Isso aconteceu uma vez em que fui passar o fim de semana na casa da minha namorada. Saí na sexta, mas no sábado a gente brigou e, por causa disso, voltei pra minha casa sem avisar minha mãe.
Eram umas 14:00 horas quando cheguei em casa, entrei e fui indo pro meu quarto quando ouvi gemidos. Conhecendo o quanto minha mãe é puta, sabia que alguma coisa tava rolando no quarto dela. Sem fazer barulho, me aproximei daquele lugar e ouvi minha mãe reclamando. A porta estava entreaberta, eu espiei e lá estavam minha mãe e o Sebastião pelados na cama.
O Sebastião, que tem quase a minha idade, é neto de uma das tias da minha mãe, a tia Amália e o marido dela, o Roberto, o velho que come ela direto.
O Sebastião tava comendo minha mãe. Ela tava de barriga pra cima com as pernas nos ombros dele. Na hora, fiquei paralisado, não sabia o que fazer. Tentei não ser visto e fiquei espiando, queria ver como aquilo terminava. O Sebastião metia a pica com uma força que pensei que queria entrar inteira na minha mãe. Entre gemidos, a vagabunda pedia mais. Ele tirou a rola da buceta dela e começou a chupar.
Pararam por um momento, se ajeitaram. Enquanto minha mãe se masturbava quase freneticamente com as duas mãos, ele tirou a pica da boca dela, deixando um fiozinho de porra, e sentou nos peitos dela. Ela começou a passar a língua por toda a pica dele, limpando desde os ovos até a cabeça. Ele pedia pra ela engolir tudo. Ela meteu na boca e começou a chupar.
Eu já tava excitadíssimo, minha pica parecia que ia explodir, mas não queria parar de olhar. Depois de chupar a pica dele por um tempo, minha mãe falou: "Mete na minha buceta". Ele colocou na mesma posição e enfiou a pica de uma vez só. Vi como os ovos dele batiam na bunda da minha mãe e começaram a se mexer, primeiro devagar e depois foram acelerando os movimentos aos poucos. Minha mãe gemia e arranhava as costas dele. De repente, com um grito abafado, minha mãe gritou: "— Eu vem, vem pra mim, mais, mais, enfia mais fundo, mais forte, o corpo dela se arqueou e os dedos das mãos se cravaram, e ela soltou um longo: - aaaaagggggggggg, siiiim, meu amor, que gostoso, ele continuava bombando com mais força do que antes, jogou o corpo pra frente, ficando por cima dela enquanto soltava uma espécie de grunhido, acho que gozaram juntos, na mesma hora. Foi quando percebi que eu também tava molhado. Saí de fininho, tentando não fazer barulho, fui pro meu quarto sem fazer ruído, troquei de calça, saí de casa e voltei umas horas depois. Ele já não estava mais. Comprimentei a mamãe e, ao dar o beijo nela, tentei chegar o mais perto da boca possível. Com o beijo, pude sentir que ainda tinha cheiro de pica. A putinha com certeza não tinha tomado banho.
Eram umas 14:00 horas quando cheguei em casa, entrei e fui indo pro meu quarto quando ouvi gemidos. Conhecendo o quanto minha mãe é puta, sabia que alguma coisa tava rolando no quarto dela. Sem fazer barulho, me aproximei daquele lugar e ouvi minha mãe reclamando. A porta estava entreaberta, eu espiei e lá estavam minha mãe e o Sebastião pelados na cama.
O Sebastião, que tem quase a minha idade, é neto de uma das tias da minha mãe, a tia Amália e o marido dela, o Roberto, o velho que come ela direto.
O Sebastião tava comendo minha mãe. Ela tava de barriga pra cima com as pernas nos ombros dele. Na hora, fiquei paralisado, não sabia o que fazer. Tentei não ser visto e fiquei espiando, queria ver como aquilo terminava. O Sebastião metia a pica com uma força que pensei que queria entrar inteira na minha mãe. Entre gemidos, a vagabunda pedia mais. Ele tirou a rola da buceta dela e começou a chupar.
Pararam por um momento, se ajeitaram. Enquanto minha mãe se masturbava quase freneticamente com as duas mãos, ele tirou a pica da boca dela, deixando um fiozinho de porra, e sentou nos peitos dela. Ela começou a passar a língua por toda a pica dele, limpando desde os ovos até a cabeça. Ele pedia pra ela engolir tudo. Ela meteu na boca e começou a chupar.
Eu já tava excitadíssimo, minha pica parecia que ia explodir, mas não queria parar de olhar. Depois de chupar a pica dele por um tempo, minha mãe falou: "Mete na minha buceta". Ele colocou na mesma posição e enfiou a pica de uma vez só. Vi como os ovos dele batiam na bunda da minha mãe e começaram a se mexer, primeiro devagar e depois foram acelerando os movimentos aos poucos. Minha mãe gemia e arranhava as costas dele. De repente, com um grito abafado, minha mãe gritou: "— Eu vem, vem pra mim, mais, mais, enfia mais fundo, mais forte, o corpo dela se arqueou e os dedos das mãos se cravaram, e ela soltou um longo: - aaaaagggggggggg, siiiim, meu amor, que gostoso, ele continuava bombando com mais força do que antes, jogou o corpo pra frente, ficando por cima dela enquanto soltava uma espécie de grunhido, acho que gozaram juntos, na mesma hora. Foi quando percebi que eu também tava molhado. Saí de fininho, tentando não fazer barulho, fui pro meu quarto sem fazer ruído, troquei de calça, saí de casa e voltei umas horas depois. Ele já não estava mais. Comprimentei a mamãe e, ao dar o beijo nela, tentei chegar o mais perto da boca possível. Com o beijo, pude sentir que ainda tinha cheiro de pica. A putinha com certeza não tinha tomado banho.
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