Com minha esposa, temos um casamento normal, já somos maduros os dois, vida normal, convencional. O sexo é normal, pelo menos era o que eu pensava.
Um dia de outono, chuvoso, feio, minha esposa me diz que precisa encontrar uma amiga pra ir visitar um familiar dela, umas 6 da tarde. Levei numa boa, não tinha nada de estranho.
Aparência física da minha esposa: corpo normal, cabelo castanho escuro curto, peitos normais e o que mais se destaca nela é o quadril e a bunda. Ela deve ter uns 110 quilos, mais bunda do que peito, com pernas cheinhas, do tipo que chamam de mulher polvo.
Lá pelas 4 da tarde, chuviscava, tava frio, ela entrou no banho. Uns 20 minutos depois, ouvi ela sair e ir pro quarto se vestir. Passou um tempinho e fui no quarto perguntar uma coisa, e puta merda, do jeito que ela tava se arrumando, fiquei excitado como nunca. Ela tava de pé, quase pronta, mandando mensagem no celular. Enquanto ela não percebia que eu tava olhando, fui ficando doido. Ela tava da cabeça aos pés com uma espécie de blusa de moletom bege que marcava bem as linhas do sutiã, embaixo uma saia jeans que batia no joelho (as duas roupas eu conhecia), e completando a sensualidade dela, meia de lycra com botas de couro preto. Entrei e falei: "Hmm, que sexy você tá, amor". Me aproximei e fiquei atrás dela, beijando o pescoço. Ela sentiu minha ereção e começou a rebolar a bunda pra trás, como se quisesse que eu encostasse, e imediatamente começou a se mexer ao me sentir. Eu tava louco. "Tá gostando, amor?", ela perguntou, e eu respondi: "Siiim". "Já sei que você gosta", ela disse.
Como eu tava muito tarado, começamos a nos beijar na cama. Ela tava com um perfume sexy. Comecei a passar a mão nas pernas dela, que com as meias tão macias me deixavam maluco. Subi por baixo da saia e senti a calcinha, tão macia ou mais que as meias, e ainda por cima ela tava usando por cima da meia-calça, uma coisa de louco, pelo menos pra mim. Ela abaixou o short que eu tava vestindo e disse: "Ah, então é assim que você tá, amor?" "É que você tá muito... Gostosa assim do jeito que tá vestida" — "Sim, eu sei, me sinto gostosa".
Eu agarrei minha pica e comecei a bater uma, não aguentava mais, queria gozar igual um louco. "Deixa eu subir em cima de você, não aguento mais", e ela me diz: "Pra não correr o risco de me sujar". Ela virou de bruços com a bunda meio pra cima e eu do lado, continuei tocando minha pica, e com a mão levantei a saia dela e deixei à mostra a calcinha de cetim cor marfim que ela tava usando, bem macia e brilhante. "Viu que gostosa que fica a calcinha em mim?" — "Siiim", eu falei, e ela começou a esfregar a pica mais rápido e disse: "Agora goza tudo, amor, mas não respinga nem mancha a calcinha e as meias, hmm, vai, amor, você não aguenta mais, eu sei". Mal ela falou isso, jorrou toda a porra igual um gêiser.
"Bom, amor, vou indo, me leva umas quadras?" — "Fechou".
No carro, eu olhava de canto as pernas dela, as meias, a saia jeans e imaginava a calcinha que ela tava usando, e era como se eu tivesse excitado de novo.
Chegamos numa esquina, ainda garoando e já escurecendo, e ela diz: "Me deixa aqui, amor, depois a gente se vê, vou pra casa de Uber". "Ok", falei.
Ela desceu, fui embora, andei umas quadras e voltei pra onde tinha deixado ela porque precisava perguntar uma coisa importante.
Quando fui me aproximando, vi que tinha um carro com pisca-alerta e ela entrando. Fiquei com uma sensação estranha porque sabia que a amiga não tinha carro. Ficaram lá uns minutos e arrancaram. Comecei a seguir eles a uma quadra de distância, e vi o carro entrar numa rua escura, estacionar e apagar tudo. Eu já tava pensando que era outro cara e ao mesmo tempo me excitava pensando no quão gostosa minha mulher era. Passaram 10 minutos e arrancaram de novo, segui eles e dessa vez entraram num motel.
Na hora, comecei a me masturbar pensando em tudo e gozei igual um louco.
Fui pra casa pra chegar antes dela. Assim que cheguei, fui na gaveta de calcinhas dela e peguei umas duas ou três parecidas com a que ela tava usando, de cetim bem macias, uma branca, outra meio cinza e Outra também de cor marfim e comecei a me masturbar igual um louco, passando a mão nelas.
Lá pras 9 da noite ela chega, eu tava a mil de novo, e olha que tenho diabetes, fico duro com dificuldade e gozo pouco, mas ela tava estranha, parecia uma puta que adora transar.
Fomos pro quarto e nos beijamos de novo, ela tava toda quente, aí falei: "Preciso te contar uma coisa, sem querer te vi hoje à tarde entrando num carro e indo pra um hotel." "Ah não, ela disse, deixa eu explicar." E eu falei: "Inexplicavelmente, o que você fez me deixou com muito tesão, você transando com outro cara e como foi vestida, me excitou pra caralho, me masturbei igual um louco, não vou falar nada se você repetir." "Hum, meu amor, te excita eu ficar com outro? Isso também me deixa molhada, você saber e outro me comer, hum, já tô toda encharcada."
Ela virou de bruços de novo e falou: "Levanta minha saia e passa a mão na minha bunda, desliza por cima da calcinha, sei que te excita, e o outro, um amigo antigo, também fica doido com minha bunda e com as calcinhas que eu uso."
Quando ela disse isso, tive um ataque de ciúme sexual e toquei nela, de bruços, na entrada da buceta, que tava toda molhada e cheia de gozo, e a calcinha também tava cheia de porra. A meia-calça tinha um buraco no meio, dava pra ser comida com a meia e a calcinha ainda no lugar, mais direto. Fiquei atrás e meti meu pau. A buceta dela tava quente, vendo ela de costas e pensando em tudo, enchi ela de porra. Ficava passando a mão na calcinha bem de leve e isso me deixava louco de ciúme sexual.
Um dia de outono, chuvoso, feio, minha esposa me diz que precisa encontrar uma amiga pra ir visitar um familiar dela, umas 6 da tarde. Levei numa boa, não tinha nada de estranho.
Aparência física da minha esposa: corpo normal, cabelo castanho escuro curto, peitos normais e o que mais se destaca nela é o quadril e a bunda. Ela deve ter uns 110 quilos, mais bunda do que peito, com pernas cheinhas, do tipo que chamam de mulher polvo.
Lá pelas 4 da tarde, chuviscava, tava frio, ela entrou no banho. Uns 20 minutos depois, ouvi ela sair e ir pro quarto se vestir. Passou um tempinho e fui no quarto perguntar uma coisa, e puta merda, do jeito que ela tava se arrumando, fiquei excitado como nunca. Ela tava de pé, quase pronta, mandando mensagem no celular. Enquanto ela não percebia que eu tava olhando, fui ficando doido. Ela tava da cabeça aos pés com uma espécie de blusa de moletom bege que marcava bem as linhas do sutiã, embaixo uma saia jeans que batia no joelho (as duas roupas eu conhecia), e completando a sensualidade dela, meia de lycra com botas de couro preto. Entrei e falei: "Hmm, que sexy você tá, amor". Me aproximei e fiquei atrás dela, beijando o pescoço. Ela sentiu minha ereção e começou a rebolar a bunda pra trás, como se quisesse que eu encostasse, e imediatamente começou a se mexer ao me sentir. Eu tava louco. "Tá gostando, amor?", ela perguntou, e eu respondi: "Siiim". "Já sei que você gosta", ela disse.
Como eu tava muito tarado, começamos a nos beijar na cama. Ela tava com um perfume sexy. Comecei a passar a mão nas pernas dela, que com as meias tão macias me deixavam maluco. Subi por baixo da saia e senti a calcinha, tão macia ou mais que as meias, e ainda por cima ela tava usando por cima da meia-calça, uma coisa de louco, pelo menos pra mim. Ela abaixou o short que eu tava vestindo e disse: "Ah, então é assim que você tá, amor?" "É que você tá muito... Gostosa assim do jeito que tá vestida" — "Sim, eu sei, me sinto gostosa".
Eu agarrei minha pica e comecei a bater uma, não aguentava mais, queria gozar igual um louco. "Deixa eu subir em cima de você, não aguento mais", e ela me diz: "Pra não correr o risco de me sujar". Ela virou de bruços com a bunda meio pra cima e eu do lado, continuei tocando minha pica, e com a mão levantei a saia dela e deixei à mostra a calcinha de cetim cor marfim que ela tava usando, bem macia e brilhante. "Viu que gostosa que fica a calcinha em mim?" — "Siiim", eu falei, e ela começou a esfregar a pica mais rápido e disse: "Agora goza tudo, amor, mas não respinga nem mancha a calcinha e as meias, hmm, vai, amor, você não aguenta mais, eu sei". Mal ela falou isso, jorrou toda a porra igual um gêiser.
"Bom, amor, vou indo, me leva umas quadras?" — "Fechou".
No carro, eu olhava de canto as pernas dela, as meias, a saia jeans e imaginava a calcinha que ela tava usando, e era como se eu tivesse excitado de novo.
Chegamos numa esquina, ainda garoando e já escurecendo, e ela diz: "Me deixa aqui, amor, depois a gente se vê, vou pra casa de Uber". "Ok", falei.
Ela desceu, fui embora, andei umas quadras e voltei pra onde tinha deixado ela porque precisava perguntar uma coisa importante.
Quando fui me aproximando, vi que tinha um carro com pisca-alerta e ela entrando. Fiquei com uma sensação estranha porque sabia que a amiga não tinha carro. Ficaram lá uns minutos e arrancaram. Comecei a seguir eles a uma quadra de distância, e vi o carro entrar numa rua escura, estacionar e apagar tudo. Eu já tava pensando que era outro cara e ao mesmo tempo me excitava pensando no quão gostosa minha mulher era. Passaram 10 minutos e arrancaram de novo, segui eles e dessa vez entraram num motel.
Na hora, comecei a me masturbar pensando em tudo e gozei igual um louco.
Fui pra casa pra chegar antes dela. Assim que cheguei, fui na gaveta de calcinhas dela e peguei umas duas ou três parecidas com a que ela tava usando, de cetim bem macias, uma branca, outra meio cinza e Outra também de cor marfim e comecei a me masturbar igual um louco, passando a mão nelas.
Lá pras 9 da noite ela chega, eu tava a mil de novo, e olha que tenho diabetes, fico duro com dificuldade e gozo pouco, mas ela tava estranha, parecia uma puta que adora transar.
Fomos pro quarto e nos beijamos de novo, ela tava toda quente, aí falei: "Preciso te contar uma coisa, sem querer te vi hoje à tarde entrando num carro e indo pra um hotel." "Ah não, ela disse, deixa eu explicar." E eu falei: "Inexplicavelmente, o que você fez me deixou com muito tesão, você transando com outro cara e como foi vestida, me excitou pra caralho, me masturbei igual um louco, não vou falar nada se você repetir." "Hum, meu amor, te excita eu ficar com outro? Isso também me deixa molhada, você saber e outro me comer, hum, já tô toda encharcada."
Ela virou de bruços de novo e falou: "Levanta minha saia e passa a mão na minha bunda, desliza por cima da calcinha, sei que te excita, e o outro, um amigo antigo, também fica doido com minha bunda e com as calcinhas que eu uso."
Quando ela disse isso, tive um ataque de ciúme sexual e toquei nela, de bruços, na entrada da buceta, que tava toda molhada e cheia de gozo, e a calcinha também tava cheia de porra. A meia-calça tinha um buraco no meio, dava pra ser comida com a meia e a calcinha ainda no lugar, mais direto. Fiquei atrás e meti meu pau. A buceta dela tava quente, vendo ela de costas e pensando em tudo, enchi ela de porra. Ficava passando a mão na calcinha bem de leve e isso me deixava louco de ciúme sexual.
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