Me cogí a mi mamá en una despedida de soltero 2

Quem leu o relato anterior sabe que eu comi minha mãe numa despedida de solteira, e olha, fiquei muito surpreso com o que rolou naquela noite. Minha mãe tem 1,60m, uns peitões enormes, e a bunda e as pernas são bem definidas porque ela malha a vida inteira. Ela é de pele clara, cabelo loiro, e tá muito bem conservada — sei que ela arranca suspiro de muito cara na rua e tem um monte de gente que fantasia com ela.
Vou contar como rolou outro encontro com ela.
Depois daquela despedida, fiquei fascinado, então conversei com meu amigo e contei tudo que tinha acontecido. Ele ficou chocado com a história. Aí sugeri que ele organizasse outra festa, só que dessa vez só para mulheres. Marcamos de nos encontrar numa quarta para planejar tudo. Fomos num bar, e eu falei que ia alugar uma casa para o evento, que ele cuidasse de chamar um amigo dele e da música. Eu ia levar as bebidas e entrar em contato com algumas mulheres para participarem. Claro, seriam amigas e conhecidas da minha mãe, pra todo mundo poder ir. E olha, as amigas dela também são muito gostosas e bem conservadas — são aquelas MILF que qualquer um queria comer. Imagino que elas sabem que são boas e devem se jogar na putaria...
Consegui alugar uma casa muito boa e aconchegante para o fim de semana inteiro. Meu amigo já tinha o outro dançarino e a música prontos. Só faltava eu contatar o grupinho de amigas da minha mãe. Comprei um celular barato com um chip novo e mandei mensagem para uma amiga dela, dizendo que ela tinha ganhado um evento só para mulheres em tal casa, e pedi para ela criar um grupo no WhatsApp com os detalhes.
Ela adicionou 7 amigas no grupo, incluindo minha mãe. Comecei a mandar fotos do evento, mostrando como seria, e todas ficaram doidas para ir. Fotos dos dançarinos e elas começaram a se excitar, querendo ir pro evento. Eu comecei a falar que só valia tocar e nada de fazer coisas com os dançarinos. Elas começaram a dizer que assim não tinha graça, que a graça era tocar e provar, e se rolasse algo mais, que rolasse. Conversei com meu amigo e com o outro cara sobre isso, e eles disseram que não tinha problema, que aceitavam. Então, no grupo das mulheres, falei que estava tudo bem, e todas responderam que iriam e que acontecesse o que tivesse que acontecer.

Chegou sábado, eram 7 da noite e já tínhamos tudo pronto, só faltava as gatas chegarem. A gente tinha combinado que o evento começaria às 8 até o corpo aguentar. Lá pelas 8:20, as primeiras mulheres começaram a chegar, se acomodaram, pediram bebidas e começaram a conversar. Eu não via minha mãe nem outra amiga dela que estavam uma delícia. Então, às 8:40, quando íamos começar o show, chegaram todas que faltavam. Vieram vestidas como se fossem para uma noite de festa, com vestidos longos.

Lá estava minha mãe com um vestido de noite azul, decote bem profundo, mostrando a perna, saltos pretos, cabelo preso no rabo de cavalo bem liso, unhas muito bem pintadas. Parecia uma deusa. Falei pros dançarinos que dela eu cuidava, que podiam pegar qualquer uma, menos ela. O DJ começou a botar o som, todas aplaudiam e gritavam. O primeiro saiu e fez o show dele. Meu amigo saiu e continuou a dança. Por último, saí eu e seguimos com o espetáculo. Todos estávamos com fantasias e máscaras de lutador. Minha mãe estava com uma amiga, então fui dançar pra amiga dela, e ela começou a me tocar no peito, nas pernas e na bunda. Minha mãe, meio envergonhada, só pegava no meu abdômen. Meu volume começou a ficar duro, elas notaram, e a amiga da minha mãe começou a beijar meu pau por cima da sunga. Os outros dançarinos faziam a parte deles com o resto das mulheres.
Karina, a amiga da minha mãe, ficava dizendo "vamos, é a nossa noite" e minha mãe foi perdendo a vergonha e começou a me tocar e a ficar com tesão. Peguei uma cadeira, sentei ela e comecei a dançar pra ela. Ela começou a passar a mão na minha bunda e a apertar. Fui até o bar, peguei uma lata de chantilly e dei pra elas, falei: "passem onde quiserem, hoje vou deixar vocês me comerem". Elas começaram a passar no meu corpo e com a boca e a língua começaram a tirar. Karina já tava toda excitada e me disse: "vamos, passa chantilly em mim e me come". Aceitei o pedido dela e, como ela tava com um vestido bem curto, passei chantilly na perna dela e comecei a lamber. Ela levantou o vestido até a cintura e falou: "passa chantilly na minha buceta e me come". Tirou uma calcinha fio dental preta, jogou pro alto e eu meti minha língua na buceta dela pra comer o creme e ela. Karina tava tão excitada que enquanto eu chupava a buceta dela, jorrava um fluxo vaginal da pussy dela. Ela gritava e segurava minha cabeça, dizia:

K: "seu maldito, você come tão gostoso minha buceta que já tive dois orgasmos seguidos. Se continuar assim, não vou conseguir me levantar de tão satisfeita que vou ficar. Vai, amiga, se anima e deixa ele te comer."

Minha mãe, meio com vergonha, mas vendo que todas as amigas dela estavam se divertindo com os outros, se animou e pediu pra eu comer o creme nela. Ela passou nos peitos, mas por cima do vestido. Eu comi o creme dela e fui beijando o pescoço e a orelha dela, e sussurrando falei: "se quiser, a gente vai pro quarto e eu te faço um privê". Ela sorriu e disse: "aceito". Peguei na mão dela e fomos pro quarto.

K: "isso aí, amiga, leva ele e faz teu homem. Eu vou continuar com esses desgraçados aqui."

Chegamos no quarto, ela sentou na beira da cama e eu comecei a dançar pra ela. Ela passava a mão no meu corpo, eu acariciava o rosto dela e os peitos dela, e em poucos minutos comecei a tirar a roupa dela. Comecei a tirar aquele vestido azul e deixei à mostra os peitões enormes dela presos num sutiã preto e uma calcinha fio dental de renda preta. Ela tirou o sutiã e os peitos dela saltaram. dispararam e quicaram umas duas vezes.
Parei ela e me sentei na cama, comecei a beijar a barriga dela e ela foi descendo até ficar de joelhos, pronta pra me chupar. Começou a beijar e a me masturbar, de vez em quando levava meu pau na boca e me chupava. Quando ia gozar, avisei ela, e ela disse: "joga nos meus peitos". Banhei ela de porra, e ela com a mão pegava meu gozo e levava à boca, limpou todo o sêmen com a mão.
Depois, deitei ela e comecei a fazer sexo oral nela. Ela tava muito quente e a buceta dela, molhadíssima. Ela gritava e gemia. Também se contorcia de prazer. Depois de uns orgasmos, ela me pediu se eu podia comer o cu dela. Fiquei de boca aberta e, claro, topei. Ela ficou de quatro, cuspiu na mão e passou a saliva no cu. Eu tava mais que excitado vendo aquele cu suculento na minha frente, um cuzinho rosado e bem conservado. Comecei a meter devagar e, conforme ia enfiando, ela gritava. Comecei o vai e vem, ela se deitou na cama e começou a se dedilhar na buceta, tava muito excitada, dava pra saber pela respiração e pela voz quando gritava: "ahhh ahhh ahhh, continua assim, lutador, continua assim!". Cada vez que falava, a voz falhava.
Depois de uns 20 minutos de penetração e ela ter tido uns 4 orgasmos, gozei dentro dela. O cu dela cuspia meu leite. Abracei ela e deitamos. Um tempo depois, umas horas na cama, a Karina subiu e bateu na porta.
K: Amiga, a gente tem que ir, a boa noite acabou.
M: Ok, me dá 5 minutos.
Y: Como foi?
M: Excelente, uma das melhores noites.
Y: Se quiser, te passo meu número pra gente se ver de novo e ter outro encontro só nós dois.
M: Beleza, me dá seu celular.
Y: Ok, é 66...
M: Qual é seu nome?
Y: Me registra como Lutador, e em todo encontro vou levar minha máscara.
M: Ok, Lutador, te falo em breve.
Ela se despediu com um beijo na boca e me deixou a calcinha fio dental de lembrança.
Desci pra onde os outros estavam e todos estavam encantados porque Foderam com as outras velhas e passaram uma noite do caralho.
Se vocês gostaram e querem mais histórias, peço que comentem e escrevam o que acharam dos meus contos.

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