Terminé follando con mi madre luego de unas copas (Parte I)

Tudo começou num sábado à tarde. Era inverno, chuvas impetuosas costumavam castigar nossa região do país. Naquele dia o clima parecia estar diferente e a família decidiu se reunir para fazer um almoço. Meus irmãos Julieth, Jorge e suas famílias viajaram da cidade para a casa dos nossos pais. Eu, que moro mais perto, já estava na casa dos meus pais ajudando com os preparativos daquele festim.

A comida estava fabulosa, aproveitamos a agradável companhia da família, as crianças brincando e correndo pela casa toda enquanto os adultos ríamos de cada graça no meio da conversa. Curtimos o banquete e as bebidas. As horas passavam entre risadas e copos. Sem perceber, minha mãe tinha ficado bêbada. Ela não tinha o costume de beber e muito menos beber tanto como fez naquele dia, mas ela nos alegrava com suas palhaçadas.

Por volta das 17h30 o céu nublou, alertando meus irmãos sobre o mau tempo, e eles decidiram pegar a estrada. Meu irmão Jorge não bebeu porque precisava dirigir, mas meu cunhado, o marido da Julieth, tinha bebido alguns copos a mais. Meu pai se ofereceu para dirigir e levá-los até a casa deles. Eu decidi ficar em casa com a mamãe enquanto o papai voltava. Eles partiram sem demora. Uma tempestade forte começou a castigar o lugar depois que eles foram embora.

Fiquei recolhendo a mesa e limpando a bagunça. Minha mãe, cambaleante e sonolenta, tentava me ajudar.

— Isso vai ficar pronto num instante, você vai ver — dizia mamãe, cambaleando, enquanto quase derrubava os copos.

— Não, calma, eu dou conta. Por que você não vai deitar um pouco? Descansa enquanto eu termino aqui. — eu disse, enquanto a levava até o sofá da sala, deitando ela nele.

— Ah, tudo bem… mas só um momento. Eu vou cuidar da limpeza depois, só recolhe os pratos — me dizia sua doce voz balbuciante com cheiro de álcool.

Minha mãe tem por volta dos 40 anos, é uma mulher de 1,65m, cabelo escuro e sedoso. Tem compleição robusta mas o hábito de se exercitar permitiu que ter uma figura sensual. Seios generosos, um quadril largo, glúteos firmes e redondos, pernas robustas mas bem definidas e uma cintura fina que realçava ainda mais suas curvas sensuais. Era uma mulher muito atraente. Naquela tarde, ela usava uma saia até os joelhos e uma blusa com um decote sutil, mas suficiente para ver aqueles seios enormes contidos no sutiã. Deitei-a no sofá e a cobri com um cobertor.

Eram quase 20h. Já estava completamente escuro. Depois de limpar e organizar aquele desastre, o telefone tocou na sala. Era meu pai. Aparentemente, as fortes chuvas tinham causado deslizamentos na estrada, impedindo-o de voltar para casa.

— Vou ter que passar a noite na casa da Julieth, volto amanhã quando liberarem a estrada. Você poderia ficar e fazer companhia para sua mãe? Não gostaria que ela ficasse sozinha numa tempestade dessas.

— Claro, não se preocupa, eu fico aqui até você conseguir voltar — respondi.

Aliviado por saber que eles tinham chegado à casa da Julieth em segurança, desliguei a chamada.

— Mãe, o pai ligou, ele disse que não vai poder… — virei para falar com minha mãe, mas ela não estava.

O sofá estava vazio e, sobre ele, de forma desordenada, o cobertor, a blusa e a saia da minha mãe. A roupa estava suja, aparentemente ela estava tão bêbada que tinha vomitado em cima de si mesma.

Mas que porra é essa?, pensei. Peguei a roupa da minha mãe e comecei a procurá-la por todos os cômodos da casa.

— Mãe! Cadê você?… — dizia enquanto abria cada porta, até encontrá-la no quarto dela.

As luzes estavam apagadas, apenas a luz do corredor iluminava o quarto quando abri a porta para entrar. Ela estava deitada na cama, tentando se cobrir desajeitadamente com os lençóis enquanto balbuciava sei lá o quê.

— Mãe, você está bem, tá passando mal?

— Não… calma… eu tô… tô bem, já vai… já… já vai passar. — ela dizia enquanto abraçava o travesseiro, sujando-o.

— Ah, mãe! Olha só você, tá sujando tudo, não pode dormir assim, precisa se limpar, vem. — Levantei delicadamente. Os lençóis deslizaram suavemente, abandonando sua figura excitante.
Caralho! Minha mãe estava gostosa pra caralho, usando um sutiã de renda que apertava seus peitos enormes. Uma calcinha tipo biquíni cobria sua puba e suas nádegas. Sua pele era tão macia e tão quente. Me deleitei vendo sua figura sensual por alguns minutos depois de acender a luz. Inevitavelmente, uma ereção começou a levantar minha calça.

- Vamos, mãe, vou te levar ao chuveiro para você se limpar.

Sentei ao lado dela, colocando seu braço sobre meus ombros e segurando sua cintura para levantá-la, coloquei-a em pé. Demos três passos e minha mãe desabou impotente no chão. Não conseguia nem ficar em pé.

No meu esforço para não deixá-la cair, rapidamente a segurei pela frente, abraçando sua cintura e tentando levantá-la, mas ela escorregava. Segurei-a pela roupa íntima, puxando-a para cima. Esse puxão fez com que sua calcinha entrasse entre suas nádegas volumosas, ficando como um fio-dental. Tive que segurá-la pelo quadril. Minhas mãos apertaram com força aquelas nádegas. Seus braços me abraçaram por cima dos ombros. E, como se fosse uma criança, ela ergueu as pernas, abrindo-as e abraçando minha cintura para que eu a carregasse.

Podia sentir a maciez de sua vulva esfregando-se no meu abdômen a cada passo. Sua vulva estava ardendo. Ela apertava os peitos no meu tórax, agarrando-se a mim. Aproveitei para acariciar suas nádegas excitantes e percorrer suavemente suas pernas enquanto me dirigia ao chuveiro. Minha mãe continuava de olhos fechados, sonolenta, quase inconsciente de seus atos.

Sentei-a na banheira, ela se reclinou para trás de maneira relaxada, apoiando a cabeça na borda enquanto mantinha os olhos fechados. Comecei a molhar o corpo da minha mãe com a água morna do chuveirinho.

- Ah! Isso! Que delícia, a água está perfeita – dizia mamãe, enquanto eu molhava sua pele delicada e a acariciava suavemente para limpá-la.

Eu estava muito excitado, as taças me faziam pensar na minha... De forma lasciva, abri o sutiã da minha mãe, libertando aqueles seios enormes e redondos. Essas maravilhosas tetas, que um dia foram minha fonte de sustento, me provocavam, querendo que as devorasse de novo. Seus mamilos estavam duros e eretos, me incitando a lambê-los.

Massageei-os de maneira erótica enquanto leves gemidos de prazer saíam da boca embriagada da minha mãe. Acariciei seu abdômen, desci minha mão pelo púbis até o monte de Vênus e comecei a acariciar seus lábios. Minha mãe tremia, aproveitando a água quente escorrendo por todo seu corpo.

Como pude, segurando-a, a coloquei em pé. Apoiei suas mãos na parede para tirar o biquíni. Caralho! Essas nádegas escorriam água da maneira mais excitante que eu já tinha visto. Puxei a calcinha de entre suas bundas lentamente. Pelas suas coxas escorria uma mistura de água morna e fluidos vaginais.

— Vamos, preciso te limpar muito bem — eu disse, completamente excitado, enquanto enfiava minha mão entre suas nádegas, acariciando seu ânus e alcançando para mexer na sua vulva e clitóris dali.

— Ah! Uhn! Isso, me limpa bem — minha mãe disse, agora já embriagada de luxúria.

Terminei de limpá-la e a peguei nos meus braços, levando-a até a cama. Lá, a deitei sobre sua toalha e a enrolei, secando delicadamente cada canto do seu corpo. Aproveitei cada segundo e cada centímetro do seu corpo, acariciando e saboreando com beijos o máximo que pude.

Minha roupa tinha ficado encharcada depois do banho, então a tirei, ficando completamente nu, com um pau grosso inchado até seu comprimento máximo, quente como uma brasa, soltando gotas de excitação sobre cada parte da pele da minha mãe que tocava quando me aproximava.

Terminei de secá-la e a deixei nua, a cobri com carinho e por um segundo pensei em deixar aquela experiência estranha por ali. Mas não consegui. O desejo de pegar minha mãe como se fosse minha mulher tinha minha cabeça e meu pau prestes a explodir.

Fiquei andando pela casa, completamente pelado com uma ereção enorme, balançando a cada passo enquanto me certificava de apagar todas as luzes da casa, fechando portas e janelas. Me excitava estar pelado pela casa toda, a possibilidade dos vizinhos me verem pelas janelas a qualquer momento, mas me excitava ainda mais pensar na minha mãe nua.

Assim que terminei, voltei para o quarto da mamãe. Tranquei a porta com ela dentro e, como se fosse minha mulher, me enfiei entre os lençóis ao lado dela. Não aguentei mais. Me joguei sobre ela, devorando seus lábios lindos e carnudos. Enfiei minha língua, saboreando a dela, enquanto ela, meio sonolenta, correspondia ao beijo.

Suas mãos começaram a acariciar meus peitorais, deslizando pelo meu abdômen até meu pau. Quando o sentiu, agarrou com força e começou a masturbá-lo de cima a baixo com muita habilidade. De vez em quando esfregava a cabeça do meu pau com os dedos, para depois descer até minhas bolas com a mão inteira. Porra! Minha mãe era uma expert.

Eu acariciava seu clitóris. Minha mãe tremia de prazer, derramando quantidades enormes de líquido de sua vulva depilada e ardente. Introduzi meus dedos médio e anelar juntos na sua buceta, contraindo-os suavemente para cima, estimulando seu ponto G por dentro. Tirava e colocava de novo, repetindo a manobra várias vezes. Meus dedos chapinhavam nos seus fluidos enquanto minha mãe gemía sem parar, arrancando os lençóis do colchão com as mãos.

— Ai! Ai, ai, ai! Meu Deus! Francisco! Que delícia! Assim, assim, não para — gemia minha mãe, que, aparentemente, na sua embriaguez, achava que estava com meu pai.

— Assim? Você gosta? Vou te foder como nunca, Helen — respondi, seguindo a linha da suposição da minha mãe.

Pude sentir as paredes vaginais da minha mãe apertando meus dedos dentro dela com espasmos rítmicos e molhados. Ela estremeceu, tensionou o abdômen, suas pernas tremeram e um gemido dilacerante saiu da sua... garganta. Um orgasmo bestial havia sacudido minha mãe por completo.
Depois de alguns segundos, ao recuperar a sanidade, ela montou em mim de cavalinho. Desceu até colocar a cabeça em frente ao meu pau. Segurou firme no tronco e começou a engolir com energia, como uma faminta desesperada. Tentava engolir tudo até a base, mas a cabeça do meu pau afundava na garganta dela, provocando engasgos sem conseguir atingir o objetivo.
—Puta merda! Nunca tinha visto você ficar tão enorme, Francisco, nem cabe todo na minha boca —disse minha mãe surpresa, aparentemente eu superava em muito o tamanho do meu pai. E ela notava.
—Uf! Continua assim, Helen, só continua —eu dizia, extasiado de prazer.
Cada engasgo da minha mãe fazia jorrar fluxos viscosos de saliva por todo o meu pau e escorriam pelas minhas bolas.
De repente, uma ejaculação de porra quente explodiu em borbulhas dentro da boca da minha mãe. Ela engoliu mais da metade enquanto chupava, tentando não deixar escapar uma gota do meu mel. Um pouco escorreu pelo meu pau entre as mãos dela, ela recolheu com os dedos e os introduziu na sua buceta, se estimulando com prazer.
Aquilo era sujo e excitante, estávamos bêbados de prazer mais do que de álcool. Deitei minha mãe de costas e me acomodei entre suas pernas. Ela me abraçou pela cintura enquanto eu esfregava a cabeça do meu pau, untando os restos de porra por toda a sua vulva. Minha mãe se estremecia gemendo, pedindo para eu penetrá-la. Não demorei mais de 2 minutos e meu pau estava duro de novo.
Abri suas pernas segurando atrás dos joelhos e coloquei a ponta do meu pau na entrada da sua buceta.
—Ah, vamos! Já mete! Quero que me foda com esse pau, me faz sua, anda, te quero dentro de mim —ela implorava como uma verdadeira puta.
Comecei a introduzir meu pau devagar, conseguia sentir como ele esticava suas paredes, alargando ao máximo. Seus gemidos se misturavam com gritinhos suaves de prazer. Deslizei lentamente cada centímetro do meu pau dentro dela até enfiar tudo.
- Ai, meu Deus! Francisco! Nunca tinha sentido você desse tamanho! Você está enorme! Seu pau está muito mais grosso, comprido e veiudo. Sua cabeça é enorme, está me abrindo deliciosamente. Que delícia! Ah! Ah! Assim! Sou sua, meu amor, me faz sua, que delícia! Ah! Ah!

Eu a embestia de maneira selvagem, como um animal, uma e outra vez, a penetrava com todas as minhas forças rapidamente enquanto sentia sua buceta apertada escorrendo de prazer. Batia meu púbis em seu clitóris a cada penetração. Seus peitos dançavam no ritmo dos meus movimentos pélvicos.

Senti sua buceta esquentar mais que antes e começar a se contrair fortemente, apertando meu pau dentro dela. Que delícia, sua vagina espremia meus fluidos lá dentro, um orgasmo intenso estremeceu minha mãe novamente e, com isso, um jorro intenso de fluidos explodiu de sua vulva, me enchendo de seu caldo. Uma nova onda de porra encheu completamente seu sexo, fazendo-a gemer da maneira mais excitante e luxuriosa que já tinha ouvido.

Eu a comi… e a comi até deixar sua vulva inflamada, avermelhada e dolorida. A fiz minha. E depois daquelas cenas bestiais, nos deitamos abraçando nossos corpos suados, caindo no sono mais prazeroso e profundo que já tivemos.

Na manhã seguinte acordei, estava nu na cama do meu quarto, não lembrava como tinha chegado lá. Pude ouvir minha mãe na cozinha, preparando o café da manhã, com certeza…

Continua na segunda parte.

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