Vou contar o que rolou com um cliente. Ele sempre vinha com a esposa, eu não falava muito com ela, mas o cara era gente boa pra caralho. Uma noite, umas 2 da manhã, ele chegou sozinho pra comprar. Eu, como bom jornaleiro, cumprimentei e falei: "Que estranho, cê tá sozinho, cadê sua esposa?" Ele disse que ela tava na cama esperando ele. Falei: "Massa, vocês vão ver um filme, né?" — eu, sem saber como continuar. "Não, na verdade a gente tá esperando companhia." Ele comprou e foi embora. Dois dias depois, ele veio no mesmo horário. Eu cumprimentei, mas não perguntei nada. Ele comprou e, antes de ir, perguntou: "Cê gosta?" "Do quê?", eu falei. "Da minha esposa, cê gosta?" Eu, todo vermelho que nem um otário, falei: "Ela é muito gostosa." E ele foi embora. Na noite seguinte, ele veio com a esposa e me deixou um papel com um número de telefone e escrito: "Me liga, por favor." Era umas 00:15 e umas 2:30 eu liguei. Ele atendeu com a voz trêmula e perguntou se eu podia levar umas guloseimas do jornaleiro. Eu já tava ligado no que ia rolar e fui, já que era no mesmo prédio do jornaleiro. Subi e a gostosa me recebeu, me fez entrar e disse pra esperar o marido. Fiquei meio assustado, mas já tava na dança. O cara veio e, meio com medo misturado com vergonha, perguntou se eu queria fazer um ménage. Nem pensei duas vezes e falei que sim, porque a gostosa era veterana, mas se mantinha bem. Pra minha surpresa, não era só comer a mulher, mas ele também. Nunca tinha ficado com um homem, mas, sinceramente, foi uma delícia. Recebi beijo dos dois e me acabei. Peguei até um dedo nela, mas tudo vale.
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