizou pro meu lado e virou pra me abraçar.—Porra, Nesto. Já sei que isso tá errado. Mas não me arrependo.—Eu repetiria todo dia—Respondi sorrindo pra ela. Ela chegou perto do meu rosto e me deu um selinho. Os olhos dela brilhavam de novo. Parecia que tinha esquecido as preocupações e agora também tava sorrindo.—Vou vazar enquanto ainda consigo pensar.—disse com um muxoxo safado que soou como promessa de novos encontros.—Aqui vou estar sempre que precisar de mim—insinuei piscando um olho pra ela—. Não precisa chamar.
Levantou da cama e, de costas pra mim, se inclinou pra pegar a roupa no chão. Na verdade, fez isso pra me mostrar a bunda e a buceta molhada em todo o esplendor. Nessa posição, virou a cabeça pra me olhar com um sorriso.—Quem sabe? Talvez precise falar outra hora.—Será…—protestei quase morto de rir.—O que você ia dizer? Gostosa? Piranha? Como se isso te incomodasse…—Ela estava se divertindo pra caralho me excitando.—E o teu pau não parece se importar tanto assim—Rio apontando pra ela.—Aposto que não vai embora sem uma boa fodida.—Ameacei, fazendo menção de me levantar.
A Vicki se vestiu correndo e saiu voando, rindo. Eu me deixei cair de costas e fiquei olhando pro teto por um instante, lembrando a sensação da boca dela chupando meu pau e o gostinho delicioso da buceta dela. Tava duro de novo igual um burro. Então levantei e entrei no chuveiro. Enquanto a água escorria no meu corpo, bati uma punheta em homenagem à Vicki e ao corpo espetacular dela.
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