Oi, me chamo Raúl, tenho 34 anos e moro na Argentina, sou casado, nunca pensei nem em ficar com um homem, mas a situação era difícil e tive que aceitar. Isso aconteceu há 3 anos, por questões de trabalho tive que ir pro interior trabalhar numa cidade bem chata e solitária. Lá conheci José, um homem robusto e grisalho, meio barrigudo. Ele alugava quartos e a gente combinou que eu pagaria quando terminasse meu serviço, e ele topou.
Com o passar dos meses, tudo seguia normal, mas segundo os boatos, José gostava de comer homens e oferecia grana pra isso. A questão é que terminei meu tempo de trabalho naquela cidade e me pagaram a jornada certinho, mas no caminho até o aluguel, o envelope com o dinheiro caiu de mim. Quando fui pagar o aluguel, percebi e José ficou puto no começo. Voltei pelo caminho que vim e não consegui achar.
Volto pra casa de José e tento resolver, oferecendo meu celular como parte do pagamento e meu notebook pra cobrir a dívida e ele me dar uma grana pra voltar pra minha província. Ele disse que ia pensar, fui pro meu quarto e não sabia o que fazer, tava desesperado. Foi aí que recebi uma mensagem no meu WhatsApp, era o José.
J: Oi Raúl, sou o José, olha, pensei na sua proposta e acho que não vou aceitar, mas tem solução.
Eu: Senhor, mil desculpas, o que aconteceu me deixou mal, aceita esses aparelhos e assim eu posso ir embora.
J: Te falei que tem solução, se você aceitar.
Eu sabia onde isso ia dar, então perguntei qual era a solução e ele disse...
J: Você tem uma boca bonita, especial pra chupar pau, e essa bundinha pequena me chama atenção, o que me diz?
Eu: Mas, não dá pra aceitar o que tô oferecendo?
J: Não, você sabe o que fazer. Pensa, tem até as 22:00.
Fiquei pensando, eram 20:30 e saí pra tentar vender meu celular e o notebook, mas não deu certo. Voltei pro quarto lá pelas 21:40. Não sabia o que fazer, sem grana não dava pra fugir. E às 22:00 em ponto, sinto baterem na minha porta. Sabia que era o José. Abri a porta e lá estava ele...
J: Vim buscar o dinheiro do aluguel
Eu: Saí pra vender minhas coisas, mas não consegui. Aceita elas, por favor
J: Não quero isso, o que eu vou fazer com essas merdas? Anda, quero o dinheiro ou você já sabe.
Eu: Por que tem que ser assim? Sou homem e nunca fiquei com outro homem.
José sai e volta um tempo depois com umas cervejas e uma caixa, só de short, sem camisa, e me fala pra gente tomar uns tragos e ver pornô. Não tive escolha a não ser aceitar. Sentamos no sofá e ele colocou os vídeos que trouxe na caixa, era pornô gay. Enquanto a gente via, tomávamos cerveja e, sem perceber, meu pau ficou duro. Não podia acreditar, e o José percebeu.
J: Viu só, cê gosta, vagabundo.
Eu só ri e continuei olhando. Nisso, ele puxa o pau dele e começa a se tocar. Olhei e não era tão grande, uns 17 cm ou 18 cm no máximo. Ele viu que eu olhei e falou...
J: Gostou do meu pau?... Levanta, quero ver o seu.
Eu: Beleza, então... tiro meu pau, que tem uns 20 cm...
J: Cê tem um pau bonito, vagabundo, vai, toca ele... vira de costas.
Me virei e senti ele se levantar de repente e colar em mim pelas costas. Senti o pau quente dele na altura da minha bunda. Ele passou a mão na minha frente, pegou meu pau e me fez uma punheta até eu quase gozar. Me deixou todo excitado. Me virei e ele me segurou pelos ombros e me fez ajoelhar, deixando o pau duro dele na altura do meu rosto.
J: Olha o vídeo, como aquele cara chupa pau, é assim que eu quero, vai...
Olhei o vídeo e copiava o que ele fazia, já que o tesão tinha me vencido. Comecei a lamber as bolas dele, o tronco e a cabecinha devagar. Não era tão ruim. Peguei o pau e comecei a chupar mais rápido, enfiando tudo. Não podia acreditar no que tava fazendo, tinha um pau na minha boca e eu chupava como se gostasse.
J: Ah, sim, sua puta gostosa, sabia que essa boca ia ser maravilhosa. Vai, chupa, vagabundo, vai, não para.
Fiquei chupando e chupando até ele me mandar ficar de quatro no sofá. Fiquei com um pouco de medo, mas ele quase me obrigou a ficar naquela posição. De repente, vejo ele tirar um pote de vaselina de uma caixa e passar nos dedos e na cock. Pensei: chegou a hora. Ele se ajoelhou e me surpreendeu, começou a chupar meu buraco. Foi uma sensação única mesmo. Depois de um tempo chupando meu buraco, começou a enfiar os dedos. Doeu um pouco, mas ele falou pra eu não fazer força, deixar relaxado. E eu fiz isso. Sentia a outra mão dele roçando meus mamilos, e isso me deixou ainda mais tesuda. Falei pra ele:
Eu: Uhm, vai logo, não aguento mais, quero que você me coma, me dá essa cock
J: Viu, promíscua, sabia que você ia gostar. Se prepara que vou te comer bem gostoso, você vai adorar
Eu: Sim, vai, me come que não aguento mais...
J: Isso, promíscua, mas me chama de papai, que eu gosto...
Senti a cabecinha no meu buraco, mas ele não enfiava. Ficava roçando, roçando, e isso me deixou louca de tesão.
Eu: Vai, papai, me come, não aguento, me dá essa cock dura
Quando falei isso, ele começou a enfiar devagar. Primeiro a cabecinha, e ficou parado. Depois foi enfiando até a metade e parou de novo, pra meu buraco se acostumar. De repente, enfiou tudo de uma vez, e eu gritei. Ele tapou minha boca com a mão e falou...
J: Tá aí toda minha cock dentro, promíscua. Que gostoso, bem apertadinho. Mas vou arrebentar essa bunda minúscula na pica.
Eu: Dói, papai, não quero mais
J: Nada de não quero mais. Vou te comer, promíscua. Vou arrebentar você direitinho.
Dito isso, ele segurou minha cintura e começou a me comer devagar. Tirava e enfiava a cock suavemente, depois mais rápido, mais rápido...
J: Que gostoso, promíscua. Ah, sim, que delícia de sentir
Eu: Uhm, já, papai, não, não para, me come, que delícia de cock, que gostoso
J: Você gosta, promíscua? Fala, fala que você gosta, viado de merda
Eu: Sim, papai, eu gosto, adoro como sua cock se sente
J: Ah, sim, promíscua, como eu amo essa bunda minúscula. Agora é minha...
Eu: Sim, papai, é sua bunda minúscula. Sou sua promíscua. Enterra essa cock em mim, vai, papai, me come com força
Ficou me comendo por uns 15 minutos intermináveis, até que ele falou:
J: Goza a volta que você vai engolir meu leite
Eu me viro, sento e ele segura minha cabeça enfiando o pau na minha boca, me comendo por ali, até sentir que ele tá quase gozando.
J: Aí vem seu leite, puta promíscua, vou fazer você engolir tudo, aí sai, viadinho.
Sinto um jorro enorme que chega na minha garganta, quase me engasgando, ele não me solta e todo o leite dele acaba ali, saindo até um pouco pelo meu nariz. Engoli tudo e ele cai exausto no sofá, o pau dele ainda meio duro, e eu chupo de novo.
Olho e o vídeo ainda tá rolando, eu me masturbo e solto muito leite, ele vê e manda eu limpar aquele leite do chão com a língua, e eu obedeço. Nessa hora, sinto ele se levantar e, do jeito que eu tava de quatro, ele enfia de novo, me comia sem parar até encher meu cu de leite... me deu um tapa na bunda e disse que a dívida tava paga e que isso não ia acabar.
Com o passar dos meses, tudo seguia normal, mas segundo os boatos, José gostava de comer homens e oferecia grana pra isso. A questão é que terminei meu tempo de trabalho naquela cidade e me pagaram a jornada certinho, mas no caminho até o aluguel, o envelope com o dinheiro caiu de mim. Quando fui pagar o aluguel, percebi e José ficou puto no começo. Voltei pelo caminho que vim e não consegui achar.
Volto pra casa de José e tento resolver, oferecendo meu celular como parte do pagamento e meu notebook pra cobrir a dívida e ele me dar uma grana pra voltar pra minha província. Ele disse que ia pensar, fui pro meu quarto e não sabia o que fazer, tava desesperado. Foi aí que recebi uma mensagem no meu WhatsApp, era o José.
J: Oi Raúl, sou o José, olha, pensei na sua proposta e acho que não vou aceitar, mas tem solução.
Eu: Senhor, mil desculpas, o que aconteceu me deixou mal, aceita esses aparelhos e assim eu posso ir embora.
J: Te falei que tem solução, se você aceitar.
Eu sabia onde isso ia dar, então perguntei qual era a solução e ele disse...
J: Você tem uma boca bonita, especial pra chupar pau, e essa bundinha pequena me chama atenção, o que me diz?
Eu: Mas, não dá pra aceitar o que tô oferecendo?
J: Não, você sabe o que fazer. Pensa, tem até as 22:00.
Fiquei pensando, eram 20:30 e saí pra tentar vender meu celular e o notebook, mas não deu certo. Voltei pro quarto lá pelas 21:40. Não sabia o que fazer, sem grana não dava pra fugir. E às 22:00 em ponto, sinto baterem na minha porta. Sabia que era o José. Abri a porta e lá estava ele...
J: Vim buscar o dinheiro do aluguel
Eu: Saí pra vender minhas coisas, mas não consegui. Aceita elas, por favor
J: Não quero isso, o que eu vou fazer com essas merdas? Anda, quero o dinheiro ou você já sabe.
Eu: Por que tem que ser assim? Sou homem e nunca fiquei com outro homem.
José sai e volta um tempo depois com umas cervejas e uma caixa, só de short, sem camisa, e me fala pra gente tomar uns tragos e ver pornô. Não tive escolha a não ser aceitar. Sentamos no sofá e ele colocou os vídeos que trouxe na caixa, era pornô gay. Enquanto a gente via, tomávamos cerveja e, sem perceber, meu pau ficou duro. Não podia acreditar, e o José percebeu.
J: Viu só, cê gosta, vagabundo.
Eu só ri e continuei olhando. Nisso, ele puxa o pau dele e começa a se tocar. Olhei e não era tão grande, uns 17 cm ou 18 cm no máximo. Ele viu que eu olhei e falou...
J: Gostou do meu pau?... Levanta, quero ver o seu.
Eu: Beleza, então... tiro meu pau, que tem uns 20 cm...
J: Cê tem um pau bonito, vagabundo, vai, toca ele... vira de costas.
Me virei e senti ele se levantar de repente e colar em mim pelas costas. Senti o pau quente dele na altura da minha bunda. Ele passou a mão na minha frente, pegou meu pau e me fez uma punheta até eu quase gozar. Me deixou todo excitado. Me virei e ele me segurou pelos ombros e me fez ajoelhar, deixando o pau duro dele na altura do meu rosto.
J: Olha o vídeo, como aquele cara chupa pau, é assim que eu quero, vai...
Olhei o vídeo e copiava o que ele fazia, já que o tesão tinha me vencido. Comecei a lamber as bolas dele, o tronco e a cabecinha devagar. Não era tão ruim. Peguei o pau e comecei a chupar mais rápido, enfiando tudo. Não podia acreditar no que tava fazendo, tinha um pau na minha boca e eu chupava como se gostasse.
J: Ah, sim, sua puta gostosa, sabia que essa boca ia ser maravilhosa. Vai, chupa, vagabundo, vai, não para.
Fiquei chupando e chupando até ele me mandar ficar de quatro no sofá. Fiquei com um pouco de medo, mas ele quase me obrigou a ficar naquela posição. De repente, vejo ele tirar um pote de vaselina de uma caixa e passar nos dedos e na cock. Pensei: chegou a hora. Ele se ajoelhou e me surpreendeu, começou a chupar meu buraco. Foi uma sensação única mesmo. Depois de um tempo chupando meu buraco, começou a enfiar os dedos. Doeu um pouco, mas ele falou pra eu não fazer força, deixar relaxado. E eu fiz isso. Sentia a outra mão dele roçando meus mamilos, e isso me deixou ainda mais tesuda. Falei pra ele:
Eu: Uhm, vai logo, não aguento mais, quero que você me coma, me dá essa cock
J: Viu, promíscua, sabia que você ia gostar. Se prepara que vou te comer bem gostoso, você vai adorar
Eu: Sim, vai, me come que não aguento mais...
J: Isso, promíscua, mas me chama de papai, que eu gosto...
Senti a cabecinha no meu buraco, mas ele não enfiava. Ficava roçando, roçando, e isso me deixou louca de tesão.
Eu: Vai, papai, me come, não aguento, me dá essa cock dura
Quando falei isso, ele começou a enfiar devagar. Primeiro a cabecinha, e ficou parado. Depois foi enfiando até a metade e parou de novo, pra meu buraco se acostumar. De repente, enfiou tudo de uma vez, e eu gritei. Ele tapou minha boca com a mão e falou...
J: Tá aí toda minha cock dentro, promíscua. Que gostoso, bem apertadinho. Mas vou arrebentar essa bunda minúscula na pica.
Eu: Dói, papai, não quero mais
J: Nada de não quero mais. Vou te comer, promíscua. Vou arrebentar você direitinho.
Dito isso, ele segurou minha cintura e começou a me comer devagar. Tirava e enfiava a cock suavemente, depois mais rápido, mais rápido...
J: Que gostoso, promíscua. Ah, sim, que delícia de sentir
Eu: Uhm, já, papai, não, não para, me come, que delícia de cock, que gostoso
J: Você gosta, promíscua? Fala, fala que você gosta, viado de merda
Eu: Sim, papai, eu gosto, adoro como sua cock se sente
J: Ah, sim, promíscua, como eu amo essa bunda minúscula. Agora é minha...
Eu: Sim, papai, é sua bunda minúscula. Sou sua promíscua. Enterra essa cock em mim, vai, papai, me come com força
Ficou me comendo por uns 15 minutos intermináveis, até que ele falou:
J: Goza a volta que você vai engolir meu leite
Eu me viro, sento e ele segura minha cabeça enfiando o pau na minha boca, me comendo por ali, até sentir que ele tá quase gozando.
J: Aí vem seu leite, puta promíscua, vou fazer você engolir tudo, aí sai, viadinho.
Sinto um jorro enorme que chega na minha garganta, quase me engasgando, ele não me solta e todo o leite dele acaba ali, saindo até um pouco pelo meu nariz. Engoli tudo e ele cai exausto no sofá, o pau dele ainda meio duro, e eu chupo de novo.
Olho e o vídeo ainda tá rolando, eu me masturbo e solto muito leite, ele vê e manda eu limpar aquele leite do chão com a língua, e eu obedeço. Nessa hora, sinto ele se levantar e, do jeito que eu tava de quatro, ele enfia de novo, me comia sem parar até encher meu cu de leite... me deu um tapa na bunda e disse que a dívida tava paga e que isso não ia acabar.
1 comentários - Para pagar el alquiler tuve que mamarla y entregar la cola