Virei cuck, então escravizei ela 2

Quando acordei, a Bea já não estava mais no tapete. Em vez disso, um cheiro gostoso de café vinha da cozinha. Me espreguicei na cama e saí decidido a tomar um banho.
O que tinha rolado no dia anterior não saía da minha cabeça, mas o banho me ajudou a me acalmar. Ainda não tinha caído a ficha de que eu tinha uma escrava à minha disposição pra maltratar do jeito que eu quisesse. Mas tava difícil de assimilar. Eu não conseguia ver a Bea como minha escrava, afinal, mesmo odiando ela, ainda tava apaixonado. Além disso, lembrar dela disposta a colocar a mão no fogão ligado só pra não se separar de mim amoleceu um pouco meu coração. Será que eu devia perdoar a traição dela? Não conseguia. Me sentia humilhado por ela. Precisava devolver o dano que ela me causou, mesmo no fundo sabendo que me sentiria melhor dando carinho e compreensão.

Entrei na cozinha e lá estava ela, de joelhos no chão. Com certeza tinha me ouvido e se apressou pra se humilhar com medo do castigo.

— Bom dia, puta.
— Bom dia, amo — respondeu obediente.
— Não lembro de ter mandado você preparar meu café da manhã.
— Pensei que você fosse gostar, amo.
— Vem cá — ela se aproximou de quatro e, quando chegou perto, acariciei a cabeça dela. Senti que, no toque da minha mão, ela tremeu como se tivesse medo de levar um tapa—. Bem pensado, putinha boa.

Como eu esperava, na mesa tinha só um prato. Tomei café com calma. Tinha que admitir que ela caprichou: as torradas estavam no ponto certo e o café tava forte, do jeito que eu gosto. Quando terminei, empurrei o prato e me apoiei no encosto da cadeira, olhando pra ela. Ela continuava no chão, de joelhos, sentada nos calcanhares com os braços caídos ao lado do corpo.

— Levanta e vem cá — ordenei. Bea se apressou pra obedecer e ficou ao alcance da minha mão.
— Vira de costas. Quero ver sua bunda.

Quando ela se virou, vi que ainda tava levemente vermelha, mas sem ferimentos. Passei a mão sobre aquela... Cu da bunda que me deixava louco desde sempre. Lembrei como adorava beijá-la e a vontade que tinha de meter nela, mas ela nunca tinha deixado, segundo ela, por medo da dor. Era uma piada. Agora eu podia comer ela sempre que quisesse. Ao toque da minha mão, ela mexeu levemente a bunda como se quisesse prolongar o carinho, então eu a tirei, a contragosto. Não queria dar a ela nenhuma satisfação, por menor que fosse.
— Vira — ela obedeceu, submissa.
— Acho que te falei que hoje não queria ver nenhum pelo nessa buceta. Ou não falei? — acusei, agarrando alguns fios e puxando até fazê-la gritar de dor.
— Desculpa, amo — respondeu com um semblante triste e uma lágrima escorrendo.
— Falei ou não? — gritei, fazendo ela dar um pulo.
— Sim, amo — respondeu em voz baixa, trêmula.
— E por que caralho ainda tem pelos aqui? — insisti, dando outro puxão.
— Não tive tempo ainda, meu amo — choramingou.
— Tá bom. Então durante a manhã você vai ter tempo de sobra. Já sabe. Não quero ver um pelo sequer.
Passei minha mão na buceta dela e me surpreendi ao ver que estava molhada. A safada tinha se excitado só com uns puxões de pelo da buceta. Eu tava alucinado. Essa mina pega a inquisição e morreria de tanto gozar. Tinha umas dúvidas e queria respostas.
— Senta — dessa vez eu pedi, então minha voz não soou tão autoritária. Mesmo assim, ela sentou no chão.
— No chão não. Senta nessa cadeira. Quero saber umas coisas e quero ver sua cara quando responder.
Ela me olhou com medo e obedeceu. Afastou a cadeira na minha frente e sentou ereta, com os peitos ameaçadores. Notei que os mamilos estavam durinhos e eriçados.
— Quero saber umas coisas. E quero a verdade. Senão você vai vazar daqui. Entendido?
— Sim, amo — respondeu de cabeça erguida, mas olhando pro tampo da mesa.
— Você ficou excitada com os puxões de pelo que acabei de dar?
— Sim, amo — baixou a voz, envergonhada.
— Tá bom. Você fica excitada quando eu te humilho?
— Sim, amo — ela não tinha um grande repertório. de respostas, mas para mim já bastava.
—Tá me dizendo que agora você tá com tesão? Seus mamilos estão duros, então parece que sim.
—Sim, amo. Como a putinha que sou —Nossa. O vocabulário tinha aumentado.
—Isso quer dizer que você é mais feliz agora do que antes. É isso? Eu falhei como marido.
—Não, amo. Você não falhou comigo. Fui eu que devia ter te contado como sou. Mas te amava tanto que tive medo de te perder —os olhos dela se encheram de lágrimas. Os ombros tremiam no ritmo do choro. Acreditei nela.
—Tá bem. Fica tranquila. Não tem problema. Pelo menos agora a gente se conta o que devia ter contado há muito tempo.
—Eu tinha muito medo, amo. Não queria te perder. Sem você, eu morreria —o choro parecia aumentar.
—Calma. Vem cá —ela se apressou pra chegar perto, quando ficou do meu lado se ajoelhou obediente e eu peguei o queixo dela pra levantar o rosto.
A vergonha fez ela fechar os olhos pra não me encarar. Passei o dedo por uma lágrima e levei à boca. Ver ela assim, indefesa, chorando na minha frente me deu vontade de abraçá-la e dizer que tava tudo bem, que ela não ia me perder. Mas as coisas tinham mudado. O estado de espírito da Bea era real, os mamilos dela tinham diminuído de tamanho e agora mal se destacavam da aréola. Mesmo assim era uma visão excitante e minha virilidade percebeu.
—Quer que eu te coma?
—Sim, amo. Se você quiser —ela abriu os olhos pra me olhar, e vi desejo e um começo de sorriso.
—Então vem —falei puxando ela.
Deitei ela sobre a mesa, de barriga pra cima, e encostei a pélvis dela na borda. Abri as pernas dela até a posição ficar desconfortável e mandei ela segurar assim com as mãos. Ela obedeceu sem reclamar, de olhos fechados, esperando minha estaca no fundo do ser dela. Me deliciei com a visão da buceta dela toda aberta me esperando. Vi que começava a ficar molhada só com a tortura da espera. Dei mais uns puxões nos pelos pubianos dela, que fizeram ela se contorcer de dor e prazer. Escaparam uns gemidos. dos seus lábios. Vi que ela os mordia pra não gritar. Não sabia se era de dor ou de prazer. Baixei a calça e a cueca e apontei minha pica contra a racha dela, já toda molhada. Passei ao longo da buceta dela umas duas vezes. Na terceira, meti de uma só vez até o fundo. Tava tão úmida que entrou sem problemas até o talo. Me inclinei um pouco pra frente e agarrei os dois bicos dos peitos, que tinham voltado a ficar duros feito pedra. Sem piedade, puxei eles até as tetas parecerem que iam desgrudar do peito. Isso arrancou um grito de dor que morreu virando um murmúrio de prazer genuíno quando eu afrouxei um pouco. Mas nem por isso deixei elas em paz. Puxei, torci, belisquei aqueles botões duros com vontade enquanto bombava e ela se contorcia de prazer, sem parar de gemer, presa de um orgasmo intenso como eu nunca tinha conseguido dar pra ela. Depois, com certeza ela ia se acusar de ter gozado sem minha permissão, mas na real eu não tinha negado. Precisava provar aquilo. Com certeza era um espetáculo do caralho. Depois de vários minutos bombando com ansiedade, gozei até me esvaziar por completo. Assim que recuperei um pouco o fôlego, saí de dentro dela. Bea manteve estoicamente a posição, esperando minhas ordens.
—Vem aqui e limpa minha pica.
Ela desceu da mesa na hora pra se ajoelhar na minha frente e chupar de novo com vontade. Como se quisesse arrancar minha pica chupando. Deixei ela continuar um pouco até sentir que perdia a firmeza. Aí empurrei ela pra longe, como se ela não tivesse direito de aproveitar meu pau.
—Já chega, puta. Pode ir tomar banho e deixar essa buceta mais pelada que teu cu. Se não, as próximas porradas vão ser aí.
—Sim, amo. Obrigada, amo — disse ela se retirando de joelhos.
—Levanta, vai. Senão ainda cai. Aliás. Por que você tá me agradecendo?
—Por me foder, amo. Espero ter te agradado.
—Sim, muito — respondi condescendente enquanto me vestia de novo.
Nessa hora, o celular dela tocou. Peguei e abri o WhatsApp. Era o filho da puta do chefe dela. Exigia que ela estivesse no Hotel em meia hora. Olhei como ela respondia normalmente e escrevi: “Hoje não posso. Tô doente”.
Na hora veio a resposta: “O que você tem?”. Pensei um segundo antes de responder: “Gonorreia”. Como esperado, o filho da puta começou a ligar. Recusei a chamada. Ele ligou de novo, insistente, então mutei o celular. Entrei na agenda e mandei pra mim mesmo o número daquele porco nojento. Depois joguei o telefone no sofá.
Entrei no banheiro pra avisar a Bea. Ela tava debaixo do chuveiro. Porra, que visão! Tava tão gostosa que me deu vontade de mandar tudo pra merda e entrar vestido com ela no banho. Segurei a onda na força do ódio.
— Você não volta mais pra aquele escritório. O filho da puta já te mandou mensagem te chamando pra daqui a meia hora, mas eu falei como se fosse você que não ia. Disse que você tá doente. De gonorreia — completei. Um sorriso apareceu no rosto dela, mas sumiu na hora, de repente envergonhada—. Não quero que você atenda nenhuma ligação ou mensagem daquele canalha. Entendeu? De agora em diante, ele lida comigo.
— Sim, amo — respondeu. Acho que notei um certo alívio na voz dela.
— Então vou nessa. Até mais.
— Até mais, amo.
A manhã passou normal, se é que dá pra chamar de normal a reviravolta que minha vida deu em 24 horas. Recebi uma mensagem da Bea dizendo que tinha mais de uma dúzia de mensagens do filho da puta, as últimas ameaçadoras. Mandei ela ignorar, mas entendi que a preocupação dela era lógica, então assim que pude, vazei pra casa. Enquanto abria a porta, chegou o que eu esperava. Finalmente tinha chegado a mensagem do canalha. Ignorei e entrei. Bea tava ajoelhada na sala me esperando.
— Oi — saudei—. A comida tá pronta?
— Sim, amo. Boa tarde.
— Boa putinha. Assim que eu gosto. Levanta e vem aqui — queria ver a buceta dela.
Ela se levantou sem fazer charme e se aproximou de cabeça baixa. Parou, com os braços caídos. costados assim que ficou ao alcance da minha mão. Dava pra sentir o cheiro dela e isso me deixava louco. Olhando na cara dela, levei minha mão até a buceta dela. Toquei com cuidado pra ver se não tinha sobrado nenhum pelo. O peito dela tremeu quando sentiu o toque dos meus dedos. Deixei meus dedos deslizarem pela parte de fora dos lábios dela. Vi ela morder o lábio inferior e a respiração dela acelerar. O peito dela subia e descia no mesmo ritmo, e os bicos começaram a me provocar. Logo a ppk dela já tava toda molhada. Ela queria que eu comesse ela, mas decidi que tinha que esperar. Fiquei acariciando ela como a putinha que ela era.

— Boa garota. Vamos comer.

Na mesa só tinha um prato, como eu esperava. Se adiantando ao que ela provavelmente achava que ia rolar, ela tinha deixado um prato pra ela do lado da mesa, no chão. Mas eu queria conversar com ela, então mandei ela colocar o prato em cima da mesa.

— Obrigada, amo — respondeu animada.

— Antes de tudo, me dá seu celular.

— Sim, amo — respondeu enquanto se levantava pra pegar.

Examinei as mensagens que o porco tinha mandado pra ela enquanto a gente comia. Como ela tinha me dito, ele começou a ficar impaciente, e as últimas já eram ameaças claras, desde agressão física até mandar as fotos pra mim. O filho da puta sabia que a Bea tinha lido, mas não tinha respondido nenhuma. Depois, olhei as ligações. Tinha cinco chamadas perdidas do mesmo verme e uns dois recados na caixa postal no mesmo estilo. Perfeito. Fiz umas perguntas pra Bea sobre o escritório e sobre o cara. Queria saber quanto poder ele tinha na empresa, e descobri que ele era o dono. Pelo visto, era casado e tinha dois filhos, mas nem a mulher nem os filhos nunca apareceram por lá, e ninguém nunca tinha visto eles nem em foto. Agora eu ia atrás do filho da puta.

— Agora preciso ficar sozinho. Arruma a cozinha e depois pode descansar um pouco — mandei pra Bea.

Ela respondeu como sempre e correu pra fazer o que eu tinha mandado, obediente. Peguei o celular e vi que já tinha duas Mensagens do tipo. Eram duas das fotos que eu tinha visto no celular da Bea. Na primeira, ela aparecia chupando um pau enquanto olhava pra câmera com os olhos lacrimejando, e na segunda dava pra ver que era uma selfie na frente do espelho enquanto o cara metia por trás. Não tinha texto nenhum. Decidi começar o jogo.

— Quem é você? — escrevi.
— Isso não importa.
— O que você quer com essas fotos? Dinheiro?
— Não quero seu maldito dinheiro.
— De onde você tirou elas?
— Isso não importa. Gostou delas? Sua mulher é muito puta.
— Já vi melhores. Na verdade, vou te mandar uma — respondi depois de selecionar uma onde dava pra ver perfeitamente a cara do broxa.

Como eu temia, o silêncio durou um bom tempo. O cara não contava com isso. Agora devia estar desesperado, pensando no que fazer. Nessa hora, a Bea saiu da cozinha. Ela se ajoelhou assim que passou pela porta e ficou ali, me olhando com cara de preocupação.

— O que foi? — perguntei, surpreso com a atitude e o gesto dela.
— Posso perguntar uma coisa, amo? — a voz dela mostrava que estava preocupada.
— Fala.
— Posso saber o que você vai fazer, amo? Tô com medo.
— Medo de quê? — perguntei, surpreso. Ela parecia pensar em como perguntar sem provocar minha raiva. — Responde.
— Desculpa, amo. Tô com medo de você fazer algo que possa se virar contra você. Dom Antonio é uma pessoa muito poderosa. — tenho que admitir que naquele momento a preocupação dela me comoveu.
— Não se preocupa. Por mais poderoso que ele seja, sempre tem alguém com mais poder. Quanto mais alto, mais dura é a queda. Vai, vai descansar.
— Obrigada, amo — disse como despedida.
— E levanta do chão, vai. Ou vai andar de joelhos — decidi que andar o dia todo de joelhos não seria bom. Ia obrigar ela a se humilhar na minha frente de vez em quando, mas não o tempo todo. Ela pareceu agradecer com um sorriso.

Eu tinha voltado minha atenção pros celulares. Não demorou pra tal Dom Antonio responder.
— O que você quer?
— Um acordo justo. Você comeu minha mulher. Eu vou comer a sua. E esse celular.
— Pra que você quer meu celular? —pelo visto, o que menos importava pra ele era que eu quisesse comer a mulher dele. Isso era interessante.
—Pra se livrar das fotos. Não se preocupa, não quero nenhum dado seu. Pode apagar seus contatos e mensagens. Mas quero o celular.
—E se eu não der?
—Sua mulher vai receber as fotos. As minhas são melhores.
—Cê quer que eu diga pra minha mulher dar pra você sem mais nem menos?
—Faz do seu jeito. Você vê. Mas tem três dias. Quando fizer, me avisa.
Desliguei o celular. Como suspeitava, mandei umas mensagens pra Bea, mas também desliguei sem dar bola e fui tirar um cochilo. Bea tava jogada numa manta aos pés da cama. Passei por ela ignorando. Me despi e me joguei na cama com uma coberta leve por cima.
—Quero que me acorde às... —olhei o despertador—. Cinco. Com um boquete bem dado. Tá claro?
—Sim, dono —respondeu do chão.
Não demorei pra pegar no sono. Foi um sonho reparador e, como esperava, às cinco senti uma boca envolvendo meu pau. Bea tava ajoelhada do meu lado, colocando todo o esforço pra me agradar. Enrolava meu pau com a língua, tentando me acordar. Não demorou pra conseguir. Eu aproximei uma mão da buceta lisinha dela. Quando sentiu minha mão, parou.
—Ninguém mandou parar. Chupa, puta.
—Desculpa, Dono. Achei...
—Ainda respondona —ri. Dei um tapa sonoro na bunda dela—. Cala a boca e chupa.
Ela gemeu de dor e voltou a chupar. Eu enfiei dois dedos na buceta dela. Como suspeitava, já tava começando a ficar molhada. Localizei o clitóris dela, agarrei com os dedos e puxei de uma vez. Bea soltou um grito, parando de chupar. Forcei a cabeça dela de volta contra meu pau.
—Que tu chupe, eu disse —rosnei baixo enquanto dava outro tapa na bunda dela.
Ela obedeceu e enfiou meu rabo de novo na boca, mas o corpo dela se contorcia cada vez que eu castigava o clitóris. Tava escorrendo sucos. A putinha tava adorando. Empurrei a cabeça dela até sentir meu... O pau tropeçava no fundo da boca dela, fazendo ela engasgar, mas ela não reclamou. Tentou engolir aquele pedaço de carne que tava cada vez mais duro. Afrouxei a pressão pra ela poder respirar. Ela continuou chupando até eu estar quase gozando.
—Vou gozar. Quero que você engula tudo. Não desperdice uma gota — avisei.
Ela intensificou os esforços pra conseguir minha gozada, que veio na hora. Vi que ela tava com dificuldade pra chupar enquanto engolia toda a minha porra, mas conseguiu.
—Abre a boca. Quero ver se cumpriu — ordenei.
Ela, obediente, abriu a boca pra me mostrar que tinha engolido até a última gota.
—Boa. Agora limpa ele — falei, empurrando a cabeça dela de volta pro meu pau.
Ela não precisou ouvir duas vezes e se dedicou a limpar cada milímetro da minha rola com afinco. Quando senti que tava perdendo a firmeza, empurrei ela pra longe.
—Já deu, rabuda. Pode ir fazer o que te der na telha até a hora do jantar. Quero a janta às oito — falei, me levantando.
—Sim, amo — respondeu ela, ainda ajoelhada na cama.
—Então vamo — mandei ela sair da cama com um tapa forte na bunda que deixou minha mão marcada de vermelho. Ela soltou um gritinho mistura de prazer, dor e surpresa e obedeceu na hora. Quando passou por mim, segurei ela um instante e meti a mão na buceta dela. Tava encharcada ainda.
—Você gozou? — perguntei.
—Não, amo — respondeu, baixando a cabeça como se temesse minha reação.
—Quer gozar?
—Só quero te agradar, amo.
—Isso não é resposta. Quer gozar, sim ou não?
—Sim, amo — admitiu.
—Beleza, ajoelha na beira da cama.
Ela fez na hora, deixando a raba exposta. Sem hesitar, enfiei dois dedos até o fundo na buceta melada dela, arrancando um grito de surpresa. Fodi ela com dois dedos até a buceta dela ficar tão molinha que enfiei um terceiro dedo. O corpo dela caiu pra frente, levantando ainda mais a bunda. Ela abafava os gritos e gemidos contra a colcha que os dedos dela agarravam com força. Com a outra mão, peguei no clitóris dela e torci, fazendo com que a intensidade dos gritos aumentasse. O corpo dela tremia num delírio de prazer e dor.
—Não ouse gozar até eu mandar — a ideia tinha partido dela mesma e eu queria ver no que dava.
—Não, amo — respondeu obediente.
—Abre mais as pernas.
Sem responder, fez o que eu mandava. Será que tinha esquecido ou estava me provocando pra levar um tapa? Por via das dúvidas, dei um tapa forte na bunda dela, que ainda mostrava a marca da palmada anterior. Ela tentou segurar um grito, mas não conseguiu direito, então abafou contra o lençol.
—Me avisa quando estiver prestes a gozar — avisei ao perceber que já fazia mais de um minuto que ela se contorcia de prazer, mordendo os lábios pra não gritar.
—Já faz um tempo que tô quase gozando, amo — confessou, ofegante.
—Então espera até eu querer que você goze — no fundo, queria ver aquele orgasmo segurado há tanto tempo. Então continuei masturbando ela por mais um minuto, intensificando o movimento dos meus dedos e as "carícias" no clitóris.
—Tá bom, putinha. Pode gozar.
Não precisei esperar resposta. O corpo dela arqueou enquanto as pernas tremiam, apertando minhas mãos enquanto ela soltava o orgasmo. Em nenhum momento parei de enfiar os dedos dentro da buceta dela, embora a outra mão tivesse perdido o clitóris. Os gritos de prazer morriam abafados no lençol, mas eu achava que dava pra ouvir no prédio inteiro. Fiquei alucinado. Nunca tinha visto uma explosão de prazer igual na minha vida. Era o orgasmo mais selvagem que já presenciei. Parecia que ela ia ter um ataque do coração. Mas a cara de satisfação dela dizia que não se importava de morrer assim. Ver ela aproveitando tanto fez minha virilidade despertar de novo. Fiquei tentado a foder ela de novo, mas tinha coisas pra fazer, então deixei pra depois do jantar.
—Como é que se diz?
—Obrigada, amo —respondeu com a respiração ofegante.
—Boa putinha. Se você se comportar, vai ter repeteco.
—Obrigada, meu senhor —repetiu, desmaiada.
Deixei ela e fui até a sala. Liguei os celulares e conferi as mensagens. Como esperava, o filho da puta tinha respondido. Pelo horário, ele respondeu no minuto em que leu minhas exigências. Não parecia se importar muito que outro cara tivesse comido a mulher dele. Éramos bem diferentes. Na verdade, eu não pretendia foder a mulher dele. A coitada não tinha culpa de ter um degenerado como marido. Disse a ele que deveria estar no hotel onde ele estava comendo a Bea no dia seguinte à tarde. A resposta não demorou. Um simples "ok" e a conversa acabou.
Comecei a planejar como conduziria a entrevista com a mulher dele. Entregava as fotos na cara assim que ela entrasse? Explicava tintim por tintim do que se tratava tudo aquilo? Decidi esperar para ver como a entrevista se desenrolava. Uma nova mensagem me tirou dos pensamentos. Abri o aplicativo e, em seguida, arregalei os olhos. Dizia ser a mulher do canalha.
—Me recuso a nos encontrarmos naquele hotelzinho de merda onde o Antonio leva as suas putinhas.
—Então? —perguntei após pensar por uns instantes.
—Hotel Condal. O horário quem decide é o senhor —respondeu na hora.
—Não é por nada, mas não tô a fim de gastar tanto —era o hotel mais caro da cidade, e embora eu pudesse bancar uma noite, era grana demais.
—Não se preocupe. Eu pago. Fechado?
—Tá certo —admiti, surpreso. A mina tava disposta a dar o cu pra outro e ainda pagar o hotel? Era inacreditável.
Cheguei em casa e pus a Bea a par dos meus planos. Não precisava fazer isso. Mas queria que ela soubesse que eu ia cuidar do desgraçado que abusou dela. De certa forma, eu fazia isso por ela, não só por mim. Pra vingá-la. Ela se sentiu humilhada, estuprada, e colocou o casamento dela em risco por causa daquele infeliz. O mínimo que ela merecia era esse pequeno ato de justiça.
—Você acha que tá certo? —perguntei a ela. Perguntei, quando terminei de contar meus planos.
—Sim, amo —respondeu, soluçando.
—E agora, por que você está chorando? —perguntei, surpreso.
—Porque você é bom demais, amo —soluçou de novo.
—Não entendi.
—Você tem todo o direito de transar com aquela mulher, amo…
—Para com esse negócio de amo por um instante, que não tô entendendo nada —interrompi.
—É que não posso te reprovar por transar com aquela mulher. E o Dom Antonio também não. E mesmo assim você é tão bom que não quer se aproveitar da sua posição.
—Ela não tem culpa nenhuma. Por que eu ia castigá-la pelo dano que o marido dela causou? Só vou mostrar com que filho da puta ela é casada.
—Mas ela tá disposta a pagar o preço que você impôs. E mesmo assim você não quer se aproveitar. Qualquer outro faria —respondeu, sem parar de chorar.
—Eu não sou qualquer outro —falei, levantando o queixo dela pra que me olhasse nos olhos—. Eu não me aproveito das fraquezas dos outros —naquele momento, pensei que estava mentindo como um canalha.
—Eu sei. Você é bom demais pra mim e sei que não mereço —reconheceu, desabando em lágrimas, inconsolável.
—Vamos. Para de chorar. A partir de amanhã, pode esquecer o Dom Antonio e a puta que o pariu —falei, acariciando o rosto dela com carinho sincero.
Não tava a fim de maltratá-la mais. Eu não era assim. Deixei a tarde passar sem pancadas nem maus-tratos de nenhum tipo. Depois do jantar, assisti um pouco de TV e deixei ela ver do chão, enroscada aos meus pés como uma putinha obediente. Embora quisesse senti-la do meu lado, aninhada contra meu corpo, tinha decidido que ela seria tratada como uma escrava e me forcei a cumprir isso. Pensei que talvez tivesse me precipitado na minha decisão.
—Tá com frio? —perguntei.
—Não, amo —respondeu. A voz dela, embora não mostrasse alegria, dizia que ela tava bem. Talvez ela curtisse mais a situação por se sentir humilhada do que eu, apesar de ter o poder.

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