Era uma daquelas noites de estudo com meu inseparável amigo da faculdade e de aventuras, Eduardo. Naquela tarde, eu tinha comprado para minha namorada um conjunto de renda com calcinha fio dental e body transparente combinando, que ainda estavam numa sacola de presente em cima da minha cama.
Jantamos com meus pais e, quase às nove da noite, decidimos nos trancar para estudar para a prova final que teríamos na faculdade. Meu pai foi para o quarto, enquanto minha mãe ficou arrumando a mesa sozinha no térreo, onde também fica o quarto dos meus pais. Então, Eduardo e eu subimos para o andar de cima, sem deixar de notar que minha mãe me deu um sorriso malicioso, enquanto a blusa branca justa marcava o decote, provocando a gente com seus peitos lindos de quarentona.
— Subam, meninos. Daqui a pouco levo café pra vocês.
— Obrigado, Laura — disse Eduardo, para quem ela também sorriu docemente.
— Cada vez mais puta sua mãe — Eduardo me falou enquanto subíamos a escada.
— Ela tem um amante novo (sussurrei no ouvido dele) e eles já...
— É que com esse corpão e essa provocação, qualquer um cede aos desejos. E seu pai?
— Tá de boa, obrigado.
Estávamos no meu quarto, entre livros e concentrados, com Eduardo exercitando fórmulas, aquelas integrais e derivadas complexas, quando minha mãe apareceu com uma bandeja com xícaras de café e alguns alfajores de chocolate. Quase provocando, derramou café na própria blusa. Foi um gesto premeditado, como um convite para que nossos olhos fossem parar no seu decote, que ela esticou como se estivesse limpando aquelas gotas de café que, ainda mais, desenhavam as formas dos seus peitos sem sutiã. Eduardo me olhou surpreso.
Me levantei da escrivaninha e, tentando ajudá-la, vi um certo desejo nos olhos dela e no modo como mordeu (de novo) os lábios.
— Se queimou, mamãe?
— Não, estou bem, só doeu um pouquinho.
Mas seus mamilos estavam marcados em baixo-relevo por baixo da blusa suja de café, que ela amarrou na altura do umbigo, deixando à... Ela levantou a blusa, mostrando que o short de cintura baixa estava desabotoado, o biquíni preto, tão sensual, moldando o quadril até a virilha, mas ao sair do quarto notou o presente para minha namorada.
—E esse presente, é pra mim? Rendinha preta? Hmmm!!!
—Não, mãe, é pra Roxana, minha namorada.
Ela pegou e, saindo do quarto, levou o presente, enquanto eu a seguia pelo corredor. Quando viu que eu estava atrás dela, ela se virou e, colocando o dedo indicador nos meus lábios, me fez calar, sussurrando: —Vou dar uma surpresa pra você e pro "Edu"—. Essas palavras me excitaram demais, ainda mais o jeito do sussurro, vê-la toda manchada de café, suja e com aquele short desfiado. Estive a ponto de devorar sua boca, mas pensei que meu pai ainda podia estar pela casa, então me segurei. Mas ela não se segurou: me deu um beijinho rápido nos lábios… —Já volto, bebê.
Minha mãe, Laura, já com seus 49 anos, estava no auge. Seu corpo era sempre uma escultura que ela cuidava com natação e suas rotinas semanais na academia com sua personal trainer e massagista Verônica, que não passava de um travesti bem dotado e um de seus dois amantes exclusivos, que ela conheceu numa balada. 1,70m de sensualidade provocante, era uma mulher desejada, até mesmo pelas próprias amigas, que sabiam de seus desejos lésbicos e de seus prazeres swingers, segredos que eu também calava e curtia.
—Xochi, seu celular está tocando, é a "Mena", —meu pai gritou do andar de baixo.
—Atende, por favor, já desço, —minha mãe respondeu.
—É uma mensagem no WhatsApp, diz que vão se reunir com as meninas no "club house" e que ela passa pra te buscar.
—Ok.
Como era sexta-feira, depois do jantar meu pai se reunia na casa da "Mena" com o marido dela —outro corno— e outros amigos para jogar pôquer até altas horas, enquanto a "Mena" vinha pra casa ver filmes com minha mãe na sala. E aquela noite não seria exceção, o que se confirmou quando meu pai se despediu na porta de entrada; mas os planos mudaram. com aquele recado da "Mena". Voltei pro meu quarto pra estudar com o Eduardo quando, pouco depois, tocou a campainha da entrada. Como minha mãe não atendeu, e depois de perceber que ela tava no quarto dela, desci pra abrir pra "Mena".
— Oi, Richard. Cadê sua mãe?
— Uau... — exalei num suspiro, ao vê-la deslumbrantemente erótica, mas nada exibida — Entra, ela tava no banho. Tá linda, "Mena".
Senti umas cócegas na cabeça do meu pau; foi difícil desviar o olhar das sardinhas no seu decote e da minissaia que ela tava, combinando com o cabelo ruivo e os olhos verdes, iguais aos da minha mãe.
Minha mãe apareceu na varanda do primeiro andar, enrolada numa toalha, sacudindo o cabelo, enquanto virava a cabeça pro lado — uma atitude que me excitava toda vez, com um ar de provocação sensual.
— Oi, "Mena", tô me dando um banho e já desço...
— Pode deixar, eu subo e a gente conversa...
Os olhos da "Mena" brilharam ao ver minha mãe abrir a toalha na frente dela, mostrando na nudez sua beleza infinita. Nesse momento, o Eduardo, com um livro na mão, saiu do meu quarto, testemunhando o momento lésbico quando a "Mena" deu um "beijinho" nos lábios da minha mãe. Não consegui ouvir o que minha mãe sussurrou no ouvido da "Mena", quando esta, descendo as escadas, me pediu pra servir um pouco de vinho — me chamou a atenção, mas aceitei, enquanto via minha mãe sumir no corredor do andar de cima e o Eduardo voltar pro meu quarto.
— Como vão os estudos? — me perguntou a "Mena", levando o cristal da taça aos lábios com um certo tom de provocação.
— Bem, complicado como tudo em engenharia. — respondi meio trêmulo, o que dava pra notar enquanto me servia minha taça de vinho.
— E... vocês sempre estudam juntos com o "Edu"?
— Sim, somos muito amigos desde criança e fazemos um bom time na facul.
— Imagino — respondeu, virando as costas pra mim, que estavam descobertas, percebendo que ela também não tava de sutiã.
A "Mena" sempre me excitou. Era uma daquelas mulheres não muito altas, mas com um bom... corpo, com glúteos definidos combinando com seios salpicados de sardas, sempre usa salto alto para compensar justamente sua altura, pele delicada —e como disse— salpicada de sardas e com aqueles olhos verdes fulminantes, sob cílios negros e eróticos. Não imaginei que “Mena” também iria derramar vinho naquela tetas, ela se virou e eu fiquei olhando seus dois olhos que cravaram nos meus…
— Não seja bobo, leva uma taça de vinho pro seu amigo lá em cima, ele também vai precisar.
Sorri e, subindo as escadas, o silêncio era provocante, só se ouvia ao fundo o chuveiro na suíte da minha mãe. Ao passar pelo meu quarto, vi que Eduardo não estava lá. Com a taça de vinho na mão, segui sorrateiro pelo corredor quando descobri o Edu se masturbando, enquanto espreitava minha mãe pela porta entreaberta do banheiro, o que me deu uma ereção tão dura quanto o pau que o “Edu” agitava na mão.
— Gosta da puta que ela é? — disse, oferecendo a taça de vinho…
— Filho da puta, sua mãe me deixa louco, olha só que buceta depilada pra chupar, e esses mamilos!
— Não seja burro — falei — enquanto agarrava com a outra mão o pau dele, sentindo o calor.
— Quero comer ela, Richard.
— E tá esperando o quê? Entra no banheiro e mete nela, não vê que ela já percebeu.
A água do chuveiro escorria pela pele da minha mãe, que, segurando os peitos, foi se apoiando na parede enquanto deslizava, e a espuma se misturava na abertura das pernas dela, mostrando o púbis e os lábios vaginais cobertos por aquela espuma. Me afastei pelo corredor, enquanto Eduardo empurrava a porta do banheiro e se deixava ser visto por minha mãe, que saía do chuveiro…
— Desculpa, Lau, não vi que estava ocupado… — disse Eduardo, tremendo.
— Hmmm, e essa ereção, pra quem estava dedicando? — suspirou minha mãe.
Ela, ainda pingando água na pele, o encurralou na pia do banheiro e começou a beijá-lo, encostando aqueles mamilos dourados e os peitos sardentos pecadoras, acomodou o pau do "Edu" entre suas pernas molhadas, e entre chupadas morbidas abrindo suas pernas foi ficando de joelhos na frente dessa ereção carnuda de vinte e tantos centímetros, que foi devorando em sua boca e em silêncio. Eduardo jogou a cabeça para trás, mas enquanto acariciava os cabelos molhados da minha mãe, com a outra mão segurando a taça bebendo o vinho aos goles, que deixava escorrer pelo seu peito e ventre, desde sua boca até molhar seu púbis onde minha mãe punhetava aquela ereção enorme entre seus lábios confundindo os sabores.
O voyeurismo sobre minha mãe era o que sempre despertava meus instintos mais baixos de prazer, mas a "Mena", que estava num silêncio provocante apoiada na balaustrada da escada, com sua minissaia bem levantada sobre os quadris, a ponto de seu fio-dental aparecer desenhando a fenda de sua vulva, enquanto continuava bebendo aos goles de sua taça, me deixou louco e adivinhei que a noite ia ser quente demais.
—E sua mamãe, tá aguentando firme? —A pergunta da "Mena" me surpreendeu.
—Acho que ela tá bem entretida com um boquete —respondi.
—E você não gostaria de ver como ela curte? —Tomando minha mão, ela me levou até a suíte da minha mãe.
—Mamãe tem um charme que vicia qualquer um.
—Ela é tão puta e sabe disfarçar tão bem.
—Vocês fazem sexo lésbico? —perguntei pra "Mena", fingindo surpresa.
—Qualé, Richard, essa potra não se satisfaz com um cara só, nem com uma mulher só.
Quando espiámos pelo corredor, refletida no espelho do banheiro, minha mãe continuava de cócoras saboreando o pau do Eduardo, deixando escorrer em seus seios o mel de sua saliva, enquanto ele segurava forte seus cabelos apertando contra seu púbis, fazendo com que os engasgos deixassem perceber sua garganta profunda; nessa foda bucal desenhava-se em relevo nas bochechas a ereção tremenda do "Edu", que se descobria quando ele tirava e enfiava na boca, quando minha mãe levantando o olhar, disse —Quero mais, quero teu porra—. Ela deu outra chupada violenta, deixando sua saliva escorrer daquela cabeça como mel.
—Primeiro vou satisfazer minha vontade de te comer… Lau, de gozar nessa buceta tão puta que você tem.
—Arromba meu cuzinho primeiro, me excita mais com esse pau que me queima de prazer, por favor!
Ela se posicionou, apoiando as mãos na borda da banheira, erguendo suas coxas firmes, separando suas longas pernas e arqueando o quadril. Eduardo começou a brincar com a língua, enfiando-a naquele ânus antes de começar a encaixar a cabeça do pau naquele cu lubrificado por tantos beijos negros; os olhos da minha mãe se fecharam no prazer que ela inalava pela boca, no momento em que começamos a ver com “Mena” como vinte e tantos centímetros de pau se enterravam na minha mãe, até que o ritmo da foda começou a ser sentido nas batidas daqueles corpos. Eduardo metia com tanta força que minha mãe começou com gemidos abafados e suspiros a arranhar e se segurar nas paredes. Eduardo a apertou ainda mais, enquanto a foda era cada vez mais profunda como a longa ereção com que a submetia a embestidas mais fortes naquele ânus arrombado.
—Por favor não para (suplicou minha mãe) mas não goza ainda.
—Que apertadinho você tem, juro que vou continuar arrombando por um bom tempo, puta.
—Não para… Enfia fundo. —suplicou minha mãe.
“Mena”, que já estava se masturbando ao meu lado, agarrou meu rosto com as duas mãos e enfiou a língua na minha boca.
—Agora é a nossa vez, Richard.
—Sempre tive vontade desses peitos, “Mena”. —Disse enquanto acariciava sua buceta por cima do thong já molhado.
—E o que você estava esperando, bobo? —Ela disse enquanto me beijava de novo.
Me ajoelhei diante de “Mena” e comecei com pequenas mordidas a saborear seus lábios por baixo da seda preta do thong, até que enfiei meus dedos procurando seu ponto “G”, dentro de sua vagina macia e úmida. Ela pegou minha cabeça e me empurrou contra sua pelve. —Chupa, baby, chupa—, me faz gozar antes. que sua mãe venha e te coma também— Não tive tempo de reagir, seu orgasmo explodiu entre meus lábios. “Mena” desabou contra a parede e caiu de joelhos no chão diante de mim, começou a se despir, pedi que deixasse a calcinha fio-dental, porque meu pau já estava roçando e ficando ainda mais duro. Os dois estávamos ajoelhados frente a frente, seus lábios me tentavam e começamos a nos beijar freneticamente, minha saliva ia e vinha com a dela escorrendo sobre seus peitos que me tentavam, deixando aquela saliva correr sobre as sardas que brilhavam em suas lolas e sobre seus mamilos.
Os gritinhos que vinham da suíte não paravam de nos tentar ainda mais, quando um gemido abafado de Eduardo anunciou que ele estava gozando dentro da minha mãe. “Mena”, com um sorriso safado, pediu que eu gozasse na boca dela também, mas enquanto eu enfiava fundo naquela garganta, minha mãe e Eduardo apareceram nus no corredor, minha mãe segurando o pau dele; —aqui também estão transando, mas não goza, bebê— disse minha mãe dando um tapa na minha bunda. “Mena” levantou os olhos para os meus, quando com um jorro de porra comecei a me esvaziar no rosto e nos lábios dela, minha mãe se ajoelhou também e elas se beijaram, babando minha esperma entre os lábios. “Edu” sorriu para nós, quando deixei meu sêmen acabar no paladar da minha mãe.
—Vamos nos vestir e sair para tomar algo —sugeriu Eduardo.
—Seria bom, —disse minha mãe e se trancou com “Mena” no quarto dela.
—E “Edu”?... Comeu ela bem?
—Sua mãe é uma gostosa vagabunda linda, acho que gozei tanto que até medo de ter engravidado ela.
—Não se preocupa, ela toma anticoncepcional, porque se fosse pelas gozadas que ela já levou por dentro, teria tido mais abortos do que já teve.
—Arrebentei o cu dela, espero que seu velho não perceba, porque ela encheu meu pau de sangue.
—Sempre sai um pouco de sangue porque é apertado, não se preocupa, antes do meu velho ver o cu da minha mãe, com certeza outro pau já comeu ela, e essa noite tô com vontade de gozar nela também.
—Espero que a noite continue assim, me Também quero comer a "Mena". — disse Eduardo.
Estávamos com o "Edu" esperando as duas gostosas da "Mena" e minha mãe, que nesses casos virava "Xochi", quando elas apareceram descendo as escadas. A "Mena" com aquela minissaia e sua blusa sem sutiã, com as costas à mostra, e minha mãe ainda mais putinha, com uma calça branca bem justa marcando seu bumbum delicioso e uma blusa sem sutiã, destacando seus mamilos, além de botas de cano alto por cima da barra da calça. — Que putas gostosas, murmurou o "Edu".
Fazia tempo que eu e minha mãe, a Xochi, não tínhamos um encontro, apenas uns joguinhos eróticos que não passavam de uma carícia mais ousada, já que sempre reservávamos nossos prazeres incestuosos para as férias, longe de olhares e do ambiente familiar. Mas é claro, eu sempre fui cúmplice dos prazeres e dos pecados diários dela. Porém, não ficamos muito tempo numa boate para a qual nós quatro havíamos ido, pois a "Mena" pediu ao "Edu" que a levasse até sua casa. Era impossível não notar que a "Mena" tinha ficado com muito tesão pelo Eduardo depois de ver como ele comia minha mãe. Mesmo assim, minha mãe e eu decidimos ficar um pouco mais — a noite ainda era jovem para voltar para casa —, então continuamos dançando e bebendo como mais um casal no meio daquele cheiro de tesão e putaria naquela boate. Laura, minha mãe, já estava bem alegre com o álcool, era hora de dançar mais coladinhos e sentir os peitos dela no meu peito enquanto acariciava suas costas, fazendo com que ela sentisse minhas unhas descendo até seu bumbum.
— Você está me deixando com tesão, Richard… — ela sussurrou no meu ouvido.
— É isso que eu quero, putinha, te deixar bem excitada.
— Mas tem um cara nos olhando, e eu gostei.
— Você gosta que ele esteja nos olhando, ou está com tesão nele?
— Você deixa eu dançar um pouco com ele, para ver o que ele quer?
— Pode ir, mas hoje à noite eu quero te comer, mesmo estando em Buenos Aires.
Voltei para o bar e, enquanto pedia outro drink, minha mãe começou a dançar com aquele cara, que a segurava contra seu corpo, provocando sensações nela que ela me compartia com seu olhar, quando não, mordendo os lábios (gesto típico de prazer da minha mãe); num momento e sob a pouca luz da pista, Jorge —esse cara— começou a beijocá-la e a deixar que suas mãos brincassem sobre a calça branca da minha mãe, que, fechando os olhos, abria ainda mais sua boca devorando aqueles beijos. Eu sabia que ela já estava muito excitada, mas não entregue àquele cara.
—Quem é que te acompanha? — perguntou-lhe Jorge.
—É meu filho, algum problema? — respondeu ela.
—Ah, que bom, você sai com seu filho?
—Ele é meu cúmplice e meu guardião em tudo.
—E a noite… com quem você pensa em terminá-la?
—Hmmm, isso depende (…).
Minha mãe deu um beijinho em seus lábios, mas o deixou sozinho no meio da pista, se aproximou de mim, pegou minha mão e, olhando para ele, me disse —vamos, baby— e fechou minha boca com um beijo, enquanto eu, provocando-o, acariciei sua bunda e murmurei para aquele desconhecido —esta puta é minha.
—Para onde você vai me levar, Fran?
—O que você acha se, depois de tanto tempo, você e eu formos a um “hotel”? Faz dois anos que te vejo transar com seus ficantes e desde a nossa última vez em Punta del Este, não faço mais do que te dedicar minhas punhetas.
—Meu baby, esta noite você vai gozar dentro das minhas entranhas. — Ela me dizia quando se trepou entre minhas pernas ao subir no carro e meu pau sentiu a necessidade de se grudar aos lábios partidos que sua calça fatalmente desenhava. Comemos a boca um do outro e voltamos a ser amantes sem deixar de ser mãe e filho. Como naqueles filmes “pornô”, enquanto eu dirigia, ela começou a desabotoar minha calça até que, me acomodando, pude deixar que minha ereção fosse parar no fundo de sua garganta, não conseguia me conter com a tremenda boquete de sua boca, não devia gozar, queria fazê-lo dentro dela, no mais profundo de seu ventre.
O “hotel” (albergue transitório de casais informais e de traições), não estava longe; graças a Deus consegui me conter para não ejacular nela enquanto dirigia, permitiu que minha ereção ainda continuasse firme sob meu jeans, que ela Eu curtia com um tesão doentio.
Acho que nem chegamos a atravessar a porta da suíte e já estávamos pelados, os peitos da minha mãe pressionados contra meu peito e meu pau entre as pernas dela, sentindo a umidade da sua buceta depilada com cuidado, marcada apenas por aquela fina linha de pelos que descia no púbis. Quentes, muito excitados, nos beijávamos com desejos luxuriosos, reprimidos por aqueles anos de abstinência local, e quando fui penetrando ela só pela lubrificação natural, ela abriu um pouco as pernas, fechou os olhos e voltamos a nos beijar.
Maldito celular, que tocou exatamente no momento em que eu começava a comer minha mãe mais uma vez, que, sem parar de ser penetrada, foi se deitando na cama. A mensagem era do meu pai: —Tudo bem? Você está com sua mãe?... Cuidem-se! —Respondi que estávamos bem, enquanto sorria para ela e ela me encarava de volta, apertando os mamilos; joguei o celular, me joguei sobre o corpo latino dela até sentir que estava tão fundo que transamos um bom tempo segurando os orgasmos, suando tesão entre seus fluidos.
—Deixa eu chupar esse pau, me dá essa ereção na boca, quero seu sêmen.
—Engole tudo, putinha, eu dizia enquanto ela se ajoelhava de novo e, com sua arte, não deixava que a cabeça escapasse dos seus lábios, ia e vinha sobre ela, eu segurando seu cabelo com força, deixei minha porra jorrar do fundo da garganta dela até virar uma cachoeira sobre seus peitos pintados; ela tossiu o suficiente para que esses engasgos engolissem, por sua vez, o resto do sêmen que foi —como ela queria— direto para o fundo da barriga.
Entramos juntos na hidromassagem e pedi champanhe, que deixei escorrer depois pelo corpo dela para transarmos de novo; ela apoiou os mamilos no box do banheiro, refletindo-se no espelho que nos devolvia da parede oposta, ela levantou a bunda e por trás comecei a penetrá-la enquanto escorregava com a espuma dentro da sua buceta, me apertando sobre ela e deixei ela sentir um pouco a minha ereção latejante dentro dela; com as duas mãos eu separava suas nádegas ao mesmo tempo para sentir minha penetração mais profunda, continuamos transando e depois brindamos por estar tão tarde para voltar para casa; assim a madrugada nos pegou quando terminei meu sêmen com uma estocada final dentro de sua bucetinha delicada, que jorrava como uma fonte tanto sêmen, talvez o que muito tinha acabado com o "Edu", mais meu orgasmo fatal dentro dela.
—Você me come como ninguém, filho, você é o meu melhor macho.
—E você a pior de todas as putas, e como nenhuma a melhor.
Voltamos para casa, entramos com nosso silêncio cúmplice, ambos descalços, mas ninguém tinha chegado, nem meu pai, nem meu irmão; isso fez com que a gente se beijasse de novo no banheiro onde a noite tinha começado. Fui para o meu quarto, mas não sei quanto tempo tinha passado, quando ela, minha mãe, vestindo o conjunto de renda com calcinha fio-dental e body transparente, que teria sido para minha namorada, e seminu me acordou com o café da manhã no meu quarto.
—Richard, já é sábado, mais de meio-dia e estamos sozinhos em casa…
Jantamos com meus pais e, quase às nove da noite, decidimos nos trancar para estudar para a prova final que teríamos na faculdade. Meu pai foi para o quarto, enquanto minha mãe ficou arrumando a mesa sozinha no térreo, onde também fica o quarto dos meus pais. Então, Eduardo e eu subimos para o andar de cima, sem deixar de notar que minha mãe me deu um sorriso malicioso, enquanto a blusa branca justa marcava o decote, provocando a gente com seus peitos lindos de quarentona.
— Subam, meninos. Daqui a pouco levo café pra vocês.
— Obrigado, Laura — disse Eduardo, para quem ela também sorriu docemente.
— Cada vez mais puta sua mãe — Eduardo me falou enquanto subíamos a escada.
— Ela tem um amante novo (sussurrei no ouvido dele) e eles já...
— É que com esse corpão e essa provocação, qualquer um cede aos desejos. E seu pai?
— Tá de boa, obrigado.
Estávamos no meu quarto, entre livros e concentrados, com Eduardo exercitando fórmulas, aquelas integrais e derivadas complexas, quando minha mãe apareceu com uma bandeja com xícaras de café e alguns alfajores de chocolate. Quase provocando, derramou café na própria blusa. Foi um gesto premeditado, como um convite para que nossos olhos fossem parar no seu decote, que ela esticou como se estivesse limpando aquelas gotas de café que, ainda mais, desenhavam as formas dos seus peitos sem sutiã. Eduardo me olhou surpreso.
Me levantei da escrivaninha e, tentando ajudá-la, vi um certo desejo nos olhos dela e no modo como mordeu (de novo) os lábios.
— Se queimou, mamãe?
— Não, estou bem, só doeu um pouquinho.
Mas seus mamilos estavam marcados em baixo-relevo por baixo da blusa suja de café, que ela amarrou na altura do umbigo, deixando à... Ela levantou a blusa, mostrando que o short de cintura baixa estava desabotoado, o biquíni preto, tão sensual, moldando o quadril até a virilha, mas ao sair do quarto notou o presente para minha namorada.
—E esse presente, é pra mim? Rendinha preta? Hmmm!!!
—Não, mãe, é pra Roxana, minha namorada.
Ela pegou e, saindo do quarto, levou o presente, enquanto eu a seguia pelo corredor. Quando viu que eu estava atrás dela, ela se virou e, colocando o dedo indicador nos meus lábios, me fez calar, sussurrando: —Vou dar uma surpresa pra você e pro "Edu"—. Essas palavras me excitaram demais, ainda mais o jeito do sussurro, vê-la toda manchada de café, suja e com aquele short desfiado. Estive a ponto de devorar sua boca, mas pensei que meu pai ainda podia estar pela casa, então me segurei. Mas ela não se segurou: me deu um beijinho rápido nos lábios… —Já volto, bebê.
Minha mãe, Laura, já com seus 49 anos, estava no auge. Seu corpo era sempre uma escultura que ela cuidava com natação e suas rotinas semanais na academia com sua personal trainer e massagista Verônica, que não passava de um travesti bem dotado e um de seus dois amantes exclusivos, que ela conheceu numa balada. 1,70m de sensualidade provocante, era uma mulher desejada, até mesmo pelas próprias amigas, que sabiam de seus desejos lésbicos e de seus prazeres swingers, segredos que eu também calava e curtia.
—Xochi, seu celular está tocando, é a "Mena", —meu pai gritou do andar de baixo.
—Atende, por favor, já desço, —minha mãe respondeu.
—É uma mensagem no WhatsApp, diz que vão se reunir com as meninas no "club house" e que ela passa pra te buscar.
—Ok.
Como era sexta-feira, depois do jantar meu pai se reunia na casa da "Mena" com o marido dela —outro corno— e outros amigos para jogar pôquer até altas horas, enquanto a "Mena" vinha pra casa ver filmes com minha mãe na sala. E aquela noite não seria exceção, o que se confirmou quando meu pai se despediu na porta de entrada; mas os planos mudaram. com aquele recado da "Mena". Voltei pro meu quarto pra estudar com o Eduardo quando, pouco depois, tocou a campainha da entrada. Como minha mãe não atendeu, e depois de perceber que ela tava no quarto dela, desci pra abrir pra "Mena".
— Oi, Richard. Cadê sua mãe?
— Uau... — exalei num suspiro, ao vê-la deslumbrantemente erótica, mas nada exibida — Entra, ela tava no banho. Tá linda, "Mena".
Senti umas cócegas na cabeça do meu pau; foi difícil desviar o olhar das sardinhas no seu decote e da minissaia que ela tava, combinando com o cabelo ruivo e os olhos verdes, iguais aos da minha mãe.
Minha mãe apareceu na varanda do primeiro andar, enrolada numa toalha, sacudindo o cabelo, enquanto virava a cabeça pro lado — uma atitude que me excitava toda vez, com um ar de provocação sensual.
— Oi, "Mena", tô me dando um banho e já desço...
— Pode deixar, eu subo e a gente conversa...
Os olhos da "Mena" brilharam ao ver minha mãe abrir a toalha na frente dela, mostrando na nudez sua beleza infinita. Nesse momento, o Eduardo, com um livro na mão, saiu do meu quarto, testemunhando o momento lésbico quando a "Mena" deu um "beijinho" nos lábios da minha mãe. Não consegui ouvir o que minha mãe sussurrou no ouvido da "Mena", quando esta, descendo as escadas, me pediu pra servir um pouco de vinho — me chamou a atenção, mas aceitei, enquanto via minha mãe sumir no corredor do andar de cima e o Eduardo voltar pro meu quarto.
— Como vão os estudos? — me perguntou a "Mena", levando o cristal da taça aos lábios com um certo tom de provocação.
— Bem, complicado como tudo em engenharia. — respondi meio trêmulo, o que dava pra notar enquanto me servia minha taça de vinho.
— E... vocês sempre estudam juntos com o "Edu"?
— Sim, somos muito amigos desde criança e fazemos um bom time na facul.
— Imagino — respondeu, virando as costas pra mim, que estavam descobertas, percebendo que ela também não tava de sutiã.
A "Mena" sempre me excitou. Era uma daquelas mulheres não muito altas, mas com um bom... corpo, com glúteos definidos combinando com seios salpicados de sardas, sempre usa salto alto para compensar justamente sua altura, pele delicada —e como disse— salpicada de sardas e com aqueles olhos verdes fulminantes, sob cílios negros e eróticos. Não imaginei que “Mena” também iria derramar vinho naquela tetas, ela se virou e eu fiquei olhando seus dois olhos que cravaram nos meus…
— Não seja bobo, leva uma taça de vinho pro seu amigo lá em cima, ele também vai precisar.
Sorri e, subindo as escadas, o silêncio era provocante, só se ouvia ao fundo o chuveiro na suíte da minha mãe. Ao passar pelo meu quarto, vi que Eduardo não estava lá. Com a taça de vinho na mão, segui sorrateiro pelo corredor quando descobri o Edu se masturbando, enquanto espreitava minha mãe pela porta entreaberta do banheiro, o que me deu uma ereção tão dura quanto o pau que o “Edu” agitava na mão.
— Gosta da puta que ela é? — disse, oferecendo a taça de vinho…
— Filho da puta, sua mãe me deixa louco, olha só que buceta depilada pra chupar, e esses mamilos!
— Não seja burro — falei — enquanto agarrava com a outra mão o pau dele, sentindo o calor.
— Quero comer ela, Richard.
— E tá esperando o quê? Entra no banheiro e mete nela, não vê que ela já percebeu.
A água do chuveiro escorria pela pele da minha mãe, que, segurando os peitos, foi se apoiando na parede enquanto deslizava, e a espuma se misturava na abertura das pernas dela, mostrando o púbis e os lábios vaginais cobertos por aquela espuma. Me afastei pelo corredor, enquanto Eduardo empurrava a porta do banheiro e se deixava ser visto por minha mãe, que saía do chuveiro…
— Desculpa, Lau, não vi que estava ocupado… — disse Eduardo, tremendo.
— Hmmm, e essa ereção, pra quem estava dedicando? — suspirou minha mãe.
Ela, ainda pingando água na pele, o encurralou na pia do banheiro e começou a beijá-lo, encostando aqueles mamilos dourados e os peitos sardentos pecadoras, acomodou o pau do "Edu" entre suas pernas molhadas, e entre chupadas morbidas abrindo suas pernas foi ficando de joelhos na frente dessa ereção carnuda de vinte e tantos centímetros, que foi devorando em sua boca e em silêncio. Eduardo jogou a cabeça para trás, mas enquanto acariciava os cabelos molhados da minha mãe, com a outra mão segurando a taça bebendo o vinho aos goles, que deixava escorrer pelo seu peito e ventre, desde sua boca até molhar seu púbis onde minha mãe punhetava aquela ereção enorme entre seus lábios confundindo os sabores.
O voyeurismo sobre minha mãe era o que sempre despertava meus instintos mais baixos de prazer, mas a "Mena", que estava num silêncio provocante apoiada na balaustrada da escada, com sua minissaia bem levantada sobre os quadris, a ponto de seu fio-dental aparecer desenhando a fenda de sua vulva, enquanto continuava bebendo aos goles de sua taça, me deixou louco e adivinhei que a noite ia ser quente demais.
—E sua mamãe, tá aguentando firme? —A pergunta da "Mena" me surpreendeu.
—Acho que ela tá bem entretida com um boquete —respondi.
—E você não gostaria de ver como ela curte? —Tomando minha mão, ela me levou até a suíte da minha mãe.
—Mamãe tem um charme que vicia qualquer um.
—Ela é tão puta e sabe disfarçar tão bem.
—Vocês fazem sexo lésbico? —perguntei pra "Mena", fingindo surpresa.
—Qualé, Richard, essa potra não se satisfaz com um cara só, nem com uma mulher só.
Quando espiámos pelo corredor, refletida no espelho do banheiro, minha mãe continuava de cócoras saboreando o pau do Eduardo, deixando escorrer em seus seios o mel de sua saliva, enquanto ele segurava forte seus cabelos apertando contra seu púbis, fazendo com que os engasgos deixassem perceber sua garganta profunda; nessa foda bucal desenhava-se em relevo nas bochechas a ereção tremenda do "Edu", que se descobria quando ele tirava e enfiava na boca, quando minha mãe levantando o olhar, disse —Quero mais, quero teu porra—. Ela deu outra chupada violenta, deixando sua saliva escorrer daquela cabeça como mel.
—Primeiro vou satisfazer minha vontade de te comer… Lau, de gozar nessa buceta tão puta que você tem.
—Arromba meu cuzinho primeiro, me excita mais com esse pau que me queima de prazer, por favor!
Ela se posicionou, apoiando as mãos na borda da banheira, erguendo suas coxas firmes, separando suas longas pernas e arqueando o quadril. Eduardo começou a brincar com a língua, enfiando-a naquele ânus antes de começar a encaixar a cabeça do pau naquele cu lubrificado por tantos beijos negros; os olhos da minha mãe se fecharam no prazer que ela inalava pela boca, no momento em que começamos a ver com “Mena” como vinte e tantos centímetros de pau se enterravam na minha mãe, até que o ritmo da foda começou a ser sentido nas batidas daqueles corpos. Eduardo metia com tanta força que minha mãe começou com gemidos abafados e suspiros a arranhar e se segurar nas paredes. Eduardo a apertou ainda mais, enquanto a foda era cada vez mais profunda como a longa ereção com que a submetia a embestidas mais fortes naquele ânus arrombado.
—Por favor não para (suplicou minha mãe) mas não goza ainda.
—Que apertadinho você tem, juro que vou continuar arrombando por um bom tempo, puta.
—Não para… Enfia fundo. —suplicou minha mãe.
“Mena”, que já estava se masturbando ao meu lado, agarrou meu rosto com as duas mãos e enfiou a língua na minha boca.
—Agora é a nossa vez, Richard.
—Sempre tive vontade desses peitos, “Mena”. —Disse enquanto acariciava sua buceta por cima do thong já molhado.
—E o que você estava esperando, bobo? —Ela disse enquanto me beijava de novo.
Me ajoelhei diante de “Mena” e comecei com pequenas mordidas a saborear seus lábios por baixo da seda preta do thong, até que enfiei meus dedos procurando seu ponto “G”, dentro de sua vagina macia e úmida. Ela pegou minha cabeça e me empurrou contra sua pelve. —Chupa, baby, chupa—, me faz gozar antes. que sua mãe venha e te coma também— Não tive tempo de reagir, seu orgasmo explodiu entre meus lábios. “Mena” desabou contra a parede e caiu de joelhos no chão diante de mim, começou a se despir, pedi que deixasse a calcinha fio-dental, porque meu pau já estava roçando e ficando ainda mais duro. Os dois estávamos ajoelhados frente a frente, seus lábios me tentavam e começamos a nos beijar freneticamente, minha saliva ia e vinha com a dela escorrendo sobre seus peitos que me tentavam, deixando aquela saliva correr sobre as sardas que brilhavam em suas lolas e sobre seus mamilos.
Os gritinhos que vinham da suíte não paravam de nos tentar ainda mais, quando um gemido abafado de Eduardo anunciou que ele estava gozando dentro da minha mãe. “Mena”, com um sorriso safado, pediu que eu gozasse na boca dela também, mas enquanto eu enfiava fundo naquela garganta, minha mãe e Eduardo apareceram nus no corredor, minha mãe segurando o pau dele; —aqui também estão transando, mas não goza, bebê— disse minha mãe dando um tapa na minha bunda. “Mena” levantou os olhos para os meus, quando com um jorro de porra comecei a me esvaziar no rosto e nos lábios dela, minha mãe se ajoelhou também e elas se beijaram, babando minha esperma entre os lábios. “Edu” sorriu para nós, quando deixei meu sêmen acabar no paladar da minha mãe.
—Vamos nos vestir e sair para tomar algo —sugeriu Eduardo.
—Seria bom, —disse minha mãe e se trancou com “Mena” no quarto dela.
—E “Edu”?... Comeu ela bem?
—Sua mãe é uma gostosa vagabunda linda, acho que gozei tanto que até medo de ter engravidado ela.
—Não se preocupa, ela toma anticoncepcional, porque se fosse pelas gozadas que ela já levou por dentro, teria tido mais abortos do que já teve.
—Arrebentei o cu dela, espero que seu velho não perceba, porque ela encheu meu pau de sangue.
—Sempre sai um pouco de sangue porque é apertado, não se preocupa, antes do meu velho ver o cu da minha mãe, com certeza outro pau já comeu ela, e essa noite tô com vontade de gozar nela também.
—Espero que a noite continue assim, me Também quero comer a "Mena". — disse Eduardo.
Estávamos com o "Edu" esperando as duas gostosas da "Mena" e minha mãe, que nesses casos virava "Xochi", quando elas apareceram descendo as escadas. A "Mena" com aquela minissaia e sua blusa sem sutiã, com as costas à mostra, e minha mãe ainda mais putinha, com uma calça branca bem justa marcando seu bumbum delicioso e uma blusa sem sutiã, destacando seus mamilos, além de botas de cano alto por cima da barra da calça. — Que putas gostosas, murmurou o "Edu".
Fazia tempo que eu e minha mãe, a Xochi, não tínhamos um encontro, apenas uns joguinhos eróticos que não passavam de uma carícia mais ousada, já que sempre reservávamos nossos prazeres incestuosos para as férias, longe de olhares e do ambiente familiar. Mas é claro, eu sempre fui cúmplice dos prazeres e dos pecados diários dela. Porém, não ficamos muito tempo numa boate para a qual nós quatro havíamos ido, pois a "Mena" pediu ao "Edu" que a levasse até sua casa. Era impossível não notar que a "Mena" tinha ficado com muito tesão pelo Eduardo depois de ver como ele comia minha mãe. Mesmo assim, minha mãe e eu decidimos ficar um pouco mais — a noite ainda era jovem para voltar para casa —, então continuamos dançando e bebendo como mais um casal no meio daquele cheiro de tesão e putaria naquela boate. Laura, minha mãe, já estava bem alegre com o álcool, era hora de dançar mais coladinhos e sentir os peitos dela no meu peito enquanto acariciava suas costas, fazendo com que ela sentisse minhas unhas descendo até seu bumbum.
— Você está me deixando com tesão, Richard… — ela sussurrou no meu ouvido.
— É isso que eu quero, putinha, te deixar bem excitada.
— Mas tem um cara nos olhando, e eu gostei.
— Você gosta que ele esteja nos olhando, ou está com tesão nele?
— Você deixa eu dançar um pouco com ele, para ver o que ele quer?
— Pode ir, mas hoje à noite eu quero te comer, mesmo estando em Buenos Aires.
Voltei para o bar e, enquanto pedia outro drink, minha mãe começou a dançar com aquele cara, que a segurava contra seu corpo, provocando sensações nela que ela me compartia com seu olhar, quando não, mordendo os lábios (gesto típico de prazer da minha mãe); num momento e sob a pouca luz da pista, Jorge —esse cara— começou a beijocá-la e a deixar que suas mãos brincassem sobre a calça branca da minha mãe, que, fechando os olhos, abria ainda mais sua boca devorando aqueles beijos. Eu sabia que ela já estava muito excitada, mas não entregue àquele cara.
—Quem é que te acompanha? — perguntou-lhe Jorge.
—É meu filho, algum problema? — respondeu ela.
—Ah, que bom, você sai com seu filho?
—Ele é meu cúmplice e meu guardião em tudo.
—E a noite… com quem você pensa em terminá-la?
—Hmmm, isso depende (…).
Minha mãe deu um beijinho em seus lábios, mas o deixou sozinho no meio da pista, se aproximou de mim, pegou minha mão e, olhando para ele, me disse —vamos, baby— e fechou minha boca com um beijo, enquanto eu, provocando-o, acariciei sua bunda e murmurei para aquele desconhecido —esta puta é minha.
—Para onde você vai me levar, Fran?
—O que você acha se, depois de tanto tempo, você e eu formos a um “hotel”? Faz dois anos que te vejo transar com seus ficantes e desde a nossa última vez em Punta del Este, não faço mais do que te dedicar minhas punhetas.
—Meu baby, esta noite você vai gozar dentro das minhas entranhas. — Ela me dizia quando se trepou entre minhas pernas ao subir no carro e meu pau sentiu a necessidade de se grudar aos lábios partidos que sua calça fatalmente desenhava. Comemos a boca um do outro e voltamos a ser amantes sem deixar de ser mãe e filho. Como naqueles filmes “pornô”, enquanto eu dirigia, ela começou a desabotoar minha calça até que, me acomodando, pude deixar que minha ereção fosse parar no fundo de sua garganta, não conseguia me conter com a tremenda boquete de sua boca, não devia gozar, queria fazê-lo dentro dela, no mais profundo de seu ventre.
O “hotel” (albergue transitório de casais informais e de traições), não estava longe; graças a Deus consegui me conter para não ejacular nela enquanto dirigia, permitiu que minha ereção ainda continuasse firme sob meu jeans, que ela Eu curtia com um tesão doentio.
Acho que nem chegamos a atravessar a porta da suíte e já estávamos pelados, os peitos da minha mãe pressionados contra meu peito e meu pau entre as pernas dela, sentindo a umidade da sua buceta depilada com cuidado, marcada apenas por aquela fina linha de pelos que descia no púbis. Quentes, muito excitados, nos beijávamos com desejos luxuriosos, reprimidos por aqueles anos de abstinência local, e quando fui penetrando ela só pela lubrificação natural, ela abriu um pouco as pernas, fechou os olhos e voltamos a nos beijar.
Maldito celular, que tocou exatamente no momento em que eu começava a comer minha mãe mais uma vez, que, sem parar de ser penetrada, foi se deitando na cama. A mensagem era do meu pai: —Tudo bem? Você está com sua mãe?... Cuidem-se! —Respondi que estávamos bem, enquanto sorria para ela e ela me encarava de volta, apertando os mamilos; joguei o celular, me joguei sobre o corpo latino dela até sentir que estava tão fundo que transamos um bom tempo segurando os orgasmos, suando tesão entre seus fluidos.
—Deixa eu chupar esse pau, me dá essa ereção na boca, quero seu sêmen.
—Engole tudo, putinha, eu dizia enquanto ela se ajoelhava de novo e, com sua arte, não deixava que a cabeça escapasse dos seus lábios, ia e vinha sobre ela, eu segurando seu cabelo com força, deixei minha porra jorrar do fundo da garganta dela até virar uma cachoeira sobre seus peitos pintados; ela tossiu o suficiente para que esses engasgos engolissem, por sua vez, o resto do sêmen que foi —como ela queria— direto para o fundo da barriga.
Entramos juntos na hidromassagem e pedi champanhe, que deixei escorrer depois pelo corpo dela para transarmos de novo; ela apoiou os mamilos no box do banheiro, refletindo-se no espelho que nos devolvia da parede oposta, ela levantou a bunda e por trás comecei a penetrá-la enquanto escorregava com a espuma dentro da sua buceta, me apertando sobre ela e deixei ela sentir um pouco a minha ereção latejante dentro dela; com as duas mãos eu separava suas nádegas ao mesmo tempo para sentir minha penetração mais profunda, continuamos transando e depois brindamos por estar tão tarde para voltar para casa; assim a madrugada nos pegou quando terminei meu sêmen com uma estocada final dentro de sua bucetinha delicada, que jorrava como uma fonte tanto sêmen, talvez o que muito tinha acabado com o "Edu", mais meu orgasmo fatal dentro dela.
—Você me come como ninguém, filho, você é o meu melhor macho.
—E você a pior de todas as putas, e como nenhuma a melhor.
Voltamos para casa, entramos com nosso silêncio cúmplice, ambos descalços, mas ninguém tinha chegado, nem meu pai, nem meu irmão; isso fez com que a gente se beijasse de novo no banheiro onde a noite tinha começado. Fui para o meu quarto, mas não sei quanto tempo tinha passado, quando ela, minha mãe, vestindo o conjunto de renda com calcinha fio-dental e body transparente, que teria sido para minha namorada, e seminu me acordou com o café da manhã no meu quarto.
—Richard, já é sábado, mais de meio-dia e estamos sozinhos em casa…
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