Saímos de lá e fomos pro quarto às 4 da manhã, dormimos como crianças até o dia seguinte...
O barco continuava navegando e, quando acordamos, ele parou. Eu, assustado, saí pra ver o que tava rolando. Falei pra minha mãe que a gente tinha parado numa ilha, pra ela se aprontar pra descer e tomar café. Anunciaram no alto-falante. A gente tirou a roupa, já não tava mais com vergonha, embora ainda sentisse um pouco com minha tia. Minha mãe e eu pelados, e minha tia também fez o mesmo, todo mundo nu. Minha tia olhou pra racha da minha mãe, que tava depiladinha, e ficou impressionada. Minha tia, ao contrário, já tinha uns pelinhos pequenos.
Elas colocaram os biquínis que eu nunca tinha visto. O da minha mãe era rosa choque, uma fio dental e duas peças; a de cima só cobria o biquinho com uma florzinha minúscula. O da minha tia era verde, mas era uma tanguinha, e a parte de cima era um pouco maior que o da minha mãe nos peitos. Elas vestiram camisas e um shortinho. Eu coloquei uma sunga e uma bermuda, e saímos. Almoçamos, minha mãe foi se jogar no mar e disse que ia pro barco descansar.
Todos os velhinhos estavam se banhando num lugar na frente da ilha. Minha tia e eu caminhamos pela ilha e encontramos um poço muito lindo, onde tinha uns peixinhos, parecia um aquário. Minha tia e eu tiramos os biquínis e entramos lá. Era muito legal, dava pra sentir os peixinhos e um monte de espécies marinhas tocando o corpo. É uma experiência única.
A gente tava conversando sobre um assunto picante, e ela acabou me perguntando se eu sabia por que minha mãe tinha se depilado. Eu fiquei vermelho e calei a boca... Minha tia percebeu, chegou perto, me abraçou e apertou contra os peitos dela. Me deu um sermãozinho, disse que eu podia confiar nela, que se eu contasse não ia dar em nada... etc.
Eu continuei calado nos peitos dela. Ela fez um movimento brusco com a cabeça, e os peitos dela escaparam da roupinha minúscula que os cobria. Eu fiquei parado, mas ela disse:
— Ahhh, que nada, acho que você não vai se surpreender, porque você já viu muita coisa. Às vezes, no quarto, você já me viu pelada, não é?????? — e ela tirou a parte de baixo, que era um fiozinho pequeno. E como não tinha ninguém, eu continuei com minha roupa bem no lugar e fui para a beira, enquanto minha tia continuava pelada ali com os peixinhos. Obviamente, eu fiquei de pau duro e minha sunga foi crescendo, e eu fiquei com mais vergonha ainda.
Minha tia me chamou e disse — Olha, Ricardo, que peixe tão bonito! Era um peixe pequeno, de muitas cores. Bom, ali minha tia tentou tocar nele, e ele escapou, mas eu, na verdade, estava olhando o tempo todo para as partes íntimas dela. Ela se virou e me viu, me pegou olhando para a bunda dela, enquanto eu analisava bem. Depois, ela viu que minha sunga estava enorme, que meu pau estava a mil. Ela nadou até a beira, e eu a segui. Já estávamos lá uns 10 minutos.
Ali, eu deitado na areia com minha sunga, ela pelada, com os biquinhos dos peitos durinhos, ela me olhou nos olhos, chegou perto do meu ouvido e disse: "Não conta nada disso pra sua mãe, tá bom?" E me beijou na boca. O corpo dela foi descendo, e quando ela ia abaixar minha sunga... Anunciam: "O barco parte em 5 minutos." Ela fez uma cara de desgosto, me beijou, se levantou, não vestiu nada além da camisa e do short, guardou a calcinha. Eu vesti minha roupa e fomos para o barco. Chegamos no quarto e vimos que minha mãe estava dormindo feito um anjinho, mas sem nenhuma roupa. Eu a cobri e tranquei o quarto, tirei a chave, e fomos para a piscina.
Com minha tia na piscina, no barquinho do dia a dia, a gente bebeu, conversou, mas minha tia começava a cada hora a me apalpar. Fui falar com um almirante pra ver se o jacuzzi estava ocupado, e estava ocupado, ou seja, muito azar. Continuei na piscina por umas meia hora, e minha tia, a todo momento, enfiava a mão nas minhas partes íntimas. A gente estava bem, não tinha exagerado na bebida. Saíram do jacuzzi, fui pedir ele. Minha tia entrou lá dentro, pediu champanhe, velas, e mandou trazer algo pra comer, não sei mais o que pediu.
Dessa vez, fui eu. quem colocou a música? eu coloquei. coloquei a luz baixa e quando virei, ela já tinha tirado tudo, estava nua. eu ainda de bermuda, sem falar nada. ela entrou na jacuzzi, colocou o champanhe, deixou flutuando. eu entrei também, nos degraus... ela me pegou, me beijou toda. minha bermuda molhou e meu pau já estava durinho, aparecendo quase transparente, um pedaço imenso de carne. minha tia, muito gostosa, não tirou de uma vez, começou a mordiscar devagar por cima da bermuda, muito gostoso. poucos segundos depois, gozei. minha tia tirou minha bermuda e a cabecinha do meu pau apareceu brilhando, ainda duro e parecia maior porque estava lisinho. minha tia começou a enfiar na boca, abriu a boca como se fosse comer um cachorro-quente duplo, parecia tão gostoso. enfiou a cabeça, foi descendo, senti que tocou a garganta e só faltava 1/4 do meu pau, mas não cabia mais. claramente coube mais que na minha mãe. então ela tentou e eu senti que entrava pela garganta, enfiou tudo de uma vez. senti a garganta apertadinha dela e senti que ela engasgou. depois ela enfiava e tirava, lambia por todos os lados enquanto apertava minhas bolas. enfiava e tirava bem rápido. quando eu ia gozar, ela abriu a boca de novo e forçou, segurou a respiração e enfiou tudo na garganta por 5 segundos. eu gozei ali, com meu pau todo dentro da boquinha dela, foi muito gostoso. depois disso, ela sentou onde eu estava, abriu as pernas e eu beijei ela na boca, desci, mordi os pezinhos dela que estavam durinhos, quase arranquei os peitos. depois desci e ela se levantou, deixando a buceta fora da água no degrau mais alto. eu coloquei minha cabeça ali e ela foi descendo. minha tia abriu as pernas e eu, com minhas mãos, abri a buceta dela o máximo que pude e enfiei minha boca ali. coloquei a língua e comecei a procurar o grelinho dela, que já estava duro. comecei com... a língua lambendo ela, ela se estremecia, depois com os lábios comecei a puxar e por dentro da boca passava a língua numa velocidade impressionante...
no jacuzzi ela sentou no degrau, me prendeu com as pernas, passou elas pela minha cintura, eu apontei a cabeça do meu pau na bucetinha dela, ela com os calcanhares colocou nas minhas nádegas e me empurrava, era ritmado. Na minha tia consegui meter mais fácil do que na minha mãe, não sei por quê. O negócio é que era ritmado, eu puxava pra fora e ela cada vez mais forte com as pernas pra dentro. A buceta dela era gostosa, dentro da água quentinha. Eu com as mãos pegava nos peitos dela, chupava eles, ela com as mãos pegava no meu peito, nas minhas costas, até sentia que me arranhava.
Mas pra mim era muito excitante. Eu na minha tia meti uma vez e outra, ela só fazia gemer e se mexer. Se mexia como uma louca e as pernas dela cada vez me puxavam com mais força, e eu ajudava empurrando com as minhas pernas. Ela se mexia circularmente, de cima pra baixo, me gritava, dizia: — Vai, Ricardinho, penetra a sua tia, rasga a buceta dela!!!!!, mete tudo, quero sentir você!!!!!!, me faz feliz!!!!!!, esse é o meu sobrinho!!!!!!.
Terminamos, demos uma pausa breve que durou 2 minutos, onde nos beijávamos e eu masturbava ela, e ela também me masturbava.
Depois ela se levantou da água e se inclinou na borda do jacuzzi, levantou uma perna como se fosse sair. Eu fiquei atrás dela e a bunda dela, que era bem grande, ficou meio dividida e dava pra ver a entradinha do cu, mais pequena que a da minha mãe. Perguntei se ela já tinha feito isso, ela respondeu que era a primeira vez dela, pra tratar com carinho. Fiz o mesmo processo que com a minha mãe, molhei ali e mergulhei meu pau, que tava duro de novo. Me posicionei atrás dela, apontei a cabeça no buraquinho dela e comecei a pressionar. Eu sentia que tudo estava perdido, não queria entrar, e minha tia já não aguentava mais, embora me dissesse que não importava que ela fosse resistir, mas ela já estava com os olhos marejados. Eu continuei pressionando e a cabeça entrou. Minha tia não gemeu, gritou igual uma louca. Ela começou a se mexer em círculos pequenos pra se dilatar, mas eu sentia que estava apertadíssimo, também tava doendo em mim.
Depois de um tempo, pressionei de novo e entrou uma parte do tronco. Minha tia continuou se mexendo em círculos pequenos, foi fazendo força e já tava doendo em mim. Consegui entrar tudo. Minha tia foi aumentando os círculos e dava um gritinho a cada volta, mexia aquela caderinha de um jeito impressionante. Tentei tirar, mas quase não conseguia. Fui tirando devagar e depois metia de leve. Ela fazia como se estivesse passando uns choques, já não gritava, só gemia, e aos poucos foi se animando. No fim, meu pau atravessava uma e outra vez aquele buraquinho que já não era tão pequeno, e ela começou a falar:
— Vai, sobrinho, arrebenta o cu da sua tia! Quero que sangre! Vai, meu amor, com força! Na sua tia cabe mais! Abre ele como sua titia merece!
Assim ficamos um tempinho até que finalmente fomos beber, mas não normal. Ela se encharcou de champanhe pelo corpo todo e eu comecei a beijar ela. Depois ela me encharcou de champanhe também. Ela abriu a boca e enfiou a garrafa de champanhe na boca, se esforçando muito, aí eu tirei a garrafa da boca dela e sentei na frente dela. Ela pegou meu pau e meteu na boca, mas o surpreendente foi que dessa vez ela enfiou tudo uma vez e outra, e me masturbava muito bem.
Depois disso saímos e já eram umas 8 ou 9 da noite, não sabia. Fomos pro quarto, exaustos. Minha mãe não tava lá. A gente no quarto e minha mãe disse que desde 5 minutos atrás tinha saído pra nos procurar, que onde a gente tava, que era pra comer. Então comemos, tomamos banho um pouco e fomos dormir. Minha mãe deitou dessa vez só de camisola e minha tia de fio dental, eu de bermuda.
As camas já estavam separadas, eram duas e separadas. Eu deitei com Minha tia, mas minha mãe me pediu pra dormir com ela. Liguei o abajur e minha tia tava dormindo profundão. Fui mexer nela pra ver se acordava, mas nada. Minha mãe também tava dormindo. Já era umas 11 da noite e eu não tava com sono, então tinha opção pra escolher. Falei: minha tia não, porque deve tá cansada. Minha mãe? Aí deitei de novo na cama da minha mãe. Lá, minha mãe tava dormindo. Eu mexi nela, beijei, enfiei três dedos e nada. Então, entediado, tirei os cobertores que nos cobriam. Era 11:30 da noite, tava desesperado.
Minha mãe tinha deitado sem nada, então aproveitei. Levantei o camisão dela e me meti entre as pernas dela e comecei a chupar ela. Como tava depiladinha, chupei por um tempão e ela começou a soltar os sucos. Eu chupava com mais vontade. Aí levantei, peguei as pernas dela, juntei as coxas e levantei até a altura dos ombros. A buceta dela ficou apertada e o cu nem se fala.
Então, com ela assim, apontei meu pau pra buceta dela e comecei a pressionar. Começou a entrar e entrou de novo com dificuldade. Tirei e comecei um vai e vem rápido. Minha mãe mal se mexia e fazia cara de prazer. Não soube se tava acordada ou dormindo. Eu sentia que a buceta dela apertava mais meu pau, o que me excitava mais, e eu metia mais forte até minhas bolas baterem no cu dela.
Depois, terminei. Pressionei a cabeça dela contra o encosto e juntei os peitos dela e comecei a meter meu pau, que sumia nos peitões dela, uma vez e outra. E ao mesmo tempo enfiava a cabeça na boca dela. Claro que doía porque a boca dela não tava aberta o suficiente e os dentes dela me davam uma sensação de dor e excitação. Já ia gozar e enfiei na boca dela e gozei lá. Minha mãe fez uma careta amarga, mas engoliu tudo.
Deitei pra dormir.
O barco continuava navegando e, quando acordamos, ele parou. Eu, assustado, saí pra ver o que tava rolando. Falei pra minha mãe que a gente tinha parado numa ilha, pra ela se aprontar pra descer e tomar café. Anunciaram no alto-falante. A gente tirou a roupa, já não tava mais com vergonha, embora ainda sentisse um pouco com minha tia. Minha mãe e eu pelados, e minha tia também fez o mesmo, todo mundo nu. Minha tia olhou pra racha da minha mãe, que tava depiladinha, e ficou impressionada. Minha tia, ao contrário, já tinha uns pelinhos pequenos.
Elas colocaram os biquínis que eu nunca tinha visto. O da minha mãe era rosa choque, uma fio dental e duas peças; a de cima só cobria o biquinho com uma florzinha minúscula. O da minha tia era verde, mas era uma tanguinha, e a parte de cima era um pouco maior que o da minha mãe nos peitos. Elas vestiram camisas e um shortinho. Eu coloquei uma sunga e uma bermuda, e saímos. Almoçamos, minha mãe foi se jogar no mar e disse que ia pro barco descansar.
Todos os velhinhos estavam se banhando num lugar na frente da ilha. Minha tia e eu caminhamos pela ilha e encontramos um poço muito lindo, onde tinha uns peixinhos, parecia um aquário. Minha tia e eu tiramos os biquínis e entramos lá. Era muito legal, dava pra sentir os peixinhos e um monte de espécies marinhas tocando o corpo. É uma experiência única.
A gente tava conversando sobre um assunto picante, e ela acabou me perguntando se eu sabia por que minha mãe tinha se depilado. Eu fiquei vermelho e calei a boca... Minha tia percebeu, chegou perto, me abraçou e apertou contra os peitos dela. Me deu um sermãozinho, disse que eu podia confiar nela, que se eu contasse não ia dar em nada... etc.
Eu continuei calado nos peitos dela. Ela fez um movimento brusco com a cabeça, e os peitos dela escaparam da roupinha minúscula que os cobria. Eu fiquei parado, mas ela disse:
— Ahhh, que nada, acho que você não vai se surpreender, porque você já viu muita coisa. Às vezes, no quarto, você já me viu pelada, não é?????? — e ela tirou a parte de baixo, que era um fiozinho pequeno. E como não tinha ninguém, eu continuei com minha roupa bem no lugar e fui para a beira, enquanto minha tia continuava pelada ali com os peixinhos. Obviamente, eu fiquei de pau duro e minha sunga foi crescendo, e eu fiquei com mais vergonha ainda.
Minha tia me chamou e disse — Olha, Ricardo, que peixe tão bonito! Era um peixe pequeno, de muitas cores. Bom, ali minha tia tentou tocar nele, e ele escapou, mas eu, na verdade, estava olhando o tempo todo para as partes íntimas dela. Ela se virou e me viu, me pegou olhando para a bunda dela, enquanto eu analisava bem. Depois, ela viu que minha sunga estava enorme, que meu pau estava a mil. Ela nadou até a beira, e eu a segui. Já estávamos lá uns 10 minutos.
Ali, eu deitado na areia com minha sunga, ela pelada, com os biquinhos dos peitos durinhos, ela me olhou nos olhos, chegou perto do meu ouvido e disse: "Não conta nada disso pra sua mãe, tá bom?" E me beijou na boca. O corpo dela foi descendo, e quando ela ia abaixar minha sunga... Anunciam: "O barco parte em 5 minutos." Ela fez uma cara de desgosto, me beijou, se levantou, não vestiu nada além da camisa e do short, guardou a calcinha. Eu vesti minha roupa e fomos para o barco. Chegamos no quarto e vimos que minha mãe estava dormindo feito um anjinho, mas sem nenhuma roupa. Eu a cobri e tranquei o quarto, tirei a chave, e fomos para a piscina.
Com minha tia na piscina, no barquinho do dia a dia, a gente bebeu, conversou, mas minha tia começava a cada hora a me apalpar. Fui falar com um almirante pra ver se o jacuzzi estava ocupado, e estava ocupado, ou seja, muito azar. Continuei na piscina por umas meia hora, e minha tia, a todo momento, enfiava a mão nas minhas partes íntimas. A gente estava bem, não tinha exagerado na bebida. Saíram do jacuzzi, fui pedir ele. Minha tia entrou lá dentro, pediu champanhe, velas, e mandou trazer algo pra comer, não sei mais o que pediu.
Dessa vez, fui eu. quem colocou a música? eu coloquei. coloquei a luz baixa e quando virei, ela já tinha tirado tudo, estava nua. eu ainda de bermuda, sem falar nada. ela entrou na jacuzzi, colocou o champanhe, deixou flutuando. eu entrei também, nos degraus... ela me pegou, me beijou toda. minha bermuda molhou e meu pau já estava durinho, aparecendo quase transparente, um pedaço imenso de carne. minha tia, muito gostosa, não tirou de uma vez, começou a mordiscar devagar por cima da bermuda, muito gostoso. poucos segundos depois, gozei. minha tia tirou minha bermuda e a cabecinha do meu pau apareceu brilhando, ainda duro e parecia maior porque estava lisinho. minha tia começou a enfiar na boca, abriu a boca como se fosse comer um cachorro-quente duplo, parecia tão gostoso. enfiou a cabeça, foi descendo, senti que tocou a garganta e só faltava 1/4 do meu pau, mas não cabia mais. claramente coube mais que na minha mãe. então ela tentou e eu senti que entrava pela garganta, enfiou tudo de uma vez. senti a garganta apertadinha dela e senti que ela engasgou. depois ela enfiava e tirava, lambia por todos os lados enquanto apertava minhas bolas. enfiava e tirava bem rápido. quando eu ia gozar, ela abriu a boca de novo e forçou, segurou a respiração e enfiou tudo na garganta por 5 segundos. eu gozei ali, com meu pau todo dentro da boquinha dela, foi muito gostoso. depois disso, ela sentou onde eu estava, abriu as pernas e eu beijei ela na boca, desci, mordi os pezinhos dela que estavam durinhos, quase arranquei os peitos. depois desci e ela se levantou, deixando a buceta fora da água no degrau mais alto. eu coloquei minha cabeça ali e ela foi descendo. minha tia abriu as pernas e eu, com minhas mãos, abri a buceta dela o máximo que pude e enfiei minha boca ali. coloquei a língua e comecei a procurar o grelinho dela, que já estava duro. comecei com... a língua lambendo ela, ela se estremecia, depois com os lábios comecei a puxar e por dentro da boca passava a língua numa velocidade impressionante...
no jacuzzi ela sentou no degrau, me prendeu com as pernas, passou elas pela minha cintura, eu apontei a cabeça do meu pau na bucetinha dela, ela com os calcanhares colocou nas minhas nádegas e me empurrava, era ritmado. Na minha tia consegui meter mais fácil do que na minha mãe, não sei por quê. O negócio é que era ritmado, eu puxava pra fora e ela cada vez mais forte com as pernas pra dentro. A buceta dela era gostosa, dentro da água quentinha. Eu com as mãos pegava nos peitos dela, chupava eles, ela com as mãos pegava no meu peito, nas minhas costas, até sentia que me arranhava.
Mas pra mim era muito excitante. Eu na minha tia meti uma vez e outra, ela só fazia gemer e se mexer. Se mexia como uma louca e as pernas dela cada vez me puxavam com mais força, e eu ajudava empurrando com as minhas pernas. Ela se mexia circularmente, de cima pra baixo, me gritava, dizia: — Vai, Ricardinho, penetra a sua tia, rasga a buceta dela!!!!!, mete tudo, quero sentir você!!!!!!, me faz feliz!!!!!!, esse é o meu sobrinho!!!!!!.
Terminamos, demos uma pausa breve que durou 2 minutos, onde nos beijávamos e eu masturbava ela, e ela também me masturbava.
Depois ela se levantou da água e se inclinou na borda do jacuzzi, levantou uma perna como se fosse sair. Eu fiquei atrás dela e a bunda dela, que era bem grande, ficou meio dividida e dava pra ver a entradinha do cu, mais pequena que a da minha mãe. Perguntei se ela já tinha feito isso, ela respondeu que era a primeira vez dela, pra tratar com carinho. Fiz o mesmo processo que com a minha mãe, molhei ali e mergulhei meu pau, que tava duro de novo. Me posicionei atrás dela, apontei a cabeça no buraquinho dela e comecei a pressionar. Eu sentia que tudo estava perdido, não queria entrar, e minha tia já não aguentava mais, embora me dissesse que não importava que ela fosse resistir, mas ela já estava com os olhos marejados. Eu continuei pressionando e a cabeça entrou. Minha tia não gemeu, gritou igual uma louca. Ela começou a se mexer em círculos pequenos pra se dilatar, mas eu sentia que estava apertadíssimo, também tava doendo em mim.
Depois de um tempo, pressionei de novo e entrou uma parte do tronco. Minha tia continuou se mexendo em círculos pequenos, foi fazendo força e já tava doendo em mim. Consegui entrar tudo. Minha tia foi aumentando os círculos e dava um gritinho a cada volta, mexia aquela caderinha de um jeito impressionante. Tentei tirar, mas quase não conseguia. Fui tirando devagar e depois metia de leve. Ela fazia como se estivesse passando uns choques, já não gritava, só gemia, e aos poucos foi se animando. No fim, meu pau atravessava uma e outra vez aquele buraquinho que já não era tão pequeno, e ela começou a falar:
— Vai, sobrinho, arrebenta o cu da sua tia! Quero que sangre! Vai, meu amor, com força! Na sua tia cabe mais! Abre ele como sua titia merece!
Assim ficamos um tempinho até que finalmente fomos beber, mas não normal. Ela se encharcou de champanhe pelo corpo todo e eu comecei a beijar ela. Depois ela me encharcou de champanhe também. Ela abriu a boca e enfiou a garrafa de champanhe na boca, se esforçando muito, aí eu tirei a garrafa da boca dela e sentei na frente dela. Ela pegou meu pau e meteu na boca, mas o surpreendente foi que dessa vez ela enfiou tudo uma vez e outra, e me masturbava muito bem.
Depois disso saímos e já eram umas 8 ou 9 da noite, não sabia. Fomos pro quarto, exaustos. Minha mãe não tava lá. A gente no quarto e minha mãe disse que desde 5 minutos atrás tinha saído pra nos procurar, que onde a gente tava, que era pra comer. Então comemos, tomamos banho um pouco e fomos dormir. Minha mãe deitou dessa vez só de camisola e minha tia de fio dental, eu de bermuda.
As camas já estavam separadas, eram duas e separadas. Eu deitei com Minha tia, mas minha mãe me pediu pra dormir com ela. Liguei o abajur e minha tia tava dormindo profundão. Fui mexer nela pra ver se acordava, mas nada. Minha mãe também tava dormindo. Já era umas 11 da noite e eu não tava com sono, então tinha opção pra escolher. Falei: minha tia não, porque deve tá cansada. Minha mãe? Aí deitei de novo na cama da minha mãe. Lá, minha mãe tava dormindo. Eu mexi nela, beijei, enfiei três dedos e nada. Então, entediado, tirei os cobertores que nos cobriam. Era 11:30 da noite, tava desesperado.
Minha mãe tinha deitado sem nada, então aproveitei. Levantei o camisão dela e me meti entre as pernas dela e comecei a chupar ela. Como tava depiladinha, chupei por um tempão e ela começou a soltar os sucos. Eu chupava com mais vontade. Aí levantei, peguei as pernas dela, juntei as coxas e levantei até a altura dos ombros. A buceta dela ficou apertada e o cu nem se fala.
Então, com ela assim, apontei meu pau pra buceta dela e comecei a pressionar. Começou a entrar e entrou de novo com dificuldade. Tirei e comecei um vai e vem rápido. Minha mãe mal se mexia e fazia cara de prazer. Não soube se tava acordada ou dormindo. Eu sentia que a buceta dela apertava mais meu pau, o que me excitava mais, e eu metia mais forte até minhas bolas baterem no cu dela.
Depois, terminei. Pressionei a cabeça dela contra o encosto e juntei os peitos dela e comecei a meter meu pau, que sumia nos peitões dela, uma vez e outra. E ao mesmo tempo enfiava a cabeça na boca dela. Claro que doía porque a boca dela não tava aberta o suficiente e os dentes dela me davam uma sensação de dor e excitação. Já ia gozar e enfiei na boca dela e gozei lá. Minha mãe fez uma careta amarga, mas engoliu tudo.
Deitei pra dormir.
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