Abri os olhos, acordei de um sono profundo, ouvia a respiração da Maria, meu corpo absorvia a luz fraca, branca, da manhã. Não queria pensar em nada, só na noite anterior, nela em cima de mim, no corpo dela se movendo como um riacho de prazer, nas partes do corpo dela, sua cintura, suas pernas, sua umidade. Ela estava do meu lado, dormindo, e eu percorria a pele dela com dois dedos, do ombro descendo pelo braço, pelas mãos, pelos quadris, pelas pernas, voltava a subir por um caminho que eu inventava. Lembrei de um momento da noite anterior em que ela me disse, enquanto a gente se tocava, uma das fantasias dela. Ela falou que gostaria de estar com outra pessoa, com uma mulher de pele negra. Eu estava atrás dela, abraçando e tocando o clitóris dela, os lábios da buceta dela encharcados e colocando um dedo na boca dela, perguntava:
- Você gostaria que a gente ficasse com outra mulher?
- Hum, sim - ela respondia chupando meu dedão
- E o que você gostaria de fazer com outra mulher?
- Eu gostaria de ver você comendo ela
Minha cabeça voava, me imaginava comendo uma morena, com minhas mãos na bunda dela e a Mari olhando de uma cadeira, passando a língua nos lábios e se tocando, vendo a bunda da negra e meu pau entrando. Imaginava ela se aproximando pra beijar, pra tocar, percorrendo a pele dela. Imaginava a Mari agarrando ela por trás, apertando os peitos dela e dando um beijo na boca. As duas brincando com meu pau. Tudo isso passava pela minha cabeça e eu contava pra ela, ela ficava mais e mais excitada e começava a me punhetar com tudo, apertava forte meu pau enquanto eu tocava ela, colocava a bundinha dela virada pro meu rosto e com minha saliva tocava a bunda dela, até que ela me pede por favor pra meter.
Tudo isso passa pela minha cabeça enquanto minha mão percorre devagar o corpo dela na cama sob a luz que entra pela janela. Foi assim que acordei, muito excitado, mas não tive muito tempo, tinha que ir rápido pro trabalho. Ela ficou dormindo, dei um beijo nela, lavei o rosto, tomei algo e saí. No ônibus, em pé, fico na frente de uma mina, não foi premeditado, era um lugar vazio, a mina de cabelo liso, óculos, uns trinta e poucos anos, corpo esbelto, com uma camiseta que deixava os peitos à mostra, não conseguia parar de olhar, eram tipo duas toranjas, um imã pros meus olhos e naquela posição imaginei dando meu pau pra ela brincar, pra ela segurar com as mãos, passar nos peitos dela, me bater uma punheta e gozar nela, encher os peitos dela de porra. Não posso continuar assim, pensava, tenho que dar uma segurada, desci, cheguei no trampo, entrei no escritório, fiquei sozinho, fiz um mate, ouvi música.
À tarde recebo uma mensagem da Caro, minha amiga: "Tô indo pra La Plata, amanhã tenho que resolver um negócio, a gente se vê hoje?"
Que bom, faz tempo que não vejo ela: "Fala sério, vem pra cá e fica em casa", "Beleza, vou praí e a gente vê o que faz"
Mandei uma mensagem pra Mari avisando que a Caro vinha, umas 8 ela chega na rodoviária.
Às 8 fiquei esperando ela sentado, lendo um livro, ela desceu do busão, tava linda, irradiando luz, é realmente linda, tem altura média, olhos profundos, uma boca alongada e macia, cabelo liso e um corpo de dar vontade de percorrer.
Falo assim porque a real é que sempre tive uma fantasia com ela. A gente se conhece desde a adolescência e sempre dei em cima. Lembro quando voltamos da viagem de formatura, a gente sentado junto, todo mundo dormindo, todo mundo muito chapado. Eu tava morrendo de vontade de beijar ela, abraçar, sentir. A gente conversava baixinho, com as bocas cada vez mais perto até que começamos a nos beijar de leve, selinhos que foram virando beijos cada vez mais profundos. Ela num momento me tocou por cima da calça, eu tava pirando, não acreditava. Olhava pra ela e era tipo um sonho, a boca dela, os olhos tão perto, tocava os peitos dela por cima da camiseta, a cintura, ela tira o sutiã e eu levo a mão até o peito dela, toco o mamilo, ela fecha os olhos e morde o lábio. Enquanto todo mundo dormia, começamos a nos masturbar devagar, ela abriu a braguilha da calça mostrando a tanguinha branca, eu desci meus dedos como pude, estava bem molhado e quente, até que ela gozou e terminamos abraçados dormindo. Depois disso não rolou mais nada, ela estava namorando e não me deu mais chance, paramos de nos ver e anos depois nos reencontramos como amigos e só. Mesmo assim, às vezes eu não conseguia vê-la só como amiga, olhava com desejo, devorava ela com os olhos.
Ela me cumprimentou com um beijo e abraço, é muito simpática, e sorrindo disse: “Como você tá, lindo?” Eu me sentia como se estivesse num caiaque remando num rio de leite condensado, muito doce mas impossível. Saímos de braço dado até em casa. Quando chegamos, Mari estava em casa. Mari é alta, magra, de cabelo preto levemente ondulado, com um corpo gostoso e quando estamos juntos nossos corpos parecem se encaixar perfeitamente, nossos ritmos, nossa respiração, a gente se esquenta muito junto e goza junto.
Elas se cumprimentaram e conversamos um pouco os três, depois fomos comer. No jantar, Caro contou direitinho como tinha sido a separação com o namorado, parecia triste, olhava com olhos vidrados como se estivesse vendo o mar. Eu não conseguia entender como um homem podia machucar ela, a gente pode discutir às vezes, mas ela estava acabada, nos olhamos com a Mari e ela perguntou sobre o sexo de um jeito suave:
- Às vezes as brigas vão pra cama, né? Se não quiser, não precisa responder, mas como é que tava o sexo?
- É, pode ser. (silêncio). Nas últimas semanas a gente não ficou muito junto, os dois cheios de coisa e era como se sempre tivesse uma desculpa no meio. A verdade é que ultimamente a gente não se encontrava muito.
Eu morria de amor, queria abraçar ela. Conversamos sobre outras coisas, saímos, caminhamos, tomamos um sorvete, um quarto entre os três, nossas línguas foram se soltando mais, depois fomos pra casa. Num Quando eu voltei do quarto, vi as duas conversando uma do lado da outra e imaginei a fantasia da Mari se realizando com a Caro. Fiquei louco, minha cara ficou vermelha, depois percebi que elas também estavam coradas, mas não sabia se era pelo mesmo motivo. A gente continuou conversando um pouco e eu já tinha esquecido da situação. Fui trocar a música no computador e a Mari levantou e veio atrás de mim. Sem cerimônia nenhuma, me abraçou por trás e apertou minha rola por cima da calça. Fiquei surpreso. Elas continuavam conversando com a Caro, mas com a mão ela ficava mexendo no meu volume. Olhei pra ela surpreso e ela sorriu. Coloquei uma música tranquila e perguntei se elas não queriam rebolar um pouco. A Mari me seguiu e a gente dançou um tempo juntinho. Na hora, a Caro levantou e dançamos os três, de mãos dadas, passando um por baixo dos braços do outro, se enroscando, brincando, rindo, nos abraçando os três feito crianças. Aí a Mari pegou a mão dela, sentou ela numa cadeira e começou a acariciar, dizendo pra ela não se preocupar, que ela era muito gostosa. Agachou na frente da cadeira, olhou nos olhos dela enquanto acariciava o rosto dela. Falou alguma coisa no ouvido e a Caro sorriu e ficou vermelha. Falou de novo, a Caro olhou pra ela e ficou meio nervosa. A Mari segurou as mãos dela, olhou e aproximou a boca, deu um beijinho suave. Eu não acreditei. Pegou a mão dela, levantou ela, veio até mim, me pegou pela mão e nos levou pro quarto...
... Como é que continua?
- Você gostaria que a gente ficasse com outra mulher?
- Hum, sim - ela respondia chupando meu dedão
- E o que você gostaria de fazer com outra mulher?
- Eu gostaria de ver você comendo ela
Minha cabeça voava, me imaginava comendo uma morena, com minhas mãos na bunda dela e a Mari olhando de uma cadeira, passando a língua nos lábios e se tocando, vendo a bunda da negra e meu pau entrando. Imaginava ela se aproximando pra beijar, pra tocar, percorrendo a pele dela. Imaginava a Mari agarrando ela por trás, apertando os peitos dela e dando um beijo na boca. As duas brincando com meu pau. Tudo isso passava pela minha cabeça e eu contava pra ela, ela ficava mais e mais excitada e começava a me punhetar com tudo, apertava forte meu pau enquanto eu tocava ela, colocava a bundinha dela virada pro meu rosto e com minha saliva tocava a bunda dela, até que ela me pede por favor pra meter.
Tudo isso passa pela minha cabeça enquanto minha mão percorre devagar o corpo dela na cama sob a luz que entra pela janela. Foi assim que acordei, muito excitado, mas não tive muito tempo, tinha que ir rápido pro trabalho. Ela ficou dormindo, dei um beijo nela, lavei o rosto, tomei algo e saí. No ônibus, em pé, fico na frente de uma mina, não foi premeditado, era um lugar vazio, a mina de cabelo liso, óculos, uns trinta e poucos anos, corpo esbelto, com uma camiseta que deixava os peitos à mostra, não conseguia parar de olhar, eram tipo duas toranjas, um imã pros meus olhos e naquela posição imaginei dando meu pau pra ela brincar, pra ela segurar com as mãos, passar nos peitos dela, me bater uma punheta e gozar nela, encher os peitos dela de porra. Não posso continuar assim, pensava, tenho que dar uma segurada, desci, cheguei no trampo, entrei no escritório, fiquei sozinho, fiz um mate, ouvi música.
À tarde recebo uma mensagem da Caro, minha amiga: "Tô indo pra La Plata, amanhã tenho que resolver um negócio, a gente se vê hoje?"
Que bom, faz tempo que não vejo ela: "Fala sério, vem pra cá e fica em casa", "Beleza, vou praí e a gente vê o que faz"
Mandei uma mensagem pra Mari avisando que a Caro vinha, umas 8 ela chega na rodoviária.
Às 8 fiquei esperando ela sentado, lendo um livro, ela desceu do busão, tava linda, irradiando luz, é realmente linda, tem altura média, olhos profundos, uma boca alongada e macia, cabelo liso e um corpo de dar vontade de percorrer.
Falo assim porque a real é que sempre tive uma fantasia com ela. A gente se conhece desde a adolescência e sempre dei em cima. Lembro quando voltamos da viagem de formatura, a gente sentado junto, todo mundo dormindo, todo mundo muito chapado. Eu tava morrendo de vontade de beijar ela, abraçar, sentir. A gente conversava baixinho, com as bocas cada vez mais perto até que começamos a nos beijar de leve, selinhos que foram virando beijos cada vez mais profundos. Ela num momento me tocou por cima da calça, eu tava pirando, não acreditava. Olhava pra ela e era tipo um sonho, a boca dela, os olhos tão perto, tocava os peitos dela por cima da camiseta, a cintura, ela tira o sutiã e eu levo a mão até o peito dela, toco o mamilo, ela fecha os olhos e morde o lábio. Enquanto todo mundo dormia, começamos a nos masturbar devagar, ela abriu a braguilha da calça mostrando a tanguinha branca, eu desci meus dedos como pude, estava bem molhado e quente, até que ela gozou e terminamos abraçados dormindo. Depois disso não rolou mais nada, ela estava namorando e não me deu mais chance, paramos de nos ver e anos depois nos reencontramos como amigos e só. Mesmo assim, às vezes eu não conseguia vê-la só como amiga, olhava com desejo, devorava ela com os olhos.
Ela me cumprimentou com um beijo e abraço, é muito simpática, e sorrindo disse: “Como você tá, lindo?” Eu me sentia como se estivesse num caiaque remando num rio de leite condensado, muito doce mas impossível. Saímos de braço dado até em casa. Quando chegamos, Mari estava em casa. Mari é alta, magra, de cabelo preto levemente ondulado, com um corpo gostoso e quando estamos juntos nossos corpos parecem se encaixar perfeitamente, nossos ritmos, nossa respiração, a gente se esquenta muito junto e goza junto.
Elas se cumprimentaram e conversamos um pouco os três, depois fomos comer. No jantar, Caro contou direitinho como tinha sido a separação com o namorado, parecia triste, olhava com olhos vidrados como se estivesse vendo o mar. Eu não conseguia entender como um homem podia machucar ela, a gente pode discutir às vezes, mas ela estava acabada, nos olhamos com a Mari e ela perguntou sobre o sexo de um jeito suave:
- Às vezes as brigas vão pra cama, né? Se não quiser, não precisa responder, mas como é que tava o sexo?
- É, pode ser. (silêncio). Nas últimas semanas a gente não ficou muito junto, os dois cheios de coisa e era como se sempre tivesse uma desculpa no meio. A verdade é que ultimamente a gente não se encontrava muito.
Eu morria de amor, queria abraçar ela. Conversamos sobre outras coisas, saímos, caminhamos, tomamos um sorvete, um quarto entre os três, nossas línguas foram se soltando mais, depois fomos pra casa. Num Quando eu voltei do quarto, vi as duas conversando uma do lado da outra e imaginei a fantasia da Mari se realizando com a Caro. Fiquei louco, minha cara ficou vermelha, depois percebi que elas também estavam coradas, mas não sabia se era pelo mesmo motivo. A gente continuou conversando um pouco e eu já tinha esquecido da situação. Fui trocar a música no computador e a Mari levantou e veio atrás de mim. Sem cerimônia nenhuma, me abraçou por trás e apertou minha rola por cima da calça. Fiquei surpreso. Elas continuavam conversando com a Caro, mas com a mão ela ficava mexendo no meu volume. Olhei pra ela surpreso e ela sorriu. Coloquei uma música tranquila e perguntei se elas não queriam rebolar um pouco. A Mari me seguiu e a gente dançou um tempo juntinho. Na hora, a Caro levantou e dançamos os três, de mãos dadas, passando um por baixo dos braços do outro, se enroscando, brincando, rindo, nos abraçando os três feito crianças. Aí a Mari pegou a mão dela, sentou ela numa cadeira e começou a acariciar, dizendo pra ela não se preocupar, que ela era muito gostosa. Agachou na frente da cadeira, olhou nos olhos dela enquanto acariciava o rosto dela. Falou alguma coisa no ouvido e a Caro sorriu e ficou vermelha. Falou de novo, a Caro olhou pra ela e ficou meio nervosa. A Mari segurou as mãos dela, olhou e aproximou a boca, deu um beijinho suave. Eu não acreditei. Pegou a mão dela, levantou ela, veio até mim, me pegou pela mão e nos levou pro quarto...
... Como é que continua?
3 comentários - Mari, Caro y yo! Trio MHM 1era parte