El cambio de una madre (VIII)

Não acreditei no que acabei de ver, não dava crédito à foto que minha mãe tinha me mandado. Estaria sonhando?

Peguei o celular e liguei pra minha mãe, queria saber o que tinha acontecido pra ela dar essa guinada.

— Oi mãe, e essa foto? Certeza que era pra mim?

— Oi, meu filho. Sim, claro que sim, senão pra quem seria? — perguntou minha mãe surpresa.

— Não sei, mãe, talvez pro seu amante, sei lá, fiquei desconcertado. Não esperava que a gente fosse transar de novo. Você tinha sido tão clara...

— Como assim meu amante? O que você sabe disso? Quem me viu? Quem te contou?

— Calma, mãe, ninguém te viu, só eu. Te vi entrando em casa com um cara da minha idade, você tava vestida com a roupa que te dei no seu aniversário. Subi e ouvi que vocês estavam quase transando, e saí correndo sem pensar duas vezes.

— Que vergonha, mas por que não me disse nada? Porra, fiz papel de boba.

— Bom, mãe, não se martiriza, o que aconteceu com o cara?

— Era um sobrinho da minha amiga Marta.

Ela me disse uma vez que tinha um sobrinho que era louco por milfs, aliás ela dizia que se ele quisesse até a própria tia ele comeria. Como já conhecia ele, coloquei minhas armas de sedução que funcionam tão bem com você e fui atrás dele onde ele trabalhava. Cumprimentei ele e nem precisei convencer, ele aceitou na hora.

— E aí? Não transou de novo com ele? Não marcaram de se ver de novo? — perguntei intrigado.

— Não, filho. Não gostei nada da sensação. Tudo foi muito frio. Ele tem um pau grande, maior que o seu, mas se não sabe usar direito... não adianta nada.

— Não vai tentar de novo, mãe?

— Não, filho. Pensei muito nessas três semanas, e nem com seu pai, nem com esse cara, eu gostei nem um pouco.

Não cheguei a ter o prazer que você me provoca. Não cheguei a ter um orgasmo, como os que você me dá.

Decidi que a vida é muito curta e quero vivê-la ao máximo, quero continuar aproveitando na cama. Quero continuar me sentindo jovem. Quero acabar com a vida tediosa. que eu carreguei, durante tantos anos. Custe o que custar. Mesmo que tenha que fazer com você, tanto faz.
- Mãe, fico muito feliz que você tenha tomado essa decisão, me alegra que você queira viver sua vida ao máximo.
- Então, vai voltar a foder com sua velha mãe? — disse minha mãe com voz melosa.
- Claro, mãe, estou morrendo de vontade de ter você em minhas mãos e fazer você gozar. Sabe, mãe, eu também transei com outra pessoa depois de ter transado com você, e nada, não gostei de nada. Eu preciso de você. Quero te comer inteira de novo, quero ter noites loucas, como tivemos em Madrid...
- Bom, amanhã quando você vier, podemos ter uma. Te espero.
Estou morrendo de vontade que você me faça gozar...
Te amo, meu rei, até amanhã.
- Até amanhã, mãe, ah e coloca a roupa da foto, estou morrendo de vontade de ver ao vivo...
Desliguei o telefone. Voltei a abrir a foto, estava a mil, me dei outra punheta, daquelas que você goza que nem um louco...
Minha mãe me deixava a mil, era capaz de me deixar com tesão o dia todo.
Jantei um pouco e fui dormir, queria pegar forças para o dia seguinte.
A manhã passou devagar, foi longa, mas antes do meio-dia, já tinha acabado meu trabalho e estava pronto para voltar para casa.
Não parei nem para comer, só para mijar e descansar um pouco, estava morrendo de vontade de chegar em casa.
Quando já estava quase chegando, devia ser umas 19:30 ou por aí, e meu celular tocou, era minha mãe.
- O que diz, a rainha dos meus sonhos? — falei muito contente.
- Merda, filho, seu pai veio. Veio passar o fim de semana. Porra, que sorte a nossa. Agora o que a gente faz, filho?
- Porra, que oportuno, fica meses sem vir e agora no último mês veio duas vezes. Parece que quer foder nossos planos. Parece que está sentindo algo.
- O que vai sentir algo. O que acontece é que a coisa aconteceu assim...
- Bom, mãe, eu estou quase chegando, falta uma hora, a gente pensa numa desculpa e amanhã a gente dá uma boa escapada.
- Tá bom, filho, estou morrendo de vontade. Te amo, rei.
Continuei meu caminho. Era óbvio que eu teria que esperar mais um dia para foder a mamãe, mas naquela mesma noite, eu iria vê-la, dar pelo menos um beijo nela.
Depois de pouco mais de uma hora, cheguei em casa, estacionei na garagem e subi. Fiquei pensando em como faria no dia seguinte para comer minha mãe.
Abri a porta e fui direto para o meu quarto deixar a mala. Quando acendi a luz, quase morri do susto...
—Caralho, mãe, que susto você me deu. Quer que eu tenha um treco? Minha nossa.
—É que você não gostou da surpresinha que sua mãe te deu? Não gostou de como sua mamãe se vestiu? —ela disse deitada na minha cama.
—Sim, mãe, mas levei um susto da porra, não esperava por você de jeito nenhum...
—Seu pai estava em casa e eu não podia esperar até amanhã, sem que você me desse minha dose de sexo que eu tanto preciso...
Então, já mais tranquilo, comecei a ver aquela imagem que tinha visto no meu celular no dia anterior.
Minha mãe estava deitada na cama, com aquele macacão transparente, dava para ver os mamilos durinhos, aqueles lábios vaginais grossos e carnudos que eu tanto adoro.
Não tinha um único pelo, tinha uma buceta perfeita, coberta por uma espécie de robe, com rendas transparentes...
Meu pau não aguentou mais, estava quase saindo da minha calça...
Tirei a roupa e me joguei em cima da minha mãe. Nos fundimos em um beijo longo, de língua, com muita, muita paixão. Achei que nós dois íamos morrer por esse momento. Acariciei sua buceta pela abertura que o macacão oferecia, estava completamente encharcada. Minha mãe estava muito excitada. Então, enquanto acariciava minha cabeça, ela me disse:
—Meu garoto gostou da surpresa que eu preparei?
—Porra, adorei, quase morri do susto, mas gostei muito, muito mesmo, estava puto só de pensar que só iríamos transar amanhã, mas já vi que você também não conseguia esperar...
—Vamos, amor, não podemos demorar muito, seu pai está me esperando para jantar. Disse a ele que, como achava que você não viria, tinha marcado com minhas amigas para tomar alguma coisa. Que voltaria em algumas horas para jantar...
- Então vamos, mãe, não vamos perder mais tempo...
Beijei todo o corpo dela, desde o lóbulo da orelha até o tornozelo, depois subi novamente com beijos.
Beijei sua buceta molhada, que estava mais do que pronta para eu enfiar, mas ainda não queria. Queria que ela ficasse mais excitada...
Parei na sua buceta, minha mãe pegou minha cabeça para levá-la até lá, e eu comeria, mas a fiz esperar um pouco mais... Dei mordidinhas nos lábios vaginais, ela estava muito excitada.
- Porra, filho, para com essa bobagem de me deixar mais excitada e vem comer minha buceta de uma vez, que eu vou explodir...
Obedeci, não tínhamos muito tempo.
Comi sua buceta como uma mulher merece, chupei seu clitóris, seus lábios vaginais, enfiei minha língua, ela estava morrendo de prazer, acelerada...
Deitei na cama e ela engoliu meu pau todo, estava muito duro.
Um grito de prazer saiu da minha boca, quando ela enfiou até as bolas...
Depois de um tempo chupando, coloquei ela de quatro na cama e a penetrei de uma vez.
Enfiei até o fundo, até minhas bolas baterem na sua buceta madura...
- Ahhh, porra, que gostoso, amor... Mais, continua, você me mata de prazer, e pensar que eu queria desistir desse prazer para sempre... Não para, porra, não para... enfia mais...
Comecei a bombar, agarrei seus peitos enquanto enfiava, apertei-os, apertei seus mamilos, ela estava muito excitada... Gritava como uma louca. Estava morrendo de prazer...
Continuei por mais um tempo até minha mãe dizer:
- Tá bom, amor, para, que eu já gozei um monte de vezes, não aguento mais...
- Já, mãe, mas eu ainda não gozei...
- Isso eu resolvo, meu amor.
Deitei na cama e ela se ajoelhou. Começou a chupar meu pau, como só ela sabia, como a deusa da cama que era. Comeu minhas bolas, lambeu meu pau desde as bolas até a cabeça, eu estava prestes a explodir...
- Mãe, vou gozar, vou gozar.
Então ela continuou nessa velocidade um pouco mais, até que meu pau começou a soltar... Jorros de porra que nem uma louca. Eu gozava aos mares, não conseguia parar.
Minha mãe diminuiu a velocidade da mordida e engoliu todo o meu leite abundante...
- Cada dia gosto mais, adoro a cara que você faz quando goza na minha boca e eu engulo. Só por isso eu engoliria sempre...
- Te amo, mãe, senti muita sua falta, sentia falta dessas gozadas...
Nos beijamos um pouco, até que minha mãe parou.
- Vamos, tenho que ir, seu pai deve estar me esperando.
- Mãe, vamos tomar banho juntos e depois te acompanho pra casa e janto com vocês.
- Tá bom, filho, mas só o banho, nada mais, seu pai está esperando e não quero dar o mínimo motivo pra ele pensar alguma coisa.
Fomos pro banho, eu ainda estava com o pau duro que nem um louco, precisava meter de novo. Enquanto minha mãe tirava o sabonete com a água, me aproximei por trás e esfreguei meu pau na bunda dela, beijei seu pescoço... toquei seus peitos.
- Filho, você já sabe o que eu disse antes de entrar. Então, pelo amor de Deus, para quieto e vamos embora agora. Não dificulta mais pra mim...
- Tudo bem, mãe, vamos terminar e nos vestir... Te amo, amanhã tem mais.
Nos secamos, minha mãe vestiu a calcinha transparente que escolhi pro casamento com o sutiã combinando que deixava os peitos dela à mostra...
Mas a roupa era a de sempre. Aquela roupa feia que ela sempre usou.
- Mãe... mas e essa roupa? Filho, eu disse devagarzinho, a roupa íntima eu já mudei quase toda, e seu pai nem percebeu...
Rimos os dois, e em 5 minutos saímos caminhando pra casa dos meus pais.
Chegamos na casa dos meus pais.
- Oi, pai, gritei, entrando pela porta.
- Olha só, Luisja, que surpresa, o que te traz por aqui?
- Nada, a mãe disse que estava por perto e eu vim te ver e jantar com vocês...
- Fico muito feliz, como foi em Alicante?
- Bem, na verdade, não gosto muito de ficar fora, mas foram só duas semanas.
Minha mãe nos avisou que o jantar estava pronto. Minha mãe continuava com aqueles... Pijamas largos e feios. Mas escondiam um corpão por dentro.
Olhei para minha mãe e, na verdade, ela parecia mais feliz, tinha um sorrisinho...
Jantamos e conversamos por um bom tempo. Quando era meia-noite e eu ia voltar para casa, estava caindo uma tempestade muito forte. Eu não tinha trazido guarda-chuva, nem carro. Não esperava por isso.
— Luisja, com essa chuvarada toda, você vai para casa? Vai se encharcar e depois pega uma pneumonia. Por que não fica aqui para dormir? — disse minha mãe, convencida.
— Pois é, realmente não é uma má ideia.
— Claro que não — disse meu pai —, para isso você tem seu quarto.
— Bom, então tudo bem, eu fico, mas vou para a cama. Estou exausto, entre a viagem e as semanas de trabalho que tenho tido.
Fui para meu antigo quarto e esperei um pouco para ver o que minha mãe faria. Esperei um tempo, mas eles não foram para a cama. Estavam assistindo TV.
Deitei na cama e dormi na mesma hora, estava acabado...
Foi minha mãe quem me acordou, acariciando meu pau.
— Bom dia, querido. Gosta de como a mamãe te acorda? — ela sussurrou no meu ouvido.
Meti minha mão pelo pijama da minha mãe e comecei a tocar seus peitos, enquanto ela acariciava meu pau, já para fora da minha cueca.
Demos um beijo bem gostoso. A situação me dava muito tesão: meu pai no quarto ao lado, dormindo, e minha mãe fazendo uma masturbação...
Acariciei sua buceta, estava molhada, minha mãe estava com muito tesão.
Mas tivemos que abandonar nosso momento de intimidade, ouvimos meu pai se levantando.
Minha mãe saiu do quarto na velocidade da luz, fechando a porta. Eu tinha certeza de que não ia ficar assim. Peguei meu pau e comecei a pensar na minha mãe. Pensei na primeira vez que a vi nua, na vez que ela experimentava roupas íntimas na minha frente. Na vez que depilei sua buceta.
Foi então que eu gozei, feito um louco. Que bela masturbação matinal. É uma pena que não tenha sido a mamãe quem fez isso em mim.
Saí e tomei um banho. Deixei a porta aberta caso minha mãe quisesse entrar, mas ela não entrou.
Me vesti e saí para tomar café da manhã com meus pais. Meu pai estava tomando café e lendo o jornal no tablet, bem tranquilo. Minha mãe me olhava com olhos lascivos e piscava para mim. Mandava beijinhos escondida do meu pai. Tava claro que ela tava com vontade de putaria...
Como ninguém dava o primeiro passo, eu me manifestei.
- Bom, agora que parou de chover, vou pra casa, tenho que lavar roupa e fazer umas coisas...
- É, e eu vou fazer as compras - disse minha mãe.
Eu já via o que minha mãe queria comprar. Antes de ir ao mercado, ela queria comprar a carne que tava debaixo da minha calça. Gostei da ideia. Mas logo o plano foi pro saco.
- Tá bom - disse meu pai -, Pili, eu te acompanho nas compras...
- Deixa quieto, amor, fica em casa descansando se quiser - disse minha mãe, tentando convencer meu pai.
- De boa, amor, assim eu pego um ar...
Porra, meu pai nunca acompanha minha mãe nas compras, e hoje que eu queria foder ela, ele fode o plano... Bom, vai ter tempo.
Minha mãe foi trocar de roupa e meu pai foi tomar banho. Quando ele fechou a porta do banheiro, corri pro quarto dos meus pais.
Minha mãe tava pelada, se vestindo...
- Porra, que cabrao, seu pai fodeu nossa trepada. Com o tesão que eu tô. Olha, amor, como minha buceta tá molhadinha - disse minha mãe enquanto abria a buceta e me mostrava seu rosadinho.
- Nem me fala, mãe, assim eu não aguento até segunda-feira que ele vai embora.
Me aproximei dela, nos fundimos num beijo e toquei sua buceta - tava encharcada. A gente tava seguro enquanto desse pra ouvir a água.
Minha mãe tava tocando meu pau por cima da calça, eu tava tocando seu clitóris. Mas nessa hora, a água parou. Saí voando pra sala. Quando meu pai saiu do banheiro, minha mãe passou e fechou a porta.
Tava claro que ela ia fazer uma boa punheta, a coitada não aguentava mais, tava muito cachorra.
Depois de um tempo ela saiu já banhada - pelo tempo que levou, deu pra ver que fez uma boa punheta...
Quando meus pais já estavam prontos, saímos de casa, ela para Fui comprar com meu pai e voltamos para minha casa.
Quando chegamos no prédio:
— Porra, esqueci meu celular lá em cima. Vou buscar — disse meu pai, entrando de novo no prédio…
— Mãe, não me engana, você foi se masturbar no banheiro, né?…
— Sim, filho, não aguentava mais, estava com uma tesão do caralho, e com seu pai enchendo o saco, não dava para segurar. É a primeira vez que me toco assim, gostei e aproveitei…
— Fico feliz, Mãe, mas como vamos fazer? Quando vamos transar?
— Porra, filho, com seu pai aqui não sei, eu também estou com vontade, mas o que você quer fazer?
— Sei lá, Mãe, mas você sabe, o tesão da situação me excita muito, fico o dia todo com pau duro…
Nosso papo foi interrompido pelo celular da minha mãe.
— Alô, Roberto. Sim, filho, tudo bem? Como está tudo? Tá bom, combinado. Então hoje a gente janta. Certo, querido, eu falo para seu irmão. Um beijo.
— Mãe, o que o Roberto disse? Tá tudo bem com ele?
— Ele me falou que…
Aí meu pai chegou de novo.
— E aí? — meu pai perguntou.
— Nada, o Roberto acabou de ligar, disse que já que você está aqui, por que não jantamos todos juntos hoje? Ele pediu para te chamar também, Luija.
— Tá bom, Mãe, por mim perfeito. Não tenho nenhum plano.
— Então vamos a um restaurante, não quero que você fique o dia todo na cozinha. O tempo está bom e temos que aproveitar o dia — disse meu pai, bem seguro.
— Boa ideia — disse minha mãe.
— Tá bom, então nos vemos à noite. Quando escolherem o lugar, me avisam com o horário. Vou para casa fazer umas coisas. Tchau.
Fui para minha casa. Gostei da ideia de jantar com a família toda junta, mas também gostava da ideia de comer minha mãe, e não tinha jeito.
Fiquei ocupado em casa o dia todo, às 16h minha mãe me ligou.
— Oi, querido, como está minha pichitinha?
— Mãe, ela está morrendo de vontade de entrar na sua buceta e gozar que nem uma louca…
— Pois é, filho, não vai dar, seu pai não me dá brecha para ir te ver.
Aliás, marcamos para as 20h tomar um drink e depois ir jantar.
— Tá bom, então nos vemos mais tarde, se arruma pelo menos, vai. Te amo. Mãe, acho que segunda a gente vai poder foder que nem uns loucos.
- Tomara, meu amor, senão eu morro de esperar tanto...

A tarde passou, fiquei esperando que a qualquer momento a porta de casa ia abrir e minha mãe ia aparecer pra gente dar uma trepada daquelas, mas não. Não foi assim.

Por volta das 19h, vi que meu sonho não ia se realizar, então entrei no chuveiro e me arrumei. Coloquei a roupa que comprei pro aniversário da minha mãe e fui pro lugar onde a gente combinou.

Quando cheguei, meus pais já estavam lá, numa varanda tomando uma cerveja. Fiquei surpreso ao ver minha mãe. Ela estava linda. Estava usando a calça preta que dei de presente no aniversário dela, uma blusa decotada e um blazer. Tinha se maquiado e arrumado o cabelo. Estava usando os brincos e o colar que dei pra ela no dia do aniversário... Tava muito gostosa.

Mas o que mais combinava com ela era o sorriso que tinha, a cara de alegria...

- Oi, tudo bem? — disse pros dois.
- Oi, filho — responderam ao mesmo tempo.

Pedi uma cerveja e a gente conversou um pouco, até que meu irmão e minha cunhada chegaram. Quando vi minha cunhada, não me chamou tanta atenção como sempre que a via antes. Olhava pra minha mãe e pra minha cunhada e tinha certeza com qual eu ficaria.

Claudia, minha cunhada, disse pra minha mãe:
*Pili, que linda você tá, te vejo mais jovem. Nossa, como fez bem pra você fazer aniversário. Essa roupa caiu super bem em você.
- Obrigada, filha — minha mãe respondeu. — Minhas amigas me deram de presente no meu aniversário. Elas sempre diziam que eu me vestia muito antiquada e me deram isso e mais algumas coisas. Na verdade, eu coloquei e gostei. — Minha mãe mentiu.
- É, realmente caiu muito bem. Elas tiveram muito bom gosto.

Entramos no restaurante e nos sentamos, minha mãe ficou do meu lado.

Enquanto jantávamos, algumas vezes minha mãe tocou no meu pau por baixo da toalha, ninguém podia ver onde a mão dela estava, mas os toques não eram longos, eram mais... pelo tesão da situação. Eu adorava tudo aquilo.
Quando serviram o segundo prato, meu irmão deu uma notícia.
— Sabem, a Claudia e eu vamos ser pais, vocês vão ser avós e você tio — disse meu irmão rindo...
Todos ficamos muito, muito animados, demos os parabéns e trocamos beijos. Estávamos muito felizes.
Aí pensei: de foder uma mãe, para foder uma avó... hehe
Meu pai ficou eufórico com a alegria de ser avô e nos disse:
— Para comemorar, e como este ano meu trabalho foi muito bem, vamos todos fazer um cruzeiro em família, o que acham? O avô paga a viagem.
Porra, por um momento não me animei muito, ficar 10 dias sem foder minha mãe, sei lá...
Continuamos comendo e bebendo além da conta por causa da notícia. Mas eu continuava com um tesão da porra, e mais ainda depois de ter tomado uma garrafa de vinho.
Coloquei minha mão por baixo da mesa e acariciei a buceta da minha mãe, estava quente. Fiquei a mil.
Pouco tempo depois minha mãe foi ao banheiro, não demorou mais do que o tempo de um mijo. Quando voltou, me pareceu que ela tocou na minha jaqueta que estava na cadeira, mas não vi nada estranho...
Continuamos com as sobremesas e uns gintônicos.
Então a chamada da natureza me fez ir ao banheiro mijar.
Enquanto mijava, chegou um WhatsApp. Era da minha mãe. Abri e dizia:
— Não se assuste com o presente que deixei no bolso do seu casaco. Não olhe até chegar em casa. Te amo, homenzão.
Estava morrendo de curiosidade para saber o que minha mãe tinha deixado no casaco, mas não podia olhar.
Terminado o jantar, eu fui para casa, meu irmão e meus pais foram tomar mais alguma coisa numa esplanada.
Quando perdi minha família de vista, meti a mão no bolso da jaqueta e, só pelo tato, soube o que era.
Minha mãe tinha deixado a calcinha de seda no bolso do casaco para eu fazer uma boa masturbação naquela noite. Deus, como eu queria chegar em casa...
Quando estava no elevador, minha mãe me escreveu. Cuida elas, gosto muito delas. Não estrague. Ainda precisam estar quentinhas… Até amanhã. Seu pai não tem pressa, vai tomar outro gintonic.
Porra, que pena que meu pai não dormiu em casa hoje com a bebedeira que vai pegar, nem ia perceber…
Subi para casa, tranquei a porta e fui direto para o quarto. Coloquei a mão no meu casaco e tirei a calcinha da minha mãe, é verdade, a parte que encosta na buceta dela estava cheia de lubrificação, estavam quentes. Levei até o nariz e meu pau ficou duro como pedra.
Enrolei a calcinha no meu pau, era muito macia, subi e desci meu pau com a calcinha da minha mãe, fiquei muito excitado ao pensar que a calcinha que uma hora atrás estava naquela buceta que tanto me atrai…
Pouco tempo depois gozei na calcinha da minha mãe, enchi completamente de porra…
Deitei na cama e dormi como um anjinho…
Deviam ser 9 da manhã quando percebi que alguém estava no corredor da minha casa, acendi a luz e minha mãe apareceu na porta do quarto. Minha mãe sempre tem chave da minha casa, entra e sai como se fosse dela.
— Porra, mãe, no final você vai me matar de infarto. O que você faz aqui?
— Porra, filho, não fique tão animado que sua mãe venha foder com você, hein. Minha nossa, já vi que ontem você usou o presentinho que deixei, né, querido? — ela disse, enquanto se despia e entrava na minha cama.
— E o pai? — consegui perguntar enquanto minha mãe já estava brincando com meu pau.
— Está morto na cama, com certeza hoje não levanta até a hora do almoço, e ainda são 9:30. Ontem à noite ele e seu irmão pararam com os gin-tônicos. Ficamos até as 4 da madrugada. Eu estava muito excitada, pensando na punheta que você faria com minha calcinha, e quis transar com seu pai, mas não teve jeito.
Não levantava, dormiu como um urso. Tive que me masturbar de novo, não aguentava mais, filho. Seu pai só fez roncar como um porco essa noite…
Estava morrendo de vontade de vir foder com você. Quando eu voltar para casa, se seu pai já tiver acordado, vou dizer que saí com minhas amigas.

Nos fundimos em um beijo longo, enquanto acariciávamos nossos corpos nus. Minha mãe tomou a iniciativa e se lançou para chupar meu pau, me mamou como uma louca, subiu e voltou a comer minha boca, enfiou meu pau entre seus peitos, enquanto subia e descia os seios, chupava a ponta do meu pau, eu estava gostando muito.

— Você gosta do que eu faço, meu rei?

Então minha mãe subiu em cima de mim, colocou sua buceta sobre meu pau e começou a fazer uma masturbação com sua ppk, eu gostei muito, muito…

Já estava muito excitado, mas queria comer a buceta da minha mãe, eu precisava, deitei ela na cama e comecei a chupar sua ppk, sei que ela gostava muito, gemia muito. Apertei seus mamilos enquanto enfiava dois dedos em sua buceta encharcada.

— Bufff — dizia minha mãe —, caralho, que bom, eu estava morrendo de vontade de te foder de novo, mãe do céu, continua, continua, meu amor, ahhh, porra, me fode logo de uma vez. Enfia logo, caralho, enfiaaa.

Obedeci minha mãe e enfiei meu pau, ela começou a gemer. Deitei na cama e ela subiu em cima de mim, subia e descia, de frente para trás. Minha mãe gritava, seu clitóris contra a parte de cima do meu pau. Caralho, como ela se rebolava, agarrei seus peitos enquanto minha mãe saltava sobre meu pau.

— Vou gozar, mãe, tô gozandooo…

— Faz dentro, enche minha buceta com sua porra, meu amor…, caralho, que gostoso, queria que você me tivesse dado uma foda assim ontem. Eu gosto, eu gostooo — minha mãe gritava.

Então gozei, gozei como sempre fazia, com quantidades enormes…

Acabamos deitados, os dois na cama.

— Sabe, ontem a Cláudia me disse que eu estava muito gostosa com aquela roupa.

— Já sei, mãe, eu estava lá quando ela te disse.

— Sim, mas depois, quando você foi embora, ela me disse de novo, que eu parecia mais jovem. Então ela disse que a gente tinha que marcar um dia para ir comprar biquínis para o cruzeiro, e que se eu quisesse, ela me acompanhava. E assim ela também compraria algum. Então vamos fazer compras. Alguma roupa também, como desculpa. Assim a mudança não vai parecer tão óbvia.
- Fico feliz, mãe, e assim você não vai mais usar aqueles maiôs de véia...

Mas mãe, como vamos fazer? Como vamos ficar 10 dias sem foder? Eu não aguento.
- Não se preocupe com isso, filho, eu dou um jeito, não se preocupe. Agora que você e eu vamos foder no cruzeiro é certo.

Dei à minha mãe um beijo longo e brinquei com seu mamilo...
- Vou tomar um banho e vou para casa antes que seu pai acorde.

Deixei ela ir ao banheiro, depois fui eu, sem dizer nada. Uma vez lá dentro, ela não diria nada, e se eu tivesse falado antes, ela teria dito não, que estava com pressa.
Entrei no chuveiro, ela levou um susto da porra, não me esperava ali.
- Caralho, filho, que susto. O que você está fazendo aqui? Tenho que ir ou seu pai vai acordar.
- Mãe, e vai desperdiçar essa pica aqui, que está tão dura de novo? – disse enquanto esfregava contra sua bunda...
- Você faz o que quer comigo, filho.

Então a peguei por trás e enfiei de novo, dessa vez desde o começo foi rápido, numa velocidade que minha mãe não demorou a gritar...
- Porra, já estou cheia, que safado, você sabe como fazer. Caralho, continua... continua mais, quero mais, quero mais pica. Me dá mais forte, maaais ahhh. Eu gozo, eu gozo. Que delícia, meu Deus. Que prazer, caralho.

Minha mãe gozou muito rápido, então se separou de mim e começou a chupar minha pica. Ela chupava muito rápido, queria que eu gozasse logo.
Pouco tempo depois, tirei e gozei na cara e nos peitos dela, enchi ela de porra.

Nós dois nos lavamos e nos secamos, minha mãe foi para casa e eu fiquei mais um pouco na cama. Meter duas horas fodendo com minha mãe me deixou morto...

Fui jantar com meus pais e me despedi do meu pai. Eles disseram que já tinham tudo preparado para o cruzeiro e que partimos em 15 dias.
O que aconteceu nesse cruzeiro, conto outro dia.
Continua...

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