Tia religiosa vira puta

Quero que você saiba sobre o seguinte relato, que não é fantasia nem fruto da minha imaginação, vou contar os fatos exatamente como eu mesmo testemunhei.
Breve contexto:
Minha tia Mônica é uma mulher de uns 50 anos, mais ou menos 1,65 m de altura, com um corpo condizente com a idade, mas com um tamanho notável de peitos e quadris, especialmente a bunda, ela tem uma bunda enorme, larga, bem redonda que se destaca até com a roupa mais larga que ela encontra. Enfim, é uma daquelas mulheres religiosas que se esforçam tanto pra ser devotas e tal, mas olha a pegação que eu descobri.

Ela mora com o marido, já velho e doente. Também com o Agustín, que não é filho dela, mas é como se fosse, já que ela cuida dele desde pequenininho. Praticamente o adotou com a intenção de tirá-lo de uma vida ruim e mostrar que é uma boa devota. Enfim, os anos passaram e o Agustín fez 18 anos há poucos meses. Ele é um jovem simpático.

Enfim. Você já deve imaginar onde isso vai dar.
Minha tia mora ao lado da minha casa, dá pra ver o telhado de zinco dela da minha varanda, há semanas eles consertaram o telhado e, por questões de grana, trocaram uma das chapas de metal por uma de plástico transparente (que é mais barata). À noite, dá pra ver o tanque dentro da casa dela sem problema nenhum, e foi isso que me permitiu testemunhar o seguinte.

Fim do contexto.
Agora sim vem a fofoca do caralho.
Duas noites atrás, por volta da 1h da manhã, saí pra fumar uns cigarros na varanda, me debrucei no parapeito e vi a luz acesa na casa da minha tia.
Minha tia Mônica estava lavando roupa no tanque, esfregando na mão (quem sabe o que é pobreza de terceiro mundo entende do que tô falando), ela tinha um balde cheio de roupa, a bunda enorme dela tremia a cada sacudida que dava ao esfregar a roupa.
Ela estava usando um baby-doll bem fininho, quase transparente, a luz amarelada da lâmpada deixava ver uma calcinha preta, finas, se enfiando entre as enormes nádegas dela toda vez que ela se inclinava pra pegar outra roupa.
Que rabaço, tia Mônica, pensei.
— Agustín, me traz tua roupa de uma vez, quero terminar de lavar tudo hoje à noite! — disse tia Mônica.
— Já vou — disse Agustín, levando mais algumas peças com ele.
— São essas todas? Tem certeza que não tem mais roupa suja? Porque se eu vir que você deixou roupa fedorenta de novo no teu quarto, juro que te ponho pra lavar tu mesmo!
— Sim, tô certo, é toda.
— E essa camisa? Olha só, onde é que você se revira, mocinho? Tira ela, vou lavar de uma vez. — disse imperativamente.
Agustín obedeceu.
— Tira essa calça também, que tá suja.
— O quê? Mas com o que vou dormir hoje? — retrucou o garoto, meio envergonhado e desconfortável.
Já é crescido, e minha tia parece não perceber que ele não é mais o menino de antes, nem o quanto é estranho ser tratado como criança quando você já é quase adulto.
O coitado do Agustín, meio nervoso e sem graça, tentava se recusar a obedecer a ordem, se esquivando e dando desculpas. Por que ele se recusa tanto?, me perguntei, afinal são só uma calça.
Depois de um tempo de discussão, sem outra alternativa, ele acabou obedecendo.
Ele desabotoou a calça e a tirou completamente. Kkkk
O maldito moleque não tava de cueca, pelo visto tinha sujado toda a roupa e não tinha mais o que vestir.
Uma rola lisinha, mas de um tamanho considerável, ficou exposta diante do olhar atônito da tia Mônica.
Quase explodi de tanto rir, toma essa tia Mônica!, isso você merece por ser teimosa kkk.
Esperava que ela se exaltasse, que gritasse indignada, ou que saísse correndo envergonhada. Pra minha surpresa, ela ficou em silêncio por uns segundos, olhando pro instrumento daquele garoto.
Levou vários segundos pra reagir, se abaixou pra pegar a calça sem tirar os olhos daquela rola, olhava confusa, como indignada e nervosa, como desejando por dentro, mas tentando resistir aos próprios instintos.
Agustín, respeitosamente, tentou se cobrir e se preparou para sair rapidamente. Ela jogou a calça no tanque e ficou paralisada, com o olhar perdido no nada, quem sabe quantos pensamentos passaram pela cabeça dela naquele instante. Parecia indecisa, pensativa, a respiração um pouco ofegante. Ficou assim por alguns minutos.
Imagino que tenha travado uma luta interna entre os desejos e a consciência. E acabou se entregando aos desejos mais carnais, porque depois desses breves minutos exclamou:
— Agustín! Vem cá.
O garoto apareceu de novo, dessa vez com uma toalha enrolada na cintura para se cobrir.
— Sim, dona Mônica.
— Hum… — pareceu pensar por alguns segundos — me dá essa toalha, Agustín, vou lavar ela também.
Agustín tirou a toalha, entregou e, bem na hora que se virou para sair:
— Agustín! Vem cá.
O moleque ficou atônito e confuso. Tia Mônica se aproximou, a mão trêmula de nervoso foi acariciar o abdômen de Agustín e desceu devagar até o pau dele.
Acariciou o pau e as bolas dele com as duas mãos, se vocês vissem a cara dela, tava tão nervosa, olhava pra todo lado pra garantir que estavam sozinhos.
— Dona Mônica… mas… espera… — dizia Agustín resistindo de leve, confuso e surpreso ao mesmo tempo.
Tia Mônica acabou se jogando na boca de Agustín, beijou ele com paixão e ardor.
Agustín acabou cedendo ao desejo e retribuiu aquela putaria, ficando duro com uma ereção enorme. O garoto é bem dotado, e isso eu reconheço.
Tia Mônica acabou se ajoelhando na frente daquele pau e começou a devorar igual um bicho. Lambeu desde a haste até a ponta, passava a língua naquela cabeça como se fosse um doce, de vez em quando descia até as bolas e chupava elas enquanto punhetava aquele pedaço de pau que crescia cada vez mais entre as mãos dela.
Ela apertava o pau na haste, fazendo a cabeça inchar tanto que brilhava vermelha, uma boa Um monte de veias saltava daquele tronco enorme, a tia tentava engolir com vontade, mas era grande demais, só conseguia passar metade e depois engasgava.
Um monte de saliva grossa escorria daquela pica até os ovos. A bunda da tia Mônica se contraía igual um espasmo de tanto tesão.

Depois de uns minutos, ela se levantou, se despiu e ficou completamente nua. Aquela bunda era enorme pra caralho, surpreendentemente perfeita, pele branca e aveludada, parecia bunda de novinha. Os peitos dela, inchados de tesão, descansavam na pia fria quando ela se inclinava, deixando aquela bunda enorme exposta, à mercê da pica do Agustín.

O moleque não hesitou, se inclinou, abriu aquelas nádegas com as mãos e enfiou a cara pra lamber os sucos da buceta da Mônica.
– Ah! Ah! Assim! Assim! Que gostoso, Ah! – gemia a puta da minha tia.

O garoto continuava no serviço, enfiando os dedos pra masturbar aquela buceta faminta. Depois se levantou, fez minha tia Mônica se inclinar mais. E meteu a pica nela por trás.
– AH! AH! Ah! Agustín, devagar, calma – gemia a desgraçada.

A pica daquele moleque parecia não combinar com a idade dele, não tô exagerando, e admito por respeito e admiração, esse garoto tem uma pica monumental. As nádegas da minha tia batiam escandalosamente na pélvis do moleque. Ele perfurava ela uma vez e outra, rápido e com vontade, com força e vigor.

As pernas da minha tia Mônica tremiam de prazer delicioso, gotas de fluidos começavam a cair, molhando o chão debaixo deles. Ela tava louca, fora da realidade, só gemia e gemia enquanto tentava se manter em pé, se segurava como podia na pia enquanto as pernas balançavam e se contraíam sem controle nenhum.

Agustín pegou uma das pernas dela, mandou ela subir na pia, e ela fez isso. Com uma perna no chão e a outra em cima da pia, deixou a buceta da minha tia ainda mais exposta, e continuou. penetrando ela com força até que ela gemeu num orgasmo intenso.
O torso dela desabou sobre o tanque, enchendo os peitos de sabão espumoso, ficou ali inclinada, estirada que nem um bicho exausto. Enquanto o moleque cuspia na própria glande e esfregava ela entre as nádegas enormes dela.

Depois de uns minutos recuperando o fôlego, tia Mônica se levantou. Jogou a toalha no chão e guiou o Agustín até ela. Deitou ele de barriga pra cima, aquela pica se erguia que nem um mastro grosso, era realmente grossa, dava pra ver como as mãos da tia Mônica mal conseguiam envolver toda a circunferência (e olha que eu preciso dizer que ela tem mãos grandes).

Tia Mônica respirava ofegante e exausta, mas ainda não tinha saciado a luxúria dela.
Chupou e bateu uma praquela pica por mais uns minutos, pra depois montar nele que nem uma verdadeira amazona. Primeiro se levantou e se agachou que nem um lutador de sumô, enfiando a glande enorme dentro dela, desceu tanto que meteu aquele troço inteiro até o fundo devagar.

Os gemidos dela eram incessantes e inevitáveis, o moleque começou a perfurar ela pra cima que nem uma máquina, os peitos da minha tia pulavam excitantemente enquanto a bunda dela batia contra os ovos e o corpo do Agustín.

Religiosa, mas se mexia que nem um animal, o movimento da bunda dela era digno do rebolado mais sujo que eu já vi, até melhor que qualquer novinha. Montava aquela pica com movimentos majestosos de twerk.

Depois de um bom tempo, os dois terminaram explodindo num orgasmo intenso, o Agustín encheu a buceta da minha tia até transbordar de esperma branco e viscoso. Tia Mônica explodiu num jorro de fluido transparente que derramou na barriga do moleque enquanto os dois caíam exaustos no chão.

A puta desceu até a pica do Agustín e começou a lamber e engolir todo o sêmen e fluido que tinha caído, era uma puta nojenta, eu não reconhecia ela.

Quando terminou, se levantou, disse pro Agustín vestir e ir dormir.
Ela ficou ali, recuperando o fôlego e a força nas pernas pra andar de novo. Estranhamente, ela não se vestiu. Continuou nua, pegando a roupa jogada e colocando as coisas no lugar, era excitante ver os peitos dela à mostra, e a bunda rebolando enquanto escorria resto de porra entre as pernas, enquanto ela ia e vinha, completamente pelada como uma puta.
No final, assim, nua, apagou as luzes e entrou na casa dela.
Não sei o que rolou naquela noite, depois, lá dentro.
O que eu sei é que consegui gravar umas cenas boas com meu celular, que vão servir pra alguma sacanagem que tenho em mente. Que, claro, vou contar pra vocês se conseguir fazer.
Espero que tenham gostado. Tchau.

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