Embarazada del cobrado

Agora vou contar o que até hoje foi um tiro no meu coração. Primeiro de tudo, vou dizer que meu nome é Sander, não sou muito bonito, mas também não sou feio. A história que vocês vão ler é totalmente verdadeira. Pra mim, isso é um desabafo sentimental, mas alguém precisa me aconselhar, e quem melhor do que pessoas que não me conhecem?

Antes de mais nada, sou casado há 1 ano. Minha esposa se chama Linda, tem 18 anos, mas tem um corpo maravilhoso. Ela mede 1,67, mais ou menos magra, e tem uma bunda espetacular. Pra mim, ela é muito gostosa. Não temos filhos porque ainda não queremos. Deixa eu contar pra vocês que minha esposa é uma mulher provocante. Ela gosta de dormir pelada e de manhã levanta e coloca um roupão daqueles estilo toalha, mas curto. Isso talvez foi o que nos levou a tudo que vou contar agora.Embarazada del cobrado
vadiaIsso aconteceu em novembro de 2003. O dono da casa onde morávamos apareceu porque ia cobrar o aluguel, já que eu tava devendo dois meses, porque tinha ficado desempregado e não tinha grana pra pagar. Continuei, e por causa disso ele chegou bem cedo. Aí eu abri a porta e ele disse: "Vim cobrar". Eu falei: "Entra, por favor, que a gente precisa conversar". Ele entrou, mas na hora que entrou, minha esposa tava lavando os pratos e dava pra ver toda a buceta e a raba dela. O senhor Carlos (esse é o nome do proprietário) ficou olhando pra ela até ela se levantar. E a Linda nem percebeu nada. Aí a gente sentou e ia começar a conversar quando a Linda interrompeu: "Senhor Carlos, como o senhor está?". Ele respondeu que tava muito bem e que tinha vindo cobrar o aluguel. Nessa hora, eu pedi desculpa, falei que não tinha a grana e que até o fim do mês ia ter. Ele se levantou bravo e disse: "Sinto muito, mas já te dei muito prazo. Já são quase três meses e não vi nem um puto centavo". Aí ele falou: "Olha, senhor Sander, na sexta-feira eu venho e, se o senhor não tiver meu dinheiro, eu me pago com a sua esposa". A Linda respondeu: "O quê? O que foi que o senhor disse?". O senhor Carlos respondeu: "O que você ouviu. E mais: decidam aí se aceitam ou não. Senão, arrumem as malas e vão embora."

No dia seguinte, deixei a Linda dormindo e acordei cedo pra procurar emprego, mas foi inútil, não consegui nada. Cheguei em casa lá pelas duas da tarde.

Aí chegou a sexta-feira. Eu tava nervoso, igual a Linda, e a gente não sabia o que fazer. Ela me disse: "Não tomei nenhuma decisão ainda. E você?" Eu respondi que a decisão era dela e que queria que ela escolhesse o melhor pra nós dois. A tarde foi passando, e eram umas seis horas quando bateram na porta. Eu levantei do sofá pra abrir e, claro, era o senhor Carlos. "Boa tarde", ele disse. Eu respondi: "Boa tarde. Entre, por favor."

Ele entrou e sentou, perguntando: "Tem o dinheiro? — Dinheiro? Então eu disse: não, senhor, não tenho o dinheiro. Ele me perguntou o que iam fazer, se iam despejar a casa ou se a gente aceitava o trato que ele tinha mencionado. Eu baixei a cabeça, e a Linda respondeu: "Vamos fazer o que o senhor sugeriu." Fiquei surpreso, porque ela tinha dito que não tinha poder de decisão nenhuma.

Depois disso, o senhor Carlos disse: "Estou de acordo com sua decisão, mas quero deixar claro que não vai ser só desta vez, porque, na verdade, vocês já me devem quase três meses." Aí a Linda me olhou, e eu não sabia o que dizer. Ela falou: "Como o senhor quiser." Dito isso, o senhor Carlos se levantou, pegou a mão da Linda e, sem dizer mais nada, foram para o quarto. Me deu um nó na garganta e uma sensação estranha no estômago, não sabia o que fazer. Então ouvi a porta fechar. Não sabia o que fazer e, de repente, me veio na cabeça observar eles por cima da porta, já que ela tem uma janelinha. Peguei uma mesinha que a gente tinha na sala e me espiei.

Ouvi quando o senhor Carlos disse: "É, tira isso." E a Linda começou a tirar a calcinha. Quando já estava na altura dos joelhos, ele falou: "Espera aí, deixa eu admirar essa vista maravilhosa. Continua." E a Linda tirou tudo, ficando completamente nua. Aí ele disse: "Senta na cama que agora vou me despir eu." Em seguida, tirou a cueca e ficou pelado. Quando eu vi o pau dele, quase caí de susto — nunca tinha visto um negócio igual. Não era tão comprido, mas era maior que o meu, e de uma grossura impressionante. Quando a Linda viu, até se encolheu de susto, de ver um membro tão diferente do meu. O senhor Carlos perguntou: "Tem certeza de que quer fazer isso? Não é obrigada, se não quiser." A Linda disse: "Fica tranquilo, tenho certeza do que estou fazendo." Dito isso, se deitaram na cama, e ele começou a acariciar ela toda. A Linda não se mexia, só deixava ele fazer o que queria. Eu, com uma angústia me invadindo, dava vontade de entrar e interromper aquilo. acontecendo, mas eu não me atrevia, de repente ele se ajeitou entre as pernas da Linda, colocou uma camisinha, já que ela disse que não estava se cuidando, e começou a tentar enfiar o pau, mas parecia que não conseguia. Em uma dessas, a Linda enfiou a mão entre os dois e, pelo visto, era ela quem guiava o pau do senhor Javier pra ser penetrada. Nisso, vi uma expressão de dor no rosto da Linda e depois um gritinho abafado pelo punho dela. Percebi que ela tinha sido penetrada e deu um nó na minha garganta. Foi aí que entendi que a Linda já tinha se entregado pro senhor Carlos. Fiquei observando e começou o vai e vem do mete e tira. A cara da Linda no começo era de dor, mas com o passar dos minutos, a expressão foi mudando, de dor pra satisfação. Não duraram muito, uns 20 minutos talvez, quando vi o senhor Carlos soltar um gemido de prazer, sabendo que pelo visto tinha terminado. Desci da mesa e voltei a sentar na sala. Uns minutos depois, o senhor Javier saiu, me dizendo: "Preciso ir, mas lembre-se que volto pra falar com você sobre o aluguel". E dizendo isso, saiu pela porta e foi embora. Da minha parte, fui até o quarto e vi a Linda na cama com as pernas abertas. Perguntei se ele tinha machucado ela, e ela me respondeu: "Por favor, sai e fecha a porta". Fiz isso. Depois de quase duas horas trancada no quarto, ela saiu banhada.

Acontece que no dia seguinte eu tinha uma entrevista de emprego às oito da manhã, mas quando cheguei, me informaram que não ia rolar a entrevista porque o chefe tinha passado mal e não ia trabalhar naquele dia, e que me ligariam depois. Voltei pra casa, mas quando cheguei, o carro do senhor Carlos estava lá fora. Pensei que ele tinha vindo falar do aluguel atrasado, mas me enganei. Quando entrei, não vi ninguém na sala e fiquei surpreso. Pensei: "Que estranho". Então ouvi uns gemidos vindo do quarto e fui entendendo. Um nó na garganta de novo, então encostei a mesinha e subi. Quando me espiei, o senhor Carlos estava deitado atravessado e a Linda em cima dele. O que vi foi indescritível: o pau do senhor Carlos entrava e saía da buceta da minha esposa. Não sei quanto tempo já estavam naquilo, mas nos cinco minutos que fiquei ali, vi minha esposa se abrindo o máximo possível e dizendo, num tom meio baixo, pro senhor Carlos gozar bem dentro, encher a buceta dela de esperma. "Me engravida, me engravida" — claro que isso era impossível, porque o senhor Carlos tava de camisinha. Desci em silêncio e fui embora. Voltei umas meia hora depois e o carro ainda estava lá. Quando entrei, o senhor Carlos estava sentado na sala e a Linda, completamente nua, levava um café pra ele. Eu, me fazendo de besta, falei: "Bom dia, senhor Carlos, o que o senhor faz por aqui?" Ele me respondeu: "O que a gente combinou, vim cobrar o aluguel", com um sorriso no rosto.

Pra mim, os dias passavam voando, até que chegou sexta-feira de novo. Perguntei pra Linda: "Tá pronta pra hoje?" Ela respondeu: "Tô sim, não se preocupa. Lembra que é só sexo e que nada disso que tá rolando vai afetar a gente." E assim o dia foi passando, até chegar a noite. Falei pra Linda: "Parece que o senhor Carlos não vai vir." Ela disse: "Mas se não vier hoje, vem outro dia. Lembra que ele falou que é por um mês." Nisso, a campainha tocou e eu vi o rostinho da Linda dar um sorrisinho leve. Fui abrir a porta e, de fato, era ele. Ele falou: "Desculpa, tive coisas pra fazer e não pude chegar mais cedo. Mas vamos ao que interessa." Dito isso, ele estendeu a mão pra Linda, e ela, sem nem pensar duas vezes, se levantou na hora e foi pro quarto. Quando eles entraram, já coloquei a mesinha pra espiar pela janelinha. Me espiei e não acreditei no que meus olhos viam. Dessa vez foi diferente: a Linda tirou o roupão, ficou pelada, pegou o senhor Carlos, tirou o suéter dele e depois baixou as calças, deixando ele completamente nu. Pelado, e ela abraçava ele pelo pescoço e dava uns beijos de língua e tudo, aí pegou a camisinha que o senhor Carlos tinha na mão e jogou no lixo, e falou: "Papi, quero que de agora em diante você me coma sem camisinha, e fica à sua disposição se quiser gozar dentro e me deixar grávida ou gozar fora". Depois se ajeitaram na posição de papai e mamãe por um tempão, o senhor Carlos falava pra minha esposa: "Te comer sem camisinha é a coisa mais gostosa que já fiz na vida, é uma delícia". Aí ele virou ela e meteu de quatro, nessa posição dava pra ver o baita pau do cara entrando e saindo como se ele já fizesse isso a vida inteira. Depois ela se levantou na cama (em pé), ele ficou de pé e nessa posição enfiou de novo, aí ele carregou ela e ela se agarrava nele como se fosse a última vez. Depois sentaram na beira da cama e ele gozou dentro da Linda de novo, sem proteção. Ainda bem que eu tinha uma câmera, a mesma que usei pra tirar as primeiras fotos quando a gente namorava (as fotos que estão no começo da história), e tirei essa foto pra ela não poder dizer que era mentira. Aí desci pra esperar eles no sofá, mas nunca foi verdade que eles saíram, não olhei de novo porque já sabia o que estavam fazendo de novo. Às três da madrugada eles saíram, ele todo sorridente e ela com uma cara de satisfeita que parecia que não queria que ele fosse embora.cuckAssim passaram-se as semanas, e ela continuava transando com o senhor Carlos. Até que, algumas vezes, fingia que eu ia sair, mas na verdade eu me escondia pra ver quando ele chegava. Supostamente, era só uma vez por semana durante um mês, mas não era bem assim, porque quando eu "saía", ele aparecia pra trepar com ela. Saibam que, desde que esse rolo começou, eu nunca mais transei com ela, porque ela sempre dizia que tava cansada ou inventava qualquer desculpa. Até que um dia, por acaso, descobri que dessa relação deles ia nascer um bebê. Como eu descobri? Bom, um dia fui ao supermercado comprar umas coisas, e a caixa me disse: "Parabéns!". Perguntei: "Por quê?". Ela respondeu: "Ué, sua esposa tá grávida, não tá?". Falei: "Não soube de nada, por que você tá dizendo isso?". Ela explicou: "É que sua senhora comprou um teste de gravidez". "Ah, entendi, quem sabe, tomara que sim, obrigado", e falei isso com um sorriso falso no rosto. Já não sabia mais o que fazer, pensava e pensava e não achava solução, mas não falei nada pra Linda pra ela não saber que eu tinha descoberto que ela comprou o teste. Na semana seguinte, ela tentou transar comigo, mas eu recusei, dizendo que não tava bem ou que as preocupações não me deixavam em paz. Assim passou um mês e chegou o Natal. Pra mim, sem ânimo nenhum, e pra ela também, porque não sabia o que fazer.

Um mês depois, arrumei um trampo. Não pagava muito, mas dava pra sobreviver. Então tomei coragem e enfrentei a Linda. Falei: "Precisamos conversar". Ela perguntou: "Sobre o quê?". Respondi: "Sobre nós". Ela disse: "Fala você". Então perguntei: "Me diz uma coisa, por que você me traiu desse jeito?". Ela respondeu: "Do que você tá falando?". Falei: "Não se faz de sonsa, você sabe muito bem do que tô falando. E ainda tá esperando um filho dele. Eu te pedi pra usar camisinha". Ela começou a chorar e perguntou: "Como você descobriu?". Eu disse que sabia que o senhor Carlos tava transando com ela sem camisinha nas últimas duas semanas, além das vezes que eles marcaram de se encontrar. E como você soube que eu engravidei? Pela moça do mercado, que sem saber me parabenizou pensando que era meu. O que você vai fazer agora? A única coisa que me resta é sair dessa casa. E não sei você, mas fala com o senhor Carlos pra ele reconhecer esse filho, porque eu não vou fazer isso. Então ela me disse: não lembra que você me falou que a gente ia ficar junto pra superar tudo isso? Sim, eu disse, mas não que você fosse me trair e deixar outro homem te engravidar. E dito isso, fui embora. Até agora eu tenho vivido sozinho, mas ela continua me procurando. E no meio disso tudo, eu ainda amo ela. Afinal de contas, eu sou o culpado por tudo isso.

3 comentários - Embarazada del cobrado

En cierto sentido, eres culpable... por permitir eso. Veo que supuestamente has tenido dos esposas (el otro post dice ser veridico también y me parece que tu esposa tenía otro nombre) o quizás es la misma. La cosa es que siempre se embaraza tu esposa. Si son distintas esposas a esta si dejala (si es que siguen casados. No sé la cronología bien). aprende de tus errores y encuentra una buena chica donde AMBOS se respeten.
Tienes parte de culpa; pero ella no es inocente, se dejó llevar por el gusto, la calentura y obviamente te dejo de respetar, hiciste lo correcto, no vale la pena, no fue ni capaz de confesarte que no era tuyo y te lo quería meter a ti, fue lo mejor 👏👏👍
Déjala y que se arregle como pueda, con el tiempo lo superarás. Ahora, también parte de la culpa es tuya, pero ella te engaño con lo de la cantidad de veces y lo del condón y por si fuera poco te quería meter el niño también, su morbo pudo más que su amor