Infiel por natureza 6

A história que vou contar hoje é de como consegui meu emprego no depósito de roupas logo depois que terminei meu relacionamento com o Andrés. Eu tinha terminado meus estudos, então decidi procurar um trampo pra ganhar dinheiro e não depender dos meus pais. Procurei nos jornais até encontrar uma vaga interessante: era pra lidar com documentos e finanças, algo que eu era boa — não a melhor, mas mandava bem no serviço.

Me vesti de forma formal: uma calça preta que apertava minha bunda e deixava ela bem redondinha e durinha à mostra. Coloquei uma fio dental preta e um sutiã preto, e usei uma blusa branca decotada que não deixava meus peitos muito descobertos, mas mostrava eles bem redondinhos. O lugar ficava no centro da cidade, tinha todo tipo de comércio e gente; de dia era bem movimentado, mas de noite era perigoso passar por lá, porque tinha muita criminalidade na região.

Cheguei no endereço e vi que era um depósito grande de dois andares, que se destacava bem em comparação com os outros negócios da área. Eram 7 da manhã quando cheguei pra entregar meu currículo. Quando ia entregar na recepção, encontrei o dono do depósito em pessoa. É um senhor magro, de cabelo grisalho, muito bonito fisicamente, alto, dava pra ver que se vestia muito bem e cheirava deliciosamente. Ele se chama Daniel.

😨 Moça, bom dia, prazer, me chamo Daniel, sou o chefe. Você veio entregar seu currículo?
S: Sim, senhor, bom dia, prazer, me chamo Sofia, e vim me candidatar pra vaga de assistente que vi no jornal.
😨 Perfeito, por favor, me acompanhe até meu escritório. Vou fazer a entrevista agora mesmo.

Acompanhei ele até o escritório no segundo andar. Pelo que pude ver, a maioria dos funcionários era homem, com uma ou duas mulheres. Isso sim, tinha muitos clientes. Quando subi pro segundo andar, entramos no escritório, ele mandou eu sentar e começamos a conversar sobre minha vida. Ele perguntou sobre meus estudos e Coisas assim, nessa hora ligaram no celular dele e ele falou que precisava ir, mas disse que se não fosse muito incômodo, a gente se encontrasse na casa dele às 7 da noite. Eu aceitei, e ele falou que não costumava fazer esse tipo de coisa, mas que como eu correspondia às expectativas dele, ia abrir essa exceção pra mim.

Chegando na hora da entrevista, peguei um táxi e fui pro endereço que ele tinha me dado. Ele morava num dos bairros residenciais mais ricos da cidade. Quando cheguei na casa dele, à primeira vista parecia uma mansão. Pra ir na entrevista com o Dom Daniel, eu alisei meu cabelo, que batia no limite do meu quadril, coloquei uma fio dental branca bem fininha que sumia no meio da minha bunda, um sutiã roxo de renda, um vestido branco justo, não muito curto, mas que deixava ver minha bunda firme e redonda, e uns saltos. Bati na porta e o Dom Daniel abriu. Ele estava vestido igual quando a gente se viu de manhã. Me olhou dos pés à cabeça, mandou eu entrar e sentar na sala. Sentei e ele perguntou se eu queria beber alguma coisa. Falei que um rum tava bom. Ele serviu, sentou e continuou me fazendo perguntas. Ele perguntou:

😨 E me diz, Sofia, por que eu deveria te contratar?
S: Porque me sinto capacitada pra cumprir todas as minhas funções. Tenho disposição pra fazer tudo o que o senhor mandar. O chefe é o senhor, e o senhor é quem manda. Eu vou estar sempre à sua disposição pro que o senhor precisar.

😨 Tudo o que eu pedir?

O tempo passou e a gente continuou conversando de um jeito mais amigável, digamos assim. E conforme o tempo passava, os drinks também aumentavam. Enquanto a gente conversava, ele falou que o emprego era meu e que amanhã era pra eu ir assinar meu contrato. Os exames eu podia fazer no decorrer da semana. Ele disse que o pagamento seria bom, dependendo de como eu me saísse no meu cargo. De forma cômica, ele me pergunta qual deveria ser a primeira ordem que ele deveria me dar. E de forma sarcástica, já com os Uns bebidas subindo, porque isso sim, quando o álcool sobe na cabeça, eu fico uma putinha. De forma sarcástica, falei pra ele: "Se o senhor me mandar chupar seu pau, eu ajoelho na hora e chupo". E fiz o sinal de boquete com a boca. Ele ficou me encarando e a gente começou a rir. Aí, pra disfarçar, pedi desculpas pro Dom Daniel.

Ele abaixou a calça e disse: "Não precisa se desculpar por isso. Vem chupar." Puxou o pau pra fora, tava mole, mas parecia grande. Não muito grosso, mas cabeçudo e cheio de veia. Eu levantei meu vestido pra ele ver minhas pernas no auge e o fio dental que deixava metade da minha buceta de fora. Sentei no sofá do lado dele e me curvei pra começar a chupar o pau. Primeiro, lambi os ovos dele. Em segundos, o pau ficou duro e firme que nem uma barra de metal. Tinha uns 20 cm, o pau era torto e as veias apareciam muito. Adorei aquilo. Me preparei pra chupar aquela pica toda, inteira na minha boca. Ele acariciava minha bunda e, com as mãos, guiava minha cabeça pra eu chupar no ritmo dele. Depois, com a ponta da língua, comecei a fazer círculos e movimentos lentos, de cima pra baixo, na cabeça do pau dele. Ele gemia de prazer, e eu adorava ouvir como ele gostava da minha chupada.

Fiquei uns bons minutos com o pau inteiro na boca, fazendo garganta profunda. Já tava engasgando, mas aguentava bem. Ele soltou minha cabeça e se levantou. Quando tirou o pau da minha boca, eu recuperei o fôlego. Ele me passou uma camisinha e mandou eu colocar enquanto ele tirava o resto da roupa. Coloquei a camisinha na boca e pus nele. Tirei o vestido e o sutiã, mas fiquei de salto. Ele me virou, me colocou de quatro no sofá, puxou o fio dental pro lado e meteu. Enquanto metia, eu perguntava:

S: Dom Daaaniellll, o senhor não tem esposa ou família?
😨 Uffa, não, mami. Sou separado, não se preocupa com isso. Enquanto o Dom Daniel enfiava tudo na minha buceta, ele ficava dando tapas na minha bunda, isso me deixava mais excitada, eu rebolava em círculos, e ele dizia que eu mexia muito gostoso, que se as coisas fossem sempre assim, eu ia me dar muito bem. Como eu sabia que ninguém ia chegar em casa, eu gemia alto, e ele metia mais forte, só se ouvia meus gemidos e o barulho das bolas dele batendo na minha bunda, pá, pá, pá, parecendo palmas. Depois de dez minutos me comendo gostoso pela buceta, ele perguntou se podia meter no meu cu. Eu disse: "Dom Daniel, eu sou sua, meta onde quiser". Mal acabei de falar, ele enfiou tudo de uma vez. Eu mordi os lábios e comecei a sentir um orgasmo gostoso. Depois de cinco minutos metendo no meu cu, gozei jorrando em cima dele. Dom Daniel tirou a camisinha e começou a bater uma na minha frente. Eu me ajoelhei e me preparei pra receber aquele leitinho gostoso que eu tanto amo. Recebi toda a descarga dele no meu rosto, boca e peitos. Engoli todo o leite que consegui e comecei a chupar meus próprios peitos pra lamber o leite que tinha caído ali.

Dom Daniel disse que eu podia tomar banho no banheiro dele pra me limpar. Tomei banho, me vesti, me despedi dele, e ele falou pra eu ir no dia seguinte acertar meu contrato. Fui pra casa e no dia seguinte me apresentei no escritório, com uma calça branca, sapatos pretos e uma blusa preta básica, pra não dar a entender que sou a putinha do chefe.

Quando cheguei no escritório, meu chefe lindo estava sentado na mesa dele. Fechei a porta e ele puxou o pau pra fora. Comecei a chupar ele, e enquanto eu chupava, ele foi me explicando os benefícios do meu contrato: aumento de salário, horário livre pra chegar e sair na hora que eu quisesse, desde que cumprisse minhas obrigações de trabalho e meus deveres sexuais com meu chefe. Esperei ele gozar na minha boca pra engolir o leite dele. Abaixei a calça e sentei no pau dele, como eu tava de fio dental, ele meteu. Toda toda, e enquanto ele metia em mim, eu assinava e lia meu contrato. Aí parei, me despedi e fui fazer umas paradas, tipo exames e abrir uma conta no banco.

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