Beleza, vou repostar um conto que escrevi há um tempão. Como falei, vou postando as histórias que a gente tinha escrito. Isso aconteceu faz muito tempo, uns 10 ou 12 anos, mais ou menos. Mas é legal reler.
A ideia dos gifs é pra vocês imaginarem melhor as situações que foram rolando.
Espero que curtam.
Olá, amigos do P! Quanto tempo sem escrever pra vocês.
Então, vou contar que a gente andou na tranquilidade, só fazendo nossas coisinhas entre a gente, porque a Pato tá estudando… Tem que passar em algumas matérias, então tá focada nisso.
Ela se reúne com 3 colegas: uma mina e dois caras. Um deles é o Ariel, muito gente boa, já conheci e troquei ideia, o cara é simpático, joga hóquei sobre patins. Aliás, esses dias ele nem tá na província porque recebeu uma proposta pra jogar na Europa e, claro, foi embora. O outro é o German, um cara alto, barba de cavanhaque, e com cara de ser um "malandro". E a mina é a Lucia, meio gordinha, baixinha e, diria, bem bocuda.
Da Lucia não vou falar muito porque ela não entra nessa história que vou contar. Uma manhã como qualquer outra de janeiro, eles iam estudar os quatro, mas a Lucia não pôde ir porque o filho dela ficou doente. A questão é que a Pato me contou o que rolou quando a gente se viu, já de noite, na cama. Isso é estranho, porque ela sempre me avisa por mensagem ou me liga pra perguntar, mas dessa vez, nada. Fez o que quis e me contou só à noite. Nem tava excitada quando começou a contar, mas em 5 minutos já tava toda molhada e com o tesão lá em cima.
Bom, a história é que eles iam se reunir os quatro, mas a Lucia não pode ir, avisa umas 8h30 que não vai.
Então lá está a Pato com os dois colegas. Sabendo que ela não vinha, começam a estudar sem ela, sei lá, resumir, ler, arrumar pastas e essas coisas que fazem quando vão prestar uma matéria.
Umas 10h30 dão uma pausa porque tinham estudado direto por 2 horas. Começam a conversar sobre qualquer coisa. coisa, e o Alemão começa a falar do fim de semana, que tinha ido com uns amigos pro Bar46, um bar em San Juan, que geralmente vai umas coroas pra pegar uns caras, sem muito estresse, separadas, solteiras, mas coroas geralmente entre 25 e 40 anos. Ele conta que tinha pegado uma mina e levado pro hotel. Ariel perguntou como foi… “tudo bem, tudo certo” respondeu o Alemão, mas meio seco. “E aí, mano, conta pra gente” fala Ariel. “Não dá, a Dona Pato tá aqui” como se ele tivesse um pouco de vergonha de comentar na frente da minha mulher (só pra constar, ele chama de Dona na zoeira porque ela tem 35 anos, e os colegas, a grande maioria, tem uns 24 ou 25, o Alemão tem 25 e o Ariel 24). “Não tem problema, porra, conta pra gente, vai, eu adoro esse tipo de história” fala Pato, incentivando o Alemão a contar a aventura sexual dele. “Ok, vou contar, mas não é nada demais, o básico, a gente ficou 1h30 no hotel, todas as posições, a coroa aguenta bem” disse o Alemão. “E aí? Como foi? Ela te chupou bem a pica?” meio que pra quebrar o gelo, a Pato soltou e os três riram. “Siiim, chupou pra caralho, ela já tinha me falado no carro que adorava chupar pica, é bem puta, bem vadia a coroa, nada a ver com você, Pato. Você é uma senhora, imagino que nos seus anos de namoro, devia ser mais na sua, ou não?” Ele já se animou a perguntar pra ela. “Não pense isso” disse Pato “também já fiz minhas loucuras, mas pra ser sincera, há uns anos comecei a viver o sexo mais intensamente, como se a gente estivesse se entendendo melhor com meu marido” ela me mencionou, como pra lembrar que eu existo… “Ah é?? Olha só, que safada, verdade que você não tem muita cara de festeira… hahaha” riu o Alemão. O Ariel tava mudo ouvindo a conversa, imagino que já conhecia o Alemão e sabia onde tudo ia dar, e como ele me conhece, acho que não queria me “trair”. “Olha aqui, Alemãozinho, se você soubesse…… não me provoca…. Você não sabe com quem tá falando, hahaha” “Epa epa, e o que acontece se eu te provocar? Eu já contei, agora é sua vez de contar alguma coisa” Você, de cunho sexual, óbvio", disse Germán.
"Pô, cara, para de encher o saco e vamos voltar a estudar, senão o recreio vai acabar sendo mais longo que o estudo", disse Ariel, tentando desviar a conversa e cortar aquilo que estava rolando.
No ambiente já dava pra sentir o cheiro de sexo, e o Pato tem um faro muito bom pra isso.
"Relaxa, Ariel, a gente só tá brincando", disse Pato. "O problema é que esse aqui se acha o machão, mas a gente tinha que ver se ele é tão macho assim", provocou Pato, botando toda a carne no fogo. Vocês precisam entender que, com os meninos de férias, mais o estudo e eu cheia de trampo, a gente não tem transado muito ultimamente.
"O que você tá querendo insinuar, Pato?", disse Germán, meio excitado e meio sem entender nada.
"Insinuar? Pra você o que acabei de falar é uma insinuação?", respondeu Pato... "Olha, vou ser mais clara, porque você me parece meio devagar, Germancito."
Pato se levantou de onde estava e foi na direção de Germán. Ariel observava atento. Germán estava sentado numa cadeira. Pato se ajoelhou na frente dele, se abaixou e começou a apalpar o volume que já estava todo duro por cima da calça jeans. "Vamos ver quem chupa melhor, se é essa senhora aqui ou aquela putinha do bar."
Sem mais rodeios, Pato abaixou a braguilha dele, puxou a rola do Germán pra fora da calça e começou a masturbar ele, olhando bem nos olhos.
Depois foi ela quem desceu e começou a dar beijinhos na pica dele.
Depois começou a chupar ela, molhava bem, subia e descia, o German gemia baixinho e olhava pra Ariel, que não conseguia entender nada.
“Ei, Pato, acho que você tá passando dos limites, mano. Se seu marido descobre, ele vai encher nós dois de porrada”, disse Ariel.
“Fica tranquilo, trouxa. Se ele não me deixasse fazer isso, eu não faria. Ele fica excitado quando conto que dou uns chifrinhos nele, adora que me comam.” Disse Pato. Com isso, Ariel, ainda com medo, abaixou o moletom e começou a se masturbar, vendo Pato chupar a pica do Germán.
Nenhum dos dois tinha uma rola grande, o normal entre 17 e 20 cm. A do German era mais gordinha e bem cabeçuda, ou seja, do jeito que a Pato adora.
German a levantou e levou ela até um sofá que tinha de lado, tirou a camiseta dela e também a calça. Primeiro começou a chupar os gostosos bicos dos peitos da Pato, depois desceu, puxou a calcinha fio dental de lado e chupou bem a pussy dela.
“Vem, Ariel, me dá essa cock, assim te mostro como eu chupo” — disse Pato entre gemidos.
“Vai, boludo, deixa ela chupar, é um inferno, a cutie de sábado não tem nada a ver com a Pato, ela chupa muito yummy, a putinha da nossa coleguinha, hahaha, vem logo que depois a gente vai comer ela bem comidinha, pra deixar o marido feliz com a gente, hahaha, que cara otário, emprestar essa cutie!!!!” — disse German, bem convicto de me meter uns chifres daqueles.
Assim continuaram por um tempo, Pato chupava a cock do Ariel, que não parava de gozar, e German comia a pussy da Pato, que não parava de gemer de prazer com o que estavam fazendo com ela.
Depois, German se levantou, afastou o Ariel e colocou a Pato de quatro. A essa altura, German dominava toda a ação, dava pra ver que o moleque tem experiência, e eu não estava errado em pensar isso dele.
Ele foi enfiando devagar, depois de colocar uma camisinha que pediu pro Ariel trazer.
E aí ele comeu ela com força, metia e metia, o Ariel tava de pé e o Pato continuava chupando a pica dele, até que uma hora o Ariel falou que não aguentava mais e o Pato chupou aquela pica com mais vontade. Me disse que engoliu todo o leite, mas que era muito, então escaparam uns jatos da boca dela.
Obviamente, enquanto o Pato me contava isso, tava me masturbando, e eu também soltei um belo jato de leite, espirrando na cama e na minha barriga, deve ser porque ela não deixa eu gozar na boca dela, muito menos engolir meu leite. Isso deve ter me excitado. Tem coisas que ela não deixa eu fazer e que quando tá com outros caras faz. Isso me irrita, mas já nem ligo mais pra essas coisas. Ela faz o que quer e quando quer.
Enquanto isso, o German continuava bombando, o Pato pediu pra ele parar e sentar. Foi ela quem sentou naquele pedaço de pica viril e experiente. Começou a cavalgar de costas pra ele, se tocava nos peitos, gemia, e olhava pro Ariel com tesão, com vontade de que a pica dele subisse de novo pra continuar chupando, além disso, segundo ela, até ali tinha ficado com vontade de que o Ariel também comesse ela. Obviamente, eu sou um cara de uma só gozada, muito raramente sobe de novo, e muuuuito raramente gozo duas vezes na mesma sessão de sexo. Bom, esse não era o caso do Ariel, que em pouco tempo já tava de pau duro de novo, e também não era o meu caso, já que depois de descarregar minha pica, tive uma nova ereção dura porque o Pato continuava me tocando e contando.
Enquanto ela cavalgava o German, o Ariel se aproximou de novo com a pica a todo vapor, então mais uma vez uma pica entrava na buceta da minha mulher, e outra saboreava com a boca dela.
Pato afastou Ariel e sentou de novo em cima do German, dessa vez de frente, pra ele chupar as tetas dela.
Ariel começou uma brincadeirinha com os dedos no cu da Pato. Ao ver que ela não falava nada e até gemia cada vez que o dedo indicador entrava na bucetinha apertada, começou a prepará-la para o anal. Tirou ela de cima do German e, de quatro, começou a enfiar uns dedos no cu dela, com violência, cuspindo nos próprios dedos e metendo eles.
Eles riam e não podiam acreditar o quão puta a colega de estudos deles era, batiam palma, tavam se divertindo com ela.
Ele ficou atrás do Pato, e começou a meter a pica no cu dele, Pato gemia de prazer,
mas ele era muito bruto, fazia com força, ela gozava mas sentia dor, aos poucos a dor foi sumindo e era a pato que pedia pra comerem ela bem no cu.
De vez em quando eles trocavam, primeiro um, depois o outro.
Até que ela pediu pra fazerem dupla, queria ter os dois paus dentro dela. Eles riam e falavam pra ela pedir por favor, "por favor, caras, me comam bem a bunda e a buceta ao mesmo tempo". O mais louco de tudo é que eu quase nunca comi o cu da Pato. Ela quase nunca me dá. Muito raramente, depois de eu pedir várias vezes, e ali era ela quem pedia pros colegas arrebentarem a bunda dela.
"Vai, maluco, arrebenta meu cu" dizia a Pato, entre risadas, o German respondia "o que você quer que a gente faça?" "Pede direito, putinha" dizia o Ariel. "Arrebenta meu cuuuuuuuuu, por favor" falou a Pato, quase implorando.
Então o German sentou, a Pato enfiou o pau na bucetinha, e o Ariel, que tinha um bem grosso, foi abrindo o cu dela até os dois paus se chocarem dentro do corpo da Pato.
Naquele momento ela gozou pela segunda vez, um orgasmo que, segundo ela me contou, durou muito e quase a deixou acabada. Assim continuaram por um tempinho usando o Pato para os próprios prazeres, até que pediram pra ele se ajoelhar, e o Ariel gozou nos peitos dela e na cara dela.
Já o German exigiu que ela engolisse toda a porra sem derramar nada. E assim ela fez, abriu a boca e German soltou longos jatos de sêmen dentro da boca dela, ela engoliu e voltou a chupar o pau dele, pra deixar bem limpinho.
Obviamente eu também gozei na hora, e nem consegui comer ela direito.
A Pato tomou banho, tava dolorida, então falou pros caras que até ali era ela, que ia pra casa porque já era tarde e a babá tinha que ir embora.
Depois disso, eles se encontraram mais umas duas ou três vezes, mas nem tocaram no assunto, porque são quatro de novo, ou seja, a Lucia tava indo.
Amanhã, pelo que ouvi a Pato falar, a Lucia não ia. Eu disse pra Pato que ela também não vai, mas ela falou que tá com vontade de “estudar” de novo só com eles. Não sei o que vai rolar. Depois conto, de uma coisa eu tenho certeza: hoje ela foi na depiladora. Acho que vai sim.
Bom, galera, espero que tenham gostado, até a próxima.
Tô devendo as fotos da Pato porque não tô afim de ficar subindo pra um servidor pra depois postar no site.
Tem fotos dela nos outros relatos e na página de contatos.
Esperamos fotos de todos que quiserem comer ela, por mensagem privada. Valeu!!!
A ideia dos gifs é pra vocês imaginarem melhor as situações que foram rolando.
Espero que curtam.
Olá, amigos do P! Quanto tempo sem escrever pra vocês.
Então, vou contar que a gente andou na tranquilidade, só fazendo nossas coisinhas entre a gente, porque a Pato tá estudando… Tem que passar em algumas matérias, então tá focada nisso.
Ela se reúne com 3 colegas: uma mina e dois caras. Um deles é o Ariel, muito gente boa, já conheci e troquei ideia, o cara é simpático, joga hóquei sobre patins. Aliás, esses dias ele nem tá na província porque recebeu uma proposta pra jogar na Europa e, claro, foi embora. O outro é o German, um cara alto, barba de cavanhaque, e com cara de ser um "malandro". E a mina é a Lucia, meio gordinha, baixinha e, diria, bem bocuda.
Da Lucia não vou falar muito porque ela não entra nessa história que vou contar. Uma manhã como qualquer outra de janeiro, eles iam estudar os quatro, mas a Lucia não pôde ir porque o filho dela ficou doente. A questão é que a Pato me contou o que rolou quando a gente se viu, já de noite, na cama. Isso é estranho, porque ela sempre me avisa por mensagem ou me liga pra perguntar, mas dessa vez, nada. Fez o que quis e me contou só à noite. Nem tava excitada quando começou a contar, mas em 5 minutos já tava toda molhada e com o tesão lá em cima.
Bom, a história é que eles iam se reunir os quatro, mas a Lucia não pode ir, avisa umas 8h30 que não vai.
Então lá está a Pato com os dois colegas. Sabendo que ela não vinha, começam a estudar sem ela, sei lá, resumir, ler, arrumar pastas e essas coisas que fazem quando vão prestar uma matéria.
Umas 10h30 dão uma pausa porque tinham estudado direto por 2 horas. Começam a conversar sobre qualquer coisa. coisa, e o Alemão começa a falar do fim de semana, que tinha ido com uns amigos pro Bar46, um bar em San Juan, que geralmente vai umas coroas pra pegar uns caras, sem muito estresse, separadas, solteiras, mas coroas geralmente entre 25 e 40 anos. Ele conta que tinha pegado uma mina e levado pro hotel. Ariel perguntou como foi… “tudo bem, tudo certo” respondeu o Alemão, mas meio seco. “E aí, mano, conta pra gente” fala Ariel. “Não dá, a Dona Pato tá aqui” como se ele tivesse um pouco de vergonha de comentar na frente da minha mulher (só pra constar, ele chama de Dona na zoeira porque ela tem 35 anos, e os colegas, a grande maioria, tem uns 24 ou 25, o Alemão tem 25 e o Ariel 24). “Não tem problema, porra, conta pra gente, vai, eu adoro esse tipo de história” fala Pato, incentivando o Alemão a contar a aventura sexual dele. “Ok, vou contar, mas não é nada demais, o básico, a gente ficou 1h30 no hotel, todas as posições, a coroa aguenta bem” disse o Alemão. “E aí? Como foi? Ela te chupou bem a pica?” meio que pra quebrar o gelo, a Pato soltou e os três riram. “Siiim, chupou pra caralho, ela já tinha me falado no carro que adorava chupar pica, é bem puta, bem vadia a coroa, nada a ver com você, Pato. Você é uma senhora, imagino que nos seus anos de namoro, devia ser mais na sua, ou não?” Ele já se animou a perguntar pra ela. “Não pense isso” disse Pato “também já fiz minhas loucuras, mas pra ser sincera, há uns anos comecei a viver o sexo mais intensamente, como se a gente estivesse se entendendo melhor com meu marido” ela me mencionou, como pra lembrar que eu existo… “Ah é?? Olha só, que safada, verdade que você não tem muita cara de festeira… hahaha” riu o Alemão. O Ariel tava mudo ouvindo a conversa, imagino que já conhecia o Alemão e sabia onde tudo ia dar, e como ele me conhece, acho que não queria me “trair”. “Olha aqui, Alemãozinho, se você soubesse…… não me provoca…. Você não sabe com quem tá falando, hahaha” “Epa epa, e o que acontece se eu te provocar? Eu já contei, agora é sua vez de contar alguma coisa” Você, de cunho sexual, óbvio", disse Germán.
"Pô, cara, para de encher o saco e vamos voltar a estudar, senão o recreio vai acabar sendo mais longo que o estudo", disse Ariel, tentando desviar a conversa e cortar aquilo que estava rolando.
No ambiente já dava pra sentir o cheiro de sexo, e o Pato tem um faro muito bom pra isso.
"Relaxa, Ariel, a gente só tá brincando", disse Pato. "O problema é que esse aqui se acha o machão, mas a gente tinha que ver se ele é tão macho assim", provocou Pato, botando toda a carne no fogo. Vocês precisam entender que, com os meninos de férias, mais o estudo e eu cheia de trampo, a gente não tem transado muito ultimamente.
"O que você tá querendo insinuar, Pato?", disse Germán, meio excitado e meio sem entender nada.
"Insinuar? Pra você o que acabei de falar é uma insinuação?", respondeu Pato... "Olha, vou ser mais clara, porque você me parece meio devagar, Germancito."
Pato se levantou de onde estava e foi na direção de Germán. Ariel observava atento. Germán estava sentado numa cadeira. Pato se ajoelhou na frente dele, se abaixou e começou a apalpar o volume que já estava todo duro por cima da calça jeans. "Vamos ver quem chupa melhor, se é essa senhora aqui ou aquela putinha do bar."
Sem mais rodeios, Pato abaixou a braguilha dele, puxou a rola do Germán pra fora da calça e começou a masturbar ele, olhando bem nos olhos.
Depois foi ela quem desceu e começou a dar beijinhos na pica dele.
Depois começou a chupar ela, molhava bem, subia e descia, o German gemia baixinho e olhava pra Ariel, que não conseguia entender nada.
“Ei, Pato, acho que você tá passando dos limites, mano. Se seu marido descobre, ele vai encher nós dois de porrada”, disse Ariel. “Fica tranquilo, trouxa. Se ele não me deixasse fazer isso, eu não faria. Ele fica excitado quando conto que dou uns chifrinhos nele, adora que me comam.” Disse Pato. Com isso, Ariel, ainda com medo, abaixou o moletom e começou a se masturbar, vendo Pato chupar a pica do Germán.

Nenhum dos dois tinha uma rola grande, o normal entre 17 e 20 cm. A do German era mais gordinha e bem cabeçuda, ou seja, do jeito que a Pato adora. German a levantou e levou ela até um sofá que tinha de lado, tirou a camiseta dela e também a calça. Primeiro começou a chupar os gostosos bicos dos peitos da Pato, depois desceu, puxou a calcinha fio dental de lado e chupou bem a pussy dela.
“Vem, Ariel, me dá essa cock, assim te mostro como eu chupo” — disse Pato entre gemidos. “Vai, boludo, deixa ela chupar, é um inferno, a cutie de sábado não tem nada a ver com a Pato, ela chupa muito yummy, a putinha da nossa coleguinha, hahaha, vem logo que depois a gente vai comer ela bem comidinha, pra deixar o marido feliz com a gente, hahaha, que cara otário, emprestar essa cutie!!!!” — disse German, bem convicto de me meter uns chifres daqueles.
Assim continuaram por um tempo, Pato chupava a cock do Ariel, que não parava de gozar, e German comia a pussy da Pato, que não parava de gemer de prazer com o que estavam fazendo com ela.
Depois, German se levantou, afastou o Ariel e colocou a Pato de quatro. A essa altura, German dominava toda a ação, dava pra ver que o moleque tem experiência, e eu não estava errado em pensar isso dele.
Ele foi enfiando devagar, depois de colocar uma camisinha que pediu pro Ariel trazer.

E aí ele comeu ela com força, metia e metia, o Ariel tava de pé e o Pato continuava chupando a pica dele, até que uma hora o Ariel falou que não aguentava mais e o Pato chupou aquela pica com mais vontade. Me disse que engoliu todo o leite, mas que era muito, então escaparam uns jatos da boca dela.Obviamente, enquanto o Pato me contava isso, tava me masturbando, e eu também soltei um belo jato de leite, espirrando na cama e na minha barriga, deve ser porque ela não deixa eu gozar na boca dela, muito menos engolir meu leite. Isso deve ter me excitado. Tem coisas que ela não deixa eu fazer e que quando tá com outros caras faz. Isso me irrita, mas já nem ligo mais pra essas coisas. Ela faz o que quer e quando quer.
Enquanto isso, o German continuava bombando, o Pato pediu pra ele parar e sentar. Foi ela quem sentou naquele pedaço de pica viril e experiente. Começou a cavalgar de costas pra ele, se tocava nos peitos, gemia, e olhava pro Ariel com tesão, com vontade de que a pica dele subisse de novo pra continuar chupando, além disso, segundo ela, até ali tinha ficado com vontade de que o Ariel também comesse ela. Obviamente, eu sou um cara de uma só gozada, muito raramente sobe de novo, e muuuuito raramente gozo duas vezes na mesma sessão de sexo. Bom, esse não era o caso do Ariel, que em pouco tempo já tava de pau duro de novo, e também não era o meu caso, já que depois de descarregar minha pica, tive uma nova ereção dura porque o Pato continuava me tocando e contando.
Enquanto ela cavalgava o German, o Ariel se aproximou de novo com a pica a todo vapor, então mais uma vez uma pica entrava na buceta da minha mulher, e outra saboreava com a boca dela.

Pato afastou Ariel e sentou de novo em cima do German, dessa vez de frente, pra ele chupar as tetas dela.
Ariel começou uma brincadeirinha com os dedos no cu da Pato. Ao ver que ela não falava nada e até gemia cada vez que o dedo indicador entrava na bucetinha apertada, começou a prepará-la para o anal. Tirou ela de cima do German e, de quatro, começou a enfiar uns dedos no cu dela, com violência, cuspindo nos próprios dedos e metendo eles.
Eles riam e não podiam acreditar o quão puta a colega de estudos deles era, batiam palma, tavam se divertindo com ela. Ele ficou atrás do Pato, e começou a meter a pica no cu dele, Pato gemia de prazer,

mas ele era muito bruto, fazia com força, ela gozava mas sentia dor, aos poucos a dor foi sumindo e era a pato que pedia pra comerem ela bem no cu.
De vez em quando eles trocavam, primeiro um, depois o outro. Até que ela pediu pra fazerem dupla, queria ter os dois paus dentro dela. Eles riam e falavam pra ela pedir por favor, "por favor, caras, me comam bem a bunda e a buceta ao mesmo tempo". O mais louco de tudo é que eu quase nunca comi o cu da Pato. Ela quase nunca me dá. Muito raramente, depois de eu pedir várias vezes, e ali era ela quem pedia pros colegas arrebentarem a bunda dela.
"Vai, maluco, arrebenta meu cu" dizia a Pato, entre risadas, o German respondia "o que você quer que a gente faça?" "Pede direito, putinha" dizia o Ariel. "Arrebenta meu cuuuuuuuuu, por favor" falou a Pato, quase implorando.
Então o German sentou, a Pato enfiou o pau na bucetinha, e o Ariel, que tinha um bem grosso, foi abrindo o cu dela até os dois paus se chocarem dentro do corpo da Pato.

Naquele momento ela gozou pela segunda vez, um orgasmo que, segundo ela me contou, durou muito e quase a deixou acabada. Assim continuaram por um tempinho usando o Pato para os próprios prazeres, até que pediram pra ele se ajoelhar, e o Ariel gozou nos peitos dela e na cara dela.
Já o German exigiu que ela engolisse toda a porra sem derramar nada. E assim ela fez, abriu a boca e German soltou longos jatos de sêmen dentro da boca dela, ela engoliu e voltou a chupar o pau dele, pra deixar bem limpinho.
Obviamente eu também gozei na hora, e nem consegui comer ela direito. A Pato tomou banho, tava dolorida, então falou pros caras que até ali era ela, que ia pra casa porque já era tarde e a babá tinha que ir embora.
Depois disso, eles se encontraram mais umas duas ou três vezes, mas nem tocaram no assunto, porque são quatro de novo, ou seja, a Lucia tava indo.
Amanhã, pelo que ouvi a Pato falar, a Lucia não ia. Eu disse pra Pato que ela também não vai, mas ela falou que tá com vontade de “estudar” de novo só com eles. Não sei o que vai rolar. Depois conto, de uma coisa eu tenho certeza: hoje ela foi na depiladora. Acho que vai sim.
Bom, galera, espero que tenham gostado, até a próxima.
Tô devendo as fotos da Pato porque não tô afim de ficar subindo pra um servidor pra depois postar no site.
Tem fotos dela nos outros relatos e na página de contatos.
Esperamos fotos de todos que quiserem comer ela, por mensagem privada. Valeu!!!
2 comentários - Pato y los compañeros. Relato ilustrado