Mi show de stripper (I): mi hermana va a verme

SOi stripper, eu danço em boates, e em algumas festas particulares.
Como comecei nesse trabalho? Bom por ter ficado sem trabalho, antes era treinador pessoal, mas não me dava muito lucro. Era professor de educação física em escolas, mas fui perdendo horas.
Um amigo do ginásio onde eu treinava me sugeriu este emprego.
Eu aceite com muita vergonha e, falando com os donos, disse-lhes que minha laboraria sempre com uma máscara, como a do lobo.
Foi-me dito que todos começam por tentar tapar e cobrir, mas que com o tempo acabam por aceitar que é um trabalho como qualquer outro do qual não há que se envergonhar.
Em geral ao local iam mulheres de despedida de solteira, muita euforia mas não ocorre o que se vende nas páginas de pornografia, onde se entregam ao garoto.
Aqui apenas gritavam, queriam estar perto mas não tocar, alguma pessoa ali tocava os abdominais e a bunda, mas muito poucas queriam tocar meus genitais.
Muitas senhoras grandes, separadas, em grupo sempre, procuravam diversão.
Algum tempo alguém me piscou o olho e me deu um papel com seus telefones, mas eu não estava interessado.
Uma noite chega um grupo de jovens que vinham por uma despedida de solteira. Todas garotas lindas vestidas para o infarto, minissinhas, mini-curto, muita bunda ao ar, muita teta saindo por decotes.
Começamos o show com meus colegas, começam os berros, dançando vamos tirando nossas roupas.
Nesse meio do show posso ver que uma das garotas era minha irmã Alejandra, de 20 anos, eu com os meus 30 sempre a via como uma menina, não podia crer que estivesse nesse lugar.
Para minha família eu era um professor de educação física, era uma vergonha estar prestes a ser descoberto.
Ela estava com um minibiquíni branco, uma blusa dourada. Seu abdômen plano com um piercing. Seus seios que desde a pré-adolescência cresceram de forma descomunal.
Umas pernas torneadas por jogar ao hóquei, e uma bunda saltava bem quando se colocava em perfil.
Ela estava também prendida na euforia do seu grupo de amigas, gritava, parava, bailava, seus movimentos faziam a mini subir mais do permitido, suas nádegas escapavam, uma thong branca apresentava-se em público. Parecia não se dar conta que estava mostrando demais.
Mentanto a ver, a minha noiva aproxima-se com um bilhete para eu meter nele na minha bunda. Ela me lança um olhar. E aproveita para passar as suas mãos sobre os abdominais e pelo meu pacote.
Nesse momento um segurança se aproxima, pois não estava permitido tocar mais, sem nossa permissão.
Falam com segurança e, em seguida, comigo; eles me dizem que eu devia ir para uma sala VIP para elas sozinhas.
Entre todas juntam para pagar o serviço exclusivo no salão VIP.
Uma vez em esse lugar faço uma nova performance, tratava de dar as costas, de que não me vissem o rosto. Ali sinto um tapa.
Quem me deu a palmada foi minha irmã Alejandra. Ao dar-me volta eu me olhei nos olhos e ela mordia o lábio inferior, eu rapidamente olhei para outro lado desconsiderando-a.
Eles começaram a aplaudir e gritar pedindo que eu tire tudo, a segurança me olhava como se estivessem dizendo que pagaram o VIP, algo mais teria que lhes dar. O que menos queríamos seriam clientes insatisfeitos que se queixassem com o proprietário.
Comecei a baixar a bunda dando as costas, quando chega aos meus tornozelos girei mostrando os meus atributos, uma bunda de 20 cm.
Começa o berreiro, a noiva se aproxima pedindo-me a bunda, dou-lha e farei-lhe um cheiro. Algumas das amigas se horrorizam, estava-se esfarrapando.
Algumas mais entonadas lhe pediam à noiva que me chupasse, ela até ali chegava, era seu limite,
Uma das amigas, toma a frente e colocando-se à minha frente, toma meu pau e começa a me dar um péjurado.
Então eu via como minha irmã não procurava mais olhar para o meu rosto, estava encantada olhando para o meu membro, e observava como a mão da sua amiga subia e descia.
Deu-me muita impressão que minha irmãzinha estivesse me olhando nu. Mas por alguma razão toda essa adrenalina conseguiu fazer meu pau estar no seu tamanho máximo.
A amiga parece ter chegado até ali, separa-se de mim.
Ninguém mais parece ter o valor de levantar a aposta, estava para sair quando o pior ocorre.
Minha irmãzinha se levanta do seu assento, se aproxima balanceando suas nádegas. Com um olhar feline chega à minha frente.
Ponho as minhas mãos na sua cintura ao tentar buscar distância dissimuladamente
A girar para que ela me dê as costas, talvez assim consiga acender sua vergonha e desistir.
Minhas mãos em sua pequena cintura bronzeada mantém-na longe, ela exerce pressão em mim, ao ver a resistência que eu opo, toma minhas mãos e as convida a deslizar para frente, no seu ventre.
By doing this movement I free her and she takes advantage and throws herself back.
Sua bunda fez contato com meu pau, apenas nos protegia sua minissa branca e seu thong.
Ela começou a se contorcer agarrando-se ao meu corpo.
Nesse movimento seu mini subiu, ela guiou minhas mãos para seus joelhos, como pedindo que eu terminasse de subir sua saia, queria que eu terminasse o trabalho para que ela não ficasse tão puta.
Toco sua pele, sigo subindo pela sua bunda e terminei de subir a minissa até a cinta.
Ela hipocritamente se tapa a boca enquanto ri, todas as amigas gritam. Algumas começam a retirar-se
O meu pau fez contato com o seu traseiro nu, se ajustou entre as nádegas, apoiando-se na calcinha da minha irmã.
Ela fazia pressão como se quisesse sentir cada centímetro. Minhas mãos iam desde seu Booty, pelas suas pernas, o seu ventre, e eu me senti tentado num momento a massajar os seus peitos.
Nesse momento o seu dedo vai para trás e toca meu pau, vira imediatamente.
Olhe-me nos olhos, pensei que se daria conta que era eu, seu irmão. Mas não. Sua mão estava em meu pau, Começa a me beijar o pescoço e desce por meus peitorais, vai se arrodillando e mordendo minhas abdominais.
Já várias garotas mais começam a sair do local, isso já estava fora de lugar. A noiva não sabe o que fazer, algumas querem que o show continue, mas estão com dúvidas.
Ainda de joelhos, ele me olha nos olhos, abre a boca e começa a meter-se a picha lá dentro.
Sua doce e pequena boca se abre completamente para tentar meter-se o mais que possa.
Eu estava atordoado, isso tinha que parar.
Sobrou mamandolha, bem suave, lento, sua língua invisível para os outros podia sentir-se desgostando minha carne.
Prova minhas bolas, uma a uma enquanto eu me masturbo. Cada vez o VIP estava mais vazio.
Já quase não aplaudiam, nem gritavam, apenas olhavam.
Sua irmã desconhecendo a quem estava me chupando segue. Seus dedos se agarram em minhas coxas, cada tanto arranhando minhas abdominais. E apertam o bumbum. Mas sua boca jamais se descola do meu pau.
Já o líquido pré-seminal lubrificava tudo e misturava-se à saliva dela, tudo caindo pelos lábios e a comissura.
I was ecstatic, I tried to think that it was the party's girlfriend who was sucking and not my sister.
Nesse momento sinto como a sua língua tenta estrangurar meu glande e não me resta outra opção senão olhar emocionado seu rosto.
Nesse momento explodiu, como nunca jatos de sêmen entram na sua boca, saem pelos lados, ao retirar a picha continuam a sair e mancham seu doce e angélico rosto e cabelo.
Um fio importante mistura de saliva, líquido pré-seminal e sêmen une os lábios da minha irmã com meu pau.
Ela se aproxima para terminar sua tarefa, limpando o que restou, não deixa nem uma gota desperdiçada.
O meu pau incrivelmente segue duro, apenas um pouco da sua rigidez perdeu, mas ainda está ereta.
Nessas horas após o prazer, as amigas se levantam e vêm buscá-la, com paninhos de papel.
O show parece ter terminado, eu começo a recolher minha roupa quando vejo que minha irmãzinha desce a calcinha, tira uma caneta e escreve alguma coisa ali, enquanto estão se retirando ela me joga isso.
Quando a tome estava toda molhada, eu a cheirei e sentia-se aquele cheiro de sexo, o calor que minha irmã teve por me fazer virar deixou-a em chamas.
Ao despir a thong diminuta, vejo escrito um número de telefone e seu nome ale e um coração.
Como seguirá isso?

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