Fazia tempo que eu queria acampar com minha esposa, mas por várias circunstâncias não tinha conseguido. Até que um dia me decidi e, por segurança, convidei uns amigos — um casal de irmãos que morava num povoado próximo. Eles disseram que confirmariam depois, e à noite recebi uma ligação dizendo que sim, mas perguntando se podiam levar um amigo que tinha chegado de Bogotá e estava bem animado com a aventura. Além disso, seria sacanagem deixar a visita na mão. Não vimos problema, então combinamos o dia, a hora e mais ou menos o local.Chegou o dia, e nós fomos de ônibus. Ao passar perto da casa dos meus amigos, o amigo deles se juntou a nós — eles iam levar a moto pra economizar e carregar mais bebida, que é o propósito de muitos passeios. Quando chegamos ao lugar, caminhamos cerca de uma hora até achar um bom ponto. E quando finalmente encontramos, valeu a pena a caminhada: era uma grande praia de areia branca no meio da floresta, com um poço natural formado pelo riacho, meio fundo e com areia no fundo, bem confortável pros pés. A praia tinha uma área bem sombreada por umas árvores frondosas, onde pudemos montar as barracas e nos proteger do sol inclemente. Era um lugar paradisíaco.
Depois de montar tudo, minha amiga disse que a gente merecia uma recompensa e tirou umas cervejas, que caíram super bem. Devia ser umas três da tarde quando elas entraram na nossa barraca, que era a maior, pra colocar o biquíni. Nós só tivemos que tirar a camisa e já estávamos prontos. Com aquela malícia que a gente às vezes tem, eu percebi que o amigo deles — que por sinal se chamava David — tentava disfarçadamente espiar pela janela de trás da barraca enquanto elas se trocavam, mas não conseguiu.
Finalmente elas saíram. Minha amiga estava só de short e top — ela é bem magrinha e não tem muito a mostrar. Mas quando vi minha esposa com um biquíni que eu tinha comprado pra ela e que ela ainda não tinha estreado, fiquei... fiquei impactado, era um biquíni de tiras finas que mal conseguia esconder os seios dela, então ela se sentia um pouco desconfortável por mostrar tanto, e na parte de baixo uma espécie de calcinha curta mas de cintura alta até um pouco acima do umbigo, mas com uma grande abertura de cada lado presa por um cordão em ziguezague que deixava ver grande parte da sua pele e que ao mesmo tempo impedia que ela usasse calcinha por baixo, já que daria pra ver de longe por essas aberturas, todos notaram esse detalhe, mas sem mais demora fomos para a água, lá brincamos agarrados um tempo, depois com uma bola, uma espécie de futebol aquático, havia dois times, minha esposa e os dois irmãos e David comigo, assim jogamos por uma hora, havia brigas pela bola entre todos e às vezes isso fazia com que os seios da minha esposa quase saíssem e ela tinha que ficar ajustando, até que chegou às 5, saímos da água e por causa da brincadeira um cordão do biquíni da minha esposa tinha afrouxado e faltou pouco para ela ficar toda exposta de um lado, ela o ajustou enquanto olhava para David, o que me deixou curioso, e depois de comer alguma coisa fui com minha esposa sentar junto à água para conversar, e não pude evitar perguntar por que ela tinha olhado assim quando saiu da água e ela me disse: - é que David é meio mão aberta e toda vez que tinha que tirar a bola de mim ele aproveitava e me agarrava pelas costas e esfregava tudo em mim e se não por baixo da água tentava me tocar e no último jogo antes de sair, ele soltou o nó do biquíni. Eu só perguntei se isso tinha incomodado ela, ela disse que na verdade não, mas que tinha muita vergonha com nossos amigos, o que iam pensar dela, só disse que se estivéssemos sozinhos com ele o que ela teria feito e com a experiência que temos ela disse: - ahh não, se estivéssemos só nós 3 eu deixaria ele tocar o que quisesse, mas como não é assim, não tem jeito. Ela se levantou e foi até onde eles estavam fazendo uma fogueira, lá nos reunimos os 5 bebemos outras cervejas, mas de repente meu amigo tirou de uma mala uma garrafa de uísque e uma de Baileys para elas, e nossa, os olhos da minha esposa brilharam porque ela adora aquela bebida. Imediatamente começamos a beber e a contar piadas ou experiências engraçadas, jogamos cartas e aplicamos prendas, e assim foram passando copo atrás de copo, elas bem comportadas com o creme e nós com o uísque. A timidez já tinha ficado para trás há muito tempo, mas não dava para elevar muito o clímax das prendas, já que havia dois irmãos, então paramos o jogo. Minha esposa convidou minha amiga para a água, para ver se o efeito da bebida passava, que já tinha pegado elas bem. Elas continuavam com os mesmos biquínis, então não precisaram se trocar. Dissemos para tomarem cuidado com a escuridão, já que devia ser por volta das 19h. Elas se banhavam e conversavam na água, mas a distância não permitia ouvir nada e também não demos importância. Nós conversamos sobre música e outros assuntos. Depois de um tempo, elas disseram que, por favor, não jogássemos luz nelas porque iam enxaguar os biquínis e teriam que tirá-los. Sendo minha esposa e a irmã do meu amigo, tivemos que obedecer. Elas estavam na delas e nós na nossa. Mas no dia seguinte, fiquei sabendo pela boca da minha esposa que a parte delas tinha sido mais interessante. Pois, enquanto estavam na água, com os efeitos do álcool, a cumplicidade da escuridão e o tesão de estarem seminuas, isso levou a que, ao roçarem as pernas uma na outra debaixo d'água, de repente suas mãos se apoiassem na cintura da outra, com carícias suaves. Pelos braços, foram se aproximando e, ao juntarem seus seios nus, foi inevitável que suas bochechas se encontrassem e seus lábios se deslizassem, buscando a boca da outra. Veio um beijo suave e com um leve contato, mas a pressão de uma boca contra a outra ficava mais forte, até que o beijo se transformou numa mistura de saliva, línguas, água e muito calor corporal. Suas mãos acariciavam as costas uma da outra, suas pélvis se juntavam até não dar mais. enquanto aquele beijo parecia não ter fim, uma mão inquieta da minha amiga deslizava pela cintura dela, depois acariciava seu quadril pela abertura lateral do biquíni, o mesmo que permitiu que minha esposa soltasse o nó dando acesso aonde essa mão inquieta quisesse chegar, ela se movia pela sua bunda e quadril até que mudou de rumo e aos poucos foi indo em direção à virilha dela e buscava com calma mas sem rodeios acariciar os lábios úmidos da minha esposa, até que conseguiu, imediatamente ela estremeceu e lançou sua mão para soltar o botão e o zíper do short de sua amante repentina, sem hesitar levou seus dedos até sua buceta e logo buscou tê-los dentro dela, coisa que a umidade facilitou, ao mesmo tempo minha esposa também recebia dois convidados dentro de sua vagina, eram os dedos dela que saíam e entravam sem parar, fazendo com que os beijos e a mão dentro de sua amiga aumentassem a intensidade de seus movimentos, mas naquele momento alguém gritou por que estavam demorando tanto, elas se assustaram se separaram e pediram para não iluminar e não tiveram outra opção senão se vestir e sair da água, isso tinha deixado minha esposa com muita tesão e uma vez tudo acabado fomos cada um para sua barraca e tive que acalmar suas vontades e de quebra deixar os outros com vontade, que na manhã seguinte nos zoaram porque certos gemidos não deixaram dormir por um tempo, mas fazer o quê a bebida e a tesão fazem a gente às vezes esquecer de tudo ao redor, naquele dia tomamos café da manhã e seguimos em várias atividades, minha esposa dormiu um pouco no camping, David o fazia na areia meus amigos tentavam pescar algo sem muita sorte, eu tirava algumas fotos dei uma pequena caminhada pela floresta, pensando onde levar minha esposa para fazer alguma travessura, provavelmente algumas fotos gostosas ou se possível algo mais íntimo no meio da natureza, depois de meia hora estávamos todos com vontade de dar outro mergulho, então nos arrumamos e voltamos a brincar com a bola desta Já estava ficando um pouco mais óbvio o que o David queria com a minha esposa, porque ele não perdia uma chance de abraçá-la por trás pra tirar a bola, ou ficava perto dela, de vez em quando mergulhava por um tempão ou passava bem colado nela, tudo isso no meio do jogo. Quando cansamos, a gente já ia saindo, mas minha mulher demorou um pouco, então voltei pra ela e perguntei o que era. Ela disse que o David tinha afrouxado de novo o cordão do biquíni dela. Fui checar tocando, mas aproveitei pra levar minha mão até a buceta dela e não esperava que ela estivesse tão molhada. Perguntei se era só por causa do cordão solto que ela estava assim. Ela disse que não era exatamente o cordão solto que tinha deixado ela daquele jeito. "Então o que foi?", perguntei. Ela contou que o David, depois de várias tentativas, tinha afrouxado o nó e, quando conseguiu, mergulhou e, debaixo d'água, pela costa dela, subiu a mão várias vezes pelas pernas dela e foi direto pra vagina, até metendo os dedos. No começo, ela apertou as coxas pra ele parar, mas ele insistiu. Depois de pensar no quanto era excitante aquele momento pelo risco de serem descobertos, ela esperou ele mergulhar de novo e ficou com as pernas abertas. Ele enfiou os dedos até o fundo do corpo dela e, antes de subir, rapidamente enfiou a cabeça entre as pernas dela e deu uma passada de língua que a deixou toda excitada assim. Eu só fiquei impressionado com o quanto ela tinha disfarçado bem, e disse que a gente ia ver no que ia dar, pra ela continuar me contando. Saímos da água e, depois de umas duas horas só por ali conversando e zoando, meus amigos receberam uma ligação dizendo que precisavam voltar por uma urgência. A gente pensou em ir todo mundo junto, mas eles mesmos disseram que não era pra tanto. Antes de irmos, eles nos deram um litro de aguardente que tinham guardado pra tarde. Ajudamos a arrumar as coisas e o David acompanhou eles até a moto, que estava lá fora. Da mata, depois de uns 15 minutos voltei. Nós estávamos com minha esposa na água e David entrou também e ficou perto de nós. Estávamos lamentando que eles tivessem que ir embora, quando ouvi meu celular tocando. Me apressei para sair da água e atender. Eram eles - o moto tinha apagado a alguns metros do caminho e não conseguiam dar partida, pedindo ajuda. Falei para minha esposa que voltava num instante.
Enquanto caminhava pela mata até onde a moto estava, percebi que tinha deixado minha esposa de bandeja para o David, já que os dois ficaram sozinhos na água. Mas tudo bem, sem problema. Quando cheguei, disseram que minha ajuda não era mais necessária - já tinham conseguido ligar a moto. Pediram desculpas e foram embora.
Lembrei do que podia estar acontecendo no rio e me apressei para voltar, mas com cuidado para não ser descoberto. Chegando perto do rio, não conseguia localizá-los. Aproximei-me de um barranco para tentar vê-los, mas sem sucesso. Um ruído estranho lá embaixo chamou minha atenção. Quando inclinei a cabeça para ver melhor, aos poucos fui distinguindo um pequeno movimento na água.
Finalmente meus olhos conseguiram ver bem de perto: David estava entre as pernas da minha esposa e a penetrava sem parar. Ela o apertava com as coxas de um jeito que dava para ver os joelhos dele fora d'água, com os dedos entrelaçados na nuca dela. Ela se jogava para trás para que a penetração fosse mais fundo, e não conseguia evitar gemer, mesmo tentando se conter um pouco.
Ele tinha tirado os seios da minha esposa para fora d'água e ela os levantava para que ele os chupasse - coisa que ele fazia com muito gosto, enquanto eu os observava alguns metros acima.
Depois de uns 10 minutos, ele acelerou o ritmo e colocou os braços por baixo das pernas dela, na altura dos joelhos, para que suas penetradas fossem mais contundentes e rápidas. Até que finalmente ele gozou e soltou um suspiro. A soltou rapidamente e se arrumou. e ele disse para ela se arrumar rápido, ela fez isso mas disse que tinha que esperar o sêmen sair para tomar banho direito e ajustar o biquíni, senão ia começar a escorrer pelas pernas dela ao sair da água. Eu recuei devagar sem fazer barulho pelo caminho de volta, esperei alguns minutos e só então cheguei no acampamento. O David, tentando disfarçar, me perguntou sobre o estrago da moto e eu inventei alguma coisa, nem lembro o que disse. Até minha esposa estava inocente, fingindo que não sabia de nada, e com um pouco de culpa ou tesão, não sei. Ao entrar na água de novo, ela me recebeu com um beijo apaixonado e me apertou com as pernas. Eu imediatamente levei minha mão até a buceta dela e, com apenas um dedo que consegui enfiar por um lado do biquíni, senti que ela ainda estava molhada e cheia de porra, mas não disse nada, só continuei como se nada tivesse acontecido. Continuamos conversando sobre tudo um pouco e saímos da água. Ela demorou um pouco mais porque, segundo ela, estava tirando a areia do biquíni. Eu sabia que não era bem isso, mas não dei importância. Imagino que ela também sabia qual era a "areia" que tinha dentro. Ela finalmente saiu da água, mas ao passar deu uma olhada que o intimidou, porque não queria que eu suspeitasse de nada. No acampamento, ela se trocou, colocou um shorts jeans e uma blusa de alcinhas. Eu disse: "Por que a gente não toma logo aquela caixa de cachaça?" Eles disseram que sim, mas ela insistia que tinha algo para me contar, e eu dizia que depois. Já os três tinhamos bebido bastante, mas lembro como minha esposa, sentada na areia, deixava aparecer parte dos lábios de baixo pela barra do shorts, o que me deixou louco, porque era óbvio que ela não tinha colocado calcinha. Eu não aguentei mais e disse sem rodeios: "Eu sei que vocês já transaram enquanto eu não estava, mas tá de boa. O que eu quero saber é o que vem depois, o que você quer que aconteça e o que ela gostaria." Eles ficaram surpresos, principalmente ele, mas ele disse que o passeio todo ele tinha ficado fantasiando com um lugar e outro onde... ele gostaria de levá-la para fazer sexo, na água, na praia, no camping, na floresta, mas que nas circunstâncias iniciais via isso como uma fantasia. Ela, por sua parte, dizia que esses lugares que ele havia mencionado pareciam muito tentadores e pouco comuns, e eu, do meu lado, disse que tinha pensado nas mesmas coisas e nos mesmos lugares. Então ficou o dilema do que poderíamos fazer. Foi aí que ela disse: "Há 4 lugares que todos nós gostamos, mas como eu não quero um trio, proponho que cada um me pegue em dois desses lugares enquanto o outro observa ou faz o que quiser." Isso nos pareceu ótimo, e com o velho sorteio usando sapinhos de tamanhos diferentes, ficou decidido qual lugar caberia a cada um e quem iria primeiro. A mim coube praia e rio, e a ele camping e floresta, e ele começaria. Mas como não se tratava de um objeto nem de uma prostituta, íamos fazer tudo para que cada encontro fosse o mais casual possível, já que tínhamos toda a tarde e noite pela frente. Não haveria problema com toques e brincadeiras; na verdade, seria um relacionimento dela com dois namorados. Todos concordamos, e ele só pediu que, para quebrar o gelo, pudesse dar um beijo na minha esposa. Eu respondi perguntando se ele costumava pedir permissão para beijar a própria namorada. Dito isso, ele foi e sentou-se ao lado dela, deu-lhe um beijo de língua e passou a mão acariciando a parte exposta de sua buceta. Depois continuamos com as bebidas, fizemos um brinde e tentamos agir normalmente, então conversamos por cerca de uma hora, comemos alguns salgadinhos — batatas, Cheetos, Doritos etc. Ela tinha os dedos manchados do corante dos Doritos e começou a se divertir. Ele comentou: "Quem tivesse a sorte de trocar esses dedos por algo mais íntimo..." Ela sorriu e continuou chupando os dedos, mas de forma mais sugestiva. Olhava para nós enquanto os tirava e colocava na boca, passava-os pela língua e os envolvia com a ponta. ele, e respondeu: - Preciso chupar algo mais grosso, vou dar uma volta, tchau. Ela se levantou e foi embora, era óbvio que o David tinha que ir atrás dela, então eu deixei eles ganharem uma vantagem, depois fui com cuidado pelo mesmo caminho, e lá no meio de uma trilha na floresta estava minha esposa de joelhos na frente dele dando um boquete daqueles que me deixam louco pela paixão e fome que ela sabe demonstrar quando está bêbada. Foi aí que pude ver o que minha esposa tinha estado comendo no rio e porque ela ainda estava com vontade: era um pau de uns 22 centímetros ou mais, grosso e venoso, que quase não cabia na sua boquinha. Depois de alguns minutos, ela se levantou e abaixou o short, tirou completamente e colocou de lado, ficando totalmente nua da cintura para baixo. Apoiou as mãos e o peito contra uma árvore e empinou a bunda, oferecendo-a ao acompanhante. Ele tirou completamente o bermuda e a cueca, ficando igual a ela. Abriu as nádegas dela com uma mão e com a outra guiava seu membro, roçando o exterior úmido da vagina da minha esposa e molhando toda a área com seu pênis. Depois, foi tentando entrar nela, até abrir caminho entre seus lábios vaginais carnudos, fazendo-a soltar um primeiro gemido de prazer. Em seguida, com a facilidade que tanta umidade permitia, ele tirava e metia todo o comprimento do seu pau. Às vezes, ele tirava completamente e voltava a meter até o fundo. Eu via como ele saía brilhante por causa dos fluidos da excitação dela, que escorriam lentamente pelas suas pernas. Ela levantou uma perna e ele a segurou com uma mão, enquanto ela tentava puxar o corpo dele para si, empurrando da parte inferior das costas. Assim, ele continuava metendo e sacando seu membro enquanto ela gemia como nunca. Depois de alguns minutos, ele aumentou o ritmo e suas investidas foram ficando cada vez mais fortes, assim como seus gemidos. Finalmente, ele esvaziou todo o seu sêmen dentro dela e foi lentamente sacando seu já flácido pênis da vagina escorrendo dela. Ao tirar completamente e sem Ainda com a perna solta, dava para ver toda aquela mistura de sêmen e fluidos vaginais escorrendo dela e descendo pela perna que estava apoiada no chão. Depois, ela vestiu o short e não se limpou nem um pouco, o que ela sempre fazia com papel ou alguma peça de roupa. Então, ao voltar e já estando de novo na praia, ela passou assim perto de mim, deixando aquele cheiro de sexo no ar e disse:
— Olha como me deixaram!
E foi para a água. Eu sabia que se ela tinha feito isso era porque tinha ficado com muita vontade. Então, quando vi que eles estavam com a água no peito e ela tinha o short na mão enxaguando, não perdi tempo e fui até ela. Peguei-a pelas costas com uma mão direto na sua buceta e a levei para um lugar um pouco mais fundo. Meus dedos se untaram do que já mencionei, então, como sua reação foi de muita tesão, aproveitei a situação e comecei a esfregar meu pau nas suas nádegas, procurando seu ânus, enquanto dizia excitado:
— Por frente você já está muito comida, então vou te dar um castigo por ter me traído.
E fui introduzindo pouco a pouco meu pau no seu cu. Ela abriu as pernas o máximo possível para trás, e seus pés apoiados nas minhas panturrilhas facilitaram que eu enfiasse tudo. Enquanto untava seu clitóris com o que saía da sua vagina e enfiava os dedos nela, sua excitação subia até o ponto em que ela mesma começava a se esfregar por trás, gemendo e aproveitando até que afastei um pouco suas costas de mim e a segurei pelos ombros para não deixar nenhum centímetro fora e dar com mais força. Assim foi que, depois de alguns minutos, enchi seu cu de sêmen e ela terminou em um orgasmo, para depois pedir que eu parasse e tirasse, como sempre acontece quando a excitação desaparece e o prazer volta a ser dor. Então, nos lavamos e, depois de um banho rápido, saímos da água e nos reunimos com David, que não tinha perdido nenhum detalhe do que acontecia. Depois de vestirmos roupas secas, nos sentamos novamente na areia, e ele perguntou a ela se ela tinha gostado muito. Sobre sexo anal, ela respondeu: "Sólo fiz com meu marido e consigo quando estou muito excitada, mas com você não aguentaria porque é muito grosso, então não se iluda, rsrs." E ele só respondeu: "Que pena, porque você ganharia se experimentasse." Enfim, o assunto parou por aí. Ao chegar a noite, fizemos uma fogueira e David tirou meia garrafa de rum, que era o que restava. Ela disse que não beberia porque ainda estava muito bêbada, mas depois de insistir, começou a beber, até mais que nós, e já estava bastante embriagada. E como o rum é sua fraqueza, começou a dizer coisas muito picantes e a tocar aqui e ali em um e em outro, beijava ele e depois a mim, tirou a blusa, depois o sutiã e se aproximou de onde eu estava sentado e disse: "Quero seu pau já!!!" E o tirou da minha bermuda e começou a me dar uma chupada muito gostosa e excitante. Depois chamou David fazendo um sinal com o dedo, indicou que ele se sentasse ao meu lado, passou para o lado dele, abaixou sua bermuda e cueca, e também deu seu prêmio, uma mamada com todo o talento que minha esposa tem para isso, embora diga que não gosta. Depois disse que os queria juntos, então nos ajoelhamos e ela colocou os dois paus na boca ao mesmo tempo, depois se levantou e disse: "Chega, foi só uma provinha." Eu me levantei e a levei um pouco mais perto da água e na praia a deitei e tirei sua bermuda, e de novo não tinha calcinha, a safada. A penetrei sem dizer uma palavra e ela virou a cabeça e olhava para ele enquanto gemía e eu a penetrava. Ele tinha seu pênis ereto na mão e se masturbava sentado na areia. Ao ver que de novo ela queria chupar o que ele tinha na mão, eu, sendo seu maior cúmplice, disse: "Se quer passar a noite com ele, tem que me agradar e me deixar gozar na sua boca, você decide." Ela me tirou de cima e me disse para ficar de pé, se ajoelhou e me masturbou com a mão enquanto tinha meu pau na boca. Depois, quando viu que estava quase na hora, só Ela movia a mão cada vez mais rápido e enfiava a língua para fora, esperando que toda a expressão do seu rosto mudasse. Não demorou muito para começar a encher sua boca aberta, sua língua e seu rosto com meu sêmen. Ela chupou de novo até deixar meu pau limpo, e eu disse que ela tinha ganhado seu prêmio por uma atuação tão formidável. Ela se levantou e foi até o rio lavar o rosto, enquanto eu voltei para o acampamento e fiquei deitado olhando para fora por um tempo. Ela voltou e sentou ao lado dele, e imediatamente começaram a se beijar, e ele enfiou os dedos na buceta da minha esposa de novo. Ela se contorcia de prazer e, de repente, se levantou e disse para irem até a barraca dela. Antes de entrar, ela tomou um gole longo de rum direto da garrafa e entrou. Ele apagou a fogueira e foi atrás dela, fechou o zíper e começaram os gemidos. Eu fechei minha barraca e tentei ficar acordado o máximo possível para ouvir e tentar imaginar o que estava acontecendo na barraca ao lado, mas o cansaço e a bebida tornaram impossível resistir ao sono. Tantos gemidos acabaram virando uma cantiga de ninar até que eu adormeci. No dia seguinte, acordei por volta das 7h — obviamente, eles passaram a noite toda juntos. Abri um pouco o zíper da barraca deles e vi minha esposa nua, de bruços, e ele ao lado, de costas, na mesma situação. Por volta das 9h, ela acordou e fomos tomar um banho para começar a nos arrumar. Ela disse que estava com dor de cabeça por causa da bebida. Comentei que ela tinha bebido demais, já que não era seu hábito. Ela disse que queria aproveitar ao máximo o encontro daquela noite e não queria que nenhum receio a impedisse, e foi assim que aconteceu — que ele tinha metido por cerca de duas horas e que ela estava com um pouco de dor nos quadris, mas que ele tinha alcançado seu objetivo e ela tinha aceitado saciar sua vontade. Então, sem hesitar, perguntei: "Você deixou ele te dar pelo cu, certo?" E ela disse que, pela excitação e pela bebida, tinha sido muito gostoso enquanto ele fazia, mas que agora estava sentindo um pouco de dor, mas que tinha valido a pena. foi uma pena esse passeio e ele não quis me dar detalhes de como foi até um tempo depois, quando me contou bem detalhadamente como David se tornou o primeiro homem além de mim a comer minha esposa pelo cu.
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