Meu nome é Carlos, tenho 38 anos, 1,85 m de altura, me mantenho em boa forma porque cuido da alimentação e malho. Sou gerente numa empresa, tenho uma renda muito boa, uma casa bonita e um carro importado legal. Sou casado com a Mônica, 42 anos, médica, corpo bonito, não temos filhos, e até uns dois anos atrás tudo ia muito bem.
Dois anos atrás, por causa do trabalho dela, ela viajou pra um congresso e se envolveu com um grupo pra fazer um estudo global. Desde então, o foco dela virou o trabalho. As conversas, o tempo "livre" dela, tudo girava em torno do estudo. O sexo também deixou de interessar ela, primeiro era cada vez mais raro até que há uns meses a gente simplesmente não transa mais.
Falei com ela umas duas vezes: "não percebi", "me desculpa, tô com a cabeça em outra coisa", "chego cansada". Num ponto, pensei que tivesse outra pessoa. Mas uma tarde, enquanto comprava roupa numa loja, encontrei a melhor amiga dela. A Mayra era minha amiga antes de eu conhecer a Mônica, então convidei ela pra um café e pra conversar. Depois de falar de bobeiras, fui direto ao ponto.
Eu: Mayra, te peço, por tantos anos de amizade, que seja totalmente honesta comigo. A Mayra tá saindo com alguém, tem outra pessoa?
Mayra: Não me surpreende sua pergunta. Por algumas conversas que tivemos no telefone, percebi, pelo que ela me contava, que quase não te mencionava, quase só falava de trabalho. Nem pelos meus filhos perguntava.
Eu: Pois é, assim é em casa, até nos fins de semana. Por isso te pergunto.
Mayra: Acho que não, ela tá obcecada pelo trabalho. Mas me dá uns dias que eu tento arrancar algo dela. Você é meu amigo e ela também, mas não vou defender ela. Ela tá jogando o casamento dela no lixo.
Uma semana depois, ela me ligou.
Mayra: Não tem ninguém, nem pensa nisso. É só trabalho, trabalho e trabalho.
Eu: E eu, que lugar ocupo?
Mayra: Ela confia muito em você, que você entende, e…
Eu: Entendo. Valeu. Te mando um beijo.
Mayra: Me escuta, você é meu amigo, antes dela, o que você quiser conversar, me chama, vem aqui em casa falar com o Pablo (o marido dela), o que você quiser.
As semanas passaram e tudo continuava igual no meu relacionamento. Pra me distrair e realizando um sonho, comprei uma moto americana Harley, fiz um curso de pilotagem, depois outro de especialização. Me fazia bem, limpava minha cabeça. A gente era tudo mais ou menos da mesma idade. Quando terminou o segundo curso, organizaram um passeio na estrada num sábado, até um lugar perto, almoçar e voltar no fim do dia.
Quando comentei com ela, não ligou nada e disse que aproveitava pra trabalhar de casa.
Naquele sábado, nos encontramos num bar, éramos 10 motos do grupo do curso, e se juntaram mais 5 de minas que tinham feito um curso especial pra mulheres. Como alguns e algumas tinham levado acompanhantes, fechamos 25 pessoas.
No almoço, na minha frente sentou uma gata linda, daquelas que a gente pensa que nunca vai conseguir pegar.
“Oi: Sou Pato, me trouxe ela, a Connie, adoro motos.”
Eu tinha visto ela, mas não tinha reparado. Tinha quase a mesma altura que eu, agora, sem as jaquetas, dava pra ver que tinha uns peitos lindos, redondos, durinhos.
Eu: Oi, sou Carlos, vieram de boa?
Pato: sim, ainda bem, te deixaram vir sozinho?
Eu: sim, minha esposa ficou trabalhando em casa por um projeto.
Pato: que burra
Eu: como?
Pato: que é uma burra, deixar um gostoso como você sair pra um encontro. Eu nem pensaria nisso
Eu: Valeu pelo elogio. E você, não tem ninguém pra ter ciúmes?
Pato: não, sozinha.
Ela não parava de falar, me contou que estudava direito, que tinha 21 anos, que morava com duas amigas, e um monte de outras coisas. Terminamos de almoçar e fomos dar uma volta pela cidade, e o tempo todo a Pato estava perto de mim, e se afastava, me procurava com o olhar.
Se via que outra mina chegava perto pra conversar, já se colocava do meu lado. Quando era hora de voltar, chegou perto do meu ouvido e sussurrou:
Pato: posso voltar com você? Vai deixar sua amiga sozinha?
Pato: ela já é grandinha, sabe se cuidar sozinha
Eu: mas não tenho capacete pra você
Pato: não se preocupa, eu levo este, e se fazendo de gata me olhou e disse – Vamos?
Subiu na moto, me envolveu com os braços e começamos a voltar.
Faltavam uns quilômetros pra chegar na cidade e ela me faz sinal pra parar. Parei no acostamento, e sem tirar os capacetes ela me disse:
Pato: me falaram que naquele hotel preparam uns cafés da manhã sensacionais, vamos ver se é verdade?
Era impossível não entender o que ela queria. Num segundo pensei no que me esperava em casa e fomos pro hotel.
Enquanto ela tomava banho, mandei uma mensagem pra minha esposa: “vamos dormir no povoado” amanhã cedo eu volto. A resposta dela foi só “OK”.
Entrei no chuveiro com a Pato, fomos nos ensaboando, tocando, acariciando. Quase sem nos secar fomos pra cama. Ela claramente tinha muita experiência.
Pato: que tamanho lindo esse que você tem aí. Acho que vai caber justinho de um lado, do outro… Vai custar.
Dito isso, colocou na boca, chupava como todo homem sempre sonha em ser chupado. Enquanto fazia isso, mostrava como enfiava os dedos na pussy. Se masturbava com tudo. Por um momento parou de me chupar pra morder meus mamilos, mas passando a mão no meu cock.
Pato: você vai me destruir com isso, e é exatamente isso que me excita ainda mais.
Coloquei ela de barriga pra cima, levantei as pernas dela, e enfiei até o fundo. Ela deu um gritinho e começou a gemer, e a falar:
Pato: é por isso que eu gosto dos mais velhos, vocês sabem como aproveitar uma mulher, me come bem, me coloca do jeito que você gosta, e me come gostoso.
Fiquei um tempo entrando e saindo devagar, apertava os peitos dela, ela nunca parou de gemer e de falar comigo.
Virei de barriga pra cima e mandei ela subir. Dei um tapa na bunda dela e falei:
Eu: cala a boca, e se mexe, girl.
Pato: sim, sou uma girl tarada, chega até meu estômago, que dura que você tem, por favor.
Dei outro tapa nela e enquanto beliscava um mamilo, falei de novo pra ela se mexer. cale e se mexa. Fiquei assim com ela por um tempo até sentir que ia gozar, coloquei ela de quatro, segurei na cintura dela e meti com força até acabar. Descansamos um pouco e voltamos à ação. Do mesmo jeito, falado e intenso.
Ficamos um tempo em silêncio, inacreditavelmente, eu de barriga pra cima e ela com a cabeça no meu peito. Deve ter passado uma hora quando ela se ajoelhou do meu lado e começou a beijar meu peito, e na boca enquanto se tocava.
Pato: nossa, só de te beijar já começo a ficar com tesão, que lindo, toca.
E levou uma das minhas mãos até a buceta dela, que já tava começando a molhar, fez eu enfiar dois dedos e ela enfiou outros dois. Sem tocar no meu pau, ela beijava meu peito, meu pescoço, apertava meus braços. Os orgasmos vinham um atrás do outro.
Pato: olha como eu fiquei, tô toda arrepiada, e o pior é que tô criando uma ideia na cabeça…
Dito isso, ela se posicionou no 69, mas falou:
Pato: Você não faz nada, só olha e deixa comigo.
Dito isso, ela enfiou meu pau na boca dela e começou a chupar. Levou uma das mãos até a buceta dela e enfiou dois dedos, brincou um pouco, molhou bem e levou pro cu.
Pato: olha, olha como eu me abro pra você, vou enfiar o terceiro… Aí, custa, mas essa beleza vai custar mais ainda.
Eu não acreditava como aquela mina abria o cu dela com tudo. Meu pau nunca esteve tão duro. Gozei, saí da cama e coloquei ela na beirada, de quatro, com o cu bem empinado.
Eu: vai, garota, se não enfiar o quarto dedo, não meto.
Pato: quatro, mas… Aí, dói.
Tirei a mão dela e enfiei a cabeça. Entrava e saía, mas não totalmente.
Pato: é muito grandeee.
Eu: mas vai entrar…
Pato: vai doer… Mas vai fundo, não tem pena de mim, mesmo que eu chore e peça pelo amor de Deus.
Fui enfiando devagar, ela apertava e mordia os lençóis, até que com um empurrão enfiei tudo e caí em cima dela na cama.
Pato: pelo amor de Deus, para, sério, tá doendo muito. Você tá rasgando.
Eu: você pediu pra não dar bola. Agora vou te arrebentar. bem a bunda e te curtir bem.
Pato: sim, meu macho, goza essa puta.
Coloquei ela de quatro de novo e fiquei um tempo bombando.
Eu: enfia a mão na sua buceta.
Pato: não entra, enfio dois dedos.
Tirei meu pau do cu dela e enfiei três dedos na buceta dela.
Eu: já foram três dedos, agora entra o quarto, ou você enfia a mão ou enfio meu punho direto.
Pato: enfio a mão, enfio a mão.
Novamente enfiei no cu dela e sentia como os dedos dela e quase a mão entravam na buceta.
Pato: tô morrendo de prazer, tenho orgasmos dos dois lados.
Os orgasmos faziam o esfíncter apertar e soltar meu pau. Enterrei até o fundo e gozei tudo. Ela tirou a mão da buceta dela e ficou parada.
Deitei do lado dela e fiz ela me chupar. Agora, só chupava um pouco. Tava exausta.
Pato: foi incrível, nunca me curtiram assim.
Eu: foi bom.
Pato: bom, genial. Mas não tá baixando.
Eu: então você vai ter que fazer alguma coisa.
Dito isso, deitei de barriga pra cima e fiz ela sentar com meu pau no cu dela de novo. Como tava fechando, custou um pouco.
Eu: agora, quem vai falar sou eu, e você vai me montar e fazer o que eu mandar.
Pato: sim, mas por favor, não aguento mais.
Eu: vai, se mexe, puta, belisca os bicos dos peitos, pra doer.
Pato: sim, tão doendo muito, chega, fico mais excitada.
Dei vários tapas na bunda dela e ela era uma máquina subindo e descendo, não gemia, não gritava, só respirava muito acelerada.
Eu: vê se tá molhadinha a buceta.
Enfiou dois dedos e tirou encharcados.
Eu: bom, agora enfia meu pau na buceta e mantém o cu aberto por se eu quiser de novo.
Pato: não, dois não.
Eu: tá bom.
Ajoelhei de novo perto da cara dela, enfiei três dedos na buceta dela e comecei a me masturbar. Ela gozava e me olhava extasiada.
Eu: pra você ver que sou bom, fode você escolhe, onde quer que eu goze: cu, buceta ou fode sua boca.
Pato: Na boca, por favor
Coloquei ela de joelhos, peguei a cabeça dela com as duas mãos e comecei a comer a boca dela. Ela se engasgava, tinha ânsia, tirei e gozei no rosto dela. Ela tentava juntar meu leite com os dedos e chupar.
Acho que antes de terminar de deitar, ela já estava dormindo. Dormi do lado dela.
Quando acordei, vi os lençóis manchados de sucos, porra e sangue. Ver aquilo me excitou, me deixou a mil de novo. Como ela estava de bruços, enfiei na buceta dela de uma só vez. Ela deu um grito abafado porque estava seca e doeu. Tampei a boca dela com a mão e falei:
Eu: fica quietinha e não enche o saco.
Fui sentindo como ela ia molhando.
Quando estava quase gozando, mandei ela levantar, coloquei ela na frente de um espelho e continuei metendo por trás.
Eu: olha como você tá, que cara de viciada que você tem.
Pato: sim, viciei em você.
Eu: bom, agora garota, você vai conhecer outra cara sua. Abre o cu.
Pato: de novo não, por favor.
Eu: abre.
Pato: deixa eu molhar ele.
Quando ela fez isso, peguei o cabelo dela e fiz ela se olhar no espelho. Enterrei meu pau e o rosto dela se desfigurou. Mas continuei bombando e foi mudando para um prazer infinito.
Eu: olha como sua carinha mudou, como você tá gozando, garota.
Novamente gozei no intestino dela.
Pouco depois, pedimos o café da manhã. Quando trouxeram, ela olhou e me disse:
Pato: essas gozadas infernais valeram a pena.
Trocamos os telefones, ela me pedia por favor para nos vermos de novo. Combinamos que pelo menos uma vez por mês íamos nos trancar o dia inteiro.
Quando voltei pra casa, pelo estado da minha roupa, minha mulher desconfiou de algo. Mas não disse nada, talvez por comodismo.
Ela fechou uma porta, pra mim se abriu outra.
Dois anos atrás, por causa do trabalho dela, ela viajou pra um congresso e se envolveu com um grupo pra fazer um estudo global. Desde então, o foco dela virou o trabalho. As conversas, o tempo "livre" dela, tudo girava em torno do estudo. O sexo também deixou de interessar ela, primeiro era cada vez mais raro até que há uns meses a gente simplesmente não transa mais.
Falei com ela umas duas vezes: "não percebi", "me desculpa, tô com a cabeça em outra coisa", "chego cansada". Num ponto, pensei que tivesse outra pessoa. Mas uma tarde, enquanto comprava roupa numa loja, encontrei a melhor amiga dela. A Mayra era minha amiga antes de eu conhecer a Mônica, então convidei ela pra um café e pra conversar. Depois de falar de bobeiras, fui direto ao ponto.
Eu: Mayra, te peço, por tantos anos de amizade, que seja totalmente honesta comigo. A Mayra tá saindo com alguém, tem outra pessoa?
Mayra: Não me surpreende sua pergunta. Por algumas conversas que tivemos no telefone, percebi, pelo que ela me contava, que quase não te mencionava, quase só falava de trabalho. Nem pelos meus filhos perguntava.
Eu: Pois é, assim é em casa, até nos fins de semana. Por isso te pergunto.
Mayra: Acho que não, ela tá obcecada pelo trabalho. Mas me dá uns dias que eu tento arrancar algo dela. Você é meu amigo e ela também, mas não vou defender ela. Ela tá jogando o casamento dela no lixo.
Uma semana depois, ela me ligou.
Mayra: Não tem ninguém, nem pensa nisso. É só trabalho, trabalho e trabalho.
Eu: E eu, que lugar ocupo?
Mayra: Ela confia muito em você, que você entende, e…
Eu: Entendo. Valeu. Te mando um beijo.
Mayra: Me escuta, você é meu amigo, antes dela, o que você quiser conversar, me chama, vem aqui em casa falar com o Pablo (o marido dela), o que você quiser.
As semanas passaram e tudo continuava igual no meu relacionamento. Pra me distrair e realizando um sonho, comprei uma moto americana Harley, fiz um curso de pilotagem, depois outro de especialização. Me fazia bem, limpava minha cabeça. A gente era tudo mais ou menos da mesma idade. Quando terminou o segundo curso, organizaram um passeio na estrada num sábado, até um lugar perto, almoçar e voltar no fim do dia.
Quando comentei com ela, não ligou nada e disse que aproveitava pra trabalhar de casa.
Naquele sábado, nos encontramos num bar, éramos 10 motos do grupo do curso, e se juntaram mais 5 de minas que tinham feito um curso especial pra mulheres. Como alguns e algumas tinham levado acompanhantes, fechamos 25 pessoas.
No almoço, na minha frente sentou uma gata linda, daquelas que a gente pensa que nunca vai conseguir pegar.
“Oi: Sou Pato, me trouxe ela, a Connie, adoro motos.”
Eu tinha visto ela, mas não tinha reparado. Tinha quase a mesma altura que eu, agora, sem as jaquetas, dava pra ver que tinha uns peitos lindos, redondos, durinhos.
Eu: Oi, sou Carlos, vieram de boa?
Pato: sim, ainda bem, te deixaram vir sozinho?
Eu: sim, minha esposa ficou trabalhando em casa por um projeto.
Pato: que burra
Eu: como?
Pato: que é uma burra, deixar um gostoso como você sair pra um encontro. Eu nem pensaria nisso
Eu: Valeu pelo elogio. E você, não tem ninguém pra ter ciúmes?
Pato: não, sozinha.
Ela não parava de falar, me contou que estudava direito, que tinha 21 anos, que morava com duas amigas, e um monte de outras coisas. Terminamos de almoçar e fomos dar uma volta pela cidade, e o tempo todo a Pato estava perto de mim, e se afastava, me procurava com o olhar.
Se via que outra mina chegava perto pra conversar, já se colocava do meu lado. Quando era hora de voltar, chegou perto do meu ouvido e sussurrou:
Pato: posso voltar com você? Vai deixar sua amiga sozinha?
Pato: ela já é grandinha, sabe se cuidar sozinha
Eu: mas não tenho capacete pra você
Pato: não se preocupa, eu levo este, e se fazendo de gata me olhou e disse – Vamos?
Subiu na moto, me envolveu com os braços e começamos a voltar.
Faltavam uns quilômetros pra chegar na cidade e ela me faz sinal pra parar. Parei no acostamento, e sem tirar os capacetes ela me disse:
Pato: me falaram que naquele hotel preparam uns cafés da manhã sensacionais, vamos ver se é verdade?
Era impossível não entender o que ela queria. Num segundo pensei no que me esperava em casa e fomos pro hotel.
Enquanto ela tomava banho, mandei uma mensagem pra minha esposa: “vamos dormir no povoado” amanhã cedo eu volto. A resposta dela foi só “OK”.
Entrei no chuveiro com a Pato, fomos nos ensaboando, tocando, acariciando. Quase sem nos secar fomos pra cama. Ela claramente tinha muita experiência.
Pato: que tamanho lindo esse que você tem aí. Acho que vai caber justinho de um lado, do outro… Vai custar.
Dito isso, colocou na boca, chupava como todo homem sempre sonha em ser chupado. Enquanto fazia isso, mostrava como enfiava os dedos na pussy. Se masturbava com tudo. Por um momento parou de me chupar pra morder meus mamilos, mas passando a mão no meu cock.
Pato: você vai me destruir com isso, e é exatamente isso que me excita ainda mais.
Coloquei ela de barriga pra cima, levantei as pernas dela, e enfiei até o fundo. Ela deu um gritinho e começou a gemer, e a falar:
Pato: é por isso que eu gosto dos mais velhos, vocês sabem como aproveitar uma mulher, me come bem, me coloca do jeito que você gosta, e me come gostoso.
Fiquei um tempo entrando e saindo devagar, apertava os peitos dela, ela nunca parou de gemer e de falar comigo.
Virei de barriga pra cima e mandei ela subir. Dei um tapa na bunda dela e falei:
Eu: cala a boca, e se mexe, girl.
Pato: sim, sou uma girl tarada, chega até meu estômago, que dura que você tem, por favor.
Dei outro tapa nela e enquanto beliscava um mamilo, falei de novo pra ela se mexer. cale e se mexa. Fiquei assim com ela por um tempo até sentir que ia gozar, coloquei ela de quatro, segurei na cintura dela e meti com força até acabar. Descansamos um pouco e voltamos à ação. Do mesmo jeito, falado e intenso.
Ficamos um tempo em silêncio, inacreditavelmente, eu de barriga pra cima e ela com a cabeça no meu peito. Deve ter passado uma hora quando ela se ajoelhou do meu lado e começou a beijar meu peito, e na boca enquanto se tocava.
Pato: nossa, só de te beijar já começo a ficar com tesão, que lindo, toca.
E levou uma das minhas mãos até a buceta dela, que já tava começando a molhar, fez eu enfiar dois dedos e ela enfiou outros dois. Sem tocar no meu pau, ela beijava meu peito, meu pescoço, apertava meus braços. Os orgasmos vinham um atrás do outro.
Pato: olha como eu fiquei, tô toda arrepiada, e o pior é que tô criando uma ideia na cabeça…
Dito isso, ela se posicionou no 69, mas falou:
Pato: Você não faz nada, só olha e deixa comigo.
Dito isso, ela enfiou meu pau na boca dela e começou a chupar. Levou uma das mãos até a buceta dela e enfiou dois dedos, brincou um pouco, molhou bem e levou pro cu.
Pato: olha, olha como eu me abro pra você, vou enfiar o terceiro… Aí, custa, mas essa beleza vai custar mais ainda.
Eu não acreditava como aquela mina abria o cu dela com tudo. Meu pau nunca esteve tão duro. Gozei, saí da cama e coloquei ela na beirada, de quatro, com o cu bem empinado.
Eu: vai, garota, se não enfiar o quarto dedo, não meto.
Pato: quatro, mas… Aí, dói.
Tirei a mão dela e enfiei a cabeça. Entrava e saía, mas não totalmente.
Pato: é muito grandeee.
Eu: mas vai entrar…
Pato: vai doer… Mas vai fundo, não tem pena de mim, mesmo que eu chore e peça pelo amor de Deus.
Fui enfiando devagar, ela apertava e mordia os lençóis, até que com um empurrão enfiei tudo e caí em cima dela na cama.
Pato: pelo amor de Deus, para, sério, tá doendo muito. Você tá rasgando.
Eu: você pediu pra não dar bola. Agora vou te arrebentar. bem a bunda e te curtir bem.
Pato: sim, meu macho, goza essa puta.
Coloquei ela de quatro de novo e fiquei um tempo bombando.
Eu: enfia a mão na sua buceta.
Pato: não entra, enfio dois dedos.
Tirei meu pau do cu dela e enfiei três dedos na buceta dela.
Eu: já foram três dedos, agora entra o quarto, ou você enfia a mão ou enfio meu punho direto.
Pato: enfio a mão, enfio a mão.
Novamente enfiei no cu dela e sentia como os dedos dela e quase a mão entravam na buceta.
Pato: tô morrendo de prazer, tenho orgasmos dos dois lados.
Os orgasmos faziam o esfíncter apertar e soltar meu pau. Enterrei até o fundo e gozei tudo. Ela tirou a mão da buceta dela e ficou parada.
Deitei do lado dela e fiz ela me chupar. Agora, só chupava um pouco. Tava exausta.
Pato: foi incrível, nunca me curtiram assim.
Eu: foi bom.
Pato: bom, genial. Mas não tá baixando.
Eu: então você vai ter que fazer alguma coisa.
Dito isso, deitei de barriga pra cima e fiz ela sentar com meu pau no cu dela de novo. Como tava fechando, custou um pouco.
Eu: agora, quem vai falar sou eu, e você vai me montar e fazer o que eu mandar.
Pato: sim, mas por favor, não aguento mais.
Eu: vai, se mexe, puta, belisca os bicos dos peitos, pra doer.
Pato: sim, tão doendo muito, chega, fico mais excitada.
Dei vários tapas na bunda dela e ela era uma máquina subindo e descendo, não gemia, não gritava, só respirava muito acelerada.
Eu: vê se tá molhadinha a buceta.
Enfiou dois dedos e tirou encharcados.
Eu: bom, agora enfia meu pau na buceta e mantém o cu aberto por se eu quiser de novo.
Pato: não, dois não.
Eu: tá bom.
Ajoelhei de novo perto da cara dela, enfiei três dedos na buceta dela e comecei a me masturbar. Ela gozava e me olhava extasiada.
Eu: pra você ver que sou bom, fode você escolhe, onde quer que eu goze: cu, buceta ou fode sua boca.
Pato: Na boca, por favor
Coloquei ela de joelhos, peguei a cabeça dela com as duas mãos e comecei a comer a boca dela. Ela se engasgava, tinha ânsia, tirei e gozei no rosto dela. Ela tentava juntar meu leite com os dedos e chupar.
Acho que antes de terminar de deitar, ela já estava dormindo. Dormi do lado dela.
Quando acordei, vi os lençóis manchados de sucos, porra e sangue. Ver aquilo me excitou, me deixou a mil de novo. Como ela estava de bruços, enfiei na buceta dela de uma só vez. Ela deu um grito abafado porque estava seca e doeu. Tampei a boca dela com a mão e falei:
Eu: fica quietinha e não enche o saco.
Fui sentindo como ela ia molhando.
Quando estava quase gozando, mandei ela levantar, coloquei ela na frente de um espelho e continuei metendo por trás.
Eu: olha como você tá, que cara de viciada que você tem.
Pato: sim, viciei em você.
Eu: bom, agora garota, você vai conhecer outra cara sua. Abre o cu.
Pato: de novo não, por favor.
Eu: abre.
Pato: deixa eu molhar ele.
Quando ela fez isso, peguei o cabelo dela e fiz ela se olhar no espelho. Enterrei meu pau e o rosto dela se desfigurou. Mas continuei bombando e foi mudando para um prazer infinito.
Eu: olha como sua carinha mudou, como você tá gozando, garota.
Novamente gozei no intestino dela.
Pouco depois, pedimos o café da manhã. Quando trouxeram, ela olhou e me disse:
Pato: essas gozadas infernais valeram a pena.
Trocamos os telefones, ela me pedia por favor para nos vermos de novo. Combinamos que pelo menos uma vez por mês íamos nos trancar o dia inteiro.
Quando voltei pra casa, pelo estado da minha roupa, minha mulher desconfiou de algo. Mas não disse nada, talvez por comodismo.
Ela fechou uma porta, pra mim se abriu outra.
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