Esclarecimento 1: essa história não é de minha autoria, foi escrita pelo adrianreload que já não está mais aqui no P!, estou repostando porque também gostei muito na épocaEsclarecimento 2: todos os personagens são maiores de idade
Mili parecia uma luzinha de Natal, ora pálida, ora vermelha, à beira das lágrimas... Javier estava a poucos metros de nós, não sabíamos como, mas ele sabia que eu estava ali... naquele cubículo...
Já passei por situações parecidas antes, principalmente porque tinha a experiência adquirida numa relação familiar anos atrás, que me deu certa firmeza e rapidez mental pra sair dessas enrascadas... se consegui me livrar dos meus pais e parentes na época, acho que não seria difícil me desfazer do Javier...
- Olha... ele tá me procurando... eu saio, encontro ele e depois de cinco minutos você sai... sussurrei pra Mili.
Ela não conseguiu dizer nada, só balançou a cabeça afirmativamente, peguei minhas coisas e ia sair... quando a maçaneta da porta girou... Porra!...
Mili estava perto da porta, num reflexo empurrei ela pro lado, pra ficar atrás da porta. Ela entendeu e seguiu a direção, se posicionando dura, feito uma estátua, atrás da porta.
Oi Javier... falei meio sem fôlego, segurando a porta pra não bater no nariz da Mili.
- E aí Danny... viu a Mili? Falaram que ela passou por aqui.
- Bom, sim... passou por aqui... tava preocupada com o trabalho do curso que a gente faz junto, falei que o professor não tinha vindo... então ela foi embora tranquila... respondi, tentando não gaguejar, embora sentisse a respiração nervosa da Mili na mão que segurava a porta.
- Faz quanto tempo?... perguntou estranhando, parecia que queria entrar no cubículo pra continuar a conversa. Só meu corpo e minha atitude impediam.
- Sei lá, uns quinze ou vinte minutos... ó, tô morrendo de fome... vamos ali comer alguma coisa... falei pra sair do aperto.
- Só se você pagar... respondeu sorrindo.
- Tá bom... respondi aliviado, pouca gente resiste a um almoço grátis.
Fechei a porta, me Imaginava a Mili lá dentro, recuperando a cor e a respiração…
— Ei, esse cubículo tem um cheiro estranho… cê não tava batendo uma, né? — falou Javier, brincando, e eu quase engasguei com a saliva.
— Qual é, só você faria uma coisa dessas… — respondi, devolvendo a piada.
— Kkkkk… é, verdade — ele se gabou.
— Como é que você sabia que eu tava aqui? — perguntei pra mudar de assunto e não entrar naquela história de cheiro e do que rolou no cubículo.
— Fácil… só um idiota igual você fica na biblioteca quando tem final de futebol feminino no ginásio — ele disse, rindo.
Ah, claro, por isso a biblioteca tava vazia. O time de futsal feminino da faculdade ia jogar a final do campeonato universitário… e ninguém queria perder aquilo, quase todo mundo tava no ginásio.
— É… sério…
— O Guille veio devolver um livro e falou que te viu entrando no cubículo…
— E como você sabia que a Mili passou por aqui?
— Não sabia, só perguntei — ele respondeu.
Porra, melhor eu parar de investigar, senão eu mesmo me entrego… pensei. Então me apressei em tirar o Javier da biblioteca, mas no caminho até a porta ele pegou o celular…
— Vai ligar pra quem? — perguntei, meio preocupado.
— Pra Mili… acho que ela tá puta comigo…
Caralho… se o celular da Mili tocar dentro do cubículo, a gente fodeu, ele vai perceber que ela tá aí dentro.
— Merda… fiquei sem crédito — ele falou, irritado, ao ouvir a mensagem da operadora.
— Tá com sorte — falei, debochando, mas aliviado porque quem tinha sorte era eu.
Saímos pra comer. Não precisei perguntar nada, ele já foi contando sobre a amiga dele, a *big brest succiona cocks*, como tinham passado o fim de semana. Eu ria, às vezes do jeito que ele contava as coisas, outras vezes lembrando ou fazendo uma comparação com o que eu tinha feito com a Mili…
Idiota, tendo a Mili, ele vai se meter com uma mina que, pelo que ele diz, é a mais experiente da cidade, quase uma puta… talvez seja isso. Acalma sua tarada... cada um satisfaz seus apetites como quiser.
Talvez por esse costume de andar ou ficar com mulheres desse tipo, de grande experiência amorosa, por isso ele não tinha conseguido descobrir o fogo interior da Mili, não tinha achado o ponto fraco dela, não tinha sabido provocá-la de forma sutil pra esses prazeres obscuros...
O Javier não tinha paciência nem vontade de ensinar essas manhas pra Mili, esperava que pelo corpo escultural dela ela tivesse toda a experiência necessária, que Mili soubesse dessas coisas, então ele simplesmente ia direto ao ponto, como fazia com as outras minas... e talvez em parte Javier se frustrava ao ver que na cama a Mili não tinha toda a experiência que aparentava ter.
Em parte, aquela fascinação que o Javier tinha por essa garota (a chupa-rola, não conhecia outro nome pra ela) tinha sido benéfica pra mim, já que pude aproveitar a Mili. Se o Javier tivesse ligado naquele sábado à noite, não teria rolado aquele fim de semana magnífico com a Mili, explorando cada cantinho da anatomia dela em cada cantinho da minha casa.
Inclusive, no final do almoço, o Javier chegou a me pedir pra interceder por ele com a Mili, ele tinha notado que ela tava evitando ele, não atendia as ligações dele... pra ele não encher o saco, falei que ia ver o que podia fazer... assim meu amigo corno ficou tranquilo...
Embora ele tenha dito pra não me apressar, porque na quarta ele ia sair com outra mina que pelo visto só gostava de levar por trás... Nessa altura, já nem me pesava a consciência por botar chifre no Javier...
Naquela quarta, enquanto o Javier satisfazia todos os apetites anais dele com a amiga, eu fui ao cinema com a Mili... Tava um clima de nervosismo entre nós dois, era a primeira vez que saíamos juntos como um casal...
As coisas rolaram de um jeito estranho, ela me ligou de noite e disse que tava entediada. Fui vê-la, conversamos um pouco, na real, além de conhecer o corpo dela, não conhecia muito sobre ela e os gostos dela, só da sua vontades sexuais recentes.
Assim, conversamos sobre filmes, quase tínhamos os mesmos gostos nesse sentido. Fazia umas semanas que tinha estreado um filme que ambos gostaríamos de ver, mas por causa dos trabalhos da faculdade e nossos encontros e desencontros amorosos, não tivemos oportunidade de ir assistir…
— Danny, vamos ver agora… olha, não deve demorar muito pra tirarem de cartaz… — me disse a Mili.
— Opa, mas é um pouco tarde, você acha que tem alguma sessão a essa hora? — respondi.
Eram quase 10 horas e eu calculava que até chegarmos ao cinema seriam perto das 11 da noite, já sabe, pelo tempo de viagem e a demora que algumas minhas têm pra se arrumar.
— Olha, tem uma sessão às 10:30 da noite… — ela disse, me mostrando a seção de cinema do jornal.
— Esse cinema é um pouco longe… Você acha que a gente consegue chegar?
— Se a gente sair agora, sim… O que você acha?… — ela disse, animada.
— Vamos… — respondi, não dava pra recusar.
O pai dela estava fora da cidade e a mãe não fez muita objeção pra ela sair comigo, me conhecia dos trabalhos da faculdade que a gente fazia.
Ela não precisou se trocar, estava usando uma saia preta que batia acima dos joelhos, com umas meias-calças da mesma cor cobrindo as pernas, provavelmente por causa do frio, uma blusa e uma jaqueta por cima. Tinha uma aparência meio caseira, meio formal, quase de escritório, mas não estava nada mal. Por sorte, era do tipo que não precisa se arrumar muito pra ficar gostosa.
Chegamos quando estavam passando os trailers de outros filmes. Alguns assentos no fundo estavam ocupados, tinha muito espaço vazio, mas era a primeira vez que saíamos juntos, quase oficialmente como namorados… então queríamos ficar sozinhos… A parte do meio da sala estava quase deserta e as primeiras filas vazias… foi pra lá que fomos.
Eu abracei ela, ela se recostou no meu ombro, trocamos uns beijos carinhosos. Pouco depois o filme começou, meio devagar… assim como minha mão subindo sobre da cintura dela até os seios, desabotoando a blusa dela… ela não reclamou… só me beijou com mais tesão…
Minha mão apertava os peitos dela, os biquinhos e a língua dela retribuía o favor… ela passava a mão no meu peito, na minha barriga, peguei a mão dela e levei até minha calça… se eu massageava os peitos dela, ela podia me dar o mesmo prazer no meu pau.
Ela entendeu, melhor do que eu pensei, não se limitou a acariciar meu pau por cima da calça, mas deu um jeito de enfiar a mão direto por baixo da minha calça e a mão quentinha dela agarrou meu pau duro…
Eu fiz o mesmo e meus dedos deslizaram pela barriga lisa dela, passando pela saia, acariciei as pernas dela por cima da calcinha fina, subindo as mãos até chegar na buceta quente e molhada dela, um choque elétrico percorreu o corpo dela… ela abafou um gemido na garganta e nas nossas línguas.
A reação seguinte dela, quase maluca, foi tirar a mão, desabotoar minha calça, abaixar o zíper inteiro, fuçar na minha cueca até tirar meu pau inteiro pra fora, duro… ela queria sentir ele livre com os dedos… apalpar toda a rigidez… sabia que aquele instrumento ficava daquele jeito por causa dela, e que aquela massa de carne podia satisfazer ela…
Não importava os outros no cinema, talvez estivessem fazendo a mesma coisa nos lugares deles, ou talvez só assistindo o filme, que se dane… nós agachados nas poltronas soltávamos nossos instintos… escondidos da vista dos poucos presentes na sala, sem nada a temer.
Meus dedos não paravam de dar aquele formigamento gostoso nos lábios da buceta dela e ela respondia com beijos safados, com os dedos batendo punheta no meu pau… parecia que eu ia explodir de tanto prazer… até que ela não aguentou mais… quis sentir nos lábios dela o que meus dedos faziam na buceta dela…
Os lábios carnudos e suculentos dela se afastaram da minha boca e foram descendo até meu pau…
- O que você vai fazer?... me atrevi a perguntar, inocente, em voz baixa.
Ela não respondeu, focada no próprio tesão, não hesitou em enfiar meu Pau na boca e chupar ele, me assustei um pouco no banco ao sentir a língua dela no meu pau. Umas gotinhas de porra saíram na hora ao sentir os lábios carnudos e macios dela percorrendo meu pau, ela não reclamou, imersa na excitação dela continuou com o trabalho dela.
Apesar da posição desconfortável, a Mili continuou chupando meu pau. Eu, satisfeito, acariciava os cabelos dela e, de vez em quando, dava um jeito de acariciar os peitos dela. Tava no paraíso.
Chegou uma hora que ela parou o serviço dela, talvez tenha voltado à realidade. Deve ter diminuído a excitação dela e ela deve ter percebido onde a gente tá… pensei meio bolado, já que ela tinha deixado o trabalho pela metade. Por sorte, eu tava errado.
Pelo visto, ela não aguentava mais aquela posição desconfortável, se escorregou no banco até ficar de joelhos na minha frente, sem soltar meu pau em momento nenhum… eu só abri minhas pernas pra dar espaço pra ela…
Com a cara tomada pelo prazer e pela luxúria, ela me olhou da posição dela, reconheceu meu olhar excitado entre os clarões da tela que iluminavam a sala de cinema quase vazia. Sorriu e de novo engoliu meu pau aos poucos, olhando de vez em quando pra cima, satisfeita com minhas reações, com meu peito ofegante…
Os lábios dela soltaram meu pau, só os dedos continuaram me masturbando. Ela se levantou um pouco, eu me curvei pra encontrar ela, pensei que ela queria me beijar, mas ela pegou meu pescoço e sussurrou no meu ouvido:
Preciso de você agora…
– Vamos pra outro lugar… falei.
– Não, aqui… ela disse, quase implorando com a voz abafada.
Era uma loucura… nunca tinha chegado a esses extremos no cinema… não tinha passado de carícias e punhetas nos bancos. Naquele momento, não conseguia nem imaginar como fazer, só supus que a Mili podia sentar no meu pau de costas pra mim, mas seria muito na cara dos poucos espectadores atrás da gente o que a gente tava fazendo ali…
Por sorte, a mente da Mili foi mais criativa. Ela, que já tava de joelhos no no chão, só virei o corpo na direção do corredor formado pelos bancos levantados, coloquei as mãos no chão e esperei que ela entendesse a indireta…
Era óbvio, ela estava de quatro como uma putinha ansiosa esperando ser comida, hesitei um pouco em me juntar a ela naquela posição… mas ela não ia ficar esperando assim… foi levantando a saia, me mostrando aquelas nádegas esplêndidas, e as ligas que uniam as calcinhas das pernas com a pequena tanguinha… parecia uma coelhinha da playboy… e contra aquela imagem sedutora não dá pra lutar.
Só me restou deslizar pelo meu assento, tentando não fazer muito barulho, levantei meu banco pra me dar espaço atrás daquelas nádegas suculentas que tinham me enlouquecido…
Podia jurar que a Mili sorria de forma provocante, satisfeita por eu não resistir aos encantos dela. Ela empinou a bunda pra me lembrar o motivo daquela posição, queria que eu penetrasse ela assim, de quatro… como uma puta no cio…
Com a calça quase abaixo das minhas nádegas, me aproximei e fiquei atrás dela, apontei meu pau pra buceta dela, mas ela avançou… pensei que tinha se arrependido… mas a Mili empinou mais ainda a bunda… entendi a sugestão… ela queria meu pau no cu dela…
Deslizei pelo chão pegajoso até ficar de novo atrás dela, dessa vez meu pau apontou pro cu dela, e dessa vez a Mili não fugiu. Devagar fui enfiando meu pau naquele buraquinho… talvez devagar demais pra luxúria dela, já que ela começou a recuar, enfiando meu pau pra dentro.
Minhas mãos seguraram a cintura dela por cima das bordas das ligas da calcinha, e puxei ela pra mim, furando violentamente, enfiando metade do meu pau. A coluna dela arqueou pra cima, a garganta dela abafou um uivo de dor… queria que ela soubesse que ainda era eu quem mandava no treinamento anal dela…
Quando a coluna dela voltou ao normal, comecei a puxar e empurrar a cintura dela, batendo minha virilha contra as nádegas carnudas dela. Era uma sensação maravilhosa sentir aquelas nádegas Nádegas tremendo contra mim… dessa vez eu deixei ela se entregar aos meus movimentos, ela ia e vinha à vontade.
Mesmo sem ouvir seus gemidos por causa do barulho do filme e porque ela mesma provavelmente os abafava para não serem descobertos, e mesmo sem poder ver seu rosto extasiado, eu podia senti-la, e isso era o suficiente…
Acho que ela pressentiu o que eu pensava, porque virou o rosto, com um sorriso safado, com uma expressão de prazer, me observou enquanto meu pau continuava perfurando suas entranhas…
Às vezes ela mordia os lábios, em outros momentos abria sua boquinha num espasmo de dor, de doce dor… Tudo isso me excitava ainda mais… somado ao fato de ver sua pequena e preta calcinha jogada de lado, sua cinta-liga, suas nádegas carnudas mas firmes… comecei a penetrá-la com mais força e rapidez… só esperava que o barulho do filme continuasse, porque já me parecia ouvir os gemidos abafados da Mili…
- Uhmmm… uhmmm… uhmmm…
Não aguentando tanta pressão do meu pau contra seu corpo, a frenética das minhas penetrações, seu rosto voltou para o corredor… só via seus cabelos flutuando na semi-escuridão… sua cabeça tinha seu próprio ritmo, se movia no compasso de sua excitação, dos gemidos que ela abafava por momentos.
Massageava sua cintura, suas pernas, caralho que monumento de mulher… seu corpo empurrava com veemência contra o meu, ela ia perdendo o pudor, se aproximava do clímax como eu…
- Ahhh... oooh… ouvi seu gemido quente.
Meu pau novamente espalhou seu líquido esbranquiçado nas ardentes intimidades da Mili. Seu corpo escultural tremeu a cada novo jato que a invadia… quando aquela sensação prazerosa foi diminuindo… ela se levantou um pouco, ainda com meu pau elástico no seu cu… se apoiou em um assento para manter o equilíbrio… entendi o que ela queria…
Ela virou um pouco o rosto, e naquela posição desconfortável nossos lábios se encontraram, minhas mãos se posicionaram sobre seus seios inchados e nus através de sua blusa semiaberta… os acariciei… Tinha sentido falta de vê-los, tinha imaginado eles quicando no ritmo das minhas penetrações…
A língua dela devolveu com gratidão as carícias nos meus seios e mamilos… depois, por causa do cansaço, ela se agachou de novo e voltou pra posição de quatro, talvez esperando se recuperar pra depois a gente se arrumar e voltar pros nossos lugares nos assentos…
Eu também recuperava o fôlego, satisfeito observava a bunda dela, a calcinha provocante, enquanto a Mili só conseguia olhar pro chão, recuperando o ritmo normal da respiração.
A loucura da nossa paixão, do prazer que a gente sentia pelo sexo anal, tava nos levando a fazer essas safadezas em lugares públicos, nos banheiros da faculdade, na biblioteca e agora num cinema tarde da noite… a gente tinha dado sorte de não ser descoberto até então… mas…
- Tão brincando de cavalinho?...
- Que?… perguntou a Mili levantando a vista
Saí da minha abstração e, horrorizado, levantei a vista… pelo tom de voz e pela inocência da pergunta, já tinha sacado… era uma criança… a gente tinha sido pego por uma menina de no máximo 5 anos… Quem porra… deixa os filhos soltos no cinema a essa hora?... A menina no começo da fileira olhava pra gente, inocente, esperando uma resposta.
- Sim, sim, pequenininha… a gente tava brincando de cavalinho… mas já terminamos… respondeu a Mili em voz baixa, nervosa.
Meu pau meio duro sentiu o espasmo inicial do corpo da Mili, depois o tremor dela. Minha primeira reação seria mandar a menina embora com uns xingamentos, mas talvez isso chamasse mais atenção… acho que a atitude da Mili foi a mais certa… resolvi deixar ela agir, fiquei mudo, quase uma estátua, esperando a Mili conseguir afastar a menina.
- Ei, menininha, por que você não procura seus pais?
- Não acho eles…
- Onde eles tão?... perguntou a Mili. Acho que o instinto maternal dela apareceu.
Porra, Mili, não me diga que você quer ir procurar os pais dela com os peitos de fora… ar e a saia na sua cintura… Mili entendeu minha reação porque apertei um pouco minhas mãos na cintura dela.
— Sei não… a gente tava vendo Shrek… Saí pra ir no banheiro, voltei e não achei eles… — disse a menina, meio assustada.
— Ah, olha… esse filme tá passando na sala ao lado… é só você sair no corredor e entrar na próxima porta…
— Ahhh… mas vocês vão continuar brincando?… Posso brincar com vocês?...
Peste da menina!… Era muito novinha pra essas coisas… Por que não vai embora?...
— Não… não… — respondeu Mili, de novo nervosa…
— A gente já terminou de brincar… agora vamos ver o filme… vai com seus pais… — respondi, vendo que Mili não sabia mais o que dizer.
— Tá bom… — ela falou, deu meia-volta e foi embora.
Ufa…
Lá do lado, Mili virou e me deu um olhar de reprovação.
— Acho que você foi meio dura com a menina…
— Não me diga que queria que ela ficasse?…
— Não, mas tem outros jeitos…
— Olha, esses outros jeitos iam levar tempo, sorte que ninguém apareceu…
— É… verdade…
— Melhor a gente se arrumar, não vá essa menina voltar com os irmãozinhos ou os pais dela…
Assim, agachados, ajeitamos a roupa e sentamos sem fazer muito alarde, tentando não chamar atenção…
Danny… cê acha que a menina vai contar pros pais que viu a gente brincando de cavalinho?… — perguntei meio sério, meio brincando.
— Sei lá, talvez… — falei, meio preocupado.
— Melhor a gente vazar… — ela disse, preocupada.
Saímos pela porta de emergência, e quando chegamos na rua, nossos rostos passaram da preocupação pra risada… e depois pro susto de novo…
Vimos Carlos, um colega da faculdade, saindo da pizzaria com a namorada dele, Diana, outra mina que também estudava na facul. Pra nossa má sorte, esses dois tinham fama de serem bem fofoqueiros, sempre por dentro dos últimos babados da faculdade. que se a gente visse a gente, no dia seguinte a gente ia ser o assunto da faculdade…
Antes que eu falasse qualquer coisa, a Mili já tinha me esmagado contra a parede, me enchendo de beijos… eu só puxei ela uns centímetros pra um canto que não tava muito iluminado.
Sorte nossa que eles ficaram na calçada do outro lado…
— Vão pra um hotel… gritaram os dois ao mesmo tempo, num tom de brincadeira.
Acho que a Mili não gostou muito do comentário, ela quis virar pra responder alguma coisa, mas eu impedi apertando ela mais contra mim.
A gente ouviu uns outros comentários e as risadas foram sumindo enquanto eles se afastavam…
— Já foram?… perguntou a Mili entre os beijos.
— Não, melhor esperar mais um pouco… respondi sem parar de beijar ela.
As coisas esquentavam de novo entre a gente. Minhas mãos já começavam a subir pela cintura dela, talvez ali mesmo, encoxados naquela porta, naquela posição estranha, a gente podia ter outro encontro rápido mas ardente.
Meus dedos já tocavam os peitos dela, a respiração dela tava mais ofegante. Se ela resistisse a fazer ali, era só beijar o pescoço dela que ela cedia a todas as minhas vontades… tudo ia bem, até que…
— Circulem, por favor… falou um viatura pelo alto-falante.
Porra… quando não é a polícia, tão sempre lá quando a gente não precisa e quando precisa tão comendo donuts… pensei.
Com um pouco de vergonha e constrangimento, a gente continuou andando, procurando um lugar pra pegar um táxi. No caminho, umas dúvidas me atacaram:
Por que a gente teve que se esconder do Carlos e da namorada dele?… era uma pergunta válida, já que foi a Mili que me encoxou e me encheu de beijos pra eles não verem a gente.
— Você sabe que eles são uns fofoqueiros de primeira…
— Será que você ainda não terminou com o Javier?… perguntei de novo, meio puto.
Pela minha atitude, ela hesitou em me responder, talvez preparando alguma desculpa…
— Me responde… exigi, do mesmo jeito que ela exigiu uma vez se eu ia terminar com a Viviana.
- Tá bom… não consegui fazer isso… nem vi ele… respondeu arrasada.
- Mas ele tem te ligado… retruquei.
- Sim, mas não quis nem quero atender, também não quero vê-lo…
- Por quê? Ainda sente algo por ele?… perguntei, me sentindo de novo um idiota por ter largado a Viviana.
- Não seja bobo… disse, e me abraçou e beijou… eu te quero, amor… é só que…
- O quê?…
- Tô com vergonha, sei lá, nunca tinha sido infiel, e não sei se ao vê-lo acabo confessando tudo, talvez ele perceba que tô escondendo algo… e isso pode acabar pior… falou confusa.
Quis ficar bravo com ela, mas no fundo eu entendia, tinha acabado de passar pelo mesmo com a Viviana. Você se sente bem com a outra pessoa, mas tem remorso e não sabe como contar pro seu parceiro oficial, ou pelo menos terminar o relacionamento, é meio complicado… e acho que mais pra uma mulher…
Olha, neste fim de semana vou dar um jeito de falar com ele…
- Tá bom…
- Mas Danny, muda essa cara…
- Só se você me der um beijo…
A gente se beijou com paixão, até sentir de novo a luz das sirenes, polícia filha da puta…
Continua…
Mili parecia uma luzinha de Natal, ora pálida, ora vermelha, à beira das lágrimas... Javier estava a poucos metros de nós, não sabíamos como, mas ele sabia que eu estava ali... naquele cubículo...
Já passei por situações parecidas antes, principalmente porque tinha a experiência adquirida numa relação familiar anos atrás, que me deu certa firmeza e rapidez mental pra sair dessas enrascadas... se consegui me livrar dos meus pais e parentes na época, acho que não seria difícil me desfazer do Javier...
- Olha... ele tá me procurando... eu saio, encontro ele e depois de cinco minutos você sai... sussurrei pra Mili.
Ela não conseguiu dizer nada, só balançou a cabeça afirmativamente, peguei minhas coisas e ia sair... quando a maçaneta da porta girou... Porra!...
Mili estava perto da porta, num reflexo empurrei ela pro lado, pra ficar atrás da porta. Ela entendeu e seguiu a direção, se posicionando dura, feito uma estátua, atrás da porta.
Oi Javier... falei meio sem fôlego, segurando a porta pra não bater no nariz da Mili.
- E aí Danny... viu a Mili? Falaram que ela passou por aqui.
- Bom, sim... passou por aqui... tava preocupada com o trabalho do curso que a gente faz junto, falei que o professor não tinha vindo... então ela foi embora tranquila... respondi, tentando não gaguejar, embora sentisse a respiração nervosa da Mili na mão que segurava a porta.
- Faz quanto tempo?... perguntou estranhando, parecia que queria entrar no cubículo pra continuar a conversa. Só meu corpo e minha atitude impediam.
- Sei lá, uns quinze ou vinte minutos... ó, tô morrendo de fome... vamos ali comer alguma coisa... falei pra sair do aperto.
- Só se você pagar... respondeu sorrindo.
- Tá bom... respondi aliviado, pouca gente resiste a um almoço grátis.
Fechei a porta, me Imaginava a Mili lá dentro, recuperando a cor e a respiração…
— Ei, esse cubículo tem um cheiro estranho… cê não tava batendo uma, né? — falou Javier, brincando, e eu quase engasguei com a saliva.
— Qual é, só você faria uma coisa dessas… — respondi, devolvendo a piada.
— Kkkkk… é, verdade — ele se gabou.
— Como é que você sabia que eu tava aqui? — perguntei pra mudar de assunto e não entrar naquela história de cheiro e do que rolou no cubículo.
— Fácil… só um idiota igual você fica na biblioteca quando tem final de futebol feminino no ginásio — ele disse, rindo.
Ah, claro, por isso a biblioteca tava vazia. O time de futsal feminino da faculdade ia jogar a final do campeonato universitário… e ninguém queria perder aquilo, quase todo mundo tava no ginásio.
— É… sério…
— O Guille veio devolver um livro e falou que te viu entrando no cubículo…
— E como você sabia que a Mili passou por aqui?
— Não sabia, só perguntei — ele respondeu.
Porra, melhor eu parar de investigar, senão eu mesmo me entrego… pensei. Então me apressei em tirar o Javier da biblioteca, mas no caminho até a porta ele pegou o celular…
— Vai ligar pra quem? — perguntei, meio preocupado.
— Pra Mili… acho que ela tá puta comigo…
Caralho… se o celular da Mili tocar dentro do cubículo, a gente fodeu, ele vai perceber que ela tá aí dentro.
— Merda… fiquei sem crédito — ele falou, irritado, ao ouvir a mensagem da operadora.
— Tá com sorte — falei, debochando, mas aliviado porque quem tinha sorte era eu.
Saímos pra comer. Não precisei perguntar nada, ele já foi contando sobre a amiga dele, a *big brest succiona cocks*, como tinham passado o fim de semana. Eu ria, às vezes do jeito que ele contava as coisas, outras vezes lembrando ou fazendo uma comparação com o que eu tinha feito com a Mili…
Idiota, tendo a Mili, ele vai se meter com uma mina que, pelo que ele diz, é a mais experiente da cidade, quase uma puta… talvez seja isso. Acalma sua tarada... cada um satisfaz seus apetites como quiser.
Talvez por esse costume de andar ou ficar com mulheres desse tipo, de grande experiência amorosa, por isso ele não tinha conseguido descobrir o fogo interior da Mili, não tinha achado o ponto fraco dela, não tinha sabido provocá-la de forma sutil pra esses prazeres obscuros...
O Javier não tinha paciência nem vontade de ensinar essas manhas pra Mili, esperava que pelo corpo escultural dela ela tivesse toda a experiência necessária, que Mili soubesse dessas coisas, então ele simplesmente ia direto ao ponto, como fazia com as outras minas... e talvez em parte Javier se frustrava ao ver que na cama a Mili não tinha toda a experiência que aparentava ter.
Em parte, aquela fascinação que o Javier tinha por essa garota (a chupa-rola, não conhecia outro nome pra ela) tinha sido benéfica pra mim, já que pude aproveitar a Mili. Se o Javier tivesse ligado naquele sábado à noite, não teria rolado aquele fim de semana magnífico com a Mili, explorando cada cantinho da anatomia dela em cada cantinho da minha casa.
Inclusive, no final do almoço, o Javier chegou a me pedir pra interceder por ele com a Mili, ele tinha notado que ela tava evitando ele, não atendia as ligações dele... pra ele não encher o saco, falei que ia ver o que podia fazer... assim meu amigo corno ficou tranquilo...
Embora ele tenha dito pra não me apressar, porque na quarta ele ia sair com outra mina que pelo visto só gostava de levar por trás... Nessa altura, já nem me pesava a consciência por botar chifre no Javier...
Naquela quarta, enquanto o Javier satisfazia todos os apetites anais dele com a amiga, eu fui ao cinema com a Mili... Tava um clima de nervosismo entre nós dois, era a primeira vez que saíamos juntos como um casal...
As coisas rolaram de um jeito estranho, ela me ligou de noite e disse que tava entediada. Fui vê-la, conversamos um pouco, na real, além de conhecer o corpo dela, não conhecia muito sobre ela e os gostos dela, só da sua vontades sexuais recentes.
Assim, conversamos sobre filmes, quase tínhamos os mesmos gostos nesse sentido. Fazia umas semanas que tinha estreado um filme que ambos gostaríamos de ver, mas por causa dos trabalhos da faculdade e nossos encontros e desencontros amorosos, não tivemos oportunidade de ir assistir…
— Danny, vamos ver agora… olha, não deve demorar muito pra tirarem de cartaz… — me disse a Mili.
— Opa, mas é um pouco tarde, você acha que tem alguma sessão a essa hora? — respondi.
Eram quase 10 horas e eu calculava que até chegarmos ao cinema seriam perto das 11 da noite, já sabe, pelo tempo de viagem e a demora que algumas minhas têm pra se arrumar.
— Olha, tem uma sessão às 10:30 da noite… — ela disse, me mostrando a seção de cinema do jornal.
— Esse cinema é um pouco longe… Você acha que a gente consegue chegar?
— Se a gente sair agora, sim… O que você acha?… — ela disse, animada.
— Vamos… — respondi, não dava pra recusar.
O pai dela estava fora da cidade e a mãe não fez muita objeção pra ela sair comigo, me conhecia dos trabalhos da faculdade que a gente fazia.
Ela não precisou se trocar, estava usando uma saia preta que batia acima dos joelhos, com umas meias-calças da mesma cor cobrindo as pernas, provavelmente por causa do frio, uma blusa e uma jaqueta por cima. Tinha uma aparência meio caseira, meio formal, quase de escritório, mas não estava nada mal. Por sorte, era do tipo que não precisa se arrumar muito pra ficar gostosa.
Chegamos quando estavam passando os trailers de outros filmes. Alguns assentos no fundo estavam ocupados, tinha muito espaço vazio, mas era a primeira vez que saíamos juntos, quase oficialmente como namorados… então queríamos ficar sozinhos… A parte do meio da sala estava quase deserta e as primeiras filas vazias… foi pra lá que fomos.
Eu abracei ela, ela se recostou no meu ombro, trocamos uns beijos carinhosos. Pouco depois o filme começou, meio devagar… assim como minha mão subindo sobre da cintura dela até os seios, desabotoando a blusa dela… ela não reclamou… só me beijou com mais tesão…
Minha mão apertava os peitos dela, os biquinhos e a língua dela retribuía o favor… ela passava a mão no meu peito, na minha barriga, peguei a mão dela e levei até minha calça… se eu massageava os peitos dela, ela podia me dar o mesmo prazer no meu pau.
Ela entendeu, melhor do que eu pensei, não se limitou a acariciar meu pau por cima da calça, mas deu um jeito de enfiar a mão direto por baixo da minha calça e a mão quentinha dela agarrou meu pau duro…
Eu fiz o mesmo e meus dedos deslizaram pela barriga lisa dela, passando pela saia, acariciei as pernas dela por cima da calcinha fina, subindo as mãos até chegar na buceta quente e molhada dela, um choque elétrico percorreu o corpo dela… ela abafou um gemido na garganta e nas nossas línguas.
A reação seguinte dela, quase maluca, foi tirar a mão, desabotoar minha calça, abaixar o zíper inteiro, fuçar na minha cueca até tirar meu pau inteiro pra fora, duro… ela queria sentir ele livre com os dedos… apalpar toda a rigidez… sabia que aquele instrumento ficava daquele jeito por causa dela, e que aquela massa de carne podia satisfazer ela…
Não importava os outros no cinema, talvez estivessem fazendo a mesma coisa nos lugares deles, ou talvez só assistindo o filme, que se dane… nós agachados nas poltronas soltávamos nossos instintos… escondidos da vista dos poucos presentes na sala, sem nada a temer.
Meus dedos não paravam de dar aquele formigamento gostoso nos lábios da buceta dela e ela respondia com beijos safados, com os dedos batendo punheta no meu pau… parecia que eu ia explodir de tanto prazer… até que ela não aguentou mais… quis sentir nos lábios dela o que meus dedos faziam na buceta dela…
Os lábios carnudos e suculentos dela se afastaram da minha boca e foram descendo até meu pau…
- O que você vai fazer?... me atrevi a perguntar, inocente, em voz baixa.
Ela não respondeu, focada no próprio tesão, não hesitou em enfiar meu Pau na boca e chupar ele, me assustei um pouco no banco ao sentir a língua dela no meu pau. Umas gotinhas de porra saíram na hora ao sentir os lábios carnudos e macios dela percorrendo meu pau, ela não reclamou, imersa na excitação dela continuou com o trabalho dela.
Apesar da posição desconfortável, a Mili continuou chupando meu pau. Eu, satisfeito, acariciava os cabelos dela e, de vez em quando, dava um jeito de acariciar os peitos dela. Tava no paraíso.
Chegou uma hora que ela parou o serviço dela, talvez tenha voltado à realidade. Deve ter diminuído a excitação dela e ela deve ter percebido onde a gente tá… pensei meio bolado, já que ela tinha deixado o trabalho pela metade. Por sorte, eu tava errado.
Pelo visto, ela não aguentava mais aquela posição desconfortável, se escorregou no banco até ficar de joelhos na minha frente, sem soltar meu pau em momento nenhum… eu só abri minhas pernas pra dar espaço pra ela…
Com a cara tomada pelo prazer e pela luxúria, ela me olhou da posição dela, reconheceu meu olhar excitado entre os clarões da tela que iluminavam a sala de cinema quase vazia. Sorriu e de novo engoliu meu pau aos poucos, olhando de vez em quando pra cima, satisfeita com minhas reações, com meu peito ofegante…
Os lábios dela soltaram meu pau, só os dedos continuaram me masturbando. Ela se levantou um pouco, eu me curvei pra encontrar ela, pensei que ela queria me beijar, mas ela pegou meu pescoço e sussurrou no meu ouvido:
Preciso de você agora…
– Vamos pra outro lugar… falei.
– Não, aqui… ela disse, quase implorando com a voz abafada.
Era uma loucura… nunca tinha chegado a esses extremos no cinema… não tinha passado de carícias e punhetas nos bancos. Naquele momento, não conseguia nem imaginar como fazer, só supus que a Mili podia sentar no meu pau de costas pra mim, mas seria muito na cara dos poucos espectadores atrás da gente o que a gente tava fazendo ali…
Por sorte, a mente da Mili foi mais criativa. Ela, que já tava de joelhos no no chão, só virei o corpo na direção do corredor formado pelos bancos levantados, coloquei as mãos no chão e esperei que ela entendesse a indireta…
Era óbvio, ela estava de quatro como uma putinha ansiosa esperando ser comida, hesitei um pouco em me juntar a ela naquela posição… mas ela não ia ficar esperando assim… foi levantando a saia, me mostrando aquelas nádegas esplêndidas, e as ligas que uniam as calcinhas das pernas com a pequena tanguinha… parecia uma coelhinha da playboy… e contra aquela imagem sedutora não dá pra lutar.
Só me restou deslizar pelo meu assento, tentando não fazer muito barulho, levantei meu banco pra me dar espaço atrás daquelas nádegas suculentas que tinham me enlouquecido…
Podia jurar que a Mili sorria de forma provocante, satisfeita por eu não resistir aos encantos dela. Ela empinou a bunda pra me lembrar o motivo daquela posição, queria que eu penetrasse ela assim, de quatro… como uma puta no cio…
Com a calça quase abaixo das minhas nádegas, me aproximei e fiquei atrás dela, apontei meu pau pra buceta dela, mas ela avançou… pensei que tinha se arrependido… mas a Mili empinou mais ainda a bunda… entendi a sugestão… ela queria meu pau no cu dela…
Deslizei pelo chão pegajoso até ficar de novo atrás dela, dessa vez meu pau apontou pro cu dela, e dessa vez a Mili não fugiu. Devagar fui enfiando meu pau naquele buraquinho… talvez devagar demais pra luxúria dela, já que ela começou a recuar, enfiando meu pau pra dentro.
Minhas mãos seguraram a cintura dela por cima das bordas das ligas da calcinha, e puxei ela pra mim, furando violentamente, enfiando metade do meu pau. A coluna dela arqueou pra cima, a garganta dela abafou um uivo de dor… queria que ela soubesse que ainda era eu quem mandava no treinamento anal dela…
Quando a coluna dela voltou ao normal, comecei a puxar e empurrar a cintura dela, batendo minha virilha contra as nádegas carnudas dela. Era uma sensação maravilhosa sentir aquelas nádegas Nádegas tremendo contra mim… dessa vez eu deixei ela se entregar aos meus movimentos, ela ia e vinha à vontade.
Mesmo sem ouvir seus gemidos por causa do barulho do filme e porque ela mesma provavelmente os abafava para não serem descobertos, e mesmo sem poder ver seu rosto extasiado, eu podia senti-la, e isso era o suficiente…
Acho que ela pressentiu o que eu pensava, porque virou o rosto, com um sorriso safado, com uma expressão de prazer, me observou enquanto meu pau continuava perfurando suas entranhas…
Às vezes ela mordia os lábios, em outros momentos abria sua boquinha num espasmo de dor, de doce dor… Tudo isso me excitava ainda mais… somado ao fato de ver sua pequena e preta calcinha jogada de lado, sua cinta-liga, suas nádegas carnudas mas firmes… comecei a penetrá-la com mais força e rapidez… só esperava que o barulho do filme continuasse, porque já me parecia ouvir os gemidos abafados da Mili…
- Uhmmm… uhmmm… uhmmm…
Não aguentando tanta pressão do meu pau contra seu corpo, a frenética das minhas penetrações, seu rosto voltou para o corredor… só via seus cabelos flutuando na semi-escuridão… sua cabeça tinha seu próprio ritmo, se movia no compasso de sua excitação, dos gemidos que ela abafava por momentos.
Massageava sua cintura, suas pernas, caralho que monumento de mulher… seu corpo empurrava com veemência contra o meu, ela ia perdendo o pudor, se aproximava do clímax como eu…
- Ahhh... oooh… ouvi seu gemido quente.
Meu pau novamente espalhou seu líquido esbranquiçado nas ardentes intimidades da Mili. Seu corpo escultural tremeu a cada novo jato que a invadia… quando aquela sensação prazerosa foi diminuindo… ela se levantou um pouco, ainda com meu pau elástico no seu cu… se apoiou em um assento para manter o equilíbrio… entendi o que ela queria…
Ela virou um pouco o rosto, e naquela posição desconfortável nossos lábios se encontraram, minhas mãos se posicionaram sobre seus seios inchados e nus através de sua blusa semiaberta… os acariciei… Tinha sentido falta de vê-los, tinha imaginado eles quicando no ritmo das minhas penetrações…
A língua dela devolveu com gratidão as carícias nos meus seios e mamilos… depois, por causa do cansaço, ela se agachou de novo e voltou pra posição de quatro, talvez esperando se recuperar pra depois a gente se arrumar e voltar pros nossos lugares nos assentos…
Eu também recuperava o fôlego, satisfeito observava a bunda dela, a calcinha provocante, enquanto a Mili só conseguia olhar pro chão, recuperando o ritmo normal da respiração.
A loucura da nossa paixão, do prazer que a gente sentia pelo sexo anal, tava nos levando a fazer essas safadezas em lugares públicos, nos banheiros da faculdade, na biblioteca e agora num cinema tarde da noite… a gente tinha dado sorte de não ser descoberto até então… mas…
- Tão brincando de cavalinho?...
- Que?… perguntou a Mili levantando a vista
Saí da minha abstração e, horrorizado, levantei a vista… pelo tom de voz e pela inocência da pergunta, já tinha sacado… era uma criança… a gente tinha sido pego por uma menina de no máximo 5 anos… Quem porra… deixa os filhos soltos no cinema a essa hora?... A menina no começo da fileira olhava pra gente, inocente, esperando uma resposta.
- Sim, sim, pequenininha… a gente tava brincando de cavalinho… mas já terminamos… respondeu a Mili em voz baixa, nervosa.
Meu pau meio duro sentiu o espasmo inicial do corpo da Mili, depois o tremor dela. Minha primeira reação seria mandar a menina embora com uns xingamentos, mas talvez isso chamasse mais atenção… acho que a atitude da Mili foi a mais certa… resolvi deixar ela agir, fiquei mudo, quase uma estátua, esperando a Mili conseguir afastar a menina.
- Ei, menininha, por que você não procura seus pais?
- Não acho eles…
- Onde eles tão?... perguntou a Mili. Acho que o instinto maternal dela apareceu.
Porra, Mili, não me diga que você quer ir procurar os pais dela com os peitos de fora… ar e a saia na sua cintura… Mili entendeu minha reação porque apertei um pouco minhas mãos na cintura dela.
— Sei não… a gente tava vendo Shrek… Saí pra ir no banheiro, voltei e não achei eles… — disse a menina, meio assustada.
— Ah, olha… esse filme tá passando na sala ao lado… é só você sair no corredor e entrar na próxima porta…
— Ahhh… mas vocês vão continuar brincando?… Posso brincar com vocês?...
Peste da menina!… Era muito novinha pra essas coisas… Por que não vai embora?...
— Não… não… — respondeu Mili, de novo nervosa…
— A gente já terminou de brincar… agora vamos ver o filme… vai com seus pais… — respondi, vendo que Mili não sabia mais o que dizer.
— Tá bom… — ela falou, deu meia-volta e foi embora.
Ufa…
Lá do lado, Mili virou e me deu um olhar de reprovação.
— Acho que você foi meio dura com a menina…
— Não me diga que queria que ela ficasse?…
— Não, mas tem outros jeitos…
— Olha, esses outros jeitos iam levar tempo, sorte que ninguém apareceu…
— É… verdade…
— Melhor a gente se arrumar, não vá essa menina voltar com os irmãozinhos ou os pais dela…
Assim, agachados, ajeitamos a roupa e sentamos sem fazer muito alarde, tentando não chamar atenção…
Danny… cê acha que a menina vai contar pros pais que viu a gente brincando de cavalinho?… — perguntei meio sério, meio brincando.
— Sei lá, talvez… — falei, meio preocupado.
— Melhor a gente vazar… — ela disse, preocupada.
Saímos pela porta de emergência, e quando chegamos na rua, nossos rostos passaram da preocupação pra risada… e depois pro susto de novo…
Vimos Carlos, um colega da faculdade, saindo da pizzaria com a namorada dele, Diana, outra mina que também estudava na facul. Pra nossa má sorte, esses dois tinham fama de serem bem fofoqueiros, sempre por dentro dos últimos babados da faculdade. que se a gente visse a gente, no dia seguinte a gente ia ser o assunto da faculdade…
Antes que eu falasse qualquer coisa, a Mili já tinha me esmagado contra a parede, me enchendo de beijos… eu só puxei ela uns centímetros pra um canto que não tava muito iluminado.
Sorte nossa que eles ficaram na calçada do outro lado…
— Vão pra um hotel… gritaram os dois ao mesmo tempo, num tom de brincadeira.
Acho que a Mili não gostou muito do comentário, ela quis virar pra responder alguma coisa, mas eu impedi apertando ela mais contra mim.
A gente ouviu uns outros comentários e as risadas foram sumindo enquanto eles se afastavam…
— Já foram?… perguntou a Mili entre os beijos.
— Não, melhor esperar mais um pouco… respondi sem parar de beijar ela.
As coisas esquentavam de novo entre a gente. Minhas mãos já começavam a subir pela cintura dela, talvez ali mesmo, encoxados naquela porta, naquela posição estranha, a gente podia ter outro encontro rápido mas ardente.
Meus dedos já tocavam os peitos dela, a respiração dela tava mais ofegante. Se ela resistisse a fazer ali, era só beijar o pescoço dela que ela cedia a todas as minhas vontades… tudo ia bem, até que…
— Circulem, por favor… falou um viatura pelo alto-falante.
Porra… quando não é a polícia, tão sempre lá quando a gente não precisa e quando precisa tão comendo donuts… pensei.
Com um pouco de vergonha e constrangimento, a gente continuou andando, procurando um lugar pra pegar um táxi. No caminho, umas dúvidas me atacaram:
Por que a gente teve que se esconder do Carlos e da namorada dele?… era uma pergunta válida, já que foi a Mili que me encoxou e me encheu de beijos pra eles não verem a gente.
— Você sabe que eles são uns fofoqueiros de primeira…
— Será que você ainda não terminou com o Javier?… perguntei de novo, meio puto.
Pela minha atitude, ela hesitou em me responder, talvez preparando alguma desculpa…
— Me responde… exigi, do mesmo jeito que ela exigiu uma vez se eu ia terminar com a Viviana.
- Tá bom… não consegui fazer isso… nem vi ele… respondeu arrasada.
- Mas ele tem te ligado… retruquei.
- Sim, mas não quis nem quero atender, também não quero vê-lo…
- Por quê? Ainda sente algo por ele?… perguntei, me sentindo de novo um idiota por ter largado a Viviana.
- Não seja bobo… disse, e me abraçou e beijou… eu te quero, amor… é só que…
- O quê?…
- Tô com vergonha, sei lá, nunca tinha sido infiel, e não sei se ao vê-lo acabo confessando tudo, talvez ele perceba que tô escondendo algo… e isso pode acabar pior… falou confusa.
Quis ficar bravo com ela, mas no fundo eu entendia, tinha acabado de passar pelo mesmo com a Viviana. Você se sente bem com a outra pessoa, mas tem remorso e não sabe como contar pro seu parceiro oficial, ou pelo menos terminar o relacionamento, é meio complicado… e acho que mais pra uma mulher…
Olha, neste fim de semana vou dar um jeito de falar com ele…
- Tá bom…
- Mas Danny, muda essa cara…
- Só se você me der um beijo…
A gente se beijou com paixão, até sentir de novo a luz das sirenes, polícia filha da puta…
Continua…
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