No dejes de pasar por mi mejor post
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No te vas a arrepentir!
CARNAVALES
Todo comenzó con esas vacaciones en las que me crucé el país de Oeste a Este, los casi mil doscientos quilómetros que separan mi querido San Juan de la provincia de Entre Ríos, para llegar en febrero a los famosos carnavales de Gualeguaychú.
Gualeguaychú es un pueblito pequeño, que parece quedado en el tiempo, con edificaciones pasadas de moda, que vive anclada a un barrio industrial donde hay empresas de diversa índole que son el motor para que todo siga en movimiento.
Pero una vez al año, Gualeguaychú se transforma en la reina del país con sus espectaculares y únicos carnavales.
Siempre me había gustado recorrer mi país para conocer culturas, gustos, tradiciones, y ese lugar, era una cita fija que tenía marcada en el almanaque.
Y el viaje valdría la pena, luces, color, alegría, fanfarria, glamour y todo el esfuerzo invertido en un año de trabajo.
Pero de esa primera visita, no solo me llevaría más que una de las mejores experiencias de mi vida, también conocería a la mujer que rompería todas mis estructuras.
Ella pasó muy cerca de donde yo estaba, danzando como poseída en una de las plataformas de una de las tantas carrozas, a un par de metros por sobre el suelo, una morocha de largos cabellos, con cara de india, tez oscura, con botas coloridas de altísimos tacos, un armado sostén que dejaban sus pechos completamente desnudos, apenas disimulados con pezoneras, y un conchero tan diminuto que no entendía como quedaba sujeto entre sus piernas, dejando un trasero enorme a mi vista. Creo que ella me hipnotizó esa noche sin saberlo, movía sus caderas y su vientre al ritmo de la música, frenética, como el mismo demonio, regalando sonrisas de lado a lado, a quien quisiera recogerlas, con su cuerpo casi como Eva en el paraíso mostrando sus curvas exultantes y una piel oscura llena de brillos.
Dos días después di con ella, como dije, Gualeguaychú es un pueblo chico y todo el mundo conoce a todo el mundo, y como preguntando se llega a Roma, se me hizo relativamente sencillo encontrar a mi musa inspiradora.
Ella no entendía mi locura, sus ojos negros sabían a peligro y sus labios a pecado, Anahí, era su nombre y pude notar que su voz de sirena haría naufragar a cualquier navegante desprevenido, es que ella era como era, en la carroza no actuaba, así era, de esas que te atropellan, que te arrastran, que te llevan a la locura.
Me aceptó una copa al verme tan rendido a sus pies y poco después terminamos en la cama y pude conocer el mejor sexo de toda mi vida, una mujer incansable, ninfómana, asesina, incontenible, como un volcán en permanente erupción.
Nació una relación de locura y placer, de disfrutar por la noche y revolcarnos de día, prolongué tres semanas mi estadía en Gualeguaychú solo para estar con ella y no me hubiera despegado de ahí, pero tenía mis obligaciones, así que volví a mi San Juan con la promesa de un nuevo encuentro.
Nos escribimos mucho, nos hablábamos, nos mandábamos fotos y nos enamoramos, aunque siendo honesto, yo solamente estaba enamorado, Anahí era demasiada mujer para mí, una perra que le gustaba el sexo como tomar agua y desde el primer encuentro supe que no sería dichoso a su lado y que no sería el único en su enorme cama.
Pero me cegué y me mentí a mí mismo, busqué la beta por donde atacar. Anahí era una chica muy pobre, sus padres eran humildes, trabajadores casi esclavos de un estado ausente, tenía muchos hermanos y a mí, me iba muy bien en mis emprendimientos personales.
Luego de un año volví a los carnavales, y conviví con toda su familia, yo tenía en esos días treinta y dos años, le llevaba doce, una enormidad, era para mí una niña.
Hablamos mucho, le dije que conociera mi linda San Juan e intenté arrancarla de su paraíso, pero no tuve suerte.
No me di por vencido, y al tercer año las cosas en el país habían empeorado, conflictos políticos y caos económico, Anahí decidió darse una oportunidad, yo sabía que se aferraba desesperada a la tabla que yo le ofrecía y no me importó cual fuera el motivo.
Nos radicamos en mi departamento, era amplio, confortable y a ella se le hizo extraño, acostumbrada a vivir en una humilde casa donde apenas tenía lo básico.
Recorrimos parajes, conoció mi provincia, sus montañas, sus ríos, sus arboledas y su gente, y tratamos de armar nuestra vida, tenía la flor más bonita, más seductora y más deseable que un hombre pudiera tener, la cuidaba como a una joya preciosa, solo que ella siempre me abrumaba, era demasiado impactante y siempre era centro de atención.
Anahí tinha a sexualidade nos poros e eu sozinho não conseguia satisfazê-la, era demais, sempre com um apetite sexual que me transbordava, ela queria mais, e começou a comprar roupas, fantasias, brinquedos, e acabei virando sua marionete boba, ela fazia comigo o que queria, começou a me depilar completamente, a explorar fantasias, novos limites.
A primeira vez que ela enfiou um daqueles consolos enormes na minha bunda eu me senti extremamente estranho, surpreso, mas não conseguia dizer não pra nada e ela me deu um boquete foda, muito profundo, muito sexy, e tive que admitir que tinha gostado.
Com o passar do tempo, percebi que aos poucos ela começava a escorrer como areia entre meus dedos, era uma flor transplantada da sua Gualeguaychú natal e, apesar de tudo que San Juan oferecia, nada era como a seiva da sua terra.
E ela parecia começar a se entediar comigo, mensagens escondidas com grupos de novos amigos, um perfil no Instagram onde, mesmo dizendo que estava num relacionamento, suas fotos sempre sozinha beiravam o censurável, sempre destacando seus atributos e sempre com aquelas lembranças de carnaval onde ela estava de matar a seus pés.
Sorrisos maliciosos às minhas costas, saídas sem horário, sem justificativas, sem volta, sempre vestida para arrasar e eu só permiti, cedi uma vez e outra, e enquanto minha figura masculina ficava cada vez menor, a dela era como um redemoinho que ameaçava levar tudo junto.
Uma noite de maio tive certeza da sua primeira infidelidade, uma noite com as amigas, ela tinha dito. Observei em silêncio, sem dizer uma palavra, com um sutiã bem conveniente debaixo de uma blusa transparente e um shorts de lycra super colado, com meia arrastão e sapatilhas de salto fino, estava exultante, linda como sempre, teria comido ela na hora, ali mesmo, mas eu já percebia que seus interesses por mim estavam mudando e novos objetivos pareciam surgir no seu horizonte.
Disse que voltaria tipo duas da manhã, mais ou menos.
Fui para A cama, com a ideia de dormir, o calor era sufocante, eu estava só de cueca, mas não conseguia parar de pensar nela, as imagens da beleza dela me assaltavam de novo e de novo, imaginando quem estaria tocando nela, quem seria seu dono naquela noite, para quem ela estaria dando de presente sua buceta depilada, seus peitos de sonho e sua bunda de diabólica.
Uma ereção insuportável ficava incômoda e dolorida, e mais de uma vez eu evitava me tocar, mesmo morrendo de vontade.
Quando as chaves na porta me indicaram que ela tinha voltado, vi que eram pouco mais de quatro da manhã, e pelos barulhos despreocupados que minha love fazia, percebi que ela não estava nas melhores condições, senti ela jogar as chaves sobre a mesa, entre risadas, arrastando alguma cadeira de forma desajeitada.
Ela foi ao banheiro e um tempinho depois veio pro quarto, só com um fio dental branco que a deixava incrível, mas ela tropeçava por causa de uma bebedeira que dava pra sentir no quarto.
"De onde você vem a essa hora?" — perguntei com raiva entre os lábios.
"Ahhh... de uma noite de prazer... me sinto viva!!!!" — respondeu sem remorso.
"Vamos fazer amor? Eu te desejo" — disse quase implorando, mas ela riu e falou:
"Não... já tive o bastante por hoje, não aguento mais..."
Deitei em silêncio, sem respostas, sem perguntas. Bebedeira? Tédio? Fim de uma história? Ela tinha feito isso, tinha me traído e, antes de cair no sono, como uma faca se enterrando devagar no coração, ela sussurrou:
"Não sou mulher de quem me tem, sou mulher de quem me merece..."
Minha cabeça se transformaria daí em diante num verdadeiro labirinto sem saída, porque não conseguia viver com ela, mas também não sem ela, mal conseguia aceitar suas migalhas.
Anahí era um foco infeccioso, corroendo e arrasando tudo com sua beleza, era um demônio e eu só me entreguei às suas formas, aos seus jeitos, à sua torturante dor, mesmo que apodrecesse minhas entranhas.
O próximo passo na sua complexa teia de aranha não demoraria a chegar. Tempo depois, em mais uma de suas saídas habituais, ela apareceu com um vestidinho creme bem justo, marcando os peitos, com as costas à mostra. Ajustava-se perfeitamente até a cintura e depois se alargava e afrouxava na largura dos quadris, terminando bem solto no início das pernas, dando um volume especial que, visto de baixo, certamente mostraria mais do que insinuava. O tecido fino deixava claro que ela não usava sutiã e só uma calcinha tão minúscula que era de enlouquecer qualquer um. E, como sempre, deixei ela ir embora em silêncio.
Dessa vez, para minha surpresa, ela não chegou bêbada, mas com cheiro de cigarro. Estava sóbria, com novas ideias naquela cabeça doida. Eu, como de costume, deitado com uma ereção irritante, fruto da minha incapacidade de tomar uma atitude.
Ela veio para o meu lado, encostando o corpo no meu, e disse:
— Hoje tenho umas ideias muito loucas para brincar com você, sabia?
Não respondi, mas então ela começou a lamber minha orelha, sabendo que isso me incomodava. Depois, rindo, continuou sussurrando:
— Bom, se quiser, te beijo na boca, mas sei lá... nem imagina as coisas gostosas que eu estava chupando...
— Imagino onde você está pondo essa boca suja — respondi, sem vontade, só para fazê-la dar risada.
— Calma, bebê, não resiste aos seus instintos. Sei que você gosta desse joguinho...
Enquanto falava, Anahí levou uma das minhas mãos até sua virilha, para que eu mesmo apalpasse o quanto estava melada. Meus dedos tocaram uma melaça grossa, deixando tudo mais do que claro. Reclamei, já sem forças:
— Você é uma puta qualquer.
Mas ela só ria e respondeu:
— Vem... se gosta, então vem. Chupa a buceta da mamãe para sentir o gosto dos amantes dela.
Ela era assim: pegava, largava. Deitou-se e me fez ir entre suas pernas, me obrigou a beijar toda a frente do seu fio dental e percorrê-la com a língua — pelos vazados, pelos elásticos —, enchendo meu nariz com um cheiro forte, onde ainda estavam frescos os restos de porra dos seus... amantes, ela começou a se curvar, a se excitar e pedia mais e mais, arranquei sua calcinha com a força das minhas mãos, o estalido do tecido parecia pedir clemência, e com uma ereção profunda entre minhas pernas, enterrei minha cabeça em sua buceta.
Sabia diferente de outras vezes, agora tinha gosto de porra de machos, e me dediquei a saborear tudo que ela tinha para me oferecer.
Anahí me dizia para aproveitar seus amantes como ela aproveitava, para limpar ela toda, lavar seus pecados com a água benta da minha boca, e eu me perdi no jogo dela, com uma excitação incontrolável, com uma ereção animal e só parei quando ela explodiu num orgasmo intenso.
Anahí não perdeu tempo, ficou de quatro e me disse:
— Agora quero que você lamba meu cu, bem devagar porque está dolorido.
Puta merda, por que ela fazia isso comigo? Abri suas nádegas enormes entre minhas mãos, imaginei com o que eu iria me deparar e não errei, passei a língua pelo seu ânus e parecia cair num poço sem fundo, a puta tinha tudo aberto, com certeza tinham enfiado muita pica nela e ela só estava brincando com meus sentimentos.
— Que gostoso! Dá umas chupadinhas em mamãe, devagar, com cuidado, que me deram duro...
Eu a odiava e a amava, queria enforcá-la e queria cair aos seus pés, era seu palhaço, seu fantoche, seu boneco, continuei chupando todo seu cu aberto com devoção, só esperando minha vez, algo que nunca aconteceria.
Anahí me disse que tinha novos planos para seu mascote, assim, literalmente, nesses termos.
Ela foi até a gaveta dos segredos dela, então colocou um arnês entre as pernas e uma pica de brinquedo de tamanho considerável, me disse para deitar de bruços, veio por trás, tirou minha cueca e deu um tapa forte na minha bunda, deixei ela fazer. Ela agachou sobre mim e depois apoiou o peito nas minhas costas.
Me pegou pelos pulsos numa posição dominante e sussurrou no meu ouvido de novo:
— Você vai ser minha putinha, vai ver que delícia...
Eu estava imóvel, senti ela lubrificar o brinquedo e depois meu esfíncter, depois apoiar a ponta e começar a se deixar cair lentamente, com o próprio peso, doeu muito, eu reclamei
Ayyyyy! dói... dói...
Shhhh! - ela respondeu - relaxa e aproveita, meu amor... viu que dói? sempre te falei e você não acreditava...
Anahí só continuou forçando e minha bunda parecia estar se partindo em pedaços com o avanço do intruso, e eu não conseguia, simplesmente não conseguia.
Mas chegou aquele ponto limite onde o esfíncter já não consegue mais resistir e, como um trem, o brinquedo se enfiou até o fundo do meu cu
Pronto, viu? Agora vem a melhor parte...
Anahí começou a me dar com força por trás, entrando e saindo, fazendo amor com minha bunda, me segurando pelos pulsos, com meu pau duro entre minha barriga e o colchão, roçando entre os lençóis, comecei a gemer de prazer, de desejo, eu gostava, não sabia como ela conseguia, mas gostava do que ela me fazia, arrancava um prazer infinito das minhas entranhas, tinha vontade de me masturbar, mas não tinha forças.
Ela me fez ficar de quatro e voltou à carga, me agarrou pelos quadris como tantas vezes eu tinha agarrado ela e enfiou tão fundo que parecia que ia chegar no centro da terra, meu ânus doía, mas era aquela dor gostosa que não dá pra descrever e ela só me comia, como uma locomotiva endiabrada, sem freios...
Me fez virar, levantou minhas pernas e mais ação, meu pau estava no ponto de explodir, e nesse jogo ela teve pena de mim, sem parar de me penetrar começou a me masturbar bem devagar, como brincando comigo, sabendo em que ponto me tinha.
Minha porra quente jorrou como um vulcão, explodi e os jatos banharam todo meu peito, minha barriga, até a mão dela que continuava me masturbando no ritmo.
Ela só riu então, com seu jogo perverso terminado, tirando o brinquedo do meu cu dolorido, levando com os dedos meu sêmen espalhado até minha própria boca, pra que eu provasse, de novo, como tantas vezes tinha feito com ela.
Eu não sabia naquele momento, mas essa seria a vida sexual que Anahí tinha planejado pra ela, e pra mim, nunca mais transei com ela e ela me transformou no seu cachorro fiel, manso, cansado e domesticado.
Suas festas com amantes viraram rotina, me acostumei a esperar ela acordado, a vê-la sair como uma santa, a vê-la voltar como uma puta, a lavar noite após noite os pecados sujos que ela trazia nas entranhas, só pra receber meu pagamento, uma boa sessão de dominação pra ela enfiar os brinquedos em mim por trás e eu só me masturbar. satisfazê-la.
As coisas continuaram nessa ordem por mais alguns anos, eu era o cavalheiro com o cu mais alargado de San Juan, tudo para satisfazê-la, mas nem isso foi suficiente, ela se cansou de tudo, sempre se cansava de tudo. Começou a sentir saudades do seu querido Gualeguaychú, das velhas amizades, da família. Levava o samba no sangue e os carnavais sempre eram uma tentação, Anahí estava mais velha, mas mais gostosa, já não tinha vinte anos, mas os trinta lhe caíam melhor.
Ela estava disposta a voltar, e eu não poderia deixar para trás meus lugares, minhas paisagens de montanhas, minha vida.
Nos vimos pela última vez na rodoviária, ela tinha muitos planos para a nova vida, e eu tinha que fazer a minha
Um último abraço e eu disse beijando sua testa
Sempre vou te amar...
Mas ela não respondeu, apenas deu um sorriso carinhoso, deixando claro que a relação sempre foi de mão única. Fiquei parado na plataforma até que o ônibus sumiu no horizonte.
E hoje estou sozinho, tentando remontar dia após dia o quebra-cabeça que destruiu todos os meus hábitos.
Às vezes, espero por fevereiro com muita ansiedade, e tento assistir às transmissões a cabo dos carnavais, com o máximo de detalhe, porque sei que, a qualquer momento, posso vê-la de novo...
Se você gostou dessa história pode me escrever com o assunto 'CARNAVALES' para dulces.placeres@live.com
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No te vas a arrepentir!
CARNAVALES
Todo comenzó con esas vacaciones en las que me crucé el país de Oeste a Este, los casi mil doscientos quilómetros que separan mi querido San Juan de la provincia de Entre Ríos, para llegar en febrero a los famosos carnavales de Gualeguaychú.
Gualeguaychú es un pueblito pequeño, que parece quedado en el tiempo, con edificaciones pasadas de moda, que vive anclada a un barrio industrial donde hay empresas de diversa índole que son el motor para que todo siga en movimiento.
Pero una vez al año, Gualeguaychú se transforma en la reina del país con sus espectaculares y únicos carnavales.
Siempre me había gustado recorrer mi país para conocer culturas, gustos, tradiciones, y ese lugar, era una cita fija que tenía marcada en el almanaque.
Y el viaje valdría la pena, luces, color, alegría, fanfarria, glamour y todo el esfuerzo invertido en un año de trabajo.
Pero de esa primera visita, no solo me llevaría más que una de las mejores experiencias de mi vida, también conocería a la mujer que rompería todas mis estructuras.
Ella pasó muy cerca de donde yo estaba, danzando como poseída en una de las plataformas de una de las tantas carrozas, a un par de metros por sobre el suelo, una morocha de largos cabellos, con cara de india, tez oscura, con botas coloridas de altísimos tacos, un armado sostén que dejaban sus pechos completamente desnudos, apenas disimulados con pezoneras, y un conchero tan diminuto que no entendía como quedaba sujeto entre sus piernas, dejando un trasero enorme a mi vista. Creo que ella me hipnotizó esa noche sin saberlo, movía sus caderas y su vientre al ritmo de la música, frenética, como el mismo demonio, regalando sonrisas de lado a lado, a quien quisiera recogerlas, con su cuerpo casi como Eva en el paraíso mostrando sus curvas exultantes y una piel oscura llena de brillos.
Dos días después di con ella, como dije, Gualeguaychú es un pueblo chico y todo el mundo conoce a todo el mundo, y como preguntando se llega a Roma, se me hizo relativamente sencillo encontrar a mi musa inspiradora.
Ella no entendía mi locura, sus ojos negros sabían a peligro y sus labios a pecado, Anahí, era su nombre y pude notar que su voz de sirena haría naufragar a cualquier navegante desprevenido, es que ella era como era, en la carroza no actuaba, así era, de esas que te atropellan, que te arrastran, que te llevan a la locura.
Me aceptó una copa al verme tan rendido a sus pies y poco después terminamos en la cama y pude conocer el mejor sexo de toda mi vida, una mujer incansable, ninfómana, asesina, incontenible, como un volcán en permanente erupción.
Nació una relación de locura y placer, de disfrutar por la noche y revolcarnos de día, prolongué tres semanas mi estadía en Gualeguaychú solo para estar con ella y no me hubiera despegado de ahí, pero tenía mis obligaciones, así que volví a mi San Juan con la promesa de un nuevo encuentro.
Nos escribimos mucho, nos hablábamos, nos mandábamos fotos y nos enamoramos, aunque siendo honesto, yo solamente estaba enamorado, Anahí era demasiada mujer para mí, una perra que le gustaba el sexo como tomar agua y desde el primer encuentro supe que no sería dichoso a su lado y que no sería el único en su enorme cama.
Pero me cegué y me mentí a mí mismo, busqué la beta por donde atacar. Anahí era una chica muy pobre, sus padres eran humildes, trabajadores casi esclavos de un estado ausente, tenía muchos hermanos y a mí, me iba muy bien en mis emprendimientos personales.
Luego de un año volví a los carnavales, y conviví con toda su familia, yo tenía en esos días treinta y dos años, le llevaba doce, una enormidad, era para mí una niña.
Hablamos mucho, le dije que conociera mi linda San Juan e intenté arrancarla de su paraíso, pero no tuve suerte.
No me di por vencido, y al tercer año las cosas en el país habían empeorado, conflictos políticos y caos económico, Anahí decidió darse una oportunidad, yo sabía que se aferraba desesperada a la tabla que yo le ofrecía y no me importó cual fuera el motivo.
Nos radicamos en mi departamento, era amplio, confortable y a ella se le hizo extraño, acostumbrada a vivir en una humilde casa donde apenas tenía lo básico.
Recorrimos parajes, conoció mi provincia, sus montañas, sus ríos, sus arboledas y su gente, y tratamos de armar nuestra vida, tenía la flor más bonita, más seductora y más deseable que un hombre pudiera tener, la cuidaba como a una joya preciosa, solo que ella siempre me abrumaba, era demasiado impactante y siempre era centro de atención.
Anahí tinha a sexualidade nos poros e eu sozinho não conseguia satisfazê-la, era demais, sempre com um apetite sexual que me transbordava, ela queria mais, e começou a comprar roupas, fantasias, brinquedos, e acabei virando sua marionete boba, ela fazia comigo o que queria, começou a me depilar completamente, a explorar fantasias, novos limites. A primeira vez que ela enfiou um daqueles consolos enormes na minha bunda eu me senti extremamente estranho, surpreso, mas não conseguia dizer não pra nada e ela me deu um boquete foda, muito profundo, muito sexy, e tive que admitir que tinha gostado.
Com o passar do tempo, percebi que aos poucos ela começava a escorrer como areia entre meus dedos, era uma flor transplantada da sua Gualeguaychú natal e, apesar de tudo que San Juan oferecia, nada era como a seiva da sua terra.
E ela parecia começar a se entediar comigo, mensagens escondidas com grupos de novos amigos, um perfil no Instagram onde, mesmo dizendo que estava num relacionamento, suas fotos sempre sozinha beiravam o censurável, sempre destacando seus atributos e sempre com aquelas lembranças de carnaval onde ela estava de matar a seus pés.
Sorrisos maliciosos às minhas costas, saídas sem horário, sem justificativas, sem volta, sempre vestida para arrasar e eu só permiti, cedi uma vez e outra, e enquanto minha figura masculina ficava cada vez menor, a dela era como um redemoinho que ameaçava levar tudo junto.
Uma noite de maio tive certeza da sua primeira infidelidade, uma noite com as amigas, ela tinha dito. Observei em silêncio, sem dizer uma palavra, com um sutiã bem conveniente debaixo de uma blusa transparente e um shorts de lycra super colado, com meia arrastão e sapatilhas de salto fino, estava exultante, linda como sempre, teria comido ela na hora, ali mesmo, mas eu já percebia que seus interesses por mim estavam mudando e novos objetivos pareciam surgir no seu horizonte.
Disse que voltaria tipo duas da manhã, mais ou menos.
Fui para A cama, com a ideia de dormir, o calor era sufocante, eu estava só de cueca, mas não conseguia parar de pensar nela, as imagens da beleza dela me assaltavam de novo e de novo, imaginando quem estaria tocando nela, quem seria seu dono naquela noite, para quem ela estaria dando de presente sua buceta depilada, seus peitos de sonho e sua bunda de diabólica.
Uma ereção insuportável ficava incômoda e dolorida, e mais de uma vez eu evitava me tocar, mesmo morrendo de vontade.
Quando as chaves na porta me indicaram que ela tinha voltado, vi que eram pouco mais de quatro da manhã, e pelos barulhos despreocupados que minha love fazia, percebi que ela não estava nas melhores condições, senti ela jogar as chaves sobre a mesa, entre risadas, arrastando alguma cadeira de forma desajeitada.
Ela foi ao banheiro e um tempinho depois veio pro quarto, só com um fio dental branco que a deixava incrível, mas ela tropeçava por causa de uma bebedeira que dava pra sentir no quarto.
"De onde você vem a essa hora?" — perguntei com raiva entre os lábios.
"Ahhh... de uma noite de prazer... me sinto viva!!!!" — respondeu sem remorso.
"Vamos fazer amor? Eu te desejo" — disse quase implorando, mas ela riu e falou:
"Não... já tive o bastante por hoje, não aguento mais..."
Deitei em silêncio, sem respostas, sem perguntas. Bebedeira? Tédio? Fim de uma história? Ela tinha feito isso, tinha me traído e, antes de cair no sono, como uma faca se enterrando devagar no coração, ela sussurrou:
"Não sou mulher de quem me tem, sou mulher de quem me merece..."
Minha cabeça se transformaria daí em diante num verdadeiro labirinto sem saída, porque não conseguia viver com ela, mas também não sem ela, mal conseguia aceitar suas migalhas.
Anahí era um foco infeccioso, corroendo e arrasando tudo com sua beleza, era um demônio e eu só me entreguei às suas formas, aos seus jeitos, à sua torturante dor, mesmo que apodrecesse minhas entranhas.
O próximo passo na sua complexa teia de aranha não demoraria a chegar. Tempo depois, em mais uma de suas saídas habituais, ela apareceu com um vestidinho creme bem justo, marcando os peitos, com as costas à mostra. Ajustava-se perfeitamente até a cintura e depois se alargava e afrouxava na largura dos quadris, terminando bem solto no início das pernas, dando um volume especial que, visto de baixo, certamente mostraria mais do que insinuava. O tecido fino deixava claro que ela não usava sutiã e só uma calcinha tão minúscula que era de enlouquecer qualquer um. E, como sempre, deixei ela ir embora em silêncio.
Dessa vez, para minha surpresa, ela não chegou bêbada, mas com cheiro de cigarro. Estava sóbria, com novas ideias naquela cabeça doida. Eu, como de costume, deitado com uma ereção irritante, fruto da minha incapacidade de tomar uma atitude.
Ela veio para o meu lado, encostando o corpo no meu, e disse:
— Hoje tenho umas ideias muito loucas para brincar com você, sabia?
Não respondi, mas então ela começou a lamber minha orelha, sabendo que isso me incomodava. Depois, rindo, continuou sussurrando:
— Bom, se quiser, te beijo na boca, mas sei lá... nem imagina as coisas gostosas que eu estava chupando...
— Imagino onde você está pondo essa boca suja — respondi, sem vontade, só para fazê-la dar risada.
— Calma, bebê, não resiste aos seus instintos. Sei que você gosta desse joguinho...
Enquanto falava, Anahí levou uma das minhas mãos até sua virilha, para que eu mesmo apalpasse o quanto estava melada. Meus dedos tocaram uma melaça grossa, deixando tudo mais do que claro. Reclamei, já sem forças:
— Você é uma puta qualquer.
Mas ela só ria e respondeu:
— Vem... se gosta, então vem. Chupa a buceta da mamãe para sentir o gosto dos amantes dela.
Ela era assim: pegava, largava. Deitou-se e me fez ir entre suas pernas, me obrigou a beijar toda a frente do seu fio dental e percorrê-la com a língua — pelos vazados, pelos elásticos —, enchendo meu nariz com um cheiro forte, onde ainda estavam frescos os restos de porra dos seus... amantes, ela começou a se curvar, a se excitar e pedia mais e mais, arranquei sua calcinha com a força das minhas mãos, o estalido do tecido parecia pedir clemência, e com uma ereção profunda entre minhas pernas, enterrei minha cabeça em sua buceta.
Sabia diferente de outras vezes, agora tinha gosto de porra de machos, e me dediquei a saborear tudo que ela tinha para me oferecer.
Anahí me dizia para aproveitar seus amantes como ela aproveitava, para limpar ela toda, lavar seus pecados com a água benta da minha boca, e eu me perdi no jogo dela, com uma excitação incontrolável, com uma ereção animal e só parei quando ela explodiu num orgasmo intenso.
Anahí não perdeu tempo, ficou de quatro e me disse:
— Agora quero que você lamba meu cu, bem devagar porque está dolorido.
Puta merda, por que ela fazia isso comigo? Abri suas nádegas enormes entre minhas mãos, imaginei com o que eu iria me deparar e não errei, passei a língua pelo seu ânus e parecia cair num poço sem fundo, a puta tinha tudo aberto, com certeza tinham enfiado muita pica nela e ela só estava brincando com meus sentimentos.
— Que gostoso! Dá umas chupadinhas em mamãe, devagar, com cuidado, que me deram duro...
Eu a odiava e a amava, queria enforcá-la e queria cair aos seus pés, era seu palhaço, seu fantoche, seu boneco, continuei chupando todo seu cu aberto com devoção, só esperando minha vez, algo que nunca aconteceria.
Anahí me disse que tinha novos planos para seu mascote, assim, literalmente, nesses termos.
Ela foi até a gaveta dos segredos dela, então colocou um arnês entre as pernas e uma pica de brinquedo de tamanho considerável, me disse para deitar de bruços, veio por trás, tirou minha cueca e deu um tapa forte na minha bunda, deixei ela fazer. Ela agachou sobre mim e depois apoiou o peito nas minhas costas.
Me pegou pelos pulsos numa posição dominante e sussurrou no meu ouvido de novo:
— Você vai ser minha putinha, vai ver que delícia...
Eu estava imóvel, senti ela lubrificar o brinquedo e depois meu esfíncter, depois apoiar a ponta e começar a se deixar cair lentamente, com o próprio peso, doeu muito, eu reclamei
Ayyyyy! dói... dói...
Shhhh! - ela respondeu - relaxa e aproveita, meu amor... viu que dói? sempre te falei e você não acreditava...
Anahí só continuou forçando e minha bunda parecia estar se partindo em pedaços com o avanço do intruso, e eu não conseguia, simplesmente não conseguia.
Mas chegou aquele ponto limite onde o esfíncter já não consegue mais resistir e, como um trem, o brinquedo se enfiou até o fundo do meu cu
Pronto, viu? Agora vem a melhor parte...Anahí começou a me dar com força por trás, entrando e saindo, fazendo amor com minha bunda, me segurando pelos pulsos, com meu pau duro entre minha barriga e o colchão, roçando entre os lençóis, comecei a gemer de prazer, de desejo, eu gostava, não sabia como ela conseguia, mas gostava do que ela me fazia, arrancava um prazer infinito das minhas entranhas, tinha vontade de me masturbar, mas não tinha forças.
Ela me fez ficar de quatro e voltou à carga, me agarrou pelos quadris como tantas vezes eu tinha agarrado ela e enfiou tão fundo que parecia que ia chegar no centro da terra, meu ânus doía, mas era aquela dor gostosa que não dá pra descrever e ela só me comia, como uma locomotiva endiabrada, sem freios...
Me fez virar, levantou minhas pernas e mais ação, meu pau estava no ponto de explodir, e nesse jogo ela teve pena de mim, sem parar de me penetrar começou a me masturbar bem devagar, como brincando comigo, sabendo em que ponto me tinha.
Minha porra quente jorrou como um vulcão, explodi e os jatos banharam todo meu peito, minha barriga, até a mão dela que continuava me masturbando no ritmo.
Ela só riu então, com seu jogo perverso terminado, tirando o brinquedo do meu cu dolorido, levando com os dedos meu sêmen espalhado até minha própria boca, pra que eu provasse, de novo, como tantas vezes tinha feito com ela.
Eu não sabia naquele momento, mas essa seria a vida sexual que Anahí tinha planejado pra ela, e pra mim, nunca mais transei com ela e ela me transformou no seu cachorro fiel, manso, cansado e domesticado.
Suas festas com amantes viraram rotina, me acostumei a esperar ela acordado, a vê-la sair como uma santa, a vê-la voltar como uma puta, a lavar noite após noite os pecados sujos que ela trazia nas entranhas, só pra receber meu pagamento, uma boa sessão de dominação pra ela enfiar os brinquedos em mim por trás e eu só me masturbar. satisfazê-la.
As coisas continuaram nessa ordem por mais alguns anos, eu era o cavalheiro com o cu mais alargado de San Juan, tudo para satisfazê-la, mas nem isso foi suficiente, ela se cansou de tudo, sempre se cansava de tudo. Começou a sentir saudades do seu querido Gualeguaychú, das velhas amizades, da família. Levava o samba no sangue e os carnavais sempre eram uma tentação, Anahí estava mais velha, mas mais gostosa, já não tinha vinte anos, mas os trinta lhe caíam melhor.
Ela estava disposta a voltar, e eu não poderia deixar para trás meus lugares, minhas paisagens de montanhas, minha vida.
Nos vimos pela última vez na rodoviária, ela tinha muitos planos para a nova vida, e eu tinha que fazer a minha
Um último abraço e eu disse beijando sua testa
Sempre vou te amar...
Mas ela não respondeu, apenas deu um sorriso carinhoso, deixando claro que a relação sempre foi de mão única. Fiquei parado na plataforma até que o ônibus sumiu no horizonte.
E hoje estou sozinho, tentando remontar dia após dia o quebra-cabeça que destruiu todos os meus hábitos.
Às vezes, espero por fevereiro com muita ansiedade, e tento assistir às transmissões a cabo dos carnavais, com o máximo de detalhe, porque sei que, a qualquer momento, posso vê-la de novo...
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