Ariel 7, me dão uma esfregada no metrô

Eu tinha 21 anos e já fazia alguns meses que o Roberto tinha ido trabalhar em Tijuana.
Tinha acabado de começar a sair com uma garota, e minha vida parecia que voltava ao normal, exceto por um par de vezes que o Roberto tinha viajado pra Cidade do México e tinha me usado como sua putinha, mas só isso. Até consegui transar com minha nova namorada também umas duas vezes.

Tava começando o sexto semestre de um total de dez quando recebi uma proposta de dois dos meus melhores amigos. Eles dividiam um apartamento de três quartos com outro cara, que tinha se transferido pra cidade de Mérida.

O apartamento era de um parente de um deles, e por isso tava alugando por um preço bem em conta, numa localização boa, com metrô e transporte bem perto. Era mais confortável, grande e espaçoso do que o que eu alugava, e ainda dividindo o aluguel entre três, ficava super barato. O único problema é que ficava uns 15 ou 20 minutos da faculdade, mas no México o transporte coletivo é muito barato, então mesmo pagando a passagem, ainda saía bem econômico. E ainda por cima, tava animado pra poder conviver com meus amigos.

Conversei com meus pais e, mesmo não sendo fácil convencê-los, no fim eles toparam quando eu falei que era mais confortável, numa área mais segura e que eu não ia ficar sozinho. Então, no fim de semana seguinte, me mudei pro apartamento dos meus amigos.

Naquele semestre, eu pegava uma aula mais cedo que meus amigos, então tinha que viajar sozinho no metrô, saindo do apartamento antes deles acordarem.

Como não deve ser surpresa pra quem mora na Cidade do México, entre 6 e 9 da manhã é horário de pico, e o metrô vai sempre lotado. Então, ao entrar e sair do metrô nesses horários, tem um mar de gente apressada, correndo, e você vai levar sem dúvida empurrões e apertões ao entrar e sair do metrô, viajando espremido entre várias pessoas, perdendo completamente a distância social. Também tem que ficar muito de olho na carteira, porque os Carteristas aproveitam a multidão, e também é bom cuidar da mochila, porque podem usar um canivete pra rasgar ela e tentar roubar alguma coisa. Por isso, eu deixava minha mochila pendurada na frente, entre o peito e a barriga, pra ficar sempre de olho e diminuir o risco.

Como de costume, entrei no vagão do metrô no meio dos empurrões e procurei me acomodar naquele mar de gente, me segurando num daqueles tubos verticais que o pessoal usa pra se equilibrar e não cair com os apertos, empurrões e o balanço do vagão. Chegamos na próxima estação, as portas abriram e entrou mais um monte de gente. No meio dos empurrões, alguém pressionou a pica contra uma das minhas nádegas. Senti claramente, foi só um segundo, mas não acho que era a fivela do cinto ou outro objeto. Considerei que foi um contato acidental e não dei muita bola.

O trem começou a andar e, com os balanços do vagão, senti de novo o roçar da pica dele na minha bunda, bem suave, quase imperceptível. Mas um arrepio percorreu meu corpo e minha pele se arrepiou. Os roços pareciam acidentais, só um segundo e ele se afastava, sempre acompanhando o movimento do metrô, mas eu tava ficando com tesão. Tentei mudar de lugar, mas era impossível. Então pensei melhor, fiquei parado e fechei os olhos, tentando me concentrar e sentir com mais nitidez aquele contato leve, que eu tava curtindo pra caralho. Nos roços seguintes, senti que a pica dele tava ficando mais dura, e a minha também começou a endurecer, o que me deixou numa situação desconfortável. Pra tentar esconder a ereção, baixei minha mochila até a altura da pélvis e, sem querer, ao fazer esse movimento, tive que empurrar um pouco a bunda pra trás. O contato ficou mais forte, e cheguei a sentir a grossura da pica dele. Acho que ele pensou que eu empurrei a bunda de propósito, porque no próximo balanço do metrô, ele encostou a pica inteira nas minhas nádegas e não se afastou. Já não podia ser um contato acidental. Senti claramente que... Meu pau ficou duro que nem pedra e dava pra adivinhar o comprimento e a grossura, até a cabeça dele.
Era muito excitante, ela se encostou mais em mim e eu senti a respiração dela na minha nuca e o cheiro do perfume, e a cada balanço do vagão ela aproveitava pra esfregar o pau dele na minha bucetinha, num vai e vem discreto mas gostoso, que continuou por várias estações. Minha mente ficou na dúvida de como reagir, sair correndo, reclamar ou fingir que não tava sentindo nada, e escolhi a última opção, fiquei paralisado, todo vermelho e com medo de virar e alguém perceber, mas tentei reconhecer ele pelo reflexo na janela, só consegui ver que ele tava de terno cinza e uma pasta, e a pele era morena clara, cabelo preto e grisalho, mas não vi o rosto, com certeza devia ser algum office boy ou funcionário público. De repente chegamos na próxima estação e uma multidão começou a sair, incluindo meu apoiador, mas antes de ir ele deu um apertão na minha bunda direita que me fez dar um pulinho e ficar parado todo tarado e confuso, com o pau no talo.
A próxima estação era a da minha escola e tentei relaxar pra broxar, mas não foi fácil, só consegui perder um pouco da dureza, então desci do trem tampando a ereção com a mochila e fui discretamente pro banheiro da escola me masturbar e soltar o leite, o que não foi suficiente porque fiquei o dia todo excitado lembrando do ocorrido, terminei as aulas mais carinhoso que o normal com minha namorada, mas não consegui levar ela pra cama e descarregar minha tesão e tive que me masturbar de novo naquela noite.
No dia seguinte, inconscientemente ou não, entrei no mesmo vagão do metrô, mas não aconteceu nada, só os empurrões e apertões de sempre, nem no outro dia.
Passou uma semana e eu já quase tinha esquecido a experiência, quando na mesma estação da outra vez, depois da multidão, senti que alguém se encostava em mim de novo. atrás, e encostava direto o pau dele na minha bunda, e senti o cheiro da colônia dele, que me pareceu familiar, sem dúvida era meu apoiador de novo, então fechei os olhos e relaxei pra aproveitar o tesão que ele me deu da outra vez.
Dessa vez foi bem direto, o pau dele ficou duro na hora e começou a esfregar na minha bunda pequena, ele tava com uma camisetinha esportiva que discretamente puxou pra fora da minha calça sem ninguém perceber, deixando a camisa pra fora da calça, e depois senti que junto com o pau dele ele começou a apertar minhas nádegas por baixo da camiseta, não consegui evitar dar um leve susto e apertar a bunda, mas imediatamente relaxei e deixei ele aproveitar minha bundinha.
Adorava como ele acariciava minha bundinha, apertava minhas nádegas bem de leve e abria uma delas pro pau dele se encaixar melhor na minha rachinha, e pude sentir a carícia do pau dele direto no meu buraquinho, separado só pelo tecido fino das nossas calças, foi muito excitante, empurrei minha bundinha pra trás pra deixar o contato no meu buraquinho mais intenso, e no próximo balanço do metrô senti que junto com o pau duro dele ele encostava os lábios na minha nuca e me dava um beijo discreto ali, totalmente inesperado. Procurei o rosto dele no reflexo da janela e agora sim pude ver a cara dele, ele percebeu e sorriu, era sim um senhor maduro, uns 50 anos, pele morena clara, usava bigode, não muito grande e bem cuidado, dava pra dizer que eu achava ele atraente.
O encosto continuou nas estações seguintes, sempre discreto, aproveitando os balanços do metrô pra se mexer e me penetrar por cima das roupas, dessa vez eu também aproveitava cada movimento do metrô pra empurrar minha bunda e sentir com mais intensidade as investidas dele, parecia que o pau dele queria me atravessar pela roupa, e eu sentia até o calor do pau ardente dele e a grossura das veias, os dedos dele se afundavam na minha Minha bunda também, aproveitando que o tecido da minha calça era elástico e ele chegou a massagear a entrada do meu buraquinho com a ponta de um dos dedos, tive que morder os lábios pra não soltar um gemido. Quando chegamos na estação dele, ele me fez um sinal pra segui-lo pelo reflexo da janela, mas eu fiquei com medo e congelei de novo, dessa vez com o tecido da calça bem enfiado na minha rachinha e queimando de tesão. Foi igual da outra vez: desci na próxima estação, discretamente tirei o tecido da calça da minha buceta, fui pro banheiro me masturbar e gozar, e de noite tive que bater mais uma punheta porque minha namorada negou fogo de novo.

No dia seguinte, voltei pro mesmo vagão do metrô e me posicionei igual das outras vezes. Deixei a camisa pra fora da calça pra esperar meu apoiador, na esperança de ter sorte e ele aparecer. E, de fato, quando chegou na próxima estação, consegui reconhecê-lo entre as pessoas na plataforma, e ele me viu. A circulação dos trens é constante, então com certeza ele também estava me esperando. Rapidinho ele entrou no vagão e, entre empurrões, conseguiu se posicionar de novo atrás de mim. Sorriu ao me ver com a camisa pra fora da calça, e a história se repetiu. Senti de novo o pau dele na minha bunda e a mão dele acariciando minhas nádegas. Dessa vez ele foi mais ousado: na estação seguinte, pegou minha mão e puxou pra trás, na direção do pau dele. Senti na minha mão o diâmetro e o comprimento do pau dele através da calça — era bem grosso e quente. Apertei o pau dele e senti a dureza. Era uma situação muito safada, com toda aquela gente ao redor. O pau dele endurecia ainda mais com minhas carícias, e de repente senti que ele afastou um pouco o pau da minha mão. No próximo balanço do metrô, ele pegou minha mão de novo e a levou até o pau dele, mas agora não tinha mais tecido da calça — senti a pele do pau dele ardendo. diretamente contra minha mão, não podia acreditar na ousadia daquele estranho, olhei pros lados pra ver se alguém percebia, mas a maleta do meu apoiador de um lado, uma sacola de compras de uma senhora do outro, e o paletó e minha camiseta escondiam a ação de qualquer espectador inesperado, então, mais confiante, fiquei passando a palma da mão na grossa pica dele, era tão excitante, sentia a suavidade e a dureza ao mesmo tempo, a grossura e as veias inchadas, também acariciei a ponta da pica dele e senti um líquido viscoso na ponta, era o precum dele, peguei um pouco do precum nos meus dedos e usei pra percorrer a ponta da pica ardente dele como lubrificante, uma situação morbidamente gostosa, tocando a pica de um macho ardente no meio de um mar de gente e ninguém percebia o que tava rolando, só nós dois, continuei acariciando a pica dele enquanto ele acariciava minhas nádegas e esfregava a entrada do meu buraquinho através da minha calça com o dedo, às vezes me dava uma estocada suave com a pica nua por cima da roupa, apontando direto pra entrada do meu cu, felizmente protegida pelo tecido da calça que impedia a entrada do invasor, mas era uma carícia que me deixava louco, fechava os olhos pra me concentrar em aproveitar e mordia meus lábios pra evitar que qualquer som saísse da minha boca e nos entregasse, sentia a respiração dele bem perto da minha orelha e minha pele se arrepiava, pensei que talvez ele fosse sussurrar algo, mas não fez, até que era bem discreto.
Chegamos na estação de metrô onde ele sempre descia e ele guardou a pica dele na calça, ao descer, puxou minha mão pra eu acompanhá-lo, mas de novo resisti, não conseguia vencer meu medo, então ele desceu sozinho, assim que ele desceu, aproximei discretamente minha mão do nariz e senti o cheiro inconfundível da pica dele, ainda tinha restos de precum na palma da minha mão e nos meus dedos, fechei meus olhos aspirando o cheiro da pica dele na minha mão e minha mente girava, ao chegar em Na estação seguinte, tive que me recompor rápido e descer. Quando tirei a calça da Booty, percebi uma leve umidade no tecido bem na altura do meu cuzinho, então não arrumei a camiseta pra disfarçar e repeti o que fazia nos dias anteriores: me masturbei no banheiro e, à noite, consegui convencer minha namorada a transar. Finalmente pude extravasar todo meu tesão com alguém. Pra minha mina não passou despercebido que eu tava mais tarado que o normal, e ela até comentou. Fiz amor com paixão e gozei duas vezes dentro da buceta dela, mas usando camisinha por segurança, senão certeza que engravidava ela. Durante o sexo, peguei as mãos dela e levei até minhas nádegas enquanto a penetrava, imaginando o desconhecido do metrô. Mas minha namorada achou que eu tava colocando as mãos dela pra ela se apoiar e eu meter mais fundo. Não era tão excitante quanto o contato que eu imaginava, mas mesmo assim curti pra caralho e gozei abundantemente dentro da buceta dela.

No dia seguinte era sexta-feira e eu não tinha aula de manhã (a maioria das aulas era de segunda a quinta), exceto umas duas matérias à tarde. Aproveitava as sextas pra jogar futebol com meus amigos nas instalações da escola. A gente até tinha um time e participava de um torneio interno estudantil. O jogo não era tão cedo, mas mesmo sendo sexta e podendo descansar um pouco mais, acordei no mesmo horário de sempre, vesti meu uniforme esportivo e fui pegar o metrô. Na mochila, em vez de livros, levei uma muda de roupa pra tomar banho depois do jogo na escola. Sabia que era muito cedo, mas não tava nem aí. Tava com tanto tesão que queria encontrar meu apoiador do metrô de novo e aproveitar. Não enfiei a camiseta esportiva na calça de propósito, e pensei que ia ser ainda mais excitante porque o tecido do meu short era bem fino e flexível.

Não me enganei. Meu apoiador tava lá de novo, me esperando, e sorriu quando me viu de roupa esportiva. De novo, entre os empurrões... Se colocou atrás de mim e eu colaborei, me inclinando um pouco pra frente pra dar passagem e ocupar a posição dele. Assim que o trem arrancou, senti a mão dele na minha bunda, através do tecido fino do meu short, e dei um leve sobressalto. Aproveitando a abertura do meu short, ele enfiou a mão pela abertura de uma das minhas pernas e por baixo da minha cueca, acariciando minha nádega nua, sem nenhum pano separando, pele com pele, apertando minha bunda de leve e deslizando um dos dedos pela minha frestinha, até encontrar meu buraquinho. Imediatamente dei outro sobressalto, apertei a bunda, minha pele se arrepiou e fechei os olhos. A sensação do dedo dele esfregando a entrada do meu buraquinho diretamente, sem nenhum obstáculo, era deliciosa. Definitivamente, meu buraquinho era sensível demais e a carícia me deixou louco. Me relaxei e abri um pouco as pernas, enquanto me apoiava no tubo superior do metrô e empinava a bundinha pra dar melhor acesso ao lugar mais íntimo e secreto do meu corpo. Ele ficou uns segundos acariciando meu buraquinho, esfregando com a ponta do dedo, e o tirou, me deixando extremamente tarado, enquanto encostava o pau na minha bunda. Uns instantes depois, a mão dele voltou pela abertura do meu short e o dedo procurou meu buraco de novo, mas agora era diferente, tava úmido, com certeza ele tinha molhado com a saliva dele, e novamente esfregou a entrada do meu buraquinho. Empurrou de leve e meu esfíncter se abriu com a ajuda da saliva dele, só a pontinha do dedo. Ardeu um pouquinho, mas foi muito excitante. Meu pau tava duríssimo e senti uma onda de prazer percorrer meu corpo. Era indescritível as sensações que eu sentia com a ponta do dedo dele percorrendo meu interior. Mordia meus lábios pra não gemer, minha visão ficava turva. Ele tirou a mão e senti que agora ele abaixava meu short junto com a cueca, deixando minha bunda nua, mas fora da vista das pessoas graças à minha camiseta e ao paletó dele, e logo em seguida algo quente e duro. Adivinhei na hora que ele tinha se molhado de novo. tirar a cock igual da outra vez e que queria me penetrar, o que já seria o cúmulo da cara de pau, deixar dar o cu num lugar público no meio de um mar de gente, era demais e apertei as nádegas, não tava nos meus planos deixar dar o cu, mas ele não apoiava a cock direto no meu buraquinho, era uma carícia transversal, a cock enorme dele percorria minhas nádegas e minha rachinha num roçar delicioso, e a ponta da cock dele passava pelo meu períneo e batia nas minhas bolas, eu tava louco de prazer, a sensação da cock dele batendo nas minhas bolas era super erótica, fechei os olhos e não consegui evitar abrir a boca, um gemido abafado, já que não podia fazer barulho, me relaxei, era impossível naquela posição ele me penetrar, e minhas nádegas se abriram deixando sentir o tronco grosso e quente se movendo paralelo à racha do meu cu, nunca tinha sentido nada igual, sentia no meu buraquinho a esfregada do tronco da cock dele e a cabeça da cock roçando meu períneo e batendo nas minhas bolas, enquanto minhas nádegas envolviam o tronco dele, chegamos na estação onde ele sempre descia, mas ele não fez movimento pra descer, continuou esfregando a cock assim, o trem partiu de novo e chegamos na estação onde ficava minha escola, mas também não fiz movimento pra descer, o roçar era muito intenso e eu tava curtindo pra caralho, em cada esfregada sentia uma corrente elétrica me atravessando, além disso era cedo pro meu jogo, então dava pra voltar no mesmo metrô, então a esfregada continuou por mais uns minutos, mas aconteceu algo que eu não esperava, de tanto roçar a cock dele no meu cu, numa investida ele não aguentou mais e senti que explodia entre minhas nádegas, não podia acreditar, tava enchendo meu cu de porra rodeado por um mar de gente, e não podia fazer nada pra parar, foram três ou quatro jatos de porra quente que ele tratou de espalhar entre minhas nádegas e na rachinha do meu cu, quando terminou de baixou, puxou o pau dele pra fora e levantou minha calcinha e meu short de academia. apertei a bunda, tentando não deixar vazar a porra que tinha depositado entre elas. a gente tava chegando numa estação, então desci rápido. senti meu short e minha calcinha completamente molhados. por sorte, dava pra disfarçar a umidade com minha camiseta, mas me sentia sujo. tava morrendo de medo de alguma gota de porra escorrer pelas minhas pernas — seria muito vergonhoso se alguém percebesse. andava apertando a bunda, com certeza parecia ridículo, e sentia que as pessoas olhavam pra mim. precisava urgentemente de um banheiro pra me limpar e trocar de roupa. foi quando ouvi uma voz atrás de mim:

— Espera aí, amigo.

Virei a cabeça pra ver. e sim, era o meu apoiador, o culpado pela minha situação vergonhosa. ele tinha me seguido e era o único que sabia qual era minha necessidade urgente. com um sorriso meio debochado, quase segurando o riso, ele disse:

— Talvez eu possa te ajudar.

Era a primeira vez que eu ouvia a voz dele…

O que aconteceu depois, conto no próximo relato.

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