Minha mãe me comeu nas férias (3)

Uns par de meses depois daquelas férias inesquecíveis, minha mãe me liga pra ver se no início de agosto eu conseguia dar um pulo de uma semana no Resort da Lía.
“Até que eu queria, mas tô começando a sair com uma mina.”
“Traz ela…, você sabe que grana não é problema.” Falou minha mãe.
“Deixa eu falar com ela e te conto.”
“Fechou, sabe que a gente vai se divertir pra caralho.” Ela disse.

Naquela noite, a Clau veio jantar no apê.
“Clau, minha mãe convidou a gente pra uma semana de férias no Caribe, num resort meio diferente. Já fui e foi foda.”
“Que massa. Por que você fala que é diferente?” ela perguntou.
“Porque dentro das cabanas, dá pra curtir tudo na base do sexo, e eles oferecem ‘serviços’ especiais.”
“Que tão especiais?”
“Tipo, a mina que arrumava o quarto no primeiro dia já me chupou sem eu pedir nada.”
“Você sabe que eu não sou tão mente aberta assim…” ela falou.
“Por isso tô te avisando.”
“E se eu não for, você iria?”

Como o relacionamento tava no começo, eu não queria perder a chance de voltar.
“Sim, claro que iria.” Falei firme.
“Ah… posso te responder amanhã?”
“Claro. Ah, mais uma coisa: minha mãe vai como Susana, uma amiga, não no papel de mãe.”

No dia seguinte ela topou, mas disse que tava meio sem graça de ir com a Susana.
Avisei minha mãe, que já tratou de fazer as reservas com a Lía.

Chegou o dia, e a gente chegou no resort. A Lía tava esperando com uma taça de boas-vindas.
“É um prazer ter vocês de novo conosco. Vamos fazer de tudo pra vocês se divertirem ainda mais que da outra vez. Vejo que trouxe uma convidada, Sr. Tim, espero que ela também curta…” falou a Lía com um sorrisinho safado.

Fomos pras cabanas, almoçamos e de tarde pegamos um sol e entramos no mar. Minha mina tava de biquíni que não mostrava quase nada. Minha mãe olhava pra ela como quem perguntava pra que a Clau tinha vindo se era tão recatada.

Jantamos, e depois tomamos um daqueles drinks inesquecíveis. Sentamos nós três. Fora da nossa cabana e pedimos mais uma rodada de bebidas. A Clau já estava meio alterada com a primeira, a segunda já deixou ela no limite do sono. A Susana foi pra cabana dela e a gente entrou na nossa.
A Clau deitou só de tanguinha e 5 segundos depois já tava dormindo. Fui lá fora de novo, e vejo que a Lía e a irmã vinham com dois drinks cada uma.
“Sr. Tim, lembra da minha irmã? Por favor, lembra que se precisar de algo…” falou a Lía, e seguiu andando pra cabana da Su, e entrou.
Peguei o drink e fiz a mina entrar. Apoiei o copo na mesa de cabeceira, e beijei ela. A Clau tava dormindo. Deitei, e coloquei a mina pra chupar minha pica. Fiz ela virar a bunda pra eu poder tocar, e ao fazer isso notei que tava seca. Dei um tapinha leve na bunda dela e ela começou a chupar com mais vontade. Outro tapa e a buceta dela começou a ficar molhada. Assim que molhei um dos meus dedos nos sucos dela, enfiei no cu dela. Mexia com força, e ela cada vez gemia mais.
Tava curtindo aquela chupada quando a Clau acordou e ficou olhando a mina me chupando.
“Tim…”
Fiquei de joelhos do lado da cabeça da Clau, e enfiei minha pica na boca dela.
“Chupa a buceta dela.” Falei pra mina.
A Clau tentou tirar a pica da boca mas não conseguiu, tentava evitar que a mina chegasse na buceta dela.
“Tá de boa, não tenho problema”, falei pra Clau.
Coloquei a mina de quatro, de um jeito que minha mina visse bem, e comecei a meter na buceta dela. Batia nas nádegas dela, puxava o cabelo, e a mina não aguentava mais de prazer. A Clau olhava e começou a se tocar na buceta. Eu olhava pra ela e sorria.
De repente, a mina levou a mão na buceta da Clau e enfiou dois dedos. Ela não resistiu. Tava batendo uma pra ela uma mulher. A Clau virava os olhos, gemia e gemia. De repente, teve um orgasmo forte. A mina saiu da minha pica, e com uma Claudia toda entregue, fez um 69. Enfiou os dedos de novo na buceta dela e chupava o clitóris dela. Minha mina gemia igual uma louca. Eu, que tinha voltado a meter na buceta da mina, curtia os gemidos dela. Enfiei dois dedos na boca dela, molhei bem e enfiei no cu da mina, que deu um pulo. Apoiei meu pau no cu dela e comecei a meter. A mina quis sair, mas um tapa nas costas fez ela desistir. Aos poucos fui enfiando tudo.
Cláudia olhava pasma como aquele cu comia meu pau, e a mina chorava e gemia ao mesmo tempo. Tesuda, a mina chupava a buceta dela sem parar, agora eram três os dedos que eu enfiava. Fiquei um tempão no cu da mina, e depois fui pra boca dela, pra ela limpar. Enquanto me chupava, levei os dedos dela pro cu da Clau. Ela quis negar, mas a mina sentou na boca dela e forçou ela a chupar.
De novo começou a enfiar os dedos no cu da Clau, ela tentava se mexer mas não conseguia. Cheguei perto daquele cu que nunca tinha possuído e a mina levantou mais as pernas da Clau, facilitando a penetração. Clau pedia pelo amor de Deus pra não meter. Devagar fui metendo e tirando cada vez mais fundo. Ela parou de pedir e começou a gemer. Aos poucos fui aumentando a velocidade e a força. A mina chupava o clitóris dela e ela mesma enfiava dois dedos na buceta.
Quando gozei no cu dela, ela teve um orgasmo gigante, e a mina gozou na boca dela, enchendo ela com os sucos.
Saí da Clau, e pegando as duas pela mão fomos pra cabana da Susana. Clau mal conseguia andar de tanta bebida e do meu pau no cu dela, mas não recusava.
Quando abrimos a porta, Su e Lía estavam fazendo um 69.
“Sr. Tim, estávamos lembrando das suas férias.”
“Tô vendo, e pareciam boas lembranças…”
A mina chegou perto da Lía e falou algo no ouvido dela.
“Sr. Tim, a Sra. puta tá pronta. Me permita.” Disse Lía e começou a chupar meu pau. Clau e a mina olhavam. Su enfiava dois dedos na buceta e dois no cu.
Quando fiquei pronto, coloquei a Su de Ao lado, puxei a perna dela e enfiei no cu da gostosa.
—Esse é um macho, sim, arrebenta meu cu todo.

A garota se deitou de pernas abertas, a Lía colocou a Clau de quatro e fez ela chupar aquela buceta, enquanto enfiava um vibrador no cu dela. A Clau tentou evitar e levou uma porrada nas costas.
—Menina, você precisa entender que, pra receber prazer de um homem, tem que dar prazer, entregar o corpo inteiro. O Sr. Tim vai cuidar de você e fazer você gozar, mas primeiro precisa aprender a se entregar.

Minha mãe gemia e apertava os peitos dela. Eu me deliciava vendo como sodomizavam a Clau com um vibrador, enquanto eu fazia o mesmo com minha mãe.

A Lía deu mais uma volta no parafuso e fez minha mãe e a Clau fazerem um 69, com minha mãe embaixo. Eu aproveitei e enfiei meu pau na boca da Cláudia, enquanto minha mãe cuidava da buceta dela, feliz. A Lía continuou com o vibrador no cu da Clau, e agora a irmã enfiava outro na buceta dela. A Clau se contorcia de prazer sendo penetrada por três lados. Quando ela chegou ao orgasmo, tirei o pau da boca dela e enterrei na buceta da Susana. A Clau chupava o clitóris dela, super excitada.

Mais um tempo de entra e sai, e gozei dentro da buceta da Su. Tirei o pau e coloquei na boca da Clau, que com muito afinco deixou ele bem limpinho, enquanto continuava tendo orgasmos com os vibradores, e a Susana chupava ela.

Um tempo depois, a Lía e a irmã dela foram embora. A Clau caiu rendida, igual a Su. Fomos pro nosso quarto e dormimos.

Quando acordei, entrei no banho enquanto a Clau dormia. Quando saí do banheiro, ela já tava acordando.
—Oi, Tim, amor. Que noite, não aguento mais. Me destruíram. Nunca tive orgasmos tão intensos.
—Viu, aqui o sexo é mais gostoso — falei.
—Tô louca ou chupei a buceta da sua mãe enquanto você comia ela?
—Da Susana, você chupou a buceta da Susana.
—Meu Deus, não acredito.

Nessa hora, batem na porta. batendo na porta avisando que traziam o café da manhã. Falei pra entrarem e era a Lía.
“Bom dia, Sr. Tim, Srta. Me desculpe não ter chegado a tempo de secar o senhor, Sr. Tim. Por favor, me deixe chupar assim o senhor me castiga por chegar atrasada.”
“Tá bem.” Falei.
Ela chupava e lambia meu pau inteiro, brincava com a língua. A Clau olhava sem reação enquanto a Lía me chupava. De repente, a Lía olhou pra Clau e, cravando os olhos nela, disse: “Srta…”
Clau, com cara de susto, se juntou a ela pra me chupar. Era um tesão ver as duas, mas principalmente a Clau de joelhos chupando de cabeça baixa. Ficaram assim por um tempo, até que a Lía se colocou de quatro na beirada da cama. Molhou dois dedos na própria buceta e enfiou no cu. A Clau imitou.
“Sr. Tim, por favor, me castigue por não ter chegado a tempo e a ela por não ter te atendido direito esta manhã.”
“Não, isso fica pra noite, agora quero ver vocês fazerem a X e gozarem juntas, como duas putinhas boas, enquanto eu escolho em quem vou gozar na boca.”
A Lía colocou a Clau na posição e começaram a esfregar as bucetas uma na outra, apertavam os peitos e beliscavam os bicos. Os orgasmos começaram a rolar, um atrás do outro, de cada uma delas. A Clau enfiou dois dedos no cu e gritava de prazer.
“Sem tirar os dedos do cu, você vai me chupar até eu gozar na sua boca.” Falei pra Clau.
Não precisei falar duas vezes, ela chupava que nem uma louca, enquanto a Lía apertava os próprios peitos e torcia os bicos. Gozei tudo na boca dela e ela não deixou cair uma gota.
A Lía se vestiu e saiu da cabana dizendo: “Espero que aproveitem o café da manhã.”
Clau ficou deitada, tentando recuperar o fôlego.
“Isso é uma loucura, durmo sendo comida e acordo e sou comida por uma gatinha e meu macho. Uau.”
“Hoje à noite quero que seja sua noite, se você tiver alguma fantasia que a gente possa realizar, vou realizar.”
“Sim, duas, embora possam ser juntas. Quero ser a putinha da Su e da Lía, e depois você fazer comigo o que quiser, por onde quiser e como quiser, quero.” ser sua submissa, que me castigue por ter sido a puta delas.
“Pronto.”
Saímos da cabana e nos encontramos com Su, minha mãe. Ela olhou pra Clau, e como se soubesse da fantasia dela, deu um beijo na bochecha dela, mas a mão apertou a bunda dela.

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