O irmão famoso da minha mina (Parte II)

Antes: dois meses antes de casarmos, a gente descobre que o pai já falecido da noiva teve umas aventuras e dessas aventuras nasceu um irmão que acabou sendo famoso e modelo. Ele aparece na família e quer dar o vestido de noiva pra ela, e pra isso passam o dia inteiro juntos, minha noiva e o novo meio-irmão dela.

Eu dei um jeito de me esconder nas sombras de um salão antigão, onde eles tão fazendo ensaio fotográfico. Ele tira fotos de cueca, depois ela experimenta o vestido de noiva, e o estilista famoso, que é contato do novo irmão, é quem vai fazer a peça nova.

Eles ficam sozinhos, e num momento cheio de putaria, ela acaba colocando a mão na barriga tanquinho dele pra uma foto que vai ser postada no Instagram do irmão famoso.

Começa a desandar tudo e ela termina apalpando os ovos dele por cima da cueca, sentindo o calor do pau, a grossura e o comprimento dele.

Ela de joelhos dá prazer pro novo irmão, chupando o dedão que antes tava brincando nos lábios dela. Essa situação faz o pau do irmão crescer até vencer a resistência do elástico da cueca, e lá aparece uma cabeçona rosada brilhando com o líquido pré-gozo, produto da excitação.

Quando ela começa a subir, tanto de joelhos pra aproximar o rosto, quanto com os dedos e unhas escalando cada centímetro do pau coberto pelo nylon fino da cueca, as luzes do corredor acendem. Isso alerta os irmãos, ela levanta rápido, ajeita o vestido que tava escandalosamente pra cima, sobe a alça que tinha caído deixando um peito de fora, mostrando o que o sol faz quando cobre a nudez.

Ela arruma o cabelo, limpa o canto dos lábios, esperando que nenhuma maquiagem tenha borrado. Com sagacidade, calça os saltos e gagueja pro novo irmão famoso que atrasou e precisa ir embora.

O novo irmão famoso, todo tranquilo, ajeita a rola guardando a glande. Ele pega a calça dele e, na entrada do salão, minha mina cruza com o segurança. A vergonha toma conta dela, como se alguém tivesse visto ela naquela situação. Tapando o rosto, ela dá um oi por cima e sai pelo corredor apressada.
O segurança entra e fala com o famoso irmão. Ele veste a camiseta, calça os sapatos e os dois saem juntos, apagam as luzes, trancam a porta e eu escuto eles indo embora.
Fiquei preso no salão.
Depois de um tempo, me arrisco a abrir a porta — impossível, tá trancada. Tô no quarto andar, as sacadas são minha única saída. Não tem nada que eu possa fazer. Liguei pra minha mina e falei pra ela não ir pra casa, disse que um cano de água do banheiro estourou e tinha merda pra todo lado. A maior nojeira que consegui foi essa mentira pra ela nem passar pra pegar roupa. Ela foi direto pra casa dos pais dela. Eu falei que ia ficar limpando e esperando o encanador.
De manhã, quando abrem o salão e entra gente, eu saio do mesmo jeito que entrei. Alguns me olham meio sem saber de onde eu apareci. Sigo meu caminho, saio pela porta da frente, os seguranças me olham estranho. Vou até meu carro e acelero até nossa casa.
Na hora, chamo um encanador, quebro um dos canos do vaso pra justificar minha mentira.
Peço o dia no trabalho — tinha desculpa.
Depois do conserto e de deixar uma boa grana pro encanador, tô pronto pra minha mina voltar.
Aviso ela pelo WhatsApp que já pode voltar pra casa. Enquanto isso, tomo um banho e me preparo pra dormir, já que não preguei o olho a noite toda e passei a manhã até o meio-dia com o encanador por causa da minha mentira.
No chuveiro, as imagens da minha mina com o novo e famoso irmão ficam na minha cabeça. Lembro como as coxas dela brilhavam naquele estúdio, como as pernas dobradas deixavam o corpo dela mais gostoso. Lembro como o vestidinho azul subia com aquela pose.
Cheio de raiva, pego o shampoo e lavo a cabeça com força, tentando apagar a imagem daquela puta. minha namorada sentindo o volume do irmão dela.
Por mais desculpas que ela arrumasse, era claro que ela tinha se excitado e gostado do que viveu.
No meio do banho, percebi que estava duro, de pau duro, e como de costume, bati uma no chuveiro, mas pela primeira vez, com as imagens perversas da minha namorada e do irmão dela. Jorrei como nunca, minhas pernas tremeram e tive que me segurar na parede. Sem dúvida, a sacanagem tinha tomado conta da minha cabeça.
Saio, me seco e ainda estou de pau duro.
Ideias perversas rondam minha mente. Lembro de um amigo que vende trecos de computador, pergunto sobre câmeras, peço pra ele guardar algumas que eu passaria pra buscar na hora.
Vou voando pela cidade, quase nem cumprimento meu amigo, falo que tô com medo da violência. Saio de novo correndo pra casa.
Chegando, vejo que minha namorada ainda não chegou, nem passou por aqui. Começo a colocar as câmeras estrategicamente, câmeras pequenas, daquelas que usam em computadores e celulares, minúsculas, escondidas em vários lugares. Alimentadas pela própria energia, configuradas em rede. E um aplicativo no celular.
Passa a semana, chega o fim de semana. Minha namorada nunca mencionou nada sobre o que viveu com o irmão. Só que agora ela não comenta mais com empolgação tudo o que fizeram como antes. Tenta evitar o assunto, procura falar de outras coisas.
Não transo com minha namorada, falo que tô cansado, ou que tô com alguma dor. Num desses dias, mostro uma cueca nova que comprei, da marca que o famoso irmão dela promove, escolhi até a mesma cor. Ela fica pálida, sorri nervosa. Visto a cueca e quando ela me vê, um sorriso escapa.
Era óbvio que não ficava igual ao irmão famoso dela. Sobrava muito espaço. O volume era mínimo. Não era sexy em mim.
Naquela sexta à noite, falei que ia pescar com uns amigos. Então ela teria a noite toda livre.
Nas redes sociais, o irmão famoso segue a vida dele, jantando em lugares bonitos, passeando, tirando fotos. Em campanhas. Mas naquela sexta-feira ela parou de postar.
Coloquei câmera até no banheiro, então dava pra ver tudo que a minha mina de 22 anos fazia.
Chega a noite, ela toma banho, veste uma mini vermelha, com uma camiseta da mesma cor. Pinta os lábios de um vermelho furioso, não usa sutiã. Calça saltos vermelhos. Não tinha dúvida que queria ser uma puta.
Não demora muito e a campainha toca, ela vai abrir e, como vocês imaginam, era o novo famoso meio-irmão.
Ele vem com uma camisa colada no corpo, marca bem os bíceps, marca bem os peitorais. A calça justa, mostrando o relevo da bunda musculosa e empinada dele.
Dá pra ouvir eles falando de mim, ela diz que eu sabia que ele viria jantar. Que mandava lembranças.
Ele traz um vinho caro, ela pediu comida pronta, só precisa esquentar e servir.
Ela está uma delícia, sabe que cada passo que dá mostra o comprimento das pernas jovens e torneadas. O vestido é tão fino que dá pra ver a marca da calcinha fio-dental minúscula que ela escolheu pra ocasião.
Ela serve uma entrada numa mesinha de centro, mesa ideal pra se abaixar o suficiente e ver um pouco acima da pele das coxas dela.
Todo o serviço é uma exibição obscena do corpo dela, ela anda, vai e vem, se abaixa, vira de costas, vem de frente, serve pela frente deixando os peitos na linha direta dos olhos do irmão.
Eles jantam, bebem vinho, comem muito pouco, como é típico de quem tem outros apetites.
Ela diz que quer mostrar algo pra ele, no nosso quarto.
Ele segue ela por trás.
Ao chegar no quarto, ela manda ele entrar, fecha a porta atrás de si. E vai até o guarda-roupa, abre uma das minhas gavetas, e tira a cueca boxer que eu comprei.
Mostra pra ele sorrindo, diz que fica melhor nele. Pede pra ele vestir.
Ela senta na borda da cama, ele a uns metros tira a camisa, tira a calça. Minha mina cobre o rosto, fecha os olhos, ele pega a cueca nova, e tira a que trouxe.
Depois de colocado, ele diz que ela já pode olhar.
Ela está na beirada da cama, a mini saia vermelha subiu escandalosamente, ele consegue ver o coração da calcinha fio dental rosa que minha namorada usa, aquele triângulo que se forma quando as garotas juntam as pernas mas não conseguem esconder a calcinha.
O irmão se aproxima, diz que a foto com a mão no abdômen dela explodiu as redes sociais dele. Continua se aproximando, força com as pernas dele as dela a se abrirem, minha namorada não oferece resistência. As mãos dela vão para as coxas do irmão famoso. Sobe devagar, os olhos dela percorrem o mesmo caminho que os dedos.
Finalmente toca a cueca, vai direto pro volume, que incha de novo, cresce exponencialmente de novo, a cabeça rosada enorme vence o elástico e aparece.
Ele coloca o dedo entre os lábios dela de novo, ela chupa, a língua dela envolve, as mãos continuam subindo e dá pra sentir o calor do ambiente.
Chega até a glande brilhante do irmão incestuoso. Pela primeira vez os dedos da irmãzinha estão tocando a ponta dessa pica enorme.
Suavemente os dedos percorrem a cabeça, a agitação dos dois aumenta. Os dedos dela ficam cheios de líquido pré-gozo, quando solta fica aquele fio sensual.
A outra mão, ciumenta, puxa a cueca pra baixo, fazendo a pica do irmão pular como uma mola pra frente.
O líquido pré-gozo que estava acumulado sai pela inércia na direção da cara angelical da irmã. Cai na maçã do rosto dela, e o fio desce até as bochechas, os lábios e o queixo.
É hora de tirar o dedo, o irmão tira meio sem vontade, mas sabe que vem um prazer maior.
Ela usa a língua pra provar o líquido pré-gozo que ficou nos lábios dela.
Uns 22 centímetros de comprimento por uns 6 de diâmetro apontam pra boca dela, ela se aproxima, abre bem os olhos, e abre a boca como nunca antes.
A cabeça da pica é grande pra ela, mesmo assim passa a barreira dos lábios vermelhos. Cada centímetro ela saboreia devagar, dá pra notar como o batom de boa qualidade não resiste à saliva e ao líquido pré-seminal, deixando seu rastro por todo o pau.
Ouves uns gemidinhos dela, ela tá curtindo o momento, tá gozando só de poder chupar o pau do irmão famoso dela.
Chupa e chupa, vai de cima até embaixo, tenta cobrir ele com a boca, sabe que é impossível mas se esforça. Tem ânsia de vômito mas isso não impede ela de continuar. A saliva escorre pelo canto dos lábios, escorre pelo pau do irmão, escorre nas bolas, escorre no chão, escorre pelo queixo dela.
Ele segura o cabelo dela, ela por vontade própria come tudo que consegue.
Passa a língua por todo o tronco, passa nos ovos, um por um, geme escandalosamente chupando eles, treme, tá tendo orgasmo só pela situação proibida.
Volta a meter o pau na boca, as mãos dela rodeiam as pernas dele, arranha a bunda dele, sobe mais freneticamente. Os abdominais do irmão são a obsessão dela, ela fica com o olhar fixo ali, de vez em quando tira a pica da boca pra beijar e morder esses abdominais proibidos. Tudo isso sem parar de dar prazer pro irmão. Sempre batendo uma pra ele.
Já vai uns 20 minutos só dela fazendo sexo oral e parece que não quer mudar, quer aproveitar ao máximo.
O batom na cara dela tá borrado, por toda a boca, a máscara de cílios escorreu dos olhos por causa das lágrimas da ânsia de vômito ao se engasgar com o pau do irmão.
Ela continua usando a língua pra dominar o irmão, e com a boca cheia do pau sente essas batidas antes da ejaculação.
Tem uma explosão na boca dela, ela tosse, o gozo do irmão escorre pelo lado da boca dela, cai nos peitos dela. Muito gozo, quantidades raramente vistas.
O gozo fica por todo lado, ela tá ofegante, ele também, se olham por onde tem gozo, ela com a mão direita nas bolas do irmão, fica atônita, olhando o resultado de tanta sacanagem. Parece hipnotizada.
De repente olha o vestido manchado, a cama manchada, o peito dela com gozo do irmão. mano, olha a mão direita dela com o anel de noivado todo cheio de porra e saliva segurando as bolas e o tronco do pau do irmão dela, e ela fica horrorizada.
Começa a chorar, falando que isso não tá certo. E pede pro irmão dela se trocar e vazar.
Mas isso não vai ficar assim.
(Continua)

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