A culpa foi da virada, mamãe 3

Aqui vai a terceira e, por enquanto, última parte. Tenho algo em mente pra continuar essa história. Mas por enquanto é pouca coisa pra montar um relato completo. Valeu por ler. Espero de coração que vocês gostem.

Acordamos virados num novelo de membros e torsos nus, nos aquecendo mutuamente como uma ninhada de coelhos — acho que a comparação é bem a calhar. Fui o primeiro a acordar. Uma das minhas mãos segurava um peito grande demais pra ser o meu. O mamilo tava duro. Acho que a dona ainda tava sonhando com a batalha da noite anterior.

Levantei a cabeça e o espetáculo que eu tinha na minha frente era maravilhoso. Queria acordar assim pra sempre. Duas mulheres gostosas abraçadas em mim e, entre elas, nós três misturados. As peles delas nuas pro prazer dos meus olhos.

Claro que eu tava com uma ereção matinal que ia sumir assim que eu fosse aliviar a bexiga, que era algo que tava me apertando naquele momento. Tentando não incomodá-las, fui me afastando do grupinho amoroso com cuidado.

Quando finalmente consegui, entrei no banheiro e descarreguei a bexiga com gosto antes de ir preparar o café da manhã. As duas mulheres que ainda dormiam mereciam. Tinham ganhado de sobra. Preparei café, fiz suco e umas torradas. Arrumei a mesa e, assim que ficou tudo pronto, entrei de novo no quarto. Eu ainda tava nu. Levantei um pouco a persiana pra deixar entrar uma claridade que acordasse elas sem ofuscar.

A primeira a abrir um olho foi minha mãe. Dei um beijinho de bom dia e ela respondeu sorrindo. Depois fiz o mesmo com a Nati. Ela ficou um momento sem reação, pensando onde tava. Quando o cérebro dela finalmente começou a funcionar na velocidade normal, pegou minha cara e também deixou um beijo nos meus lábios. Depois elas se beijaram com um beijinho. Ver aquilo fez meu pau ressuscitar. As duas perceberam e, brincando, se viraram pra mim, erguendo os peitos orgulhosas.

— Queria alguma coisa, querido? — perguntou a Tere me provocando.
— Vão ser Suas putinhas..." —respondi—. "Vim avisar que o café da manhã tá pronto. Mas se preferirem outra coisa no lugar do café..." —mostrei meu pau, balançando ele pra lá e pra cá.

As duas riram e, brincando, se levantaram. Assim como eu, estavam com a bexiga estourando, então Nati foi ao banheiro do meu quarto enquanto Tere usava o dela. Fui esperá-las na mesa. Elas não demoraram a aparecer, lindas na nudez, orgulhosas de exibir seus corpos perfeitos. Senti minha virilidade começando a despertar de novo. Por sorte pra mim, o tampo da mesa me escondia. Elas sentaram na minha frente.

—Puxa, como o homem da casa cuida da gente —disse Tere assim que viu a mesa posta.

—Pra mim, o garoto tá querendo nos enganar pra transar com a gente —brincou Nati.

—Mmmm... pode ser —admiti, entrando na brincadeira.

Elas prepararam umas torradas e se serviram de café.

—Temos cum? —perguntou Tere, olhando a mesa. Eu tinha esquecido de tirar da geladeira.

—É só pedir cum —respondi, levantando pra buscar.

—Olha só, aí vem ele —riu Nati, vendo meu pau já duro.

Tere também riu de montão.

—Vem cá. Passa por aqui que eu quero ele quentinho —disse, me chamando com a mão.

—Não tem coragem —desafiei, achando que era só brincadeira.

—Que não? Vai ver só —ela pegou minha mão e me puxou pra perto.

Sem esperar nada, enfiou meu pau na boca e começou a chupar como se a vida dela dependesse disso. Tive que me segurar, apoiando as mãos nos ombros dela. A visão já começava a ficar turva de prazer. Nati aproximou as duas xícaras e se colocou atrás de mim, apoiando os peitos nas minhas costas enquanto acariciava meu peito. Devo admitir que de manhã minha resistência é bem fraca. Isso, junto com a maestria da minha mãe, fez com que em uns três minutos eu já estivesse prestes a soltar tudo.

—Vou gozar —avisei.

—Solta tudo. Queremos seu cum —soou a voz melosa de Nati no meu ouvido. Tere olhou pra cima pra confirmar que eu tava mesmo a ponto de... gozar na boca dela.
Sem aguentar mais, gozei como se estivesse há um mês sem fazer isso. Tere manteve a boca fechada em volta do meu pau enquanto eu me esvaziava todo. Depois, ela se afastou devagar. As bochechas dela estavam inchadas com o conteúdo. Ela olhou sorrindo com os olhos para a Nati, que levantou as duas xícaras, indicando que também queria provar meu leite. Então, inclinou a cabeça sobre as xícaras e deixou o soro escorrer como um fio, dividindo entre as duas xícaras. Quando terminou, ofereceu a boca para a Nati, que se jogou ansiosa nela, se fundindo num beijo apaixonado para dividir as últimas gotas que ainda estavam na boca da Tere.
Depois, bem altivas, sentaram de novo à mesa, mexendo o café com calma enquanto não tiravam os olhos de mim. Eu olhava para elas, alternando, alucinado. Quando terminaram, levaram as xícaras aos lábios ao mesmo tempo e beberam, sem parar de me encarar com um brilho safado nos olhos que me deixava louco.
—Porra. Se me contassem, eu não acreditaria —admiti.
—Nunca aposte contra sua mãe, filhote —disparou Tere, sorrindo enquanto piscava um olho.
—Pode deixar que não vou. Prometo —jurei com a mão levantada. Aquelas duas mulheres eram a melhor coisa que podia ter acontecido na minha vida. Reconhecia que tinha muita sorte.
Seguimos tomando café da manhã normalmente, ou com toda a normalidade possível dadas as circunstâncias, enquanto fazíamos planos para o dia, quando percebi uma coisa.
—Porra, Nati. Esquecemos dos preservativos —confessei preocupado quando lembrei de repente.
—Ainda bem que, sabendo o que ia rolar depois do outro dia, comecei a tomar a pílula.
—É —disse Tere—. Ainda bem que alguém pensa um pouco. Se dependesse desse daqui, ele sairia por aí engravidando toda mulher que aparecesse na frente.
—Ei —protestei—. É que não é qualquer mulher que me serve.
—O que isso quer dizer? —perguntou Nati com uma sombra de preocupação no rosto.
—Quer dizer que preciso sentir algo mais do que atração. Pelo menos carinho.
—Você quer que a gente seja Namorados? —senti medo na voz dela.
—Não. Pra mim, o que a gente tem já basta. Mas é verdade que tenho carinho por você. Sempre nos demos bem, mesmo não sendo amigos íntimos. Ou não é assim?
—Ufa. Que susto. Eu também tenho carinho por você, quer dizer, por vocês. Mas por um momento achei que ia me pedir em casamento —ela disse bufando.
—Bom. Não seria um mau arranjo. Não é? —opinou minha mãe. —Aqui a gente viveria os três juntos, tipo comuna, e ninguém estranharia —ela falou antes de soltar uma gargalhada que a gente acompanhou. A verdade é que não me parecia uma ideia ruim. Mas, por via das dúvidas, fiquei calado.

Não sabia quanto tempo aquilo ia durar, mas tava disposto a aproveitar cada segundo. Me explicaram que a Nati tinha avisado em casa que ia dormir na casa de uma amiga, o que não era mentira, mesmo que não fosse a amiga que os pais dela imaginavam. Depois de um banho, ela foi embora depois de dar um beijão na boca de cada um de nós. A Tere e eu fomos tomar banho, cada um no seu banheiro, e eu vazei pra biblioteca. Sabia que em casa não ia conseguir me concentrar, e a verdade é que na biblioteca também não consegui. A todo instante vinham na minha mente as imagens da noite anterior como fogos de artifício de prazer que faziam meu pau ficar duro que nem pedra. Me forcei a focar nos apontamentos pra aquilo baixar. Custou, mas consegui. Quando saí pra almoçar, olhei o celular e tinha umas mensagens da minha mãe. Uma era perguntando o que eu queria comer. Na outra vinham duas fotos. Uma dos peitos dela e outra da buceta dela. Claro que respondi que de primeiro peitos e de segundo buceta. De sobremesa, adoraria o cu dela, mas sendo virgem era complicado e não queria estragar tudo por insistir.

—Já tô em casa —anunciei quando cheguei e larguei as chaves na porta.
Na hora, minha mãe apareceu pra me receber. Ela tava só com uma camiseta grande que mal escondia a xota dela e um sorriso.
—Pelo visto, você se acostumou a andar leve de roupa.
—Não gosta? —ela perguntou fazendo biquinho. mais falso que nota de três euros.
—Adorei —respondi, apertando-a contra mim para dar um beijo na boca, ao qual ela respondeu enfiando a língua na minha boca em busca da minha.
—Bom, então vamos pro primeiro —falei, pegando num peito.
—Menino! Mão quieta —protestou rindo, embora tenha mordido o lábio inferior num gesto de prazer.
—Não combinamos que era o primeiro? Já tô com vontade do segundo.
—Anda. Primeiro lava as mãos e vamos comer. Num prato —especificou morrendo de rir.
—Então por que você se vestiu assim?
—Não me vesti a manhã inteira. Adoro essa sensação de liberdade que dá vestir assim. Se não se importa, claro.
—Eu? Adoro. Acho que vou fazer o mesmo.
—Para o carro. Isso não quer dizer que vamos passar o dia trepando feito coelhos.
—Já começamos com as restrições? —perguntei preocupado.
—Não, amor. Mas também não vamos deixar de fazer outras coisas. A vida não se resume ao sexo. Se preferir, me visto mais formal.
—Não, mãe, não precisa. Você tem razão. Se preferir andar pelada pela casa, não me importo. Sério —garanti, dando um selinho.
—Tá bom. Então vamos comer —disse sorrindo enquanto saía em direção à cozinha.
Entrei no meu quarto e deixei minhas coisas em cima da cama pra lavar as mãos. Quando voltei, fiquei olhando pra cama. Será que não seria melhor passar a dormir com a minha mãe?
Quando sentamos à mesa, sugeri.
—Mãe. Uma pergunta… O que acha se a partir de agora a gente dividir a cama?
—Nossa. Na verdade, não tinha pensado nisso. Você gostaria?
—Pergunta sério? Adoraria.
—Não sei. Nunca dormi acompanhada. Bom, exceto esta noite passada —pensou em voz alta com um sorriso que a denunciava—. Deixa eu pensar. Tá bom?
—Tá bom —não queria forçar a situação, então não insisti. Deixei como uma simples ideia.
À tarde, liguei pra Nati e combinamos de tomar algo. Queria agradecer por ela ter perdoado minha mãe e por tê-la convencido a Dei rédea solta aos desejos dela. Ela me garantiu que não tinha sido difícil. Na real, minha mãe tava morrendo de vontade que alguém desse aquele empurrãozinho pra ela se jogar de cabeça nos meus braços. A sociedade impõe umas regras que às vezes vão contra nossos desejos, e é foda se sentir livre pra quebrar essas regras. Pra minha mãe, tinha sido uma libertação. E tenho certeza que meter a Nati nas nossas brincadeiras foi um sonho realizado.

— Aliás — perguntei com genuína curiosidade —. O que foi feito do Toni?
— Toni? Ah. Já sei quem cê tá falando. Nada. Esse aí foi um rolo de uma noite e você já viu pra que serviu — ela disse morrendo de rir ao lembrar.
— E como é que eu não fui só mais um rolo também? — tava com verdadeira curiosidade. Ela podia pegar os caras que quisesse. Bastava estalar os dedos pra ter eles aos pés dela.
— Você foi diferente dos outros. Por isso que eu tava afim de repetir a dose com você — confessou com um leve rubor nas bochechas.
— Diferente? Em quê? — a confissão dela me pegou de surpresa.
— Você foi o único até agora que se preocupou em me satisfazer. Todos os caras que conheci se gabam do pau e acham que com um tamanho bom já tá mais que satisfeita. Na real, o que eles fazem é só se masturbar usando seu corpo. Você foi o único cara que conheci que me acariciava pra me dar prazer. Tentava que eu curtisse tanto quanto você o sexo. Queria que eu gozasse também. E por isso conseguiu. Você não é o mais dotado dos caras que já conheci. Mas com certeza é o melhor que já transei. Por isso que gosto de fazer com você — meu ego foi pras estrelas. Nunca esperava essa resposta.
— Caralho… Acho que você me deixou sem palavras. Não esperava essa resposta — e era sincero.
— Ah, seu bobo. Não vai pensar que eu me apaixonei por você — me avisou rindo —. Mas gosto do jeito que você faz. Por isso comecei a tomar a pílula. Vou te espremer até o talo — disse divertida, piscando um olho.

Era fácil conversar com ela. Era uma mulher simples, divertida, aberta, sem papas na língua e que chamava as coisas pelo nome. Vamos chamar as coisas pelo nome. Não teria sido difícil se apaixonar por ela. Mas o que a gente tinha ia além do amor. Era uma sintonia total. A gente se entendia perfeitamente e não tinha tabus. Eu tava encantado e acho que ela também.
As férias de Natal acabaram e voltamos à rotina de trabalho. Eu pros estudos, minha mãe pro trabalho dela num escritório e a Nati... A Nati não tinha parado de trabalhar durante as férias todas. Ela trabalhava num shopping e o começo das liquidações fez com que a gente não a visse tanto. Porque minha mãe e ela se pegavam sempre que podiam. Às vezes nós três dividíamos a cama. Mas na maioria das vezes era eu e minha mãe que nos devorávamos de beijos e carícias. Finalmente minha mãe concordou em dividirmos a cama e a gente costumava dormir abraçados.
Às vezes a gente deitava de conchinha e, sem conseguir evitar, eu acabava de pau duro com meu pau encostado na bunda da minha mãe. Ela costumava pegar nele e ajeitava pra que ele acariciasse a racha dela. Ela se esfregava nele e acabava dormindo. E eu com uma dor no saco de campeonato. Às vezes eu me perguntava se o que ela queria era que eu comesse ela dormida, mas descartei essa ideia. Se quisesse ação, tinha pegado e enfiado até o fundo.
O inverno acabou e chegou a primavera. Foi difícil me concentrar nos estudos, mas consegui passar em tudo, embora as notas tenham caído um pouco. Minha mãe não me recriminou porque sabia muito bem qual tinha sido o motivo. Mas me avisou que se eu repetisse, o sexo acabava pra eu me concentrar nos estudos. Não precisei de mais aviso. Por mais que custasse, eu tinha que passar. O castigo pra mim seria pesado demais.
Um dia, em abril, minha mãe me surpreendeu.
Eu tava em casa quando ela chegou do trabalho. Me cumprimentou com um selinho e deixou as coisas dela no quarto. Como o dia tava quente, ela tomou um banho e depois vestiu só uma camiseta velha que usava em casa pra ficar mais confortável. Quando acabou, veio pra sala e sentou do meu lado.
—Manu. Quero te contar uma coisa —meu coração deu um pulo. Será que eram más notícias?—. Andei pesquisando na internet porque quero experimentar uma parada.
—Que parada? Olha que metade do que você acha por aí é mentira.
—Quero experimentar sexo anal. Mas você tem que me prometer que vai deixar eu tomar as rédeas. Quero fazer no meu ritmo. E se não der, a gente para. Combinado?
—Claro. O que você mandar —só de pensar já tava ficando de pau duro.
Sem dizer mais nada, ela levantou e pegou uma cadeira na cozinha.
—Vem —me chamou—. Tira a roupa e senta aqui.
Eu fiz o que ela pediu e esperei. Ela tirou a camiseta e sentou no meu colo sem deixar meu pau entrar nela. Ainda não tava excitada o suficiente. A gente se beijou e começou a se acariciar. Não demorou pra temperatura subir. Eu já tava feito um jumento e minha mão sentiu que ela também tava escorrendo. Nessa hora, ela sentou em cima de mim fazendo a buceta dela envolver meu pau. Ficou parada, bem empalada até o fundo, de olhos fechados. Aproveitando cada milímetro de contato entre nossos sexos. Depois de uns segundos, pegou minha mão e levou até a boca. Chupou meu dedo indicador deixando bem babado e levou ele pro cu.
Entendi o que ela queria e enfiei devagar, olhando pra cara dela. Os olhos dela continuavam fechados. Mas a expressão mudou. As sobrancelhas franziram um pouco ao sentir o intruso nas entranhas. Mas relaxou na hora.
—Mete mais um —sussurrou no meu ouvido com voz rouca de tesão.
Não precisei ouvir de novo e empurrei devagar até entrar tudo. Aí comecei a mexer pra frente e pra trás, fodendo ela com o dedo. Devagar, o cu dela foi relaxando. Ela se mexia levemente pra sentir meu pau mais fundo na buceta dela. Mas fazia devagar pra prolongar o máximo possível o contato.
—Outro. Mete mais um —pediu sem abrir os olhos.
Lubrifiquei outro dedo e comecei a penetrar ela. com os dois. As sobrancelhas dela se franziram de novo, ela soltou um gritinho de dor e eu parei, com medo de machucar.
—Não para. Continua —ela pediu.
—Você gosta?
—Mmmm… Adoro —admitiu—. Você tá mandando muito bem. Continua assim.
Animado, continuei enfiando os dois dedos sem perder o rosto dela de vista. Era o reflexo perfeito do prazer. De repente, ela abriu a boca e procurou a minha pra abafar um grito que virou um gemido, mistura de dor e prazer. A gente continuou se beijando enquanto eu comia o cu dela com os dedos por uns dois minutos. Aos poucos, o cu dela foi relaxando até os gemidos serem de prazer puro.
—Acho que já tá pronto pra você meter —ela disse puxando minha mão. Quando sentiu os dedos escorregando pra fora, escapou um suspiro e as pernas dela ficaram duras.
—Uuuuu… —ela exclamou com os olhos arregalados de surpresa com uma sensação que não esperava—. Essa eu não tava esperando —disse quando os dedos saíram de vez.
—Parece que seu cu é mais sensível do que você imaginava.
—Parece que sim, né.
—Vem —ela me chamou pegando na minha mão.
Ela sentou na mesa da sala e se deitou de costas, deixando o cu na beirada. Depois, puxou as pernas pra cima segurando com as mãos, me mostrando a buceta aberta e o cu pronto pra me receber.
—Vem. Mete —ela me convidou. A visão da buceta molhada dela era fantástica.
Eu me aproximei e encostei a ponta da minha rola no buraco que me esperava pulsando. Segurei ela pelos quadris e comecei a empurrar. O rosto dela se contraiu numa careta de dor. Ainda não tinha entrado quase nada.
—Quer que eu pare?
—Não —ela negou balançando a cabeça com força—. Devagar, mas não para. Eu aviso se não aguentar.
Continuei empurrando com medo de machucar. O rosto dela ainda tava tenso, mas ela pedia mais. Quando a cabeça toda entrou, parei por um instante. A expressão dela tinha relaxado um pouco. Ela respirava acelerado. Eu tirei uma mão dos quadris dela e comecei a acariciar o clitóris dela. Isso pareceu dar mais coragem pra ela continuar. —Obrigado, amor. Isso é tão gostoso. Empurra mais um pouco — ela sorriu, quase desmaiando.
Empurrei de novo, devagar. Ela estava bem apertada, mas não reclamava. A respiração dela estava ofegante. Custava, mas ela queria aquele pedaço de carne enterrado até o fundo do cu dela. E eu não ia decepcioná-la, claro. Acelerei o movimento do meu dedo no clitóris dela pra que o prazer abafasse a dor o máximo possível.
— Mais, mais — ela pedia quando eu parava um segundo pra dar tempo do cu dela se acostumar com minha pica.
Assim, aos poucos, o tronco inteiro entrou até minhas bolas baterem na bunda dela. Aí parei, deixando o ânus se adaptar ao intruso. Meu dedo largou o botão do prazer e começou a cutucar o interior da buceta dela, num vai e vem lento mas constante.
— Vai fundo — ela me convidou, decidida.
Comecei a bombar devagar enquanto o cu terminava de se acostumar com minha pica. Aos poucos, os gemidos de dor foram virando uivos de prazer. Ela soltou as pernas pra se agarrar na borda da mesa, tentando acelerar minhas estocadas. Percebendo isso, eu tirava quase tudo e metia de novo de uma vez. Os gemidos dela ficavam cada vez mais altos. Dava pra ver que ela tava começando a curtir de verdade. Eu continuei masturbando a buceta dela sem parar.
— Vou gozar, amor. Mamãe vai gozar — ela disse, ofegante, com os olhos arregalados.
— Goza. Goza pra mim — incentivei —. Eu também tô quase lá.
— Então me enche. Enche o cu da sua mãe — o vocabulário dela ficava mais obsceno a cada segundo, me excitando mais —. Dá tudo pra mamãe. Dá pra mim.
Finalmente, o orgasmo dela chegou. O corpo dela arqueou feito uma ponte quando todos os sentidos explodiram, o cu dela se contraiu como se quisesse arrancar minha pica e relaxou de novo em seguida. Continuei bombando, sabendo que faltavam segundos pra eu soltar tudo. Ela se contorcia de prazer enquanto eu enfiava e tirava meu pau dentro do cu dela, prolongando o orgasmo dela. No fim, não aguentei mais e, de uma só vez... Empurrei com força até o fundo, arrancando um gemido longo de prazer da minha mãe enquanto minhas bolas se esvaziavam completamente dentro do cu dela.
— Consigo sentir — disse ela. — Consigo sentir sua porra dentro de mim. Que prazer, meu Deus. Isso é incrível.
Esperei até não sobrar nada dentro de mim. Então tirei devagar, aproveitando também aquele momento.
— Uuuuuhhh — ela exclamou num suspiro, fechando os olhos ao sentir meu pau deslizando para fora dela.
Peguei suas mãos e ajudei ela a se levantar. Quando ela apoiou a bunda na mesa, soltou um gemido.
— Porra. Acho que vou demorar pra sentar.
Beijei ela para calar suas reclamações. Ela respondeu, procurando ansiosa minha língua.
— Gostou, amor? — perguntou sorrindo.
— Adorei — garanti, sincero. — E você?
— Ufff. Foi incrível — respondeu. — Ter esse pedaço de carne todinho dentro de mim enquanto você enfiava os dedos na frente foi… incrível.
— Mas incrível no bom sentido ou no ruim? — perguntei só por perguntar. Achava que sabia a resposta.
— O que você acha? Por acaso te mandei parar? — respondeu, me olhando como uma gata enquanto procurava minha boca de novo.
Ficamos um tempo abraçados, nos beijando com vontade. Depois, ela escondeu o rosto no meu ombro, tentando recuperar o fôlego.
— Você é maravilhoso, Manu. Te amo, filho — sussurrou no meu ouvido.
— E eu amo você, mãe. Não poderia ter uma mãe mais maravilhosa.
— Por que eu deixo você me comer no cu? — perguntou, brincalhona.
— Isso também. Pra que negar? — Os dois rimos da resposta.

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